Roberta Peixoto
Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pela Universidade Estácio de Sá. Foi bolsista de Iniciação Científica pelo PIBIC/CNPq e bolsista CAPES durante o mestrado. Posteriormente, atuou como pesquisadora pelo Programa de Treinamento e Capacitação Técnica da FAPERJ. É revisora de textos, redatora e pesquisadora, com experiência nas áreas de Memória, Cultura e Comunicação.
Informações coletadas do Lattes em 02/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Comunicação
2022 - Atual
Universidade Federal Fluminense
Marco Antonio Roxo da Silva.
Mestrado em Memória Social
2016 - 2018
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Título: Das Páginas Policiais à Espetacularização da Fé: As Religiões de Matrizes Africanas ao Longo do Século XX., Ano de Obtenção: 2018
Maria Amália Silva Alves de Oliveira.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: memória; Comunicação; Religiões de Matrizes Africanas; Espetáculo; turismo.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Turismo / Subárea: Comunicação. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Turismo / Subárea: Turismo.
Graduação em Comunicação Social
2019 - 2023
Universidade Estácio de Sá
Título: Memória e consumo: usos da nostalgia na publicidade contemporânea
Graduação em Turismo
2010 - 2015
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Orientador: Maria Amália Silva Alves de Oliveira
Formação complementar
2023 - 2023
Revisão Textual em Língua Portuguesa. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2023 - 2023
Capacitação de Agentes do Setor Cultural e Criativo em Editorial. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2022 - 2022
Antropologia digital e comunidades online e offline. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
2020 - 2020
Desinformação e circulação jornalística em redes sociais em tempos de pande. (Carga horária: 2h). , Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, INTERCOM, Brasil.
2020 - 2020
Mídia, misoginia e feminicídio: em busca de uma atuação comunicacional resp. (Carga horária: 2h). , Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, INTERCOM, Brasil.
2020 - 2020
Educação Midiática. (Carga horária: 30h). , Instituto Palavra Aberta, IPA, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em CitiesX: The Past, Present and Future of Urban Life. (Carga horária: 80h). , Harvard University, HARVARD, Estados Unidos.
2018 - 2018
Marketing Turístico. (Carga horária: 30h). , SENAC, S_FORN, Brasil.
2018 - 2018
Marketing Digital. (Carga horária: 30h). , SENAC, S_FORN, Brasil.
2016 - 2016
Políticas de Memória: Narrativas, esquecimentos e usos do passado.. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Brasil.
2015 - 2015
Espaço da Universidade na Sociedade. (Carga horária: 5h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2015 - 2015
Projeto Ensino Participativo: Teoria e Prática. (Carga horária: 10h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2015 - 2015
Gerenciamento do Escopo de Projetos. (Carga horária: 5h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2014 - 2014
Gestão de Projetos Sociais. , SESC - Administração Nacional, SESC, Brasil.
2014 - 2014
Conhecimento, Saber e Ciência. (Carga horária: 5h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2013 - 2013
Propriedade Intelectual. (Carga horária: 14h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado do Rio de Janeiro, SENAI/FIRJAN, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Turismo / Subárea: Memória Social.
Organização de eventos
BUTHOD, A. ; PEIXOTO, Roberta. . V Semana de Turismo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. 2010. (Outro).
Participação em eventos
Aproximações interdisciplinares: expressões da violência de gênero contra a mulher. 2020. (Seminário).
II Colóquio de Decolonialidade e Direitos Humanos na América Latina. 2020. (Outra).
III Seminário Internacional Corpos Insubmissos: Tecnologias ancestrais e antirracismo. Estratégias de (des)organização política e autonomia negra, indígena e roma.. 2020. (Seminário).
INTERCOM 2020 - 43º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. 2020. (Congresso).
Itinerários de Pesquisas e Afetos: Memória, Linguagem e Criação. 2020. (Encontro).
V Seminário de Pesquisa do CDOC-ARREMOS - Religião e Movimentos Sociais: Aspectos Infocomunicacionais. 2020. (Seminário).
