Maria Eugênia da Rocha Gomes
Bióloga, Graduada em Ciências Biológicas, Bacharelado, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente atua como Analista Ambiental na empresa Zago Consultoria. Já atuou com monitoramento pesqueiro do atum Albacora bandolim (Thunnus obesos) no Porto de Natal/RN, com Resgate e Manejo de Fauna silvestre da caatinga, em trabalho de acompanhamento de supressão vegetal para o empreendimento fotovoltaico do Complexo Fotovoltaico Monte Verde Solar em Jandaíra - Rio Grande do Norte. Realizou trabalhos também de consultoria ambiental para empreendimentos fotovoltaicos, com foco em monitoramento e levantamento de diversidade de ictiofauna local (na Paraíba). Ao longo da graduação estagiou no Laboratório de Ornitologia, no Laboratório de Ictiologia, Sistemática e Evolução e no Laboratório de Ecologia e Evolução de Crustáceos, adquirindo experiência de atuação em pesquisa nas áreas de sistemática, evolução, zoologia e ecologia da fauna aquática, com ênfase em macroinvertebrados bentônicos marinhos e peixes de água doce. Apresenta interesse nas área de Zoologia, Gestão, Conservação e Ecologia, com ênfase em atividades relacionadas ao ambiente aquático, principalmente a fauna aquática.
Informações coletadas do Lattes em 18/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Ciências Biológicas
2016 - 2021
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: EFEITO DA INTERCONEXÃO DE UMA LAGOA COSTEIRA NEOTROPICAL COM MAR/ESTUÁRIO NA DIVERSIDADE DE CRUSTÁCEOS DECAPODA
Orientador: Fúlvio Aurélio de Morais Freire
Formação complementar
2020 - 2020
O papel dos peixes na dinâmica dos ambientes dulcícolas do semiárido NE. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em Revitalização e ampliação da coleção de Macroinvertebrados aquáticos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em III Semana da Biologia. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em SEMINÁRIOS EM ECOLOGIA. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em II Semana da Biologia. (Carga horária: 35h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Seminários em Ecologia. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em III Fórum de Sistemática e Evolução - Café com Darwin. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em Encontro sobre Estudos do Sistema Climático. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2018 - 2018
Curso introdutório de cartografia aplicada à biodiversidade. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em ENC SOBRE ESTUDOS DO SISTEMA CLIMÁTICO - MITIGAÇÃO, ADAPT. E VULNERABILIDAD. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em O silêncio que GRITA: Como a universidade afeta sua saúde mental?. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Faça a sua dor dançar. (Carga horária: 1h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Métodos de estudos de comportamento de Mamíferos Aquáticos. (Carga horária: 4h). , Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, UERN, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Resgate e Manejo de Fauna.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Monitoramento de Fauna Atropelada.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Zoologia.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Conservação das Espécies Animais.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Ecologia de Comunidades.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia / Subárea: Ecologia.
Organização de eventos
Eugênia-Rocha ; Duarte, F. A. . III Semana da Biologia: Do Sertão ao Mar. 2019. (Congresso).
Participação em eventos
9 ENCONTRO DE MULHERES ESTUDANTES DA UNE - EME 2021. 2021. (Encontro).
Impactos das mudanças climáticas nos ecossistemas aquáticos e na qualidade da água. 2021. (Seminário).
Simpósio Virtual de Limnologia e Saneamento do Semiárido. 2020. (Simpósio).
XXXI Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT. Revisão dos aspectos eco-evolutivos referentes à reprodução de decápodes "crab-like" (fenótipo caranguejo). 2020. (Congresso).
11 Bienal da UNE. 2019. (Congresso).
XXX Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN - eCICT. Evolução da diferenciação e determinação sexual no gênero Kryptolebias (Cyprinodontiformes, Cynolebiidae) e nos peixes ósseos (Teleostei). 2019. (Congresso).
II Semana da Biologia: Revelando Suas Faces. 2018. (Congresso).
X Congresso Brasileiro sobre Crustáceos. 2018. (Congresso).
VIII Encontro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos. 2017. (Congresso).
