Arnon Marques Antunes

Bacharel Interdisciplinar em Humanidades pela Universidade Federal da Bahia (2017), licenciado em Letras Vernáculas na mesma instituição (2021). Participei de trabalhos de pesquisa em educação por cerca de três anos e atualmente direciono meus interesses para Literatura Brasileira, como mestrando do PPGLitCult, da UFBA, e como professor do ensino básico na rede estadual de ensino.

Informações coletadas do Lattes em 03/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Letras Vernáculas

2018 - Atual

Universidade Federal da Bahia

Graduação em Interdisciplinar em Humanidades

2013 - 2017

Universidade Federal da Bahia

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2008

Rede Genoma de Ensino

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Literatura Brasileira.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Teoria Literária.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Política, Planejamento e Avaliação Educacional/Especialidade: Avaliação de Sistemas, Instituições, Planos e Programas Educacionais.

Participação em eventos

Congresso da UFBA 2021: pesquisa, ensino e extensão. Produções culturais em regime de urgência no Brasil ultracontemporâneo: análise do livro Sessão, de Roy David Frankel, e do documentário O Processo, de Maria Augusta Ramos. 2021. (Congresso).

XIII Seminário de Pesquisa Estudantil em Letras (2020).Produções culturais em regime de urgência no Brasil ultracontemporâneo: análise do livro Sessão, de Roy David Franel. 2020. (Seminário).

Congresso da UFBA 2019: pesquisa, ensino e extensão. A história vista sob a ótica (anti)colonial em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. 2019. (Congresso).

Congresso da UFBA 2018: pesquisa, ensino e extensão. A história vista sob a ótica (anti)colonial em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. 2018. (Congresso).

XII Seminário de Pesquisa Estudantil em Letras (2018).A história vista sob a ótica (anti)colonial em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. 2018. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • ANTUNES, A. M. ; LORDELO, J. A. ; SANTOS, G. F. ; GOMES, L. S. F. E. . A educação contextualizada e a formação do sujeito: para além da aprendizagem escolar. CADERNOS DO CEAS , v. 242, p. 745-768, 2017.

  • LORDELO, J. A. ; ANTUNES, A. M. . Variabilidade de desempenho no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE): uma tentativa de interpretação baseada nos trabalhos de Pierre Bourdieu. In: Cláudia Malbouisson; Gilvanice Musial; Marta Lícia Teles Brito de Jesus. (Org.). Educação superior no pós-cotas: equidade, desempenho e permanência dos estudantes. 1ed.Salvador: EDUFBA, 2017, v. , p. 15-46.

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2020

    Política e cultura no Brasil ultracontemporâneo: um panorama da literatura e do cinema documentário em regime de urgência no pós-2013, Descrição: Em texto publicado em 2016, o crítico literário Luís Augusto Fischer sustenta que falta à geração dos escritores abaixo dos 60 anos no Brasil o tratamento direto de temas atinentes ao Poder, com P maiúsculo, representado pela elite econômica e a classe política nacionais. No entanto, parece se contrapor a essa tese a publicação, a partir de 2013, de uma série de obras que, em regimes discursivos variados, tem como foco os fatos políticos recentemente ocorridos. O mesmo pode ser observado em relação a filmes que vêm sendo lançados ultimamente, alguns deles premiados em festivais. O projeto tem como objetivo analisar essa variada produção, a partir de uma perspectiva comparatista, focalizando obras literárias e documentários sobre eventos políticos ocorridos no Brasil a partir de 2013, destacando-se as Jornadas de Junho, o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e a prisão do ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Com esse estudo, pretende-se traçar um panorama das relações entre arte e engajamento político-ideológico na contemporaneidade, analisando a distinção entre o realismo produzido na literatura brasileira, do século XIX até os anos 1970 e o paradigma interpretativo que vem sendo construído para os atuais processos de representação do "real". Como subsídios teóricos, além dos autores que discutem a questão dos novos realismos, pretendemos estudar com maior profundidade os conceitos de multidão, tal como desenvolvido por filósofos como Antonio Negri, Michael Hardt, Paolo Virno, Roberto Esposito e outros pensadores. Da mesma forma, o conceito de comunidade, em suas várias vertentes, deve ser acionado para analisar o corpus da pesquisa, assim como o de "estado de exceção", como proposta por Giorgio Agamben, na esteira de Walter Benjamin e Michel Foucault, para compreender os processos biopolíticos que hoje incidem sobre os sujeitos marginalizados pelo Estado e os modos de reação ativados pela biopotência dos corpos por eles atingidos. PLANO: Produções culturais em regime de urgência no Brasil ultracontemporâneo: análise do livro Sessão, de Roy David Frankel, e do documentário O processo, de Maria Augusta Ramos. RESUMO: A pesquisa tem como objetivo realizar uma análise do livro de poemas Sessão, publicado em 2017 por Roy David Frankel, e do documentário O processo, realizado por Maria Augusta Ramos e lançado em 2018, com vistas a compreender como a intelectualidade brasileira vem respondendo aos acontecimentos políticos ocorridos no país a partir de 2013 e como se enfrentam as narrativas construídas pelo autor e pela diretora das obras estudadas sobre o processo de aprovação do impeachment da Presidente Dilma, ocorrido em 2016. Para tanto, o aluno deve ler, fichar e analisar textos teóricos sobre os novos realismos presentes na literatura e no cinema documentário contemporâneos , buscando situar as obras estudadas no âmbito dessa discussão, de modo a compreender os deslocamentos ocorridos no presente em relação às formas de representação cultural dos eventos políticos dos anos 1960/70. Além disso, deverá realizar estudos sobre os conceitos teóricos de multidão, comunidade, estado de exceção, dentre outros, para interpretar as obras que compõem o corpus de análise.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Arnon Marques Antunes - Integrante / Rachel Esteves Lima - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2018 - 2019

