Armando Meyer

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Gama Filho (1990-1994), mestrado (1996-1998) e doutorado (2001-2005) em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública - ENSP/Fiocruz, com 2 anos (2002-2004) de sanduíche no Department of Pharmacology and Cancer Biology, Duke University, Carolina do Norte, EUA. Participou de programa de treinamento em saúde ambiental e ocupacional da Mount Sinai School of Medicine (2009-2011), Nova Iorque, EUA. Completou estágio de pós-doutorado no Department of Epidemiology, National Institute of Environmental Health Sciences - NIEHS/NIH (2015-2016), onde atuou como pesquisador visitante no estudo longitudinal Agricultural Health Study. Foi pesquisador visitante do MRC Centre for Environment and Health, School of Public Health, Imperial College London, United Kingdom, entre Dezembro/2022 e Novembro/2023. É Professor Associado IV de saúde ambiental e ocupacional do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 2006. Foi bolsista do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ (2009-2012). É Cientista do Nosso Estado FAPERJ desde 2021. É bolsista de produtividade em pesquisa, nível 2, do CNPQ desde 2013. Foi Vice-Diretor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC/UFRJ entre 2010 e 2011. Foi Diretor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC/UFRJ de 2011 a 2014. Foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRJ (M/D, nível 5) entre 2017 e 2022.

Informações coletadas do Lattes em 25/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Saúde Pública

2001 - 2005

Fundação Oswaldo Cruz
Título: Pode a exposição humana ao inseticida clorpirifós alterar o desenvolvimento do sistema nervoso central? Contribuições de experimentos em animais
Orientador: em Duke University ( Theodore A. Slotkin)
com , Ano de obtenção: 2005. Josino Costa Moreira. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Pesticidas; Clorpirifos; Desenvolvimento; beta-adrenergicos; Adenilato ciclase; Sistema Nervoso Central. Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública / Especialidade: Toxicologia.

Mestrado em Saúde Pública

1996 - 1998

Fundação Oswaldo Cruz
Título: Desenvolvimento de método para determinação da exposição a pesticidas organofosforados., Ano de Obtenção: 1998
Orientador: Josino Costa Moreira
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: HPLC; Pesticidas; Organofosforados; Monitoramento.Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Química Analítica. Setores de atividade: Saúde Humana; Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado.

Graduação em Ciências Biológicas

1990 - 1994

Universidade Gama Filho

Pós-doutorado

2023

Pós-Doutorado. , Imperial College London - School of Public Health, ICL, Grã-Bretanha. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde

2022 - 2023

Pós-Doutorado. , Imperial College London - School of Public Health, ICL, Grã-Bretanha. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde

2015 - 2016

Pós-Doutorado. , National Institute of Environmental Health Sciences, NIEHS/NIH, Estados Unidos. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde, Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública / Especialidade: SAÚDE AMBIENTAL E OCUPACIONAL.

Formação complementar

2007 -

Programa de Saúde Ambiental e Ocupacional. (Carga horária: 160h). , Mount Sinai School of Medicine, MSSM, Estados Unidos.

2002 - 2004

Integrated Toxicology Program. (Carga horária: 400h). , Duke University, DUKE, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública/Especialidade: Toxicologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública/Especialidade: Epidemiologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral.

