Lorena Andrade Oliveira

Geóloga, graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2018. Possui vivência escolar internacional, ocorrida na Austrália, pelo período de um ano (2011), com posterior obtenção de certificado de inglês pela Universidade de Cambridge (Certificate in Advanced English - 2012). Na UFRJ, integrou, na qualidade de bolsista, o programa Jovens Talentos para a Ciência, da CAPES (2015). Ao longo desse período, trabalhou na área de mapeamento geológico-estrutural e estratigrafia. Em 2017, tornou-se membro da AAPG - UFRJ Student Chapter (American Association of Petroleum Geologists) e iniciou estágio no Centro de Pesquisa de Geofísica Aplicada (CPGA - UFRJ), no projeto de monitoramento de barragens. No presente, é aluna de mestrado e atua na área de Geofísica Aplicada no CPGA, com foco no monitoramento de barragens através de métodos geofísicos.

Informações coletadas do Lattes em 15/05/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Geologia

2019 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Desenvolvimento de metodologia de investigação e monitoramento, através de métodos geofísicos, para barragens de terra-enrocamento. Estudo de caso na Barragem da Usina Hidrelétrica de Irapé, Minas Gerais,Orientador:
Marco Antonio da Silva Braga.Bolsista do(a): Fundação COPPETEC, COPPETEC, Brasil.

Graduação em Geologia

2014 - 2018

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Caracterização de barragens de rejeito através de métodos geofísicos elétricos: Estudo de caso na Barragem B1 de Cajati, São Paulo
Orientador: Marco Antonio da Silva Braga

Ensino Médio (2º grau)

2012 - 2013

Colegio marista Sao Jose

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2012

Coolum State High School

Ensino Médio (2º grau)

2010 - 2011

Colegio marista Sao Jose

Formação complementar

2019 - 2019

XXI Escola de Verão de Geofísica - Introdução à Sismologia. (Carga horária: 20h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2018 - 2018

Drones para mapeamento geológico de detalhe. (Carga horária: 16h). , Sociedade Brasileira de Geologia, SBGeo, Brasil.

2018 - 2018

Basic Geosoft Target and Drillhole extension,. (Carga horária: 8h). , Geosoft, GEOSFOT, Brasil.

2018 - 2018

Requerimento de Pesquisa Mineral. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2018 - 2018

Basic Oasis montaj, MAGMAP filtering, GM ? SYS 2D and Introduction to VOXI. (Carga horária: 14h). , Geosoft, GEOSFOT, Brasil.

2018 - 2018

Shale Gas. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2017 - 2017

Institute of Mine Seismology. (Carga horária: 7h). , Institute of Mine Seismology, IMS, Austrália.

2017 - 2017

Técnicas Analíticas Aplicadas a Caracterização Mineralógica. (Carga horária: 6h). , Museu Nacional, MN, Brasil.

2016 - 2016

O papel das falhas no fluxo de fluidos em reservatórios. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2016 - 2016

Strain, shear zones and faults. (Carga horária: 8h). , Sociedade Brasileira de Geologia, SBGeo, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

LEONHARDT, R. ; SENRA, F. ; MSTF, A. ; OLIVEIRA, L. A. ; SILVA, R. ; BATISTA, L. ; MOZART, M. ; SOUTO, O. ; WATERKEMPER, J. C. ; LOPES, G. . 2° Semana de Geologia do Petróleo (SEGEP) - UFRJ. 2018. (Outro).

Participação em eventos

49° Congresso Brasileiro de Geologia. Expositora no estande do Centro de Pesquisa em Geofísica Aplicada - UFRJ. 2018. (Congresso).

Workshop de Geofísica aplicada à Exploração Geológica.Geofísica aplicada a barragens de rejeitos. 2018. (Oficina).

48° Congresso Brasileiro de Geologia. Mapa geológico-estrutural da Formação Tiradentes, Mesoproterozóico, em Rio das Mortes, sul de MG. 2016. (Congresso).

