Wherllyson Patricio Gonçalves
Atualmente, cursando Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Possui os seguintes Títulos: Bacharelado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Faculdade Maurício de Nassau; Mestrado e Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Informações coletadas do Lattes em 30/11/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais
2014 - 2018
Universidade Federal de Campina Grande
Título: COMPORTAMENTO FÍSICO, MECÂNICO E MICROESTRUTURAL DE MASSAS CONTENDO ARGILAS E RESÍDUO DE ALUMINA
Profa. Dra. Lisiane Navarro de Lima Santana. Coorientador: Prof. Dr. Gelmires de Araújo Neves. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: residuo de alumina; transformações de fases; Mulita.Grande área: Engenharias
Mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais
2012 - 2014
Universidade Federal de Campina Grande
Título: Avaliação da influência de diferentes tratamentos térmicos sobre as transformações de fases de argilas - bentonita e bentonita/caulinita,Ano de Obtenção: 2014
Profa. Dra. Lisiane Navarro de Lima Santana.Coorientador: Prof. Dr. Gelmires de Araújo Neves. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Argilas Bentonitas; delaminação; defloculante.Grande área: Engenharias
Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho
2015 - 2017
Faculdade Maurício de Nassau - Campina Grande
Título: ANÁLISE DAS DEMANDAS ERGONÔMICAS EM UM POSTO DE TRABALHO DE UMA EMPRESA MINERADORA DA PARAÍBA
Orientador: Profa. MSc. Suelyn Fabiana Aciole Morais de Queiroz
Graduação em andamento em Matemática (Licenciatura)
2019 - Atual
Graduação em Engenharia de Produção
2005 - 2011
Universidade Federal de Campina Grande
Título: DIAGNÓSTICO E IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA 5S EM UM SETOR DE UMA INDÚSTRIA CADERNEIRA NA PARAÍBA
Orientador: Profa. Dra. Adriana Almeida Cutrim
Participação em eventos
I Encontro Campinense do PROFMAT. 2019. (Encontro).
Semana de Inclusão do IFPB. 2019. (Outra).
21° CBECIMAT - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais. Estudo da influência de partículas finas sobre as propriedades físico-mecânicas de corpos de prova cerâmicos. 2014. (Congresso).
58° Congresso Brasileiro de Cerâmica. AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DA TAXA DE AQUECIMENTO SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES DE FASES E MICROESTRUTURAIS DE ARGILAS ESMECTITAS. 2014. (Congresso).
57 º Congresso Brasileiro de Cerâmica. ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA, DO TEOR DE DEFLOCULANTE E DO TEMPO DE AGITAÇÃO SOBRE O PROCESSO DE DELAMINAÇÃO DE ARGILAS BENTONÍTICAS. 2013. (Congresso).
II Encontro de Administração da UFCG. 2010. (Encontro).
V SEPRONe - Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste.Riscos Ambientais no Setor dos Trabalhadores de Britagem em uma Indústria Mineradora da Paraíba. 2010. (Simpósio).
I Métodos e Aperfeiçoamentos em Engenharia de Produção. 2009. (Encontro).
1° Simpósio Nordestino sobre Resíduos Sólidos Gestão e Tecnologias de Reciclagem. 2007. (Simpósio).
I Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste. 2006. (Simpósio).
