Karla Karoline Pinto de Oliveira

Biotecnologista pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) com experiência acadêmica de seis meses na Universidade de Évora - Portugal. Atuo nas áreas de Biotecnologia de Alimentos e Bioprocessos, com ênfase em microbiologia e processos fermentativos.

Informações coletadas do Lattes em 02/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Biotecnologia

2015 - Atual

Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Biotecnologia

2018 - 2018

Universidade de Evora

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2014

INSTITUTO FEDERAL DE RORAIMA

Ensino Fundamental (1º grau)

2007 - 2010

Escola Estadual Euclides da Cunha

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

OLIVEIRA, K. K. P. . II SEMINÁRIO SOBRE BIOTECNOLOGIA E SUAS APLICAÇÕES. 2016. (Congresso).

Participação em eventos

Encontro Nacional dos Estudantes de Biotecnologia. 2018. (Encontro).

Encontro Nacional dos Estudantes de Biotecnologia. 2017. (Encontro).

I CURSO DE PSICOFÁRMACOS DA LANN. 2016. (Outra).

I Simpósio Norte/Nordeste de Bioinformática. 2016. (Simpósio).

TEDxJoãoPessoaSalon. 2016. (Encontro).

VII Cursos e Conferências em Neurociências e Comportamento. 2016. (Outra).

Campus Festival 2015. 2015. (Outra).

Encontro Internacional de Educação Profissional. 2015. (Encontro).

I Seminário de Biotecnologia e suas Aplicações. 2015. (Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2020

    INOVAÇÃO TECNOLÓGICA APLICADA A BEBIDAS FERMENTADAS: PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE KEFIR COM ADIÇÃO DE Spirulina platensis, Descrição: Kefir é um produto probiótico e fermentado autenticamente produzido a partir de grãos de kefir. O grão de kefir, como uma cultura de arranque natural, contém numerosas bactérias de ácido láctico, bactérias de ácido acético e leveduras. Tais micro-organismos ficam envoltos em uma matriz de polissacarídeos denominado Kefiran. O verdadeiro kefir é considerado um alimento altamente funcional, uma vez que promove contribuições favoráveis à saúde humana. No entanto, as culturas iniciais de kefir usadas em produções industriais de kefir contêm muito poucas bactérias de ácido láctico e leveduras (ERDOGAN et al., 2019). De acordo com Satir e Guzel-Seydimb (2016), as condições ambientais e de fermentação exercem importante influência na composição de kefir. A possibilidade de incorporação de Spirulina platensis na bebida fermentada proposta pode trazer benefícios devido à sua composição química, uma vez que possui altos teores de vitaminas, minerais, compostos fenólicos, ácidos graxos essenciais, aminoácidos e pigmentos. Neste contexto de composição de alimentos, faz-se pertinente citar a bromatologia, que é a área da ciência que estuda os alimentos, sua composição química, sua ação no organismo, seu valor alimentício e calórico, suas propriedades físicas, químicas, toxicológicas, adulterantes, contaminantes, fraudes etc. Este projeto de pesquisa é relevante principalmente porque não existe este tipo de bebida fermentada relatado na literatura consultada. A possibilidade de atender uma demanda de mercado que busca bebidas mais saudáveis, trazendo o kefir como um produto com forte apelo funcional e propriedades benéficas potencialmente superiores, comparativamente a outras bebidas fermentadas alcoólicas disponíveis no mercado. Além disso, o kefir de água ainda é pouco explorado pela indústria brasileira de bebidas, muito embora haja espaço para inovação no segmento. Por esses motivos, este plano de trabalho é viável e possui relevância tecnológica, nutricional e mercadológica. A expectativa é que a bebida fermentada apresenta características químicas compatíveis para um kefir de água, com expressão significativa do teor de proteínas. A expressão de proteínas, componente que geralmente não é observado neste tipo de bebida, é esperado pela contribuição da microalga Spirulina platensis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Karla Karoline Pinto de Oliveira - Coordenador / Flávia de Oliveira Paulino - Integrante / Raniele Batista de Sousa - Integrante / Lidiane Kelly Pereira Lima dos Santos - Integrante., Financiador(es): Associação dos Servidores do CNPq - Bolsa.

