Karina Pereira da Silva

Possui graduação em Interdisciplinar em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2018) e licenciatura em Artes Visuais (2021) pela mesma. Integrante do MIRADA - Grupo de Estudos e Pesquisa em Visualidades, Interculturalidade e Formação Docente locado na Faculdade de Educação da UFJF. Link:http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/239144 Integrante do Coletivo Descolônia, de produção, difusão e estudo de Arte Afrocentrada. (vinculado ao Projeto de Extensão Laborarotário de Descolonização no Instituto de Artes e Design UFJF Link: http://www.ufjf.br/lili/metodologia/laboratorio-descolonia/extensao/) Tem experiência na área de Artes, com ênfase em arte-educação e curadoria, atuando principalmente nos seguintes temas: arte afrodescendente e arte afro-brasileira.

Informações coletadas do Lattes em 15/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Artes Visuais

2019 - 2021

Universidade Federal de Juiz de Fora
Título: "Entre tramas e narrativas: descolonizando práticas curatoriais"
Orientador: Francione Oliveira Carvalho

Graduação em Interdisciplinar em Artes e Design

2015 - 2018

Universidade Federal de Juiz de Fora
Título: "Relações Étnico-raciais e o Ensino de Arte: proximidades entre memória e identidade"

Curso técnico/profissionalizante em Administração

2012 - 2013

Escola Técnica Estadual Trajano Camargo

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

Escola Técnica Estadual Paulistano, Etec Paulistano

Formação complementar

2019 - 2019

Extensão universitária em Migraciones africanas, identidades y descolonización del imaginario. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil.

2016 - 2016

Filosofia para Crianças. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Arte-educação.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Ensino de Arte.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Artes Visuais.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Curadoria.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Educação.

Organização de eventos

SILVA, K. P. . PRETO AO CUBO. 2018. (Exposição).

Produções bibliográficas

  • CARVALHO, F. O. ; SILVA, K. P. ; MONTEIRO, M. A. B. . A produção visual de novos artistas afrodescendentes no Brasil e reverberações na formação docente em artes visuais. AURORA (PUCSP. ONLINE) , v. 12, p. 95-113, 2020.

  • CARVALHO, F. O. ; SILVA, K. P. . O preto ao cubo branco: 'dos pesos que se carrega'. ESTUDIO , v. 10, p. 77-85, 2019.

  • CARVALHO, F. O. ; EGAS, O. M. B. ; SILVA, K. P. . Movimentando as estruturas: como o ensino de arte habita a escola?. In: Francione Oliveira Carvalho; Olga Maria Botelho Egas. (Org.). Experiências de dentro e de fora: o que a universidade pode aprender com a escola?. 1ed.Rio de Janeiro: Batuque, 2021, v. 1, p. 1-167.

  • CARVALHO, F. O. ; SILVA, K. P. . O preto ao cubo branco: 'dos pesos que se carrega'. In: Congresso CSO Criadores Sobre outras Obras, 2019, Lisboa. Dez anos depois: o X Congresso CSO' 2019. Lisboa: Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes (CIEBA), Faculdade de Belas-Artes, 2019. v. 1. p. 451-459.

  • SILVA, K. P. . 'A presença afrodescendente na arte brasileira e na formação de professores?. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções

SILVA, K. P. . 'Exposição reúne trabalhos de 24 artistas negros'. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

SILVA, K. P. . 'JF: Coletivo Cultural MAMM - Escolas no Museu'. 2018. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

SILVA, K. P. . 'Arte ou Artesanato? Uma conversa sobre imaginários e colonialidade'. 2020. Vídeo.

SILVA, K. P. . Curadora na exposição 'Mostra de Arte' da VI Jornada de Ciências Sociais UFJF. 2019. Outra.

SILVA, K. P. ; BETTOCCHI, E. . Curadora na exposição 'Preto ao Cubo'. 2018. Outra.

SILVA, K. P. . 'Por trás das máscaras'. 2020 (Patrimônio Cultural).

SILVA, K. P. ; MONTEIRO, M. A. B. . Território do Significado: A presença afrodescendente na arte e na escola brasileira. 2018 (Vídeo).