Produções bibliográficas
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GONÇALVES, W. P. ; MORAIS, S. F. A. ; SILVA, A. A. ; ARAUJO, I. F. ; BARBOSA, E. A. . O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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GUERRA, T. G. A. ; SOUTO, C. M. ; BARBOSA, J. N. ; GONÇALVES, W. P. ; BARBOSA, E. A. . ASPECTOS LEGAIS E AMBIENTAIS DO DESCARTE INADEQUADO DE ÓLEOS LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS USADOS OU CONTAMINADOS. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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R. C. dos Santos ; L. N. L. Santana ; R. S. de Macedo ; B. J. da Silva ; GONÇALVES, W. P. ; RIBEIRO, M. C. R. ; SILVA, M. F. . FORMULAÇÃO DE MASSAS CERÂMICAS PARA A PRODUÇÃO DE TELHAS. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GOMES, J. ; SILVA, M. F. ; R. R. Menezes ; GONÇALVES, W. P. ; G. de A. Neves ; M. I. Brasileiro ; L. N. L. Santana . OBTENÇÃO DE PÓS DE MULITA - NANOMÉTRICOS E SUBMICROMÉTRICOS. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, J. B. ; L. N. L. Santana ; GONÇALVES, W. P. ; R. C. dos Santos ; G. de A. Neves ; MACEDO, R. S. ; R. R. Menezes . Influência da Composição e das Condições de Queima sobre as Propriedades de Peças Obtidas com Massas da Cerâmica Vermelha. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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L. N. L. Santana ; GONÇALVES, W. P. ; B. J. Silva ; Reginaldo Severo Macedo ; SANTOS, R. C. ; Lisboa, D. . INFLUÊNCIA DA COMPOSIÇÃO E DA TAXA DE AQUECIMENTO NA FORMAÇÃO DO CORAÇÃO NEGRO EM PEÇAS OBTIDAS COM MASSAS DA CERÂMICA VERMELHA. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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B. J. Silva ; GONÇALVES, W. P. ; CARTAXO, J. M. ; Reginaldo Severo Macedo ; R. R. Menezes ; G. de A. Neves ; L. N. L. Santana . INFLUÊNCIA DA TAXA DE AQUECIMENTO E DA TEMPERATURA DE QUEIMA SOBRE AS PROPRIEDADES DE PEÇAS PRODUZIDAS COM MASSAS DA CERÂMICA VERMELHA. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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R. C. dos Santos ; O. B. de Melo ; R. S. de Macedo ; B. J. da Silva ; GONÇALVES, W. P. ; L. N. L. Santana . Estudo Comparativo de Blocos Cerâmicos para Alvenaria Produzidos na Paraíba e no Rio Grande do Norte. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GONÇALVES, W. P. ; SANTOS, A. C. de Q. ; MORAIS, S. F. A. ; ARAÚJO, M. C. B. de . Riscos Ambientais no Setor dos Trabalhadores de Britagem em uma Indústria Mineradora da Paraíba. In: V Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste, 2010, Maceió - AL. V SEPRONe Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste, 2010.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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L. N. L. Santana ; MACEDO, R. S. ; B. J. Silva ; FONSECA, F. A. S. ; G. de A. Neves ; GONÇALVES, W. P. ; H. C. Ferreira . DETERMINAÇÃO E AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE MASSAS E DE BLOCOS CERÂMICOS PROVENIENTES DE OLARIAS DO ESTADO DA PARAÍBA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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L. N. L. Santana ; MACEDO, R. S. ; B. J. Silva ; FONSECA, F. A. S. ; Ramos, S. O. ; G. de A. Neves ; GONÇALVES, W. P. . Métodos para determinação da plasticidade de argilas. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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L. N. L. Santana ; M. I. Brasileiro ; G. de A. Neves ; R. R. Menezes ; H. L. Lira ; GONÇALVES, W. P. . Use of microwave energy for obtaining the mullite. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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L. N. L. Santana ; M. I. Brasileiro ; G. de A. Neves ; R. R. Menezes ; H. L. Lira ; GONÇALVES, W. P. . USO DA ENERGIA DE MICROONDAS PARA A SÍNTESE DA MULITA. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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G. de A. Neves ; B. J. Silva ; GONÇALVES, W. P. ; L. N. L. Santana ; R. R. Menezes ; H. C. Ferreira . USO DO DELINEAMENTO DE MISTURA PARA A INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE GRANITO EM MASSA CERÂMICA PARA REVESTIMENTOS. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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R. R. Menezes ; M. I. Brasileiro ; GONÇALVES, W. P. ; L. N. L. Santana ; G. de A. Neves ; H. L. Lira . MAXIMIZAÇÃO DO TEOR DE RESÍDUO DO BENEFICIAMENTO DO CAULIM EM CORPOS MULÍTICOS UTILIZANDO DELINEAMENTO DE MISTURA. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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L. N. L. Santana ; PORTO, L. S. ; R. R. Menezes ; GONÇALVES, W. P. ; G. de A. Neves ; M. I. Brasileiro . OBTENÇÃO DE MULITA A PARTIR DA RECICLAGEM DE RESÍDUO DE CAULIM APLICANDO A METODOLOGIA DE DELINEAMENTO DE MISTURAS. