Pedro Benicio Almeida Pinto

Doutor em História Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Especialista em Dinâmicas Urbano-Ambientais e Gestão do Território pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Licenciado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Tem experiência na área da Geografia Urbana e História social do território, trabalhando com os seguintes temas: metropolização, modernização, gestão urbano - metropolitana, conflitos socio-ambientais, políticas públicas, pesca artesanal, história digital e observatórios socioambientais. Bolsista Proatec e integrante do Núcleo de Pesquisa e Extensão: Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas (NUTEMC). Membro da Rede Lastro (Análise de conjuntura, território e sociedade - em diálogo com o pensamento de Ana Clara Torres Ribeiro). Atualmente é professor de Geografia da Associação São Vicente de Paulo e do curso de Pré-Vestibular Olimpo.

Informações coletadas do Lattes em 23/01/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em História Social

2020 - 2025

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Meio técnico-científico-informacional e comunicacional, metodologias participativas e história recente dos observatórios como possibilidade de transformação socioterritorial
Catia Antonia da Silva.

Mestrado em GEOGRAFIA

2017 - 2019

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: TERRITÓRIO NORMADO, GERENCIAMENTO COSTEIRO E A PESCA ARTESANAL EM UBATUBA - SP
, Ano de Obtenção: 2019.Catia Antonia da Silva.

Especialização em Dinâmicas Urbano-Ambientais e Gestão do Território

2016 - 2017

UERJ - Faculdade de Formação de Professores
Título: Normatização do território e o território da vida: elementos para pensar o modelo de gestão costeira na Baía de Ilha Grande ? RJ
Orientador: Catia Antonia da Silva

Graduação em Geografia

2011 - 2016

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Produção social da cidade e a produção das áreas de Risco: Estado, agir emergencial e fragmentação social em Niterói
Orientador: Catia Antonia da Silva

Formação complementar

2015 - 2015

Extensão universitária em ArcGis. (Carga horária: 100h). , Uerj - Faculdade de Formação de Professores, UERJ - FFP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Ciências Humanas.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Urbana.

Organização de eventos

PINTO, P. B. A. . Seminário Avaliação socioambiental global da Baía de Sepetiba: novos desafios para articulação entre a preservação ambiental dos manguezais, da biodiversidade marinha e costeira e da geodiversidade, com valorização dos saberes das comunidades tradicionais e da Educação. 2024. (Outro).

PINTO, P. B. A. . Ciclo de debates - NUTEMC/FFP/UERJ. 2020. (Outro).

PINTO, P. B. A. . III Encontro da Rede de Geografias da Pesca. 2019. (Outro).

PINTO, P. B. A. . II Seminário Socioambiental Global da Baía de Sepetiba e Ilha Grande. 2019. (Outro).

PINTO, P. B. A. . V Seminário Nacional Metrópole: governo, sociedade e território. 2018. (Outro).

PINTO, P. B. A. . III Encontro da Articulação dos Pescadores e Pescadoras do Sudeste e Sul. 2018. (Outro).

PINTO, P. B. A. . I Seminário de Avaliação Socioambiental global da Baía de Sepetiba (RJ): diagnósticos e desafios para pensar a gestão regional. 2016. (Outro).

PINTO, P. B. A. . V Seminário Nacional Metrópole: governo, sociedade e território. 2018. (Outro).

Participação em eventos

1º festival da Pesca. Observatório socioambiental da Baía de Sepetiba: Metodologias participativas com pescadores e coletores artesanais na investigação, organização de acervo e subsídios para a proteção dos manguezais. 2025. (Feira).

IV Encontro da Rede Geografias da Pesca e I Seminário Socioambiental Integrado do Território da Lagoa dos Patos.As Geografias das lutas e resistências da pesca artesanal brasileira. 2023. (Encontro).

Seminário Permanecer, viver e existir: 21 anos de lutas pelas ações afirmativas na UERJ. 2022. (Seminário).

Um período, uma crise: Globalização e instabilidade dos territórios. 2021. (Seminário).

XIV ENANPEGE.POLÍTICA DE GERENCIAMENTO COSTEIRO E OS CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS EM SANTOS - SP. 2021. (Encontro).

Ciclo de debates - NUTEMC/FFP/UERJ.Paraty e comunidades tradicionais em contextos de crise e COVID-19. 2020. (Outra).

Ciclo de debates - NUTEMC/FFP/UERJ.Conflitos nos territórios pesqueiros da região oceânica de Niterói e Maricá. 2020. (Outra).

Construção da Política de Observatórios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).o papel da extensão universitária na transformação social. 2019. (Encontro).

CRIANDO O OBSERVATÓRIO DO MAR - UNIFESP-SANTOS.RODA DE CONVERSA. 2019. (Encontro).

II Seminário Socioambiental Global da Baía de Sepetiba e Baía da Ilha Grande.Gerenciamento costeiro. 2019. (Seminário).

28ª UERJ Sem Muros. Plataforma socioambiental da Baia de Sepetiba e Baía de Ilha grande. 2018. (Exposição).

28ª UERJ Sem Muros. Pescando por meio de redes sociais: promoção e capacitação de pescadores artesanais aos direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. 2018. (Exposição).

