Camila Corrêa Felix
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social na Universidade Federal da Bahia, desenvolvendo uma etnografia junto ao Movimento de Moradia da Região Centro, em São Paulo. Mestre em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com etnografia desenvolvida junto a uma comunidade remanescente de quilombo amazônica, tendo como foco a constituição da pessoa e da comunidade suscitada pela dimensão política da relação entre humanos e encantados. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense sob orientação de Tânia Stolze Lima. Foi professora da rede estadual do Rio de Janeiro.
Informações coletadas do Lattes em 28/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Antropologia
2018 - Atual
Universidade Federal da Bahia
Título: "Cada eu que digo é outro": produção de pessoas e coletivos em ocupações de moradia no centro de São Paulo
Orientador: Cecilia Maccallum
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: ocupações; moradia; política; territórios existenciais.
Mestrado em Programa de pós-graduação em sociologia e antropologia
2008 - 2011
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: ?Eles são cristãos como nós?. A cosmopolítica numa comunidade negra amaz/õnica, Ano de Obtenção: 2011
Elsje Maria Lagrou.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Aperfeiçoamento em Operador de Câmera
2014 - 2014
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
Título: Confundia. Ano de finalização: 2014
Orientador: André Monteiro
Aperfeiçoamento em Direção de Arte
2013 - 2013
Lugar de Cinema
Título: O Cavalo Perdido. Ano de finalização: 2013
Orientador: Ines Olmedo
Graduação interrompida em 2017 em Artes Cênicas
2012 - Atual
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Ano de interrupção: 2017
Graduação em Ciências Sociais
2002 - 2006
Universidade Federal Fluminense
Título: Tudo o que é vivo tem mãe - Serrinha: a sistematização de uma observação participante
Orientador: Tânia Stolze Lima
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Educação.
Participação em eventos
Encontros Sextas no Nansi - sessão 144."Cada eu que digo é outro": espaços e produção de pessoas e coletivos em ocupações no Centro de São Paulo. 2024. (Encontro).
Jornada Saberes desde os corpos: pesquisas acadêmicas e.A vida material dos espíritos: a produção de pessoas e coletivos em uma comunidade negra amazônica. 2021. (Encontro).
Ciclo de Mulheres nas Ciências Sociais da UERJ.Imagens de mulheres. Performance e etnografia, duas experiências em debate. 2018. (Seminário).
33º Encontro Anual da ANPOCS. "Eles são cristãos como nós" - considerações acerca dos conceitos de pessoa e de comunidade suscitados pela existência dos encantados, relação com o sangue, doenças e sistemas de cura de uma comunidade negra amazônica.. 2009. (Congresso).
Jornada interna dos alunos do programa de pós-graduação em Sociologia e antropologia.Os encantados numa comunidade quilombola do rio Trombetas. 2008. (Outra).
III Encontro de Agricultura Ecológica. 2006. (Encontro).
I Encontro Nacional de Antropologia do Consumo. 2005. (Encontro).
XXV Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia. 2005. (Congresso).
Semana de Ciências Sociais. 2004. (Encontro).
23° Reunião da Associação Brasileira de Antropologia. 2002. (Congresso).
XXVI Encontro Anual da ANPOCS. 2002. (Encontro).
Orientou
Serrinha: sistematização de uma observação perticipante; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Camila Corrêa Félix;
Produções bibliográficas
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FÉLIX, C. C. . PRÁTICA ESCOLAR, OFICINA DE CORPO. NOTAS SOBRE UMA EXPERIÊNCIA POLÍTICA DOS AFETOS. Perspectiva Sociológica , v. 1 sem 2017, p. 66, 2017.
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FÉLIX, C. C. . "Eles são cristãos como nós". Considerações acerca dos conceitos de pessoa e de comunidade suscitados pela existência dos encantados, relação com o sangue, doenças e sistema de cura de uma comunidade negra amazônica.. In: 33º Encontro Anual da ANPOCS, 2009, Caxambu - MG. Anais do 33º Encontro Anual/2009 - ISSN 2177-3092, 2009.
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FÉLIX, C. C. . 'Cada eu que digo é outro': Modos de composição e abertura em ocupações de moradia do centro de São Paulo. 2025. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FÉLIX, C. C. . Territorialidades negras no centro de São Paulo: ocupações de moradia como a instauração de um outro modo de vida. 2025. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FELIX, C. C. ; Felix, Camila Correa ; FÉLIX, C. C. . Cada eu que digo é outro - Espaços e a produção de pessoas e coletivos numa ocupação no centro de São Paulo. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FÉLIX, C. C. ; BISPO, Jucélia ; THOMPSON, Barbara ; MOREIRA, Vanessa . (Re)vendo as mulheres. O viés ou no que implica fazer uma etnografia feminista. 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FÉLIX, C. C. . "Eles são cristãos como nós" - Considerações acerca dos conceitos de pessoa e de comunidade suscitados pela existência dos encantados, relação com o sangue, doenças e sistema de cura numa comunidade negra amazônica. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FÉLIX, C. C. . ?Eles são cristãos como nós?: Os encantados numa comunidade do rio Trombetas. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FÉLIX, C. C. . Serrinha: a sistematização de uma observação participante. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Outras produções
FÉLIX, C. C. . Cofrinho sabichão. 2022. Teatral.
