Paulo César Fonseca Giannini
Graduado em Geologia na Universidade de São Paulo (1982), possui mestrado (1987) e doutorado (1993) em Geociências (Geologia Sedimentar) pela mesma universidade, onde obteve também os títulos de livre-docente (2007) e titular (2013). Depois de iniciar a carreira profissional no Projeto Carvão do convênio IPT-USP (São Paulo, 1983) e no setor de caracterização tecnológica da Paulo Abib Engenharia (São Paulo, 1984-1987), tornou-se docente-pesquisador do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná (Curitiba, 1988-1997) e, em seguida, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo - IGc-USP (1997-...). Atua na área de geologia sedimentar e ambiental, com focos em sedimentologia e petrografia sedimentar e em geologia costeira do Quaternário. Suas principais linhas de pesquisa são: análise de dispersão sedimentar, proveniência e paleogeografia baseada em propriedades vetoriais (paleofluxo) e escalares (fácies, texturas, minerais pesados, petrografia); análise de fácies e sistemas deposicionais quaternários, com ênfase no costeiro e no eólico; interações praia-duna; reconstituição da variação do nível relativo do mar no Holoceno; e geoarqueologia, sobretudo constituição, estratigrafia e distribuição tempo-espacial de sambaquis. Possui experiência ainda com mineralogia de sedimentos e produtos de moagem, voltada à caracterização para mineração e usos industriais. Atuou como coordenador do curso de Geologia (2014-2016) e como vice-diretor do IGc-USP (2015-2019). É credenciado para orientação nos programas de pós-graduação em Geoquímica e Geotectônica, do IGc-USP, e em Geociências, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ambos com conceito CAPES 7. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq desde 2007.
Informações coletadas do Lattes em 22/03/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Geociências (Geologia Sedimentar)
1987 - 1993
Universidade de São Paulo
Título: Sistemas Deposicionais no Quaternário Costeiro entre Jaguaruna e Imbituba ( SC )
Orientador: Kenitiro Suguio
, Ano de obtenção: 1993. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Sistemas deposicionais; Geologia costeira; Quaternário; Dunas eólicas; Laguna; Minerais pesados. Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Mestrado em Geociências (Geologia Sedimentar)
1983 - 1987
Universidade de São Paulo
Título: Sedimentação Quaternária na Planície Costeria de Peruíbe-Itanhaém, SP, Ano de Obtenção: 1987
Orientador: Kenitiro Suguio
Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: Geologia Sedimentar; Sedimentologia; Minerais pesados; Quaternário; Geologia costeira; Litoral paulista. Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Formação complementar
2023 - 2023
New Approaches in Heavy Mineral Analysis to Provenance Studies. (Carga horária: 30h). , Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, IG-USP, Brasil.
2014 - 2014
Fundamentos da Sedimentação Carbonática.... (Carga horária: 40h). , Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo, IG-USP, Brasil.
2011 - 2011
Espectroscopia e Detecção de Radiações Ionizantes. (Carga horária: 16h). , Laboratório de Espectrometria Gama e Luminescência (Inst.Geociências-USP), LEGAL-IGC/USP, Brasil.
2011 - 2011
Luminescência Estimulada:Princípios e Aplicações. (Carga horária: 20h). , Instituto de Física da Universidade de São Paulo, IF-USP, Brasil.
2005 - 2005
Geologia do Petróleo. (Carga horária: 40h). , Petróleo Brasileiro S.A., PETROBRAS, Brasil.
2001 - 2001
Dynamics and Geomorplology of Coastal Dunes. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
2001 - 2001
Curso teórico-prático em granulometria a laser. (Carga horária: 24h). , Malvern Instruments, Malvern, Inglaterra, MI, Inglaterra.
1994 - 1994
Coastal Morphodynamics. (Carga horária: 8h). , Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná, CEM-UFPR, Brasil.
1993 - 1993
Extensão universitária em Treinamento em Técnicas de Análise Estratigráfica. (Carga horária: 120h). , Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná, DEGEO-UFPR, Brasil.
1991 - 1991
Estratigrafia de Seqüência (Jorge C. Della Favera). (Carga horária: 8h). , Sociedade Brasileira de Geologia, SBGeo, Brasil.
1991 - 1991
Tectônica e Sedimentação da Bacia de Taubaté. (Carga horária: 10h). , Sociedade Brasileira de Geologia, SBGeo, Brasil.
1990 - 1990
Extensão universitária em Pesquisa e Exploração de Petróleo. (Carga horária: 300h). , Petróleo Brasileiro S.A., PETROBRAS, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Sedimentologia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Estratigrafia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Petrologia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Geologia Costeira.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Geologia Ambiental.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geoarqueologia.
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
Partnership on Sea-Level Change along Brazilian Shores (SLABS), Descrição: Coastal flooding due to sea-level rise is a major way in which the climate crisis will impact onindividuals, communities and nations. Our understanding of the drivers of sea-level rise over thelast 200 years a critical transition from natural to predominantly anthropogenically forced sealevelchange is derived from long tide gauges and proxy-based relative sea-level (RSL) reconstructions. These records are critical for identifying the timing, magnitude, and regional variability of accelerations in sea-level rise; however, our understanding of the drivers of sea-level rise over this period is limited by a North Atlantic-dominated dataset. Significant advances have been made, but the contribution of Antarctic Ice Sheet (AIS) mass loss to global sea-level rise before the satellite era (1990s) is still largely undetermined. The development of judiciously located RSL records offers the potential to provide new insights into the evolution of the AIS and other sea-level contributors. To address the Southern Hemisphere data gap, a new partnership was established between the University of York and four leading researchers in Brazil (from IGc-USP, CENA-USP, UFPR and UFPA). Together, they will share and apply state-of-the-art data acquisition and modelling approaches to reconstruct RSL change along the southern Brazilian coast in unprecedented temporal and vertical detail. Due to the spatially varying pattern of sea-level rise in response to ice-mass loss, this region is ideally located to detect changes in the AIS. As well as filling a major data gap, this project will provide the nucleus for a sustainable future collaboration and the development of a wider research network that will address the Late Holocene evolution of sea-level contributors including the AIS. Such understanding will contextualise modern space geodetic measurements of changes in the AIS and improve predictions of future sea-level rise.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Luiz Carlos Ruiz Pessenda - Integrante / Rodolfo José Angulo - Integrante / Marcelo Cancela Lisboa Cohen - Integrante / Edmond Garrett - Integrante / Roland Gehrels - Integrante / Fiona Hibbert - Integrante.