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Karla Ribeiro ; GONÇALVES, W. P. ; C. C. G. Morais ; L. N. L. Santana ; H. L. Lira ; G. de A. Neves ; R. R. Menezes . Utilização do Resíduo de Granito em Massas Cerâmicas Empregadas na Obtenção de Revestimento. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Karla Ribeiro ; GONÇALVES, W. P. ; C. C. G. Morais ; L. N. L. Santana ; G. de A. Neves ; R. R. Menezes . Caracterização do Resíduo de Granito Visando a Utilização em Massas Cerâmicas. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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ALBUQUERQUE NETO, H. C. ; GONÇALVES, W. P. ; ARAUJO, P. G. C. ; BARBOSA, E. A. . O meio ambiente e os resíduos sólidos produzidos pelo restaurante universitário da UFCG - Campus de Campina Grande. In: II Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste, 2007, Campina Grande. II SEPRONe Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste, 2007.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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ALBUQUERQUE NETO, H. C. ; MARQUES, C. C. ; ARAUJO, P. G. C. ; GONÇALVES, W. P. ; MAIA, R. D. A. ; BARBOSA, E. A. . Caracterização de Resíduos Sólidos Orgânicos Produzidos no Restaurante Universitário de uma Instituição Pública (estudo de Caso). In: XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2007, Foz do Iguaçu. XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2007.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ALBUQUERQUE NETO, H. C. ; ARAUJO, P. G. C. ; MARQUES, C. C. ; GONÇALVES, W. P. ; MAIA, R. D. A. ; BARBOSA, E. A. . O Clima Organizacional de um Restaurante Universitário Público segundo a ótica dos seus Clientes Internos. In: XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2007, Foz do Iguaçu. XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2007.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2014 - Atual
Analise da evolução microestrutural de argilas e massas cerâmicas Influência do tratamento térmico, Descrição: Argilas são componentes fundamentais das massas dos produtos da cerâmica tradicional, atuam como ligantes, garantem a plasticidade necessária para a conformação a verde e durante o aquecimento, em temperaturas elevadas, sofrem transformações de fases. Quando as argilas são submetidas a temperaturas acima de 1000ºC, normalmente a microestrutura final contém cristais de mulita, grãos de quartzo e/ou cristobalita dispersos na matriz vítrea. Os cristais apresentam várias formas, composição e tamanhos e são controlados pela fluidez da fase liquida da qual eles precipitaram. O entendimento das transformações mineralógicas e morfológicas das argilas para diferentes tratamentos térmicos é de fundamental importância, pois as propriedades dos materiais estão diretamente relacionadas com a microestrutura, assim como, poderá ampliar o uso destes insumos. O aumento na demanda de energia proporcionou inovações na tecnologia de queima de produtos cerâmicos, de modo que, uma inovação importante nas últimas décadas foi à utilização da queima rápida, aplicando-se taxas de aquecimento de até 60 ºC/minutos. Em alguns casos, com a mudança das taxas de aquecimento e resfriamento, as transformações térmicas seguem um caminho diferente do previsto nos diagramas de fases, portanto, para se alcançar esse objetivo novas composições foram proposta e continuam sendo pesquisadas, pois as mudanças dos parâmetros de queima exigem formulações especificas. Dentro deste contexto, com o desenvolvimento deste projeto serão investigadas as transformações de fases e alterações morfológicas das argilas caulinitas, esmectitas, ilitas e de massas contendo essas argilas quando submetidas a diferentes tratamentos térmicos, analisando uma faixa de temperatura entre 800 C 1400°C, com intervalo de 50ºC, taxas de aquecimento de 5, 10, 15, 20, 25 e 30ºC/minutos, avaliando também a taxa de resfriamento e a influência das impurezas (ferro e álcalis) sobre a cinética de mulitização. As argilas e massas cerâmicas antes e após os tratamentos térmicos serão submetidas às seguintes caracterizações: analise química, mineralógica, granulométrica, térmica e morfológica. Os resultados das transformações de fases serão confrontados com diagramas de equilíbrio termodinâmico. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Renato Correia dos Santos - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Romualdo Rodrigues Menezes - Integrante / Hélio Lucena Lira - Integrante / Heber Carlos Ferreira - Integrante / Valmir José da Silva - Integrante / Gelmires de Araújo Neves - Integrante.