Projetos de pesquisa

  • 2021 - Atual

    Estudo epidemiológico do impacto do derramamento de óleo bruto na costa da Bahia: saúde, ambiente e segurança alimentar, Descrição: Objetivo Geral: Analisar os impactos do derramamento de óleo na saúde das comunidades afetadas no litoral do Estado da Bahia e construir ações em conjunto com essas comunidades. Serão avaliadas as seguintes hipóteses: 1. A exposição ao óleo bruto pelas populações afetadas pode ser determinada com uma abordagem de métodos mistos que inclui uma avaliação em nível individual usando questionários e além de monitoramento ambiental; 2. A exposição ao derramamento de óleo resultou em efeitos adversos sobre a qualidade de vida, nos componentes da saúde mental e física em populações expostas; 3. As populações mais previamente expostas a determinantes sociais e ambientais do processo saúde-doença e que apresentam previamente problemas de saúde terão a saúde mais afetada a médio e longo prazo. Método: estudo epidemiológico de corte transversal, como linha de base de um estudo de coorte será realizado utilizando três questionários validados como foco em: avaliação da exposição individual e aspectos de saúde; qualidade de vida; recordatório alimentar. No litoral do Brasil ocorreu um grande desastre com derramamento de óleo bruto, que vem sendo considerado o maior da história do país e um dos mais extensos registrados no mundo. Foi identificado oficialmente em 30/8/2019 e, até 29/11/2019, havia atingido nove Estados do Nordeste e dois do Sudeste, o que representa 59% do total de 7.367 km da costa brasileira. As manchas de óleo bruto foram identificadas em 130 municípios e 1009 localidades. A Bahia foi o estado mais atingido (IBAMA, 2019). As populações potencialmente expostas ao óleo são frequentadores das praias, manguezais e estuários para lazer, turismo e trabalho. Não há dados quantitativos desse número até o momento. Em termos gerais, milhares de pessoas trabalham e frequentam as praias atingidas, consomem pescados e mariscos, demandando ações eficazes de saúde pública e segurança alimentar e nutricional. São pescadores artesanais e marisqueiras, trabalhadores ambulantes, restaurantes, bares nas praias, trabalhadores informais do beneficiamento e tratamento de pescados, funcionários da limpeza pública, turistas e banhistas em geral. Toxicidade e risco à saúde humana O petróleo bruto contém vários produtos químicos com toxicidade humana conhecida ou suspeita (EPC, 2017), dentre os quais os policíclicos aromáticos (HPA) que são tóxicos, carcinogênicos e mutagênicos. Exposição aguda ao óleo bruto pode causar irritação nos olhos, afecções respiratórias, cefaleia, náuseas, vômitos, depressão do SNC (Sammarco et al., 2016). A ingestão de alimentos contaminados pode levar à irritação da gastrintestinal, insuciência hepática e renal, alterações cardíacas e dermatoses. Exposição do longo prazo pode causar problemas gastrointestinais, hepáticos, renais, respiratórios, cardíacos, psicomotores, mentais, endócrinas e reprodutivas, além de câncer (Rusiecki et al., 2018). Efeitos psicossociais e na saúde mental resultantes das perdas econômicas e da interrupção de atividades de trabalho são consequências indiretas do acidente com vazamento de óleo bruto. O projeto estuda os impactos na saúde da população relacionados ao derrame de óleo bruto no litoral do Estado da Bahia. Tratará das relações entre saúde, ambiente e trabalho com abordagens da epidemiologia, saúde ambiental, políticas públicas de saúde. A pergunta central deste projeto é: Como o derramamento de óleo bruto impacta a saúde de comunidades afetadas? Esta pergunta norteará o processo de produção de tecnologias de saúde em conjunto com as comunidades para o acompanhamento e cuidado da população exposta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Armando Meyer - Integrante / Rita de Cassia Franco Rego - Coordenador / Louise Oliveira Ramos Machado - Integrante / Amanda Northcross - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Consumo precoce de alimentos ultraprocessados e provável impacto negativo na microbiota infantil., Descrição: Este estudo tem como objetivo coletar dados de ingestão alimentar e caracterizar o microbioma intestinal em crianças de 3 anos (n = 106), utilizando os indivíduos recrutados pelo Estudo de Exposição Ambiental e Desenvolvimento Infantil da Coorte de Nascimentos do Rio (Projeto PIPA), entre 2017- 2018. Acessaremos a dieta usando um recall dietético de 24 horas e classificaremos os alimentos consumidos de acordo com o grau de processamento industrial (sistema de classificação NOVA). Coletaremos amostras fecais e o microbioma intestinal será analisado usando o seqüenciamento do gene 16S rRNA. Organizaremos um Workshop sobre Alimentação Saudável, com foco na promoção de práticas alimentares relativamente simples para os responsáveis pelas crianças, a fim de reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados. Propomos coletar e analisar dados dos participantes do Projeto PIPA, originalmente projetados para serem uma Coorte de Nascimento, investigando o desenvolvimento infantil e a exposição a poluentes ambientais. Usaremos o sistema alimentar NOVA para definir a variável de exposição, que foi reconhecida como uma abordagem relevante para prevenir a obesidade e doenças não transmissíveis (DNTs). Igualmente importante é o resultado do interesse, o microbioma no início da vida, que foi descrito por desempenhar um papel crítico em muitas DNTs. Considerando a disponibilidade de dados do nascimento, características sociodemográficas, dieta materna, aleitamento materno e microbioma do nascimento, entre muitas outras variáveis da população estudada. Os resultados desta proposta podem fornecer evidências originais e relevantes para abordar a lacuna na literatura sobre a ligação entre exposição precoce ao processamento industrial de alimentos, colonização de microbiomas e desenvolvimento de doenças mais tarde na vida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador / Josino Costa Moreira - Integrante / Nathalia Ferrazzo Naspolini - Integrante / Claudio Struchiner - Integrante.