SILVA, K. P. ; PAULA, I. H. . Mediação na exposição 'Preto ao Cubo'. 2018 (Mediação Cultural).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Estágio curricular e formação docente: o delicado caminhar da docência em Arte, Descrição: Projeto de pesquisa intitulado "Estágio curricular e formação docente: o delicado caminhar da docência em Arte" se propõe investigar o papel e as reverberações que o estágio curricular tem exercido na formação de estudantes de artes e na atuação profissional subsequente. O projeto se propõe investigar o estágio na formação docente tomando enquanto contexto o curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal de Juiz de Fora. O projeto se propõe olhar para as práticas exercidas no estágio curricular e ver como as intenções propostas no projeto do curso se configuram em práticas na escola e como estas incidem e reverberam na formação dos estudantes. Vemos o estágio como momento de extrema importância nesse processo formativo, pois é para muitos estudantes o momento que os mesmos têm contato com a realidade escolar, na perspectiva de ação daquilo que estão escolhendo enquanto carreira profissional. Não podemos esquecer que este estudante em seu processo formativo é, antes de tudo, um sujeito histórico, que carrega consigo todas as marcas impostas pelo seu tempo. Portanto, olhar para o processo formativo e tentar compreender o mesmo e a escola que ai está, nos sinaliza a pensar e a propor outras orientações e estratégias no campo da construção do conhecimento; outros modos que possam estar em consonância com a realidade dos estudantes, suas histórias e trajetórias de vida, a realidade escolar, mantendo sintonia com aquilo que os futuros professores encontrarão no seu campo de atuação. Para investigar essa dimensão do estágio curricular e suas reverberações na formação docente do professor de arte tomaremos a pesquisa qualitativa enquanto estratégia. Considera-se a relação do apreender, ensinar e pesquisar de forma dialogada e relacional, nesse sentido acreditamos que as metodologias de pesquisa Baseada em arte, dentre elas a A/r/tografia, podem em muito alargar as possibilidades de investigação e tratamento dos dados. Refletir a atuação docente e consequentemente a profissionalização docente é um exercício necessário e determinante a todos aqueles que lidam com a formação de professores. Olhar de maneira crítica para a formação, estágio, atuação e consequentemente a profissionalização docente, faz-nos pensar o quanto o ensino enquanto atividade profissional envolve aspectos intencionais, deliberativos e de resolução de problemas; o quanto é complexo o ato de formar e ensinar. O professor, inserido em uma realidade educacional caracterizada pela complexidade é, na verdade, um sujeito histórico, revelador de um contexto social, conscientemente inserido ou não em um projeto político. Este estudante e seu processo formativo é, antes de tudo, um sujeito histórico, que carrega consigo todas as marcas impostas pelo seu tempo. Uma das questões que tem mobilizado profissionais que lidam com a formação, diz respeito à necessidade de pensar e propor outras orientações e estratégias no campo da construção do conhecimento; outros modos que possam estar em consonância com a realidade dos estudantes, suas histórias e trajetórias de vida, a realidade escolar, manter sintonia com aquilo que os futuros professores encontram no seu campo de atuação. A escola que aí está posta necessita ser repensada, mas tal projeto esbarra muitas vezes em questões e vontades de ordem política, administrativa, burocráticas, o que impede de se colocar em curso a construção de uma outra realidade. Este é um ponto que às vezes esquecemos nos processos de formação de nossos estudantes. Infelizmente, para muitos, parece que o mais importante são os conteúdos específicos, o que nos faz deixar de estabelecer relações com o chão da escola, com a própria vida. Parece que muitas vezes trabalhamos na formação docente, sem ter a dimensão de quem formamos e do lugar para os quais formamos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Karina Pereira da Silva - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador.