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2014 - Atual
Formulação de Massas da Cerâmica Vermelha Tecnologia da queima rápida, Descrição: Nos últimos anos uma das inovações nas indústrias de materiais cerâmicos foi a implementação de altas taxas de aquecimento e de resfriamento, reduzindo de forma significativa o tempo de queima. As formulações e a evolução microestrutural das massas que fazem parte da produção de produtos da cerâmica vermelha já vêm sendo estudadas a muito anos, no entanto, com a inovação da tecnologia da queima rápida e a inserção de fornos tuneis nas empresas deste setor, surge a necessidade de estudos mais delineados sobre o comportamento das argilas e das massas quando submetidas a taxas de aquecimentos mais rápidos. A queima rápida no processo de fabricação de produtos da cerâmica vermelha ainda apresenta algumas restrições, a definição dos parâmetros de queima se constitui na atualidade em um dos principais fatores tecnológicos, com implicações econômicas, energéticas e ambientais. A realização deste trabalho dará maior respaldo e complementaridade as pesquisas, especialmente com argilas, que estão sendo desenvolvidas na área de Materiais Cerâmicos, junto ao curso de graduação e ao Programa de Pós Graduação de Ciência em Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCEMat/UFCG). Muitos trabalhos têm alcançado resultados promissores, mas precisam de investigações mais específicas relacionadas a tratamentos térmicos, aplicando-se altas taxas de aquecimento e resfriamento, analisando a influência destes sobre transformações de fases, aspectos morfológicos e correlação com diagramas de fases. Congregado ao exposto acima, a revisão da literatura existente aponta, por conseguinte, para a necessidade de um estudo das transformações de fases e morfológicas que ocorrem quando as argilas são submetidas a altas taxas de aquecimento. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Renato Correia dos Santos - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Romualdo Rodrigues Menezes - Integrante / Hélio Lucena Lira - Integrante / Heber Carlos Ferreira - Integrante / Gelmires de Araújo Neves - Integrante.
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2012 - 2013
Obtenção de mulita nanométrica, Descrição: Este projeto está sendo desenvolvido na Universidade Federal de Campina Grande com o apoio da FACEPE Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com maior intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2:Al2O3, devido as excelentes propriedades, o grande número de aplicações e a escassez, desse mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. O método mais eficiente para a produção de mulita nanométrica é uma busca constante, sendo o método mais adequado o que melhor se adaptar as propriedades almejadas no produto final, considerando as solicitações mecânicas, a temperatura de aplicação, severidade química do ambiente, entre outros, aliado ao menor custo de produção. O uso de fontes precursoras de alta reatividade e que possuam em sua estrutura íons de alumínio e silício favorecem as reações químicas durante a síntese, destacando-se neste estudo a potencialidade das argilas bentonitas para essa função, pois quando delaminadas apresentam dimensões nanométricas, o que facilita a interação química durante a síntese, reduzindo a temperatura de mulitização. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Josileido Gomes - Integrante / Valmir José da Silva - Integrante.