Webinário Internacional - Constitucionalismo Latino-Americano: Desafios e Perspectivas na Nova Normalidade. 2020. (Seminário).
X Mesa Redonda Arquivo, Memória e Ditadura: os arquivos e a promoção dos Direitos Humanos. 2020. (Seminário).
Escola de Altos Estudos: Políticas de Memória: Narrativas, Esquecimentos e Usos do Passado.Memórias que Persistem: Candomblé, Religião de Resistência. 2016. (Seminário).
VI Fórum de Estagiários Sesc/DN.O Sesc, o Turismo Religioso e o Candomblé: (re)conhecendo nossas raízes por meio do Turismo Social. 2014. (Outra).
Rio+20 - Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. 2012. (Congresso).
3º Seminário Internacional Capitalismo Cognitivo - Revolução 2.0: Da Crise do Capitalismo Global à Constituição do Comum. 2011. (Seminário).
I Encontro de Iniciativas Ambientais Internas e Externas a UNIRIO.Estado de Gaia: O Projeto. 2011. (Encontro).
VI Festival de Turismo das Cataratas do Iguaçu. 2011. (Congresso).
IV Encontro Luso-Brasileiro de Educação, Formação e Cultura ?. 2010. (Encontro).
O Planeta que Queremos. 2010. (Encontro).
Seminário de Comunicação e Turismo: ?Viagens ? Reportando o Mundo?. 2010. (Seminário).
Turismo de Base Comunitária: uma realidade possível?.Rede Tucum: Turismo de Base Local. 2010. (Seminário).
VI Seminário de Educação Diferenciada e Etnoconhecimento ?. 2010. (Seminário).
40 anos de 1968: Ficção, História e Memória. 2008. (Seminário).
Produções bibliográficas
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PEIXOTO, Roberta. . Das páginas policiais à espetacularização do sagrado: religiões de matrizes africanas reportadas no Jornal do Brasil (1900 ? 1985). REVISTA COMPOLITICA , v. 11, p. 111-134, 2021.
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OLIVEIRA, Maria Amália Silva Alves de ; PENA, I. A. B. ; PEIXOTO, Roberta. . Ampliando horizontes para o turismo no Rio da Prata de Campo Grande a partir da perspectiva do Uso Público no Parque Estadual da Pedra Branca (RJ). REVISTA TURISMO EM ANÁLISE , v. 31, p. 244, 2020.
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BASSETTI, Telma Bittencourt ; PEIXOTO, ROBERTA . O consumo do sexo em Copacabana/RJ e a conformação de suas territorialidades: embates e resistências / Sex consumption in Copacabana/RJ and its territorialities arrangement: struggles and resistance. REVISTA DE DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS (FDV) , v. 16, p. 9-28, 2016.
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OLIVEIRA, Maria Amália Silva Alves de ; PEIXOTO, Roberta. . A Biografia Cultural de Patrimônios de Religiões de Matrizes Africanas: a construção de um atrativo turístico.. In: Bruno Portigliatti; Ricardo Monteiro; Adriana Brambilla; Elídio Vanzella. (Org.). Turismo & Hotelaria no contexto da História. 1ed.João Pessoa: Editora CCTA, 2020, v. 1, p. 219-257.
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PEIXOTO, Roberta. . O Rio de Axé das Religiões de Matrizes Africanas: percorrendo margens, traçando rotas e descobrindo caminhos.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PEIXOTO, Roberta. . Memórias que Persistem: Candomblé, Religião de Resistência. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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PEIXOTO, Roberta. . Rio de Axé: Candomblé, Memória e Patrimônio na perspectiva Turística do Rio de Janeiro.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PEIXOTO, Roberta. . O Sesc, o Turismo Religioso e o Candomblé: (re)conhecendo nossas raízes por meio do Turismo Social. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PEIXOTO, Roberta. . O Sesc, o Turismo Religioso e o Candomblé: (re)conhecendo nossas raízes por meio do Turismo Social 2014 (Trabalho Completo).
