Maria de Fátima de Araújo
Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e Mestre em Botânica por esta mesma instituição. Doutorado em Biologia vegetal pela Universidade Federal de Pernambuco (2009). Professora associada da Universidade Federal de Campina Grande-PB, lotada na Unidade Acadêmica de Ciências Biológicas . Sou curadora do Herbário Rita Baltazar de Lima- CSTR/UFCG, desenvolvo e participo de projetos de ensino, pesquisa e extensão com florística, morfologia vegetal, ensino de botânica, taxonomia e sistemática de Angiospermas na região Nordeste. Atuo principalmente em estudos sobre a flora de inselbergues da Caatinga paraibana e a taxonomia da família Euphorbiaceae no semiárido brasileiro. Membro da Sociedade Botânica do Brasil.
Informações coletadas do Lattes em 13/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Biologia Vegetal
2005 - 2009
Universidade Federal de Pernambuco
Título: Diversidade de Euphorbiaceae s.l. no Nordeste do Brasil
, Ano de obtenção: 2009. Marccus Vinícius da Silva Alves. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Mestrado em Biodiversidade
1998 - 2001
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Título: Estudos Taxonômicos do gênero Croton L. (Crotonoideae-Euphorbiaceae) nas zonas do Litoral e Mata de Pernambuco-Brasil, Ano de Obtenção: 2001
Orientador: Margareth Ferreira de Sales
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Croton; Euphorbiaceae; Taxonomia; Pernambuco.
Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas
1991 - 1996
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Título: A Família Euphorbiaceae Juss. nos Brejos de Altitude de Pernambuco
Orientador: Margareth Ferreira de Sales
Formação complementar
2021 -
Fitoterapia e prescrição de fitoterápicos. (Carga horária: 600h). , Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, FAMEESP, Brasil.
2020 - 2020
Extensão universitária em Saberes Tradicionais e Cura: Diálogos Epistemológicos e Práticos. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.
2009 - 2009
Nomenclatura Botanica. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Taxonomia Vegetal/Especialidade: Taxonomia de Fanerógamos.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Florística.
Organização de eventos
LUCENA, M. F. A. ; SILVA, A. S. ; ALENCAR JUNIOR, E. ; BEZERRA FILHO, E. F. ; OLIVEIRA, C. H. S. . Flora da Caatinga. 2024. .
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A. ; SILVA, A. S. ; ALENCAR JUNIOR, E. ; BEZERRA FILHO, E. F. . Exposição Flora da Caatinga. 2024. (Exposição).
LUCENA, MARIA F A ; OLIVEIRA, C. H. S. ; FARIAS, J. S. ; GOMES, P. L. ; CAVALCANTE, M. B. . I FEIRA CULTURAL DO CENTRO DE SAÚDE E TECNOLOGIA RURAL DA UFCG. 2022. .
KERPEL, S. M. ; SILVA, E. ; MEDEIROS, R. S. ; LUCENA, M. F. A. ; ABRANTES, S. H. F. ; SANTOS, U. . I SEMINÁRIOS INTEGRADOS DE BIOLOGIA. 2020. (Outro).
Maria de Fátima de Araújo Lucena ; MELO, J. I. M. ; MARINHO, M. G. V. ; SOUSA, J. M. ; QUEIROZ, R. T. ; MACIEL, J. R. ; BRITO JUNIOR, L. ; KERPEL, S. M. ; LUCIO, A. M. F. N. ; MARIANO, E. F. ; SILVA, R. F. L. ; FERNANDO, E. M. P. ; LACERDA, A. V. ; SILVA, J. M. ; SILVA, F. G. . II Seminário Internacional de Gestão de acervos Científicos. 2018. (Outro).
Maria de Fátima de Araújo Lucena . Um olhar sobre a flora e a vegetação do município de Patos. 2013. (Exposição).
FARIAS, S. T. ; SOUSA, J. M. ; MARIANO, E. F. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena ; ABRANTES, S. H. F. ; BRITO JUNIOR, L. . I INTERNATIONAL SYMPOSIUM EVOLUTIONARY BIOLOGY. 2012. (Congresso).
Maria de Fátima de Araújo Lucena ; ALVES, M. ; MELO, J. I. M. . I Workshop de Taxonomistas vegetais do nordeste setentrional. Tema: PROPOSTA DE ATUAÇÃO EM REDE DOS PROFISSIONAIS DO NORDESTE SETENTRIONAL-PERSPECTIVA FUTURA. 2011. (Outro).
Participação em eventos
75 Congresso Nacional de Botânica. Extensão e Divulgação Científica no Herbário CSTR: Experiências Exitosas,. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. Palinologia de espécies de Rubiaceae em um fragmento de mata ciliar do PARNA da Serra do Teixeira, Parnaíba, Brasil,.. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. Florística de um fragmento de mata ciliar do Parque Nacional da Serra do Teixeira, Paraíba , Brasil.. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. Cactaceae Juss. no Sítio Arqueológico Mirador, fragmento de caatinga do Seridó Potiguar,. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. O Herbário CSTR como ferramenta de ensino de Botânica: um olhar para a evolução das angiospermas. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. Sítio Arqueológico Mirador, Seridó Potiguar: Florística de Trepadeiras, seus frutos e Sindromes de dispersão. 2025. (Congresso).
75 Congresso Nacional de Botânica. Carpoteca didática do Herbário CSTR:Diversidade e contribuições ao ensino de Botânica. 2025. (Congresso).
II Encontro Estadual de Educação Ambiental e III Fórum Paraibano de Arborização. 2025. (Encontro).
Nossa Riquezas Naturais-PRACIÊNCIA. Os herbários como coleções botãnicas da nossa biodiversidade. 2024. (Exposição).
XVI Encontro de Extensão Universitária da Universidade Federal de Campina Grande.Os desafios da Extensão Brasileira frente à curricularização e às mudanças paradigmáticas.A ESCOLA E A CIÊNCIA CIDADÃ: EXTENSÃO PARA PRESERVAÇÃO. 2023. (Encontro).
Congresso Digital para Educadores. 2020. (Congresso).
I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL ONLINE DE ETNOBIOLOGIA. 2020. (Outra).
I Simpósio de restauração ecológica de áreas do semiárido.AS ÁRVORES DO CAMPUS CSTR: CONHECER PARA VALORIZAR E PRESERVAR. 2019. (Simpósio).
69 Congresso Nacional de Botânica. Checklist da Flora de um inselbergue paraibano: Dados preliminares. 2018. (Congresso).
I Simpósio de Coleções Biológicas do Nordeste.HERBÁRIOS DO NORDESTE. 2018. (Simpósio).
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.Biologia e Conservação da Caatinga: Desafio e Potencial Socioeconômico. 2018. (Outra).
VI CONGRESSO MUNDIAL DE BIOÉTICA E DIREITO ANIMAL. 2018. (Congresso).
Congresso Internacional da Diversidade do Semiárido. AFLORAMENTOS ROCHOSOS DO MUNICÍPIO DE PATOS, PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL: RIQUEZA FLORÍSTICA E CONSERVAÇÃO.. 2016. (Congresso).
I Congresso Internacional de Diversidade do Semiárido. A FAMÍLIA ASTERACEAE BERCHT. & PRESEL. NA FAZENDA ABA, MUNICÍPIO DE PASSAGEM, NORDESTE DO BRASIL.. 2016. (Congresso).
I Congresso Internacional de Diversidade do Semiárido. AFLORAMENTOS ROCHOSOS DO MUNICÍPIO DE PATOS, PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL: RIQUEZA FLORÍSTICA E CONSERVAÇÃO. 2016. (Congresso).
I Congresso Internacional de Diversidade do Semiárido. A FAMÍLIA BIGNONIACEAE JUSS. EM UMA ÁREA DE CAATINGA DE ALTA IMPORTÂNCIA BIOLÓOGICA NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO. 2016. (Congresso).
I Congresso Internacional de Diversidade do Semiárido. A FAMÍLIA ASTERACEAE BERCHT. & PRESEL. NA FAZENDA ABA, MUNICÍPIO DE PASSAGEM, NORDESTE DO BRASIL.. 2016. (Congresso).
I Congresso Internacional de Diversidade do Semiárido. BROMELIACEAE JUSS. DA FAZENDA ABA NO MUNICÍPIO DE PASSAGEM, PARAIBA, BRASIL. 2016. (Congresso).
I Encontro de Ciências Biológicas do Sertão Paraibano.Flora Herbácea de uma área de Caatinga na mesorregião do sertão paraibano. 2016. (Encontro).
1st World Congress on Bromeliaceae Evolution. The monodominance of Encholirium spectabilis Mart. ex Schult. in inselbergs from an area of the semi-arid in Northeastern Brazil.. 2015. (Congresso).
Encontro de Ciências Ecológicas..COMPOSIÇÃO DA FLORA AQUÁTICA E SUA RELAÇÃO COM A FAUNA EM UM TRECHO DO RIO PIRANHAS NO SERTÃO PARAIBANO. 2015. (Encontro).
Encontro de Ciências Ecológicas..COMPOSIÇÃO DA FLORA AQUÁTICA E SUA RELAÇÃO COM A FAUNA EM UM TRECHO DO RIO PIRANHAS NO SERTÃO PARAIBANO. 2015. (Encontro).
Encontro de Ciências Ecológicas..INFLUÊNCIAS DO REGIME DE CHUVAS NA COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM DA MATA CILIAR DO RIO PIRANHAS, NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO, PARAÍBA.. 2015. (Encontro).
I Congresso de Educação das Faculdades Integradas de Patos-Pb. 2015. (Congresso).