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2022 - Atual
O Sistema Eólico Costeiro do Sul do Brasil como Geoarquivo de Mudanças Ambientais, Descrição: A proposta trata das relações entre a sedimentação eólica costeira no Rio Grande do Sul (RS) e fatores controladores climáticos e oceanográficos operantes no Quaternário Tardio. Depósitos eólicos costeiros são sensíveis às variações da circulação atmosférica e oceânica, e do nível do mar. Processos costeiros, condicionados por tais variações, imprimiram registros sedimentares eólicos que estão "arquivados" na superfície das barreiras costeiras do RS. A identificação, caracterização e determinação da cronologia formacional destes registros permitirão entender a resposta dos sistemas costeiros a estas variações, a magnitude destas respostas e as suas recorrências no tempo. Tais informações são fundamentais para o entendimento das relações entre processos e produtos, indicando as tendências evolutivas das regiões costeiras frente aos cenários de mudanças climáticas em curso, o que impacta diretamente em programas de gestão da zona costeira. Trabalhos recentes demonstraram a influência do fenômeno da ressurgência na umidade das regiões costeiras que apresentam sistemas eólicos ativos (Cabo Frio-RJ e Cabo Santa Marta-SC) e, consequentemente, na mobilidade de areia pelo vento. Trata-se de um bom exemplo da relação entre sistemas eólicos costeiros e circulação atmosférica e oceânica. Preliminarmente, os depósitos eólicos alvo serão identificados e classificados através de produtos de sensoriamento remoto. Em campo, serão adquiridas seções com georradar ("GPR"), a fim de identificar as paleossuperfícies e a arquitetura deposicional dos depósitos visando à sua caracterização, bem como para orientar a coleta de amostras para análises sedimentológicas e para datação por Luminescência Oticamente Estimulada (LOE) e, eventualmente, 14C. A cronologia dos depósitos eólicos será relacionada a dados paleoclimáticos e paleoceanográficos preexistentes e novos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Integrante / André Zular - Integrante / Vinícius Ribau Mendes - Integrante / Sérgio Rebello Dillenburg - Coordenador / Eduardo G. Barboza - Integrante / Maria Luiza Correa da Camara Rosa - Integrante / Ana Luiza Spadano Albuquerque - Integrante / Felipe Caron - Integrante / Renato Pereira Lopes - Integrante / Thiago Pereira de Souza - Integrante / Gabriela Camboim Rocket - Integrante.
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2019 - Atual
Sistemas Eólicos Costeiros do Quaternário Tardio e a Antifase Climática entre Nordeste e Sul-Sudeste do Brasil, Descrição: Há inúmeros tipos de evidências, da palinologia à análise químico-isotópica de espeleotemas, de que as regiões Nordeste e Sul-Sudeste do Brasil apresentam padrões de variação da paleoprecipitação opostos, desde pelo menos o final do Pleistoceno (após o evento paleoclimático Heinrich 1, aproximadamente 17 ka AP). Esse contraste de tendências climáticas foi possivelmente acompanhado de um aumento na diferença termo-halina entre as águas costeiras das duas regiões. Apesar disso, pouco se conhece sobre a manifestação desta antifase climática e oceanográfica na sedimentação costeira, seja na cronologia e evolução de campos de dunas eólicas seja na composição químico-isotópica do carbonato biogênico. Sabe-se que a precipitação pluviométrica favorece a coesão das areias e a taxa de crescimento de vegetação, contribuindo, assim, para a estabilização de campos de dunas costeiros. Além disso, ela intensifica o aporte sedimentar à costa e favorece, com isso, a taxa de progradação de fácies subaquosas, em detrimento do desenvolvimento de depósitos eólicos. Em paralelo, a elevação da chegada de água doce pode alterar a salinidade e composição químico-isotópica da água do mar, sobretudo em lagunas e junto às maiores desembocaduras e estuários. O outro fator controlador da formação de depósitos eólicos, a força do vento, é, ao mesmo tempo, importante motor das correntes costeiras e da ressurgência e, portanto, da circulação termo-halina. Dada a inter-relação entre todos estes fatores, é natural, ainda que desafiador, tentar integrar os sistemas deposicionais eólicos com a evolução da circulação costeira e do clima, no Quaternário, através de um projeto de pesquisa. Neste contexto, o objetivo mais geral da presente proposta é analisar a resposta dos sistemas deposicionais eólicos terrígenos e carbonáticos (eolianitos) brasileiros a variações climáticas e buscar indícios de variações oceanográficas possivelmente conjugadas na composição químico-isotópica de bioconstruções e bioclastos de moluscos costeiros. Os eventos de formação e estabilização de campos de dunas serão relacionados com variações no tempo do clima, da circulação costeira e do nível relativo do mar, estes dois últimos fatores à luz de novos dados, em obtenção pelo grupo, de análise químico-isotópica, nivelamento e datação de bioconstruções carbonáticas (vermetídeos). Serão comparadas áreas costeiras do Nordeste e do Sul-Sudeste do país, bem como áreas afetadas e não afetadas por ressurgência costeira.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Marcos Domingues Muro - Integrante / Andre Oliveira Sawakuchi - Integrante / Helena Asmar de Abreu Andrade - Integrante / Vinícius Ribau Mendes - Integrante / Luciana de Paula Souza Nogueira - Integrante / Fernanda Costa Gonçalves Rodrigues - Integrante / Valentina Espinel Arias - Integrante / Thays Desireé Mineli - Integrante / COLONESE, ANDRÉ CARLO - Integrante / Thiago de Freitas Toniolo - Integrante / Rafael Casati - Integrante / Paulo Henrique Boer - Integrante / Marlon Lucas Dias de Souza - Integrante / Thaís Aparecida Silva - Integrante / Jacqueline Barreto Leite - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
Mudanças do Nível do Mar e o Sistema Monçônico Global: Avaliação através de Testemunhos Marinhos no Brasil / Sea-Level Changes and Global Monsoon System: Clues from Marine Cores in Brazil" (CORE Project), Descrição: As regiões tropicais são uma importante fonte de calor para as médias e altas latitudes. O sistema Oceano Atlântico-Atmosfera é singular, pois é o único sistema que atualmente transporta calor pelo equador. Portanto, é essencial realizar reconstruções climáticas precisas, documentação e implementação de climas atlânticos em modelos climáticos de grande escala. Isso, no entanto, tem sido dificultado para a maioria do Cenozóico devido à falta de registros suficientes de sedimentos de baixa latitude. Aqui propomos investigar mudanças paleoceanográficas ao longo do Cenozóico, impulsionadas por forçamentos a longo e a mais curto prazo, desde as condições de alto gás estufa no Eoceno até glaciações no Quaternário, através da reconstruçã de processos atmosféricos, oceanográficos e biológicos. A Margem do Brasil é uma margem continental passiva e estável que se desenvolveu após a abertura do Oceano Atlântico central no meio do Cretáceo. Um aspeito peculiar desta margem é que ela permaneceu tectonicamente "passiva" e aproximadamente na mesma latitude equatorial desde sua formação e, consequentemente, manteve continuamente um ambiente intertropical predominantemente oligotrófico. Este projeto aproveitará esses atributos únicos para obter dados sedimentológicos, paleoclimáticos e paleoceanográficos de alta qualidade para o Cenozóico, propondo perfurar transectos através da Margem do Brasil desde a parte mais alta do declive continental até a planície abissal. A continuidade