Mauri Mazurek

Acadêmico do 9 semestre de Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas. Atualmente é colaborador no Núcleo Pesquisa Ensino e Extensão em Pecuária - NUPEEC- UFPel, atuando nas linhas de pesquisa sobre transtornos metabólicos.

Informações coletadas do Lattes em 30/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Medicina Veterinária

2008 - 2013

Universidade Federal de Pelotas

Graduação interrompida em 2006 em Administração de Empresas

2004 - interrompida

Fundação Educacional Machado de Assis
Ano de interrupção: 2006

Curso técnico/profissionalizante

2000 - 2002

Escola Técnica Estadual Cruzeiro do Sol

Formação complementar

2014 - 2014

Controle e Prevenção de Mastites. (Carga horária: 20h). , Agripoint Consultoria.

2012 - 2012

Como selecionar as melhores vacas leiteiras.. (Carga horária: 3h). , Associação dos Criadores de Gado Holandes do Rio Grande do Sul.

2008 - 2008

XXVIII Semana Acadêmica Medicina Veterinária. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2004 - 2004

III Fórum de Criatividade e Inovação. (Carga horária: 20h). , Fundação Educacional Machado de Assis, FEMA, Brasil.

2002 - 2002

Inseminação Artificial em Bovinos. (Carga horária: 40h). , Fundação Bradesco.

2002 - 2002

Curso Básico de Informática. (Carga horária: 90h). , Wind Informática.

2002 - 2002

Gestão Rural. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Participação em eventos

INTERLEITE SUL. 2014. (Simpósio).

I Simpósio Nacional da Vaca Leiteira. 2014. (Simpósio).

11 Simpósio do Leite Fórum Nacional de Lácteos. 2014. (Simpósio).

Seminário de Responsabilidade Técnica - Módulo Básico. 2013. (Seminário).

XXI Congresso de Iniciação Cinetífica, 2012. Marcador fósforo como preditor de mastite. 2012. (Congresso).

XXI Congresso de Iniciação Cinetífica, 2012. Efeito da administração de somatotropina suína (pST) sobre a qualidade espermática de suínos jovens. 2012. (Congresso).

III Seminário Técnico NUPEEC: Interação entre Sanidade, Nutrição e Reprodução no periparto de vacas. 2012. (Seminário).

III Fórum de criatividade e inovação - IV Seminário Internacional de Administração e Contabilidade.Seminário. 2004. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • MAZUREK, M. ; MADEIRA, E. M. ; LEAL, S. C. ; SCHWGLER, E ; SANTOS, J. P. ; BIANCHI, I. ; CORREA, M. N. ; PINO, F. . Balanço energético negativo no período do periparto em vacas de aptidão leiteira. Grupo Cultivar de Publicações Ltda..

  • MAZUREK, M. ; MADEIRA, E. M. ; SCHWGLER, E ; CORREA, M. N. . Problemas Reprodutivos no pós-parto de vacas leiteiras. Lance Agronegócio.

  • MATTEI, P. ; MAZUREK, M. ; SCHWGLER, E ; PINO, F. ; CORREA, M. N. . Marcador fósforo como preditor de mastite. In: XXI Congresso de Iniciação Cinetífica, 2012, 2012, Pelotas. Anais do XXI CIC UFPel, 2012.

  • MAZUREK, M. ; SILVA, L. G. C. ; MION, B. ; VANZELA, T. ; FARIAS, L. B. ; GUARISE, A. ; SAVIO, D. ; SCHNEIDER, A. ; RABASSA, V. R. ; BIANCHI, I. ; PINO, F. ; CORREA, M. N. . Efeito da administração de somatotropina suína (pST) sobre a qualidade espermática de suínos jovens. In: XXI Congresso de Iniciação Cinetífica, 2012, 2012, Pelotas. Anais do XXI CIC UFPel, 2012.

  • MAZUREK, M. . Avaliação do desempenho e fermentação ruminal em bezerros leiteiros suplementados com Saccharomyces cerevisiae1077 ou Saccharomyces Boulardii1079. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MAZUREK, M. . O efeito do tratamento profilático com antibiótico de ação prolongada sobre doenças respiratórias e no crescimento de bezerros leiteiros comerciais no pós-desmame. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MAZUREK, M. ; MAFFI, A. . Efeitos das taxas de morte embrionária na eficiência de programas de sincronização de cio em vacas. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MAZUREK, M. . Produção in vitro de embriões ovinos. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2013 - Atual

