Morgani Guzzo
Doutora em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (2019) e pesquisadora em nível de Pós-doutorado do Observatório Sul-Sudeste do INCT Caleidoscópio - Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências, vinculada ao Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH/UFSC). Bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior Sênior do CNPq (Processo: 200326/2025-2). Realizou sua graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (2010) e mestrado em Letras pela Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro-PR) (2014). Integra o Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC), o Instituto de Estudos de Gênero (IEH/UFSC), o Grupo de Pesquisa Cultura e Relações Sociais (UFSC) e a Red Nacional de Investigación en los Estudios Socioculturales de las Emociones (RENISCE - México). Atuou como jornalista e articuladora política no Portal Catarinas, veículo de jornalismo com perspectiva de gênero, onde publicou reportagens aprofundadas especialmente sobre Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. É ativista da Frente Catarinense de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto e de outros coletivos feministas. Desenvolve estudos nas áreas de estudos de gênero, feminismos, epistemologias feministas e decoloniais, afetos e emoções, movimentos sociais, comunicação, jornalismo e enfrentamento às violências nas universidades.
Informações coletadas do Lattes em 18/01/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
2015 - 2019
Universidade Federal de Santa Catarina
Título: Corpos e campos plurais: os feminismos das Marchas das Vadias no Brasil
, Ano de obtenção: 2019. Cristina Scheibe Wolff. Coorientador: Andrea Vieira Zanella. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Feminismo; gênero; Marcha das Vadias; movimento feminista; transfeminismo.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Urbana. Setores de atividade: Educação.
Mestrado em Letras
2013 - 2015
Universidade Estadual do Centro-Oeste
Título: De lagarta a borboleta: construção e (re) construção das identidades femininas a partir do Movimento de Mulheres da Primavera, de Guarapuava/PR
, Ano de Obtenção: 2015.Níncia Ceclília Ribas Borges Teixeira.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Estudos Culturais; Identidade social; Memória; gênero; movimento de mulheres.Grande área: Lingüística, Letras e Artes
Graduação em Comunicação Social - Jornalismo
2007 - 2010
Universidade Estadual do Centro-Oeste
Título: A(s) Guerra(s) dos Meninos: uma adaptação, vários sentidos
Orientador: Rodolfo Rorato Londero
Pós-doutorado
2021
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas
Formação complementar
2014 -
Extensão universitária em Curso de Línguas - Francês. (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
2012 -
Relações de gênero: intersecções multiculturais. , Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em Oficina de Teatro. (Carga horária: 40h). , Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em Treinamento do Portal de Periódicos da CAPES. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
2013 - 2013
Proficiência em Língua Espanhola. , Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, Brasil.
2011 - 2011
Assessoria de Imprensa e relacionamento c/ mídiia. (Carga horária: 20h). , Instituto Superior de Comunicação, ISCOM, Brasil.
2010 - 2010
Extensão universitária em Projeto Rondon. (Carga horária: 160h). , Ministério da Defesa, MD, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Estágio Prep. p/ Jornalistas em Área de Conflito. (Carga horária: 49h). , Ministério da Defesa - Exército Brasileiro - 26º GAC, 26 GAC, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Ciências Humanas.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Estudos de Gênero.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Jornalismo e Editoração/Especialidade: Teoria e Ética do Jornalismo.
Organização de eventos
GUZZO, M. ; PEDRO, J. M. ; LOPES, Maria Margaret ; BESSA, K. M. ; SOUSA, L. G. P. . II Seminário do Observatório Sul Sudeste do INCT Caleidoscópio. 2025. (Outro).
GUZZO, M. . Lançamento do Fórum de Aborto Legal de Santa Catarina. 2024. (Outro).
GUZZO, MORGANI . 2º Webinário Catarinense "Gravidez Infantil: proteção e cuidado em saúde". 2022. (Outro).
GUZZO, MORGANI . 7º Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismos. 2019. (Congresso).
WOLFF, C. S. ; PEDRO, J. M. ; SILVA, J. G. ; ZANDONA, J. ; GUZZO, MORGANI ; PEREIRA, S. M. . IV Jornadas do LEGH: Mulheres de Luta. 2019. (Congresso).
GUZZO, M. . III Jornadas do LEGH: Feminismos e Democracia. 2018. (Congresso).
GUZZO, M. . Intercongresso Fazendo Gênero ? 6ª Edição do Seminário Gênero e Feminismo. 2018. (Congresso).
WOLFF, C. S. ; GUZZO, M. ; VEIGA, A. M. ; GROSSI, M. P. ; FAVERI, M. . 13º Congresso Mundos de Mulheres (Women's Worlds Congress) e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11. 2017. (Congresso).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. ; GROSSI, M. P. ; FAVERI, M. . 13º Congresso Mundos de Mulheres (Women's Worlds Congress) e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11. 2017. (Congresso).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. ; VEIGA, A. M. ; FONSECA, I. ; GASPARETTO, V. . 13º Congresso Mundos de Mulheres e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11. 2017. (Congresso).
GUZZO, M. ; MARANHÃO Fº., Eduardo Meinberg de Albuquerque . II Simpósio Internacional da ABHR / XV Simpósio Nacional da ABHR / II Simpósio Sul da ABHR -. 2016. (Congresso).
GUZZO, M. ; PEDRO, J. M. . II Simpósio Internacional sobre Interdisciplinaridade no Ensino, na Pesquisa e na Extensão - Região Sul. 2015. (Congresso).
GUZZO, M. . III Encontro Sul Letras. 2014. (Congresso).
GUZZO, M. . IV Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte. 2007. (Congresso).
Participação em eventos
1º Café com Religião. Troca de Saberes. 2025. (Encontro).
II Seminário do Observatório Caleidoscópio.Ações contra as violências no ensino superior: mapeamento das políticas, mecanismos e da informação online nas IES do Sul e do Sudeste. 2025. (Seminário).
Fazendo Gênero 13 Contra o fim do mundo: anticolonialismo, antifascismo, justiça climática.Do aborto livre à Justiça Reprodutiva: a experiência da Frente Catarinense de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto. 2024. (Seminário).
Fazendo Gênero 13 Contra o fim do mundo: anticolonialismo, antifascismo, justiça climática.Sob o véu da criminalização: o que (não) dizem os dados sobre aborto no Brasil. 2024. (Seminário).
I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio - VIII Práticas Socioculturais e Discurso.Políticas e mecanismos de enfrentamento às violências em universidades públicas do Sul e do Sudeste. 2024. (Seminário).
I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio - VIII Práticas Socioculturais e Discurso.Desafios e ações para a equidade de gênero na ciência: indicadores, articulações e o enfrentamento às violências. 2024. (Seminário).
Seminário Internacional Fazendo Gênero 13 Contra o fim do mundo: anticolonialismo, antifascismo, justiça climáticatica."MR 44: Feminismos pós-fascistas e políticas anti-gênero: enfrentamentos contra o fim do mundo. 2024. (Seminário).
Seminário Programa Indira e Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero.Atendimento das mulheres em situação de violência sob uma perspectiva interseccional. 2024. (Seminário).