Produções bibliográficas
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ROCHA-GOMES, M E ; Medeiros, L. L. L. ; ARAUJO, P. V. N. ; VALE, V. F. ; Moraes, SASN ; FREIRE, FAM ; ALENCAR, C. E. R. D. . Diversity of decapod crustaceans in a neotropical coastal lagoon interconnected with the sea/estuary. REGIONAL STUDIES IN MARINE SCIENCE , v. 71, p. 103397, 2024.
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Vilela, M. M. ; Puppin, C. T. ; Eugênia-Rocha ; Medeiros, L. L. L. ; Freire, F. A. M. . DIVERSIDADE DE CRUSTÁCEOS DECAPODA DA PLATAFORMA RASA DE UMA REGIÃO SEMIÁRIDA TROPICAL. Recife: Congresso Brasileiro sobre Crustáceos, 2018 (Resumos publicados em anais de congresso).
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Puppin, C. T. ; Medeiros, L. L. L. ; Eugênia-Rocha ; Freire, F. A. M. . EFEITOS DAS MACROALGAS SOBRE A FAUNA ACOMPANHANTE DA PESCA DO CAMARÃO NO LITORAL NORDESTE BRASILEIRO. Recife: Congresso Brasileiro sobre Crustáceos, 2018 (Resumos publicados em anais de congresso).
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Puppin, C. T. ; Medeiros, L. L. L. ; Eugênia-Rocha ; Freire, F. A. M. . EFEITOS DAS MACROALGAS SOBRE OS CAMARÕES DE INTERESSE ECONÔMICO NO LITORAL NORDESTE BRASILEIRO. Recife: Congresso Brasileiro sobre Crustáceos, 2018 (Resumos publicados em anais de congresso).
Outras produções
Barros-Neto, L.F. ; ROCHA-GOMES, M E . laboração e Execução do Levantamento/Diagnóstico de fauna (Ictiofauna) e do Estudo de Impacto Ambiental do Complexo Solar Fotovoltaico Riacho do Navio, localizado na Fazenda Riacho do Navio. 2022.
Projetos de pesquisa
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2020 - 2021
Regras Rensch e Bergmann em decápodes e a Carcinização como Mediador: evidências na covariação do tamanho., Descrição: Os crustáceos decápodes são conhecidos por seu interesse comercial, mas também são conhecidos por sua grande diversidade de nichos ocupados, propiciado por uma notável capacidade de plasticidade fenotípica (sensu Vogt 2012). Esta plasticidade pode estar relacionada ao próprio histórico de uma série modificações morfológicas, geradas por designs corporais semelhantes, mas que apareceram em linhagens independentes nos decápodes (Keiler et al. 2017). Este processo que ocorreu, paralelamente, em várias linhagens refletindo a ocupação de nichos ecológicos vagos de habitats bentônicos. Assim, foram fixados designers de corpos alongadas com capacidade natatória, assimétricas dependentes de proteção/abrigo, e simétricas compactas sob uma carapaça com pouca ou nenhuma capacidade natatória (Duffy & Thiel 2007). Segundo Borradaile (1916), a Carcinização consiste, essencialmente, na redução do abdômen de linhagens de crustáceos decápodes na condição reptantes macruros, juntamente com compressão dorso-ventral e dilatação lateral do cefalotórax, assumindo o hábito/forma corporal de caranguejo. Assim, forma estabelecidas as formas de vida: camarão (?shrimp-like?), lagosta (?lobster-like?), lagostins (?squat-lobster-like?), caranguejo eremita ou ermitão (?assymetrical ou pagurus-like?), e caranguejo (?crab-like?) (Keiler et al. 2017). Estas formas de vida representam grupos parafiléticos, assim nos agrupamentos artificiais das formas não há um ancestral comum (Keiler et al. 2017). Alguns estudos com taxa que apresentam designers corporais semelhantes (por fatores como hidrodinâmica), devido a convergência adaptativa ou paralelismo, apresentam respostas/padrões as regularidades e/ou lei ecológicas semelhantes. Mesmo levando em consideração, a fisiologia e morfologia interna destes taxa sejam distintos. Portanto, o processo de Carcinização seria um driver importante para a regência das respostas às regularidades ecológicas, principalmente, as regularidades morfoecológicas. Dentre as regularidades morfogeograficas, podemos citar as regras de Gloger (Gloger 1833), Bergmann (Bergmann 1847), Allen (Allen 1877) e Rensch (1950). Contudo, somente as regras de Rensch e Bergmann irão tratar do tamanho corporal. A Regra de Rensch prediz o aumento do