    Relação entre a composição de ácidos graxos do NEFA e da membrana de eritrócitos com marcadores da inflamação durante o periparto de vacas leiteira, Descrição: As o periparto é um momento desafiador para bovinos leiteiros e caracterizado pela elevação dos níveis de NEFA, decorrente da lipomobilização. Níveis de NEFA maiores que 0,3 mmol/l no pré-parto e 0,6 mmol/l no pós-parto estão associados com o aumento do risco de doenças. O NEFA tem efeito sobre a função leucocitária dos animais, através da diminuição e da redução no tempo de diferenciação de monócitos para macrófagos. Recentemente foi proposto que a atividade imune das células durante o periparto pode ser afetada não somente pela elevação dos níveis do NEFA, como pelo perfil de ácidos graxos presente no sangue. Diante disto, faltam informações sobre a relação entre o perfil de ácidos graxos do NEFA e a resposta inflamatória no período periparto. A hipótese deste estudo é que a função imune de bovinos será reduzida com o aumento dos níveis de ácido palmítico que compõem o NEFA. Serão utilizadas 46 vacas, com a 40 dias pré-parto os animais serão alocados ao grupo experimental. No período pré-parto as amostras de sangue serão coletadas em intervalos de 7 dias, a partir de 42 dias antes do parto. Será realizada uma coleta no dia do parto (d 0) e nos dias 1, 2, 3, 6 e 9 pós-parto e após essa data semanalmete até 65 dias pós parto. As coletas de sangue serão feitas através da veia coccígea em tubos vaccutainer e mensurados os níveis de NEFA, β-hidroxibutirato, Paraoxanase e Haptoglobulina e a composição de ácidos graxos do NEFA. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mauri Mazurek - Integrante / João Paulo Santos - Integrante / Sofia Del Carmen Leal - Integrante / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Coordenador / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Douglas Perazzoli - Integrante / Érica Ferri de Oliveira - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante / Patrícia Mattei - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Avaliação de proteínas de fase aguda e suas relações com o desempenho reprodutivo e produtivo de vacas leiteiras pós-parto, Descrição: Doenças uterinas no pós-parto tem atraído considerável atenção na literatura veterinária, como grandes causas de ineficiência reprodutiva em bovinos de leite. Diversos trabalhos citam a ocorrência de metrites, endometrites (clínicas ou subclínicas) na ordem de 40%. A debilidade imune de vacas no periparto aumenta a prevalência de doenças infecciosas durante este período. As primeiras células a combater o crescimento bacteriano são os neutrófilos, recrutados da corrente sanguínea. As principais classes de imunoglobulinas (IgM, IgA e IgG), seja por difusão passiva ou de produção local, desempenham um importante papel na proteção do útero, agindo como opsoninas para aumentar a fagocitose, estimulando a cascata do complemento, ou bloqueando patógenos de aderir às superfícies mucosas. Para que o organismo reconheça a infecção, existem células específcas no endométrio que possuem receptores Toll like (TLR) com capacidade de reconhecer antígenos bacterianos. A ativação destes receptores dispara uma cascata sinalizadora que mobiliza as células imunes e estimula o fígado a produzir proteínas de fase aguda. As proteínas de fase aguda (APP s) são sintetizadas na ocorrência de lesões teciduais e tem função protetora junto ao organismo. São proteínas presentes no soro sanguíneo circulante, sintetizadas o fígado constantemente, podendo aumentar ou reduzir sua produão de 60 a 1000 vezes durante infecções. No presente trabalho serão avaliadas as APP s paraoxonase (PON), haptoglobina (Hp), albumina e apolipoproteínas B100 (ApoB100). Serão utilizadas 40 fêmeas multíparas da raça Holandês, seleção dos animais se deu através do numero de lactações, produção média em 305 dias da lactação anterior e histórico negativo de enfermidades no último ano produtivo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mauri Mazurek - Integrante / João Paulo Santos - Integrante / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Coordenador / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Douglas Perazzoli - Integrante / Érica Ferri de Oliveira - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Efeito de polimorfismos nos genes GHR e IGF-I na concentração sérica de IGF-I e taxa de prenhez de vacas de leite., Descrição: O retorno à ciclicidade pós parto é um gargalo que compromete a eficiência reprodutiva de rebanhos leiteiros. O fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1(IGF-I) é importante no processo ovulatório. A maior parte do IGF-I endócrino é produzida no fígado. Para tanto, o hormônio do crescimento (GH) ligado ao seu receptor (GHR) estimula a produção de IGF-I no tecido hepático. Dessa forma, a concentração de IGF-I interfere no intervalo parto primeira ovulação em vacas leiteiras. No entanto, a mutação de apenas um nucleotídeo nos genes do GHR e IGF-I pode alterar o funcionamento do eixo GH/GHR/IGFI, modificando o desempenho reprodutivo pós parto de vacas de leite. Dessa forma, o objetivo desse trabalho é validar os genes GHR e IGF-I como marcadores moleculares para seleção genética.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mauri Mazurek - Integrante / Sofia Del Carmen Leal - Integrante / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Coordenador / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante / Patrícia Mattei - Integrante.