I Congresso de Limnologia e Botânica da Paraíba. Novas Ocorrências de Angiospermas para a Caatinga e Estado da Paraíba. 2015. (Congresso).
I Seminário Internacional de Gestão de acervos científicos. 2015. (Seminário).
VIII Encontro de Extensão Universitária da Universidade Federal de Campina Grande: o PROTAGONISMO DA EXTENSÃO E OS IMPACTOS SOCIAIS..Análise de levantamentos florísticos em inselbergues no Estado da Paraíba, nordeste brasileiro: Identificação de espécies ameaçadas de extinção.. 2014. (Encontro).
XI Congresso Latino Americano de Botânica. TAXONOMIA DAS ESPÉCIES DE MONOCOTILEDÔNEAS DOS INSELBERGUES DE PATOS, MESOREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO. 2014. (Congresso).
XI Congresso latino Americano de Botânica/ LXV Congresso Nacional de Botânica. FLORA DO ESTRATO HERBÁCEO DE UM INSELBERG NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. 2014. (Congresso).
XI Congresso latino Americano de Botânica/ LXV Congresso Nacional de Botânica. LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DE UM TRECHO DE MATA CILIAR NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO. 2014. (Congresso).
I Seminário Regional sobre Educação e Sustentabilidade.Flora do Bioma Caatinga. 2013. (Seminário).
IV Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga. 2013. (Outra).
X Congresso de Iniciação Científica da Universidade Federal de Campina Grande. Flora Vascular de um inselbergue na mesorregião do sertão paraibano, nordeste do Brasil. 2013. (Congresso).
1º ENCONTRO DE BIOCLIMATOLOGIA DO CENTRO DE SAÚDE E TECNOLOGIA RURAL DA UFCG. 2012. (Encontro).
63 Congresso Nacional de Botânica. Macrófitas aquáticas do município de Patos-Paraíba, Brasil. 2012. (Congresso).
63 Congresso Nacional de Botânica. Levantamento preliminar da flora vascular de um inselbergue na mesorregião do sertão paraibano, nordeste do Brasil.. 2012. (Congresso).
63 Congresso Nacional de Botânica. A Família Bignoniaceae Juss. na flora dos inselbergues de Patos-Paraíba. 2012. (Congresso).
I Evento de Bioclimatologia do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da UFCG. 2012. (Encontro).
62 Congresso Nacional de Botânica. Flora do estrato herbáceo da RPPN Fazenda Tamanduá, município de Santa Terezinha, Paraíba. 2011. (Congresso).
XXXIII Reunião Nordestina de Botânica.Diversidade e Conservação da Flora Nordestina. 2010. (Outra).
60 Congresso Nacional de Botanica. Boraginaceae e Verbenaceae s.l. em uma area de Floresta Atlantica do Estado de Pernambuco, Brasil.. 2009. (Congresso).
53 Congresso Brasileiro de Genética. SELEÇÃO DE PRIMERS PARA ANÁLISES POPULACIONAIS EM DUAS ESPÉCIES DE CHAMAESYCE HIRTA E C. THYMIFOLIA (EUPHORBIACEAE) POTENCIALMENTE ÚTEIS COMO BIOINDICADORAS DE AMBIENTES ANTROPIZADOS.. 2007. (Congresso).
57 Congresso Nacional de Botânica. Flora e Vegetação de Áreas Prioritárias para Conservação do Bioma Caatinga:Mirandiba-PE, um estudo de caso. 2006. (Congresso).
57 Congresso Nacional de Botânica. Panorama da Famíla Euphorbiaceae no município de Mirandiba-PE: Contribuição ao conhecimento de uma área prioritária para conservação do Bioma Caatinga. 2006. (Congresso).
50º Congresso Nacional de Botânica. Flora das áreas de restinga no estado de Pernambuco-Dados Preliminares. 1999. (Congresso).
47º Congresso Nacional de Botânica. Estudo Taxonômico da família Euphorbiaceae Juss. nos brejos de altitude de Pernambuco.. 1996. (Congresso).
Participação em bancas
MELO, J. I. M.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; SEVERIANO, J. S.. Sida L. sect. MalacroideaeG. Don. (Malvaceae, Malvoideae) nas Caatingas do Nordeste Brasileiro. 2020. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Ecologia e Conservação) - Universidade Estadual da Paraíba.
MELO, J. I. M.; MENDES, D. L.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A.; SANTOS, C. A. G.. Sinopse Taxonômica de Malpighiaceae Juss. para o Estado da Paraíba. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Ecologia e Conservação) - Universidade Estadual da Paraíba.
AGRA, M. F.; FELIX, L. P.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO. A TRIBO BIGNONIEAE 9BIGNONIACEAE NO PICO DO JABRE: TAXONOMIA E MORFOANATOMIA FOLIAR. 2019. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade) - Universidade Federal da Paraíba.
MELO, J. I. M.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A.; QUEIROZ, R. T.. Estudo Taxonõmico de Lamiaceae Martinov no Estado da Paraíba - Brasil. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Ecologia e Conservação) - Universidade Estadual da Paraíba.
MELO, J. I. M.; QUEIROZ, R. T.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Composição e similaridade florística, síndromes de polinização e dispersão de Fabaceae Lindl em um ambiente rochoso do semiárido paraibano. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Ecologia e Conservação) - Universidade Estadual da Paraíba.
MELO, J. I. M.; QUEIROZ, R. T.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A.. Estudo Taxonômico de Lamiaceae Martinov no Estado da Paraíba - Brasil. 2017.
SALES, M. F.; ZICKEL, C. S.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; ABREU, M. C.. Taxonomia de Croton sect. Ocalia (Klotzsch)Baill. no Brasil e Croton sect. Geiseleria (A. Gray) Baill. s.l. (Euphorbiaceae) no Nordeste do Brasil.. 2012. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; Lopes, K. P.; LUCIO, A. M. F. N.. Caracterização da Arborização de duas agrovilas no semiárido paraibano. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.; NOBREGA, A. M.. Estudos Etnobotânicos e prospecção fitoquímica de plantas utilizadas pela comunidade do Horto, município de Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Campina Grande.
MORIM, M. P.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Myrtaceae na Floresta Atlântica de Terras Baixas do Estado de Pernambuco. 2011. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Pernambuco.
MELO, A. L.; ZICKEL, C. S.; Barreto, R. C.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Consideracoes Filogeneticas e Taxonomicas na Tribo Hureae Dumort. (Euphorbioideae-Euphorbiaceae). 2010. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
GALVINCIO , J. D.; PINTO, V.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A.; MACIEL, J. R.; OLIVEIRA , T. H.. ANÁLISE DA VEGETAÇÃO NATIVA NO NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO CABROBÓ: ferramentas para a conservação da Caatinga. 2020. Tese (Doutorado em PRODEMA) - Universidade Federal de Pernambuco.
FORZZA, R.; BARBOSA, M. R. V.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; ZICKEL, C. S.;ALVES, M.. Taxonomia e Filogenia de Pouteria Aubl. para a Mata Atlântica do Nordeste Setentrional, Brasil. 2012. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Pernambuco.
ALMEIDA-CORTEZ, J. S.; PIMENTEL, R. M. M.; SILVA, S. I.; ARAUJO, E. L.; SILVA, N. H.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Interação Trófica, Composição química e ultraestrutura de ceras epicuticulares em espécies de Euphorbiaceae. 2011. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Pernambuco.
CHRISTIANINI, A. V.; ZICKEL, C. S.; TABARELLI, M.; LOPES, A. V.; CORTEZ, J.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Influencia das especies de formigas dispersoras de sementes na distribuicao espacial, crescimento e sobrevivencia de plantulas de Euphorbiaceae no semi-arido nordestino.. 2010. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Pernambuco.
KERPEL, S. M.; KOKUBUM, M. N. C.;LUCENA, M. F. A.. HISTÓRIA NATURAL DE UMA TAXOCENOSE DE RÉPTEIS SQUAMATA NO SERTÃO DO SERIDÓ;. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
SOUSA, M. A. N.; OLIVEIRA FILHO, A. A.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. A nálise da toxicidade de extratos aquosos vegetais em sistema Allium cepa. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
SOUSA, M. A. N.; OLIVEIRA FILHO, A. A.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A.. Avaliação da toxidade de plantas medicinais em bioensaio animal e vegetal. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
MELO, J. I. M.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; COSTA, F. C. P.. A TRIBO BIGNONIEAE (BIGNONIACEAE) NO ESTADO DA PARAIBA. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual da Paraíba.
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO; MOURA, F. M. S.; BRITO JUNIOR, L.. A inserção do Brasil em análise biogeográficas globais de térmitas. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO; MARINHO, M. G. V.; OLIVEIRA FILHO, A. A.. Etnobotânica de plantas medicinais e análise fitoquímica de Jacaranda duckei Vattimo e Cnidoscolus quercifolius Pohl em São Bento, Paraíba. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO; KERPEL, S. M.; MOURA, F. M. S.. A representatividade das borboletas da coleção do Laboratório de Ecologia e Interação de Insetos da Caatinga-UFCG. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
LUCENA, D. S.; MARINHO, M. G. V.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO. Composição Florística de um inselbergue na caatinga paraibana. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
MARINHO, M. G. V.; LIMA, N. A.;LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO. Percepção socioambiental de resíduos sólidos domésticos em comunidades do Sertão Paraibano. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.; OLIVEIRA FILHO, A. A.. Etnobotânica de Plantas Medicinais e análise fitoquímica de Gossypium hirsutum L. utilizada pelos moradores da comunidade Saquinho, município de Itaporanga, Paraíba.. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
KERPEL, S. M.; MOURA, F. M. S.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Amplitude do uso de recursos florais, variação sazonal e potencial de polinização de Heraclides himeros baia (Rothschild & Jordan, 1906). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.; LUCENA, D. S.. Taxonomia de Apocynaceae Juss. nos inselbergues do Município de Patos, Paraíba, Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.; SILVA, F. G.. Fabaceae (Mimosoideae) em áreas de afloramentos rochosos no município de Patos, Nordeste do Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.; SILVA, F. G.. Fabaceae (Mimosoideae) em áreas de afloramentos rochosos no município de Patos, Nordeste do Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
LIMA, J. R.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARACAJA, P. B.. Fitossociologia do componente lenhoso de uma área de Caatinga no Estado da Paraíba, Brasil. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.