47° Congresso Brasileiro de Geologia. 2014. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • VIEIRA, ANDRE LUIZ ; BRAGA, MARCO ANTONIO ; KOPPE, JAIR CARLOS ; OLIVEIRA, LORENA ANDRADE ; GAMA, MARIA FILIPA PEREZ DA . ELECTRICAL RESISTIVITY APPLIED TO OPTIMIZATION OF BLASTING DESIGN AT PRODUCTION BENCHES: A CASE STUDY AT ABÓBORAS MINE, QUADRILÁTERO FERRÍFERO, MINAS GERAIS - BRAZIL. Revista Brasileira de Geofísica (Impresso) , v. 36, p. 1, 2018.

  • BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; GAMA, MARIA FILIPA PEREZ DA ; NERI, F. ; PROSDOCIMI, G. . Saúde e segurança nas atividades de geofísica. Boletim SBGf, Brasil, p. 24 - 27, 04 mar. 2019.

  • VIEIRA, A. L. C. ; BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; RONCATO JUNIOR, J. G. . GEOFÍSICA RASA APLICADA NA OTIMIZAÇÃO DE DESMONTE NA PRODUÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO NO COMPLEXO S11D, CANAÃ DOS CARAJÁS (PA).. In: 49º Congresso Brasileiro de Geologia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geologia, 2018. v. 1. p. 1645-1645.

  • DIAS, L. S. O. ; FONSECA, L. M. S. ; SILVA, R. A. E. ; OLIVEIRA, L. A. ; BRAGA, M. A. ; ALMEIDA, L. A. P. ; OLIVEIRA, A. H. ; CEMBRANELLI, S. B. F. . DESIGN DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE MONITORAMENTO MICROSSÍSMICO PARA A CAVA DA MINA DE CAJATI, SÃO PAULO. In: 49º Congresso Brasileiro de Geologia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geologia, 2018. v. 1. p. 1553-1553.

  • BRAGA, M. A. ; SILVA, M. A. C. ; RODRIGUES, C. T. ; OLIVEIRA, L. A. . IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA NO DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ) foi. In: 49º Congresso Brasileiro de Geologia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geologia, 2018. v. 1. p. 193-193.

  • SILVA, M. A. C. ; BRAGA, M. A. ; MENEZES, M. R. ; RODRIGUES, C. T. ; OLIVEIRA, L. A. . DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA NA EXPLORAÇÃO MINERAL DE FERROSOS DA VALE S.A.. In: 49º Congresso Brasileiro de Geologia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geologia, 2018. v. 1. p. 162-162.

  • SILVA, ; BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; DIAS, L. S. O. ; OLIVEIRA, A. H. ; CEMBRANELLI, S. B. F. ; ALMEIDA, L. A. P. . APLICAÇÃO DE GEOFÍSICA NA BARRAGEM DE REJEITO B1 DO COMPLEXO MINEROQUÍMICO DE CAJATI, SÃO PAULO. In: 49º Congresso Brasileiro de Geologia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geologia, 2018. v. 1. p. 1518-1518.

  • OLIVEIRA, L. A. ; MAFIA, M. V. ; OLIVEIRA, F. N. ; RIBEIRO, A. ; RENATO, D. . MAPA GEOLÓGICO-ESTRUTURAL DA FORMAÇÃO TIRADENTES, MESOPROTEROZÓICO, EM RIO DAS MORTES, SUL DE MINAS GERAIS.. In: 48º Congresso Brasileiro de Geologia, 2016, Porto Alegre. Anais do 48º Congresso Brasileiro de Geologia, 2016.

  • SILVA, R. A. E. ; BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; DIAS, L. S. O. ; ALMEIDA, L. A. P. ; OLIVEIRA, A. H. ; CEMBRANELLI, S. B. F. . Caracterização de Barragens de Rejeito usando Geofísica Rasa: Aplicação na Barragem B1 de Cajati, São Paulo. ANUÁRIO DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS (UFRJ. IMPRESSO) , 2019.