Ciclo de debates - NUTEMC.Biodiversidade e Comunidades tradicionais: Novas tendências institucionais, dilemas e desafios da repartição dos saberes populares tradicionais. 2018. (Encontro).

Congresso Brasileiro de Geografia Política, Geopolítica e Gestão do Território. GESTÃO COSTEIRA: TENSIONAMENTOS E CONFLITOS ENTRE O TERRITÓRIO NORMADO E O TERRITÓRIO USADO. 2018. (Congresso).

Curso de Disseminadores Externos das Informações Previdenciárias. 2018. (Oficina).

V Seminário Nacional Metrópole - Governo, Sociedade e Território: crise societária, análise de conjuntura e diálogos interdisciplinares.O Gerenciamento Costeiro e a Metrópole: a racionalidade irracional. 2018. (Seminário).

16ª Semana de Graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Os usos corporativos do território na Baía de Sepetiba. 2017. (Outra).

Encontro da Rede Lastro de pesquisa. 2016. (Encontro).

15ª Semana de Graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Pescando por meio de redes sociais: promoção e capacitação de pescadores artesanais aos direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. 2015. (Outra).

15ª Semana de Graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Impactos dos processos de modernização na atividade de pesca artesanal na região metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ): o caso da Baía de Guanabara e da Baía de Sepetiba. 2015. (Outra).

14ª Semana de Graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Direitos Sociais e Território: Análise sobre os trabalhadores da pesca artesanal e a luta pela cidadania. 2014. (Exposição).

IV Seminário de Justiça Ambiental, Igualdade Racial e Educação.Direitos Sociais e Território: Análise sobre os trabalhadores da pesca artesanal e a luta pela cidadania. 2014. (Seminário).

IV Seminário Nacional Metrópole: Governo, sociedade e Território & III Colóquio Internacional Metrópoles em Perspectivas.Da Grota ao Morro do Bumba. 2013. (Seminário).

VII Semana de Geografia: "Descolonização do Pensamento e da Geografia: Rupturas e (re)existências contra colonialidade do saber e do poder". 2013. (Seminário).

XIII Simpósio Nacional de Geografia Urbana: Ciência e Ação Política por uma abordagem Crítica. 2013. (Simpósio).

Participação em bancas

Aluno: Everthon Cosme de Souza

SILVA, C. A.; RIBEIRO, L. H. L.; SAMPAIO, K. S.;PINTO, P. B. A.. GESTÃO DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS NA PEDRA DE GUARATIBA ? RJ: UMA EXPERIÊNCIA PELO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DE COMUNIDADES TRADICIONAIS PESQUEIRAS ARTESANAIS. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Uerj - Faculdade de Formação de Professores.

Aluno: Karla da Silva Sampaio

SILVA, C. A.; CARVALHO, M. C. A.; MODESTO, N. S. D.;PINTO, P. B. A.; FERREIRA, D. C. O.. Os pescadores artesanais e o meio técnico científico informacional: modernização do sistema público e impactos nos direitos trabalhistas dos pescadores. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Uerj - Faculdade de Formação de Professores.

Aluno: Luis Guilherme Aquino Freitas

SILVA, C. A.; SILVA, A. D. S. F.;PINTO, P. B. A.. O PROCESSO DE DESTERRITORIALIZAÇÃO DOS PESCADORES ARTESANAIS DA PRAIA DE ITAIPU. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Uerj - Faculdade de Formação de Professores.

Aluno: Marcella de Barros Ferreira

SILVA, C. A.; MODESTO, N. S. D.;PINTO, P. B. A.. Circuito Produtivo do Minério Entre Minas Gerais e Rio de Janeiro: Pesca Artesanal no Contexto dos Grandes Empreendimentos Mineradores. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Uerj - Faculdade de Formação de Professores.

Produções bibliográficas

  • PINTO, P. B. A. ; SILVA, J. C. . SABERES E FAZERES CAIÇARAS - RESISTÊNCIAS E EXISTÊNCIAS DA PESCA ARTESANAL EM CAJAÍBA, PARATY-RJ. Mares: Revista de Geografia e Etnociências , v. 4, p. 86, 2022.

  • PINTO, P. B. A. ; BASTOS, R. S. ; SOUSA, E. C. . Impactos da pandemia de COVID-19 na atividade pesqueira artesanal de Itaipu. Mares: Revista Geografia e Etnociências , v. 2, p. 61/2-71, 2020.

  • PINTO, P. B. A. . POLÍTICA PÚBLICA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRABALHADORES DA PESCA ARTESANAL: DILEMAS ESTRUTURAIS EM CONTEXTOS CONJUNTURAIS DO COVID-19. Revista Tamoios , v. 16, p. 88/1-107, 2020.

  • SAMPAIO, K. S. ; PINTO, P. B. A. ; SILVA, C. A. . Os direitos sociais na pesca artesanal: as mudanças do CEI para o CAEPF e as problemáticas de acesso. Revista Mares , v. 01, p. 85-95, 2019.

