NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS
Medica Veterinária especializada em Clínica Médica e Cirúrgica de Equinos, pela Universidade Federal de Pelotas (2025). Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas (2022). Formação de nível técnico integrado em Controle Ambiental, pelo Instituto Federal Sul-rio-grandense (2017).
Informações coletadas do Lattes em 31/07/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Curso técnico/profissionalizante em Controle Ambiental
2013 - 2017
Formação complementar
2024 - 2024
Capacitação específica sobre Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos - P. (Carga horária: 20h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2023 - 2023
Curso Teórico Pratico de Neurologia Equina.. (Carga horária: 16h). , Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel), CLINEQ, Brasil.
2023 - 2023
II Workshop Internacional de Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel), CLINEQ, Brasil.
2021 - 2021
I Curso Teórico-Prático ClinEq de Casqueamento em Equinos. (Carga horária: 20h). , Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel), CLINEQ, Brasil.
2020 - 2020
Workshop da Radiologia Veterinária. (Carga horária: 3h). , UniRadio, UNIRADIO, Brasil.
2019 - 2019
I Curso teórico-prático de ultrassonografia Doppler em equinos e bovinos.. (Carga horária: 20h). , Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel), CLINEQ, Brasil.
2019 - 2019
Treinamento teórico prático sobre Obstetrícia e Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel), CLINEQ, Brasil.
2013 - 2016
CIPEX English Series. (Carga horária: 400h). , CIPEX Idiomas, CIPEX, Brasil.
2015 - 2015
Língua estrangeira- inglês. (Carga horária: 60h). , Alamo Colleges, ALAMO COLLEGES, Estados Unidos.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Reprodução Animal.
Organização de eventos
FREITAS, N. B. . Ação de ensino - Curso de Neonatologia. 2020. (Outro).
FREITAS, N. B. . Ciclo de Palestras em Reprodução: Manejo de Diferentes Espécies Animais. 2019. (Outro).
Participação em eventos
1º Encontro de Residências em Saúde da UFPel.MIOSITE POR CLOSTRIDIOSE EM ÉGUA: RELATO DE CASO. 2024. (Encontro).
1º Encontro de Residências em Saúde da UFPel. 2024. (Encontro).
I Ciclo de palestras ClinEq de Bem Estar Animal. 2021. (Outra).
XXX Congresso de Iniciação Científica - UFPel. AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE POTROS DE RISCO NASCIDOS A TERMO E PREMATUROS. 2021. (Congresso).
1ª Semana Acadêmica Online da Universidade Esperança. 2020. (Outra).
1ª Webconferência da ABRAVEQ. 2020. (Outra).
Abordagem clínica respiratória em equinos: Um pilar fundamental para a prática. 2020. (Outra).
A importância da imagem nos diagnósticos ortopédicos - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
Anatomia do TGI de equinos e pontos críticos para o desenvolvimento da síndrome cólica - Simpósio VeteduKa de Grandes Animais. 2020. (Simpósio).
Artroscopia aplicada na medicina equina. 2020. (Outra).
Cardiologia equina. 2020. (Outra).
Ciclo de Palestras - Grandes Animais X Grandes Veterinárias. 2020. (Outra).
Da escolha do garanhão a inseminação da égua - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
Diagnóstico de gestação e acompanhamento gestacional em éguas. 2020. (Outra).
Fisiologia da cólica - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
I Ciclo de Palestras em Clínica, Cirurgia e Imaginologia de Grandes Animais. 2020. (Outra).
I Ciclo Online de Palestras em Felinos. 2020. (Outra).
I Circuito de Palestras da Liga Acadêmica de Equinos. 2020. (Outra).
III Simpósio do Dia Mundial da Sepse. 2020. (Simpósio).
I Mini Ciclo de Palestras em Reprodução e Neonatologia Equina. 2020. (Outra).
Implantação da inseminação artificial em tempo fixo nos rebanhos bovinos - Simpósio VeteduKa de Grandes Animais. 2020. (Simpósio).
Inseminação artificial em pequenos ruminantes - Simpósio VeteduKa de Grandes Animais. 2020. (Simpósio).
I Simpósio online de Reprodução Assistida- LAFRA/UFRN. 2020. (Simpósio).
