Mariana de Barros Zeferino

Bolsista CAPES em nível de doutorado, em Geografia, no Programa de Pós Graduação em Geografia, na linha de pesquisa Desenvolvimento Regional e Urbano, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Possui bacharelado (2012), licenciatura (2013) pela UFSC e Mestrado (2016) pelo Programa de Pós Graduação em Geografia (UFSC), na área de Desenvolvimento Regional e Urbano (DRU). Durante a graduação foi Bolsista no Departamento de Geociências, trabalhando diretamente nas linhas de pesquisa da Geografia Econômica e Política nos processos de constituição dos espaços urbanos e Regionais. No decorrer de seu mestrado foi bolsista CNPq (2014-2016). É pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais (LABEUR/UFSC), onde realiza estudos relacionados ao planejamento regional. Tem experiência de pesquisa na temática Portuária Brasileira, especialmente no Complexo Portuário de Itajaí, estudo que deu origem a seu Trabalho de Conclusão do Curso, bem como, os demais portos da região Sul do Brasil, pesquisa realizada durante o mestrado e que resultou em sua dissertação. Atualmente, no doutorado desenvolve pesquisa sobre o Sistema Portuário Brasileiro e é pesquisadora no projeto Sistema Portuário Brasileiro: desenvolvimento, entraves logísticos e modernizações pontuais.

Informações coletadas do Lattes em 01/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Geografia

2019 - Atual

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: O SISTEMA PORTUÁRIO BRASILEIRO E AS DISPARIDADES INFRAESTRUTURAIS E TECNOLÓGICAS QUE SÃO ENTRAVES PARA O SEU DESENVOLVIMENTO FRENTE AOS PORTOS MUNDIAIS,
Orientador: JOSE MESSIAS BASTOS
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Transporte Marítimo; Portos; INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA; TECNOLOGIA PORTUÁRIA.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Humana / Especialidade: Geografia Econômica. Setores de atividade: Transporte aquaviário.

Mestrado em Geografia

2014 - 2016

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: O Sistema Portuário do Sul do Brasil e sua Hinterlândia Produtiva,Ano de Obtenção: 2016
Orientador: José Messias Bastos
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Portos; Sul do Brasil; Sistema Portuário; Hinterlândia Portuária.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Geografia

2009 - 2012

Universidade Federal de Santa Catarina

Ensino Médio (2º grau)

2004 - 2006

Curso e Colegio Tendencia

Formação complementar

2012 - 2012

O conceito de analise "agricultura familiar". (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2011 - 2011

Desenvolvimento regional da agricultura e indústri. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2009 - 2009

A concepção de mapas geográficos táteis. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.

Organização de eventos

ZEFERINO, M. B. . 4 SEMINÁRIO DE GEOGRAFIA ECONÔMICA E SOCIAL (SENGES) E 40ª SEMANA DE GEOGRAFIA DA UFSC (SEMAGEO). 2019. (Outro).

ZEFERINO, M. B. . A Questão Portuária no Brasil e no Mundo. 2013. (Outro).

ZEFERINO, M. B. . XXXIII SEMANA DE GEOGRAFIA. 2012. (Outro).

ZEFERINO, M. B. . XXXII SEMANA DE GEOGRAFIA - A Geografia e o Mar: a questão portuária. 2011. (Outro).

ZEFERINO, M. B. . XXXII SEMANA DE GEOGRAFIA - A Geografia e o Mar: a questão portuária. 2011. (Outro).

Participação em eventos

4 SEMINÁRIO DE GEOGRAFIA ECONÔMICA E SOCIAL (SENGES) E 40ª SEMANA DE GEOGRAFIA DA UFSC (SEMAGEO).. 2019. (Seminário).

4 SEMINÁRIO DE GEOGRAFIA ECONÔMICA E SOCIAL (SENGES) E 40ª SEMANA DE GEOGRAFIA DA UFSC (SEMAGEO)..AS RELAÇÕES EXISTENTES ENTRE OS PRINCIPAIS PORTOS DA REGIÃO SUL E SUAS HINTERLÂNDIAS. 2019. (Seminário).