estratigráfica esperada ao longo desses transectos permitirá o estudo detalhado da relação entre pCO2, nível do mar e mudanças climáticas ao longo do Cenozóico, restringindo os parâmetros fundamentais para o cálculo da sensibilidade climática. Este registros estratigráficos definirão a resposta climática de baixa latitude aos principais eventos climáticos do Cenozóico, como o EECO, MECO, EOT, OMT, MCO e iNHG (veja o texto para detalhes). Espera-se que os sedimentos produzam microfósseis calcários e orgânicos, o que permitirá estudar a resposta dos ecossistemas tropicais a esses eventos climáticos e também fornecer substratos independentes para as reconstruções do clima e do ciclo de carbono. Os sedimentos também conterão partículas finas eólicas, bem como sedimentos terrígenos, relacionados ao aumento do escoamento, portanto, mais precipitações, que estão associadas ao Sistema de Monção da América do Sul como parte do Sistema Global de Monção. Realizando um transecto de profundidade de locais selecionados a partir de dados de reflexão sísmica, integrados com registros sedimentológicos de alta resolução para reconstruir as mudanças no nível do mar. Em particular, esses locais foram escolhidos para estabelecer um marco para as reconstruções de clima tropical recentes de alta resolução do Eoceno, que fornecerão os seguintes resultados: 1) detalhar a relação entre clima tropical (temperatura), nível do mar e pCO2 atmosférico; 2) evolução da Circulação Meridional do Atlântico, impulsionada por forçamentos de longo prazo (tectônicos) e de curto prazo (insolação solar) e interação com o Sistema de Monção Sul-Americana.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) Doutorado: (10) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Integrante / Carlos Henrique Grohmann de Carvalho - Integrante / Paulo Eduardo De Oliveira - Integrante / Felipe Antônio de Lima Toledo - Integrante / Helenice Vital - Integrante / Luigi Jovane - Coordenador / Christian Millo - Integrante / Fábio Taioli - Integrante / Ana Luiza Spadano Albuquerque - Integrante / Pedro Leite da Silva Dias - Integrante / Alex Dias Bastos - Integrante / Jairo Francisco Savian - Integrante / Martino Giorgioni - Integrante / Tristan Charles Clitandre Rousseau - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
Long-Term Coastal Adaptation, Food Security and Poverty Alleviation in Latin America (Tradition Project), Descrição: TRADITION é um projeto de pesquisa financiada pelo ERC-Consolidator Grant que visa avaliar o desenvolvimento a longo prazo da pesca artesanal de pequena escala na América do Sul, e o seu legado para a atual segurança alimentar e a redução da pobreza. A equipe interdisciplinar do projeto tem como meta investigar a ecologia histórica da pesca de subsistência ao longo da Mata Atlântica durante as principais transições culturais e ambientais, e testar a hipótese de que a pesca teve um papel significativo, tanto durante a expansão agrícola nos tempos pré-colombianos quanto na colonização histórica e na urbanização dessa região, com reflexos na cultura da pesca artesanais atual. O conhecimento tradicional na pesca artesanal é de extrema relevância nas políticas atuais sobre pesca sustentável e biodiversidade. No entanto, essas pescarias são historicamente invisíveis na maioria das regiões tropicais e subtropicais. Um reconhecimento completo de sua importância socioeconômica e ecológica exige uma compreensão temporal das atividades de pesca que transcende estudos de comunidades contemporâneas e tempos históricos mais recentes. Os objetivos da pesquisa são: 1. investigar a importância dos recursos costeiros para as populações pré-colombianas com a introdução da cerâmica e da agricultura; 2. avaliar o impacto das mudanças climáticas e ambientais nas populações costeiras; 3. avaliar o desenvolvimento socioeconômico da pesca de pequena escala no contexto da colonização e da urbanização da costa da Mata Atlântica do Brasil; 4. investigar como as práticas e eventos pré-históricos e históricos moldaram a pesca artesanal de pequeno porte atual, e explorar o potencial de uso desse conhecimento tradicional para beneficiar as políticas de gestão atuais. Os métodos incluem: análise de isótopos estáveis de restos endo e exoesqueléticos; análise molecular e isotópica de resíduos orgânicos; análise paleoecológica de restos de fauna; e o estudo da distribuição tempo-espacial desses registros. A. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Andre Carlo Colonese - Integrante / Thiago Fossile - Integrante / Krista McGrath - Integrante / Alice Toso - Integrante / Marjolein Admiraal - Integrante / Dannieli Firme Herbst - Integrante / Santiago Sandoval - Integrante / Fernanda Cordeiro de Almeida Faust - Integrante / Jessica Ferreira - Integrante / Oliver Craig - Integrante / Steve Cinderby - Integrante / Luiz Geraldo Silva - Integrante / Dione da Rocha Bandeira - Integrante., Financiador(es): European Research Council - United Nations? 2030 Agenda - Auxílio financeiro.
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2012 - 2014
Morfodinâmica e Cronologia de Sistemas Deposicionais Eólicos no Quaternário do Brasil., Descrição: Este projeto propõe, como meta ou objetivo maior, estabelecer o arcabouço estratigráfico e cronológico dos sistemas deposicionais eólicos do Quaternário brasileiro. A esta meta associam-se outras duas, de caráter metodológico. A primeira consiste em contribuir para a aplicação, desenvolvimento e difusão, no Brasil, de novos procedimentos de datação de sedimentos terrígenos quaternários por luminescência opticamente estimulada (LOE). A segunda consiste em construir um modelo de configuração e dinâmica dos sistemas eólicos, segundo enfoque sistêmico. Para alcançar estas metas, os principais objetivos traçados são: definir por sensoriamento remoto a distribuição espacial de elementos morfológicos e unidades morfoestratigráficas eólicas, em áreas costeiras e interiores do Brasil com campos de dunas livres; fazer a análise de fácies deposicionais e unidades estratigráficas em campos de dunas selecionados; datar estas unidades por luminescência e caracterizá-las quanto a textura, mineralogia e petrografia; integrar o conjunto de resultados de campo, laboratório e cronologia, de modo a avaliar possíveis relações entre idades e variações de aporte sedimentar; relacionar estas variações de aporte com mudanças em fatores controladores fundamentais da sedimentação eólica, com destaque para nível relativo do mar (NRM) e clima. O alcance deste último objetivo pressupõe conhecer, de modo seguro e preciso, a variação no tempo destes fatores controladores. Para tanto, estabelecem-se dois objetivos paralelos: fazer a compilação bibliográfica crítica e correlação das informações de paleoclima quaternário, derivadas de diferentes bases de dados, disponíveis para o território brasileiro; e refinar a curva de variação do NRM no Holoceno, em setores estratégicos da costa brasileira, por meio do nivelamento e da datação de vermetídeos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Luiz Carlos Ruiz Pessenda - Integrante / Rodolfo José Angulo - Integrante / Caroline Thaís Martinho - Integrante / Mario Luiz Assine - Integrante / Carlos Conforti Ferreira Guedes - Integrante / Daniel Rodrigues do Nascimento Jr. - Integrante / Vinícius R. Mendes - Integrante / Priscila Cury Ribeiro - Integrante / Andre Oliveira Sawakuchi - Integrante / André Zular - Integrante / FORNARI, MILENE - Integrante / Helena Asmar de Abreu Andrade - Integrante.