XIII CONINTER ? Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociais e Humanidades. Enfrentamento ao assédio e outras violências nas Universidades do Sul do Brasil: um panorama inicial. 2024. (Congresso).
XVII Encontro Nacional de História Oral: Trajetórias, movimentos e e perspectivas. Narrativas sobre o processo de reconhecer-se feminista: politização, engajamento e militância. 2024. (Congresso).
V Jornadas do LEGH ? Ensino e Pesquisa da História das Mulheres e do Gênero. As disputas eviolências em torno douso da linguagemneutra na pauta dodireito ao aborto no ambiente virtual. 2023. (Congresso).
7º Curso de Curta Duração Gênero e Feminismos. 2019. (Outra).
IV Jornadas do LEGH: Mulheres de Luta. Simpósio Temático Gênero e LBGTQIA+. 2019. (Congresso).
IV Jornadas do LEGH: Mulheres de Luta. Mesa Redonda: Feminismos. 2019. (Congresso).
IV Jornadas do LEGH: Mulheres de Luta. Comissão Científica. 2019. (Congresso).
XXVI Coloquio Internacional de Estudios de Género. La marea verde. de.. 2019. (Congresso).
3ª Jornadas de Investigación: Cuerpo, Arte y Comunicación. O corpo como meio e mensagem nas Marchas das Vadias no Brasil. 2018. (Congresso).
III Jornadas do LEGH: Feminismos e Democracia.Diálogos entre afeto, estética e política nas Marchas das Vadias. 2018. (Seminário).
IV Simposio Internacional Pensar los Afectos.Afetos, política e mobilização na Marcha das Vadias (2011-2017). 2018. (Simpósio).
LASA's XXXVI International Congress. Afeto e política no feminismo contemporâneo: a potência de ser "vadia". 2018. (Congresso).
Seminário Heterodoxias radicales del dadá. 2018. (Seminário).
Teorias Decoloniais e Sexualidades - um giro epistemológico a partir de teorias lésbicas, de cor e latino-americanas. 2018. (Seminário).
13º Mundos de Mulheres e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11. Marcha das Vadias no Brasil e o feminismo decolonial: algumas aproximações. 2017. (Congresso).
13º Mundos de Mulheres e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11.Minicurso: Rumo a um olhar feminista decolonial para pesquisas em gênero, raça, sexualidade e suas interseccionalidades. 2017. (Oficina).
III Seminário Internacional História do Tempo Presente.Por que ser ?vadia? em 2017? Diálogos com organizadoras de Marchas das Vadias no Brasil. 2017. (Simpósio).
II Colóquio Nacional de Estudos de Gênero e História. Um olhar decolonial sobre a Marcha das Vadias. 2016. (Congresso).
II Simpósio Internacional / XV Simpósio Nacional / II Simpósio Sul da ABHR.Direitos sexuais e reprodutivos: o embate de posições no contexto legislativo brasileiro. 2016. (Simpósio).
"Teoria Queer" com Marie Hélène/Sam Bourcier e Alessia/Leo Acquintapace. 2015. (Seminário).
4º Coninter: Congresso Interdisciplinar em Sociais e Humanidades: Fronteira e integração - Estudos Interdisciplinares na América Latina. A crítica aos ideais de igualdade e liberdade nos movimentos feministas contemporâneos: uma análise da construção plural da Marcha das Vadias de Florianópolis/SC em 2015. 2015. (Congresso).
Colóquio Interdisciplinar Gênero e Violências.De movimento social às políticas de enfrentamento à violência: um estudo de caso do Movimento de Mulheres da Primavera, de Guarapuava/PR. 2015. (Simpósio).
Curso Memória, Gênero e teoria queer. 2015. (Outra).
I Jornadas do LEGH. Feminismos contemporâneos: identidade, diferença e interseccionalidade na construção das ações coletivas feministas em Florianópolis/SC. 2015. (Congresso).
XVIII Simpósio Nacional de História.Práticas políticas e pertencimento: a (re)construção identitária de mulheres a partir do enfrentamento à violência. 2015. (Simpósio).
1º Congresso de Diversidade Sexual e de Gênero. Do privado ao público: o empoderamento feminino e a conquista dos espaços políticos - um estudo de caso. 2014. (Congresso).
3º Colóquio Mulher e Sociedade: as representações de gênero na contemporaneidade,.Saiu no jornal: os espaços da Campanha ?16 Dias de Ativismo? e o Movimento de Mulheres da Primavera em Guarapuava/PR. 2014. (Outra).
III CIELLI ? Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários. O mito sobre a Coluna Prestes: relações de poder entre a história tradicional e o relato jornalístico. 2014. (Congresso).
III Encontro Sul Letras.O movimento de mulheres da primavera e a (re)construção identitária de sujeitos políticos em Guarapuava/PR. 2014. (Encontro).
Palestra "Comunicação e Democracia", com Drª. Rousiley Celi Moreira Maia (UFMG). 2014. (Encontro).
Palestra para alunos do curso de Ciências Sociais Licenciatura.A Representação da mulher na mídia: identidades e discursos na contemporaneidade. 2014. (Outra).
V CONCISA - Congresso de Ciências Sociais Aplicadas.Pesquisa: o que você precisa saber?. 2014. (Oficina).
VI ENPECOM - Encontro de Pesquisa em Comunicação.Comunicação, visibilidade e luta política: o enfrentamento à violência de gênero em Guarapuava/PR. 2014. (Encontro).
VII Simpósio Nacional de História Cultural: Escritas, Circulação, Leituras e Recepção.Luta e conquista de espaço e representatividade: uma análise da atuação do Movimento de Mulheres da primavera, de Guarapuava/PR. 2014. (Simpósio).
Seminário Internacional Cultura, Arte e Comunidades.Mídia, cultura e identidade: estratégias do Centro de Comunicação e Cultura Popular Olho da Rua. 2013. (Seminário).
V Simpósio de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica da Unicentro. 2013. (Simpósio).
XVI Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação.Mídia, Poder e interação no debate eleitoral. 2013. (Seminário).
Conferência: A pergunta como espaço de (in)determinaçãop. 2012. (Outra).
I SIDAN - Seminário de Dissertações em Andamento. 2012. (Seminário).
1º Encontro PR/SC de História da Mídia.Jornalismo e História: método e narrativa de um livro-reportagem. 2010. (Encontro).
I FCírculo - a ficção científica em debate. 2010. (Outra).
XI Congresso de Comunicação da Região Sul - INTERCOM SUL.Oficina - Jornalismo Cultural e produção artística: dos meios tradicionais às TICs. 2010. (Simpósio).
XVIII Semana de História - Fontes Históricas: abordagens e métodos. 2010. (Seminário).
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. A denúncia social no livro reportagem ?Guerra dos Meninos?: uma análise semiótica a partir do nível narrativo. 2010. (Congresso).
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.Oficina: Produção em TV. 2010. (Oficina).
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.Oficina: Jornalista "militante". 2010. (Oficina).
3º Encontro de Ciência e Tecnologia do Paraná. 2009. (Encontro).
Feira do Livro Sesc-PR: "Literatura e Jornalismo" - Mesa Redonda: Jornalismo Literário. 2009. (Outra).