I Simpósio online em Medicina Equina- I SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
I Webinar Clineq em Neonatologia Equina. 2020. (Outra).
Leishmaniose em equinos: Importância epidemiológica. 2020. (Outra).
Neonatologia equina: primeiros cuidados - Simpósio VeteduKa de Grandes Animais. 2020. (Simpósio).
Neonatologia Equina - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
O que devemos saber para realizar uma avaliação odontológica - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
Ozonioterapia em equinos - II SIMEQUI. 2020. (Simpósio).
Semana da cólica equina: Laparotomia exploratória e as principais complicações. 2020. (Outra).
Semana da Cólica Equina: Os principais sinais clínicos que devem ser observados. 2020. (Outra).
Semana Pediátrica- Módulo de Bovinos. 2020. (Outra).
Semana Pediátrica- Módulo de Equinos. 2020. (Outra).
Semana Pediátrica- Módulo de Pequenos Animais. 2020. (Outra).
Simpósio Beneficente de Reprodução Equina- Online. 2020. (Simpósio).
Simpósio Beneficente Mulheres da Reprodução Equina- Online. 2020. (Simpósio).
V Atualização em reprodução de equinos. 2020. (Outra).
Webinar: Principais lesões de coluna em cavalos de vaquejada. 2020. (Outra).
Workshop Clinpet: I Simpósio Online em Medicina de Pequenos Animais. 2020. (Simpósio).
X Semana Acadêmica de Medicina Veterinária UNISUL- Módulo Grandes Animais- Dia 1. 2020. (Outra).
X Semana Acadêmica de Medicina Veterinária UNISUL- Módulo Grandes Animais- Dia 2. 2020. (Outra).
X Semana Acadêmica de Medicina Veterinária UNISUL- Módulo Pequenos Animais- Dia 1. 2020. (Outra).
X Semana Acadêmica de Medicina Veterinária UNISUL- Módulo Pequenos Animais- Dia 2. 2020. (Outra).
XXIX Congresso de Iniciação Científica - UFPel. FATORES QUE ALTERAM PESO E ALTURA DOS POTROS AO NASCER NA RAÇA CRIOULA- DADOS PRELIMINARES. 2020. (Congresso).
Ciclo de Palestras em Reprodução: Manejo de diferentes espécies animais. 2019. (Outra).
XXVIII Congresso de Iniciação Científica - UFPel. INFLUÊNCIA DA IDADE, MÉTODO DE COBERTURA E GARANHÃO SOBRE AS TAXAS DE PRENHEZ EM ÉGUAS CRIOULAS. 2019. (Congresso).
I Simpósio de Equinos. 2018. (Simpósio).
I Simpósio de Medicina Felina do FelVet. 2018. (Simpósio).
Circuito Pecuária de Precisão. 2017. (Outra).
Orientou
AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE POTROS DE RISCO NASCIDOS A TERMO E PREMATUROS; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Natália Buchhorn de Freitas;
FATORES QUE ALTERAM PESO E ALTURA DOS POTROS AO NASCER NA RAÇA CRIOULA- DADOS PRELIMINARES; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Natália Buchhorn de Freitas;
INFLUÊNCIA DA IDADE, MÉTODO DE COBERTURA E GARANHÃO SOBRE AS TAXAS DE PRENHEZ EM ÉGUAS CRIOULAS; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Pelotas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Natália Buchhorn de Freitas;
Produções bibliográficas
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FREITAS, N. B. ; SCALCO, R. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; ALEMAN, M. . Red cell distribution width values and red cell distribution width-to-platelet ratio in Thoroughbred foals in the first 24 hours of life. JOURNAL OF VETERINARY EMERGENCY AND CRITICAL CARE , p. 1-6, 2022.
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FREITAS, N. B. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; RAFAEL, L. A. . Mionecrose por Clostridium spp. em equinos: uma visão geral sob o aspecto clínico. +Equina: Brazilian Journal of Equine Medicine, Brasil, p. 4 - 10, 23 jun. 2025.