XIII ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA. 2019. (Encontro).

XIII ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA.GÊNESE E EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS PORTOS CATARINENSES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA. 2019. (Encontro).

Comemoração dos 30 anos do Programa de Pós Graduação em Geografia.O Sistema Portuário do Sul do Brasil e sua Hinterlândia Produtiva. 2015. (Outra).

XI ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DA PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA - ANPEGE.REVITALIZAÇÃO DO SISTEMA PORTUÁRIO NACIONAL E A REVALORIZAÇÃO DA CABOTAGEM NO BRASIL. 2015. (Encontro).

2 Seminário Nacional de Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socioambientall - SNPD/XIV. 2014. (Seminário).

SEMINÁRIO NACIONAL DE GEOGRAFIA ECONÔMICA E SOCIAL Desenvolvimento Econômico e Social: Mundo, Brasil e Nordeste.O Complexo Portuário de Itajaí: Movimentação de Contêineres. 2014. (Seminário).

XIV SIMgeo - Simpósio de Geografia da UDESC. 2014. (Simpósio).

A QUESTÃO PORTUÁRIA NO BRASIL E NO MUNDO. 2013. (Seminário).

V COLÓQUIO REFLEXÕES SOBRE ENSINO E PRÁTICA DOCENTE EM GEOGRAFIA: EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS 2013.1. 2013. (Outra).

XXXIII Semana de Geografia da UFSC. 2012. (Encontro).

III Ciclo de Idéias e Debates do Grupo de Estudos em Desenvolvimento Regional e Infraestruturas (GEDRI). 2011. (Outra).

XXXII SEMANA DE GEOGRAFIA : A geografia e o mar, a questão portuária. 2011. (Encontro).

12 Encuentro Internacional Humboldt: El Capitalismo como Geografía. 2010. (Encontro).

XXXI Semana de Geografia e 2° simpósio de Geografia do Conesul. 2010. (Encontro).

XXX SEMAGeo "ÁMERICA LATINA: Crises e Integrações". 2009. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • ZEFERINO, M. B. . GÊNESE E EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS PORTOS CATARINENSES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA, 2019, SÃO PAULO. A GEOGRAFIA BRASILEIRA NA CIÊNCIA-MUNDO: PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO E APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO, 2019.

  • ZEFERINO, M. B. . AS RELAÇÕES EXISTENTES ENTRE OS PRINCIPAIS PORTOS DA REGIÃO SUL E SUAS HINTERLÂNDIAS. In: 4 SEMINÁRIO NACIONAL DE GEOGRAFIA ECONÔMICA E SOCIAL E 40ª SEMANA DE GEOGRAFIA DA UFSC (SEMAGEO), 2019, FLORIANÓPOLIS. MUNDO, BRASIL E REGIÕES: HOJE E AMANHÃ, 2019.

  • ZEFERINO, M. B. . REVITALIZAÇÃO DO SISTEMA PORTUÁRIO NACIONAL E A REVALORIZAÇÃO DA CABOTAGEM NO BRASIL. In: XI ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA - ANPEGE, 2015, PRESIDENTE PRUDENTE. XI ENCONTRO NACIONAL DA ANPEGE - A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO, 2015.

  • ZEFERINO, M. B. . O Complexo Portuário de Itajaí: Movimentação de Contêineres. In: I Seminário Nacional de Geografia Econômica e Social - Desenvolvimento Econômico e Social: Mundo, Brasil e Nordeste, 2014, Maceió. I Seminário Nacional de Geografia Econômica e Social - Desenvolvimento Econômico e Social: Mundo, Brasil e Nordeste, 2014. v. 01.

