Iago Menezes de Souza
Mestrando em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia na Universidade Federal Fluminense (PPGA-UFF), Bacharelando em Segurança Pública pela UFF e Licenciado em Ciências Sociais pela UFF. Bolsista de Pesquisa no Projeto Política dos terreiros: mobilizações, produção de saberes, processos de vitimização e enfrentamento ao racismo, Secretário da Assessoria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFF (AFiDE/UFF), Membro do Grupo de Pesquisa em Antropologia Política e Conflitos: pesquisas empíricas sobre burocracias, religiões e mobilizações sociais e Integrante do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INEAC-UFF). Editor Chefe da Revista Menó. Dirigiu os curta-metragens "OCUPA ICHF - O dia que o ICHF parou" (Documentário - 2017) e o "Caminhos de Xangô: a resistência das religiões afro-brasileiras" (Documentário - 2022) , o último recebedor de uma menção honrosa no Prêmio Ana Galano do 46o Encontro Anual da ANPOCS.
Palavras-chave: Ações Afirmativas, Étnico-Raciais, Hétero-Identificação, Política Pública, Racismo Religioso, Intolerância Religiosa, Religiões Afro-brasileiras, Filme Etnográfico, Segurança Pública e Antropologia.
Informações coletadas do Lattes em 22/01/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Antropologia
2021 - Atual
Universidade Federal Fluminense
Título: Bancas de Heteroidentificação?: Desafios para a implantação de Ações Afirmativas para Pretos, Pardos ou Indígenas (PPI) na Universidade Federal Fluminense (2018-2019)
Ana Paula Mendes de Miranda.
Graduação em Ciências Sociais
2014 - 2021
Universidade Federal Fluminense
Título: Bancas de Heteroidentificação?: Desafios para a implantação de Ações Afirmativas para Pretos, Pardos ou Indígenas (PPI) na Universidade Federal Fluminense (2018-2019)
Orientador: Ana Paula Mendes de Miranda
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2023 - 2023
Workshop de DAVINCI - Fundamentos do DaVinci Resolve. (Carga horária: 20h). , Proclass Treinamentos, PROCLASS, Brasil.
2023 - 2023
Curso de DAVINCI - Técnicas Avançadas de Edição. (Carga horária: 20h). , Proclass Treinamentos, PROCLASS, Brasil.
2023 - 2023
Estudos Raciais. (Carga horária: 6h). , Instituto de Estudos Sociais e Políticos, (IESP-UERJ), Brasil.
2021 - 2021
Extensão universitária em ozes negras na Antropologia - Uma introdução à vida e à obra de antropóloga. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
2010 - 2013
Computação Gráfica. (Carga horária: 1200h). , Seven Computação Gráfica, SEVEN, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Organização de eventos
MIRANDA, A. P. M. ; OLIVEIRA, I. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. . Cotas na docência universitária: perspectivas e desafios. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. . Política dos Terreiros: do luto à luta. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. ; RUSSEL, B. ; SILVA, L. V. ; SILVA, M. M. S. . Ginga e Neom convidam Paul Amar. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; RUSSEL, B. ; SILVA, L. V. ; SILVA, M. M. S. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Povos Ciganos e políticas públicas no Brasil: Celebrando 24 de maio. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; SILVA, L. V. ; SILVA, M. M. S. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Roda de conversa sobre os conflitos de natureza étnico-racial-religiosa. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. ; RUSSEL, B. . Pint Of Science: Ponha-se no seu lugar: lutas e enfrentamentos da discriminação de gênero e raça. 2023. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; ALMEIDA, R. R. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. . Resistências e Lutas: Contra as discriminações étnicos-raciais-religiosa. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; ALMEIDA, R. R. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Resistências e Luta. Abril verde: Educação na luta contra o racismo religioso. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; ALMEIDA, R. R. ; CAPONE, S. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Ifá conquista o mundo: Novas configurações da religião dos Orixás no espaço afro-atlântico. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; OLIVEIRA, I. M. ; ALMEIDA, R. R. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. ; CAMPOS, L. A. . Resistências e Lutas: Educação e Ações Afirmativas. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; ALMEIDA, R. R. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Apresentação do relatório dos conflitos de natureza étnico-raciais-religiosos no Rio de Janeiro. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. ; VIEIRA, L. ; ALMEIDA, R. R. . I Encontro Ginga Mobilizar, resistir e lutar. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Seminário GINGA: Legislação e Políticas Públicas de Combate ao Racismo.. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; LIMA, L. L. G. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Roda de Conversa "Conflitos de natureza étnico-raciais-religiosos e a questão de gênero".. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Gingando e Girando no Atelerió. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Aniversário do Capes + Celebração da Cultura Negra. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. . Encontro para discutir questões sobre racismo religioso e intolerância religiosa. 2022. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Seminário Racismo Religioso: as Tradições de Matriz Africana (Brasil/Estados Unidos).. 2021. (Outro).