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PEIXOTO, Roberta. . Turismo Sexual em Copacabana: diálogos ou conflitos com a população residente? 2013 (Trabalho Completo).
Outras produções
PEIXOTO, Roberta. . Memento Revisão. 2019; Tema: Revisão de Textos, Orientação Acadêmica, Cultura Geral.. (Blog).
BRUM, Bernardo ; PEIXOTO, Roberta. ; AUTRAN, Bruno ; ROBUSTI, Fernanda . Quintal Marciano. 2016; Tema: Artigos sobre cultura popular. (Blog).
PEIXOTO, Roberta. ; SINAY, Laura. . Trilha Transcarioca - Planejamento Ambiental do Turismo. 2014; Tema: Planejamento Ambiental do Turismo. (Site).
Carlos Henrique Porto Falcão ; Patrícia Carmo dos Santos ; Luis Antonio Guimarães da Silva ; Roberta Barreto Miranda ; Alberto d?Aurea Sobral Pereira Filho ; PEIXOTO, Roberta. . Guia Sesc de Férias. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Guias; Brasil - Descrição e Viagens.).
Projetos de pesquisa
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2012 - 2020
Políticas Públicas em Turismo no Brasil: trajetórias, memórias e atores envolvidos, Descrição: O tema de Políticas Públicas em Turismo tornou-se, em março de 2013, objeto de pesquisa na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, quando foi criado e registrado no Departamento de Pesquisa da Unirio o projeto "Políticas Públicas em Turismo no Brasil: trajetórias, memórias e atores envolvidos", construído com o objetivo de recuperar a memória e a história da política brasileira de turismo. O projeto em tela abriga subprojetos de pesquisa, dentre eles o "Memória da Política Nacional de Turismo: uma análise a partir da Antropologia da Política", que conta com financiamento do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), através do Edital/Chamada Universal MCTI/CNPQ nº 01/2016 Descrição: A identificação e análise de discursos e trajetórias no contexto histórico anterior a instituição da Política Nacional de Turismo constitui o tema de pesquisa a ser desenvolvido. Pesquisas realizadas por Maria Amália Silva Alves de Oliveira, autora deste projeto, revelam que, de 1938 a 1963, as questões relacionadas ao Turismo circularam por distintos órgãos e departamentos, indicando a ausência de um ordenamento de propostas e concepções para o setor. Se por um lado o marco dos esforços voltados para uma regulamentação oficial da atividade é remetida ao ano de 1938, documentos e entrevistas realizadas apontam para a formação de associações empresariais de classe atuantes no setor, como a Sociedade Brasileira de Turismo, em 1923 - a qual três anos depois associou-se a agências internacionais e passou a se chamar Touring Clube do Brasil; Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), fundada em 09 de novembro de 1936 e a Associação Brasileira de Agentes de Viagens (ABAV), fundada em 28 de dezembro de 1953. Assim, o objeto desta pesquisa vem a ser a identificação e a análise dos discursos e trajetórias das três associações. Em termos analíticos, a pesquisa incide sobre o contexto histórico cultural, captados através das relações sociais e práticas culturais que contribuíram para que a partir de 1938, a atividade turística fosse pautada em termos de regulação oficial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (5) . , Integrantes: Roberta Peixoto - Integrante / Maria Amália Silva Alves de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2012 - 2013
Turismo, tempo livre e lazer em Copacabana/RJ., Descrição: O projeto busca investigar, a partir de um olhar dialético, as relações, contradições e embates travados no cotidiano sobre os usos turísticos e práticas de lazer entre residentes e turistas em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Roberta Peixoto - Integrante / Telma Mara Bittencourt Bassetti Santos. - Coordenador., Financiador(es): Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - 2020
Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Treinamento e Capacitação Técnica (TCT - 5), Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Pesquisadora bolsista pelo programa de Treinamento e Capacitação Técnica (TCT - 5) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ, com o projeto de pesquisa "Pequenos Agricultores do Rio da Prata de Campo Grande (RJ): Memória, Patrimônio e Turismo", da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