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2011 - 2016
Auxílio Temático FAPESP: Estudos Paleoambientais Interdisciplinares na Costa do Espírito Santo (Pesquisador Principal), Descrição: Este projeto de pesquisa propõe um estudo paleoambiental interdisciplinar desde o Pleistoceno tardio na costa do Estado do Espírito Santo. Um dos locais de estudo compreende a região norte do estado, municípios de Linhares e Sooretama, onde se encontram reservas de Mata Atlântica. Duas abordagens que procuram explicar a atual diversidade desta vegetação serão discutidas: a teoria dos refúgios, que se relaciona às histórias de evolução e extinção locais, e a conexão pretérita com a Amazônia. Em meio à floresta, ocorre vegetação campestre sobre Espodossolos, cujo estudo da origem e desenvolvimento é proposto, juntamente com a dinâmica da vegetação de campo e arbórea. A dinâmica dos manguezais também será investigada e por inferência de sua presença e de indicadores biológicos marinhos, pretende-se verificar a extensão continental da transgressão marinha durante o Holoceno. Propõe-se também verificar a influência das flutuações marinhas no padrão de ocupação humana e de ações antrópicas na dinâmica de vegetação. Estudos com bioconstruções de vermetídeos serão efetuados em Guarapari, cerca de 180 km ao sul das reservas florestais, com o objetivo de se obter curvas de variação de nível relativo do mar e de 13C e 18O das carapaças nos últimos ~ 8000 anos; através da comparação destas curvas com as idades e dados isotópicos de vermetídeos de outras regiões da costa brasileira, propõe-se elaborar um modelo de mudança do padrão de circulação oceânica no Holoceno superior e de mudanças climáticas associadas. Todos esses estudos auxiliarão nas inferências das flutuações climáticas desde o Pleistoceno tardio para a costa do Espírito Santo, dados importantes para o desenvolvimento e otimização de modelos paleoclimáticos da Região Sudeste do país.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Integrante / Luiz Carlos Ruiz Pessenda - Coordenador / Paulo Eduardo De Oliveira - Integrante / Priscila Cury Ribeiro - Integrante / Dilce de Fátima Rossetti - Integrante / Marlon C. França - Integrante / Marcelo Cancela Lisboa Cohen - Integrante / Jolimar Antônio Schiavo - Integrante / Fernanda Costa Gonçalves Rodrigues - Integrante / Carolina Nogueira Mafra - Integrante / Flávio Lima Lorente - Integrante / Thiago de Freitas Toniolo - Integrante / Caroline Campos Soares - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
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2007 - 2010
Correlações entre Propriedades Sedimentológicas e Geomecânicas dos Arenitos do Grupo São Bento no Estado de São Paulo (R$ 16.000,00), Descrição: O Grupo São Bento, em São Paulo, corresponde à sucessão arenácea-vulcânica mesozóica da Bacia do Paraná, registro de dois sistemas deposicionais eólicos separados por discordância, o sistema úmido Piramboia e o sistema seco Botucatu, ambos depositados em condições desérticas áridas. O sistema Piramboia, de idade provavelmente triássica, deve a presença de interdunas úmidas à proximidade com a costa do ?Mar Passa Dois?, com cujos depósitos de topo estabelece contato transicional. Em direção ao topo, as fácies eólicas do sistema Piramboia desaparecem gradualmente, em vista do avanço de rios entrelaçados, com depósitos areno-conglomeráticos. Com o estabelecimento do sistema Botucatu, já em condições continentais no início do Cretáceo, as fácies subaquosas e de planícies interdunas desaparecem. O sistema eólico seco exaure-se com a cobertura de maior parte dos draas pelos extensos e sucessivos derrames Serra Geral, inicialmente ácidos, no sul do estado, ou básicos, nas demais regiões. O comportamento geomecânico dos arenitos São Bento, quanto à propensão e tipologia de erosão, reflete as diferenças faciológicas resultantes desta evolução sedimentar, o contexto geomorfológico atual e a história de diagênese, sobretudo a telogenética. O levantamento e cadastro de pontos de erosão ao longo de rodovias e em áreas urbanas da faixa de afloramento permitiu reconhecer seis modalidades erosivas principais nestes arenitos: quedas de rocha, sulcos verticais ou fendas, ravinas, voçorocas e deslizamentos e escorregamentos, e sua evolução para fluxos de detritos. Análises granulométricas, petrográficas e geomecânicas em cerca de 80 amostras coletadas com controle quanto a estratigrafia e fácies permitiram traçar as particularidades de ocorrência de cada tipo de erosão. A queda de blocos é típica dos arenitos do sistema Botucatu, incluindo os inter-derrames. Suas características petrográficas mais diagnósticas são a silicificação marcante, representada por pelo menos duas gerações de. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Renata augusta Rocha Naves de Oliveira - Integrante / Paulo Fiorini - Integrante.
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2006 - 2009
Evolução da Floresta Atlântica no Sul-Sudeste do Brasil: Abordagem Integrada Sedimentológica-Micropaleontológica (Auxílio à Pesquisa FAPESP 05/51034-6: R$82.704,00 + US$68.295.51), Descrição: Propõs-se reconstituir a evolução da Floresta Atlântica no Sul-Sudeste do Brasil, dentro do Holoceno, a partir de estudos integrados de sedimentologia e micropaleontologia em oito testemunhos rasos (até 6m) previamente coletados em três áreas representativas de contextos geomorfológicos distintos: continental, continental de altitude e costeiro. A análise sedimentológica envolveu granulometria, quantificação de minerais pesados, dosagem de carbono orgânico e de isótopos estáveis, enquanto a micropaleontológica abrangeu contagem de palinomorfos, e, onde cabível, de diatomáceas e foraminíferos. Datações por AMS e luminescência permitiram a correlação cronológica dos testemunhos. A integração dos diferentes tipos de resultados analíticos foi apoiada por análise estatística multivariada. Para a interpretação final dos dados integrados, cumpriu-se a seguinte sucessão de passos: determinar as características sedimentológicas e micropaleontológicas que melhor se correlacionam; inferir o modo pelo qual estas características respondem a variáveis imediatas como mudanças de paleovegetação e dinâmica sedimentar; inferir as formas de mútua interação entre estas variáveis imediatas; inferir os mecanismos pelos quais estas mesmas variáveis respondem a variáveis mediatas, com destaque para clima, linha de costa e nível relativo do mar; esboçar os mecanismos gerais de controle exercido pelas variáveis mediatas sobre o conteúdo micropaleontológico e sedimentológico dos depósitos holocênicos formados nos três diferentes contextos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Maria Judite Garcia - Integrante / Paulo Eduardo De Oliveira - Integrante / Eliane de Siqueira - Integrante / Paula Garcia Carvalho do Amaral - Integrante.