  • ZEFERINO, M. B. . AS RELAÇÕES EXISTENTES ENTRE OS PRINCIPAIS PORTOS DA REGIÃO SUL E SUAS HINTERLÂNDIAS. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ZEFERINO, M. B. . GÊNESE E EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS PORTOS CATARINENSES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ZEFERINO, M. B. . O Sistema Portuário do Sul do Brasil e sua Hinterlândia Produtiva. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ZEFERINO, M. B. . REVITALIZAÇÃO DO SISTEMA PORTUÁRIO NACIONAL E A REVALORIZAÇÃO DA CABOTAGEM NO BRASIL. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ZEFERINO, M. B. . O Complexo Portuário de Itajaí: Movimentação de Contêineres. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ZEFERINO, M. B. . O Complexo Portuário de Itajaí. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Sistema portuário brasileiro: desenvolvimento, entraves logísticos e modernizações pontuais, Descrição: Os portos são fenômenos eminentemente geográficos com a particularidade de serem complexos, e assim foram vistos por P. Monbeig (1908-1987) nos anos 1940-1950. Entretanto, após este rico período, tal temática praticamente desaparece dos estudos da geografia brasileira. Atualmente os portos são responsáveis pela movimentação de 95% dos manufaturados produzidos no mundo e no Brasil participa com mais de 90% no transporte do seu comércio exterior demonstrando assim a importância de analisar este modal no território nacional. Neste sentido é indispensável estudar a revolução tecnológica que vem sofrendo os meios de transporte no mundo atual a começar pela intermodalidade consagrada pelo uso cada vez maior dos contêineres. Na verdade, tal inovação constitui-se um dos tentáculos da terceira revolução industrial em andamento ao exigir tanto, o grande salto no tamanho das embarcações e no comprimento e a profundidades dos cais para atracagem nos portos, como também exige a renovação dos equipamentos e maquinários dos navios e dos terminais portuários que foram tecnicamente projetados para realizar com rapidez e eficiência a movimentação de volume sem precedente no embarque e desembarque de cargas. No Brasil, os portos sempre desempenharam papel estratégico pelo caráter agroexportador de sua economia periférica e, assim, deu origem a inúmeros centros urbanos portuários distribuídos ao longo de sua extensa costa atlântica. Via de regra, cidades-porto-empório localizadas na foz dos principais rios, lagunas e baias. A partir da Revolução de 30 o pacto de poder nacional-desenvolvimentista instrumentalizou o Estado brasileiro a não só coordenar e participar ativamente do processo de substituição industrial de importações, como também integrar as várias grandes regiões do território nacional via transporte rodoviário. A escolha do modal rodoviário justificava-se pela sua flexibilidade e pelos baixos custos iniciais de sua implantação, uma vez que o caminhão, rebelde ao planejamento, fazia seu caminho ao caminhar. Os crescentes investimentos estatais e privados no modal rodoviário praticamente aniquilou com o transporte hidroviário de cabotagem e, por sua vez as cidades portuárias em grande parte perderam dinamismo e permaneceram estagnadas até data recente. Os acontecimentos ocorrido nos anos 80 tornaram-se verdadeiros divisores de água na trajetória do transporte de carga no Brasil dominado pelo modal rodoviário. Primeiro pela chamada crise do petróleo ao encarecer o preço dos combustíveis fósseis internacionalmente, segundo pela considerável robustez alcançada pela estrutura produtiva industrial, agrícola e extrativista de milhões de toneladas e por último pelo vertiginoso crescimento mercado consumidor urbano doméstico, um dos maiores do mundo hoje. Acrescenta-se ainda que a contrarrevolução neoliberal dos anos 90 com as políticas de sobrevalorização cambial do Real, com taxas de juros das mais elevadas do mundo e abertura comercial unilateral das importações de produtos industrializados contribuiu, assim, para o agravamento das infraestruturas de transporte nacionais que começaram a ser enfrentadas de forma incipiente nos anos 2000 com as novas parecerias público-privado. Assim, com base no método histórico-geográfico, constata-se a necessidade de maciços investimentos nos setores sub capitalizados da economia nacional que aliás requerem a emergência de um novo pacto de poder alicerçado estrategicamente num projeto nacional de desenvolvimento, unindo esforços do poder público e setor privado nacional, para superar as referidas adversidades da infraestrutura de transportes. Logo, urge a retomada do debate e das pesquisas para subsidiar a nação sobre as potencialidades técnicas, humanas e naturais diante do decano estrangulamento social e econômico vivido pela nação... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Mariana de Barros Zeferino - Integrante / Armen Mamigonian - Integrante / Domingos Sávio Corrêa - Integrante / Elias Marco Khalil Jabbour - Integrante / José Messias Bastos - Coordenador / Marta da Silveira Luedemann - Integrante / Edson de Morais Machado - Integrante.