  • PINTO, P. B. A. . Ensaio sobre a política de gerenciamento costeiro: o exemplo de São Paulo. Mares: Revista de Geografia e Etnociências , v. 01, p. 127-136, 2019.

  • SILVA, C. A. (Org.) ; EUZEBIO, R. C. (Org.) ; RAINHA, F. A. (Org.) ; RIBEIRO, L. H. L. (Org.) ; FERREIRA, M. B. (Org.) ; SAMPAIO, K. S. (Org.) ; PINTO, P. B. A. (Org.) ; FERREIRA, L. E. L. (Org.) . Atlas da pesca artesanal no Rio de Janeiro: contextos e geografias das existências. 1. ed. São Gonçalo: FFP-UERJ, 2018. 65p .

  • SILVA, C. A. ; PINTO, P. B. A. ; BUCH, C. L. . Observatório socioambiental, ciência cidadã e experiências de trabalho com pescadores artesanais a partir do uso de aplicativo digital. In: Davis Pereira de Paula... [et al]. (Org.). A linha de costa como espaço de interface e identidade: contributos interdisciplinares das humanidades azuis. 1ed.Rio de Janeiro: FGEL - UERJ, 2024, v. 1, p. 183-198.

  • PEREIRA, M. ; PINTO, P. B. A. . ?CONSCIÊNCIA AO CONSUMIR?: o destino do lixo e suas consequências na vida urbana. In: Catia Antonia da Silva. (Org.). Educação ambiental na Educação escolar: Desafios, diálogos escolares e estudos socioambientais sobre a Baía de Sepetiba ? Rio de Janeiro ? RJ. 1ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2024, v. , p. 100-.

  • SILVA, C. A. ; PINTO, P. B. A. . Ordenamento Territorial para a Baía de Sepetiba (RJ). Marcos Legais e Desafios. In: Luis Henrique Leandro Ribeiro e Matheus da Silveira Grandi. (Org.). Geografia e Relações de Poder: trajetórias teórico-metodológicas e Lutas na Produção do espaço e dos Saberes Geográficos. 1ed.Rio de Janeiro: Consequência, 2024, v. 1, p. 189-206.

  • PINTO, P. B. A. . O Observatório Socioambiental da Baía de Sepetiba no contexto da história digital. In: Catia Antonia da Silva. (Org.). Pesca artesanal: reflexões da Geografia, História Ssocial na análise de geograficidades e temporalidades. 1ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2023, v. 1, p. 232-249.

  • PINTO, P. B. A. ; SAMPAIO, K. S. . A percepção do mundo virtual, pelos pescadores artesanais da Baía de Sepetiba (RJ), e sua prática social no tempo presente. In: Catia Antonia da Silva. (Org.). Baía de Sepetiba. Diagnósticos, análises e metodologias participativas: intercepções dialógicas como contribuições para a governança territorial. 11ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2023, v. 1, p. 244-264.

  • SILVA, C. A. ; PINTO, P. B. A. ; BUCH, C. L. . Governança territorial e contribuições do Observatório Socioambiental da Baía de Sepetiba: mediação entre conhecimento acadêmico e saberes tradicionais, tecidos no cotidiano dos pescadores artesanais. In: Catia Antonia da Silva. (Org.). Diagnósticos, análises e metodologias participativas: intervenções dialógicas como contribuições para a governança territorial. 1ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2023, v. 1, p. 315-342.

  • SILVA, C. A. ; PINTO, P. B. A. . Reflexões geográficas e sociológicas, sobre trajetórias de extensão e de pesquisa, na luta pela garantia dos direitos de pescadores artesanais. In: Cristiano Quaresma de Paula; Christian Nunes da Silva; Catia Antonia da Silva. (Org.). Geografia & Pesca Artesanal brasileira. 1ed.Belém: GAPTA, 2019, v. 1, p. 175-190.

  • PINTO, P. B. A. . O período informacional e a história: as novas tecnologias digitais e as fontes históricas. In: X Seminário Interno do PPGHS UERJ 2022, 2022, São Gonçalo. Seminário Interno do Programa de Pós-Graduação em História Social. Rio de Janeiro: FFP/UERJ, 2022. p. 692-702.

  • PINTO, P. B. A. . UM OLHAR SOBRE AS NARRATIVAS DE MEMÓRIAS: COMPREENDENDO OS CONFLITOS DOS PESCADORES ARTESANAIS. In: Simpósio Nacional de História, 2021, Rio de Janeiro. Anais do 31° Simpósio Nacional de História [livro eletrônico] : história, verdade e tecnologia. São Paulo: ANPUH - Brasil, 2021.

  • PINTO, P. B. A. . Política de gerenciamento costeiro e os conflitos socioambientais em Santos - SP. In: XIV Encontro Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia, 2021, João Pessoa. Anais do XIV ENANPEGE, 2021.

  • PINTO, P. B. A. . Observatório Socioambiental da Baía de Sepetiba: desafio para pensar o presente e interferir na governança territorial. In: I Encontro Científico Parque Estadual Cunhambebe e APA, 2021. I Encontro Científico Parque Estadual Cunhambebe e APA Mangaratiba, 2021. p. 77-81.