  • 2012 - 2013

    Laminite Subclínica pós parto em vacas resistentes a insulina durante o período de transição de vacas leiteiras da raça Holandês., Descrição: A resistencia a insulina, caracterizada pela hiperglicemia e hiperinsulinemia, sujeita as células que não são dependentes de insulina, em níveis de glicose relativamente altos. Este efeito tóxico da glicose é especialmente importante para as células endoteliais, levando a um quadro denominado endoteliopatia glucotóxica; caracterizada pelo aumento da produção de endotelina-1 e redução da liberação de oxido nítrico pelas células endoteliais. Dessa maneira, a produção de fatores constritores pela musculatura lisa vascular seria um fator potencial que poderia predispor as alterações na perfusão do casco e o risco de laminite. Outra consequência do excesso de adiposidade é a exacerbação da ação das metaloproteinases, que tem como implicação o desencadeamento de laminite. Apesar dos grandes esforços científicos em se determinar a etiopatogenia da laminite, essa ainda não foi totalmente esclarecida, entretanto, os resultados de pesquisas recentes demonstram que obesidade pode ser um fator determinante para o desenvolvimento dessa patologia. Como a obesidade tem se tornado uma enfermidade presente no terço final da gestação em vacas leiteiras é de extrema importância que saibamos qual a relação entre a adiposidade e a ocorrência de laminite, principalmente no que se refere a bovinos de leite, os quais não possuem estudos específicos. O estabelecimento dessa relação será fundamental para determinação de grupos de risco para o desenvolvimento da laminite no que se refere à adiposidade dos animais. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mauri Mazurek - Integrante / João Paulo Santos - Integrante / Sofia Del Carmen Leal - Integrante / Elisangela Mirapalheta Madeira - Integrante / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Coordenador / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Integrante / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Douglas Perazzoli - Integrante / Érica Ferri de Oliveira - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante / Patrícia Mattei - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Taxa de Lactogênio Placentário e IGF-I e sua relação com a sensibilidade de insulina no periparto de vacas leiteiras, Descrição: O GH em animais como camundongos, ratos e bovinos além de outros mamíferos, faz parte de uma grande família de genes parálogos muitos proximamente relacionados com a família da PRL (Wiesmerset al., 2003) sendo o Lactogênio Placentário (PL) um dos membros das famílias da PRL e do GH (Brelje et al., 1993 Buttle et al., 1972). A PRL e o GH são peptídeos responsáveis pela coordenação de grande parte dos processos biológicos dos vertebrados. Podem desempenhar suas funções clássicas, como moduladores endócrinos circulantes (hormônios) ou moduladores endócrinos locais (citocinas) através de ação parácrina, autócrina ou justácrina (Soares, 2004). O PL bovino (bPL), produzido na placenta, é uma das proteínas placentárias mais investigadas e isto tem sido atribuído por seu potencial ação no aumento da produtividade tanto de carne, como de leite, em vacas (Alvarez-Oxiley et al., 2008). Ao contrário da PRL e do GH, o PL é produzido nas células trofoblásticas binucleadas da placenta de ruminantes, atingindo concentrações detectáveis no soro da mãe por volta dos 40 dias de prenhez com seu pico no último trimestre de gestação (Igwebuike, 2006). O PL atua nas mudanças fisiológicas que ocorrem durante a gestação, promovendo corpo lúteo funcional, por sua ação luteotrópica (Ben-Jonathan et al., 1996; Byatt et al., 1992), desenvolvimento das glândulas uterinas e mamárias (função mamogênica) (Akers, 2006) e facilitando a entrada e utilização de nutrientes para o feto (função histiotrópica) (Enders and Welsh, 1993; Soares, 2004). Tem sido muito difundido que o bPL interage tanto com o receptor da PRL quanto com o do GH (Gertler and Dijane, 2002). Evidências prévias sugerem que o bPL possui dupla-ação agosnista para PRL-R e GHR, sinalizando vias e sugerindo que todos possuam o mesmo sistema receptor para PL (Soares, 2004). A ligação do bPL ao receptor sinaliza e ativa o JAK/STAT e o MAPK (Biener et al., 2003), que atuam no mecanismo de transdução da informação e expressão dos gene alvo (Choi e Wasman, 2000). Este mecanismo ocorre da mesma maneira quando o GH ou o PL se ligam ao receptor, o que difere entre um e outro, é o gene que será expresso, dependendo do hormônio responsável por esta sinalização. Para melhor esclarecer qual dos hormônios citados estará envolvido neste processo de sinalização celular, pode-se realizar as dosagens séricas dos mesmos, bem como do IGF-I, que está diretamente correlacionado com a expressão do GHR (Tripathi e Shodi, 2009).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mauri Mazurek - Integrante / João Paulo Santos - Integrante / Sofia Del Carmen Leal - Integrante / Elisangela Mirapalheta Madeira - Integrante / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Coordenador / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Douglas Perazzoli - Integrante / Érica Ferri de Oliveira - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante / Patrícia Mattei - Integrante.