  • 2016 - 2020

    A questão portuária Nacional, Descrição: O transporte marítimo sempre possuiu relevância estratégica para as mais diversas civilizações, entretanto foi no mercantilismo que esta atividade ganhou uma dimensão planetária. O capitalismo manufatureiro, engendrado nesta conjuntura, deu origem às relações comerciais centro-periferia, mundializando a economia. Assim, os portos e a navegação adquirem um novo status, o de papel central nas relações comerciais, passando por verdadeiras revoluções. Este novo cenário é melhor compreendido quando apoiado na teoria dos ciclos longos (Kondratieff), onde as ondas de inovações, implementadas na fase expansiva de cada ciclo, propiciaram grandes alterações no cenário econômico-politico mundial, com grandes influências sobre o Brasil. Todo este processo influenciou na organização e reconfiguração da ordem espacial e econômica brasileira, onde, de início, a característica exportadora e latinfundiária-escravista de sua economia deu origem à esparsas cidades litorâneas de médio e grande porte desenvolvidas ao entorno de um porto-empório e voltadas ao comércio exterior até a década de 1930, quando surge um centro dinâmico nacional (São Paulo) integrando o território por via rodoviária. A revolução nas dimensões dos navios (pós Segunda-Guerra) tornou propício a integração transcontinental através dos supergraneleiros, superpretoleiros, etc., transformando o Brasil em um grande exportador de commodities minerais e agrícola, buscando modernizar seus portos e desenvolvendo, ao mesmo tempo, grandes complexos portuários. Assim, o presente projeto de pesquisa busca compreender todo este processo, analisando a gênese, o desenvolvimento e o atual panorama da questão portuária nacional, analisando seus impactos sobre a ordem espacial, social e econômica. Tal análise está baseada na teoria do Materialismo Histórico, dos ciclos longos (Kondratieff), da dualidade básica brasileira e na da formação sócioespacial proposta por Milton Santos... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana de Barros Zeferino - Coordenador / Edson de Morais Machado - Integrante.