  • OLIVEIRA, L. A. ; SILVA, R. A. E. ; BRAGA, M. A. . Caracterização de Barragens de Rejeito Usando Métodos Elétricos: Aplicação na Barragem B1 de Cajati, São Paulo. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SILVA, R. A. E. ; BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; DIAS, L. S. O. ; OLIVEIRA, A. H. ; CEMBRANELLI, S. B. F. ; ALMEIDA, L. A. P. . Aplicação de Geofísica na Barragem de Rejeito B1 do Complexo Mineroquímico de Cajati, São Paulo. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DIAS, L. S. O. ; FONSECA, L. M. S. ; SILVA, R. A. E. ; OLIVEIRA, L. A. ; BRAGA, M. A. ; ALMEIDA, L. A. P. ; OLIVEIRA, A. H. ; CEMBRANELLI, S. B. F. . Design de Implantação de um Sistema de Monitoramento Microssísmico para a Cava da Mina de Cajati, São Paulo. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • VIEIRA, A. L. C. ; BRAGA, M. A. ; OLIVEIRA, L. A. ; RONCATO JUNIOR, J. G. . Geofísica Rasa Aplicada na Otimização de Desmonte na Produção de Minério de Ferro no Complexo S11D, Canaã dos Carajás (PA). 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, M. A. C. ; BRAGA, M. A. ; MENEZES, M. R. ; RODRIGUES, C. T. ; OLIVEIRA, L. A. . Desenvolvimento do Plano de Atendimento de Emergência na Exploração Mineral de Ferrosos da Vale S.A.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BRAGA, M. A. ; SILVA, M. A. C. ; RODRIGUES, C. T. ; OLIVEIRA, L. A. . Implementação da Política de Saúde e Segurança no Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA, L. A. ; SILVA, R. A. E. ; BRAGA, M. A. . Caracterização de Barragens de Rejeito Através de Métodos Geofísicos: Aplicação na Barragem B1 de Cajati, São Paulo. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • OLIVEIRA, L. A. ; MAFIA, M. V. ; RODRIGUES, C. T. ; BRAGA, M. A. . Geofísica Aplicada a Modelos de Detonação nos Itabiritos Paleoproterozoicos, Mina Aboboras, Minas Gerais. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • OLIVEIRA, L. A. ; WATERKEMPER, J. C. ; RIBEIRO, A. . Estratigrafia e Estrutura da Nappe São Tomé das Letras, Neoproterozóico, Minas Gerais. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • OLIVEIRA, L. A. ; MAFIA, M. V. ; RIBEIRO, A. ; OLIVEIRA, F. N. . Perfil Estratigráfico da Sequência Tejuco, Formação Tiradentes ? Mesoproterozóico, Tiradentes, Sul de Minas Gerais. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MAFIA, M. V. ; OLIVEIRA, L. A. ; OLIVEIRA, F. N. ; RIBEIRO, A. ; SILVA, D. R. L. . Mapa Gológico-Estrutural da Formação Tiradentes, Mesoproterozóico, em Rio das Mortes, Sul de Minas Gerais. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA, L. A. ; MAFIA, M. V. ; RIBEIRO, A. ; OLIVEIRA, F. N. . Mapa Gológico-Estrutural da Formação Tiradentes, Mesoproterozóico, em Rio das Mortes, Sul de Minas Gerais. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • OLIVEIRA, L. A. ; MAFIA, M. V. ; OLIVEIRA, F. N. ; RIBEIRO, A. . Mapeamento Geológico-Estrutural na Porção Ocidental da Serra de São José. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2018