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2005 - 2010
Auxílio Temático FAPESP: Sambaquis e Paisagem: Modelando a Inter-Relação entre Processos Culturais e Naturais no Litoral Sul de Santa Catarina (Temático FAPESP 04/11038-0; R$320.634,00 + US$181.755,00)), Descrição: Este projeto de pesquisa interdisciplinar tem como foco o estudo integrado dos processos de ocupação pré-colonial do litoral sul de Santa Catarina, com ênfase nas sociedades sambaquieiras, e a evolução concomitante dos cenários naturais daquela região, sobretudo ao longo do Holoceno. Trata-se de investigar o modo pelo qual estas sociedades fizeram da região seu território, interferindo ativamente na construção da paisagem litorânea e imprimindo, de maneira significativa, padrões culturais de caráter monumental (isto é, os próprios sambaquis) em meio a um ambiente natural em constante e intensa transformação, determinada por variações do nível do mar e pela dinâmica de sistemas deposicionais costeiros marinhos, eólicos e lagunares. Metodologicamente, a pesquisa decompõe-se em diferentes vertentes de investigação ? geológica, antracológica, zooarqueológica, geofísica, biológica e aspectos regionais e intra-sítio de investigação arqueológica ? em uma abordagem sistêmica, multifacetada e multidisciplinar, organizada na forma de um sistema geo-referenciado de informações (SIG). Tem-se em vista a elaboração de modelos integrados de evolução ambiental e cultural da sociedade sambaquieira, inclusive micro-evolução humana, e o estudo de suas relações com sociedades contemporâneas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Integrante / Daniel Rodrigues do Nascimento Jr. - Integrante / Ana Paula Burgoa Tanaka - Integrante / Paulo Deblasis - Coordenador / Maria Dulce Gaspar - Integrante / Jorge Luís Porsani - Integrante / Milene Fornari - Integrante / Priscila Melo Leal Menezes - Integrante / Levy Figuti - Integrante / Ximena Suarez Villagran - Integrante / Selma Isabel Rodrigues - Integrante / Adriano José de Souza - Integrante.
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2004 - 2007
Evolução Diagenética das Formações Pirambóia e Botucatu: Influência na Hidráulica e na Hidroquímica do Sistema Aqüífero Guarani (SAG) no Estado de São Paulo (Auxílio à Pesquisa FAPESP 03/08911-0; R$162.185,63 + US$11.160,13), Descrição: O projeto de pesquisa proposto visou delinear o quadro evolutivo dos eventos diagenéticos que afetaram os sedimentos das formações Pirambóia e Botucatu (Sistema Aqüífero Guarani ? SAG) no Estado de São Paulo. Os estudos sustentaram-se na análise petrográfica de amostras de subsuperfície, incluindo aplicação de técnicas de microscopia eletrônica de varredura e catodoluminescência, e na análise química da água subterrânea. Reconheceram-se os principais controles exercidos pela faciologia e diagênese na distribuição da porosidade das sucessões sedimentares e suas implicações em termos de variações na evolução química de suas águas e na produção do sistema aqüífero.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Ana Lúcia Desenzi Gesicki - Integrante / Daiane Curti - Integrante / Ricardo César Aoki Hirata - Integrante.
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2001 - 2004
Dinâmica de Sistemas Deposicionais Eólicos no Quaternário do Litoral Sul Paulista e Centro-Sul Catarinense (Auxílio à Pesquisa FAPESP 01/01732-8; R$185.252,41 + U$64.244,09), Descrição: No plano original, propôs-se o estudo geomorfológico, sedimentológico e geocronológico de depósitos eólicos costeiros quaternários em áreas selecionadas do litoral sul-sudeste brasileiro, no contexto de suas variações de nível relativo do mar (NRM). O propósito deste estudo é identificar mecanismos e princípios controladores da deposição e acumulação em sistemas eólicos costeiros, bem como sua influência nas características arquitetônicas, faciológicas, texturais e mineralógicas de seus depósitos. A área entre Jaguaruna e Imbituba, na costa centro-sul de Santa Catarina, e as regiões de Ilha Comprida e Una-Juréia, no litoral sul paulista, foram escolhidas para sediar a investigação com base em critérios de representatividade e preservação de diferentes tipos de dunas e paleodunas. Propôs-se tentar a abordagem de relações processo-produto sedimentar em pelo menos duas diferentes escalas: a de fácies, através do confronto entre morfologia e morfometria da duna/paleoduna e características geométricas do depósito sedimentar; e a de sistemas deposicionais, por meio da relação entre as gerações e tipos de dunas e as variações de NRM e de linha de costa, materializadas na formação de barreiras transgressivas e cordões litorâneos. Para situar as gerações de paleodunas na evolução da linha de costa e nível do mar, planejou-se datar paleodunas e cordões litorâneos pelas técnicas da termoluminescência (TL) e/ou luminescência opticamente estimulada (LOE). O intuito foi obter subsídios para elaborar modelos sistêmicos que relacionem a constituição faciológica e a dinâmica dos sistemas eólicos quaternários estudados com flutuações de clima, NRM e aporte sedimentar no Sul-Sudeste do Brasil. A expectativa é que estes modelos possam ajudar a integrar os sistemas deposicionais eólicos costeiros ao arcabouço conceitual da estratigrafia de seqüências. E, por extensão, que se torne possível a correlação genética entre depósitos eólicos de regiões vizinhas sujeitas a um mesmo comport. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Caroline Thaís Martinho - Integrante.
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1998 - 2001
As Formações Pirambóia e Botucatu nos Estados de São Paulo e Paraná (Auxílio à Pesquisa FAPESP 98/00161-2; R$76.792,62 + US$19.354,53), Descrição: Através da análise de fácies, subdividiram-se os depósitos estudados em cinco associações faciológicas com posicionamento estratigráfico distinto. Da base para o topo, estas associações correspondem a: (1) lençóis de areia em planície de marés, (2) campo de dunas costeiro com planícies interdunares freqüentemente inundadas, (3) campo de dunas costeiro com planícies interdunares raramente inundadas, (4) planície aluvial com rios entrelaçados e dunas eólicas e (5) campo de dunas seco. As quatro primeiras associações caracterizam o registro de um sistema deposicional eólico úmido (isto é, cujo nível freático esteve próximo à superfície), o sistema Pirambóia. O nível freático elevado neste sistema pode ser atribuído à proximidade à costa. A quinta associação de fácies, de campo de dunas seco, sobrepõe-se abruptamente aos depósitos fluvio-eólicos do sistema Pirambóia e corresponde ao sistema deposicional eólico Botucatu. O contraste entre os sistemas eólicos Pirambóia (úmido) e Botucatu (seco) é um critério importante para definir a inconformidade regional que separa os depósitos destes dois sistemas eólicos. O sistema seco teria sido interrompido por uma super-superfície de extensão bacinal, ligada à manifestação do vulcanismo Serra Geral. Os resultados granulométricos confirmam a fácies de arenito grosso a conglomerático (ACg) como traço marcante da metade superior do registro do sistema Pirambóia. Os resultados de petrografia, MEV-EDS e contagem de minerais pesados caracterizam a tendência para maior maturidade química e grau de cimentação dos arenitos Botucatu. A abundância de cimento de esmectita nos arenitos dos dois sistemas pode ser considerada um indício de ambiente de diagênese precoce com pouca água em circulação. Óxidos de ferro associados, principalmente no sistema Botucatu, apontam para cimentação na zona de aeração, portanto em condições de paleolençol freático baixo. A presença de paligorskita em fácies subaquosas do topo dos arenitos Pirambóia indica. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Armando Márcio Coimbra - Integrante / Luiz Alberto Fernandes - Integrante / Leandro Menezes Donatti - Integrante.