I Semana de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão - SIEPE.O Genocídio em Ruanda: Intersecções entre Jornalismo, História e Cinema. 2009. (Seminário).
I Semana de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão - SIEPE.Projeto a Hora do Conto: Práticas Humanizadoras do Literário. 2009. (Seminário).
IV SELL-UNI ? Simpósio de Estudos Lingüísticos e Literários da Unicentro.Luz, Câmera e Literatura ? Harry Potter e a Pedra Filosofal. 2009. (Simpósio).
X Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação na Região Sul ? INTERCOM - SUL. O Livro-reportagem como testemunho: imagens de Ruanda. 2009. (Congresso).
XVIII Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC.Genocídio em Ruanda: Intersecções entre Jornalismo, História e Cinema. 2009. (Encontro).
XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM. Histórias de Ruanda e o retrato do genocídio: intersecções entre Jornalismo e Cinema. 2009. (Congresso).
XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - INTERCOM.Oficina: Jornalismo em Revista. 2009. (Oficina).
Fórum das Humanidades (For-Hum) 2008: Humanidades: Diálogos e Saberes. 2008. (Outra).
II CONALI ? Congresso Nacional de Linguagens em Interação. Lya Luft: rompendo paradigmas, a mulher nas crônicas publicadas na revista Veja. 2008. (Congresso).
II Encontro de Iniciação Científica do PROIC/UNICENTRO.Jornalismo Investigativo e Literatura: O Livro-Reportagem atuando na denúncia social. 2008. (Encontro).
III Jornada Paranaense dos Grupos PET. 2008. (Outra).
II Jornada de Comunicação e Pesquisa.Signos em Ação: Jornalismo e Semiótica. 2008. (Outra).
IV Congresso Internacional de Filosofia: O Discurso da Filosofia. Adaptação Cinematográfica: a Literatura e o Cinema na Era da Reprodutibilidade Técnica. 2008. (Congresso).
IV Congresso Sulbrasileiro de Ciências do Esporte. 2008. (Congresso).
IX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação na Região Sul ? INTERCOM - SUL. Livro Reportagem: A fuga do superficial como categoria do Jornalismo Literário. 2008. (Congresso).
Marketing Político: as eleições municipais de 2008 ? INTERCOM - SUL. 2008. (Oficina).
Projeto Construindo Saberes.Oficina de Criação Poética. 2008. (Oficina).
Projeto de Extensão - Fabuloso Mundo da Literatura: ?Ler é um espetáculo?. 2008. (Outra).
Secoagro - Seminários Itinerantes: Comunicação e Agronegócios. 2008. (Seminário).
XIX Seminário de Pesquisa.Quebrando Paradigmas: A Imagem da mulher representada nas crônicas de Lya Luft na Revista Veja. 2008. (Seminário).
I Jornada Integrada de Comunicação e Pesquisa.Radialistas ou Políticos: A estreita relação da política no rádio. 2007. (Seminário).
I Jornada Integrada de Comunicação e Pesquisa.Radialistas ou Políticos: a estreita relação da política no rádio. 2007. (Seminário).
I Mostra de Cinema Unicentro/Estácio. 2007. (Encontro).
Mostra de cinema Francês. 2007. (Encontro).
Palestra: Os Mistérios da Criação Literária -. 2007. (Outra).
X Conferência Brasileira de Folkcomunicação. 2007. (Outra).
Curso de criação e produção de vídeos para jovens.Criação e Produção de um curta-metragem "No ritmo da vida". 2006. (Outra).
Participação em bancas
WOLFF, C. S.GUZZO, M.; CONCEIÇÃO, W.. Silenciadas, mas não silenciosas: O legado de Lélia Gonzalez (1970-1990). 2024. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, MORGANI; CRESCENCIO, C. L.;SILVA, J. G.. Resistência e visibilidade lésbica na redemocratização: uma análise interseccional do boletim ChanacomChana (1981-1987),. 2022. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.SILVA, J. G.; ZARBATO, J. A.;GUZZO, M.. Cidadania e Gênero no Ensino de História: Uma abordagem em Redes Sociais. 2021. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.SILVA, J. G.; ZARBATO, J. A.;GUZZO, MORGANI. Cidadanis e gênero no ensino de História: uma abordagem em redes sociais. 2021. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ensino de História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.. O cinema interseccional de Adélia Sampaio. 2021. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
NUNES, Diego; CALANDRIA, Sol;GUZZO, MORGANI; SILVEIRA, M. M.; KALB, Christiane. Perspectivas sobre o aborto legal em caso de gravidez decorrente de estupro na História do Direito Penal Brasileiro (1940-1998): interpretações jurídicas e estratégias de resistência feminina. 2024. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação em Direito- Mestrado e Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina.
ZUCCO, Luciana Patrícia; BUTTURI JUNIOR, Atilio;GUZZO, MORGANI; CAMOZZATO, N. M.; BELELI, Iara Aparecida. Uma análise bastarda das materialidades tecnobiodiscursivas de Carolina Sanín e Djamila Ribeiro. 2024. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
VAZ, Alexandre Fernandez;GUZZO, M.; MACÊDO, Silvana Barbosa; LIMA, Fátima Costa de. Corpos dissidentes em coletivos de arte: aparição, criação e políticas de vida. 2024. Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FRANZONI, T. M.; BUTTURI JUNIOR, Atilio;GUZZO, M.. A interseccionalidade do estigma: mulheres atravessadas pela sorofobia e gordofobia. 2025. Exame de qualificação (Doutorando em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
SOBRAL, S. S.;GUZZO, MORGANI; MOREIRA, M. R. A.; CARLOTO, C. M.; ZUCCO, L.. Divisão Social Reprodutiva: ?O que sobra é gente e gente se reproduz?. 2025. Exame de qualificação (Doutorando em Serviço Social) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.WOLFF, C. S.; FIGUEIREDO, Débora; ALVAREZ, S. E.. Antígona em marcha: uma relação entre política, movimentos sociais, direitos e emoções. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
VERNAL, Javier Ignacio; GOMES, Verônica de Jesus;GUZZO, M.; BORGES, M. L. A. A produção da subjetividade homoclerical nos Seminários católicos: sexualidade e religião na história de vida de ex-seminaristas gays. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.GUZZO, M.; CRESCENCIO, C. L.; MOREIRA, R.; SCHMITT, Elaine. #EleNão: O que foi o movimento e quem eram as mulheres manifestantes contrárias ao presidenciável Jair Bolsonaro nas eleições em 2018. 2025. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
LAPA, T. S.; DIAS, R. P.;GUZZO, M.. Trabalho e Orientação Sexual: o caso de profissionais da enfermagem em Florianópolis. 2025. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia Política) - Universidade Federal de Santa Catarina.
ALMEIDA, H. B.; BRAGA, A. G. M.;GUZZO, M.. Assédio sexual e a proibição de relacionamentos afetivo-sexuais entre docentes e discentes: a percepção de estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina. 2025. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.. Mulheridades na Ciência: contribuições na política de Ciência, Tecnologia e Inovação brasileira. 2025. Exame de qualificação (Mestrando em Administração) - Universidade Federal de Viçosa.