  • 2020 - Atual

    AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO DERRAMAMENTO DO ÓLEO NA COSTA DA BAHIA: AÇÕES DE SAÚDE E PROTEÇÃO AMBIENTAL, Descrição: Descrição: EDITAL DE SELEÇÃO EMERGENCIAL N 26/2019 CAPES - ENTRE MARES.. PROCESSO NUMERO NA CAPES AUX PE - Processo: 88881.469752/2019-01. O PRESIDENTE DA COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR ? CAPES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Estatuto aprovado pelo Decreto n° 8.977, de 30 de janeiro de 2017, torna público o resultado preliminar do Edital n° 26/2019 - CAPES Entre Mares, publicado no DOU de 22.11.2019, seção 3, pág. 94. CODIGO DO PROJETO NUMERO NA CAPES Processo: 88881.469752/2019-01 VALOR APROVADO R$ 99.992,00 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO DERRAMAMENTO DO ÓLEO NA COSTA DA BAHIA: AÇÕES DE SAÚDE E PROTEÇÃO AMBIENTAL O projeto estuda os impactos na saúde da população relacionados ao derrame de óleo bruto no litoral do Estado da Bahia. Tratará das relações entre saúde, ambiente e trabalho com abordagens da epidemiologia, saúde ambiental, políticas públicas de saúde e dos aspectos subjetivos do fenômeno com o suporte das ciências sociais aplicadas à saúde. Investigará impactos do derramamento de óleo na saúde de comunidades afetadas na Bahia, a pesquisa participativa de base comunitária, com componentes qualitativo e epidemiológico, norteará o processo de produção de tecnologias de saúde para o acompanhamento e cuidado da população exposta. A pergunta central deste projeto é: Como o derramamento de óleo bruto impacta a saúde de comunidades afetadas? Esta pergunta norteará o processo de produção de tecnologias de saúde em conjunto com as comunidades para o acompanhamento e cuidado da população exposta. Objetivo Geral: Analisar os impactos do derramamento de óleo na saúde das comunidades afetadas no litoral do Estado da Bahia e construir ações em conjunto com essas comunidade. Além do PPGSAT participam ainda a Comissão Pastoral da Pesca (CPP) e várias associações de pescadores e marisqueiras parcerias deste projeto Da UFBA participam ainda o Instituto de Biologia, Geociências, Engenharia química, Departamento de estatística (Instituto de Matemática), Escola de Nutrição. As outras instituições envolvidas - Secretaria de Saúde do Estado da Bahia ( DIVAST e COVIAM ) Universidade Federal da Paraíba, UF do Recôncavo Baiano, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Universidade Católica de Salvador, IESC- UFRJ, University of North Carolina em Chapel Hill (EUA), Universidade de Barcelona (Espanha).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador / Rita de Cassia Franco Rego - Integrante / Louise Oliveira Ramos Machado - Integrante / Amanda Northcross - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Projeto Infância e Poluentes Ambientais (PIPA): Estudo longitudinal dos efeitos da exposição a poluentes ambientais sobre a saúde infantil., Descrição: Este estudo tem como proposta fornecer informação que permita a investigação e análise dos efeitos dos poluentes ambientais sobre o desenvolvimento das crianças, desde o período de gestação e nascimento, até os 4 anos de idade. Este é um estudo de coorte prospectivo com foco nos efeitos sobre a saúde infantil da exposição a substâncias químicas (especificamente metais, pesticidas e plastificantes), dispersas no ambiente ao qual as crianças estão expostas desde a concepção. A população de estudo será constituída por todas as crianças nascidas na Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, durante o período de 1 ano. O estudo prevê a coleta de informações sociodemográficas e de saúde e amostras biológicas dos genitores durante o período de gestação; a avaliação clínica e coleta de amostras biológicas das crianças e respectivas mães no momento do nascimento; e a coleta de amostras biológicas e monitoramento clínico da população de estudo durante os primeiros 48 meses de vida, quanto aos parâmetros relativos ao crescimento pôndero-estatural, intercorrências clínicas e desenvolvimento neurológico, motor, emocional e cognitivo. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Armando Meyer - Integrante / Camara, Volney de Magalhães - Integrante / ASMUS, CARMEN FRÓES - Coordenador.