Dimorfismo Sexual de tamanho com o aumento do tamanho médio do corpo de macho, em táxon monofilético (Rensch 1950, 1960; Fairbairn & Preziosi 1994). A Regra de Bergmann estabeleceu que animais endotérmicos que há uma relação positiva entre latitude e tamanho médio corporal (Bergmann, 1847). A informação de tamanho é um relevante determinante para a variação em muitos traços fenotípicos. Os processos de desenvolvimento são acompanhados por padrões de crescimento marcados no tamanho de um indivíduo em desenvolvimento, e a diversificação de linhagens frequentemente envolve diferenciação do tamanho do corpo e/ou padrões de crescimento (Klingenberg, 2016). E juntamente com esta informação, a morfometria geométrica estabeleceu os métodos quantificação e qualificação da forma, e sua covariação com tamanho (Adams et al. 2013). Considerando a condição de convergência de designer corporal para a exploração de nichos vagos no domínio bentônico em um cenário pretérito. Sendo o designer corporal o resultado final dos diversos drivers de história de vida relacionadas às séries de modificações corporais sofridas pelo morfotipos de Carcinização. Haverá uma evidência na ?forma? (conceito de deformação na abstração do formato corporal de uma estrutura) da convergência da Carcinização e as regras morfoecologicas?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Coordenador / Sávio Arcanjo Santos Nascimento de Moraes - Integrante.
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2019 - 2020
Revisão dos aspectos eco-evolutivos referentes à reprodução de decápodes, Descrição: Os crustáceos Decapoda possuem uma grande diversidade de formas (Martin et al. 2001; Tsang et al. 2011). Estas formas/fenótipos são conhecidas como ?shimp-like?, ?lobster-like?, ?squat-lobster-like?, ?assymetrical ou pagurus-like?, e ?crab-like?. Assim, corpos simétricos natantes, assimétricos dependentes de proteção e abrigo e simétricos comprimidos em carapaças espessas (Duffy & Thiel 2017, Keiler et al. 2013; Scholtz 2014; Haug et al. 2016). O background destes morfotipos é resultado de um processo denominado Carcinização, caracterizado pela redução do abdômen de crustáceos decápodes reptantes macruros, juntamente com compressão dorso-ventral e dilatação lateral do cefalotórax, pelo qual o animal assume o hábito/forma corporal de caranguejo. A Carcinização tem evidências ecológicas de expansão de nicho fundamental em algumas linhagens de decápodes natantes, ocorrendo paralelamente em várias linhagens. Isto é ratificado por dados de incongruência de dados de morfologia externa e interna (Keiler et al. 2017). Assim, pode-se extrapolar que o direcionamento de algumas linhagens parafiléticas a uma convergência de nicho tenha resultados em estratégias reprodutivas com viés similar. Portanto, considerando a distribuição conhecida de espécies cosmopolitas e neotropicais se pode esperar que processos de Carcinização similares gerem padrões macroecológicos com tendências convergentes. Visualizado nas regras de Bergmann (regra de relação entre latitude e tamanho médio de um taxa) e Rensch (viés de dimorfismo sexual frente ao tamanho médio de machos). O dimorfismo sexual (DS) é comum entre os crustáceos decápodes, geralmente manifestado no tamanho corporal maior e quelípodos robustos em machos (Conlan 1991; Lee 1995). Em ?shrimp-like? ocorre o padrão inverso, sendo fêmeas maiores que machos em muito grupos (Bauer 2004). Dentro de Decapoda são muitos os sistemas de cópulas descritos, determinação sexual e padrões de variação de tamanho descritos, mas os processos a nível macroecológico bem como os drives eco-evolutivos atuam nos padrões de dimorfismo sexual de tamanho ainda são pouco explorados. Então, quais os traços reprodutivo, social e/ou morfológico conhecidos que atuem sobre o padrão do dimorfismo sexual dos grupos taxonômicos de ?shrimp-like?? Existe um consenso no dimorfismo sexual em ?shrimp-like??. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Coordenador / Sávio Arcanjo Santos Nascimento de Moraes - Integrante.