WOLFF, C. S.GUZZO, MORGANI; SCHMITT, S.; CONCEIÇÃO, W.. Silenciadas, mas não silenciosas: o legado de Lélia Gonzalez. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, MORGANI; SILVA, S. M.; DELGADO, J. A.. Movimento de mulheres e luta por políticas públicas sob a perspectiva interseccional. Análise do movimento de lactantes pela vacina na Pandemia do COVID19. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminism) - Universidade Federal da Bahia.
WOLFF, C. S.VEIGA, A. M.GUZZO, M.. Percorrendo o continuum lésbico: produção de vídeos e memória lésbica na história de vida de Rita Moreira. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.FONSECA, I.. A Escola em tempo integral: a jornada integrada na comunidade do Monte Serrat em Florianópolis. 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Educação e Realidade Brasileira) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.SILVA, J. G.GUZZO, M.PROCOPIO, A. S.. O silenciamento da discussão sobre gênero e sexualidade nas escolas: a inconstitucionalidade da omissão. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Gênero e Diversidade na Escola) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.SILVA, J. G.GUZZO, M.. A representação das mulheres nos livros didáticos de História do Ensino Fundamental durante a Ditadura Militar. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Gênero e Diversidade na Escola) - Universidade Federal de Santa Catarina.
WOLFF, C. S.SILVA, J. G.GUZZO, M.. Desenvolvimento de planos de aula com temas sensíveis: mulheres e violações de direitos humanos no Brasil e em Timor-Leste. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Gênero e Diversidade na Escola) - Universidade Federal de Santa Catarina.
VIDAL, C. F.;GUZZO, MORGANI; BARASUOL, F. B.. A ofensiva da agenda antiaborto transnacional: a atuação de Heartbeat International e Human Life Internacional no Brasil. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.; CELESTINO, Gabriela Santetti; SANTOS, L. F. A.. Padrão de beleza nas revistas para o público feminino: uma análise de classe nas revistas femininas dos anos 2000. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
POSSAS, Lídia Maria Vianna;GUZZO, M.; GODINHO, Maria Inês. Violência de gênero na universidade: políticas de enfrentamento à mecânica institucional. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
WOLFF, C. S.; MELLO, S. C.;GUZZO, M.. Mulheres (e) intelectuais em Versus (1975-77). 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.; MICK, J.; OLIVEIRA, A. P.. Recorte sobre coletivos feministas: como se organiza e se dá o processo de aprendizagem em um coletivo feminista da UFSC. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal de Santa Catarina.
GUZZO, M.. Avaliação de Pôsteres - 13º Congresso Mundos de Mulheres e Seminário Internacional Fazendo Gênero 11. 2017. Universidade Federal de Santa Catarina.
Orientou
Política, gênero e o ridículo: a construção do humor em torno de mulheres atuantes na política no programa Pânico durante as eleições de 2018; Início: 2025; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Coorientador);
#EleNão: O que foi o movimento e quem eram as mulheres manifestantes contrárias ao presidenciável Jair Bolsonaro nas eleições em 2018; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);
Itinerários abortivos:narrativas sobre o aborto no interior do RS e SC; Início: 2023; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);
Análise dos significados que circulam entre professoras e professoras sobre os avanços e conquistas dos movimentos feministas e como estes são tratados em sala de aula, sabendo do potencial transformador da escola; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Gênero e Diversidade na Escola) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Morgani Guzzo;
Padrão de beleza, um imperativo às diferentes mulheres do Brasil: uma análise de classe, raça e gênero nas revistas femininas dos anos 2000; 2024; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Morgani Guzzo;
Ações contra as violências no ensino superior: mapeamento das políticas, mecanismos e da informação online nas IES do Sul e do Sudeste; 2025; Iniciação Científica; (Graduando em Jornalismo) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Morgani Guzzo;
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GUZZO, M. . Adaptação Cinematográfica: a Literatura e o Cinema na Era da Reprodutibilidade Técnica. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GUZZO, M. . Signos em Ação: Jornalismo e Semiótica. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Outras produções
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PEDRO, J. M. ; CHAVES, E. S. ; GOMES, A. C. ; GUZZO, MORGANI . Cartilha Violência Política de Gênero: guia de conhecimento e boas práticas. 2025.
GUZZO, M. . Parecerista Ad hoc para a Descentrada - Revista de feminismos y género. 2024.
GUZZO, M. . Parecerista ad hoc para Descentrada - Revista de feminismos y género. 2024.
WOLFF, C. S. ; SCHMITT, Elaine ; GUZZO, MORGANI . Cartilha educativa sobre violência digital de gênero e medidas de segurança que podem ser tomadas em relação a segurança digital, privacidade e direitos na internet. 2024.
GUZZO, MORGANI ; SCHMITT, Elaine . Série de podcasts 'Internet como campo de disputas pela Igualdade de Gênero'. 2024.
GUZZO, MORGANI . Cartilha Boas Práticas de Cobertura Feminista sobre Aborto no Brasil. 2022.
GUZZO, M. . Parecerista Ad hoc para a Revista Estudos Históricos. 2020.
GUZZO, MORGANI . Parecerista Ad hoc para a Revista Opinión Jurídica (ISSN 1692- 2530). 2020.
GUZZO, MORGANI . Parecerista Ad hoc para a Revista Diferencia(s). Revista de Teoría Social Contemporánea. 2020.
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GUZZO, M. . Parecerista de trabalhos para o I Aquenda - Seminário Nacional de Comunicação. 2018.
GUZZO, M. . Podcast: Experiências da aplicação do Protocolo de Gênero na Universidad de Buenos Aires. 2025.
GUZZO, M. . Dignidade e autonomia sobre os corpos. 2024. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUZZO, M. . Programa Bom para Todos. 2024. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUZZO, M. ; ANJOS, S. ; MUJICA, A. ; CAIXETA, M. ; GONCALVES, I. ; MENDES, M. . Live 8M SC: Jornada Schirlei Azevedo - ABORTO SEGURO. 2021. (Programa de rádio ou TV/Outra).
GUZZO, MORGANI . 'É preciso mudar a cultura': doutora em estudos de gênero diz que construção social favorece ciclos de violência. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
WOLFF, CRISTINA SCHEIBE ; PEDRO, J. M. ; SILVA, J. G. ; MELLO, S. C. ; GUZZO, M. . Gênero, autoritarismo e pandemia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUZZO, MORGANI ; WOLFF, C. S. ; PEDRO, J. M. . Conversa com as autoras #1: Gênero, feminismos e ditaduras no Cone Sul. 2020.
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. ; PEDRO, J. M. ; VEIGA, A. M. . Conversa com as autoras #2 - Resistências, Gênero e Feminismos contra as ditaduras no Cone Sul. 2020.
WOLFF, C. S. ; MELLO, S. C. ; ZANDONA, J. ; GUZZO, M. . Conversa com as autoras #3 - Mulheres de Luta: feminismo e esquerdas no Brasil (1964-1985). 2020.
GUZZO, M. ; TONET, D. L. . Conversa com as autoras #4 : Morrer para não sofrer: Questões de gênero e suicídio em Castro/PR. 2020.