  • PINTO, P. B. A. . A contribuição do Observatório Socioambiental da Baía de Sepetiba, no olhar sobre o território. In: IX Seminário Interno do PPGHS, 2021, São Gonçalo. Anais do IX Seminário Interno do PPGHS. São Gonçalo: UERJ/FFP, 2021. v. 9.

  • PINTO, P. B. A. . As políticas públicas e os pescadores artesanais no contexto da Baixada Santista-SP. In: VIII Seminário Interno PpGHS, 2020, São Gonçalo. ANAIS DO VIII SEMINÁRIO INTERNO DO PPGHS. Rio de Janeiro: Rede Sirius, 2020. v. 8. p. 786-800.

  • PINTO, P. B. A. . GESTÃO COSTEIRA: TENSIONAMENTOS E CONFLITOS ENTRE O TERRITÓRIO NORMADO E O TERRITÓRIO USADO. In: Congresso Brasileiro de Geografia Política, Geopolítica e Gestão do Território, 2018, Niterói. ANAIS DO III CONGEO. Niterói: REBRAGEO, 2018. p. 265-279.

  • PINTO, P. B. A. . O gerenciamento costeiro e a metrópole: racionalidade irracional. In: V Seminário Nacional Metrópole: governo, sociedade e território - crise societária, análise de conjuntura e diálogos interdisciplinares, 2018, Rio de Janeiro. Anais do V Seminário Nacional Metrópole: governo, sociedade e território - crise societária, análise de conjuntura e diálogos interdisciplinares. São Gonçalo: UERJ/FFP, 2018. p. 22-34.

  • PINTO, P. B. A. . DIREITOS SOCIAIS E TERRITÓRIO: ANÁLISE SOBRE OS TRABALHADORES DA PESCA ARTESANAL E A LUTA PELA CIDADANIA. In: IV SEMINÁRIO DE JUSTIÇA AMBIENTAL, IGUALDADE RACIAL E EDUCAÇÃO, 2015, São Gonçalo. IV SEMINÁRIO DE JUSTIÇA AMBIENTAL, IGUALDADE RACIAL E EDUCAÇÃO, 2015.

  • PINTO, P. B. A. . PLATAFORMA SOCIOAMBIENTAL DA BAIA DE SEPETIBA E BAÍA DA ILHA GRANDE. In: 29ª UERJ Sem Muros, 2019, Rio de Janeiro. Resumos da 29ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUerj, 2019.

  • PINTO, P. B. A. . Pescando por meio de redes sociais: promoção e capacitação de pescadores artesanais aos direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. In: 29ª UERJ Sem Muros, 2019, Rio de Janeiro. Resumos da 29ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUerj, 2019.

  • PINTO, P. B. A. . Pescando por meio de redes sociais: promoção e facilitação de pescadores artesanais ao direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. In: 29ª UERJ Sem Muros, 2018, Rio de Janeiro. Resumos da 29nª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2019. p. 357-357.

  • PINTO, P. B. A. . Plataforma socioambiental da Baia de Sepetiba e Baía de Ilha grande. In: Resumos da 29ª UERJ Sem Muros, 2018, Rio de Janeiro. Resumos da 29ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2019. p. 807-807.

  • PINTO, P. B. A. . Pescando por meio de redes sociais: promoção e capacitação de pescadores artesanais aos direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. In: 28ª UERJ Sem Muros, 2018, Rio de Janeiro. Resumos da 28ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018. p. 11-11.

  • PINTO, P. B. A. . OS USOS CORPORATIVOS DO TERRITÓRIO NA BAIA DE SEPETIBA. In: 27ª UERJ Sem Muros, 2017, Rio de Janeiro. Resumos da 27ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2017. p. 179-179.

  • PINTO, P. B. A. . IMPACTOS DOS PROCESSOS DE MODERNIZAÇÃO NA ATIVIDADE DE PESCA ARTESANAL NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO (RMRJ): O CASO DA BAÍA DE GUANABARA E DA BAÍA DE SEPETIBA. In: 26ª UERJ Sem Muros, 2015, Rio de Janeiro. Resumos da 26ª UERJ Sem Muros. EdUERJ: EdUERJ, 2015. p. 237-237.

  • PINTO, P. B. A. . PESCANDO POR MEIO DE REDES SOCIAIS: PROMOÇÃO E FACILITAÇÃO DE PESCADORES ARTESANAIS AOS DIREITOS E POLITICAS PÚBLICAS PARA CAPACITAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL E DE APOIO A AUTOGESTÃO DE EMPREENDIMENTOS. In: 26ª UERJ Sem Muros, 2015, Rio de Janeiro. Resumos da 26ª UERJ Sem Muros. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015. p. 307-307.