MIRANDA, A. P. M. . Seminário Desafios e Perspectivas: As Ações Afirmativas e o Sisu 2018.1. 2018. (Outro).
Participação em eventos
Cine Ginga Os Caminhos de Xangô: Roda de conversa no C.E. Conselheiro Macedo Soares.Apresentação do Curta "Os Caminhos de Xangô e roda de conversa com os alunos sobre racismo religioso e cotas raciais". 2022. (Outra).
Gira de Pesquisadores.Gira dos Pesquisadores. 2022. (Encontro).
III Jornada das Relações Étnico - Raciais e Currículo.Exibição do documentário "Os caminhos de Xangô" e Mesa Pluralismo Religioso e Educação. 2022. (Outra).
Mês da Consciência Negra na Escola de Artes Spanta.Apresentação do Curta "Os Caminhos de Xangô e roda de conversa com os alunos sobre racismo religioso e cotas raciais". 2022. (Outra).
Pit of Science.Re- existências negras: 20 anos de cotas e luta antirracista na universidade. 2022. (Outra).
VIII Semana Acadêmica de Segurança Pública.Racismo Religioso. 2022. (Outra).
Webnário Nacional ? A Igualdade Racial e o Novo Governo Lula..Cotas Raciais. 2022. (Outra).
Oficina de Trabalho: A avaliação institucional do SINAES e a implementação da lei de Cotas,tas. 2021. (Oficina).
XV Jornada de Alunos do PPGA. 2021. (Outra).
Arte e Ciência. Cultura Afro-Brasileira, o Legado de Abdias Nascimento.. 2019. (Exposição).
Seminário 25 anos do Núcleo Fluminense de Estudo e Pesquisa.Monitor. 2019. (Seminário).
Seminário 25 anos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia.Monitor. 2019. (Seminário).
Seminário Administração de Conflitos em Perspectiva Comparada.Monitor. 2019. (Seminário).
UFF nas Praças. Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da autodeclaração e hétero-identificação.. 2019. (Exposição).
VII Seminário de formação e práticas pedagógicas.O ingresso no ensino superior e seus desafios. 2018. (Seminário).
XXVIII SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.PROJETO: O ATABAQUE ESTÁ CHAMANDO!?: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO DOS ADEPTOS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS NO ENFRENTAMENTO DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS. 2018. (Seminário).
IV Encontro Anual do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência da Universidade Federal Fluminense.RAÇA, CLASSE E VIOLÊNCIA: MÚLTIPLAS ABORDAGENS SOCIOLÓGICAS A PARTIR DO 'CASO RAFAEL BRAGA'. 2017. (Encontro).
Seminário Ocupa Tudo: saberes e mobilizações secundaristas..OCUPA ICHF - O dia que o ICHF parou.. 2017. (Seminário).