    Geofísica aplicada a modelos de detonação nos Itabiritos Paleoproterozóicos, mina Abóboras, Minas Gerais., Descrição: A Mina Aboboras localizada a 40 km de Belo Horizonte, Minas Gerais, produz 21 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Essa mina é localizada no Quadrilátero Ferrífero, a sudoeste do Craton São Francisco. O minério de ferro extraído é proveniente de formações ferríferas bandadas, denominados Itabiritos. Estas constituem a formação paleoproterozoica Cauê, Grupo Itabira, Supergrupo Minas. Devido ao intemperismo na região, o Itabirito é intensamente alterado, formando espessos perfis de solo. Em alguns casos, a rocha não-intemperizada ocorre imersa em material friável, constituindo assim, uma mistura de Itabirito alterado e preservado. Aplicando-se o modelo de detonação usual a essa realidade, com furos distribuídos de modo homogêneo, há produção de matacões de rocha compacta. Dessa maneira a dimensão desse material inviabiliza sua extração e moagem, ocasionando uma menor produção de minério. O objetivo do trabalho é diferenciar a rocha compacta da friável, utilizando métodos geofísicos, a fim de gerar um modelo de subsuperfície que corresponda a realidade, auxiliando a locação de furos de detonação. Para tal fim, os métodos geofísicos utilizados foram: eletrorresistividade, sísmica de refração, Ground Penetration Radar e polarização induzida. Com a junção de tais métodos foi possível diferenciar os Itabiritos compactos dos friáveis. Uma visão preliminar permite supor que todos os quatro métodos utilizados auxiliaram na caracterização do substrato rochoso da mina, sendo os métodos elétricos os mais efetivos na diferenciação do itabirito compacto do friável. O GPR foi eficaz em identificar falhas e fraturas, relacionadas à geologia estrutural da região. A sísmica de refração mostrou contraste nas velocidades dos materiais, porém não apresentou resultados elucidativos que viabilizassem a diferenciação dos litotipos de forma precisa. Com isso, o objetivo do projeto, de diferenciar a rocha compacta da friável, foi alcançado. Ao longo do trabalho ainda serão processados mais dados referentes a Mina Aboboras, a fim de refinar o entendimento acerca das diferenças físicas dos itabiritos e compreender a resposta desses materiais em relação as técnicas geofísicas aplicadas. Todas essas etapas irão corroborar para o aprimoramento do modelo de subsuperfície.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Coordenador / MARCO ANTÔNIO BRAGA - Integrante / ANDRÉ LUIZ DA COSTA VIEIRA - Integrante., Financiador(es): Companhia Vale do Rio Doce - Bolsa.