  • PINTO, P. B. A. . Monitoramento participativo e território: experiências de plataformas digitais do observatório socioambiental da Baía de Sepetiba. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PINTO, P. B. A. . Pescando por meio de Redes Sociais: promoção e facilitação de pescadores artesanais ao direitos e politicas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PINTO, P. B. A. . GESTÃO COSTEIRA: TENSIONAMENTOS E CONFLITOS ENTRE O TERRITÓRIO NORMADO E O TERRITÓRIO USADO. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PINTO, P. B. A. . O Gerenciamento Costeiro e a Metrópole: a racionalidade irracional. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PINTO, P. B. A. . Os usos corporativos do território na Baía de Sepetiba. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PINTO, P. B. A. . Pescando por meio de redes sociais: promoção e facilitação de pescadores artesanais aos direitos e políticas públicas para capacitação de organização social e de apoio a autogestão de empreendimentos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PINTO, P. B. A. . Impactos dos processos de modernização na atividade de pesca artesanal na região metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ): o caso da Baía de Guanabara e da Baía de Sepetiba. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PINTO, P. B. A. . Em busca dos direitos sociais dos pescadores: por meio de oficinas pedagógicas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PINTO, P. B. A. . Direitos sociais e território: análise sobre os trabalhadores da pesca artesanal e a luta pela cidadania. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PINTO, P. B. A. ; SANTOS, D. C. L. . Da Grota ao Morro do Bumba. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Outras produções

PINTO, P. B. A. . Faz parte da equipe do Lastro - Laboratório da Conjuntura Social Tecnologia e Território - IPPUR/UFRJ e CNPq. 2016.

PINTO, P. B. A. . V Seminário Nacional Metrópole: Governo, Sociedade e Território. 2018; Tema: CRISE SOCIETÁRIA, ANÁLISE DE CONJUNTURA E DIÁLOGOS INTERDISCIPLINARES. (Site).

PINTO, P. B. A. . Articulação dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Sul Sudeste. 2018. (Site).

PINTO, P. B. A. ; SILVA, C. A. . Pesca artesanal, território e geografias das existências: elaboração de metodologias participativas para a compreensão das espacialidades dos sujeitos. 2024. (Relatório de pesquisa).

PINTO, P. B. A. ; SILVA, C. A. . Atlas das regiões metropolitanas brasileiras: contribuições ao Ensino da Metrópole na Educação Básica. 2021. (Relatório de pesquisa).

PINTO, P. B. A. . V Seminário Nacional Metrópole: Governo, Sociedade e Território. 2018. (Revisão técnica).

PINTO, P. B. A. . Pesca artesanal legal: pescador da região sul/sudeste: conheça seus direitos e deveres!. 2017. (Revisão técnica).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    OBSERVATÓRIO SOCIOAMBIENTAL DE SEPETIBA E LIXO ZERO: CONTRIBUIÇÕES NA CONSCIENTIZAÇÃO E MUDANÇA COMPORTAMENTAL NA PROTEÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS PÚBLICAS E COMUNIDADES PESQUEIRAS DE JAGUANUM E DE BARRA DE GUARATIBA, Descrição: O presente projeto nasce das atividades que vimos desenvolvendo junto às áreas da ilha de Janganum (Mangaratiba) praia da Catita e das áreas de Araçatiba, Itapuca e na escola da Restinga de Marambaia na Barra de Guaratiba (Rio de janeiro). Nesses dois pontos predominam coleta de resíduos que são realizadas de forma precária, sem coleta seletiva e sem atividades de reciclagem e reutilização de resíduos. Ao mesmo tempo são áreas próximas a unidades de conservação (APA municipal Boto cinza) e Reserva Biológica de Guaratiba, respectivamente. Trabalhar com as contrapartidas dos municípios de Mangaratiba e do Rio de Janeiro serão fundamentais para garantir as ações do projeto que terá 3 frentes de trabalho: 1. Campanha de divulgação e de construção de trabalho coletivo com a população tradicional e urbana local, os turistas e agente de turismo e os poderes públicos articulando com as escolas envolvidas, professores e estudantes. 2. Pesquisa para levantamento de informações socioambientais da Baía de Sepetiba, mapeamento dos resíduos e indicadores de problemas. 4. Cursos de capacitação para os agentes locais, famílias das comunidades locais e educadores. A finalidade do projeto é portanto contribuir na conscientização articulando a educação ambiental com a educação formal, sensibilizar as populações locais, agentes econômicos locais junto com os agentes públicos municipais garantir a redução de desperdício de resíduos na natureza e nos aterros sanitários, por meio de colete seletiva (reorganização dos serviços públicos locais), reciclagem e reutilização do lixos produzidos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2023 - Atual