  • 2015 - 2016

    Exposição a Agrotóxicos e Doenças Autoimunes no Estudo da Saúde na Agricultura (Agricultural Health Study), Descrição: Doenças autoimunes estão entre as principais causas de adoecimento e morte da população adulta, especial entre as mulheres. Dentre elas destacam-se a artrite reumatóide e o lúpus eritematoso sistêmico. É amplamente reconhecido pela comunidade científica que ambas as doenças são fortemente influenciadas por fatores de risco genéticos e ambientais. Dentre estes fatores risco, a exposição a agrotóxicos tem sido investigada com resultados contraditórios até o momento. O Agricultural Health Study, que é o maior estudo em curso atualmente no mundo, com o objetivo de avaliar o impacto da exposição a agrotóxicos sobre a saúde humana, vem coletando informações sobre a incidência de doenças autoimunes, dentre elas artrite reumatóide e lúpus eritematoso sistêmico, entre agricultores e cônjuges dos estados da Carolina do Norte e do Iowa, nos Estados Unidos, expostos a agrotóxicos. Ao retornar ao Brasil, após 12 meses investigando, como pesquisador convidado do National Institute of Environmental Health Sciences, a associação entre exposição a agrotóxicos e doenças autoimunes dentro do Agricultural Health Study, daremos início a implantação da primeira coorte de agricultores brasileiros, na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. A estrutura do programa de saúde da família das cidades de Teresópolis, Sumidouro, Nova Friburgo, Bom Jardim e Petrópolis será utilizada inicialmente para o recrutamento e acompanhamento de agricultores e seus familiares. Informações detalhadas sobre uso de agrotóxicos e estado de saúde dos participantes serão obtidas através da versão do questionário da 1a. fase do Agricultural Health Study, adaptado para o Português. Como primeiro estudo desta coorte, propomos investigar a associação entre a exposição a agrotóxicos específicos e os níveis de anticorpos anti-CCP, que são biomarcadores precoces para o diagnóstico da artrite reumatóide, entre os agricultores e seus familiares.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador / SANDLER, DALE P. - Integrante / PARKS, CHRISTINE G. - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2013 - Atual