  • 2017 - Atual

    Caracterização de barragens de rejeito através de métodos geofísicos elétricos: estudo de caso na Barragem B1 de Cajati, São Paulo, Descrição: Barragens de rejeito são estruturas usadas em mineração, a fim de depositar os resíduos e água gerados a partir do beneficiamento do minério. Estas estruturas são tradicionalmente monitoradas por inspeções visuais rotineiras, aliadas com o uso de instrumentos como: piezômetros, marcos topográficos e medidores de nível d'água. Alguns métodos geofísicos têm sido usados como complemento desse monitoramento, a fim de caracterizar e ampliar o conhecimento da estrutura da barragem. Entretanto, no Brasil, a utilização de geofísica para avaliação e monitoramento de barragens de mineração não é uma prática usual. Tendo isso em vista, o Centro de Pesquisa em Geofísica Aplicada (CPGA), do Departamento de Geologia da UFRJ, desenvolveu um projeto de pesquisa a fim de empregar métodos geofísicos na caracterização dessas estruturas. A Barragem B1, pertencente ao Complexo Mineroquímico de Cajati - SP, foi uma das escolhidas para avaliação do uso de métodos elétricos (eletrorresistividade, polarização induzida e potencial espontâneo). O presente trabalho visa discutir os resultados geofísicos desta barragem, assim como, analisar sua aplicabilidade como forma de avaliar as condições internas do maciço da estrutura.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Integrante / MARCO ANTÔNIO BRAGA - Coordenador / LEONARDO SANTANA DE OLIVEIRA DIAS - Integrante / ROBERTO ALBUQUERQUE E SILVA - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Estratigrafia e estrutura da nappe São Tomé das Letras, Neoproterozóico, Minas Gerais, Descrição: A Nappe São Tomé das Letras é uma estrutura alóctone neoproterozóica no sul da Faixa Brasília, que faz parte do Sistema de Nappes Andrelândia. A nappe é composta por uma sucessão de gnaisses, quartzitos e xistos neoproterozóicos do Grupo Andrelândia, que registram metamorfismo de facies xisto verde, zona da granada, e anfibolito com estaurolita e cianita. O objetivo do trabalho é o entendimento da geologia estrutural e da estratigrafia interna da nappe. Para alcançar tal fim foram realizados mapeamento geológico detalhado e levantamento estratigráfico nos arredores de São Tomé das Letras, além de seções regionais através da nappe. Assim, foi reconhecido que as sucessões definem dobras apertadas a isoclinais, interpretadas como contemporâneas a falhas de empurrão. Estas dobras, de micro- até mega-escala, têm eixos de baixo mergulho para W e SW, paralelos a lineação de estiramento e lineação de interseção (acamamento x foliação plano axial). Indicadores cinemáticos como peixes assimétricos de foliação registram movimento tectônico de topo para E. Os planos axiais destas dobras mostram atitude variada, sub-horizontal até sub-vertical, definindo um sinclinal aberto, com flancos de baixo mergulhos (10º-15º) para SE e NW. O flanco norte é cortado por uma zona de cisalhamento sub-vertical dextral, a Zona de Cisalhamento Três Corações. O flanco sul fica cada vez mais íngreme para SW, chegando a mergulhos de 85º em rochas miloníticas, definindo assim uma zona de cisalhamento subvertical dextral interpretada como a rampa lateral da nappe. O entendimento da geologia estrutural permitiu reconhecer quatro unidades litoestratigráficas, da base para topo: 1- gnaisse bandado com intercalações de anfibolito, rochas metaultramáficas, xistos e quartzitos; 2- quartzitos e mica xistos, geralmente com muscovita esverdeada; 3- filito/xisto cinzento com intercalações de quartzitos e 4- biotita xisto, que trunca as unidades 2 e 3, definindo uma discordância.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Coordenador / André Ribeiro - Integrante / Johann Canuto Waterkemper - Integrante / Rudolph Allard Johannes Trouw - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Mapa Gológico-Estrutural da Formação Tiradentes, Mesoproterozóico, em Rio das Mortes, Sul de Minas Gerais, Descrição: O objetivo do trabalho é mostrar o mapa em escala 1:4.000 e a estrutura da Formação Tiradentes na porção ocidental da Serra do Lenheiro, próximo a Rio das Mortes, sul de Minas Gerais. A Formação Tiradentes é uma sucessão quartzítica Mesoproterozóica (ca. 1,5 Ga) em discordância litológica sobre embasamento pré 2,0 Ga (Cinturão Mineiro); coberta por metadiamictito de ca. 1.4Ga da Formação Carandaí, por mármore da Formação Barroso e metapelitos da Formação Prados. Durante a orogenia brasiliana (ca. 600 ma) estas unidades foram deformadas em condições metamórficas de facies xisto verde, zona da biotita. Na área estudada as formações Tiradentes e Prados mergulham predominantemente entre 20 e 40 graus para SE e são cortadas por clivagem ardosiana S1 de alto mergulho para SE. A clivagem é plano axial de dobras abertas com eixo de baixo caimento para NE, presentes no sudoeste da área. Um sistema de falhas de rumo NW-SE e outro E-W, definidos pelo deslocamento de contatos, por brechas e cataclasitos, gerou grabens e horsts envolvendo até o embasamento. No sistema E-W, uma falha principal coloca o embasamento em contato com os quartzitos Tiradentes configurando um rejeito vertical de ca. 100m. Nessa zona de falha ocorre uma foliação Sc paralela ao acamamento. Ambos ficam progressivamente mais íngremes ao se aproximar da caixa de falha, configurando uma dobra relacionada à falha. No plano da foliação Sc, na zona de falha, existe uma lineação de estiramento com caimento de ca. 45E. Assim, o contato embasamento truncando os quartzitos Tiradentes e as estruturas na zona de falha evidenciam movimento sinistral vertical. Essa estruturação não é compativel com aquela gerada pela orogenia brasiliana na região de acordo com a literatura: dobras assimétricas com vergência para NW e clivagem plano axial íngreme para SE; resultadas de compressão NW-SE durante a evolução da Faixa Ribeira. Uma hipótese considerada é a falha apresentar componente dextral, compatível com o campo de tensão NW-SE. Nesse caso a falha necessitaria ter um pulso anterior, possivelmente relacionado à abertura de bacia mais nova que a Formação Tiradentes (Carandaí ou Prados?), que foi reativada durante a Orogênese Brasiliana em condições metamórficas. No sistema NW-SE ocorrem grabens e horsts, sendo uma das estruturas um expressivo graben. Nessa estrutura existem brechas e cataclasitos com foliação subvertical paralela à falha, contendo lineação de estiramento com caimento para leste. Dobras de arrasto e seixos deformados indicam movimentação transcorrente dextral, compatível com reativação de falhas normais durante a compressão NW-SE gerada na Orogênese Brasiliana. Além disso, planos de falha com estrias e ressaltos preservados indicam movimentação sinistral referente a uma nova reativação das falhas. Essa reativação pode ser associada aos eventos de neotectônica que deram origem aos depósitos de fanglomerados e vaques da Bacia do Rio das Mortes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Coordenador / Manuella Virgolino Mafia - Integrante / Felipe Nepomuceno de Oliveira - Integrante / André Ribeiro - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2015 - 2016