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2018 - 2019
Evolução da diferenciação e determinação sexual no gênero Kryptolebias (Cyprinodontiformes, Cynolebiidae) e nos peixes ósseos (Teleostei), Descrição: A reprodução sexuada, mistura de genomas via meiose através de gametas, está amplamente presente nos seres vivos multicelulares, assim como o sistema de determinação sexual genética (sistema XY) nos mamíferos. Nesse sistema, os machos possuem dois cromossomos sexuais diferentes (XY) e as fêmeas dois iguais (XX), o que também foi identificado em algumas espécies modelos (e. g. moscas Drosophila), gerando uma falsa impressão de que os mecanismos envolvidos na determinação sexual fossem antigos e conservados, e que os modos alternativos fossem estranhos e aberrantes (Bachtrog et al. 2014). Mas recentemente, estudos mais abrangentes mostram um amplo panorama de mecanismos de diferenciação e determinação sexual em diversos grupos de animais e plantas, que desconstroem os equívocos da evolução sexual e diversidade de gênero nos animais, incluindo os seres humanos (Roughgarden 2004, Bachtrog et al. 2014). Dentre estes mecanismos nos animais estão o hermafroditismo (simultâneo ou alternado), a determinação sexual genética e a ambiental. A diversidade de gênero e sexual sob uma ótica evolucionista, pretende esclarecer aspectos básicos e primordiais da reprodução sexuada, identificando desde sua origem e disseminação nos organismos multicelulares, como também a evolução de gametas femininos e masculinos que diferem principalmente em tamanho e mobilidade, e geralmente acarretam na evolução de sexos separados (Bachtrog et al. 2014). Todavia, os mecanismos que determinam o desenvolvimento sexual são diversos em eucariotos e alguns grupos, como répteis e peixes, oferecem uma gama extensiva de modelos que podem ser úteis no entendimento dos mesmos. Nos Teleostei, maior grupo do que é tradicionalmente reconhecido como peixes, representados, em sua maioria, pelos peixes ósseos, são encontradas as mais variadas formas de determinação sexual e diversidade de gênero. Gênero pode então ser biologicamente definido como a aparência, comportamento, e história de vida de um corpo sexuado (Roughgarden 2004). Assim, são encontrados peixes hermafroditas que produzem tanto óvulos como espermatozoides simultaneamente, inclusive com capacidade de autofecundação (e.g. no gênero Kryptolebias); outros com hermafroditismo alternado, no qual os indivíduos nascem machos e se tornam fêmeas posteriormente, ou vice-versa (e.g. Serranidae, Labridae); linhagens com determinação sexual ambiental (temperatura ou social); com sexo determinado geneticamente (tanto sistema XY, quanto ZW, onde o heterozigoto produz fêmeas) (Bachtrog et al. 2014). Os peixes também podem apresentar até quatro gêneros sexuais distintos, incluindo machos feminilizados, fêmeas masculinizadas e transgêneros (Roughgarden 2004). Cabe ressaltar que nesses casos os animais apresentam características que facilitam sua inclusão em grupos e o acesso à recursos para reprodução, segurança ou cuidado da prole (Roughgarden 2004). Na maioria dos peixes os gametas são liberados na água onde ocorre a fecundação, não havendo geralmente fecundação interna, apesar deste modo reprodutivo estar presente em alguns grupos. Esse distanciamento evolutivo e as diferenças no modo de fecundação facilitam a abordagem desses temas, ainda delicados, para sociedade. A plasticidade dos modos de diferenciação e determinação sexual são tão diversos entre os peixes ósseos que em alguns casos grupos estreitamente aparentados apresentam estratégias distintas. Dentre os casos que indicam uma ampla variedade de modos reprodutivos está o gênero de peixes cinolebiídeos Kryptolebias, composto atualmente por sete espécies nominais válidas, representadas tanto por espécies hermafroditas como dióicas (Costa et al., 2010). O gênero é o único conhecido que engloba espécies autofecundantes de vertebrados. Enquanto as espécies K. hermaphroditus Costa e K. marmoratus Poey são compostas basicamente por hermafroditas (machos são raros), K. ocellatu. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Coordenador / Sergio Maia Queiroz Lima - Integrante.