    Exposição a Agrotóxicos e Câncer na Região Serrana do Rio de Janeiro, Descrição: A agricultura moderna é altamente dependente do uso de agrotóxicos. Ainda que o uso destes compostos tenha contribuído para o aumento da produtividade agrícola, diversos problemas ambientais e de saúde humana são atribuídos a exposição a tais substâncias. Dentre estes, possíveis efeitos crônicos, como câncer, ainda são um desafio para a comunidade acadêmica de todo o mundo. O uso de agrotóxicos cresce de tal forma acelerada no Brasil, que atualmente estamos entre os países que mais utilizam tais substâncias no mundo. Mesmo assim, estudos que avaliam o impacto do uso destes compostos sobre o perfil de morbi-mortalidade por câncer no Brasil, são raros. Em estudo recente sobre a mortalidade de agricultores da região serrana do estado do Rio de Janeiro, observou-se um significativo aumento no risco de morte por câncer de esôfago e estômago, entre agricultores de 30 a 49 e 50 a 69 anos, entre os anos de 1979 e 1998. Além disso, agricultores de 30 a 49 anos de idade apresentaram um risco mais elevado de morte para os cânceres de fígado, cavidade oral, próstata, testículos, além de leucemia e sarcoma de tecidos moles. Já os agricultores de 50 a 69 anos, também apresentaram uma maior mortalidade por câncer de laringe, cavidade oral e sarcoma de tecidos moles. Por outro lado, o consumo per capita de agrotóxicos em 11 estados brasileiros na década de 80 apresentou de moderada a alta correlação com as taxas de mortalidade por diferentes tipos específicos de câncer na população geral destes mesmos 11 estados no final da década de 90. Estes estudos sugerem que de fato a atividade agrícola e a exposição a agrotóxicos podem aumentar o risco de determinados cânceres também no cenário específico da agricultura brasileira. Ambos os estudos apresentam limitações inerentes ao seu desenho, que utilizou informações constantes no Sistema de Informação sobre Mortalidade, que tornam difíceis afirmações sobre associações causais. Assim, dando prosseguimento ao estudo anterior e a fim de avançarmos na compreensão das relações entre a exposição a agrotóxicos e o desenvolvimento de câncer em populações brasileiras, propomos um estudo caso-controle, de base hospitalar, nos municípios de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, região de importante atividade agrícola e com uso intensivo de agrotóxicos, situada no estado do Rio de Janeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2013 - Atual

    Uso de agrotóxicos no Brasil e suas possíveis repercussões sobre a saúde, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador / Jaime Silva de Lima - Integrante / Noa Krawczyc - Integrante / Aline Espindola - Integrante / Lais Relvas Brandt - Integrante.

  • 2007 - 2009

    Avaliação do risco à saúde humana decorrente do uso de agrotóxicos (defensivos agrícolas) na agricultura e pecuária na Região Centro-Oeste, Descrição: A contaminação humana e ambiental por agrotóxicos é bastante significativa, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, estima-se que cerca de 900.000 trabalhadores agrícolas sofram um episódio de intoxicação anualmente. Adicionalmente algumas doenças graves, como, por exemplo, alguns tipos específicos de câncer, têm sido associados ao uso de agrotóxicos e estudos epidemiológicos têm indicado correlações positivas entre estas duas variáveis no Brasil. A contaminação humana se deve tanto ao ambiente ocupacional quanto ao ambiente em geral, bem como a outros tipos de contaminação (alimentos, etc). Sabe-se que alguns fatores socioeconômicos e culturais têm significativos influencia nos casos de intoxicação. A região Centro-Oeste do Brasil tem sido responsável pelo uso crescente dessas substâncias químicas, com conseqüente efeito sobre as populações expostas. Sendo assim, este projeto pretende estudar os impactos sobre negativos do uso de agrotóxicos sobre os ecossistemas e, principalmente, sobre a saúde humana de populações residentes da região Centro-Oeste do Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2007 - 2009

    Exposição a agrotóxicos e desenvolvimento de câncer em agricultores do Estado do Rio de Janeiro, Descrição: Estudos epidemiológicos sugerem que a exposição a agrotóxicos aumenta o risco de determinados tipos de câncer, dentre eles o câncer de estômago. O uso destas substâncias no Brasil cresce de forma acelerada. Atualmente ocupamos a quarta colocação no ranking dos países que mais consomem agrotóxicos no mundo. Mesmo assim, estudos que avaliam o impacto do uso destes compostos sobre o perfil de morbi-mortalidade por câncer no Brasil, são raros. Neste projeto, propomos um estudo caso-controle para investigar o papel da exposição a agrotóxicos no desenvolvimento do câncer de estômago em agricultores do município de Petrópolis, região de importante atividade agrícola e com uso intensivo de agrotóxicos, situada no estado do Rio de Janeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador., Financiador(es): Mount Sinai School of Medicine - Auxílio financeiro / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2009

