Ravi Agra Rocha

Graduando de bacharel em Educação Física pelo Centro Universitário Cesmac, Maceió/AL. Integrante do projeto de extensão Focinhos Terapeutas.

Informações coletadas do Lattes em 05/02/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Educação Física

2011 - Atual

Centro Universitário CESMAC

Ensino Médio (2º grau)

2007 - 2010

Colégio Diogenes Jucá

Formação complementar

2012 - 2012

Bases Fisiológicas da Preparação Física para Lutas. (Carga horária: 3h). , Centro Universitário CESMAC, FEJAL, Brasil.

2012 - 2012

NUTRIÇÃO PARA ESPORTES DE LONGA DURAÇÃO. (Carga horária: 3h). , Centro Universitário CESMAC, FEJAL, Brasil.

2012 - 2012

PRÁTICAS INTEGRATIVAS COMPLEMENTARES NA ED. FÍSICA. (Carga horária: 3h). , Centro Universitário CESMAC, FEJAL, Brasil.

Projetos de pesquisa

  • 2013 - 2014

    Educação Assistida por Animais: uma nova proposta para aumento da aderência às atividades práticas de atletismo do curso de graduação em Educação Física, Descrição: Estudiosos da área pedagógica ressaltam que os animais fazem parte de todas as culturas do mundo conhecido, independentemente do grau de civilização atingido e que compartilhar espaços com animais tem uma base evolutiva profunda1. Uma construção de vínculos mais rápida e fácil é percebida nos estudos científicos desenvolvidos, pois os animais não apresentam o mesmo senso de julgamento que é enfrentado por seres humanos1,2,3. Comprovou-se que os indivíduos com dificuldades de aprendizagem, fazendo carinho em um animal, têm suas taxas de estresse e ansiedade diminuídas, fixando conteúdo com maior facilidade1. A utilização de animais em diferentes níveis de ensino possibilita a inserção de temáticas transversais como sentimentos, ética, cidadania, bem-estar físico e psíquico e respeito a todos os seres vivos. O aluno, por meio de conhecimentos sobre animais e criando um vínculo emocional com os mesmos, aprende, fortalecendo autoconfiança, favorecendo uma comunicação por meio de uma expressão mais livre de sentimentos1,2. Avaliando os fatores acima apontados, justifica-se a realização do presente estudo como uma nova proposta educacional no ensino de atletismo, incentivando não apenas uma maior participação e motivação dos alunos, como também a inclusão de questões éticas na disciplina. Objetivo: Aumentar a aderência às atividades práticas de atletismo por meio da Educação Assistida por Animais (EAA) no curso de graduação em educação física... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ravi Agra Rocha - Integrante / Maja Kraguljac - Coordenador / Yana Mara Queiroz da Silva - Integrante / Pedro Guirra Carlota - Integrante / Cláudia Ramos Accioly Rabelo - Integrante / Jéssica Maria Alves da Costa - Integrante / Dayane Cavalcante dos Santos - Integrante.

  • 2013 - 2014

    Influência do Exercício Físico Assistido por Animais na coordenação motora fina e foco de atenção de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista, Descrição: Transtorno do Espectro Autista, pela nova nomenclatura proposta no DSM-IV-TR para a 5ª edição do Manual de Classificação de Doenças Mentais da Associação Americana de Psiquiatria a ser publicado, irá englobar: Síndrome de Asperger, Autismo, Transtorno Desintegrativo e Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação. Para que um indivíduo seja assim classificado, deve preencher seguintes critérios: déficits clinicamente significativos e persistentes na comunicação social e nas interações sociais, manifestadas por déficits expressivos na comunicação não verbal e verbal; falta de reciprocidade social e incapacidade para desenvolver e manter relacionamentos de amizade apropriados para o estágio de desenvolvimento no qual o indivíduo se encontra; padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos duas das maneiras citadas a seguir: comportamentos motores ou verbais estereotipados, ou comportamentos sensoriais incomuns; excessiva adesão/aderência a rotinas e padrões ritualizados de comportamento; interesses restritos, fixos e intensos. Todos estes sintomas devem estar presentes no início da infância, mas podem não se manifestar completamente até que as demandas sociais excedam o limite de suas capacidades1,2,3. Pesquisas com programas de interação entre animais e humanos com deficiências comportamentais têm apontado efeitos benéficos no contato com os animais e seus potenciais terapêuticos4. Segundo Odendaal5, os primeiros registros de interações animal-paciente, em estudos científicos, seriam do psicoterapeuta americano Boris Levinson. Partindo deste estudo pioneiro, a atenção de alguns grupos de profissionais da saúde se volta para tais práticas, buscando esclarecer os efeitos e as implicações do tratamento assistido por animais, sempre se baseando em parâmetros fisiológicos cientificamente mensuráveis. Ao se recorrer à literatura, pode-se perceber que os estudos desta área ainda são escassos, especialmente no Brasil, mas o número de publicações tem crescido a cada dia. Segundo estudos biológicos, interações positivas são vistas como mutuamente benéficas, mas interações negativas entre indivíduos podem gerar situações estressoras para um ou ambos indivíduos envolvidos5. As crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista geralmente apresentam incapacidade de lidar com frustrações, gerando estresse desnecessário que no organismo humano desencadeia aumento da secreção de cortisol sérico6. Estudos apresentaram que interações homem-animal benéficas geram diminuição de estresse e ansiedade6,8, ocorrendo no organismo humano diminuição da pressão arterial média após 15 minutos de contato e diminuição da secreção de cortisol sérico. Ao mesmo tempo, os hormônios do bem estar: β-endorfina, dopamina, prolactina e ocitocina têm sua secreção aumentada, tanto em humanos quanto em animais envolvidos nessas interrelações8. Estudos recentes também citam outras vantagens em convívio com animais de estimação como: alívio em diversas situações de tensão, disponibilidade ininterrupta de afeto, maior tendência a sorrir, companhia constante, amizade incondicional, contato físico, proteção e segurança, todos estes levando a uma melhor qualidade de vida2,3,6,8,9. Segundo Fine6, especialistas têm considerado que estímulo sensorial ao tato, com a presença e interação com animais, recuperam a auto-estima e sensibilidade, além da reintegração à sociedade que a presença do animal permite. Os cães terapeutas humanizam e melhoram as relações interpessoais e facilitam a comunicação entre os pacientes e a equipe de saúde. Desta forma, torna-se o objetivo do projeto verificar a influência do exercício físico assistido por animais (EFAA) na coordenação motora fina e foco de atenção de crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ravi Agra Rocha - Integrante / Maja Kraguljac - Coordenador / Pedro Guirra Carlota - Integrante / Cláudia Ramos Accioly Rabelo - Integrante / Jéssica Maria Alves da Costa - Integrante / Dayane Cavalcante dos Santos - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2013 - Atual

Centro Universitário CESMAC

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: pesquisador, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 01/2013

    Pesquisa e desenvolvimento , CESMAC, .,Linhas de pesquisa