GUZZO, M. ; TAKAZAKI, S. ; NUNES, G. ; TAVARES, J. . Conversa com as autoras #5 - Não monogamia LGBT+: pensamento e arte livres. 2020.
GUZZO, M. ; SILVA, J. G. ; CRESCENCIO, C. L. ; BRISTOT, L. S. . Conversa com as autoras #6: Histórias de Gênero. 2020.
GUZZO, M. ; MOREIRA, R. . Conversa com as Autoras #7: Sobre mulheres e polícias: Polícia Feminina no Brasil. 2020.
GUZZO, M. ; VERAS, E. F. ; MARTINS, A. C. A. . Conversa com as autoras #8: Corpos em aliança: diálogos interdisciplinares. 2020.
GUZZO, M. ; SILVA, T. O. G. . Conversa com as Autoras #9: Mulheres negras nos movimentos de esquerda durante a ditadura no Brasil. 2020.
GUZZO, M. ; GOMES, A. C. . Conversa com as autoras #10: Relações de gênero e política: experiências de maternidade. 2020.
GUZZO, M. ; FONSECA, I. . Live: O feminismo decolonial de Maria Lugones. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).
GUZZO, M. ; VILELA, M. E. . Live: O aborto legal no Brasil. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
GUZZO, M. ; BORGES, J. M. ; DAVILA, P. Z. . Live do Cedim/SC - Agosto Lilás: Lei Maria da Penha e Delegacia Virtual da Mulher. 2020. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUZZO, M. ; FERNANDES, C. ; SANTOS, J. R. ; GONCALVES, G. ; ROSA, C. P. ; CARDIERI, L. . Live - CEDIM - Outubro Rosa - Prevenção e Superação do Câncer de Mama. 2020. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUZZO, M. ; GOMES, C. ; RONDON, G. ; BRIGO, A. . Aborto e movimento feminista no Brasil #2 Gênero & Desigualdades + Saúde - Debates. 2020. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUZZO, M. . A violência contra as mulheres na imprensa: perspectivas e desafios. 2014. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
GUZZO, M. . Pesquisadora do INCT Caleidoscópio realiza projeto de internacionalização na Universidad de Buenos Aires. 2025; Tema: Pesquisa sobre enfrentamento às violências na Universidad de Buenos Aires. (Site).
GUZZO, MORGANI . AbortonoBrasil.info. 2023; Tema: Plataforma de dados sobre aborto no Brasil. (Site).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. . LEGH. 2021; Tema: Divulgação Científica. (Rede social).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. . LEGH. 2021; Tema: Divulgação Científica. (Rede social).
GUZZO, M. ; FONSECA, I. . Artes de Pesca: saberes e fazeres dos pescadores tradicionais da Costeira do Pirajubaé. 2021; Tema: pesca artesanal. (Blog).
GUZZO, M. ; FONSECA, I. . Artes de Pesca: saberes e fazeres dos pescadores tradicionais da Costeira do Pirajubaé. 2021; Tema: pesca artesanal. (Rede social).
GUZZO, M. ; GUIMARAES, P. . Portal Catarinas. 2020; Tema: Jornalismo. (Site).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. . LEGH. 2020; Tema: Divulgação científica. (Rede social).
GUZZO, M. ; WOLFF, C. S. . LEGH. 2020; Tema: Divulgação científica. (Rede social).
GUZZO, M. ; GUIMARAES, P. . Portal Catarinas. 2019; Tema: Jornalismo. (Site).
GUZZO, MORGANI . Literashow. 2011; Tema: Um amor Anarquista ? Miguel Sanches Neto. (Blog).
GUZZO, M. ; SOUZA, J. F. ; BELAN, D. ; Fuzimoto, D. . A Voz das Ruas. 2010; Tema: Projeto experimental jornalístico sobre os problemas dos bairros de Guarapuava. (Blog).
GUZZO, M. . Episódio 4 - Experiências da aplicação do Protocolo de Gênero na Universidad de Buenos Aires. 2025. (Podcast).
GUZZO, MORGANI . Ilha Invisível. 2023. (Podcast).
GUZZO, M. . Projeto Internet como Campo de Disputas pela Igualdade de Gênero. 2023. (Podcast).
ZANDONA, J. ; GUZZO, M. ; PEREIRA, S. M. . IV Jornadas do LEGH: Caderno de Resumos. 2019. (Editoração/Anais).
GUZZO, M. ; FONSECA, I. . Rumo a um olhar feminista decolonial para pesquisas em gênero, raça, sexualidade e suas interseccionalidades. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
WOLFF, C. S. ; GUZZO, M. ; SALDANHA, R. A. ; BRISTOT, L. S. ; MENEZES, V. ; OLIVEIRA, H. C. . Você já ouviu falar sobre a igualdade de gênero?. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha).
GUZZO, M. . Treinamento Portal de Periódicos da CAPES. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUZZO, M. . Pesquisa: o que você precisa saber?. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
GUZZO, M. . Disciplina de Redação - Cursinho pré-vestibular Unicentro. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
GUZZO, M. . IV Espetáculo de Dança: A Bela e a Fera. 2014. Coreográfica.
GUZZO, M. . Apresentação da peça: Com Texto. 2014. Teatral.
Projetos de pesquisa
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2025 - 2025
Mecanismos de enfrentamento ao assédio e outras violências nas universidades: processos de implementação, avanços e desafios na Argentina e no Brasil, Descrição: A violência de gênero tem sido um tema de grande destaque nas últimas décadas, especialmente a partir das Conferências da ONU dos anos 1990. Concomitante à criação de políticas de enfrentamento às violências de gênero em vários países, a entrada de mulheres nas universidades e em diversas carreiras científicas tem demonstrado que a desigualdade de gênero é reflexo de um ambiente ainda hostil à diversidade - tanto de corpos quanto de epistemologias. A reprodução das hierarquias, que se manifestam por meio de assédios, trotes violentos e silenciamento da comunidade diante das denúncias, tem se demonstrado um obstáculo para que a universidade e a Ciência sejam vanguardistas em alcançar a Meta 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas: a igualdade de gênero, acabando "com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda partes". Em vista disso, este projeto tem como objetivo conhecer os processos de implementação de políticas e mecanismos de enfrentamento às violências de gênero ? especialmente o assédio ? nas universidades do Brasil e daArgentina, numa perspectiva comparativa e interseccional. Com base em entrevistas e na observação da atuação de alguns dos equipamentos implementados na Universidade de Buenos Aires e na Universidade Federal de Santa Catarina, a pesquisa demonstrará os principais atores, as pressões, os avanços e os desafios envolvidos nos processos de implementação e execução dessas políticas, assim como a análise das percepções sobre as transformações provocadas ou ainda necessárias no ambiente científico nos respectivos países. Este projeto vincula-se ao INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências e ao PPGICH/UFSC e será realizado em conjunto com o Grupo de Estudios sobre Feminismos en AméricaLatina (GEFAL) do Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe (IEALC) da UBA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Morgani Guzzo - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra.