LIMA, J. R.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARACAJA, P. B.. Florística e Fitossociologia do componente herbáceo em uma área de Caatinga no Estado da Paraíba. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; GUEDES, R. S.; CUNHA, M. C. L.. Estrutura da vegetação em duas áreas de fragmento de caatinga alterado na fazenda Nupeárido, Patos - PB. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Campina Grande.
SILVA, E.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; SANTOS, R. V.. Efeitos Ecotoxicológicos de Elementos Traço T´xicos (Cd, Pb) na germinação de sementes da espécie Florestal Nativa Schinus terebenthifolia. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
CUNHA, M. C. L.; VIEGAS, R. A.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Fenologia, Biometria de Diásporos e morfologia de plântulas de espécies da Floresta Estacional Semidecidual Montana do Pico do Jabre. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Campina Grande.
MELO, J. I. M.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; COELHO, D.. A Família Asteraceae Bercht & J. Presl. em áreas de afloramentos rochosos na Caatinga Paraibana:Morfologia, Riqueza e Distribuição. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual da Paraíba.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; MARINHO, M. G. V.. Estudo etnobotânico de Plantas medicinais em comunidades do sertão paraibano- Brasil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande.
ALVES, M.; MELO, A.; ABREU, M. C.; VITAL, M. T. A. B.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Flora da Usina Sao Jose. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciencias Biologicas) - Universidade Federal de Pernambuco.
ARAUJO, D. A.; ALVES, M. V.; SILVA, M. B. C.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Variabilidade Morfológica em Passiflora foetida L. Quantas variedades existem em Pernambuco. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Silva, M.F.C.; PEREIRA, R. C. A.;Maria de Fátima de Araújo Lucena; ZICKEL, C. S.. Levantamento da Tribo Senecioneae Cassini (Asteraceae) no estado de Pernambuco. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Maria de Fátima de Araújo Lucena. Ação antifúngica da própolis da Apis mellifera e Melipona scutellaris, frente a leveduras e dermatófitos.. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Maria de Fátima de Araújo Lucena; ZICKEL, C. S.. Levantamento Taxonômico da Subtribo Myrciinae (Myrtaceae) nos Brejos de Altitude de Pernambuco.. 1997. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.
GALVINCIO, J. D.; OLIVEIRA, V. S.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Análise da Vegetação Nativa no Núcleo de Desertificação de Cabrobó: Ferramentas para a conservação da Caatinga. 2018. Universidade Federal de Pernambuco.
MARINHO, M. G. V.; NOBREGA, A. M.;Maria de Fátima de Araújo Lucena. Estudos Etnobotanicos e prospeccao fitoquimica de plantas medicinais, alimenticias e toxicas utilizadas pela comunidade do horto, no municipio de Juazeiro do Norte-Ceara. 2010. Universidade Federal de Campina Grande.
Orientou
LIANAS DE UMA FLORESTA CILIAR NA MICRORREGIÃO DA DEPRESSÃO DO ALTO PIRANHAS, PARAÍBA, BRASIL; Início: 2014; Dissertação (Mestrado em Biologia Vegetal) - Universidade Federal de Pernambuco, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);
Florística de um trecho de mata ciliar na mesorregião do sertão paraibano; Início: 2015; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Flora dos inselbergues na microrregião de Patos - Paraíba: Apocynaceae; Início: 2015; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Aspectos Biogeográficos de Schinopsis brasiliensis Engl; no Estado da Paraíba, nordeste do Brasil; Início: 2015; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
A família Fabaceae Lindl; (Mimosoideae) em áreas de inselbergues na microrregião de Patos, Paraíba, Brasil; Início: 2015; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
A Família Bignoniaceae Juss; na flora dos inselbergues do município de Patos-PB; Início: 2012; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Flora dos Inselbergues de Patos, Paraíba: Monocotiledôneas; Início: 2012; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
A Família Acanthaceae Juss; na flora dos inselbergues de Patos, Paraíba, Brasil; Início: 2012; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Acaraú; (Orientador);
Mapeamento das áreas verdes de algumas escolas municipais de Patos-Paraíba: Uma experiência Sócio-Educativa; ; Início: 2011; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Macrófitas aquáticas do município de Patos; Início: 2011; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Florística de uma mata ciliar em área de caatinga do município de Pombal, Paraíba; Início: 2011; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);
Composição Florística do Sítio Arqueológico Mirador, Geoparque do Seridó, Parelhas-RN; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
PLANTAS PARASITAS NA FLORA DOS INSELBERGS DO MUNICÍPIO DE PATOS, PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL; Início: 2023; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Plantas Exóticas e invasoras em áreas de inselbergues na mesorregião do sertão paraibano, nordeste do Brasil; Início: 2015; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Trepadeiras herbáceas e lenhosas de afloramentos rochosos na mesorregião do sertão paraibano, nordesete do Brasil; Início: 2013; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Flora do estrato herbáceo da RPPN Fazenda Tamanduá, município de Santa Terezinha,Paraíba; Início: 2011; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Inclusão de Espécimes do herbário CSTR-Rita Baltazar de Lima na Plataforma Specieslink:Contribuição aos Herbários Virtuais; Início: 2020; Orientação de outra natureza; Universidade Federal de Campina Grande; INCT-Herbário Virtual da Flora e dos Fungos; (Orientador);
Diagnóstico sócio-ambiental da comunidade de marisqueiras da praia de mangue seco, nova cruz II, Igarassu-Pernambuco; ; 2005; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão Ambiental) - Faculdade Frassinetti do Recife; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
JOGOS DIDÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE BIOLOGIA: REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
; A Botânica nas músicas de Luiz Gonzaga; ; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
CRIAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS COMO INSTRUMENTO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO PARA A MELHORIA DO ENSINO DE BOTÂNICA; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
PLANTAS PARASITAS NA FLORA DOS INSELBERGS DO MUNICÍPIO DE PATOS, PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Desertificação: Um estudo de caso no município de São José do Sabugi, Paraíba, Brasil; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
AA MUSICALIDADE COMO FERRAMENTA MOTIVACIONAL PARA A BOTÂNICA: UMA EXPERIÊNCIA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
DIREITOS DOS ANIMAIS: INTER-RELAÇÕES ENTRE ANIMAIS HUMANOS E NÃO HUMANOS; ; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
ANÁLISE SOBRE O CONHECIMENTO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE POMBAL ? PB SOBRE RESÍDUOS; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
FLORA DE UMA ÁREA DE CAATINGA NO VALE DO PAJEÚ, PERNAMBUCO, BRASIL; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DE UMA ÁREA DE CAATINGA DE ALTA IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Tipologia de frutos em inselbergs na mesorregião do sertão paraibano; abordagem morfológica e ecológica; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Checklist da Flora da mesorregião do sertão paraibano, nordeste brasileiro: Composição, distribuição, status de conservação e origem; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Distribuição Real e Potencial de Schinopsis brasiliensis Engl; (Anacardiaceae) no Estado da Paraiba; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Taxonomia das espécies de monocotiledôneas dos inselbergues de Patos, mesorregião do sertão paraibano; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Fundação Grupo o Boticário de proteção à natureza; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Macrófitas aquáticas do município de Patos, Paraíba, Brasil; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
DIVERSIDADE FLORÍSTICA EDE ILHAS DE VEGETAÇÃO EM UM INSELBERGUE NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL; ; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Composição florística de um inselbergue na mesorregião do sertão Paraibano; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Flora Vascular de um inselbergue no município de Patos, mesorregião do sertão paraibano, nordeste do Brasil; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Florística de uma área de mata ciliar no semiárido paraibano; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
SIMILARIDADE FLORÍSTICA ENTRE INSELBERGS DO ESTADO DA PARAÍBA; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
Composição Florística de um inselbergue na caatinga paraibana; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
PLANTAS EXÓTICAS E INVASORAS DOS INSELBERGS DE PATOS, PARAÍBA, BRASIL; ; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
DIVERSIDADE DE TREPADEIRAS HERBÁCEAS E LENHOSAS EM AFLORAMENTOS ROCHOSOS GRANÍTICOS EM ÁREAS DE CAATINGA NO SERTÃO PARAIBANO; MAIO DE; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria de Fátima de Araújo;
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FERNANDO, E. M. P. ; MAMEDE, M. L. ; COSTA, S. L. ; LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A. ; LOHMANN, L. G. . A FAMÍLIA BIGNONIACEAE JUSS. EM UMA ÁREA DE CAATINGA DE ALTA IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA NO SERTÃO PARAIBANO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FERNANDO, E. M. P. ; CAMPOS, K. G. ; MAMEDE, M. L. ; SOUSA, I. J. M. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Checklist das espécies de Euphorbiaceae Juss. em uma área de Caatinga no sertão paraibano. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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FERNANDO, E. M. P. ; CAMPOS, K. G. ; LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO ; LUCENA JUNIOR, D. P. ; VITAL, M. T. A. B. . Convolvulaceae em uma área de Caatinga na mesorregião do sertão paraibano. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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FERNANDO, E. M. P. ; CAMPOS, K. G. ; MAMEDE, M. L. ; LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO . FLORÍSTICA DO ESTRATO ARBÓREO DA FAZENDA ABA, MUNICÍPIO DE PASSAGEM, PARAÍBA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FERNANDO, E. M. P. ; CAMPOS, K. G. ; MAMEDE, M. L. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . FLORA ARBÓREA EM UMA ÁREA DE CERRADO, NO ESTADO DO MARANHÃO, NORDESTE DO BRASIL. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FERNANDO, E. M. P. ; LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO . LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DE UMA ÁREA DE CAATINGA NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO: DADOS PRELIMINARES. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SOUSA, D. F. ; SILVA, R. F. L. ; SOARES, A. C. S. ; FERNANDO, E. M. P. ; LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE ARAÚJO . FLORA DO ESTRATO HERBÁCEO DE UM INSELBERG NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FERNANDO, E. M. P. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Levantamento Florístico de uma área de alta importância biológica na mesorregião do sertão paraibano. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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SILVA, J. M. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Análise de levantamentos florísticos de inselbergues no Estado da Paraíba: Identificação de espécies endêmicas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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LUCENA, D. S. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Flora do estrato herbáceo da RPPN Fazenda Tamanduá, município de Santa Terezinha, Paraíba. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Maria de Fátima de Araújo Lucena ; GOMES, A. P. S. ; MELO, A. L. ; OLIVEIRA, M. A. ; SACRAMENTO, A. C. ; FIGUEIREDO, L. S. . Avaliação dos remanescentes de Mata Atlântica da APA de Guadalupe-Tamandaré / PE. 2000 (Diagnóstico Sócio-Ambiental).