Projetos de desenvolvimento
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos. . , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte β (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - Atual
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador.
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2018 - 2019
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Armando Márcio Coimbra - Integrante / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Armando Márcio Coimbra - Integrante / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2018 - 2019
Atualização de Hardware e Software do Microscópio Eletrônico de Varredura, Descrição: O Auxílio à Pesquisa visa à modernização da parte eletrônica do MEV modelo LEO440i do IGc-USP, adquirido com verba de projeto EMU-FAPESP (1995/5635-4) e utilizado de modo ininterrupto desde sua instalação, em julho de 1997, até janeiro de 2018, quando uma de suas placas, a de processamento de imagens, parou de funcionar. Não se encontrou esta placa para aquisição no mercado. A Carl Zeiss, empresa da Alemanha que detém os direitos de comercialização da LEO Instruments, já divulgara em 2017 a carta de obsolescência deste modelo de equipamento, haja vista a descontinuação no fabrico de peças de reposição, incluindo hardwares e softwares originais. A única alternativa oferecida pela empresa é um up-grade com atualização (retrofit), o que permitirá ao modelo sair da plataforma Windows 3.11 em troca de uma mais moderna, o que deverá elevar a vida útil do sistema MEV-EDS por pelo menos mais dez anos e possibilitar adequadas reposição de peças e manutenção. O custo da atualização é inferior a um terço do preço de um equipamento novo. A atualização trará uma série de vantagens operacionais, tais como suporte técnico remoto através da internet, maior precisão no controle óptico, aumento da resolução da placa de varredura, maior eficiência e rapidez dos microprocessadores da nova placa óptica e expansão da plataforma digital em relação à analógica.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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2011 - 2014
Aquisição de Sistema de Datação por Luminescência e de Microamostrador de Precisão, para o Estudo de Mudanças Ambientais no Quaternário, Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos destinado a integrar as pesquisas sobre mudanças ambientais no Quaternário (últimos 2,6 milhões de anos da história da Terra), com ênfase na análise isotópica e cronológica de sucessões microestratigráficas de alta precisão em materiais carbonáticos e à implementação no país do método de datação de sedimentos terrígenos por luminescência opticamente estimulada (LOE), segundo o protocolo SAR (single aliquot regenerative dose ou regeneração de alíquota única). Para atender a estes dois objetivos maiores, os equipamentos previstos incluíram respectivamente um microamostrador de alta precisão e um sistema de análise LOE-SAR. O microamostrador, do tipo pulverizador (Micromill), consiste de broca de carbeto de tungstênio associada a microscópio óptico com platina de movimento automático e referenciado. O sistema LOE-SAR é constituído por: detector de germânio para espectrometria gama de baixa contagem (HPGe Detector), blindado com chumbo; medidor automatizado de luminescência, com irradiação por fonte (90Sr/90Y), munido de carrossel para alojamento simultâneo de até 48 alíquotas; acessório para medidas LOE em grãos individuais via laser verde; e capela de exaustão de gases para pré-preparação de amostras (purificação de quartzo), incluindo separação de minerais em líquidos densos e ataques ácidos (HCl e HF). O projeto previa ainda adaptações do espaço físico institucional destinado à instalação e uso dos novos equipamentos, ainda que não tenha sido solicitada verba específica para este fim. A proposta enquadrou-se dentro da meta institucional de combinar a excelente infra-estrutura laboratorial disponível no Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) para o estudo de depósitos sedimentares quaternários (e que inclui laboratórios de Isótopos Estáveis, de Sistemas Cársticos, de Sedimentologia, de Petrografia Sedimentar e de Neotectônica), com a aquisição de novos equipamentos necessár. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / André Oliveira Sawakuchi - Integrante / Francisco Willian Cruz Junior - Integrante.
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1998 - 2000
Modernização do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 97/10669-0; R$23.000,00 + US$135.000,00), Descrição: O projeto original propôs a aquisição de um conjunto de equipamentos ópticos, conectado a sistema de captação de imagens eletrônicas e fotográficas e a sistema de análise gráfico-estatística de imagens digitais, destinados a usos típicos da pesquisa em geologia. Os equipamentos ópticos incluíram um macrovisor de mesa com iluminadores (base de reprodução), uma lupa estereoscópica com luz polarizada e um microscópio petrográfico. O sistema de captação de imagens consistiu de duas câmeras de vídeo CCD e duas máquinas fotográficas; e o sistema de análise de imagens, de dois microcomputadores com software de tratamento gráfico-estatístico pré-instalado e por uma impressora de alta qualidade. O projeto incuiu ainda a adaptação do espaço físico destinado à instalação e uso dos novos equipamentos. A proposta enquadrou-se dentro de um plano geral de modernização dos laboratórios do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia (atual Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, cujo processo fora então recentemente iniciado, sob os auspícios da FAPESP (Processo1995/5635-4) através da aquisição de Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). A instalação dos novos equipamentos visou estender a qualidade de descrição e análise de imagens propiciada pelo MEV (aumentos de até 500.000 vezes) às escalas de observação do microscópio petrográfico (1000 vezes), da lupa (80 vezes) e do exame macroscópico de amostras de mão. A obtenção de um espectro contínuo de escalas de documentação gráfica de imagens de luz transmitida e refletida atendeu a objetos de pesquisa e divulgação geológica muito diversificados, como atestado pelo ecletismo da equipe engajada no pré-projeto. Incluíam-se nesta equipe onze pesquisadores dos quatro departamentos à época existentes no Instituto de Geociências.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (25) / Doutorado: (25) . , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Armando Márcio Coimbra - Integrante / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
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1998 - 1999
Reforma de Infra-Estrutura do Laboratório de Sedimentologia (Infra-Estrutura Multiusuários FAPESP 98/7959-0; R$83.070,00), Descrição: O projeto financiou uma reforma geral na infra-estrutura do Laboratório de Sedimentologia, com a finalidade de permitir a adequada acomodação e aproveitamento de novos equipamentos, diversificar e modernizar sua capacidade analítica, e atender ao aumento de demanda na quantitade e qualidade de ensaios. Buscou-se reformular a subdivisão do laboratório, de modo a criar um sistema de ambientes interconectados que reflete a diversidade de ensaios característica da sedimentologia moderna e que deve facilitar o trânsito de usuários com diferentes objetivos analíticos. As principais mudanças planejadas e executadas foram: instalação de forro e divisórias, ampliação e reforço das redes hidráulica, elétrica e pneumática; e redimensionamento e substituição de bancadas, pisos, capela e ar condicionado. O novo lay-out resultante da reforma solicitada reflete uma concepção de laboratório com multiplicidade de funções analíticas, mas que torne prático e versátil o seu uso, bem como facilite e otimize a seqüência de operações mais usual no que se pode chamar de uma análise sedimentológica completa. Uma primeira modificação consistiu na subdivisão do salão originalmente destinado a análises granulométricas, em dois compartimentos, um isolado e outro ligado ao corpo principal do laboratório. O novo compartimento independente, correspondente ao fundo do antigo salão, passou a abrigar o Laboratório de Petrografia Sedimentar, equipado para microscopia óptica de rochas e grãos e para documentação gráfica de imagens, desde a escala megascópica até aumentos da ordem de 1000 vezes. O outro compartimento, situado no espaço contíguo à porta de entrada do laboratório, passou a comportar diversos tipos de ensaios sedimentológicos, desde os pré-tratamentos preliminares e a preparação de material necessários em ensaios granulométricos e mineralógicos, como fragmentação, quarteação e limpeza de peneiras com ar comprimido, até ensaios específicos, que podem finalizar em si mesmos, e que portanto não exigem necessariamente a visita a outros setores do laboratório, tais como impregnação à vácuo de rochas porosas, análise de suscetibilidade magnética com aparelho Frantz e subamostragem com broca para análises mineralógicas e isotópicas finas. A subdivisão da sala de ensaios sedimentológicos em dois ambientes, sala de decantação e sala de peneiramento, objetivou separar respectivamente os ensaios que envolvem o manuseio de água e outros líquidos dos ensaios feitos a seco. Serviu, ao mesmo tempo, para isolar os ensaios que envolvem ruído, vibração mecânica e produção de poeira, como quarteação, peneiramento, limpeza de peneiras e magnetometria Frantz, dos ensaios granulométricos de pipetagem ou decantação, que exigem um ambiente livre de poeira e de trepidação. A divisão em dois ambientes é prática também quanto ao material a ser analisado, uma vez que a sala de peneiramento destina-se essencialmente a ensaios na fração areia, enquanto a de decantação refere-se a ensaios em sedimentos mais finos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Paulo César Fonseca Giannini - Coordenador / Armando Márcio Coimbra - Integrante / Isaac Jamil Sayeg - Integrante.