    Perfil Estratigráfico da Sequência Tejuco, Formação Tiradentes ? Mesoproterozóico, Tiradentes, Sul de Minas Gerais, Descrição: A Formação Tiradentes é uma sucessão quartzítica Mesoproterozóica (ca. 1,5 Ga) com cerca de 1000m de espessura, relacionada ao rifteamento Espinhaço, na região de Tiradentes, Minas Gerais. A formação é constituída por sucessões quartzíticas e pelíticas e pode ser subdividida em quatro sequências: Tiradentes, São José, Tejuco e Lenheiro, as três primeiras plataformais litorâneas e a de topo, deltáica. As sucessões foram fracamente deformadas e metamorfisadas em facies xisto verde durante a Orogenia Brasiliana. Porém, estruturas primárias e composição (quartzo-arenitos, siltitos, argilitos) ainda são preservadas e, portanto, não vai ser usado o prefixo meta no texto. O objetivo do trabalho é caracterizar a estratigrafia interna e possíveis paleoambientes na Sequência Tejuco. Para tal fim, está sendo levantado no campo um perfil estratigráfico detalhado desde a base até o topo da sequência, na Serra de São José de Tiradentes. Com cerca de 150m de espessura, a sequência inclui três associações de litofácies: granulo-arenitos basais, arenitos e intercalações pelíticas em acamamento delgado a médio e arenitos e pelitos em acamamento flaser e ondulado (facies heterolítica). A associação basal granulo-arenítica é caracterizada por camadas lenticulares delgadas com estruturas cruzadas acanaladas e planares. A segunda associação é composta por arenitos em acamamento lenticular delgado/médio com estruturas cruzadas acanaladas ou planares, localmente com superfícies de reativação e dobras recumbentes. Ocorrem frequentes intercalações delgadas e lâminas de argilitos cinzentos ou esverdeados separando as camadas de arenito. No topo da sequência aparecem arenitos com marcas de onda e recobrimentos pelíticos formando estruturas flaser e wavy, localmente com gretas de ressecamento e sinerese. Provavelmente, as duas associações basais registram paleoambiente plataformal influenciado por marés e a de topo a progradação de um sistema de planíce de maré. A continuidade do trabalho permitirá melhor definição dos paleoambientes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Coordenador / Manuella Virgolino Mafia - Integrante / Felipe Nepomuceno de Oliveira - Integrante / André Ribeiro - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Mapeamento geológico-estrutural na porção ocidental da Serra de São José, Tiradentes, MG., Descrição: O objetivo do projeto foi confeccionar o mapa geológico-estrutural detalhado em escala 1:5.000 e compreender a geologia estrutural da Formação Tiradentes na porção ocidental da Serra de São José, Tiradentes, sul de Minas Gerais. A Formação Tiradentes é uma sucessão mesoproterozóica (ca. 1,5 Ga) em discordância litológica sobre embasamento pré 2,0 Ga e coberta por metadiamictito de 1.4 Ga da Formação Carandaí, por marmore da Formação Barroso e por metapelitos neoproterozóicos da Formação Prados. A Formação Tiradentes inclui três sequências plataformais (Tiradentes, São José e Tejuco) e uma deltaica (Lenheiro), constituídas por quartzitos e metapelitos. As rochas destas formações foram deformadas em condições de facies xisto verde de metamorfismo durante a Orogênese Brasiliana, a cerca de 600 Ma atrás. Na área estudada as camadas mergulham entre 40 e 80 graus para NW e constituem o flanco de uma dobra regional aberta, o Sinclinal de Águas Santas, a norte da área. Cortando o acamamento ocorre uma clivagem ardosiana mergulhando íngreme para SE. Deslocamentos de contatos de unidades da Formação Tiradentes e do embasamento, com rejeitos de até cerca de 500 metros e brechas tectônicas, caracterizam uma falha normal de rumo leste-oeste, a qual se associa um corpo de diamictito Carandaí. As brechas se formaram em ambiente rúptil mas apresentam a clivagem íngreme para SE que corta os quartzitos e pelitos. Além disso ao longo da falha ocorrem veios de quartzo assimétricos (tension veins) indicando uma reativação da antiga falha normal em falha reversa sinistral. A reativação da falha, as dobras e clivagem se formaram durante um evento de compressão NW-SE relacionado a colisão que deu origem a Faixa Ribeira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Lorena Andrade Oliveira - Coordenador / Manuella Virgolino Mafia - Integrante / Felipe Nepomuceno de Oliveira - Integrante / André Ribeiro - Integrante / Douglas Renato - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