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Maria de Fátima de Araújo Lucena ; TAVARES, M. C. G. . Diagnóstico do Meio Biótico e Análise dos Aspectos legais Ambientais da Estação de Tratamento de Esgoto/ Praia dos Carneiros, Tamandaré ? PE. 1999 (Diagnóstico Sócio-Ambiental).
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Maria de Fátima de Araújo Lucena ; GOMES, A. P. S. ; MELO, A. L. ; FIGUEIREDO, L. S. . Diagnóstico Sócio-ambiental e Mapeamento das Potencialidades e Restrições de Uso da Área Piloto da RBMA ? Complexo de Igarassu, Itapissuma e Itamaracá ? PE. 1998 (Diagnóstico Sócio-Ambiental).
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Maria de Fátima de Araújo Lucena ; GOMES, A. P. S. ; MELO, A. L. ; FIGUEIREDO, L. S. . Consolidação das Unidades de Conservação na Área Piloto da RBMA Complexo de Igarassu, Itapissuma e Itamaracá ? PE. 1998 (Diagnóstico Sócio-Ambiental).
Outras produções
Maria de Fátima de Araújo Lucena . PROJETO: APOIO A CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA FLORESTA ATLÂNTICA DE PERNAMBUCO. 2009.
Maria de Fátima de Araújo Lucena ; OLIVEIRA, M. A. ; DEUS, A. C. ; PESSOA, L. M. . Levantamento Florístico, Fitossociológico e Pedológico nas áreas de Reserva Legal dos projetos irrigados de Itaparica?BA. 2007.
RODAL, M. J. N. ; SALES, M. F. ; DEUS, A. C. ; PESSOA, L. M. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Projeto Gasoduto Nordestão II. 2005.
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A. . A exuberância da flora paraibana. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
LUCENA, MARIA DE FÁTIMA DE A. ; KERPEL, S. M. . Dia Nacional da Botânica. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ARAUJO, M. F.; MATOS, E. A. ; FIGUEIROA, L. M. ; ALMEIDA, P. P. . Polinizadores no meu quintal. 2022. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha).
Maria de Fátima de Araújo Lucena . Diagnóstico de Flora e Vegetação de Caatinga. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
LUCENA, M. F. A. ; Maria de Fátima de Araújo Lucena . Sistema Nacional de Unidades de Conservação. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Maria de Fátima de Araújo Lucena . Técnicas de coleta e preservação de material botânico. 2013. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Maria de Fátima de Araújo Lucena . Flora e Vegetação dos Inselbergues de Patos, mesorregião do sertão paraibano. 2013. (Relatório de pesquisa).
LUCENA, M. F. A. ; SILVA, A. S. ; SALES, E. G. ; FERNANDES, B. V. ; SILVA, G. S. ; SILVA, J. K. S. ; SOUSA, N. T. . Vídeo Didático - Pico do Jabre - Nossa Riqueza Natural, com ciência para todos. 2022. Vídeo.
Maria de Fátima de Araújo Lucena . Nova espécie de Planta descoberta na Caatinga. 2011.
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
A FAMÍLIA EUPHORBIACEAE JUSS. NA FLORA DOS INSELBERGUES DE PATOS-PB: UMA SINOPSE TAXONÔMICA, Descrição: Inselbergues consistem em relevos residuais que se apresentam como afloramentos rochosos frequentemente compostos por granitos e gnaisses, sendo particularmente abundantes em regiões tropicais. Exibem uma vegetação particular, quando comparada a de áreas circundantes, devido as condições edáficas e microclimáticas destes ecossistemas. Diversos estudos vêm sendo desenvolvidos em inselbergues na caatinga, tendo em vista, a expressividade destes ecossistemas na região, ademais consideram-se que tais estudos podem contribuir com conhecimentos importantes sobre a biodiversidade residente, em termos de composição, biogeografia, ecologia, fisiologia, evolução e conservação. A família Euphorbiaceae destaca-se entre as eudicotiledôneas pela riqueza de espécies, especialmente no semiárido, complexidade morfológica e taxonômica, além da importância econômica. Todavia, é um táxon com bastante problemas de identificação em trabalhos florísticos e fitossociológicos desenvolvidos na região. Na Paraíba tratamentos taxonômicos com essa família ainda são incipientes. Nesse contexto, o presente projeto pretende dar uma importante contribuição para o reconhecimento da família no sertão paraibano, de modo particular, identificar as espécies da família Euphorbiaceae que compõem a flora dos Inselbergues do município de Patos, desenvolvendo uma sinopse taxonômica da família na flora dos referidos inselbergues, contendo breves descrições taxonômicas de todas as espécies e seus caracteres diagnósticos, além de chaves de identificação para os gêneros e espécies. Para isso, a pesquisa envolverá, inicialmente, a consulta ao acervo do Herbário CSTR Rita Baltazar de Lima (UFCG/CSTR) em busca de exemplares da família, coletados nos Inselbergues de Patos, em trabalhos florísticos anteriores, e, posteriormente, serão realizadas coletas mensais em oito dos 14 inselbergues mapeados no município, priorizando aqueles insuficientemente amostrados em trabalhos já realizados. Os exemplares selecionados do acervo do referido herbário terão suas identificações minuciosamente revisadas e os coletados em campo serão rigorosamente identificados através de análise morfológica em lupa estereomicroscópica, bibliografias especializadas e atualizadas sobre a família Euphorbiaceae, comparação com exsicatas e consultas a especialistas e guias de imagens. A partir disso elaborar-se-á o tratamento taxonômico das espécies, em formato de sinopse com breves descrições e caracteres diagnósticos, chave de identificação para os gêneros e espécies. Também será confeccionado um E-book sobre as Euforbiáceas dos Inselbergues de Patos-PB, contendo imagens de cada espécie, nomes científicos, populares e características morfológicas importantes que facilitem o reconhecimento das espécies. Com esse projeto espera-se melhorar a compreensão taxonômica e identificação da família na flora desses ecossistemas, onde vários gêneros e espécies são complexos, além de prover subsídios relevantes para outros estudos de biodiversidade em inselbergues da Caatinga, agregando mais conhecimentos que auxiliem na preservação destas formações geológicas de grande valor, consonante portanto, com o objetivo 15 do desenvolvimento sustentável: Vida Terrestre.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Alexandre de Souza Silva - Integrante.
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2023 - Atual
Composição Florística do Sítio Arqueológico Mirador, Geoparque do Seridó, Parelhas-RN, Descrição: Os Geoparques Mundiais da UNESCO são áreas geográficas unificadas, onde sítios e paisagens de relevância geológica internacional são administrados com base em um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Importante ressaltar que geoparques não são unidades de conservação, contempladas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação do Brasil, por apresentarem funções diferenciadas. Geoparque é um conceito holístico e interdisciplinar. No Brasil existem 3 Geoparques, entre estes, o Geoparque Seridó, situado na porção centro-sul do Estado do Rio grande do Norte, reconhecido pela UNESCO no ano de 2022 e abriga 21 geossítios de valores científico, educativo e turístico, distribuídos em 6 municípios (Acari, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Lagoa Nova e Parelhas). Nestes ambientes, não foi ainda desenvolvida nenhuma pesquisa botânica e, buscando contribuir para a ampliação de conhecimentos científicos do Geoparque Seridó, este projeto pioneiro, objetiva realizar um levantamento florístico em um dos geossítios do Parque, chamado Sítio Mirador, localizado no município de Parelhas. O inventário florístico será conduzido seguindo os procedimentos usuais da botânica, onde serão coletadas amostras de plantas com flores e/ou frutos de angiospermas, e também amostras de briófitas e pteridófitas. Todas as plantas coletadas serão fotografadas e georreferenciadas nas diversas fitofisionomias do geossítio Mirador. Serão herborizadas e tombadas ao acervo do herbário Rita Baltazar de Lima do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande, campus Patos. As viagens ao local serão mensais com duração de dois dias cada uma, buscando inventariar toda a área, no período de um ano, a começar em setembro deste ano. Ao final do projeto, uma lista contendo as famílias botânicas e as espécies será produzida para compor um artigo científico, onde os grupos taxonômicos serão identificados criteriosamente através de análises morfológicas, consultas das exsicatas do herbário CSTR, bibliografias especializadas e consulta também a botânicos especializados em seus grupos taxonômicos. Um guia fotográfico das principais espécies e das fisionomias do geossítio e uma coleção botânica didática com a riqueza florística da área estudada serão outros importantes resultados desta pesquisa, para distribuição e divulgação junto às escolas do município e aos gestores do Geoparque Seridó. O projeto tem todas as condições viáveis para sua realização em parceria com o herbário CSTR e a autorização para sua execução já concedida pela prefeitura de Parelhas e gestor do Geoparque-setor Parelhas. Pesquisas relativas à catalogação da biodiversidade do Geoparque Seridó são bem vindas para sabermos precisamente a composição de sua flora e fauna, divulgar estas informações para o âmbito científico e gestores dos geossítio. Afina, pesquisas básicas acerca de biodiversidade, são essenciais para subsidiar melhorias no plano de manejo destas áreas; podem dar ainda suporte às ações de educação ambiental e geoturismo já desenvolvidas no geoparque, além de possibilidades de descobertas novas de animais e plantas, agregando ainda maior relevância a este patrimônio geológico, arqueológico e biológico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Alexandre de Sousa Silva - Integrante.