  • 2018 - 2019

    "Território do Significado: A produção artística de novos criadores afrodescendentes e seus desdobramentos educacionais", Descrição: Essa pesquisa dará continuidade ao Projeto Território do Significado: a presença afrodescendente na arte a na escola brasileira apresentado ao edital 01/2017 da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFJF que tratou da chamada de projetos para o Programa Institucional da Iniciação Científica. Em fase final, o projeto que contou com dois bolsistas conseguiu realizar um importante levantamento de trabalhos acadêmicos, livros didáticos, catálogos expositivos e artistas na web que problematizam a negritude, a herança da escravidão e os impasses enfrentados pela população afrodescendente no Brasil. Nesse primeiro momento, 800 trabalhos de pós-graduação Strictu Sensu que discutem a arte afrodescendente foram identificados no banco de teses da Capes. O recorte priorizou os trabalhos produzidos nos últimos dez anos e a partir dele chegou-se a importantes dados, tais como os autores e os conceitos que sustentam as investigações, os artistas analisados, as linguagens artísticas mais discutidas, as nomenclaturas utilizadas para caracterizar a produção afrodescendente e as mudanças de interesse e temática que são sinalizadas a partir da nova produção de artistas negros e negras no país. Essa discussão baliza a cultura e a história da arte brasileira desde o início do século XX e desde então surgiram diversas nomenclaturas para classificar a produção de artistas afrodescendentes: arte negra, arte afro-brasileira, arte afrodescentende, arte afrocentrada entre outras. Autores como Nina Rodrigues, Clarival do Prado Valadares, Marianno Carneiro da Cunha, Kabengele Munanga, Marta Heloísa Leuba, Emanoel Araújo e Roberto Conduru são fundamentais para se pensar esse recorte temático. Contudo, nos últimos anos vemos surgir uma nova produção teórica e artística que problematiza, amplia e muitas vezes nega a discussão que até então vinha se estabelecendo. Nesse cenário destaca-se o trabalho de pesquisadores(as) negros(as) oriundos das várias partes do país impulsionados pelas políticas públicas educacionais adotadas no Brasil desde 2001. Experiências diversas que podem ser pensadas a partir de um ?território do significado? (CARVALHO, 2011), que indo além da noção geográfica de delimitação e ocupação do espaço, dialoga com as estruturas de sentimentos, experiências, crenças e valores que produzem o reconhecimento e o pertencimento aos grupos. A análise da produção dos jovens artistas afrodescendentes, que nessa pesquisa abarca a produção dos criadores de até 30 anos, apontam novas temáticas de interesse: a performance, a vídeo-arte e a técnica híbrida como potencialidades expressivas e políticas; a discussão sobre a invisibilidade da produção feminina, a crítica ao binarismo e a ascensão de artistas não-binários, a denúncia do genocídio da população negra e as violências correlatas. Linguagens e problemáticas não contempladas na primeira e segunda geração de artistas afrodescendentes. Ou seja, os nascidos no início do século XX ou no início da segunda metade deste mesmo século. É importante mencionar que desde o século XVII há registros de artistas negros nascidos no Brasil, tal o caso emblemático de Aleijadinho, entretanto, para classificarmos a produção afrodescendente em gerações partimos da compreensão da autoidentificação étnico-racial do artista ou da preocupação consciente com a temática racial em suas criações. Especificamente sobre afrodescendentes podemos dizer que uma das primeiras reivindicações do movimento negro desde sua incipiente formação no final do século XIX foi a luta por espaço e reconhecimento social de suas demandas, necessidades e subjetividades. Ativistas, intelectuais e artistas afrodescendentes viam no auto identificação de sua cor uma estratégia urgente para o reconhecimento de suas existências e principalmente visibilidade como agentes produtores de cultura e de conhecimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Karina Pereira da Silva - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador / Matheus Assunção Braz Monteiro - Integrante.