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FREITAS, N. B. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; SANTOS, I. P. O. ; SCALCO, R. . AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE POTROS DE RISCO NASCIDOS A TERMO E PREMATUROS. In: XXX Congresso de Iniciação Científica/ 7a Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, realizado na UFPel,, 2021, Pelotas. Anais 2021/ XXX Congresso de Iniciação Científica, 2021.
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FREITAS, N. B. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; WENDT, C. G. ; SANTOS, I. P. O. . FATORES QUE ALTERAM PESO E ALTURA DOS POTROS AO NASCER NA RAÇA CRIOULA- DADOS PRELIMINARES. In: XXIX Congresso de Iniciação Científica, 2020, Pelotas. Anais 2020/ XXIX Congresso de Iniciação Científica. Pelotas, 2020.
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SANTOS, I. P. O. ; CURCIO, B. R. ; ALMEIDA, T. L. ; WENDT, C. G. ; FREITAS, N. B. ; NOGUEIRA, C. E. W. . AVALIAÇÃO DA VASCULARIZAÇÃO UTERINA NOS PRIMEIROS 60 DIAS DE GESTAÇÃO EM ÉGUAS DA RAÇA CRIOULA. In: XXIX Congresso de Iniciação Científica, 2020, Pelotas. Anais 2020/ XXIX Congresso de Iniciação Científica. Pelotas, 2020.
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FREITAS, N. B. ; WENDT, C. G. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; SANTOS, I. P. O. ; DALLMANN, P. B. J. . INFLUÊNCIA DA IDADE, MÉTODO DE COBERTURA E GARANHÃO SOBRE AS TAXAS DE PRENHEZ EM ÉGUAS CRIOULAS. In: XXVIII Congresso de Iniciação Científica, 2019, Pelotas. Anais 2019/ XXVIII Congresso de Iniciação Científica. Pelotas, 2019.
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PIVATO, G. M. ; FREITAS, N. B. ; CAMILLO, G. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . COMPARAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE POTROS PROVENIENTES DE PARTO VAGINAL EUTÓCICO E PARTO CESÁREA. In: XXII Conferência Anual ABRAVEQ 2022, 2022, Campinas/SP. XXII Conferência Anual ABRAVEQ 2022, 2022.
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DANTAS, F. T. R. ; FREITAS, N. B. ; SCALCO, R. ; MAZZO, H. C. ; SANTOS, I. P. O. ; CURCIO, B. R. ; PINTO, N. R. ; SILVA, M. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . RELAÇÃO DO PARTO COM O CALENDÁRIO LUNAR EM EQUINOS: MITO OU VERDADE?. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ 2021, 2021. XXI Conferência Anual ABRAVEQ 2021, 2021.
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FREITAS, N. B. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; SCALCO, R. ; SANTOS, I. P. O. . AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE POTROS DE RISCO NASCIDOS A TERMO E PREMATUROS. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FREITAS, N. B. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; WENDT, C. G. ; SANTOS, I. P. O. . FATORES QUE ALTERAM PESO E ALTURA DOS POTROS AO NASCER NA RAÇA CRIOULA- DADOS PRELIMINARES. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FREITAS, N. B. ; WENDT, C. G. ; MORAES, B. S. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; SANTOS, I. P. O. ; DALLMANN, P. B. J. . INFLUÊNCIA DA IDADE, MÉTODO DE COBERTURA E GARANHÃO SOBRE AS TAXAS DE PRENHEZ EM ÉGUAS CRIOULAS. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NORONHA, H. R. ; PIVATO, G. M. ; SANTOS, I. P. O. ; FREITAS, N. B. ; DALLMANN, P. B. J. ; RAPHAELLI, G. M. ; PIEMOLINI, E. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Manual de boas práticas e bem-estar animal no Turfe 2022 (Manual).
Projetos de pesquisa
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2022 - 2022
Concentração Plasmática de Neuroesteróides em Potros com Síndrome de Mau Ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA & LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019). Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides. Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017). A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Roberta Wilborn - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Raphael Azavedo Fiortetti - Integrante / Jayne da Rosa Pedrozo - Integrante / Manoela Fátima Pacheco - Integrante / Gabriela Camillo - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante / Nathalia Maske Fiss - Integrante / Talita Vitória Oliveira Fabossa - Integrante / Thais Feijo Gomes - Integrante.
