Ana Beatriz Vieira Muniz

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Amazonas(2023), especialização em Análises Clínicas e Gestão Laboratorial pela Educac Brasil(2023), especialização em Microbiologia Clínica pela Educac Brasil(2024) e ensino-medio-segundo-grau pelo Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro(2016). Atualmente é Apoio Técnico do Fundação Oswaldo Cruz. Tem experiência na área de Farmácia.

Informações coletadas do Lattes em 18/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Microbiologia Clínica

2023 - 2024

Educac Brasil
Título: dispensado

Especialização em Análises Clínicas e Gestão Laboratorial

2022 - 2023

Educac Brasil
Título: dispensado

Graduação em Farmácia

2017 - 2023

Universidade Federal do Amazonas

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro

Formação complementar

2024 - 2024

Treinamento em Identificação de Fungos Filamentosos e Leveduriformes. (Carga horária: 20h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia.

Projetos de pesquisa

  • 2018 - 2019

    Avaliação da resistência a antifúngicos de agentes de micoses subcutâneas tropicais., Descrição: As micoses subcutâneas são infecções fúngicas ocasionadas pela inoculação traumática de fungos saprófitos, que afetam a pele e o tecido subcutâneo, sendo mais comuns em áreas rurais de países subdesenvolvidos, podendo algumas destas serem consideradas como doenças ocupacionais, acometendo principalmente trabalhadores rurais, como a cromomicose. As principais micoses tropicais são a cromomicose, esporotricose e eumicetoma. Não existe um tratamento padrão, mas as opções variam de antifúngicos sistêmicos do tipo monoterapia ou em combinação, além de métodos físicos e adjuvantes imunológicos, sendo difícil e de uso prolongado. As abordagens científicas com ensaios laboratoriais voltadas para o tratamento destas micoses são ainda escassas, e o conhecimento da susceptibilidade e da resistência do isolado fúngico aos fármacos pode ser útil para uma melhor abordagem clínica e terapêutica do paciente. No presente estudo foram avaliados os perfis de susceptibilidade in vitro de cepas isoladas de casos de cromomicose à diferentes fármacos por meio da técnica de microdiluição em caldo. Para isto, foi levado em consideração a cinética de crescimento dos isolados fúngicos, garantido assim uma padronização do inóculo mais eficiente e estabelecimento período de leitura dos testes. Dentre os fármacos testados o Cetoconazol foi o que apresentou maior atividade inibitória sobre os isolados de cromomicose, principalmente frente as cepas de Fonsecae pedrosoi, seguido do Posaconazol, o qual teve melhor atividade para 2 cepas de R. aquaspersa e 3 fungos demáceos não esporulados e que ainda serão submetidos à identificação molecular. O Itraconazol, na maioria dos testes só foi mais efetivo em concentrações mais elevadas do que o Cetoconazol ou Posaconazol, enquanto que o Fluconazol foi a droga com os piores resultados de inibição.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ana Beatriz Vieira Muniz - Coordenador / Letícia Miyuki Macedo Higa - Integrante / Marcos Henrique Gurgel Rodrigues - Integrante / Maria Zeli Moreira Frota - Integrante.