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2022 - Atual
PLANTAS PARASITAS NA FLORA DOS INSELBERGS DO MUNICÍPIO DE PATOS, PARAÍBA, NORDESTE DO BRASIL., Descrição: Devido à grande importância biológica e geológica dos afloramentos rochosos graníticos (inselbergues) no mundo e no bioma Caatinga, e aqui, particularmente no município de Patos, conforme descrição e alerta dos estudos de Aziz Ab? Saber (2003), é necessário que ocorram mais estudos que envolvam a biodiversidade destes ecossistemas tão singulares. Associado a estes ambientes existe uma flora ainda por ser bem investigada. Um destaque importante e, muitas vezes não contemplado nos levamentos florísticos, são as plantas parasitas. No Brasil temos um conjunto de 4.880 espécies de plantas parasitas, distribuídas em 31 famílias botânicas, cuja fisiologia está muito associada a prejuízos e danos econômicos e ecológicos, para as plantas hospedeiras e culturas agrícolas (Pereira, W. 1998). No entanto, muitas espécies parasitas devem ser contempladas também como importantes recursos alimentares para aves e outros animais ((Watson, 2001; Cazetta & Galetti, 2003). A maioria dos estudos taxonômicos no Brasil enfatizam apenas algumas poucas famílias como Loranthaceae Juss. e Santalaceae R.Br., por serem mais amplamente distribuídas. No Bioma Caatinga e nas áreas de inselbergues estudos focando diretamente as demais famílias que abrigam estas plantas, ainda são escassos, com lacunas ainda taxonômicas e nomenclaturais a serem resolvidas, incluindo a atualização com correção de nomes nos acervos botânicos e a existência de chaves de identificação. Os levantamentos florísticos no bioma Caatinga, apesar de estarem sendo ampliados, estes geram, essencialmente, listas florísticas importantes, sem direcionar um estudo voltado para determinado grupo de planta. Por isso a relevância mais acurada de um estudo taxonômico voltado especialmente para as plantas parasitas. Além destes aspectos, capacitar recursos humanos especializados no estudo destes vegetais tão particulares, é meta importante na região nordeste e na Paraíba; este projeto visa oferecer esta contribuição. Na Paraíba há apenas um estudo taxonômico envolvendo exclusivamente as famílias Loranthaceae e Santalaceae. Qual a riqueza de espécies de plantas parasitas existe nos inselbergues do município de Patos, mesorregião do sertão paraibano? Quais são as famílias botânicas de plantas parasitas nos inselbergues? Quais as plantas hospedeiras destas plantas? E a nível morfológico e anatômico como são os haustórios de cada espécie? Estas são as principais a serem respondidas neste projeto de iniciação científica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Débora Raquel dos Santos Ferreira - Integrante.
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2022 - Atual
Inclusão de espécimes no banco de dados do Herbário CSTR - Rita Baltazar de Lima, Patos-PB, Descrição: O Herbário CSTR, Rita Baltazar de Lima, da Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal foi fundado em 2006 com o objetivo de auxiliar as aulas dos Cursos de Engenharia Florestal e Ciências Biológicas. Foi idealizado pela professora de Botânica Maria das Graças Veloso Marinho. Em 2010, após a contratação via concurso público, de um biólogo para assessorar no manejo da coleção e uma nova professora para assumir a curadoria do herbário, este foi expandido o acervo botânico através de projetos diversos com coletas em vários municípios da mesorregião do sertão paraibano. Atualmente o acervo do CSTR comporta 7.947 espécimes. As coletas dos espécimes depositados são oriundas, principalmente de áreas de caatinga do Estado da Paraíba, incluindo ecossistemas de inselbergues, matas ciliares e plantas aquáticas. Abriga dois espécimes typus (paratypus) da região e o sistema de informatização é feito pelo ambiente virtual Brahms. O herbário CSTR está registrado na Rede Brasileira de Herbários (Sociedade Botânica do Brasil), desde 2012. As famílias Fabaceae, Euphorbiaceae, Malvaceae e Convolvulaceae integram a maior parte das angiospermas da coleção. Diante da necessidade de ampliar e divulgar os registros botânicos do estado da Paraíba, os dados das exsicatas oriundas de vários projetos em andamento e outros já finalizados (monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado) serão registrados e, posteriormente disponibilizados à base de dados do Specieslink; os espécimes depositados nos armários do acervo seguem a classificação do APG IV e, periodicamente, é feita uma avaliação do estado de conservação das exsicatas do acervo geral. Completando este planejamento de ações, com o bolsista INCT, correção e atualização dos nomes científicos das espécies. Para a vigência desta bolsa em 2023, o bolsista terá um empenho importante para, junto com a curadoria, realizar também um mutirão de identificações de lotes de plantas que estão ainda indeterminadas sem famílias botânicas e ampliar a migração do número de registros apar o specieslink. O Herbário Rita Baltazar de Lima-CSTR tem dado enormes contribuições à UFCG e atua como uma importante fonte de ensino, pesquisa e extensão, habilitando graduandos e pós-graduandos da instituição, como também suporte nos estudos botânicos na mesorregião do sertão paraibano. Já somos esta referência de apoio para os demais profissionais da área de biodiversidade, dos sete campi avançados da Universidade OBJETIVO Este projeto tem como objetivo manter atualizado o Banco de dados do Herbário CSTR-Rita Baltazar de Lima, da Universidade Federal de Campina Grande, que está informatizado utilizando o programa BRAHMS versão 7.9.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Alexandre de Sousa Silva - Integrante.
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2020 - 2021
FLORÍSTICA E ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL MAJOR BADÚ LOUREIRO, MUNICÍPIO DE CATINGUEIRA, SERTÃO PARAIBANO., Descrição: Unidades de Conservação (UC?s) são áreas naturais continentais ou marinhas, protegidas no Brasil, por uma legislação que visa assegurar a manutenção dos processos ecológicos da biodiversidade, bem como a conservação e preservação de todo patrimônio geológico e cultural das populações tradicionais presentes nestas áreas. Elas estão reunidas nas categorias de proteção integral e de uso sustentável, públicas ou privadas. No Estado da Paraíba existem atualmente 39 UC?s, entre estas, 11 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) sendo 3 situadas na mesorregião do sertão paraibano. O objetivo central deste projeto é realizar um levantamento florístico e diagnosticar o estado de conservação da vegetação da Reserva Particular do Patrimônio Natural Major Badú Loureiro, no município de Catingueira, sertão paraibano, dando assim, importante contribuição ao plano de manejo da reserva. A fazenda Curtume está situada entre os limites dos municípios de Catingueira e Emas com área total de 2.445,40 ha e, desde 2001 abriga uma área de RPPN com 186,31 ha e altitude média de 300m. A vegetação predominante é de caatinga arbustiva-arbórea aberta e densa. Os solos predominantes são do tipo Podzólico Vermelho-Amarelo de composição areno-argilosa. O clima é característico das regiões semiáridas (BSh), com chuvas anuais médias de 600 mm. Coletas quinzenais serão realizadas seguindo a metodologia usual em taxonomia. A identificação dos espécimes de plantas utilizará análise morfológica das estruturas vegetativas e reprodutivas, a comparação com material depositado no acervo do herbário do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Patos-PB, consulta de bibliografias especializadas e especialistas de famílias botânicas mais complexas. As plantas serão identificadas, herborizadas e tombadas ao acervo do herbário CSTR-Rita Baltazar de Lima. Um guia de campo contendo imagens das espécies coletadas será produzido e disponibilizado nas escolas do município como ação de educação ambiental. Um documento complementar sobre o estado de conservação da reserva será elaborado e entregue ao proprietário da reserva e à SUDEMA como subsídio ao plano de manejo da área.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Joana Laila Rodrigues da Silva - Integrante.