III Encontro Anual do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência da Universidade Federal Fluminense.RAÇA, CLASSE E VIOLÊNCIA: MÚLTIPLAS ABORDAGENS SOCIOLÓGICAS A PARTIR DO 'CASO RAFAEL BRAGA'. 2016. (Encontro).
Produções bibliográficas
-
PINHEIRO FILHO, Carlos Douglas Martins ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Dois passos para trás e um para frente. Revista Menó, Niterói, 09 jan. 2023.
-
SOUZA, I. M. ; Wiu e as dificuldades de amar na contemporaneidade. Revista Menó, Niterói, 20 dez. 2022.
-
SOUZA, I. M. ; ICARUS, o Ícaro Negro de Bk: esse neguinho achou mesmo que podia voar?. Revista Menó, Niterói, 17 dez. 2022.
-
MENEZES, I . S. ; O Sol não nasce igual para todos: educação, música e memória com NATÖ e sua trilogia NÔMADE. Revista Menó, Niterói, 07 maio 2022.
-
MENEZES, I . S. ; O Capeta do Vilar: Jamall Dubeco e sua ressurreição como vilão do sistema.. Revista Menó, Rio de Janeiro, p. 43 - 48, 06 jan. 2022.
-
MENEZES, I . S. ; No caos da Baixada Fluminense surge mais uma estrela brilhante e barulhenta no céu: é Rojão e sua linda celebração explosiva através do EP 5X1.. Revista Menó, Rio de Janeiro, p. 38 - 42, 06 jan. 2022.
-
MENEZES, I . S. ; Ações afirmativas e questões étnico-raciais. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
MENEZES, I . S. ; Comissões de heteroidentificação: denúncias, fraudes e futuro das cotas raciais no Brasil.. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
MIRANDA, A. P. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. . Os Caminhos de Xangô: a resistência das religiões afro-brasileiras. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).
-
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. . Os modos de representar e narrar o racismo religioso: experiências coletivas de construção imagética e textual de difusão científica. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
-
SOUZA, I. M. ; Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da heteroidentificação.. 2020. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
-
SOUZA, I. M. ; Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígenas: análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
-
MENEZES, I . S. ; ANÁLISE DOS CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AUTODECLARAÇÃO E HETEROCLASSIFICAÇÃO NAS COMISSÕES DE AFERIÇÃO ÉTNICO-RACIAIS DA UFF. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
ALMEIDA, R. R. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Laudo Antropológico. 2021.
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Ginga UFF. 2022; Tema: Site do grupo de pesquisa Ginga UFF. (Site).
MENEZES, I . S. ; Carlos Douglas . Revista Menó. 2022; Tema: Site da revista meno. (Site).
SILVA, A. P. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. . Assessoria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da Universidade Federal Fluminense. 2022; Tema: Site da Assessoria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da Universidade Federal Fluminense. (Site).
MENEZES, I . S. ; Carlos Douglas . @revistameno. 2022; Tema: Redes Revista Menó (Social Media, Designer Gráfico, Videomaker e Editor). (Rede social).
MENEZES, I . S. ; @bibliotecaniteroi. 2022; Tema: Redes Sociais da BPN (Social Media, Designer Gráfico, Videomaker). (Rede social).
MENEZES, I . S. ; @menoeditora. 2022; Tema: Redes Menó Editora (Social Media, Designer Gráfico, Videomaker e Editor). (Rede social).
MENEZES, I . S. ; @sdcria.ent. 2022; Tema: Redes Sociais da Sdcria (Social Media, Designer Gráfico, Videomaker). (Rede social).
MIRANDA, A. P. M. ; MENEZES, I . S. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. . @gingaUFF. 2022; Tema: Redes Sociais do Ginga UFF (Social Media, Designer Gráfico, Videomaker e pesquisador). (Rede social).
MIRANDA, A. P. M. ; SOUZA, I. M. ; SOUZA, I. M. ; SILVA, M. M. S. . Os caminhos de Xangô: a resistência das religiões afro-brasileiras. 2022. Vídeo.