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2024 - Atual
Mapeamento, troca de experiências e divulgação científica: estratégias de circulação das boas práticas, formação e articulação em rede para o enfrentamento às violências de gênero e suas interseccionalidades nas universidades, Descrição: A ainda evidente desigualdade de gênero em diversas áreas da ciência, que reflete no afunilamento da presença das mulheres nos cargos mais altos da hierarquia científica e nos salários mais baixos quando estão no mercado de trabalho - mesmo com formação equivalente e ocupando cargos similares -, demonstra uma lacuna persistente nas políticas sociais ligadas ao combate às violências e à ampliação do acesso à educação superior de mulheres cis e trans, especialmente negras, quilombolas, indígenas e pertencentes de camadas mais empobrecidas da sociedade. Nas universidades, as violências de gênero, sobretudo, quando interseccionadas a raça, classe e geopolítica do conhecimento acadêmico, seguemsubnotificadas, o que se agrava quando observamos os obstáculos que se interpõem às mulheres nas ciências no que concerne à continuidade da carreira e ascensão a cargos estratégicos (SILVA; COSTA, 2014), à obtenção de bolsas de pesquisa (LETA, 2003) e à inserção em áreas consideradas masculinas (LIMA, 2013). A pandemia de COVID-19 ampliou as desigualdades de gênero no que diz respeito à presença das mulheres nas ciências (AQUINO, 2021). Assim, as violências são um dos aspectos preponderantes na história das mulheres na ciência e, especificamente, em suas trajetórias comoestudantes e docentes no ambiente universitário. Considerando este cenário, este Projeto de Pesquisa tem como objetivo mapear estratégias, equipamentos e campanhas de combate às múltiplas violências de gênero no espaço acadêmico em IES das regiões Sul e Sudeste do Brasil, visando analisar, entre essas iniciativas, se os resultados alcançados têm permitido a criação de um ambiente mais propício e saudável para o desenvolvimento pleno das carreiras acadêmicas das mulheres e pessoas LGBTQIAP+ e se há percepção de mudanças culturais na comunidade acadêmica no que se refere à incidência dessas violências. Além disso, pretende-se, como resultado da pesquisa, construir um plano de divulgação científica baseado no mapeamento e nas análises realizadas, visando estimular a criação de novas iniciativas em universidades que ainda não implementaram nenhuma política de enfrentamento às violências. Este projeto está vinculado ao INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências e é desenvolvido junto ao Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e do Laboratório de Estudos em Gênero e História (LEGH) da Universidade Federal de Santa Catarina, a nível de pós-doutorado, e é supervisionado pela professora Dra. Joana Maria Pedro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Joana Maria Pedro - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
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2024 - Atual
Violencia política de género, antifeminismo y misoginia en internet. Expresiones locales de un fenómeno global (Argentina y Brasil), Descrição: Pese a la amplificación de las propuestas y perspectivas críticas que impulsan la ampliación dederechos sexuales, reproductivos y de representación política desde los feminismos,movimientos de mujeres y diversidades sexo-genéricas, las expresiones misóginas, antigéneroy antifeministas constituyen parte del sentido común de las interacciones en las redes y mediosdigitales en Internet. La diseminación mediática de esos discursos por parte de sectoresneoconservadores y de ultraderecha limita los márgenes de participación y activismo social ypolítico en defensa de los derechos y de su ampliación, a la vez que naturaliza formas deviolencia de género en sus dimensiones simbólica, económica y política.En este marco, desde una perspectiva comparativa entre Brasil y Argentina, proponemoscomprender las formas en que se producen y reproducen discursos misóginos y antifeministasy otras formas de violencia política de género en la interacción en el ciberespacio, así comoaportar una elaboración interdisciplinaria y abarcativa sobre el fenómeno en el contexto deexpansión global y cristalización regional de corrientes de opinión pública de ultraderecha,posiciones políticas neoconservadoras y gobiernos neoliberales que despliegan políticasantigénero, entre otras formas de negación de desigualdades y violencias sociales,económicas, políticas y medioambientales.Indagaremos el modo en que, en el marco de interacciones en redes sociales y mediosdigitales, así como su circulación en contextos electorales y de debate político por demandasde ampliación de derechos, se construyen narrativas misóginas, sexistas y/o antifeministasque discriminan, denigran o promueven formas de violencia física o simbólica contra dirigentespolíticxs, lideresas sociales y activistas por los derechos de mujeres y diversidades sexogenéricas.Nos enfocaremos en las interacciones y narrativas producidas en diversas redes ymedios digitales (Instagram, X/Twitter, Facebook, Youtube, medios digitales deorganizaciones) dirigidas contra personas y agrupaciones de activistas que se identifican conlos movimientos de mujeres, feministas y LGTBQI+, o que integran organizaciones orientadasa la defensa y la difusión de sus derechos y políticas en el ámbito público.Además del análisis empírico de las condiciones y formas de circulación de estos discursostanto en Brasil como Argentina, nos proponemos producir materiales de referencia y difusiónsobre la problemática de su expansión y cristalización, y recomendaciones orientadas apolíticas públicas de protección y afianzamiento de derechos de grupos vulnerados. El abordajecomparativo puede enriquecer las argumentaciones, debates y propuestas formativas yeducativas, integrar usos afirmativos y comprensivos de las redes y medios digitalesreplicables, tanto para la elaboración de políticas públicas como para la actuación de losmovimientos y organizaciones sociales que luchan contra la violencia hacia mujeres y personasLGTBQI+.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Cristina Scheibe Wolff - Integrante / Alejandra Oberti - Integrante / Claudia Bacci - Integrante / Mariela Peller - Coordenador / Luiza Raquel Waulczinski - Integrante., Financiador(es): Consejo Latino-Americano de Ciencias Sociales - Argentina - Auxílio financeiro.
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2023 - Atual
Impasses para a presença de mulheres em espaços de poder: assédio nas universidades e violência política de gênero (estudo comparado entre América Latina e França), Descrição: Esta proposta de pesquisa consiste em problematizar as questões de gênero no tempo presente, especialmente investigando como a violência política de gênero e o assédio institucional, especialmente nas universidades, dificultam o acesso de mulheres aos espaços de poder e de ciência. Pretende-se construir um estudo estabelecendo comparações entre a França e a América Latina, priorizando a realidade dos países do Cone Sul (Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e especialmente o Brasil) e o México. As recentes pesquisas desenvolvidas pelas integrantes desta proposta, mostram que de maneira geral, as mulheres, nos diferentes países da América Latina que ousaram ser protagonistas e adentrar o campo da política, sofrem ou sofreram violência política de gênero. Ao mesmo tempo, percebemos também que os casos de denúncia de assédio institucional, especialmente nas universidades, têm aumentado. Assim, no âmbito dos estudos de gênero, nosso objetivo é perceber como na França, estas temáticas foram tratadas na legislação, bem como, na historiografia, estabelecendo comparações com os países da América Latina. Se no Brasil e alguns países da América Latina as discussões sobre a presença das mulheres em espaços de poder se dá pela chamada ? lei de cotas de gênero?, na França o debate remonta às últimas décadas do século XX trazendo para o cenário político, social e, porque não dizer, historiográfico, a questão da paridade (THÉBAUD, 2000). O debate sobre a paridade na França nos interessa pois, este foi o primeiro país da União Europeia a introduzir uma lei de paridade, em 2000, e é um dos países onde se verificou o maior aumento de mulheres no Parlamento, no período entre 2003 e 2021. A possibilidade de fazer um estudo comparado e, ao mesmo tempo, atento aos feminismos em um mundo que se globaliza pode ser uma contribuição para compreender a circulação entre as teorias feministas e estudos franceses e as pesquisas sobre gênero e feminismos na América Latina.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Janine Gomes da Silva - Coordenador / Joana Maria Pedro - Integrante / Elaine Schmitt - Integrante / Mateus Gustavo Coelho - Integrante / Lídia Maria Vianna Possas - Integrante / Luciana Rodrigues Gransotto - Integrante / Flor de María Gamboa Solís - Integrante / Alejandra Oberti - Integrante / Claudia Bacci - Integrante / Claudia Nichnig - Integrante / Jaqueline Zarbato - Integrante / Veronika Leyes Decker - Integrante / Tamy Amorim - Integrante / Maria Beatriz Nader - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra.