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2019 - Atual
Bioprospecção de biomoléculas da Caatinga para aplicações biotecnológicas: Uma estratégia para a conservação desse bioma, Descrição: O Bioma Caatinga apresenta rico patrimônio biológico com imenso potencial para uso sustentável e bioprospecção, pois a sua biodiversidade é capaz de amparar diversas atividades econômicas, incluindo as industriais. No entanto é o bioma proporcionalmente menos estudado, dentre as regiões naturais brasileiras, e o mais degradado. A utilização de produtos de origem vegetal é crescente em todo o mundo, principalmente devido aos problemas atribuídos aos produtos sintéticos que ocasionam danos tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. Partes das plantas como casca, sementes, folhas e resinas podem fornecer substâncias ativas com potencialidade de utilização em muitos segmentos das indústrias farmacêuticas, nutracêuticas, cosméticas, alimentícias, entre outras. Esta pesquisa orienta-se na bioprospecção de polissacarídeos e metabólitos secundários da flora da Caatinga, com o objetivo de obter novos aditivos químicos para indústria de alimentos, desenvolvimento de filmes biodegradáveis, assim como revestimentos comestíveis para alimentos regionais. Para tanto serão utilizados o exsudato de Schinopsis brasiliensis, sementes de Ziziphus joazeiro e folhas, flores e cascas de Poincianella bracteosa. Ademais, o projeto promoverá a capacitação de recursos humanos na região da caatinga, divulgação através de puplicações científicas de impacto internacional, além de gerar e aperfeiçoar inovações tecnológicas para o desenvolvimeno econômico e social para a região, dando um contributo importante para a Biotecnologia no Nordeste Brasileiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Marthyna Pessoa de Souza - Integrante / Paulo Antônio - Integrante / Priscilla Sales - Integrante / Isabel Renata de Souza Arruda - Integrante / Maria das Graças Carneiro da Cunha - Integrante / Antônio Fernando de Melo Vaz - Integrante / Viviane Lansk Xavier - Integrante / Marcela Sarmento - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2017 - 2019
Tipologia de Frutos em áreas de inselbergs, Descrição: Os inselbergs são formações rochosas constituídas principalmente de granitos e gnaisse, que se destacam em áreas aplainadas (Jatobá, 1994). O termo Inselberg foi adotado pelo geólogo alemão Friedrich Bornhardt em 1900 para definir montanhas pré-cambrianas, monolíticas de gnaisse e granito (Guerra, 2001). Estes afloramentos possuem maior distribuição em regiões tropicais e subtropicais, como: Austrália, índia, China, Malásia, África, Estados Unidos, Bolívia, Venezuela, Guianas, Colômbia e Brasil, onde podem ser observados desde a Região Nordeste até a Região Sul (Porembski et. al. 1997). Além de estudos geológicos, levantamentos florísticos têm sido realizados em diversas regiões do mundo (Barthlott et al. 1993). Este interesse se dá pelo fato destes ambientes serem considerados importantes refúgios para a biodiversidade (Porembski et al. 1998; Oliveira et al. 2001). Segundo Porembski (2007), o extrato vegetal desses ecossistemas é funcionalmente (morfológica e fisiologicamente) ajustado para sobreviver sob condições ambientais extremas (escassez hídrica, elevada radiação e oferta deficiente de nutrientes), sendo, ainda, tolerantes à dessecação. Levantamentos florísticos realizados denotam a importância e diversidade florística. Entretanto, estas fitocomunidades, especificamente, em áreas do semiárido brasileiro, segundo França et al. (1997) ainda são pouco conhecidas. Novas abordagens, sobretudo ecológicas, onde teçam mais informações sobre a disposição, estabelecimento, reproduções, bem como, dispersão necessitam serem levantadas. Examinar tais comportamentos, notadamente as estratégias de dispersão, de acordo com Cordeiro Howe, (2003), é essencial para se compreender o ciclo de vida de cada espécie vegetal. Entretanto, para isto é imprescindível o conhecimento das tipologias de frutos que ocorrem nesses afloramentos. Esse dado amplia a compreensão das características florísticas, padrões de distribuição e análises de diasporia (Fabricante et al. 2010). Contudo, até o momento, há uma carência de estudos voltados às unidades dispersoras fundamentais (frutos e sementes). A ausência desse conhecimento inibe investigações sobre a regeneração natural, silvicultura e prevenção de extinção de espécies em risco (Barreto Ferreira, 2011). A mesorregião região do sertão paraibano apresenta em suas paisagens diversos inselbegs que se estendem até o município de Cajazeiras, limítrofe com o estado do Ceará. No município de Patos mapeamos 14 destas formações rochosas e estudamos a composição florística de nove destas áreas durante os anos de 2011 a 2014. Considerando que não tínhamos até então nenhum estudo que contemplasse os tipos de frutos e diásporas nestes ecossistemas aqui no Nordeste desenvolvemos este projeto pioneiro na região, buscando conhecer, identificar e classificar, os frutos que ocorrem em 9 afloramentos rochosos neste município , abordando o espectro morfológico e estabelecendo prováveis estratégias de dispersão. Além disso, foram verificadas possíveis estratégias de dispersão adotadas por estes diásporos. Buscamos ainda, registrá-los todos os frutos encontrados através de fotografias e ilustrações e elaboramos um catálogo fotográfico para editoração de um livro futuramente.. O projeto contempla também montar uma carpoteca de referencia para inselbergs. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante / José Milton Davi da Silva - Integrante / WHELLEY PEREIRA IZIDRO - Integrante.
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2016 - Atual
Similaridade Florística entre inselbergues do Estado da Paraíba, Descrição: Este projeto objetiva conhecer a similaridade florística entre os inselbergues já estudados no Estado da Paraíba, do agreste ao sertão. Identificar quais deles apresentam flora mais próximas ou distintamente diferentes. Quais os possíveis aspectos ecológicos envolvidos nos resultados? Quais as condições de conservação destes afloramentos rochosos graníticps nas diferentes mesorregiões? Bolsa PIBIC. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2016 - Atual
Flora dos inselbergues de Patos-PB: Euphorbiaceae, Descrição: Após 4 anos de coleta em nove inselbergues na cidade de Patos, este projeto objetiva descrever as espécies da família Euphorbiaceae fornecendo além de descrições, chaves de identificação, ilustrações e comentários sobre aspectos ecológicos dos táxons no ambiente onde foram coletados. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Emanoel Messias Pereira Fernando - Integrante / Severina Valeria Gonçalves de Almeida - Integrante.
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2015 - 2016
CHECKLIST DA FLORA DA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO, NORDESTE BRASILEIRO: COMPOSIÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, STATUS DE CONSERVAÇÃO E ORIGEM., Descrição: Qual a diversidade atual de espécies vegetais existente nesta mesorregião do estado da Paraíba? Quais as espécies consideradas raras, endêmicas, exóticas e ameaçadas? O projeto em questão busca responder essas perguntas com base em rigorosa e exaustiva pesquisa com ajuda da bioinformática na consulta de base de dados atualmente existentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Jardelson de Medeiros Silva - Integrante.
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2015 - Atual
Composição Florística de um inselbergue na caatinga paraibana, Descrição: Realizar inventário florístico em um dos 14 inselbergues que compõem a paisagem da cidade de Patos -PB. Projeto de Iniciação Científca (PIBIC). , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2015 - Atual
Flora de Sergipe: Euphorbiaceae, Descrição: Elaborar a monografia da família Euphorbiaceae sensu lato para o Estado de Sergipe através da produção de chaves para a identificação de gêneros e espécies, descrições, ilustrações e dados importantes para o reconhecimento das espécies, além de informações sobre seus ambientes na fitogeografia do Estado de Sergipe. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / André Laurênio de Melo - Integrante / Margareth Ferreira de Sales - Integrante / Ana Paula do Nascimento Prata - Integrante / Rainan Matos Déda - Integrante / Daniela Santos Carneiro Torres - Integrante / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante / Luciana dos Santos Dias Oliveira - Integrante / Rafaela Alves Pereira da Silva - Integrante / Sarah Maria Athiê-Sousa - Integrante / ketley Gomes Campos - Integrante / Mickaelly Lucena Mamede - Integrante / Letícia Ribes - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Composição florística de uma área de Alta Importancia Biológica no sertão paraibano, Descrição: O complexo de serras ABA, no município de Passagem-PB é considerado pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente) como de alta importância biológica. Motivados por este status, foi selceionado um trecho desta serra para a realização de um inventário florístico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Emanoel Messias Pereira Fernando - Integrante.