SOUZA, I. M. ; OCUPA ICHF - O dia que o ICHF parou.. 2017 (Mini Documentário) .
Projetos de pesquisa
-
2022 - Atual
Perspectivas afrorreligiosas dos conflitos e das mobilizações por reconhecimento de direitos, Descrição: Projeto referente a bolsa de produtividade do CNPQ. Trata-se de uma pesquisa dedicada a analisar situações de conflito cuja motivação seja de natureza étnico-racial-religiosa, bem como as formas de mobilização política e de administração institucional de conflitos, numa perspectiva comparada. Para tanto, o foco de análise serão os ?crimes de ódio? envolvendo grupos religiosos, em especial os de matriz afro-brasileira, em diferentes contextos (Rio de Janeiro, Alagoas e Sergipe). Os diferentes campos empíricos, que constituirão os loci da pesquisa, têm em comum formas institucionalizadas ou não, de administração de conflitos, considerando práticas interpessoais e/ou coletivas, que resultam em construções de corporalidades, moralidades e produção de subjetividades, em tensão ou em disputa. O projeto é um desdobramento de pesquisas anteriores com foco na compreensão das diferentes formas de nomear os conflitos dessa natureza e explicar suas motivações, processo que está diretamente relacionado não só a gravidade dos casos, mas ao nível de engajamento político dos sujeitos. A possibilidade de construção de um olhar interdisciplinar surge da contribuição que uma perspectiva antropológica traz para a compreensão dos conflitos e processos de reconhecimento de direitos, no sentido de expor as práticas locais, que costumamos chamar de ?o ponto de vista nativo?, para apreender as singularidades dos casos analisados em contraste com concepções universalizantes, tais como são representadas nos campos da Política Pública e/ou o Direito. Destaca-se que o projeto se inspira em uma perspectiva comparada e multidisciplinar de análise, pioneira no Brasil, em relação à interlocução entre o Direito e as Ciências Sociais, que compreende que a administração institucional de conflitos realizada no âmbito da Segurança Pública e da Justiça se dá em um campo de disputas e se baseia num paradigma repressivo. Ressalta-se que este enfoque auxilia a compreensão da complexidade das formas de administração de conflitos e de mobilização política, permitindo expor as diferentes percepções dos atores envolvidos. A principal contribuição do projeto será a produção de conhecimento empírico e teórico sobre as demandas de reconhecimento de direitos que, ao serem apresentadas no espaço público revelam dilemas e dificuldades dos modos de gestão das ?burocracias?, com seus saberes e tecnologias de governo próprias, em lidar com as diversidades ? religiosas, étnico-raciais e de gênero. Esse descompasso entre as demandas apresentadas e as formas institucionais de administração de conflitos revelam dinâmicas de poder diferenciadas, conforme o público a que se destinam. Assim, as etnografias nas diferentes localidades permitem problematizar as perspectivas homogêneas do Estado, nas suas atividades corriqueiras e extraordinárias, dando destaque aos seus efeitos na construção da cidadania no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador / Hannah Lucia Duarte de Oliveira - Integrante / Bruna Russel - Integrante / Alexsandra Ferreira Aquino - Integrante / Andreia Soares Pinto - Integrante / Leonardo Vieira Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
-
2021 - Atual
Nas brechas do Estado: análise das interfaces entre os conflitos identitários, as violências cotidianas, as mobilizações sociais e as políticas públicas, Descrição: Nas brechas do Estado: análise das interfaces entre os conflitos identitários, as violências cotidianas, as mobilizações sociais e as políticas públicas. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador / IILZVER DE MATOS OLIVEIRA - Integrante / Mariana Maiara Soares Silva - Integrante / Hannah Lucia Duarte de Oliveira - Integrante / Bruna Russel - Integrante / Alexsandra Ferreira Aquino - Integrante / Andreia Soares Pinto - Integrante / Leonardo Vieira Silva - Integrante., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