    Contribuições da Rede Geografias da Pesca para os ordenamentos pesqueiros e territorial da Baía de Sepetiba (RJ): comparação com Lagoa dos Patos (RS) E Beira Banco de Sofala Baía de Noza(MOÇAMBIQUE), Descrição: O presente projeto de pesquisa é uma parceria entre pesquisadores de UERJ, da FURG e da Unilicungo (Moçambique) com o propósito de analisar e propor um reordenamento pesqueiro e analise de reordenamento territorial para a Baía de Sepetiba Situada a Oeste da Região metropolitana do Rio de Janeiro, realizando comparação com o Lagoa dos Patos (RS) e Beira (Moçambique). A proposta nasce de uma demanda entre a ampliação da distância entre as normas sobre o território e a atividade da pesca e a real situação de trabalho e de dinâmicaambiental das espécies e da captura na Baía de Sepetiba. O mesmo processo acontece em Beira. Já na Lagoa dos Patos, existem várias experiências de acordo de pesca e de ordenamento pesqueiro. Os três espaços vivem intensa expansão urbano-industrial e logístico que vem interferindo na dinâmica ambiental e pesqueira local. Busca-se promover ações de debate e de produção de documentos visando interferir na dinâmica da governança local ao analisar e propor estudos aprofundados sobre legislações pesqueiras, territoriais, de planejamento e gestão territorial e aos mesmos tempos promover, na instancia local (da região) o diálogo com outras experiencias, tais como comunidade pesqueiras de Beira, do fóruns pesqueiros da Lagoa dos Patos no Rio Grande do Sul e de outras comunidades tradicionais como dos agricultores e quilombolas de pequena escala de Sepetiba, ao tratar do proposta de (re)ordenamento territorial e pesqueiro. Do ponto de vista metodológico, a equipe vai trabalhar sob duas frentes de ação: levantamento do quadro normativo atual do uso do solo, das normas ambientais e pesqueiras para articular com a frente 2, que se refere à implementação de oficinas com agentes públicos e pescadores da Baía de Sepetiba. O resultado dessas duas frentes sobre Sepetiba, será confrontado com as ações semelhantes que estarão acontecendo na Lagoa dos Patos (FURG) e em Beira (Unilicungo), serão apresentados por meio de evento da Rede Geografia da Pesca e de publicação de um livro.Palavras-chave: Ordenamento pesqueiro, Ordenamento Territorial, Pesca artesanal, Modernização, Estado, Comunidade tradicionais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2022 - Atual

    OBSERVATÓRIO SOCIOAMBIENTAL DA BAÍA DE SEPETIBA NA ESCOLA: FORTALECENDO ELOS ENTRE EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E INCLUSÃO DIGITAL, Descrição: O projeto trabalha com quatro escolas da Região da Baía de Sepetiba no tema da preservação ambiental, educação ambiental e práticas pedagógicas. Produção de materiais impressos e digitais didáticos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador.

  • 2021 - 2024

    Observatório Socioambiental da Baía de Sepetiba: Metodologias participativas com pescadores e coletores artesanais na investigação, organização de acervo e subsídios para a proteção dos manguezais, Descrição: O projeto visa articular a organização de uma plataforma, que se constituirá em um acervo digital interativo, estruturando o observatório socioambiental da baía de Sepetiba. Portanto, busca-se organizar informações investigativas por meio de levantamento de dados primários que serão levantados no campo, por meio de pesquisa participativa com pescadores e pescadoras e comunidades locais, e de dados secundários que são os produzidos pela academia com os seguintes focos: diagnóstico dos manguezais, caracterização dos territórios, economia, perfil socioeconômico e cultural dos pescadores, identificação dos conflitos urbanos-industriais, áreas de contenção, análise dos estoques e territórios pesqueiros. O mapeamento será feito conjuntamente com as comunidades pesqueiras da baía, no sentido da apresentação cartográfica dos problemas, das soluções e de outros pontos que contribuam para a gestão costeira e a proteção dos manguezais. Assim, além das atividades de diagnóstico para alimentar o acervo do observatório, será realizado uma campanha de mobilização visando a governança da Baía de Sepetiba, intitulada de AGENDA 2030 da Baía de Sepetiba, com a finalidade de criar uma arena de debate e de ações projetando para 10 anos um conjunto de ações a ser pactuado com as lideranças pesqueiras, os 15 municípios da bacia do Rio Guandu, os 3 municípios costeiros da baía, as Câmaras Municipais e prefeitos, a Assémbleia Legislativa e Governo do Estado, visando a melhoria do saneamento básico, investimentos de mitigação na baía e atenção aos problemas da economia da pesca do Rio de Janeiro. O foco central são os manguezais de Sepetiba, que sofrem com a poluição oriunda da falta de tratamento do esgoto, dos poluentes industriais e residenciais e o desmatamento. O Observatário será um suporte qualitativo e quantitativo de dados interativos, constituindo-se em um atlas fruto de mapeamento participativo e ao mesmo tempo um inventário público que dará balizamento à Agenda 2030, fundamentado na participação. Assim, as metas são: (1) produção de acervo e registros sobre questões ambientais e pesqueiras, visando a subsídios à conscientização sobre o ambiente manguezal e marinho, e (2) fomentar a governança socioambiental da Baía de Sepetiba, a formação de lideranças, a mobilização frente aos instrumentos normativos e fóruns políticos existentes, considerando a gestão do território e participação social, em que seja possível fortalecer a rede social que envolve técnicos do poder público, Ministério Público, empresários sensíveis a sustentabildade social e ambiental, professores, estudantes, pescadores e pescadoras, marisqueiras, coletoras e coletores de carangueijos e ostras, moradores. Desse modo, a partir de acúmulo de pesquisa, de atividades de extensão e de orientação que os grupos: NUTEMC da UERJ e LabESPAÇO da UFRJ e dos outros grupos e pesquisadoras e pesquisadores envolvidos no projeto, poderemos contribuir na formulação de reflexões e de ações efetivas de produção de gestão das ações do Estado e das lutas dos pescadores por meio de metodologias participativas que garantam o diálogo horizontal e a ecologia de saberes, tão necessária, democrática e eficaz na solução de problemas que remete à coletividade e ao território. Os resultados serão (1) acervo público e participativo do portal informacional do Observatório sociaambiental da Baía de Sepetiba, (2) a instalação da rede social tecida e articulada ao sistema técnico-informacional visando organizar ações e metas de melhoria da sustentabilidade da AGENDA 2030 da Baía de Sepetiba.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador., Financiador(es): Fundo Brasileiro para a Biodiversidade - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Projecto Atlas Sócio-Ambiental de Moçambique Fase Piloto: Distrito de Dondo, Província de Sofala, Descrição: O projeto Atlas Socio-Ambiental de Moçambique é uma proposta inovadora de pesquisa e de cooperação bilateral entre UERJ-FFP-PPGG e, CEDECA e Faculdade de Ciencias e Tecnologia da Universidade Licungo (UniLicungo) com apoio da UERJ-PPGG e colaboração do PPGG-UERJ que tem como objectivo inventariar e fazer o diagnóstico qualitativo, quantitativo e de geoprocessamento de dados socio-ambientais das províncias moçambicanas com o fim último de produzir um atlas socioambiental. Este trabalho conta com uma metodologia diversificada incluindo a utilização de sensoriamento remoto, mapas temáticos existentes em diferentes plataformas de reconhecimento nacional e internacional, e trabalho de campo principalmente para coleta de dados socio-economico e cultural bem como para validar as informações obtidas pelas imagens satélite.O projeto irá recair, na fase piloto, no distrito de Dondo, província de Sofala, com a intenção de sistematizar e consolidar metodologias. Com este projecto espera-se fazer a representação em atlas (fisico e digital) da realidade social, econômica e ambiental para dar suporte a gestão territorial pública e privada de Moçambique. Importa referir que esta iniciativa é pioneira no país e gradualmente poder-se-á expandir para outras regiões de Moçambique.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador.