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2014 - Atual
ESPÉCIES VEGETAIS EXÓTICAS E INVASORAS EM INSELBERGS DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, Descrição: Espécie exótica é toda aquela que não ocorreria de forma natural em uma determinada região geográfica sem o transporte intencional ou não pelo ser humano, para a nova região. Alguns termos, como alienígena, alóctone, introduzida, não nativa e não indígena são utilizados como sinônimos pela literatura (MORO et al, 2012).Ziller (2001) afirma que o potencial das espécies exóticas em modificar sistemas naturais é tão alto, que é a segunda maior ameaça à biodiversidade, perdendo apenas para a destruição do hábitat pela exploração humana. A produção de sementes de pequeno tamanho em grande quantidade, dispersão por ventos, maturação precoce, formação de banco de sementes com grande longevidade no solo, reprodução por sementes e por brotação, longos períodos de floração e frutificação e crescimento rápido são algumas das características responsáveis por tornar espécies exóticas em potenciais invasoras (ZILLER, 2002), que são aquelas que, além de exóticas, conseguem reproduzir-se consistentemente e manter uma população viável de maneira autônoma, conseguindo também dispersar-se para áreas distantes do local de origem da introdução e lá estabelecem-se, dominando a nova região geográfica para onde foram levadas (MORO et al, 2012). Espécies vegetais exóticas invasoras tendem a gerar mudanças em propriedades ecológicas essenciais, colocando em risco atividades econômicas ligadas ao uso de recursos naturais em ambientes estabilizados (ZILLER, 2002). Para Ziller (2000), as invasões biológicas trazem consequências que, diferente de outros problemas ambientais, são crescentes ao longo do tempo, tendendo a multiplicar-se e espalhar-se, podendo impedir a recuperação dos ambientes atingidos.Os países que têm melhor documentado os processos de invasão são a África do Sul, a Nova Zelândia, a Austrália e os Estados Unidos (ZILLER, 2002). No Brasil, só a partir desse século os estudos com invasões biológicas desenvolveram-se amplamente, depois que algumas espécies invasoras começaram a proporcionar prejuízos relevantes às atividades humanas (ZILLER, 2005), porém, ainda há uma grande lacuna de conhecimento sobre esse tema, e em função dos impactos causados por essas invasões e as pesquisas que enfocam esse tratado têm sido consideradas como de alta prioridade (LORINI et al., 1996).É necessário ter conhecimento sobre as plantas exóticas de um determinado local, pois a presença das mesmas é extremamente importante para a conservação da biodiversidade (AZEVEDO, 2005), principalmente, em ecossistemas como os inselbergs, afloramentos rochosos do Pré-Cambriano que ocorrem sob a forma de montanhas solitárias ou em grupos, sendo comuns nas regiões tropicais e frequentemente encontrados por todo o semiárido nordestino (PEREIRA NETO & SILVA, 2012). São ambientes peculiares onde a vegetação que se desenvolve sobre a rocha se diferencia da que ocorre no entorno, tanto em aspectos florísticos como fisionômicos. Esse tipo de formação geológica representa uma barreira clara para muitas espécies, devido à baixa retenção de água e nutrientes e às poucas alternativas para fixação de raízes e sementes, apresentando assim, um alto grau de endemismo (ESGARIO et al, 2008). Teriam esses ambientes barreiras também para espécies exóticas e invasoras? Em termos conservacionistas Burke (2005) e Poelchau & Mistry (2006) ressaltam que, o grau de endemismo e raridade ocorrentes num ambiente, são importantes critérios para selecionar áreas com potencial para conservação e devem ser uma preocupação nos estudos de floras regionais. No Estado da Paraíba a ocorrência de afloramentos rochosos é frequente na paisagem das mesorregiões do agreste e, especialmente do sertão, sendo o município de Patos, localizado nesta última mesorregião, particularmente rico nesses ambientes. Este projeto tem como objetivo identificar esses vegetais no conjunto de inselbergues deste município.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante.
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2014 - Atual
Estudos Sistemáticos e Filogenéticos de Convolvulaceae L. no Nordeste do Brasil, Descrição: Convolvulaceae inclui aproximadamente 1900 espécies, amplamente distribuídas em regiões tropicais e temperadas. No Brasil são reconhecidas cerca de 300 espécies, frequentes em áreas savanícolas e em bordas de mata. Acredita-se que a diversidade da família, principalmente na região Nordeste, é subestimada. Uma das razões é a negligência durante as coletas, considerando que muitas espécies apresentam morfologia floral bastante homogênea, além da dificuldade de identificação destas espécies. Estudos recentes demonstraram que ainda são encontradas muitas espécies novas para a ciência, endêmicas do Nordeste e, inclusive, algumas quando descritas já foram enquadradas no status de ameaçadas de extinção. O papel ecológico de Convolvulaceae ocorrentes em áreas de caatinga, por exemplo, é incontestável. Devido à floração durante o período de estiagem, as flores destas espécies representam uma importante fonte de recursos para polinizadores no período de escassez. Quanto ao potencial econômico, destaca-se a Ipomoea batatas L., a batata-doce, uma das raízes mais consumidas no mundo. Além disso, outras espécies apresentam potencial para indústria farmacêutica comprovado cientificamente. O objetivo deste projeto de pesquisa é de contribuir para o conhecimento da diversidade florística e filogenética da família, com foco nas espécies ocorrentes na região Nordeste do Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Maria Teresa Aureliano Buril Vital - Coordenador / José Iranildo Miranda de Melo - Integrante / Ariadne do nascimento Moura - Integrante / Geadelande Carolino Delgado Junior - Integrante.
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2013 - 2014
DIVERSIDADE DE TREPADEIRAS HERBÁCEAS E LENHOSAS EM AFLORAMENTOS ROCHOSOS GRANÍTICOS EM ÁREAS DE CAATINGA NO SERTÃO PARAIBANO., Descrição: Trepadeiras são plantas autotróficas, vasculares, que germinam no solo e mantêm contato com ele durante todo o seu ciclo de vida, mas, perdem a habilidade de auto-sustentação à medida que crescem, necessitando, portanto de uma sustentação mecânica. São divididas morfologicamente em lianas ou trepadeiras lenhosas e vinhas ou trepadeiras herbáceas (WEISER, 2007). Essas plantas desempenham papeis fundamentais em diversos processos ecológicos. Contribuem substancialmente para a diversidade das florestas e fornecem recursos alimentares e caminhos arbóreos para a fauna. São ainda utilizadas pela população humana, principalmente para a fabricação de fitoterápicos, alimentação, construção de casas, e para trabalho artesanal (BONGERS et al., 2002; PUTZ 2012). Na região Nordeste do Brasil, ainda são raros estudos florísticos que englobem as plantas trepadeiras. Para a caatinga, há uma grande lacuna sobre a composição de espécies com este hábito, principalmente em áreas de Inselbergs, denominados por Jatobá e Lins (2003), afloramentos rochosos graníticos do Pré-Cambriano que ocorrem sob a forma de montanhas solitárias ou em grupos. É consenso na literatura que nos ecossistemas tropicais as árvores e os arbustos são as formas vegetais melhor representadas nos levantamentos florísticos, em detrimento das outras formas de vida (PUTZ, 2011; UDULUTSCH et al., 2004). As trepadeiras compõem um grupo bem característico e de marcante papel na dinâmica de comunidade (MORELLATO; LEITÃO FILHO, 1996). Essa dinâmica, porém, é bem mais conhecida nas florestas ombrófilas, sendo a diversidade de trepadeiras no Bioma Caatinga e nos inselbergs ainda pouco conhecida. Diante desse contexto, este trabalho teve como objetivo, identificar as espécies de trepadeiras herbáceas e lenhosas presentes nos afloramentos rochosos graníticos da cidade de Patos, mesorregião do sertão da Paraíba, Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Danielly da Silva Lucena - Integrante / Rafael Francisco lopes Silva - Integrante.
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2012 - 2013
Flora vascular de um Inselbergue na mesorregião do sertão paraibano, nordeste do Brasil, Descrição: Os afloramentos rochosos estão amplamente distribuídos em todo o mundo, sendo também ambientes que apresentam espécies com adaptações para sobrevivência nesses locais, apresentando, portanto alto grau de endemismo. Algumas dessas formações rochosas são consideradas inselbergues (ilhas montanhosas), caracterizadas por rochas graníticas e gnáissicas do Pré-Cambriano e com vegetação adaptada aos ambientes xerofíticos. São comuns nas regiões tropicais, e foram alvo inicialmente de estudos geológicos e geomorfológicos, nas primeiras décadas do século XX. Sua biodiversidade ainda é pouca estudada, especialmente no Brasil e na região nordeste. No estado da Paraíba a ocorrência desse tipo de formação geológica é expressiva, incluindo o município de Patos, na mesorregião do sertão. Dentre inúmeros afloramentos rochosos existentes neste município, um destaca-se na paisagem por sua beleza cênica e proximidade do meio urbano, conhecido popularmente como Espinho Branco. Está localizado a Sul do município e ocupa área de aproximadamente 12,94 ha, com altitude máxima de 417 m. A vegetação do local é de caatinga, com presença de árvores, arbustos e herbáceas, variando de acordo com o gradiente altitudinal. Apresenta ilhas de vegetação em diferentes pontos e de tamanhos variados. Devido a escassez de estudos botânicos em inselbergues no sertão da Paraíba, este trabalho objetiva identificar a Flora vascular deste afloramento rochoso. A pesquisa terá início em agosto de 2012 e será concluída em julho de 2013. Coletas quinzenais serão realizadas seguindo a metodologia usual em taxonomia, nos diferentes ambientes e fitofisionomias do inselbergue. Para a identificação dos espécimes serão efetuadas análises morfológicas das estruturas vegetativas e reprodutivas, comparação com material depositado no acervo do herbário do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Patos-PB, consulta de bibliografias especializadas e, quando necessário, exemplares ou imagens de plantas pertencentes a grupos taxonômicos mais complexos serão enviados aos respectivos especialistas nacionais e estrangeiros. O material herborizado e identificado será tombado no acervo do herbário CSTR. Um guia de campo contendo imagens das espécies coletadas será produzido... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Danielly da Silva Lucena - Integrante.