-
2021 - Atual
Identidades em Conflito: Gênero, Raça e Religião em Experiências de Ensino no Estado do Rio de Janeiro, Descrição: Aprovado no Edital PROGRAMA DE APOIO A PROJETOS TEMÁTICOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O projeto busca investigar, em perspectiva comparada, experiências de ensino no estado do Rio de Janeiro, em que diferenças identitárias são vividas e compartilhadas em processos de aprendizado, muitas vezes produzindo conflitos entre os atores sociais envolvidos. A pesquisa contemplará a investigação de espaços formais de ensino, como escolas públicas, escolas dominicais e instituições de referência na educação inclusiva, como o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES); atividades formativas de movimentos sociais e comunidades quilombolas; espaços virtuais e mídias sociais, sendo considerados Facebook, Instagram, TikTok, YouTube dentre outros. Na primeira etapa faremos contato com as instituições e o levantamento de dados, de forma cooperativa, visando a identificação de conhecimentos cotidianos utilizados para a administração de conflitos no ambiente escolar. A realização de trabalho de campo e da compilação de dados, por meio de entrevistas e questionários semiestruturados, possibilitará a produção de um diagnóstico acerca dos conflitos nas escolas, bem como das ações desenvolvidas no âmbito dos projetos políticos pedagógicos vigentes. Após o mapeamento dos atores sociais e os conflitos vigentes no ambiente de aprendizado, teremos, num segundo momento, a composição de uma equipe interdisciplinar em que não apenas os pesquisadores, mas também a equipe técnico-pedagógica, o corpo docente e os movimentos sociais produzirão narrativas sobre os conflitos, buscando por meio de grupos focais, dinâmicas de grupo e performances artístico-literárias, a constituição de tecnologias sociais de mapeamento e administração de conflitos. O projeto se justifica pela possibilidade de promoção de um clima de aprendizado de convivência e respeito por meio de ações afirmativas e processos de gestão escolar fundados na equidade racial, religiosa e de gênero, em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
-
2021 - Atual
Política dos terreiros: mobilizações, produção de saberes, processos de vitimização e enfrentamento ao racismo, Descrição: A proposta tem como objeto a realização de pesquisa com foco na identificação e análise de conflitos de natureza étnico-racial-religiosa envolvendo os adeptos e as comunidades de terreiros no que diz respeito à execução de políticas públicas voltadas a esta população. A construção dessa proposta se deu em consonância com a articulação de lideranças do FONSANPOTMA e assessores parlamentares que compõem a Teia Nacional Legislativa dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, parceria que se iniciou em 2019. O desenho cooperativo da proposta delimitou que como serão desenvolvidas as atividades de pesquisa, inovação e transferência de tecnologia social, o que inclui a criação de um grupo de pesquisa e a oferta de cursos (disciplinas na graduação e na pós; atividades de capacitação continuada) sobre a temática, bem como o fortalecimento de uma rede de pesquisadores cujo intuito é o de realizar levantamento em nível estadual (Rio de Janeiro) dos casos que dizem respeito a esses conflitos para orientação de políticas públicas destinadas a esta população. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador / Mariana Maiara Soares Silva - Integrante / Bruna Russel - Integrante / Alexsandra Ferreira Aquino - Integrante / Andreia Soares Pinto - Integrante / Leonardo Vieira Silva - Integrante., Financiador(es): Congresso Nacional - Câmara dos Deputados - Auxílio financeiro.
