Aline Mendes Pereira
Licenciada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais, atuou como bolsista de iniciação científica voluntária no GESTA/UFMG - Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais, onde participou de ações de pesquisa e extensão relacionadas aos trabalhos sobre mineração realizados pelo núcleo, além do acompanhamento dos casos de conflitos ambientais assessorados pelo GESTA. Bolsista do programa de educação tutorial (PET), onde desenvolveu projetos de pesquisa e extensão em Ciências Sociais para comunidade interna e externa, como minicursos, palestras, eventos e debates. Participou do corpo editorial da Revista Três Pontos (CACS - UFMG). Atuou como bolsista no Centro Pedagógico da UFMG em suporte administrativo. Possui curso-técnico-profissionalizante em Eletrotécnica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais(2016) e ensino-médio-segundo-grau pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais(2016).
Informações coletadas do Lattes em 19/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Curso técnico/profissionalizante em Eletrotécnica
2014 - 2016
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Fundamentos da Sociologia/Especialidade: Antropologia.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.
Organização de eventos
PEREIRA, A. M. . Graduação em Foco 2022. 2022. (Congresso).
PEREIRA, A. M. . XVIII JORNADA DE CIÊNCIAS SOCIAIS LEI DE COTAS: Trajetórias, rupturas e permanências. 2022. (Outro).
PEREIRA, A. M. . Graduação em Foco 2020. 2021. (Congresso).
PEREIRA, A. M. . XVII Jornada de Ciências Sociais Políticas de acesso e permanência na universidade: LECampo e a produção de conhecimentos emancipatórios. 2021. (Outro).
PEREIRA, A. M. . Graduação em Foco 2021. 2021. (Congresso).
PEREIRA, A. M. . Semana de mulheres da Ciências Sociais. 2019. (Outro).
PEREIRA, A. M. . Mediadora da mesa Mulheres na Ciência.. 2019. (Outro).
PEREIRA, A. M. . Graduação em Foco 2019. 2019. (Congresso).
PEREIRA, A. M. . XV Jornada de Ciências Sociais- Escrevivência: Narrativas de si em Ciências Sociais. 2019. (Outro).
Participação em eventos
III CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE ECOLOGIA POLÍTICA. 2019. (Congresso).
Mulheres, Corpo e Autonomia. 2019. (Oficina).
17ª Jornada de Extensão da UFMG. 2018. (Outra).
Análise de Redes Sociais. 2018. (Outra).
III Semana Negra de Ciências Sociais. 2018. (Outra).
xvi Semana de Ciências Sociais Marielle, Presente!. 2018. (Encontro).
III Jornada de Astronomia GEDAI: ensino, pesquisa e extensão. 2017. (Congresso).
II Jornada de Astronomia GEDAI: ensino, pesquisa, extensão. 2016. (Congresso).
I Fórum de Empreendedorismo do CEFET-MG Unidade Curvelo. 2015. (Oficina).