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2022 - 2022
Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES & ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN & ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Roberta Wilborn - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Raphael Azavedo Fiortetti - Integrante / Jayne da Rosa Pedrozo - Integrante / Manoela Fátima Pacheco - Integrante / Gabriela Camillo - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante / Nathalia Maske Fiss - Integrante / Talita Vitória Oliveira Fabossa - Integrante / Thais Feijo Gomes - Integrante.
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2021 - 2022
Influência do reforço positivo em éguas no período puerperal no relacionamento égua-potro-humano, Descrição: Independente da razão para manter um cavalo, a necessidade de um bom relacionamento entre o homem e o animal é crucial. Aprender como estabelecer um relacionamento funcional é imprescindível, e uma grande parte disso vem da compreensão de como os cavalos aprendem. A teoria de aprendizagem, o porquê e como os animais aprendem, é um aspecto importante da ciência de equitação, e nos últimos anos tem sido cada vez mais adicionado aos programas veterinários equinos desde que o conhecimento desses assuntos tem se mostrado útil, tanto no aumento da eficiência clínica e redução de lesões. No estudo original de 2005 conduzido por Henry et al., a teoria de aprendizagem da relacionamento égua-potro foi investigada e sua utilidade no treinamento com humanos-potros foi testada experimentalmente. Em vez de outros processos de manipulação de neonatos que envolve um grande investimento de tempo, os autores mostraram um método relativamente rápido e prático de influenciar o treinamento do potro, sem tocar no potro, mas usando a égua como modelo através do qual ensinar o potro, um método considerado com potencial significativo para o treinamento do potro. No presente estudo, pretendemos abordar a aplicabilidade de tal método em cavalos de Puro Sangue Inglês destinados para a indústria de corrida, em lugares de diferentes sistemas de manejo. Através de um investimento mínimo de tempo nos primeiros 5 dias após o parto, investigamos o uso de reforço positivo para impactar indiretamente os comportamentos dos potros até pelo menos o primeiro ano de vida. Comportamentos, treinamento, durabilidade e generalização da aprendizagem do potro serão testados para confirmar a tendência em vários sistemas de manejo. Dependendo nos resultados, a incorporação dessa técnica pode efetuar a maneira que criamos potros, valorizando como nos usamos o tempo curto durante a fase neonatal do potro. Assim incorporando teoria de aprendizagem vai fazer que nos enxergamos o cavalo de uma forma mais completa, que, por sua vez, levará a uma melhor compreensão do paciente equino, diminuirá o estresse do animal associado com manuseio difícil, diminuir as reações de medo conhecidas por causar acidentes, e aumentar a eficiência clinica das interações humano-equino. Além disso, o presente estudo vai nos permitir a melhorada do entendimento no corpo científico na área de teoria de aprendizagem equino aplicado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Jayne da Rosa Pedrozo - Integrante / Manoela Fátima Pacheco - Integrante.
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2020 - 2022
Efeito do uso de hormonioterapia em éguas gestantes sadias e seus neonatos, Descrição: As complicações gestacionais em éguas, principalmente no terço final de gestação, representam um grande problema para a indústria equina, podendo acarretar em consequências maternas, fetais e neonatais (BUCCA, 2006). A garantia de uma gestação adequada abrange as trocas metabólicas entre a égua e o potro e a manutenção do ambiente uterino para o desenvolvimento fetal (REGNAULT et. al., 2002 e WILSHER; ALLEN, 2003). Em razão das perdas financeiras geradas pelos problemas gestacionais, há um estímulo para a utilização de ferramentas de diagnóstico e o tratamento das éguas afetadas (MACPHERSON & BAILEY, 2008). A unidade feto-placentária consiste de um sistema intrínseco que envolve o endométrio da égua, o feto e as membranas fetais, sendo responsável pelas trocas metabólicas entre a mãe e o feto (LEISER & KAUFMANN, 1994) e por produzir e metabolizar grandes quantidades de hormônios esteroides (estrógenos, progestágenos e andrógenos) (OUSEY, 2006). A placentite cursa com redução das trocas entre a mãe e o feto, bem como alterações da dinâmica hormonal. O tratamento da placentite visa bloquear a multiplicação bacteriana, reduzir a liberação de mediadores inflamatórios e manter a quiescência miometrial (MACPHERSON & BAYLE, 2008). Aliado ao tratamento convencional com a utilização de antibióticos e anti-inflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Poucos estudos descrevem os efeitos de terapias hormonais em éguas gestantes sadias, sendo estes necessários para compreender a farmacocinética dos medicamentos e a influência dos mesmos no terço final de gestação e viabilidade neonatal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Nathalia de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante.