-
2019 - 2022
Diversidades e Intolerâncias: análise de processos de mobilizações e de políticas públicas em conflitos de natureza religiosa, étnico-racial e de gênero, Descrição: Trata-se de uma pesquisa dedicada a analisar situações de conflito cuja motivação seja de natureza étnico-racial-religiosa, privilegiando o recorte de gênero, bem como as formas de mobilização política e de administração institucional de conflitos, numa perspectiva comparada. Para tanto, o foco de análise serão as manifestações de discriminação, intolerância e coexistência de grupos religiosos, em especial os de matriz afro-brasileira e o Islã, em diferentes contextos (Brasil, Estados Unidos e Portugal). Neste sentido, os diferentes campos empíricos, que constituirão os loci de nossas atuações, têm em comum formas institucionalizadas ou não, de administração de conflitos, considerando práticas interpessoais e/ou coletivas, que resultam em construções de corporalidades, moralidades e produção de subjetividades, em tensão ou em disputa. O projeto é resultado da articulação de pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, com experiência de pesquisa de campo, interessados em compreender os processos de expansão transnacional de conflitos dessa natureza e suas motivações. A possibilidade de construção de um olhar interdisciplinar surge da contribuição que uma perspectiva antropológica traz para a compreensão dos conflitos e processos de reconhecimento de direitos, no sentido de expor as práticas locais, que costumamos chamar de ?o ponto de vista nativo?, para apreender as singularidades do caso a ser analisado em contraste com concepções consideradas mais universais, tais como são representadas nos campos da Política Pública e/ou o Direito. Destaca-se que o projeto se inspira em uma perspectiva comparada e multidisciplinar de análise pioneira no Brasil em relação à interlocução entre o Direito e as Ciências Sociais, que compreende que a administração institucional de conflitos realizada no âmbito da Segurança Pública se dá em um campo de disputas e consensos que não se limita à criminalidade e à intervenção repressiva. Faz-se necessário destacar ainda que a construção desse diálogo implica em reconhecer que, enquanto a Antropologia privilegia a compreensão do conflito e/ou da situação social no qual ele está inserido, o Direito e a Teoria Política, aqui expressa pelo campo de Políticas Públicas, tende a orientar-se pelo foco na decisão.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Lana Lage da Gama Lima - Integrante / Maria Victoria Pita - Integrante / Roberta de Mello Corrêia - Integrante / Rosiane Rodrigues de Almeida - Integrante / IILZVER DE MATOS OLIVEIRA - Integrante / Rolf Ribeiro de Souza - Integrante / Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva - Integrante / Paul Amar - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
-
2019 - 2020
Itinerários da Licenciatura de Ciências Sociais da UFF: As visões dos egressos sobre o ensino da Sociologia na educação básica, Descrição: Trata-se de uma pesquisa qualitativa visando mapear as visões dos egressos da Licenciatura da UFF suas dificuldades e seus interesses no exercício da docência cotidiana da Sociologia no Ensino Médio e Fundamental. Constitui uma proposta inovadora, pois não se tem um mapeamento das potencialidades e das fragilidades desta Licenciatura. Neste sentido, torna-se um instrumento interessante captar as avaliações dos egressos docentes de sociologia na rede pública. A pauta norteadora da entrevista aprofundada considera três indagações nucleares: contribuição da Licenciatura para a formação como docente; processo de ensino e aprendizagem; transposição didática. Essas indagações serão examinadas à luz da contribuição dos teóricos sobre ensino de sociologia na educação básica, bem como estudos relativos à formação docente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Elisabete Cristina Cruvello da Silveira - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígenas: análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Coordenador.
-
2017 - 2018
?O atabaque está chamando!?: Uma análise das estratégias de mobilização dos adeptos das religiões afro-brasileiras no enfrentamento da intolerância religiosa no município de Duque de Caxias., Descrição: O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) é um programa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) cujo objetivo é contribuir para a formação de novos talentos em todas as áreas do conhecimento, através da concessão de cotas de bolsas de iniciação científica diretamente às Instituições de Ensino e Pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador / Leonardo Vieira - Integrante.
Projetos de desenvolvimento
-
2018 - Atual
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Coordenador.
-
2018 - 2018
PROJETO: O ATABAQUE ESTÁ CHAMANDO!?: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO DOS ADEPTOS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS NO ENFRENTAMENTO DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS, Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador / Leonardo Vieira - Integrante.