Projetos de pesquisa
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2025 - 2025
O "Ouvidor 63" entendido como ato estético-político e como evidência da habilidade corporal e simbólica de ocupar um certo ponto de vista, Descrição: Este projeto explora o significado da ocupação de um edifício para fins simultâneos de habitação e produção artística. Pergunta o que esses tipos de ocupação possibilitam em termos de práticas artísticas e vida cotidiana, e o que pode ser aprendido com a experiência concreta. Essas questões são exploradas através do evento específico do Ouvidor 63 em São Paulo, uma ocupação de 8 anos de um prédio de 13 andares da década de 1940 no centro da cidade. Ouvidor 63 é atualmente a maior ocupação artística da América Latina e abriga 100 artistas residentes, organizados coletivamente. O projeto localiza sua experiência em uma história mais longa e global das ocupações artísticas, com referências a ocupações na Europa e nos Estados Unidos das décadas de 1960 a 1980, bem como na própria longa história de ocupações de moradia do Brasil. O projeto identifica, explora e mapeia uma série de processos de "construção de mundo" (world making) no Ouvidor 63: práticas sociais e estéticas que a ocupação especificamente possibilita. Estas incluem práticas de formação artística que ocorrem nos espaços e oficinas do edifício, algumas hibridizações únicas de linguagens artísticas, novas práticas de gestão e tomada de decisão e novas formas de intercâmbio internacional. O projeto mostra como a experiência única do Ouvidor 63 pode contribuir para o desenvolvimento da história, teoria e crítica da arte, desafiar seus métodos e narrativas tradicionais na história da arte, trazendo novos elementos, práticas e contextos para o debate público. Os resultados do projeto incluem uma exposição, um site e publicações, incluindo um livro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Corrêa Félix - Coordenador.
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2018 - Atual
"Cada eu que digo é outro": produção de pessoas e coletivos em ocupações de moradia no centro de São Paulo, Descrição: As ocupaçôes de prédios abandonados no centro de São Paulo consistem na abertura de espaços para a criação de filhos, relações e comunidade. Além disso, instauram outro modo de viver e morar a partir de um pensamento político que transforma as possibilidades de pensar o direito à cidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Corrêa Félix - Coordenador.
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2008 - 2011
"Eles são cristãos como nós" - Cosmopolítica numa comunidade remanescente de quilombo amazônica, Descrição: O projeto pretende ser uma reflexão sobre os mecanismos de constituição da pessoa e da comunidade de forma contínua, compreendidos a partir dos fluxos de interioriorização e externalidade colocados sob uma perspectiva específica da diferença.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Corrêa Félix - Coordenador.
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2005 - 2005
Tudo o que é vivo tem mãe - sistematização de uma observação participante na comunidade da Serrinha, Descrição: A pesquisa foi desenvolvida a partir de uma etnografia realizada junto a uma comunidade remanescente de quilombo localizada na Amazônia paraense e teve como objetivo fazer alguns apontamentos sobre a relação entre humanos e encantados na comunidade regida pelo princípio de que tudo o que é vivo age.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Corrêa Félix - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2008 - 2024
SECRETARIA DE ESDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIROVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Docente, Carga horária: 16
2007 - 2011
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Outro (BOLSISTA), Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Regime: Dedicação exclusiva.
2005 - 2006
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora
Outras informações:
Pesquisadora do Projeto de Extensão do NUFEP "Decompondo Divisas"
Atividades
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03/2005 - 12/2005
Estágios , Centro de Estudos Gerais.Estágio realizado, monitoria na disciplina de antropologia I sob orientação da professora Tânia Stolze Lima.
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04/2004 - 12/2004
Extensão universitária , Centro de Estudos Gerais.Atividade de extensão realizada, bolsista de extensão no projeto Decompondo Divisas, realizado na comunidade Nova Holanda localizado no complexo da Maré no Rio de janeiro.
2011 - 2012
Secretaria de Cultura do Estado do Rio de JaneiroVínculo: , Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Consultoria à Rede de Pontos de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Estímulo ao fortalecimento da rede, identificação de estratégias bem sucedidas, pesquisa e difusão de metodologias desenvolvidas, assim como relações de trabalho estabelecidas no contexto dos projetos de pontos de cultura.
2011 - 2011
Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 20
Outras informações:
Pesquisadora do projeto Etnodesenvolvimento e Economia solidária realizado em 105 comunidades remanescentes de quilombo no Brasil.
2012 - 2012
casa da arte de educarVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Pesquisadora do Projeto Um Plano Articulado para Cultura e Educação com o objetivo de integrar as políticas públicas e estimular práticas educativas que se situem no território da escola de maneira mais orgânica e integral.
2008 - 2008
Fundação Getúlio VargasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: pesquisador, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
O trabalho de campo desenvolvido no município de Montes Claros - RJ, teve como objetivo mapear o uso do carvão vegetal na área a partir da aplicação de questionários.
2006 - 2006
Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro - RIOSEGURANÇAVínculo: Pesquisadora Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40
2013 - 2014
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 20
2014 - 2015
Jardim.inVínculo: prestadora de serviço, Enquadramento Funcional: Operadora de Câmera, Carga horária: 12
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