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2020 - 2022
Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3º maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1º) e México (2º). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional. Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014). A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetricia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Nathalia de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Roberta Wilborn - Integrante / Rafaela Amestoy de Oliveira - Integrante / Raphael Azavedo Fiortetti - Integrante.
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2020 - 2022
Influência do reforço positivo em éguas no período puerperal no relacionamento égua-potro-humano, Descrição: Independente da razão para manter um cavalo, a necessidade de um bom relacionamento entre o homem e o animal é crucial. Aprender como estabelecer um relacionamento funcional é imprescindível, e uma grande parte disso vem da compreensão de como os cavalos aprendem. A teoria de aprendizagem, o porquê e como os animais aprendem, é um aspeto importante da ciência de equitação, e nos últimos anos tem sido cada vez mais adicionado aos programas veterinários equinos desde que o conhecimento desses assuntos tem se mostrado útil, tanto no aumento da eficiência clínica e redução de lesões. No estudo original de 2005 conduzido por Henry et al., a teoria de aprendizagem da relacionamento égua-potro foi investigada e sua utilidade no treinamento com humanos-potros foi testada experimentalmente. Em vez de outros processos de manipulação de neonatos que envolve um grande investimento de tempo, os autores mostraram um método relativamente rápido e prático de influenciar o treinamento do potro, sem tocar no potro, mas usando a égua como modelo através do qual ensinar o potro, um método considerado com potencial significativo para o treinamento do potro. No presente estudo, pretendemos abordar a aplicabilidade de tal método em cavalos de Puro Sangue Inglês destinados para a indústria de corrida, em lugares de diferentes sistemas de manejo. Através de um investimento mínimo de tempo nos primeiros 5 dias após o parto, investigamos o uso de reforço positivo para impactar indiretamente os comportamentos dos potros até pelo menos o primeiro ano de vida. Comportamentos, treinamento, durabilidade e generalização da aprendizagem do potro serão testados para confirmar a tendência em vários sistemas de manejo. Dependendo nos resultados, a incorporação dessa técnica pode efetuar a maneira que criamos potros, valorizando como nos usamos o tempo curto durante a fase neonatal do potro. Assim incorporando teoria de aprendizagem vai fazer que nos enxergamos o cavalo de uma forma mais completa, que, por sua vez, levará a uma melhor compreensão do paciente equino, diminuirá o estresse do animal associado com manuseio difícil, diminuir as reações de medo conhecidas por causar acidentes, e aumentar a eficiência clinica das interações humano-equino. Além disso, o presente estudo vai nos permitir a melhorada do entendimento no corpo científico na área de teoria de aprendizagem equino aplicado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Kassius dos Santos Correa - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Henrique dos Reis Noronha - Integrante / Hortência Campos Mazzo - Integrante / Ruth Dunford Patten - Integrante.