  • 2015 - 2017

    A questão Portuária Nacional: Dos sítios Portuários ao seu papel central nas relações comerciais, Descrição: Os portos são fenômenos eminentemente geográficos com a particularidade de serem complexos, pois,
embora o sítio portuário seja, via de regra, de escala local, sua hinterland terrestre atinge diferentes
escalas, podendo ser regional, nacional ou mesmo continental, dependendo diretamente da extensão das vias de acesso à área portuária. Enquanto que a face marítima dos portos geralmente abrange uma escala mundial possibilitando fluxos de mercadorias entre as nações. Assim, apesar de sua relevância, a partir da década de 50 praticamente desaparecem dos estudos da geografia brasileira, continuando, entretanto, a interesse dos economistas e engenheiros. É indispensável discutir este problema geográfico, dada a tamanha importância dos portos e da navegação marítima no Brasil e no mundo. É importante lembrar que o fluxo de mercadoria entre os povos, ou comércio marítimo desenvolvido através dos séculos, sempre possuiu relevância estratégica para as mais diversas civilizações, entretanto foi no mercantilismo que esta atividade ganhou uma dimensão planetária. O capitalismo manufatureiro, engendrado nesta conjuntura, deu origem às relações comerciais centro-periferia, mundializando a economia. Nesta conjuntura os portos e a navegação adquirem um novo status, o de papel central nas relações comerciais, passando por uma verdadeira revolução com extraordinário ganho de produtividade. Atualmente os portos são responsáveis pela movimentação de 95% dos manufaturados produzidos em todo o mundo e constituem o principal meio utilizado para o transporte de mercadorias (mais de 90%) do comércio exterior brasileiro. Diante de tais fatores, a presente pesquisa buscará procurar o tema na geografia brasileira tendo como objetivo analisar a formação (gênese, evolução e funcionamento) do complexo portuário brasileiro, a relação deste com o desenvolvimento econômico do país e com a mundialização da economia através de uma perspectiva histórica e espacial. Considerando que cada fenômeno geográfico deve ser estudado como uma combinação de fatores os sítios portuários desempenham importante foco na pesquisa, pois de um lado dependem de condições litorâneas favoráveis e de outro as cargas movimentadas dependem diretamente do dinamismo de sua hinterlandia. Posteriormente estes sítios portuários receberão analiticamente graus de relevância, baseados em dados sobre a movimentação das cargas total, de passageiros e volume de contêineres. Isto sem perder de vista a trajetória histórica e espacial dos diversos portos brasileiros, pois estes serão de fundamental importância para estabelecermos comparações entre eles, bem como os reflexos de sua origem e desenvolvimento para o crescimento da economia nacional..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (4) . , Integrantes: Mariana de Barros Zeferino - Integrante / Carlos José Espíndola - Integrante / José Messias Bastos - Coordenador / Zeno Soares Crocetti - Integrante / Edson de Morais Machado - Integrante / Armem Mamigonian - Integrante.

  • 2011 - 2013

    A ORGANIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS PORTOS EM MOVIMENTAÇÃO NO BRASIL E NO MUNDO: DAS HINTERLÂNDIAS PORTUÁRIAS ÀS RELAÇÕES COM A MUNDIALIZAÇÃO DA ECONOMIA, Descrição: Os portos, apesar de sua relevância para a economia mundial, constituem-se em temática pouco explorada pelos pesquisadores brasileiros. Os portos são os responsáveis pela movimentação de 95% dos manufaturados do planeta, o que torna as atividades portuárias essenciais para os processos de crescente mundialização, nos quais as relações comerciais se materializam, gerando um fluxo de mercadorias e de trabalhadores integrados em diversas operações, desde trabalhos mais simples até os mais complexos, altamente informatizados (NEU, 2009). Por isso, o presente trabalho é uma tentativa de analisar a organização dos principais portos em movimentação no Brasil e no mundo, enfocando as hinterlândias portuárias e as relações com a mundialização da economia. A seleção destes portos se dará principalmente pela movimentação das cargas total, de passageiros e volume de contêineres. Para isso destacam-se os seguintes portos: Cingapura, Roterdã, Xangai, Hong Kong, Lousiana, Houston, Santos, Paranaguá, Rio Grande e Valparaiso. Os portos de Santos, Paranguá, Rio Grande e Valparaiso apresentam os menores índices de movimentos dos demais, mas serão fundamentais para estabelecermos a comparação entre os portos e perceber como ocorreu o desenvolvimento dos primeiros portos e os reflexos desse crescimento na economia desses países. Os portos de Cingapura, Xangai e Roterdã são considerados os portos mais modernos do mundo. Conseguem reduzir consideravelmente o tempo de espera de um navio atracado e aumentar o tempo médio de circulação de mercadoria. Os complexos portuários que não forem eficazes estão condenados ao isolamento. O modelo de administração que o porto adotado pelos portos deve gerar confiança nas empresas, para que haja incentivo a novos investimentos. No caso brasileiro, a década de 1970 foi marcada por grandes investimentos nos portos. Para isso o governo criou corredores de exportação para garantir a agilidade no deslocamento da produção brasileira (JANSSON e SHNEERSON, 1982). Após uma década, com poucos investimentos em portos, acompanharam-se a insatisfação no meio empresarial e a geração de um movimento chamando ?Custo Brasil?, que o Banco Mundial definiu como o custo para se fazer negócios no Brasil: ?é uma expressão que reúne os obstáculos externos ao crescimento de firmas instaladas em nosso território? (OLIVEIRA, 2002). E que incluem os nós de estrangulamento apontados por Rangel desde os fins dos anos 70 (RANGEL, 1980).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Mariana de Barros Zeferino - Coordenador / Armen Mamigonian - Integrante / Carlos José Espíndola - Integrante / Cesar Augusto Avila Martins - Integrante / Domingos Sávio Corrêa - Integrante / Elias Marco Khalil Jabbour - Integrante / Fábio Napoleão - Integrante / Fabiola Martins dos Santos - Integrante / Joel José de Souza - Integrante / José Messias Bastos - Integrante / Márcia Fernandes Rosa Neu - Integrante / Marcio Ricardo Teixeira Moreira - Integrante / Marilete Severo - Integrante / Marta da Silveira Luedemann - Integrante / Rachel Aparecida de Oliveira Rueckert - Integrante / Raquel Maria Fontes do Amaral Pereira - Integrante / Vinicius de Lucca Filho - Integrante / Zeno Soares Crocetti - Integrante / Edson de Morais Machado - Integrante / Maycon Neykiel Bastos - Integrante / Tássia Castelli - Integrante / Thiago Farias Amaral - Integrante.