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2011 - 2013
Flora e vegetação dos inselbergues do município de Patos, mesorregião do sertão da Paraíba, Brasil (Processo 0873-20102, Descrição: Inselbergs são afloramentos rochosos Pré Cambrianos ocorrendo sob a forma de montanhas solitárias ou em grupos (Jatobá & Lins, 2003), resultantes da erosão de antigos maciços montanhosos mais extensos que resistiram aos processos desnudacionais (Kesel, 1993). São responsáveis pelas superfícies aplanadas dos sertões, ao fim do Terciário e início do Quartenário (Ab Saber, 1969). Podem ser encontrados desde as regiões tropicais a temperadas (Seine et al. 2000), sendo no entanto, mais frequentes em climas com estação seca. No Brasil podem ser encontrados no domínio tropical atlântico (Safford & Martinelli, 2000) e na região do semi-árido (Ab Saber, 2003). Para Giulietti et al. (2009) um maior conhecimento da flora fanerogâmica no país será possível com coletas intensivas, especialmente em áreas de difícil acesso, como regiões montanhosas e ambientes com sazonalidade marcada como as caatingas. De acordo com Porembski et al. (1998, 2000) a maior porcentagem de espécies raras e endêmicas do Brasil está em áreas de inselbergs. Esse dado é apoioado também por Giulietti et al. (2009). Na região Sudeste, pesquisas em inselbegs foram desenvolvidas por Safford & Martinelli (2000) e Oliveira et al. (2004). No Nordeste importantes contribuições para o conhecimento da flora e estrutura dessas formações foram dadas por França et al. (1997, 2005, 2006), Carneiro-Torres et al. (2002), Almeida (2004), Pitrez (2006), Porto et al. (2008) e, mais recentemente, por Gomes & Alves (2009). O município de Patos, situado no Bioma Caatinga, região da Depressão sertaneja e Mesorregião do Sertão Paraibano, é particularmente rico em inselbergs (Carvalho et al., 2002; Ab Saber, 2003), sem que nenhum estudo tenha ainda sido desenvolvido nos mesmos. O projeto Flora da Paraíba, em andamento desde 1997, avançou em estudos realizados principalmente nas mesorregiões da Mata e Agreste do Estado; estando o sertão da Paraíba com sua flora ainda por ser inventariada. Nesse con. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Marccus Alves - Integrante / José Iranildo Miranda de Melo - Integrante / POLYHANNA Gomes - Integrante / Jair Moises de Sousa - Integrante / David Oliveira - Integrante / Danilo Sousa - Integrante / Cleide Regina Major Torres - Integrante / Mayara Kicia Rufino Gomes - Integrante / Paulo Augusto Binder Dangelis - Integrante., Financiador(es): Fundação Grupo o Boticário de Proteção à Natureza - Auxílio financeiro.
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2011 - 2012
Flora do Estrato herbáceo da RPPN Fazenda Tamanduá, município de Santa Terezinha, Paraíba., Descrição: A taxonomia de muitos grupos de caatinga é ainda incipiente, especialmente àqueles representantes do estrato herbáceo. Parte desse problema, na opinião de Queiroz (2006) se deve ao fato de que, apenas recentemente, tem havido ações de formação de taxonomistas de modo mais sistematizado no Nordeste, o que resultou em um melhor conhecimento da flora e na descrição de novas espécies de diferentes famílias. Ainda de acordo com este autor, outro fator que tem dificultado o avanço dos estudos taxonômicos no Nordeste é o pequeno número de inventários, quando comparado a outros biomas brasileiros. Isso se agrava quando se constata que, em vez de apresentar uma distribuição homogênea da biota, a caatinga mostra um elevado grau de heterogeneidade, com alguns centros de endemismos. A carência de conhecimento sobre a flora do bioma caatinga reflete-se no elevado número de áreas classificas por Neta (2004), como insuficientemente conhecidas. Um exemplo dessas áreas é o sertão paraibano onde estão inseridas as cidades de Patos e Santa Terezinha consideradas por Silva et al, (2004), áreas de alta importância biológica e prioritárias para conservação da biodiversidade da caatinga. O histórico de levantamentos florísticos e/ou fitossociológicos realizados no bioma revela que, a maioria concentra-se principalmente no componente arbóreo-arbustivo. Apesar da importância das plantas herbáceas, pouco se sabe sobre esse componente na vegetação de caatinga (ANDRADE, 2009; SANTOS, 2010). Para o bioma existem atualmente 16 unidades de conservação federais e 07 estaduais que protegem formações da caatinga e/ ou ambientes de transição entre esse e outros biomas. (The nature conservancy do Brasil). Esse número representa um percentual de 0,002% de áreas protegidas (http://comitecaatingape.blogspot.com/). Segundo a SUDEMA (2004), no Estado da Paraíba oito Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), estão consolidadas e são consideradas por Araújo (2000), essenciais na preservação da. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Coordenador / Danielly da Silva Lucena - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2010 - 2012
CARACTERIZAÇÃO FITOFISIONÔMICA E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS EM ÁREAS DO SEMI-ÁRIDO SERGIPANO, Descrição: Apesar de Sergipe possuir grande variação vegetacional, estas formações foram pouco estudadas e encontram-se em estágio bastante avançado de degradação, principalmente em relação ao bioma Caatinga. Esta realidade não é diferente da de outros estados nordestinos, onde áreas deste bioma têm sido modificadas e informações sobre as espécies perdidas antes mesmo de serem conhecidas. Perguntas como quais as fitofisionomias e as espécies existentes na Caatinga sergipana? Ainda não foram respondidas e este projeto se fundamenta na busca de subsídios para respondê-las. Face ao grave quadro de degradação observado em áreas de semi-árido sergipano, em nascentes e ao longo dos cursos d água, que tem ocasionado a perda da biodiversidade da vegetação e da fauna da região, este projeto tem por objetivo caracterizar as fitofisionomias existentes na Caatinga do estado de Sergipe e recuperar áreas ciliares nas nascentes e margens de cursos d água para restabelecer o equilíbrio natural do ambiente. Portanto, para que o conhecimento das espécies da Caatinga sergipana alcance maior repercussão no que tange a megadiversidade brasileira, é necessário o incentivo a estudos voltados para a identificação, caracterização, recuperação, conservação e uso sustentável desses recursos. Além disso, incentivos na formação de sistematas também são necessários para que o estado possa contar com um maior número destes profissionais e conhecer melhor a sua diversidade botânica. Para tal, é necessário que a botânica de Sergipe receba incrementos na subárea de taxonomia vegetal e possa delinear a nova geração de taxonomistas nordestinos. Com o desenvolvimento desse projeto, vários benefícios serão gerados a nível institucional, científico, social, ambiental e econômico, a saber: A capacitação de recursos humanos formará especialistas em taxonomia de plantas do nordeste e metodologias de trabalho em herbário. As coletas de material botânico previstas irão subsidiar o aumento da coleção do Herbário da Unive. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Ana Paula do Nascimento Prata - Coordenador / Maria Iracema Bezerra Loiola - Integrante / Rosangela Lyra Lemos - Integrante / Adauto de Souza Ribeiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Projeto Flora da Caatinga Project-Paraiba Consolidating a Partnership, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (13) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Maria das Gracas Veloso Marinho - Integrante / Olaf Bakke - Coordenador / Lucio Valerio Coutinho de Araujo - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal de Campina Grande - Cooperação.
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2007 - 2009
Projeto Sustentabilidade de Remanescentes de Floresta Atlântica em Pernambuco e suas implicações para a conservação e desenvolvimento local (UFRPE/University ULM)., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (8) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Maria Jesus Nogueira Rodal - Coordenador / Marccus Alves - Integrante / Ana Carolina Borges Lins e Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2006 - 2008
Velames, urtigas, marmeleiros e leiteiras: a diversidade de Euphorbiaceae no semi-árido do Brasil. (0688_20052). Fundação O Boticário de Proteção à Natureza/FADE., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Marccus Alves - Coordenador / Jefferson Rodrigues Maciel - Integrante / Elisabeth Córdula - Integrante / Katarina Romênia Nascimento Pinheiro - Integrante / Yanna Melo - Integrante., Financiador(es): Fundação O Boticário de Proteção à Natureza - Auxílio financeiro.
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2003 - 2005
Ecologia das Comunidades Vegetais em Fragmentos de Floresta Atlântica, Pernambuco/Brasil, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Maria Jesus Nogueira Rodal - Coordenador / Ana Carolina Borges Lins e Silva - Integrante / Alexandre Gomes da Silva - Integrante / Sara Gomes Freire - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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1994 - 2003
Composição Florística e Diversidade dos Brejos de Altitude de Pernambuco, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Especialização: (1) . , Integrantes: Maria de Fátima de Araújo - Integrante / Margareth Ferreira de Sales - Coordenador / Maria Jesus Nogueira Rodal - Integrante / Maria Cristina Gomes Tavares - Integrante / Carmem Sílvia Zickel - Integrante / Maria Rita Cabral Sales de Melo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Prêmios
2017
PREMIO VERDE, SOCIEDADE BOTÂNICA DO BRASIL.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Saude e Tecnologia Rural-Unidade Academica de Ciencias Biologicas. , Avenida Universitária, Santa Cecília, 58708110 - Patos, PB - Brasil - Caixa-postal: 61, Telefone: (083) 35113017, URL da Homepage:
Experiência profissional
2010 - 2012
Universidade Federal de SergipeVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: pesquisador, Carga horária: 2
2009 - Atual
Universidade Federal de Campina GrandeVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto I, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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02/2013
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Sistemática e Biogeografia
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02/2012
Direção e administração, Centro de Saude e Tecnologia Rural-Unidade Academica de Ciencias Biologicas.Cargo ou função, Coordenadora da área de Botânica.
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07/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Comitê de Ética em Pesquisa.Cargo ou função, Revisor de Projetos.
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05/2010
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Saude e Tecnologia Rural-Unidade Academica de Ciencias Biologicas.Linhas de pesquisa
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04/2010
Direção e administração, Centro de Saude e Tecnologia Rural-Unidade Academica de Ciencias Biologicas.Cargo ou função, Curadoria do Herbario.
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04/2010
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Saude e Tecnologia Rural-Unidade Academica de Ciencias Biologicas.Linhas de pesquisa
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03/2010
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Botânica Econômica, Botânica Sistemática de Fanerógamas, Flora Local
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05/2001
Pesquisa e desenvolvimento, University of Wisconsin.Linhas de pesquisa
2007 - 2009
Universidade Federal Rural de PernambucoVínculo: Bolsista DTI, Enquadramento Funcional: celetista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2006 - 2008
Universidade Federal de PernambucoVínculo: Bolsista Doutorado, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Maria de Fátima de Araújo e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?