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2018 - Atual
Levantamento da diversidade de Crustáceos Decapoda do litoral potiguar brasileiro, Descrição: Descrição: O estudo da diversidade de crustáceos Decapoda é essencial para melhor conhecer os ecossistemas, estimar o uso sustentável dos recursos e monitorar a qualidade ambiental. No Rio Grande do Norte, há uma escassez de estudos referentes à fauna bentônica de crustáceos Decapoda em seu litoral, apesar de sua grande diversidade. A maior parte dos trabalhos científicos envolve espécies de interesse econômico como o caranguejo uçá Ucides cordatus (Lopes, R. B., 2012; Vasconcelos, E. M. S. et al., 1999), a lagosta espinhosa Panulirus laevicauda (Ivo, 2017), o siri azul Callinectes danae (Sankarankutty, 1999), camarão branco Litopenaeus schimitti (Morais, A.B., 2017; Duarte, A. K. A., 2006; Luvesuto, E., 2006) e o camarão rosa Farfantepenaeus subtilis (Duarte, A. K. A., 2006). Diante disso, este projeto tem como objetivo realizar o primeiro levantamento da diversidade de crustáceos Decapoda do litoral potiguar. Para o desenvolvimento do projeto, será utilizado o material depositado desde 2012 na Coleção de Invertebrados da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e além disso, coletas mensais já estão em andamento na região costeira dos municípios de Baía Formosa e Porto do Mangue que irão adicionar dados ao ano de 2018. Nestas duas regiões são realizados arrastos com barco artesanal motorizado na área de pesca (plataforma continental), com profundidades entre 5 e 20 m. Por fim, busca-se realizar um inventário com auxílio de fotografias e informações bioecológicas dos Decapoda que ocorrem no litoral potiguar brasileiro... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Integrante / Laiane Lane Lucena de Medeiros - Coordenador / Matheus Arthur Lúcio da Rocha - Integrante / Fúlvio Aurélio de Morais Freire - Integrante / Sávio Arcanjo Santos Nascimento de Moraes - Integrante / Carolina Teixeira Puppin Gonçalves - Integrante.
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2017 - 2018
Composição das macroalgas marinhas no nordeste brasileiro e seus efeitos sobre a macrofauna, recursos pesqueiros e socioeconomia, Descrição: Macroalgas são engenheiras dos ecossistemas, aumentando sua complexidade e servindo de abrigo, alimento e superfície para o assentamento de organismos marinhos. Entretanto, quando em altas biomassas, estas comprometem as funções e serviços ecossistêmicos, promovendo a liberação de toxinas e criando ambientes hipóxicos ou anóxicos. Por consequência, causam efeitos negativos sobre a macrofauna, principalmente a bentônica, diminuindo sua riqueza e abundância. Estes efeitos tendem a impactar as atividades pesqueiras, o pescado e os pescadores, ou seja, trazem preocupações de cunho ambiental e socioeconômico. O presente estudo visa avaliar a composição e biomassa das macroalgas da região costeira da bacia do Piranhas-Açu e no município de Baía Formosa, e seus efeitos sobre a macrofauna, atividade pesqueira e pescadores. O projeto encontra-se dividido em três capítulos. O primeiro tem como objetivo avaliar a composição, biomassa e dinâmica das algas na região estuarina e costeira da bacia do Piranhas-Açu e na zona costeira de Baía Formosa, além de avaliar seus efeitos sobre a produção do pescado e demais organismos da fauna acompanhante da pesca do camarão. Serão realizados arrastos de barco bimestrais na região, onde serão feitas as coleta de dados bióticos e abióticos. Deseja-se, dessa forma, avaliar os efeitos da biomassa de macroalgas sobre os organismos, assim como verificar as variáveis ambientais que influenciam as florações. O segundo capítulo visa abordar o histórico e fatores que influenciam os blooms de Ulva lactuca na região costeira e estuarina da bacia do Piranhas-Açu, e seus efeitos sobre a pesca e pescadores a partir do uso do Local Ecological Knowledge (LEK), ou seja, a partir do ponto de vista da população local. Para isso, serão realizadas entrevistas com pescadores e marisqueiros nos municípios de Porto do Mangue, Macau e Pendências, e haverá o acompanhamento do desembarque do pescado mensalmente, ao longo de dois anos, relacionando a biomassa das espécies com a quantidade de algas. Com isso, espera-se poder abordar o histórico dos blooms na região e seus principais efeitos sobre o pescado e sobre as pessoas que dele dependem, como pescadores e marisqueiros. Por fim, o último capítulo tem como objetivo quantificar as concentrações dos metais pesados manganês, ferro, cobre e zinco em Ulva lactuca, com o intuito de verificar a viabilidade de seu uso como alimento para camarões ou ruminantes, tendo em vista a elaboração de soluções de baixo custo para o controle e manejo da espécie nas regiões prejudicadas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Integrante / Laiane Lane Lucena de Medeiros - Integrante / Matheus Arthur Lúcio da Rocha - Integrante / Fúlvio Aurélio de Morais Freire - Integrante / Sávio Arcanjo Santos Nascimento de Moraes - Integrante / Carolina Teixeira Puppin Gonçalves - Coordenador / Ana Carolina Carvalho Xavier - Integrante.