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2008 - 2011
Implantação de um Laboratório de Caracterização de Massas e Produtos da Cerâmica Vermelha., Descrição: A grande maioria das empresas de cerâmica vermelha instalada no estado da Paraíba, apresenta uma falta de controle sobre os produtos fabricados pelas mesmas, uma vez que não há uma avaliação das características das argilas utilizadas por estas empresas e a grande maioria não tem conhecimento das propriedades apresentadas pelas massas cerâmicas usadas no processo de fabricação e pelos produtos que estas comercializam. Pouca informação sobre as características das massas e propriedades do produto final tem como conseqüência grandes perdas e peças de baixa qualidade. Assim, é muito importante a caracterização das matérias-primas, da massa e do produto final, a fim de se ter conhecimentos que contribuam para a obtenção de produtos que apresentem propriedades em conformidade com as normas técnicas. Esta proposta tem por objetivo montar um laboratório de caracterização de produtos da cerâmica vermelha (tijolos, blocos e telhas), visando apoiar a produtividade e a qualidade das empresas cerâmicas de médio e pequeno porte do Estado da Paraíba. Para tanto, os produtos serão submetidos a caracterizações baseadas em normas técnicas, os resultados serão avaliados e posteriormente as empresas receberão um diagnóstico completo. As empresas também serão favorecidas através de acessória técnica emitida pelo corpo docente e pesquisadores envolvidos no projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / L. N. L. Santana - Coordenador / MACEDO, R. S. - Integrante / Francisco Antônio Santos Fonseca - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2008 - 2009
Estudo do Processo de Beneficiamento das Matérias-Primas Utilizadas pela Calmil Minérios, Descrição: Este trabalho teve como objetivo estudar o processo de beneficiamento das matérias-primas utilizadas pela empresa Camil Minérios, e também caracterizá-la visando novas aplicações tecnológicas. Após o processo de beneficiamento foram realizadas algumas caracterizações física-mineralógica tais como: análise granulométrica, análise química, DRX, ATD, ATG. As informações obtidas foram de fundamental importância para prever novas aplicações em relação ao uso tecnológico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / G. de A. Neves - Coordenador.
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2002 - Atual
Obtencao de Mulita a partir da Reciclagem do Resíduo de Caulim, Descrição: A mulita tem sido sintetizada através de muitos métodos, como uma simples sinterização de pós de alumina e sílica, processo sol gel, co precipitação, processo hidrotermal e processo de deposição de vapor químico. Eventualmente, a tecnologia do processo e o alto custo das matérias primas fazem da mulita um produto caro e tornam-se inapropriados para uma produção em larga escala. Um processo alternativo para a produção de mulita é através da calcinação da mistura do resíduo de caulim com a alumina e a argila ballclay, com as devidas proporções dos óxidos, levando em consideração a estequiometria da mulita. No processo de beneficiamento do caulim são gerados dois tipos de resíduos que são lançados no ecossistema. Esse processo de beneficiamento fornece ao resíduo, de forma involuntária, qualidades excelentes o que permite a sua utilização como matéria prima de primeira qualidade, já que separa o quartzo da caulinita. Com base nos aspectos, acima citados, as motivações para desenvolvimento desta pesquisa estão sendo impulsionadas por dois fatores: o primeiro fator é a necessidade de desenvolvimento de novas pesquisas sobre reciclagem, tanto em nível industrial como também em instituições de pesquisas no Brasil, que objetivem soluções alternativas para os problemas dos resíduos gerados pelas indústrias de mineração em relação ao meio ambiente. O segundo fator é a realização de estudos sistemáticos que envolvam de forma detalhada a incorporação de resíduos de caulim como matérias primas alternativas em substituição as convencionais para uso cerâmicas refratarias de baixo custo. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Maria Isabel Brasileiro - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Integrante / Romualdo Rodrigues Menezes - Integrante / Hélio Lucena Lira - Integrante / Gelmires de Araújo Neves - Coordenador.