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2022 - Atual
MANDONAS: memórias, políticas e feminismos no Cone Sul (1980-2020), Descrição: A História das Mulheres é recente, data da segunda metade do século XX. Embora seja um sucesso editorial na disciplina História, é rara a presença de mulheres protagonistas. Mulheres que assumem liderança, são costumeiramente chamadas de Mandonas. Este termo pretende desqualificá-las, questionando a sua feminilidade. Quem são estas mulheres que chamamos de Mandonas? São lideranças? A pesquisa pretende narrar a trajetória de mulheres que se tornaram lideranças em diferentes campos no Cone Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai): na política, na religião, na educação, na arte, nos movimentos sociais, nas universidades, no campo (no sertão) e nas cidades, na arte, no feminismo e no anti-feminismo. Perceber sua atuação nas eleições, nas igrejas, nos diversos tipos de feminismos e de anti-feminismos, nas redes sociais e no ensino de História. Acompanhá-las nos espaços considerados de direita, de centro e de esquerda. Construir verbetes com seus nomes, divulgar suas trajetórias, trazer novas personagens para a História e, também, novas fontes para a História das Mulheres, através da implementação do acervo do LEGH (Laboratório de Estudos de Gênero e História) da UFSC. As fontes serão buscadas na internet, em bibliotecas, livrarias de livros antigos e usados, acervos e arquivos públicos e privados; além da realização e transcrição de entrevistas utilizando a metodologia da história oral. Memórias, políticas e feminismos são categorias centrais deste projeto, desdobrando-se nas seguintes categorias de análise: mulheres, interseccionalidades, religiosidades, artivismos, anti-feminismos, movimento de mulheres, emoções e netnografias... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (13) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Ana Maria Veiga - Integrante / Cristina Scheibe Wolff - Integrante / Janine Gomes da Silva - Integrante / Soraia Carolina de Mello - Integrante / Joana Maria Pedro - Coordenador / Cintia Lima Crescêncio - Integrante / Athaysi Colaço Gomes - Integrante / Elaine Schmitt - Integrante / Luiz Augusto Possamai Borges - Integrante / Eloisa Rosalen - Integrante / Lidia Mallet Gonçalves - Integrante / Roselane Neckel - Integrante / Núcia Alexandra Silva de Oliveira - Integrante / Rogério Luiz de Sousa - Integrante / Gleidiane de Sousa Ferreira - Integrante / Teresa Kleba Lisboa - Integrante / Bruna Busnello - Integrante / Ana Luiza Carmargo Colaço - Integrante / Alisson Cruz Soledade - Integrante / Cintia De Paula Borges Menezes - Integrante / Eduardo dos Santos Chaves - Integrante / Luana Balieiro Cosme - Integrante / Mateus Gustavo Coelho - Integrante / Renata Cavazzana da Silva - Integrante / Sarah Pinho da Silva - Integrante / Gabriel Gobbi Betti - Integrante / Gabriela Alves Costa Fernandes Ferreira - Integrante / Gabrieli Hernandes Pereira de Oliveira - Integrante / Joice Ribeiro da Silva - Integrante / Lucas Dantas Costa - Integrante / Luiza Machado dos Reis - Integrante / Maria Luiza Bela Carvalho da Silva - Integrante / Tais Adelaide Sousa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2022 - Atual
Histórias de mulheres eleitas: candidaturas e exercício de cargo político no Cone Sul (1982-2019), Descrição: O Brasil é, na América Latina em geral, e no Cone Sul em particular, um dos piores países em igualdade de gênero na política. Este projeto pretende fazer um estudo comparativo sobre a forma como mulheres, que foram eleitas para cargos políticos no Cone Sul, no executivo (presidentas e governadoras) e no legislativo (Congresso Nacional) a partir do final das ditaduras militares, conduziram suas campanhas e seus mandatos, enfrentaram a violência política de gênero, utilizaram os jogos de gênero em seu benefício, defenderam seus projetos. Serão utilizados dados das instituições governamentais, especialmente da justiça eleitoral e do legislativo, além de memórias das mulheres que ocuparam cargos de poder político, através da metodologia de História Oral e de livros, periódicos, revistas, sites, mídias sociais, etc.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Cristina Scheibe Wolff - Integrante / Janine Gomes da Silva - Integrante / Soraia Carolina de Mello - Integrante / Joana Maria Pedro - Coordenador / Athaysi Colaço Gomes - Integrante / Roselane Neckel - Integrante / Bruna Busnello - Integrante / Alisson Cruz Soledade - Integrante / Eduardo dos Santos Chaves - Integrante / Sarah Pinho da Silva - Integrante / Maria Adaiza Lima Gomes - Integrante / Rhanielly Pereira do Nascimento Pinto - Integrante / Isadora Durgante Konzen - Integrante / Ana Luiza Camargo Colaço - Integrante / Luana Borges Lemes - Integrante / Luanna Jales Duque de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2021 - Atual
A internet como campo de disputas pela igualdade de gênero, Descrição: Este projeto tem como objetivo central a compreensão da Web como um espaço público de construção e discussão de cidadania a partir dos feminismos contemporâneos no Brasil. A Web, através da internet, com seus recursos, tem se constituído tanto como uma tecnologia que permite a formação e manutenção de redes, a organização de movimentos sociais e manifestações, como também alterou significativamente a própria dinâmica dos movimentos sociais e dos feminismos. Ao mesmo tempo, os feminismos também trazem aportes para as dinâmicas da Web e da Internet, especialmente para discussões éticas e políticas que a envolvem. Esta pesquisa parte de uma perspectiva da História do Tempo Presente, para uma análise das dinâmicas entre feminismos e a internet, buscando também um debate interdisciplinar que dialoga especialmente com as ciências sociais e as ciências da computação, para a construção de uma metodologia de análise de dados coletados em vários espaços da Web, como as redes sociais, sites, blogs e demais canais. O problema que se coloca é quais são os discursos e como se colocam no campo da cidadania e dos direitos humanos, especialmente na perspectiva feminista, e que embates são possíveis de serem percebidos na dinâmica da Web. Busca-se, também, reconhecer os principais pontos de embate entre os discurso feministas e os discursos antifeministas, analisando quais são os temas e direitos em maior disputa na esfera pública. On-line. Para a coleta de dados, serão utilizadas tanto técnicas informatizadas, como também a netnografia e história oral. Serão escolhidas para isso algumas páginas web, e perfis públicos em redes sociais como o twitter, o facebook, o youtube e o instagram, que apresentem discursos feministas e/ou antifeministas, para proporcionar a análise. Como método de análise, serão trabalhadas perspectivas quantitativas e qualitativas, com auxílio de ferramentas da história oral, da análise de conteúdo e da análise de discurso. Este projeto também comporta a articulação da pesquisa científica com a produção jornalística e a divulgação científica, a partir da colaboração com o Portal Catarinas, um veículo de jornalismo independente de Santa Catarina. A partir de temáticas que incluem os debates dos feminismos recentes será construído um arquivo digital para a análise das dinâmicas entre feminismos e internet. A partir da análise e produção de artigos, livro, teses, seminários e outras produções acadêmicas, serão elaboradas cartilhas, videoaulas, podcasts e outros instrumentos didáticos voltados para professores, estudantes, ativistas e público em geral, agrupados em uma plataforma on-line.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Cristina Scheibe Wolff - Coordenador / Soraia Carolina de Mello - Integrante / Cintia Lima Crescêncio - Integrante / Alina dos Santos Nunes - Integrante / Eduardo dos Santos Chaves - Integrante / Elaine Schmitt - Integrante / Luisa Dornelles Briggmann - Integrante / Alejandra Oberti - Integrante / Cláudia de Jesus Maia - Integrante.