Prêmios
2023
Prêmio para trabalho orientado da doutoranda Thaís Aparecida Silva, área de Geologia Sedimentar, Simpósio da Pós-Graduação do Instituto de Geociências da USP.
2023
Homenageado, 10 Developing International Geoarchaelogy / Taller del Grupo de Est. Geoaqueológicos de Am. Latina.
2022
Prêmio Paulo César Fonseca Giannini, homenagem do autor de Trabalho de Formatura premiado, Marlon Lucas Dias de Souza (aprovado com nota 9,7), Instituto de Geociências - USP.
2020
Research Highlight para o artigo "Deglacial climate and relative sea level changes forced the shift from eolian sandsheets to dunefields in southern Brazilian coast", Nature Reviews (https://www.nature.com/articles/s43017-020-0082-6).
2019
Research Spotlight para o artigo "Thermoluminescence and Optically Stimulated Luminescence Measured in Marine Sediments Indicate Precipitation Changes Over Northeastern Brazil", de Mendes et al., Earth&SpaceScience- Eos.org (https://eos.org/research-spotlights/a-new-proxy-for-past-precipitation).
2017
Prêmio Armando Márcio Coimbra, pela orientação do Trabalho de Formatura da aluna Caroline Campos Soares (aprovado com nota 9,5), Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental, Instituto de Geociências - USP.
2016
Menção honrosa por trabalho orientado da bolsista Caroline Campos Soares - ano 2, XXIV Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.
2016
Professor homenageado, Formandos do Curso Geologia-USP.
2015
Prêmio Kenitiro Suguio, pela orientação do Trabalho de Formatura da aluna Renata Cagliarani (aprovado com nota 10,0), Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental, Instituto de Geociências - USP.
2015
Menção honrosa para trabalho orientado da bolsista Caroline Campos Soares, XXIII Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP.
2014
"Destaque em cultura e extensão" (pela coordenação do ciclo de palestras ?Café Geologico?), Pró-Reitoria de Cultura e Extensão - PRCEU - USP.
2013
Homenagem do Grupo PET-Geologia/UFPR "pelo empenho e dedicação na função de tutor", Grupo PET-Geologia/UFPR, CAPES.
2013
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2012
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2011
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2010
Indicação para o Prêmio Henri Gorceix, biênio 2009-2010, Sociedade Brasileira de Geologia (SBG).
2009
Menção honrosa para trabalho orientado da aluna Marina Suemi Nomura (formanda do curso de biologia): 5o lugar, Unisa - Universidade Santo Amaro.
2008
Indicação para o Prêmio Henri Gorceix, biênio 2007-2008, Sociedade Brasileira de Geologia (SBG).
2008
Top Reviewer, Marine Geology, Elsevier (Amsterdam).
2007
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2006
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2005
Professor homenageado (Paraninfo), Formandos do curso de Geologia-USP.
2005
Homenageado pelos ?serviços prestados à comunidade quaternarista do Brasil?, Associação Brasileira de Estudos do Quaternário (Abequa).
2004
Professor homenageado (Paraninfo), Formandos do curso de Geologia-USP.
2003
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2002
Professor homenageado (Paraninfo), Formandos do curso de Geologia-USP.
2000
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-USP.
2000
Professor homenageado (Nome de Turma), Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1999
Menção honrosa para trabalho orientado da bolsista Eva Kaiser Mori, VII Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP (SIICUSP).
1998
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1996
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1994
Prêmio por trabalho orientado: bolsista Jaqueline Silveira Kogut, 1o lugar na subárea de Tecnologia Química, Geologia, Geografia e Hidráulica, Evento de Iniciação Científica da Universidade Federal do Paraná - CNPq.
1993
Professor homenageado (Paraninfo), Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1993
"Aprovado com louvor e distinção" pela banca de doutorado, Seção de Pós-Graduação do IGc-USP, Programa de Pós-Graduação em Geologia Sedimentar.
1992
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1991
Professor homenageado, Formandos do curso de Geologia-UFPR.
1989
VII Concurso de Fotografias - Categoria Conceito Geológico, Jornal do Geólogo.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências, Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental. , Rua do Lago, 562, Butantã, 05508080 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 30914054, Fax: (11) 30914207
Experiência profissional
2021 - Atual
Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do SulVínculo: Orientador credenciado de pós, Enquadramento Funcional: Coorientador de doutorado (Geociências), Carga horária: 4
2019 - Atual
Universitat Autònoma de Barcelona - UABVínculo: Membro de projeto científico, Enquadramento Funcional: Pesquisador Sênior do Projeto ERC-Tradition, Carga horária: 2
2012 - 2012
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy RibeiroVínculo: Professor convidado, Enquadramento Funcional: Professor de curso concentrado
Atividades
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12/2012 - 12/2012
Ensino, Engenharia de Reservatorio e de Exploracao, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Depósitos e Rochas Carbonáticos (1 crédito, concentrada)
2009 - 2009
Universidade Santo AmaroVínculo: Professor convidado, Enquadramento Funcional: Orientador, Carga horária: 4
Atividades
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01/2009 - 12/2009
Ensino, Biologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Trabalho de Graduação I e II (semestrais)
1997 - 2001
Associação Brasileira de Estudos do QuaternárioVínculo: Membro da Diretoria, Enquadramento Funcional: Tesoureiro, Carga horária: 4
2013 - Atual
Universidade de São PauloVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2012 - 2013
Universidade de São PauloVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado III, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2007 - 2012
Universidade de São PauloVínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
1997 - 2007
Universidade de São PauloVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Doutor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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11/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro suplente do Conselho Editorial.