Orientou
Mineração: desastre sociotécnico e a gestão da crise; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal de Minas Gerais, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Mendes Pereira;
Produções bibliográficas
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AZEVEDO, E. B. M. ; OLIVEIRA, N. G. C. ; PEREIRA, A. M. . OBSERVATÓRIO DOS CONFLITOS AMBIENTAIS: TECNOLOGIAS SOCIAIS E JUSTIÇA AMBIENTAL. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PEREIRA, A. M. . Terrorismo de barragens como prática de encurralamento. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2020 - 2021
Mineração: desastre sociotécnico e a gestão da crise, Descrição: Neste trabalho abordo a conexão das pessoas pertencentes à comunidade rural de Paracatu de Baixo com território devastado assim como a luta coletiva pelo seu destino. Em novembro de 2015, centenas de moradores das comunidades rurais de Mariana MG, em sua maioria de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, foram deslocados compulsoriamente para a sede da cidade após o rompimento da Barragem de Fundão. Os processos decorrentes do desastre produziram rupturas de grandes dimensões nas rotinas dos sujeitos sociais atingidos, que viviam em um meio rural, marcado pela campesinidade (WOORTMANN, 1990). Em Mariana, as famílias atingidas vivem dispersas uma das outras, o que resulta na desarticulação de suas redes de vizinhança e parentesco. Por meio das relações de sociabilidade camponesa, a comunidade mantinha certa autonomia que contribuía para sua unidade estrutural e funcional, resultando na construção da territorialidade (CANDIDO, 1969; GODOI, 2014). Demandas de voltar ao território passaram a ser recorrentes, tanto para a realização de enterros e velórios, como festividades religiosas. A ocupação de territórios atingidos também vem ocorrendo como forma de resistência frente à disputa do futuro desses espaços com a possibilidade de permuta. Após a conclusão do reassentamento das famílias, o território passaria a ser propriedade da empresa Samarco, afirmação prevista no acordo TTAC. Esta proposta gerou indignação, pois mesmo que muitas propriedades atingidas pelo rompimento estivessem devastadas, o território está associado ao pertencimento e à identidade coletiva das comunidades, então surgem mobilizações com o lema ?Não trocamos nossa história por lama?. No dia 05 de outubro de 2017, aconteceu uma audiência no fórum de Mariana em que foram discutidas pautas importantes, entre elas, o futuro dos territórios atingidos. Por meio de muita luta, nela foi garantido o direito de não haver permuta.Assim, pesquisa e extensão realizadas no GESTA se mantêm sensíveis aos modos de vida das comunidades atingidas, evidenciando aspectos não apenas patrimoniais, mas também de tradições, valores e estratégias de vida que são desestruturados no desastre e obliterados na luta por reparação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Aline Mendes Pereira - Integrante / RAQUEL OLIVEIRA SANTOS TEIXEIRA - Coordenador.
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2019 - 2019
Governanca e controle social em projetos de mineracao: interfaces entre o projeto Minas-Rio e o desastre do Rio Doce, Descrição: A iniciação científica voluntária Governança e controle social em projetos de mineração: interfaces entre o projeto Minas-Rio e o desastre do Rio Doce tem como intuito analisar as interfaces e mútua influência dos arranjos institucionais voltados para a governança socioambiental dos referidos casos. Tal estudo visa fazer uma análise crítica e comparativa entre os casos, que já vem sendo acompanhados pela equipe, sendo o primeiro deles, Minas-Rio, com a pesquisa ?Nova Fronteira Minerária, Land Grabbing a Regimes Fundiários?, fomentada pela Cnpq. Esse trabalho investigou as consequências dos projetos de mineração de ferro para as populações locais na Bacia do Rio Santo Antônio, sobretudo os projetos Minas-Rio e MLog (antigo Manabi), com especial atenção para o processo de licenciamento ambiental das obras e as instâncias e mecanismos de participação das comunidades atingidas nos espaços de decisão. O segundo caso é o desastre do Rio Doce, que vem sendo trabalhado no projeto ?O Desastre e a Política das Afetações: compreensão e mobilização em um contexto de crise?. Fomentado pela Fapemig, com foco nas iniciativas institucionais de gestão do desastre, respondeu a um edital especial para ações de recuperação do Rio Doce, comprometido pelo rompimento da barragem de Fundão pertencente às empresas Samarco/Vale/BHP Billiton, em Mariana, tal acontecimento é considerado ?um dos maiores do mundo em termos de sua abrangência socioambiental? (ZHOURI et al, 2016a).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Aline Mendes Pereira - Integrante / Andréa Luisa Zhouri Laschefski - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Minas Gerais. , Av. Pres. Antônio Carlos, 6627, Pampulha, 31270901 - Belo Horizonte, MG - Brasil, Telefone: (31) 34095187
Experiência profissional
2019 - 2021
Faculdade de Filosofia e Ciências HumanasVínculo: Estágio Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Programa Observatório dos Conflitos Ambientais de Minas Gerais: tecnologias sociais e justiça ambiental. Participação em ações de pesquisa e extensão relacionadas aos trabalhos sobre mineração realizados pelo núcleo, além do acompanhamento dos casos de conflitos ambientais assessorados pelo GESTA.
2013 - 2016
Centro Federal de Educação TecnológicaVínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 30
2019 - 2023
Programa de Educação Tutorial, PET, Brasil.Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
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