  • 2003 - Atual

    Formação Sócio-Espacial: Mundo, Brasil e Regiões, Descrição: Através da análise da estrutura sócio-econômica do Brasil, percebe-se, de forma clara, não só a hegemonia dos capitais regionais no controle dos empreendimentos dos principais setores da economia, como também o dinamismo muito forte das empresas em termos de produtividade, crescimento e modernização. O espírito empreendedor dos empresários originários das áreas de pequena produção mercantil e, por conseguinte, as disputas inerentes ao desenvolvimento de múltiplas iniciativas, nascidas, portanto, num ambiente de extrema concorrência, estão na raiz do extraordinário desempenho do capitalismo regional desta singular formação sócio-espacial brasileira... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mariana de Barros Zeferino - Integrante / Armen Mamigonian - Coordenador / Carlos José Espíndola - Integrante / Cesar Augusto Avila Martins - Integrante / Domingos Sávio Corrêa - Integrante / Elias Marco Khalil Jabbour - Integrante / Fábio Napoleão - Integrante / Fabiola Martins dos Santos - Integrante / Joel José de Souza - Integrante / José Messias Bastos - Integrante / Márcia Fernandes Rosa Neu - Integrante / Marcio Ricardo Teixeira Moreira - Integrante / Marilete Severo - Integrante / Marta da Silveira Luedemann - Integrante / Rachel Aparecida de Oliveira Rueckert - Integrante / Raquel Maria Fontes do Amaral Pereira - Integrante / Vinicius de Lucca Filho - Integrante / Zeno Soares Crocetti - Integrante / Edson de Morais Machado - Integrante / Maycon Neykiel Bastos - Integrante / Tássia Castelli - Integrante / Thiago Farias Amaral - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - Atual

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista nível Doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.

2010 - 2016

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 8

2018 - 2018

CEM Governador Vilson Kleinubing

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 40

Outras informações:
Prefeitura Municipal de São José.

2017 - 2017

Escola Básica Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 40

Outras informações:
Prefeitura Municipal de Florianópolis

2017 - 2017

Escola Estadual Básica Leonor de Barros

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estado de Santa Catarina

2016 - 2016

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA GETÚLIO VARGAS

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estado de Santa Catarina

2016 - 2016

Escola Estadual Básica Conego Rodolfo Machado

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estado de Santa Catarina

2013 - 2013

Escola Estadual Básica Presidente Roosevelt

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora de Geografia, Carga horária: 40

Outras informações:
Estado de Santa Catarina