  • 2019 - 2023

    Estado, território e participação social: Elaboração de metodologias participativas para a contribuição da rede geografias da pesca, Descrição: Por meio de pesquisas com dezenas de trabalhos de campo realizados nas localidades de pescadoras e pescadores no estado do Rio de Janeiro, entre 2011-2018, no âmbito do Núcleo de pesquisa: Urbano, território e mudanças contemporâneas do Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, temos mapeados um conjunto de problemas na vida e no trabalho das comunidades pesqueiras fluminense, dentre elas, a dificuldade de acesso aos direitos trabalhistas (acesso ao registro profissional de pescador artesanal, seguro defeso, aposentadoria, auxílio-saúde, perdas de áreas de pesca devido ao processo de modernização urbano e industrial), e viemos sistematizando estes dados primários na forma de tabelas, gráficos, mapas e análises que a elaboração de uma proposta de estudo sobre metodologias participativas para a contribuição da rede geografias da pesca, a partir de estudos sobre dificuldade de acesso à politicas publicas dos pescadores artesanais fluminenses. Neste sentido, é finalidade desse projeto analisar fóruns de pesca e comunidades tradicionais pesqueiras nas regiões das Baías de Sepetiba, Ilha grande, Guanabara, do Norte Fluminense e Itaipu (Niteroi) para análise de produção de espaços de discussão e de mediações entre poder público e pescadores e pescadoras artesanais para que contribua no entendimento do estado de direito. O projeto intenciona, assim, contribuir também para a reflexão do papel das políticas públicas no processo de regulação e de democratização do Estado, por meio de maior participação social dos sujeitos na elaboração das normatizações e nas decisões jurídico-administrativas, que interferem ou venham a interferir na vida desses atores sociais. Também é finalidade do projeto a criação de uma plataforma socioambiental que possa ser acessada pelos pescadores e pelas pescadoras para terem acesso aos dados dos direitos de forma sistematizada e interativa. A metodologia será feita por meio de estágios de vivencia, entrevistas, grupos focais e levantamento de dados. Como resultados buscaremos elaboração de cartilhas, produção de mapas e artigos, um seminário e um livro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador / Nilo Sérgio D'Ávila Modesto - Integrante / Marcos Cesar de Araujo Carvalho - Integrante / Vinicius da Silva Seabra - Integrante.

  • 2014 - 2022

    Modernização, território e cartografia da ação social: Análise da Cadeia produtiva, das condições de trabalho e das formas de luta dos trabalhadores da Pesca Artesanal no Rio de Janeiro, Descrição: A pesca artesanal é considerada pelo Estado brasileiro como atividade econômica e de trabalho. Seus trabalhadores são donos dos meios de produção e realizam a extração de pescado ou coleta de mariscos e caranguejos. Vivem, em geral, em condições de muita pobreza devido à estrutura precária de sua economia e devido à deterioração das condições ambientais: poluição das águas das baías e dos rios por falta de saneamento, processo de industrialização e de urbanização. A consequência tem sido a redução das áreas de pesca e navegação por causa da pressão de ocupação e de modernização espacial nas áreas tradicionais de comunidade de pescadores, de embarque e de venda de pescado. Consequências sociais sentidas são a pauperização, pobreza social e forte segregação social e espacial desses trabalhadores, quer seja em seu habitat, quer seja em sua condição de trabalho e na arte de pescar. Neste sentido, é objetivo desse projeto analisar as condições de trabalho e de realização de sua atividade na cadeia produtiva da pesca, identificar os impactos da modernização urbana-industrial na atividade, mapear as áreas de risco e as formas de lutas e de reivindicações do movimento dos pescadores no Estado do Rio de Janeiro e contribuir por meio de propostas metodológicas na melhoria dessas condições por meio de novos indicativos às políticas públicas para o setor.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador.