Projetos de desenvolvimento
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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2012 - 2013
Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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Bolsa de Cooperação Técnica (BCT), Descrição: A nanotecnologia compreende um novo paradigma na ciência, em que as dimensões e as propriedades dos materiais são tratadas na escala nanométrica. O prefixo nano vem do grego anão e é utilizado para designar uma parte em um bilhão, ou seja, um nanômetro (1 nm ou 10−9 m) e corresponde a um bilionésimo de um metro. O grande interesse por materiais nanoestruturados vem das mudanças significativas nas propriedades dos produtos obtidos, as quais estão associadas a características, tais como: mudanças nas propriedades elétricas, térmicas, grande estabilidade microestrutural em relação ao crescimento de grão, aumento da resistência mecânica em materiais frágeis, e superplasticidade. Os materiais cerâmicos nanométricos passaram a ser pesquisados, com mais intensidade, a partir da década de 90, com destaque para os materiais cerâmicos mulíticos, devido as suas excelentes propriedades mecânicas a elevadas temperaturas, boa estabilidade química, baixo coeficiente de expansão térmica, baixa condutividade térmica, entre outras propriedades importantes. A mulita é uma fase cerâmica cristalina termodinamicamente estável do sistema SiO2.Al2O3. Devido as excelentes propriedades e o grande número de aplicações e escassez, deste mineral, muitos pesquisadores procuram sintetizá-la, principalmente, através das misturas dos óxidos Al2O3 e SiO2 ou a partir de minerais que apresentam esses óxidos em sua composição, entre estes minerais pode-se destacar a bentonita. A bentonita é um material que apresenta dimensões de partículas nanométricas, o que pode colocá-la como um precursor em potencial para a produção de nanopós de mulita. As argilas bentoníticas são agregadas em pacotes laminares como um baralho de cartas podendo ser delaminadas. Cujo processo consiste em separar completamente as lamelas. Cada partícula lamelar da bentonita pode ser vista como uma estrutura de 100 a 200 nm de comprimento por 1nm de largura, sendo considerada, por isso, um material nanoparticulado. A literatura mostra que estas argilas quando submetidas à hidratação, congelamento, desaglomeração são delaminadas, obtendo pós finos e que, o uso de fontes precursoras de alta reatividade e processos que propiciem mulitização em temperaturas cada vez mais baixas, reduzindo, assim, o custo de produção e facilitando sua aplicação. A utilização de tecnologia de micro-ondas como uma fonte não-convencional de energia vem atraindo interesses como uma alternativa para os processamentos térmicos convencionais. Diferentemente do que ocorre quando o aquecimento é realizado por convecção, em que a energia é transferida lentamente do recipiente da reação para a amostra, nas reações feitas em fornos de micro-ondas os reagentes absorvem diretamente a energia gerada pelo aparelho, provocando um aquecimento volumétrico do material. Dentro deste contexto, a utilização de precursores naturais, ricos em sílica e alumina e apresentando dimensões nanométricas, associado à tecnologia de queima rápida em micro-ondas surge como uma das alternativas que pode ser aplicada de maneira eficiente na obtenção da mulita nanométrica, a custos relativamente baixos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Wherllyson Patricio Gonçalves - Integrante / Lisiane Navarro de Lima Santana - Coordenador / Valmir José da Silva - Integrante / Josileido Gomes - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - Bolsa.
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Histórico profissional
Experiência profissional
2014 - 2018
Universidade Federal de Campina GrandeVínculo: Bolsista (Doutorado), Enquadramento Funcional: Livre, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Bolsista CAPES.
2012 - 2014
Universidade Federal de Campina GrandeVínculo: Bolsista (Mestrado), Enquadramento Funcional: Livre, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Bolsista CAPES.
2009 - 2011
Universidade Federal de Campina GrandeVínculo: Outro (Bolsista Graduação), Enquadramento Funcional: Livre, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
2008 - 2009
Federação das Indústrias do Estado da ParaíbaVínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
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