    O uso de agrotóxicos no nordeste brasileiro e seus impactos sobre o meio ambiente e a saúde humana., Descrição: A contaminação humana e ambiental por agrotóxicos é bastante significativa, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, estima-se que cerca de 900.000 trabalhadores agrícolas sofram um episódio de intoxicação anualmente. Adicionalmente algumas doenças graves, como, por exemplo, alguns tipos específicos de câncer, têm sido associados ao uso de agrotóxicos e estudos epidemiológicos têm indicado correlações positivas entre estas duas variáveis no Brasil. A contaminação humana se deve tanto ao ambiente ocupacional quanto ao ambiente em geral, bem como a outros tipos de contaminação (alimentos, etc). Sabe-se que alguns fatores socioeconômicos e culturais têm significativos influencia nos casos de intoxicação. A região nordeste do Brasil tem sido responsável pelo uso crescente dessas substâncias químicas, com conseqüente efeito sobre as populações expostas. Sendo assim, este projeto pretende estudar os impactos sobre negativos do uso de agrotóxicos sobre os ecossistemas e, principalmente, sobre a saúde humana de populações residentes nas áreas de plantação de fumo, soja e fruticultura da região nordeste.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Integrante / Josino Costa Moreira - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2006 - 2008

    Mortalidade por câncer em agricultores da região serrana do estado do Rio de Janeiro, Descrição: A agricultura moderna é altamente dependente do uso de agrotóxicos. Ainda que o uso destes compostos tenha contribuído para o aumento da produtividade agrícola, diversos problemas ambientais e de saúde humana são atribuídos a exposição a tais substâncias. Dentre estes, possíveis efeitos crônicos, como câncer, ainda permanecem um desafio para a comunidade acadêmica de todo o mundo. O uso de agrotóxicos cresce de tal forma acelerada no Brasil, que atualmente ocupamos a quarta colocação no ranking dos países que mais consomem agrotóxicos no mundo. Mesmo assim, estudos que avaliam o impacto do uso destes compostos sobre o perfil de morbi-mortalidade por câncer no Brasil, são raros. Em estudo recente sobre a mortalidade de agricultores da região serrana do estado do Rio de Janeiro, observamos um significativo aumento no risco de morte por câncer de esôfago e estômago, entre agricultores de 30 a 49 e 50 a 69 anos, entre os anos de 1979 e 1998 (Meyer et al.,2003. Environ. Res. 93(3):264-71). Além disso, agricultores de 30 a 49 anos de idade apresentaram um risco mais elevado de morte para os cânceres de fígado, cavidade oral, próstata, testículos, além de leucemia e sarcoma de tecidos moles. Já os agricultores de 50 a 69 anos, também apresentaram uma maior mortalidade por câncer de laringe, cavidade oral e sarcoma de tecidos moles. Devido a limitações inerentes ao desenho de estudo empregado, não é possível fazer afirmações sobre associações causais entre o aumento no risco de morte por câncer, observados na população de agricultores, e a exposição a agrotóxicos. Assim, dando prosseguimento ao estudo anterior e a fim de avançarmos na compreensão das relações entre a exposição a agrotóxicos e o desenvolvimento de câncer em populações brasileiras, propomos um estudo caso-controle nos municípios de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, região de importante atividade agrícola e com uso intensivo de agrotóxicos, situada no estado do Rio de Janeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador., Financiador(es): Instituto Nacional de Câncer - Auxílio financeiro / Fundação Oswaldo Cruz - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2

  • 2006 - Atual

    O perfil de morbi-mortalidade de trabalhadores agrícolas nos Sistemas de Informação em Saúde no Brasil, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador.

  • 2005 - 2007

    Desfechos adversos da gravidez de mulheres expostas a grotóxicos na cidade de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Descrição: Desfechos indesejáveis da gravidez como baixo peso ao nascer, prematuridade e malformações congênitas são importantes fatores de risco para a mortalidade infantil. Por sua vez, tais desfechos adversos podem ser influenciados por uma série de outros fatores durante a gestação. Dentre eles, cabe destacar desnutrição, stress, fumo, uso de drogas ilícitas e exposição a substâncias químicas. A exposição a agrotóxicos durante a gravidez, por exemplo, tem sido associada a vários destes desfechos. O consumo de agrotóxicos no Brasil vem crescendo de forma acelerada nas últimas décadas, de tal forma que hoje ocupamos a quarta colocação no consumo mundial de pesticidas. Ainda que o estado do Rio de Janeiro apresente apenas cerca de 1,6% do consumo observado na região sudeste, este consumo está fortemente concentrado em algumas poucas regiões agrícolas, o que potencializa a exposição da população trabalhadora, mas também residente destas áreas. É o caso, por exemplo, da região serrana do Rio de Janeiro. Este estudo tem por objetivo investigar a associação entre a exposição a agrotóxicos e malformações congênitas, aborto espontâneo, baixo peso ao nascer, parto prematuro e tamanho reduzido para a idade gestacional na cidade de Nova Friburgo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Armando Meyer - Coordenador / Paula de Novaes Sarcinelli - Integrante / Juliana R Chrisman - Integrante., Financiador(es): Fundação Oswaldo Cruz - Cooperação.