Prêmios

2018

"Aplicação de geofísica na barragem de rejeito B1 do Complexo Mineroquímico de Cajati, São Paulo" recebeu menção honrosa na sessão CCMN ? GEOFÍSICA, GEOTECNIA E PETROFÍSICA, Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.

2017

"Estratigrafia e estrutura da nappe São Tomé das Letras, Neoproterozóico, Minas Gerais" recebeu menção honrosa na sessão CCMN ? GEOLOGIA REGIONAL, Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.

2016

"Mapa geológico-estrutural da Formação Tiradentes, Mesoproterozóico, em Rio das Mortes, sul de MG" foi escolhido como o melhor trabalho da sessão CCMN ? MAPEAMENTO GEOLÓGICO, Semana de Integração Acadêmica da UFRJ.

2014

Certificate in Advanced English - CAE level, University of Cambridge.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro. , CCNM - Centro de Ciências Matemáticas e Natureza, Cidade Universitária, 21941916 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 25689131

Experiência profissional

2017 - 2018

American Association of Petroleum Geologists - UFRJ - Student Chapter

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Integrante / Vice-presidente

2017 - 2018

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica - COPPETEC

Outras informações:
Bolsista do projeto de Geofísica Aplicada ao Monitoramento de Cava e Barragens de Rejeito de Mineração, UFRJ-VALE-DITV

2016 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria de Geologia Geral e Est. Campo 1

2015 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Jovens Talentos para Ciência - CAPES

2015 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitoria de Geologia Geral e Est. Campo 1

Outras informações:
Monitoria Voluntária