  • 2018 - Atual

    Avaliação cinética da produção de biossurfactantes em biorreatores utilizando o extrato aquoso de algaroba como substrato, Descrição: Os surfactantes são moléculas anfipáticas constituídas de uma porção hidrofóbica e uma porção hidrofílica. A porção apolar é, normalmente, constituída por uma cadeia hidrocarbonada enquanto a porção polar pode ser iônica (aniônica ou catiônica), não-iônica ou anfotérica. Alguns exemplos de surfactantes iônicos utilizados comercialmente incluem ésteres sulfatados ou sulfatos de ácidos graxos (aniônicos) e sais de amônio quaternário (catiônico). A sua maioria é sintetizada a partir de derivados do petróleo, e estes surfactantes são amplamente empregados em diversos setores da indústria (Gouveia et al., 2003). Em função da presença de grupos hidrofílicos e hidrofóbicos na mesma molécula, os surfactantes tendem a se distribuir nas interfaces entre fases fluidas com diferentes graus de polaridade (óleo/água e água/óleo). A formação de um filme molecular, ordenado nas interfaces, reduz a tensão interfacial e superficial, sendo responsável pelas propriedades únicas dos surfactantes (Nitschke e Pastore, 2002). Tais propriedades explicam sua ampla aplicação industrial, como: detergência, emulsificação, lubrificação, capacidade espumante, capacidade molhante, solubilização e dispersão de fases. A maior utilização dos surfactantes se concentra na indústria de produtos de limpeza (sabões e detergentes), na indústria de petróleo e na indústria de cosméticos e produtos de higiene. Vários compostos com propriedades tensoativas são sintetizados por organismos vivos, desde plantas (saponinas) até microrganismos (glicolipídios) e, ainda, no organismo humano (sais biliares), sendo considerados surfactantes naturais. Os compostos de origem microbiana que apresentam estas propriedades surfactantes, isto é, diminuem a tensão superficial e possuem alta capacidade emulsificante, são denominados biossurfactantes e consistem em subprodutos metabólicos de bactérias, fungos e leveduras (Desai e Banat, 1997). Os biossurfactantes apresentam alto custo de produção, consequência do valor do substrato e dos métodos de purificação utilizados no processo industrial. A estratégia de substituição de substratos convencionais para sua produção por substratos oriundos de fontes renováveis, mais baratos e, ainda, ricos em nutrientes para desenvolvimento de microrganismos produtores é essencial para viabilizar sua produção em escala industrial. Este plano de trabalho é parte de um projeto maior que busca alternativas de utilização de substratos não convencionais para obtenção de produtos de interesse biotecnológicos a baixo custo de produção. Dentre esses substratos não convencionais, têm se destacando bastante o melaço de cana e, mais recentemente, a algaroba estudada no nosso grupo de pesquisa desde 2015. O projeto possui resultados obtidos de planos de trabalho anteriormente vinculados, onde obtiveram resultados relevantes quanto à utilização de melaço de cana, sacarose e glicose para produção de biossurfactantes, apresentando uma excelente produção com estes tipos de substratos. Dando continuidade à linha de pesquisa, este plano de trabalho terá como finalidade a ampliação do estudo da utilização de extrato aquoso de algaroba como fonte de substrato para produzir biossurfactantes em biorreatores de bancada. Neste contexto, o projeto visa avançar os estudos na produção de biossurfactantes a partir de linhagens do gênero Bacillus (Bacillus subtilis e Bacillus safensis) utilizando substratos alternativos como o extrato aquoso de algaroba.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Karla Karoline Pinto de Oliveira - Integrante / Andréa Farias de Almeida - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - 2016

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - 2015

INSTITUTO FEDERAL DE RORAIMA

Vínculo: Menor Aprendiz (CIEE), Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Recepcionista; Atendimento ao público; Emissão de certificados; Marcação de reuniões.

2016 - 2017

Maximize Soluções em Biotecnologia

Vínculo: Funcionária, Enquadramento Funcional: Diretora de Marketing

Outras informações:
Elaboração de peças de publicidade para divulgação da empresa em redes sociais; Contato direto com o cliente na pré e pós venda; Busca por parcerias para empresa.