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03/2011
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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10/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro do Comitê Gestor do Laboratório de Espectrometria Gama e Luminescência (Legal).
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03/2009
Ensino, Geociências (Geoquímica e Geotectônica), Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Minerais em Grãos: Proveniência e Correlação Estratigráfica (GSA.5811, 6 créditos, semestral)
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08/2004
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro suplente eleito do Conselho Editorial.
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02/2000
Ensino, Geologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Trabalho de Formatura (044500, anual)
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02/1998
Ensino, Geologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Geologia do Quaternário (GPE.301, depois GSA.391, depois GSA.393, semestral, 5 créditos)
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09/1997
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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09/1997
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
-
09/1997
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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09/1997
Ensino, Geologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Sedimentologia (GPE.250, depois GSA.250, anual, 8 créditos)
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08/2016 - 03/2019
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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12/2015 - 03/2019
Direção e administração, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Vice-Diretor.
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12/2015 - 03/2019
Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Gestor do Campus da Capital.,Cargo ou função, Membro.
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07/2008 - 03/2019
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão Assessora da Diretoria junto a Seção de Materiais Didáticos e de Pesquisa.
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10/1998 - 03/2019
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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10/1998 - 03/2019
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geociências.,Linhas de pesquisa
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08/2016 - 12/2018
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Presidente da Comissão de Reestruturação Institucional.
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08/2017 - 12/2017
Ensino, Engenharia de Petróleo, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Tectônica de Bacias
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04/2010 - 03/2017
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Coordenação do Curso de Geologia USP.
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12/2013 - 08/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Presidente da Comissão de Coordenação do Curso de Geologia USP.
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02/2015 - 12/2015
Ensino, Oceanografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Trabalho de Graduação
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04/2011 - 11/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Vice-Presidente da Comissão de Coordenação do Curso de Geologia USP.
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05/2010 - 04/2012
Direção e administração, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Suplente eleito da chefia do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental.
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03/2010 - 02/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão do Programa de Pós-Graduação em Geoquímica e Geotectônica.
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01/2010 - 12/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão do Trabalho de Formatura do Curso de Geologia, ano 2010.
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01/2008 - 12/2008
Direção e administração, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Avaliação de Servidores Não Docentes do Instituto de Geociências, ano 2008, referente ao exercício de 2007.
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01/2008 - 12/2008
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão do Trabalho de Formatura do Curso de Geologia, ano 2008.
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04/2002 - 12/2008
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Vice-presidente eleito da Comissão do Programa de Pós-Graduação em Geologia Sedimentar.
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02/2007 - 12/2007
Ensino, Oceanografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Trabalho de Graduação I e II (semestrais)
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03/2007 - 06/2007
Ensino, Geociências (Geoquímica e Geotectônica), Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Petrografia Sedimentar e Proveniência (GSA.5808, 6 créditos, semestral)
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04/1998 - 07/2006
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular do Comissão Assessora da Diretoria junto a Seção de Laminação do Instituto de Geociências.
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01/2005 - 12/2005
Direção e administração, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Avaliação de Servidores Não Docentes do Instituto de Geociências, ano 2005, referente ao exercício de 2004.
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09/2003 - 09/2005
Extensão universitária , Instituto de Geociências.,Atividade de extensão realizada, Reconstituição Morfodinâmica da Desembocadura do Rio Grande de Boiçucanga e Implementação de um Programa de Educação Ambiental aos Moradores da Região (Projeto de Extensão PREC-Geojunior; R$3180,00).
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03/1999 - 06/2005
Ensino, Geociências (Geologia Sedimentar), Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Petrografia Sedimentar (GSA.771, 6 créditos, semestral, oferecida nos anos ímpares)
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01/2001 - 12/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Reitoria.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão Permanente de Licenciaturas (CPL) da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo.
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08/2001 - 11/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Vice-Presidente eleito da Comissão de Graduação do Curso de Geologia.
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08/2001 - 04/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo - ADUSP.,Cargo ou função, Membro suplente eleito do Conselho de Representantes da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (ADUSP).
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12/2001 - 03/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Recepção aos Calouros do Instituto de Geociências, no ano de 2002.
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12/1999 - 03/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular eleito da Comissão do Programa de Pós-Graduação em Geologia Sedimentar.
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10/1999 - 07/2001
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular eleito da Comissão de Graduação do Curso de Geologia.
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01/2000 - 12/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão do Trabalho de Formatura do Curso de Geologia, ano 2000.
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12/1999 - 12/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão do Programa de Aperfeiçoamento do Ensino (PAE) da Seção de Pós-Graduação.
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01/1999 - 12/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Geociências.,Cargo ou função, Membro titular da Comissão de Avaliação de Servidores Não Docentes do Instituto de Geociências, anos 1999 e 2000.
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08/1999 - 06/2000
Ensino, Geologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Princípios de Geologia Sedimentar (GPE-620, depois GSA.620, 4 créditos, semestral)
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02/1998 - 06/2000
Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Princípios de Geologia Sedimentar (GPE-620, depois GSA.620, 4 créditos, semestral)
1988 - 1997
Universidade Federal do ParanáVínculo: Servidor público ou celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40
Atividades
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04/1996 - 08/1997
Conselhos, Comissões e Consultoria, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduaçãó, PRPPG.,Cargo ou função, Membro da Comissão Intersetorial do Programa Especial de Treinamento (PET-CAPES).
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02/1988 - 08/1997
Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de Geologia, Universidade Federal do Paraná.,Linhas de pesquisa
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02/1994 - 03/1996
Extensão universitária , Departamento de Geologia, Universidade Federal do Paraná.,Atividade de extensão realizada, Professor-Tutor do Grupo PET-Geologia. Conceito CAPES MUITO BOM..
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06/1994 - 12/1995
Conselhos, Comissões e Consultoria, Departamento de Geologia, Universidade Federal do Paraná.,Cargo ou função, Membro do Colegiado do Curso de Pós-Graduação em Geologia (Ambiental e Exploratória).
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07/1993 - 06/1995
Direção e administração, Departamento de Geologia, Universidade Federal do Paraná.,Cargo ou função, Vice-coordenador do Curso de Geologia.
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07/1990 - 02/1991
Conselhos, Comissões e Consultoria, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura - PREC.,Cargo ou função, Membro representante titular do Setor de Tecnologia na Comissão Intersetorial de Extensão da UFPR.
1984 - 1987
Paulo Abib Engenharia S AVínculo: Servidor público ou celetista, Enquadramento Funcional: Geólogo, Carga horária: 44
1983 - 1983
Convênio Ipt Usp Projeto CarvãoVínculo: Autônomo contratado, Enquadramento Funcional: Pesquisador (análises sedimentológicas), Carga horária: 20
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