As terras do Campo Grande localizavam-se para além dos campos do Irajá e se estendia no século XVII pelas terras que atualmente compõem os bairros de Deodoro, Realengo, Padre Miguel, Bangu, Senador Camará, Campo Grande, Santíssimo, Inhoaíba e Cosmos. O cultivo do café nas terras do Campo Grande teve maior destaque na Fazenda do Mendanha e trouxe um breve período de opulência para região que veio posteriormente perder sua supremacia para os atuais municípios de Vassouras e Resende. Com a crise da cultura do café, iniciada no final do século XIX e persistindo no século seguinte, as terras de Campo Grande foram direcionadas para novas frentes de produção agrícola, tais como a olericultura e a citricultura. Até os anos 40, Campo Grande foi considerado a grande região produtora de laranjas, o que lhe rendeu o nome de ?Citrolândia?, beneficiando-se da já existente Estrada de Ferro D. Pedro II. O dinamismo econômico dos sucessivos ciclos agrícolas consagrou a imagem da atual zona Oeste da cidade como o celeiro do Distrito Federal. Na década de 60, a especulação imobiliária avança na região a ponto de degradar as atividades agrícolas remanescentes e a partir dos de 1970 ocorre a instalação do denominado Parque dos bairros de Campo Grande e Santa Cruz. Tais décadas marcam um período de profundas transformações econômicas para a região. Dessa forma, a Zona Oeste deixava de ser famosa por sua importância fruticultora. No confronto entre os remanescentes de uma cultura rural, traços de urbanização se insinuaram e nesse embate entre o ?tradicional? e ?novo?, foi criada a Área de Proteção Ambiental (APA) do Parque Estadual da Pedra Branca, com a intenção de
2016 - 2018
Universidade Federal do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora - Mestrado
Outras informações:
O tratamento dispensado às religiões de matrizes africanas é marcado por estratégias de silenciamento de memórias. Terminado o sistema escravista, nas primeiras décadas do século XX será empreendido um longo processo de coibição e criminalização das religiões afro-brasileiras, que ficam sob o jugo dos aparelhos coercitivos do Estado. Entretanto, na segunda metade do século XX os terreiros saem da jurisdição policial e essas religiões ganham reconhecimento ao serem compreendidas como cultura. É justamente no decorrer das décadas de 1960 e 1970 que se percebe um movimento inverso ao observado na primeira metade século: o pertencimento às religiões de matrizes africanas torna-se fonte de certo prestígio na sociedade brasileira. Em meio às mudanças políticas e culturais do século XX, a fé de matrizes africanas passa a fazer parte da construção de uma pretensa identidade nacional e começa a ser proposta também no âmbito do turismo, como uma das atrações folclóricas nacionais. A mídia, enquanto poderoso instrumento para a articulação de memórias participa ativamente da elaboração dessas perspectivas. Desse modo, a partir da análise de material veiculado pelo Jornal do Brasil, no espaço temporal de 1900 a 1989, busca-se entender de que maneira essas religiões passam de prática condenada por lei a souvenir nacional; e quais as forças, as disputas e as intenções permeiam esse processo.
2012 - 2013
Universidade Federal do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora - Iniciação Científica, Carga horária: 20
2012 - 2012
Universidade Federal do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20
Outras informações:
Monitor de Economia do Turismo
2011 - 2012
Universidade Federal do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20
Outras informações:
Monitor de Turismo Histórico-Cultural
Atividades
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04/2016 - 04/2018
Pesquisa e desenvolvimento, Reitoria, Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH).Linhas de pesquisa
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08/2012 - 08/2013
Pesquisa e desenvolvimento, Reitoria, Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH).Linhas de pesquisa
2014 - 2015
Sesc - Administracão NacionalVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30
2013 - 2013
Serviço Social do Comércio (RJ)Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 30
Criando um monitoramento
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