  • 1998 - 2003

    Efeitos da exposição a agrotóxicos sobre a saúde de agricultores do Vale do são Lourenço, Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Descrição: Este projeto tem como objetivo avaliar o impacto do uso de agrotóxicos sobre o meio ambiente e a saúde de agricultores e residentes da região agrícola do vale do São Lourenço, município de Nova Friburgo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Armando Meyer - Integrante / Alexandre H Kubota - Integrante / Paula de Novaes Sarcinelli - Integrante / Josino Costa Moreira - Coordenador / Jefferson José Oliveira Silva - Integrante / Jaime Silva de Lima - Integrante / Sergio Rabello Alves - Integrante / Alberto J Araujo - Integrante., Financiador(es): Fundação Oswaldo Cruz - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2

Prêmios

2016

Bolsita de Produtividade em Pesquisa - Nível 2, CNPq.

2013

Bolsita de Produtividade em Pesquisa - Nível 2, CNPQ.

2009

Jovem Cientista do Nosso Estado, FAPERJ.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva. , Avenida Horácio Macedo, S/N, Cidade Universitária, 21941598 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 39389331, URL da Homepage:

Experiência profissional

2020 - Atual

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2015 - 2016

National Institutes Of Health

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2017 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenador de Programa de Pós-Graduação, Carga horária: 16

Outras informações:
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - IESC/UFRJ (Mestrado e Doutorado, Nota 5 da CAPES)

2014 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2006 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto 2, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2011 - 2015

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Diretor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Diretor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, UFRJ

2010 - 2011

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Vice-Diretor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Vice-Diretor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva

Atividades

  • 03/2007

    Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Leituras em Toxicologia

  • 03/2007

    Ensino, Engenharia Ambiental, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Saúde Pública e Meio Ambiente

  • 05/2006

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva.,Linhas de pesquisa

  • 05/2006

    Ensino, Medicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Saúde e Trabalho

1995 - 2006

Fundação Oswaldo Cruz

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 0

Atividades

  • 03/2006

    Ensino, Saúde Pública e Meio Ambiente, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Desenvolvimento de métodos analíticos, Toxicologia Básica

  • 03/1998

    Pesquisa e desenvolvimento, Escola Nacional de Saúde Pública, Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana.,Linhas de pesquisa

  • 03/1998 - 12/2005

    Ensino, Saúde Pública, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de toxicidade, Métodos analíticos aplicados a toxicologia, Toxicologia Básica

  • 09/1999 - 12/2000

    Ensino, Especialização em Saúde do Trabalhador, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Caracterização dos riscos em Avaliação e Gerenciamento de Riscos.

  • 03/1998 - 12/1998

    Outras atividades técnico-científicas , Escola Nacional de Saúde Pública, Escola Nacional de Saúde Pública.,Atividade realizada, Desenvolvimento de bancos de dados para projetos em toxicologia..

  • 08/1998 - 08/1998

    Ensino, Especialização em Saúde do Trabalhador, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Identificação do perigo e Caracterização dos riscos em Avaliação e Gerenciamento de Riscos.

  • 01/1995 - 02/1996

    Estágios , Escola Nacional de Saúde Pública, Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana.,Estágio realizado, Aperfeiçoamento Científico.

1998 - 2006

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Biólogo, Carga horária: 40

Atividades

  • 11/1998 - 05/2006

    Serviços técnicos especializados , Centro Biomédico, Laboratório de Bacteriologia.,Serviço realizado, Análise bacteriológica.