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2020 - 2022
Avaliação imunológica de éguas com diferentes escores corporais gestantes e não gestantes e de seus respectivos potros., Descrição: A obesidade é caracterizada por um acúmulo excessivo de tecido adiposo, e além de estar relacionada a uma série de alterações metabólicas, causa um estado de inflamação crônica e tem sido associada à disfunção do sistema imune. Sabe-se que tanto humanos quanto ratos que apresentam excesso de gordura possuem maior risco de contraírem infecções (MILNER & BECK, 2012). É sugerido que indivíduos obesos não respondam a vacinação da mesma forma que pessoas com peso normal. Uma das possibilidades de causa para que isso ocorra seriam a geração ou função comprometida dos plasmócitos secretores de anticorpos, ou, acredita-se ainda, que o excesso de tecido adiposo poderia diminuir a absorção da vacina (MILNER & BECK, 2012). A maior parte dos estudos em animais obesos direcionados a espécie equina identificam aumento nas concentrações de citocinas inflamatória tanto no tecido adiposo quanto na circulação periférica (VICK et al., 2007;). Esse aumento de citocinas inflamatórias tem papel no desenvolvimento e manutenção da resistência à insulina (VICK et al., 2007). Poucos estudos, no entanto, avaliaram a resposta imunológica em cavalos obesos. Elzinga et al. (2018) avaliou a resposta vacinal em cavalos apresentando síndrome metabólica equina (SME), não sendo encontrado efeito do status metabólico de anticorpos em resposta a vacinação. No entanto, nesse mesmo estudo, os animais obesos apresentaram menor expressão de IL-2, IFN-y, perforina e TNF-α, o que indicaria uma provável diminuição na habilidade desses animais a montarem uma resposta celular adequada. Durante a gestação, uma série de alterações imunológicas ocorre para promover um ambiente uterino adequado necessário para manter o concepto (AGRÍCOLA et al., 2008). Para isso, a mãe tolera a presença do feto imunogenicamente diferente dela, o que é conhecido como tolerância materna. No entanto, como o processo de tolerância materna ocorre ainda não é completamente entendido (ANTCZAK, 2012). A partir disso, é possível concluir que ambos os status fisiológicos tanto de gestação quanto obesidade podem contribuir para o desenvolvimento de mudanças significativas no sistema imune. Dessa forma, a interação de ambas pode afetar não só a saúde materna como também do feto. Na espécie humana, a obesidade materna foi ligada ao aparecimento de alergias e problemas respiratórios nas crianças (HERSOUG & LINNEBERG, 2007). Em outras espécies, foi evidenciada maior taxa de mortalidade e diminuição de resposta imune a partir de desafio com patógeno na prole de mães obesas, indicando que a obesidade poderia interferir na formação do sistema imune fetal (WILSON & MESSAOUDI, 2015). Atualmente, não há nenhum trabalho na literatura disponível caracterizando a resposta imune tanto humoral quanto celular de éguas obesas gestantes durante qualquer período gestacional bem como caracterização do sistema imune dos potros provenientes de mães obesas. Sendo assim, o objetivo desse projeto é realizar a avaliação imunológica em éguas gestantes e não gestantes com diferentes escores corporais, e avaliar imunologicamente os potros provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Nathalia de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / Alice Corrêa Santos - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Julia Sao Joao Chrysostomo - Integrante / Kassius dos Santos Correa - Integrante / Margarida Aires da Silva - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Vitória Müller - Integrante.
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2020 - 2022
Avaliação morfométrica de éguas gestantes - Desenvolvimento de novos métodos, Descrição: O uso do peso corporal de animais é essencial para planejamento nutricional, bem como para administrações de medicamentos. Hoje já existem alguns métodos para determinar o peso dos animais em locais onde não é possível realizar a pesagem em balanças como, por exemplo, o uso de medidas de circunferência torácica. Contudo, em éguas gestantes a partir do quinto mês as alterações na circunferência torácica não correspondem ao seu ganho de peso. Sendo assim, faz-se necessário o uso de outros métodos para avaliação facilitada do peso dessa categoria animal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Hortência Campos Mazzo - Integrante / Morgana Alves Borges - Integrante / Ricardo Matsumura de Araujo - Integrante / Ihan Belmonte Bender - Integrante / Marcos Eduardo Neto - Integrante / Roberta Wilborn - Integrante / Victor Cosenza Vieira da Silva - Integrante.