-
2018 - Atual
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - Atual
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma das ações afirmativas de políticas públicas que visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - Atual
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma dasações afirmativasdepolíticas públicasque visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - 2020
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma dasações afirmativasdepolíticas públicasque visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - 2020
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma dasações afirmativasdepolíticas públicasque visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - 2020
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma dasações afirmativasdepolíticas públicasque visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2019 - 2020
Acesso ao ensino superior para estudantes negros: A implantação de reserva de vagas por meio da hétero-identificação, Descrição: O sistema de cotas, uma dasações afirmativasdepolíticas públicasque visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
-
2018 - 2019
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF., Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Iago Menezes de Souza - Integrante / Ana Paula Miranda - Coordenador.
Prêmios
2022
Menção Honrosa no Prêmio COMIS/ANPOCS ? Ana Maria Galano - Curtas-Metragens no 46o Encontro Anual da ANPOCS, Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais.
Histórico profissional
Experiência profissional
2022 - Atual
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: , Enquadramento Funcional:
2021 - Atual
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Apoio Acadêmico, Carga horária: 30
Outras informações:
Auxiliar na organização de informação sobre candidatos/as e estudantes oriundos das ações afirmativas pela AFIDE.
2019 - 2020
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica - IC, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
O sistema de cotas, uma das ações afirmativas de políticas públicas que visam a assegurar o ingresso, no ensino superior em universidades brasileiras começou a ser regulamentada no Rio de Janeiro em 2000. A universidade pioneira na implementação das políticas de ações afirmativas no âmbito nacional foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que adotou o sistema de reserva de vagas em 2002 tornando-se assim pioneira neste processo. Nos anos posteriores outras universidades adotaram as ações afirmativas. Em 2017, em decorrência de denúncias feitas por coletivos de estudantes negros de possíveis casos de fraudes em autodeclarações no SISU, ou seja, candidatos brancos se autodeclarando negros (pretos ou pardos) com o objetivo de ingressar em vagas que não são de ampla concorrência, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou as universidades a criação de ?mecanismos? para a verificação da autenticidade das autodeclarações de modo a confirmar o pertencimento do candidato aos grupos étnico-raciais contemplados na reserva de vaga, seja na universidade ou no concurso público. Esse trabalho se propõe a analisar os reflexos da criação do mecanismo das comissões de hétero-identificação no acesso ao ensino superior de negros e negras na Universidade Federal Fluminense..
Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
2018 - 2019
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica - IC, Carga horária: 20
Outras informações:
Cotas étnico-raciais como forma de acesso ao ensino superior para estudantes negros e indígena: Análise dos critérios e procedimentos de autodeclaração e heteroclassificação nas comissões de aferição da UFF.
2018 - 2018
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientifica - IC, Carga horária: 20
Outras informações:
PROJETO: O ATABAQUE ESTÁ CHAMANDO!?: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO DOS ADEPTOS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS NO ENFRENTAMENTO DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS
2016 - 2018
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação a Docência (PIBID), Carga horária: 20
Outras informações:
O Pibid é uma ação da Política Nacional de Formação de Professores do Ministério da Educação (MEC) que visa proporcionar aos discentes na primeira metade do curso de licenciatura uma aproximação prática com o cotidiano das escolas públicas de educação básica e com o contexto em que elas estão inseridas.
2020 - 2022
Biblioteca Parque de NiteróiVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário do Educativo/ Comunicação, Carga horária: 30
Outras informações:
O Pibid é uma ação da Política Nacional de Formação de Professores do Ministério da Educação (MEC) que visa proporcionar aos discentes na primeira metade do curso de licenciatura uma aproximação prática com o cotidiano das escolas públicas de educação básica e com o contexto em que elas estão inseridas.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Iago Menezes de Souza e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?