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2017 - 2018
Efeitos das macroalgas marinhas sobre espécies de camarões de interesse econômico na região nordeste brasileira, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Maria Eugênia da Rocha Gomes - Integrante / Laiane Lane Lucena de Medeiros - Integrante / Fúlvio Aurélio de Morais Freire - Integrante / Carolina Teixeira Puppin Gonçalves - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Biociências. , AC Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Lagoa Nova, 59078970 - Natal, RN - Brasil, Telefone: (84) 33422298
Experiência profissional
2024 - Atual
Zago Consultoria AmbientalVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista Ambiental, Carga horária: 40
Outras informações:
Responsável pelo cumprimento dos Programas Ambientais descritos no PBA, pelo Programa de Fauna, Programa de Afugentamento e Resgate de Fauna, realizando-o quando houver acompanhamento de supressão vegetal, Subprograma de Monitoramento de Fauna Atropelada, Monitoramento do Programa de Recursos Hídricos, para o cumprimento das obras de melhoria e duplicação da Rodovia BR - 304/RN (Km 281,0 ao Km 308,0).
2023 - 2023
Fundação Apolônio Salles de Desenvolvimento EducacionalVínculo: Prestação de Serviço, Enquadramento Funcional: Técnica de Acompanhamento de Desembarque, Carga horária: 20
Outras informações:
Registrar dados de desembarque da espécie Albacora bandolim (Thunnus obesus), coletando dados sobre biometria das principais espécies capturadas e realizar entrevista com o mestre da embarcação.
2023 - 2023
CSA CASE Soluções AmbientaisVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnica Ambiental, Carga horária: 50, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Acompanhamento de Supressão Vegetal e Execução do Projeto Técnico de Fauna e fiscalização dos Planos e Programas Ambientais. Atividade de Resgate e Manejo de Fauna silvestre, bem como desenvolvimento de relatórios ambientais e uso do ArcGis Survey 123.
2023 - 2023
Biotec Gestão AmbientalVínculo: Prestação de Serviço, Enquadramento Funcional: Consultoria Ambiental, Carga horária: 20
Outras informações:
Consultoria ambiental para levantamento de ictiofauna para instalação de empreendimento fotovoltaico na cidade de São Mamede - Paraíba, com desenvolvimento de relatórios ambientais a cerca de possíveis impactos ambientais que podem ser ocasionados na área.
2022 - 2023
Biotec Gestão AmbientalVínculo: Prestação de Serviço, Enquadramento Funcional: Consultoria Ambiental, Carga horária: 20
Outras informações:
Consultoria ambiental de levantamento de ictiofauna para empreendimento fotovoltaico na cidade de Campina Grande - Paraíba, com desenvolvimento de relatórios ambientais a cerca de possíveis impactos ambientais que podem ser ocasionados na área.
2020 - 2021
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna Bolsista de Iniciação Científica do Laboratório de Ecologia e Evolução de Crustáceos, sob supervisão do Prof. Dr. Fúlvio Freire.
2019 - 2020
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna Bolsista de Iniciação Científica do Laboratório de Ecologia e Evolução de Crustáceos, sob supervisão do Prof. Dr. Fúlvio Freire.
2018 - 2019
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna Bolsista de Iniciação Científica do Laboratório de Ictiologia, Sistemática e Evolução, sob supervisão do Prof. Dr. Sergio Maia.
2017 - 2018
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna voluntária no Laboratório de Ecologia e Evolução de Crustáceos, sob supervisão do Prof. Dr. Fúlvio Freire.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Maria Eugênia da Rocha Gomes e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?