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2019 - 2022
Estudo reprodutivo retrospectivo e prospectivo e sua relação com o desenvolvimento gestacional e período neonatal em criatórios de equinos na região sul do Brasil, Descrição: Uma das causas mais comum de perda gestacional em gestações avançadas é a placentite. Uma maneira de prevenção dos danos da placentite é a avaliação periódica da placenta. Esta avaliação pode ser realizada tanto com ultra-sonografia trans-abdominal quanto trans-retal. Avalia-se a espessura do alantocorion, sendo que em quadros iniciais de placentite. A avaliação da gestação permite também através de parâmetros de biometria fetal, estimar idade fetal e previsão aproximada de parto em casos em que sejam desconhecidas as datas de serviço e/ou ovulação. O bem-estar fetal também pode ser avaliado através o exame retal, ultrassonografia trans-retal e transabdominal. Problemas relacionados à égua, localizados na placenta ou fora do trato reprodutivo, frequentemente resultam em potros com algum tipo de comprometimento. Todos os partos de éguas com riscos de distocia ou com alterações fetais devem ser cuidadosamente monitorados. Potros de alto risco são um potencial problema para os criadores, visto que além de gerarem muitos custos à criação, comprometem o futuro atlético dos animais acometidos. O objetivo do presente projeto é analisar os dados reprodutivos retrospectivos de criatórios da região sul do Rio Grande do Sul, além de avaliar a gestação através do uso da ultra-sonografia, estimando tempo gestacional, envoltórios fetais e bem-estar fetal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Paloma Beatriz Joanol Dallmann - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Eliza Moreira Piemolini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Andressa Garcia Motta - Integrante / Kassius dos Santos Correa - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Rodrigo Stauffert do Santos - Integrante.
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2016 - 2020
Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3º maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1º) e México (2º). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional. Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014). A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetrícia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Buchhorn de Freitas - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Bruna dos Santos Suñe Moraes - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Alice Corrêa Santos - Integrante / Taís Scheffer Del Pino - Integrante / Rodrigo Stauffert do Santos - Integrante / Amanda Bragato Pereira - Integrante / Anibal Janczak Torres - Integrante / Augusto Luis Postal Dalcin - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / Cassiano Moraes Dorneles - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Douglas Pacheco Oliveira - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Francine Dequech Belem - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Isabel Silva Wetzel - Integrante / Jhamila Viégas Abdala - Integrante / João Pedro Hübner Etges - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Luciana de Araujo Borba - Integrante / Patrícia Soares Vieira - Integrante / Plínio Amélio Ocanha Avila - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Verônica La Cruz Bueno - Integrante / Vinicius de Souza Izquierdo - Integrante / William Augusto Dorr - Integrante / Luzia Leon Coelho Leal - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - 2022
Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (UFPel)Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Participação em projetos de ensino, pesquisa e extensão realizados pelo grupo, acompanhamento dos atendimentos clínicos e cirúrgicos realizados no Hospital de Grandes Animais da UFPEL (HCV-UFPEL), assim como manejo reprodutivo e neonatal do plantel localizado no HCV.
2019 - 2019
Hospital de Clínicas Veterinária- UFPelVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 5
Outras informações:
Acompanhamento, em estágio extracurricular, da rotina clínica e cirúrgica do Hospital de Grandes Animais da UFPEL de forma semanal e com plantões mensais de 10h aos fins de semana.
2018 - 2018
Hospital de Clínicas Veterinária- UFPelVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 5
Outras informações:
Acompanhamento, em estágio extracurricular, da rotina clínica e cirúrgica do Hospital de Grandes Animais da UFPEL de forma semanal e com plantões mensais de 10h aos fins de semana.
2020 - 2020
Haras SpringfieldVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 50, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Realização de estágio extracurricular no período de férias (2019/2) no Haras Springfield acompanhando a rotina diária de preparação de potros de corrida da raça Puro Sangue Inglês, bem como acompanhamento gestacional das éguas e acompanhamento dos animais em fase de cria, além da rotina clínica eventualmente adotada em algum animal.
2019 - 2019
Clínica Veterinária Cão e CiaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 44
Outras informações:
Estágio na clínica de pequenos animais acompanhando atendimentos e cirurgias eletivas, clínica preventiva e emergências.
2016 - 2016
IFAL- Indústria FarmacêuticaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio curricular para conclusão do Curso Técnico em Controle Ambiental (IFSul), com participação nas análises químicas realizadas pelo controle de qualidade e segurança da indústria farmacêutica.
2021 - 2021
Hartwig Fertilidade EquinaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 60
2022 - 2022
Santos Hospital EquinoVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio curricular obrigatório, Carga horária: 50, Regime: Dedicação exclusiva.
2022 - 2022
Stud don JuanVínculo: Empregatício, Enquadramento Funcional: Profissional Freelancer, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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