  • 2017 - 2018

    "Território do Significado: A presença afrodescendente na arte e na escola brasileira", Descrição: Nas últimas décadas vemos o fortalecimento da problemática da diversidade e da representatividade em todas as áreas do conhecimento e dos espaços institucionais, caso dos museus e da academia. Movimentos sociais, feministas, gays, étnicos reivindicam um lugar que vá além da pauta ou do lugar de estudo para tornarem-se produtores de conhecimento sobre si mesmos. Discussões e olhares que tragam suas experiências enquanto coletivo ao mesmo tempo que não descaracterize as singularidades que os compõem. Nesse cenário, questões se tornam recorrentes: quem pode falar? O que autoriza ou quem legitima alguém falar ou realizar estudos sobre afrodescendentes, gays ou mulheres? Especificamente sobre afrodescendentes podemos dizer que uma das primeiras reivindicações do movimento negro desde sua incipiente formação no final do século XIX foi a luta por espaço e reconhecimento social de suas demandas, necessidades e subjetividades. Ativistas, intelectuais e artistas afrodescendentes viam no auto identificação de sua cor uma estratégia urgente para o reconhecimento de suas existências e principalmente visibilidade como agentes produtores de cultura e de conhecimento. Entretanto, sabemos que muitos tiveram que se impor em períodos onde a negritude era combatida e deslegitimada, como também o enfrentamento individual frente à uma sociedade racista e excludente. Os impactos do sistema escravista ainda se fazem presentes na sociedade brasileira, tanto que os dados econômicos e sociais mostram que as populações afrodescendentes permanecem a base da pirâmide social e excluídas de direitos básicos. Dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) de 2014 revelam que 61,6% da população carcerária do Brasil é jovem, negra e pobre. Ou seja, ainda se faz urgente o fortalecimento da representatividade positiva do afrodescendente brasileiro. Por isso é necessário o fortalecimento da presença de juristas, intelectuais, artistas e educadores afrodescendentes em todos os espaços institucionalizados da sociedade brasileira, afinal é a partir da ocupação destes territórios e da visibilidade que eles promovem que poderemos fortalecer a autoestima de toda uma comunidade. O combate ao racismo, a misoginia, ao preconceito e a todas as formas de discriminações que fortalecem as desigualdades é tarefa de todos, independente da forma como se autodeclaram. Entretanto, quem é negro no Brasil? A cor da pele é suficiente para legitimar um indivíduo como negro? Há uma escala legitimadora da africanidade? A identidade negra não deve ser pensada pela biologia, e sim pela política. É negro quem se autodenomina como tal a partir de seus vínculos identitários, históricos e de pertencimento. Essa discussão baliza a cultura e a história da arte brasileira desde o início do século XX e desde então surgiram diversas nomenclaturas para classificar a produção de artistas afrodescendentes: arte negra, arte afro-brasileira, arte afrodescentende, arte afrocentrada entre outras. Autores como Nina Rodrigues, Clarival do Prado Valadares, Marianno Carneiro da Cunha, Kabengele Munanga, Marta Heloísa Leuba, Emanoel Araújo e Roberto Conduru são fundamentais para se pensar esse recorte temático. Contudo, nos últimos anos vemos surgir uma nova produção teórica e artística que problematiza, amplia e muitas vezes nega a discussão que até então vinha se estabelecendo. Nesse cenário destaca-se o trabalho de pesquisadores(as) negros(as) oriundos das várias partes do país impulsionados pelas políticas públicas educacionais adotadas no Brasil desde 2001. Experiências diversas que podem ser pensadas a partir de um ?território do significado? (CARVALHO, 2011), que indo além da noção geográfica de delimitação e ocupação do espaço, dialoga com as estruturas de sentimentos, experiências, crenças e valores que produzem o reconhecimento e o pertencimento aos grupos... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Karina Pereira da Silva - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador / Matheus Assunção Braz Monteiro - Integrante.

  • 2017 - Atual

    "Experiências de dentro e de fora - O que a universidade pode aprender com as escolas?", Descrição: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1985303082232857 | É recorrente o discurso de que a universidade muitas vezes se afasta do cotidiano e da realidade das escolas, ao mesmo tempo em que a universidade alega que os conhecimentos produzidos no seu interior não chegam ou não modificam as práticas vivenciadas nas escolas. Independente das lacunas ou dos fatores que legitimam estes discursos uma constatação é real há um distanciamento entre o que se produz e o que se vive nestes espaços. Tanto a escola quanto a universidade produzem conhecimento e criam maneiras próprias de ser, de estar e de pensar. Entretanto, é mais comum vermos ações ou falas que colocam a universidade e a escola em lugares diferentes, como se a primeira tivesse que iluminar a segunda, como se o conhecimento produzido na escola não tivesse o mesmo valor que o acadêmico. Este projeto de pesquisa visa descontruir estes discursos e valorizar os conhecimentos e as experiências que são criados nas e pelas escolas: Estratégias e práticas pedagógicas; metodologias reinventadas; maneiras próprias de se apropriar dos espaços internos e externos à escola; vínculos criados com as comunidades onde estão inseridas; abordagens que valorizem às diversidades; formas de ocupar as paredes, muros e quadros; trabalhos colaborativos e interdisciplinares; inserção dos(das) alunos(as) no cotidiano das escolas; apropriações dos territórios da arte e da cultura; professores que fazem diferença.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Karina Pereira da Silva - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador / Matheus Assunção Braz Monteiro - Integrante / Olga Maria Botelho Egas - Integrante / Leandro de Souza Silva - Integrante / Karina Orquidia da Silva Santos - Integrante / Paula Duarte Souza - Integrante / Carmem Altomar Mattos - Integrante / Pedro Augusto Dutra de Oliveira - Integrante / Maria Luiza Pereira De Bonis Aro - Integrante / Nathalia Serra Antunes - Integrante / Iúna Hermínio de Paula - Integrante.

Prêmios

2020

Prêmio Janelas Abertas, Pró-reitoria de Cultura (PROCULT) da UFJF.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - 2020

Universidade Federal de Juiz de Fora

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PIBID - Iniciação à Docência, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID vilculado à CAPES

2017 - 2018

Museu de Arte Murilo Mendes

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Treinamento Profissional - Setor Educativo, Carga horária: 12

Outras informações:
Bolsista de Treinamento Profssional no Projeto "Arte-educação Aplicada ao Museu" no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) vinculado à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)