Luar Oliveira Lopes

Graduando no curso de licenciatura plena em Geografia pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Foi bolsista de Iniciação Cientifica (IC) pela FAPESB durante dois anos consecutivos com os projeto intitulados: "Lugaridade e Territorialidade dos Payayá no sertão baiano" e "Lugaridade indígena na poética Payayá". Possui experiência em ensino de Geografia e ciências humanas para ensino fundamental II e ensino médio, em Geografia com enfoque em Geografia Humana e pesquisas relacionadas a Lugaridade de povos indígenas e Geografia e Literatura e ensino de Geografia.

Informações coletadas do Lattes em 28/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Geografia

2018 - Atual

Universidade do Estado da Bahia
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Colégio Estadual Manuel Levi

Formação complementar

2020 - 2020

Extensão universitária em COSMOVISÕES NEGRAS E INDÍGENAS: Contra colonialidade e pensamento geográfic. (Carga horária: 65h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em A CAA na Mediação de Textos para Pessoas no Espétcro do Autismo. (Carga horária: 40h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Lugaridade e Territorialidade dos Payayá no sertão baiano, Descrição: Nos últimos anos, vários povos indígenas na Bahia têm aglutinado esforços para reafirmar sua identidade. Articulados a várias lideranças indígenas, especialmente no âmbito do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba) eles têm confrontado, especialmente, o Estado, a Universidade e as instituições religiosas que historicamente irmanaram-se no sentido de fundamentar a negação de sua condição indígena. Somados aos incisivos esforços de escamoteamento das bases materiais imprescindíveis ao indígena, sobretudo o esbulho da terra, recorrentemente, estas instâncias são vetores de indiferença ou negação do indígena, por meio da proliferação de pré-conceitos que colocam em pauta a autenticidade desses povos. Os povos indígenas, neste contexto, têm sido vilipendiados e expropriados de todas as formas, seja no âmbito do poder, do saber e do próprio ser. Apesar disso, resistem se reinventando, colocando em cheque a própria historiografia e o discurso da colonialidade que lhes reserva a posição de mero passado. Estamos caminhando para uma reversibilidade histórica na demografia indígena, na qual o sertão da Bahia tem tido um papel preponderante. Povos como os Payayá têm lutado pelo aqui indígena, reafirmando a radicalidade da alteridade que os fundamentam. Esta realidade nos motiva a investigar os movimentos de afirmação e retomada dos povos indígenas no Estado da Bahia, com ênfase nos últimos 20 anos, quando tais ações passaram a alterar o quadro dos povos indígenas reconhecidos pelas instituições. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Luar Oliveira Lopes - Integrante / Jônatas Reis da Silva - Integrante / Catarine Gomes de Oliveira - Integrante / Jamille da Silva Lima - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade do Estado da Bahia

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 12

Outras informações:
Membro voluntário do Laboratório de Saberes Geográficos e Alteridades (SABGEO)

2022 - Atual

Centro Educacional de Educação Profissional do Piemonte da Diamantina II

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor Estagiário, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.