  • 2010 - Atual

    Desenvolvimento de um sistema intravaginal de liberação sustentada de butafosfan para tratamento de cetose em ruminantes. COCEPE: 2.08.00.006, Descrição: O objetivo deste estudo é desenvolver um sistema de liberação modificada (sustentada) intravaginal para tratamento da cetose em ruminantes, contendo o princípio ativo butafosfan, fonte orgânica de fósforo que melhora o aproveitamento energético celular. Sua forma farmacêutica convencional (injetável) torna-se impraticável em casos de aplicação em grandes rebanhos, desse modo o desenvolvimento de uma forma alternativa, que utilize outra via de administração, é uma alternativa promissora. Para tanto, serão realizados estudos com as matérias-primas, de modo a encontrar adjuvantes adequados para compor essa formulação. Serão feitos testes in vitro com polímeros naturais; polímeros sintéticos biodegradáveis e não-biodegradáveis; bases hidrossolúveis e lipossolúveis; e hidrogéis. A partir destes testes será formulado um protótipo, onde serão feitos testes para determinação de seu perfil de liberação, que permitirão o ajuste de doses e subseqüentes ensaios de experimentação in vitro e in vivo... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (22) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Mauri Mazurek - Coordenador / Elisabeth Schwgler - Integrante / Fabricio Del Pino - Integrante / Ivan Bianchi - Integrante / Marcio Nunes Correa - Integrante / Rubens Alves Pereira - Integrante / Augusto Schneider - Integrante / Cássio Cassal Brauner - Integrante / Viviane Rohrig Rabassa - Integrante / Arthur de Castro Jorge Silva - Integrante / Carolina Bespalhok Jacometo - Integrante / Douglas Perazzoli - Integrante / Érica Ferri de Oliveira - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Leila Cardozo - Integrante / Lucas Carbonari - Integrante / Luis Gustavo Crochemore da Silva - Integrante / Patrícia Mattei - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Pelotas, NUPEEC - Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária. , Campus Universitário, Campus Universitário, 96010900 - Pelotas, RS - Brasil

Experiência profissional

2013 - 2013

Agrovel Agroveterinária LTDA.

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio extracurricular, com o objetivo de complementar a graduação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. O estágio foi realizado nas áreas de clínica, cirurgia e assistência técnica em bovinos leiteiros, totalizando 200 horas.

2013 - 2013

NUTRITEC SUPRIMEIROS AGROPECUÁRIOS LTDA

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 4, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio Curricular em Medicina Veterinária, focado na gestão de processos para fornecimento de alimentos para nutrição animal.

2013 - 2013

GLOBAL AGRONEGÓCIOS LTDA

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio Curricular em Medicina Veterinária, focado na gestão dos processos para fornecimento de insumos para saúde animal.

2009 - 2009

Cabanha Maufer

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 300, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio extracurricular, com o objetivo de complementar a graduação do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. O estágio foi realizado nas áreas de clínica e zootecnia de equinos, totalizando 300 horas.

2008 - 2008

Hospital de Clinica Veterinária UFPEL

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 5

Outras informações:
Acompanhamento da rotina clínica em grandes animais, totalizando 180 horas.

2009 - 2013

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 5

2012 - Atual

Núcleo de Pesquisa Ensino e Extensão em Pecuária.

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 12, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 06/2012

    Pesquisa e desenvolvimento , UFPEL - Universidade Federal de Pelotas, .,Linhas de pesquisa

2006 - 2006

Avipal S. A. Avicultura e Agropecuária

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Técnico em Suinocultura, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

2003 - 2006

Camera Agroalimentos S\A

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
No mês 09/2005 passei a atuar como Encarregado Administrativo.

2012 - 2012

Cooperativa dos Produtores de Santo Cristo Ltda

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 220, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio extracurricular na área de clínica e fomento em propriedades leiteiras.