  • 2014 - 2021

    Economia politica do Território:Análise da Cadeia Produtiva da Pesca Artesanal na Metrópole do Rio de Janeiro, Descrição: A economia política do território é ferramenta conceitual, teórica e metodológica importante para a análise da cadeia produtiva da pesca artesanal em contextos metropolitanos, porque serve para a elucidar como as relações entre a sociedade e o Estado interferem nas forças produtivas do circuito econômico e lhes moldam a relação com o espaço. O território constitui, portanto, categoria analítica que enseja compreender a dialética socioespacial dessa totalidade, por meio da análise tanto dos conflitos que o Estado e as grandes corporações geram na economia da pesca artesanal, quanto dos efeitos que tais conflitos produzem no viver dos pescadores que desta se mantêm. Trata-se do enfrentamento cotidiano de ações entre diversos agentes que dividem o mesmo espaço geográfico ? a metrópole, formada por múltiplos tipos de atividades econômicas, de ações estatais e de disputa de projetos. Utilizar a economia política como princípio e instrumento metodológico de análise contribui para o estudo da pesca artesanal, desde 1919 definida esta pelo Estado brasileiro como atividade econômica e de trabalho. Os coletores e pescadores são geralmente donos dos meios de produção com que extraem peixes ou colhem mariscos e caranguejos, forma de economia e de trabalho antiquíssima e primária, que no Brasil remonta ao período colonial e se realiza num circuito produtivo que envolve todo um conjunto de atividades: tecer redes de pesca, construir embarcações, aplicar técnicas pesqueiras, e vender por atacado e a varejo no comércio urbano. Costumam os trabalhadores amargar condições de muita pobreza, às quais os submetem a estrutura precária de sua economia, a poluição com que as indústrias e o saneamento básico deficiente deterioram as águas marítimas e fluviais, e o fato de que as áreas de pesca e de navegação, assim como as de venda de pescado e as que as comunidades de pescadores tradicionalmente habitam, vêm diminuindo, por causa da ocupação urbana e modernização espacial que os grandes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Benicio Almeida Pinto - Integrante / Catia Antonia da Silva - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2025 - Atual

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Técnico, Carga horária: 40

Outras informações:
Bolsista do projeto "Pesca artesanal, território e geografias das existências: Elaboração de metodologias participativas para a compreensão das espacialidades dos sujeitos" do Programa de apoio técnico às atividades de ensino, de pesquisa e de extensão - PROATEC, coordenado pela professora doutora Catia Antonia da Silva, vinculado ao Núcleo de Pesquisa e Extensão: Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas (NUTEMC).

2016 - Atual

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisador/colaborador do Núcleo de Pesquisa e Extensão: Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas (NUTEMC), coordenado pela professora doutora Catia Antonia da Silva.

2022 - 2024

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Técnico, Carga horária: 40

Outras informações:
Bolsista de Apoio Técnico às atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (PROATEC IV) do projeto "Pesca artesanal, território e geografias das existências: Elaboração de metodologias participativas para a compreensão das espacialidades dos sujeitos", vinculado ao Núcleo de Pesquisa e Extensão: Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas (NUTEMC) coordenado pela professora doutora Catia Antonia da Silva.

2019 - 2021

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Técnico, Carga horária: 40

Outras informações:
Bolsista Proatec AT4 do Projeto: "ATLAS DAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS: Contribuições ao Ensino da Metrópole na Educação Básica", coordenado pela prof. Dr. Catia Antonia da Silva, vinculado ao Núcleo de Pesquisa e Extensão: Urbano, Território e Mudanças Contemporâneas (NUTEMC).

2015 - 2016

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista do projeto "Economia Política do Território: Análise da Cadeia Produtiva", coordenado pela professora Dra Catia Antonia da Silva.

2014 - 2015

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista de Iniciação à Docência no projeto "Pescando por meio de Redes sociais: Promoção e facilitação de pescadores artesanais aos direitos e politicas públicas para capacitação de organização social e apoio a autogestão dos empreendimentos", coordenado pela professora Dra. Catia Antonia da Silva.

2013 - 2013

Liceu Nilo Peçanha

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30

2014 - 2014

Colégio Estadual José Bonifácio

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 60

2015 - 2015

Centro de Estudos de Jovens e Adultos

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30

2016 - 2016

Curso GEN

Vínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 10

2024 - Atual

Colégio São Vicente de Paulo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 8

2023 - Atual

Curso Olimpo

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 4