    Gestos críticos: teoria e arte anticoloniais nos Trópicos, Descrição: Neste projeto de pesquisa propõe-se uma revisão sobre a teoria anticolonial no Brasil concomitante à análise de obras artísticas que exercitem o gesto crítico de reescrita da história. Sem pretender filiações conceituais uníssonas, a ideia de cultura abarcará gestos político-estéticos que reveem paradigmas críticos, historiográficos, imagéticos (nos diversos campos da arte ou da história); ou que capturem autores que promovam a descontinuidade no literário provocando, assim, a contínua expansão do campo para além dos formatos tradicionais; ou de narrativas/ obras que abordem a história do Brasil buscando sublevações poético-políticas. Interessa-nos todo tipo de produção que problematiza a permanência do colonial em vários níveis da vida. Para tanto, autores como Frantz Fanon, Aníbal Quijano, Walter Mignolo, Enrique Dussel, João José Reis, Manoela Carneiro da Cunha, Kabengele Munanga, Silviano Santiago, dentre outros, nos auxiliarão a pensar em outras dimensões valorativas para lidarmos com o lugar de produção e de experiência brasileiros e latino-americanos. Alinhavar afinidades que encontram ? no trato com a memória nacional ? a vontade de reverter um projeto de matrizes colonialistas que se recicla de tempos em tempos, focar no trabalho daqueles que pensaram na contramão do sistema hegemônico resistindo à supremacia dos saberes e dos comportamentos nos fará meditar sobre as manifestações anticoloniais espalhadas pelo território nacional. PLANO: A história vista pela ótica (anti)colonial em Inferno Provisório, de Luiz Ruffato. RESUMO: O objetivo deste trabalho é apresentar uma leitura da obra Inferno Provisório, de Luiz Ruffato (2016), desde uma perspectiva anticolonial. O livro, publicado em cinco volumes ao longo da década de 2000 (ganhando edição definitiva, reunida e reelaborada, em 2016), reúne contos que dialogam com cerca de cinquenta anos da história brasileira (1950-2000) a partir de um determinado recorte social: o mundo daqueles que vieram a constituir parte do proletariado urbano ou, nos termos do autor, ?o universo que conheço, o do trabalhador urbano, os sonhos e pesadelos da classe média baixa, esse recorte social indefinido, com todos os seus preconceitos e toda a sua tragédia? (2008). Trabalhou-se, portanto, com a hipótese de Walter Mignolo (2003) de que a prática literária pode valer-se da diferença colonial (grosso modo, posições desprestigiadas dentro do sistema de poder global) como forma particular de produção de conhecimento, permitindo uma articulação crítica e produtiva entre a obra e a leitura histórica corrente sobre o período. Este ponto de vista, marcado por experiências como a migração para as cidades e a execução de trabalhos de baixo prestígio, foi construído a partir da leitura de três contos presentes na obra ? ?Uma fábula?, ?A mancha? e ?Amigos? ? e dos diálogos com a fortuna crítica de Inferno Provisório, sobretudo POKULAT (2016) e LOBO (2016). A partir dos contos, sua inserção em Inferno Provisório e os diálogos com outras leituras, pudemos reavaliar alguns efeitos da permanência de estruturas coloniais nas histórias e nas vidas dos trabalhadores urbanos brasileiros do séc. XX, pela maneira como são narrados os processos de modernização, urbanização e industrialização no período. Finalmente, a partir de Walter Benjamin (1987), destacamos a inserção deste tipo de produção na contemporaneidade, colocando em destaque seus diálogos com outras produções minoritárias e seus atritos com a narrativa homogeneizante do progresso nacional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Arnon Marques Antunes - Integrante / Ana Lígia Leite e Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - Bolsa.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - 2020

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação científica, Carga horária: 20

2018 - 2019

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação científica, Carga horária: 20