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2020 - 2021
Artes de pesca: saberes e fazeres dos pescadores tradicionais da Costeira do Pirajubaé, Descrição: O projeto vai mapear, no contemporâneo, as práticas tradicionais artesanais (saberes e fazeres) de uso dos recursos pesqueiros na Reserva Extrativista da Costeira do Pirajubaé (RESEX). Através da pesquisa de campo e da metodologia de pesquisa da história oral (baseada em entrevistas com os detentores dos saberes e fazeres, pescadores/as tradicionais da Costeira do Pirajubaé), iremos: 1) descrever, na atualidade, os saberes e fazeres que atravessam o cotidiano da pesca artesanal da comunidade da Costeira; 2) identificar se há transformações nos saberes e nos modos de fazer cotidiano da pesca artesanal com a mudança de gerações de pescadores/as; 3) compreender o significado cultural e artístico que os/as pescadores/as e a comunidade da Costeira atribuem à pesca artesanal. Interessa-nos, com isso, visibilizar, fortalecer, apoiar e valorizar os/as detentores/as do saber e da história da pesca artesanal na comunidade. A RESEX da Costeira do Pirajubaé é um território dentro de Florianópolis gerido de forma compartilhada pela população tradicional e pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), nesse sentido, a pesquisa será instrumento de atualização de conhecimentos para agentes do poder público que trabalham diretamente com a comunidade tradicional da Costeira, na formulação de políticas públicas que colaborem: 1) na manutenção e permanência desta população tradicional que vive das artes de pesca (saberes e fazeres geracionais que tratam do seu modo de vida); 2) preservação das tradições culturais que envolvem a comunidade e a pesca artesanal. Todo resultado da pesquisa será compartilhado, em formato de artigo acadêmico, com as/os pescadores/as entrevistados/as e os/as servidores/as do ICMBio. Além disso, para garantir a socialização e a democratização do conhecimento, iremos criar um perfil no Instagram com registros fotográficos do trabalho de campo e um blog para narrar, no formato diário de campo, as histórias coletadas durante as entrevistas com os/as pescadores/as e o trabalho de campo desenvolvido pelas pesquisadoras. Essas narrativas também virão acompanhadas de registros fotográficos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Morgani Guzzo - Integrante / Inara Fonseca - Coordenador., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Outra., Número de produções C, T & A: 3
Projetos de desenvolvimento
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2023 - Atual
Observatório Sul Sudeste do INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e Suas Múltiplas Insurgências, Descrição: Mulheres na ciência é um tema cada vez mais debatido, mas ainda pouco enfrentado na Academia brasileira. O INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências atuará em quatro frentes: 1) observatório de indicadores de violências e vulnerabilidades que atingem mulheres em geral e mulheres na ciência em especial - colaboração entre grupos de pesquisa nacionais e internacionais com alto impacto em internacionalização para os PPG associados; 2) tecnologias sociais e de comunicação e informação como subsídios para políticas públicas, especialmente aquelas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade por sua condição interseccional, com alto impacto em transferência para o setor público; 3) incubadoras sociais com quadros universitários e da sociedade civil, fortalecendo relações entre universidade e sociedade, com ênfase na colaboração entre níveis de formação do pós-doutorado ao ensino médio - com impacto esperado na redução da evasão e na fixação de jovens doutoras; 4) política de transferência de conhecimento e divulgação científica voltada para a sensibilização de futuras gerações para a importância de mulheres nas ciências e das ciências para a melhoria de vida de todas as mulheres. Um dos focos do INCT, que o torna o primeiro desta natureza no país, será o mapeamento (histórico e atual) em âmbito nacional de mulheres nas ciências (STEM, Humanas, Terra e Biológicas), e acompanhamento de suas inserções nos mercados de trabalho nos primeiros cinco anos após conclusão de suas formações (graduação/pós-graduação), numa perspectiva feminista interseccional. Levantaremos as iniciativas institucionais pioneiras em Direitos Humanos e justiça social nas IES com o objetivo de fomentar experiências exitosas nas universidades parceiras. As incubadoras sociais, acolherão projetos de recém doutoras, favorecendo o amadurecimento científico e a fixação destas profissionais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Morgani Guzzo - Coordenador / Joana Maria Pedro - Integrante / Karla Martins Bessa - Integrante / Viviane de Melo Resende - Integrante / Maria Margaret Lopes - Integrante / Dolores Galindo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Prêmios
2021
Prêmio Cláudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados, Escola de Dados (Open Knowledge Brasil) e Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
2010
"Momento Ecológico" - Vencedor da Categoria: Radiojornal - Expocom Sul 2010, Intercom Sul - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
2010
Radioatividade - Reportagens Especiais - Expocom Sul 2010, Intercom Sul - Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
2008
Prêmio Destaque IC/2008, Universidade Estadual do Centro Oeste.
Histórico profissional
Experiência profissional
2023 - Atual
Universidade de Brasília, UnBVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-doutorado
Outras informações:
INCT Caleidoscópio - Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências
2024 - 2024
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações:
Disciplina Introdução aos Estudos de Gênero e Sexualidades (ICH510145-41010037DO). Programação de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas.
2024 - 2024
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações:
Disciplina História Global e Estudos de Gênero I (HST510058-41010004DO/ME). Programa de Pós-graduação em História.
2024 - 2024
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio em docência
Outras informações:
Disciplina Linguagem e Texto Jornalístico V (JOR6520) - 2024/1
2024 - 2024
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio em docência
Outras informações:
Disciplina Teoria do Jornalismo (JOR6427) - 2024/2
2023 - 2023
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutoria, Carga horária: 16
Outras informações:
Tutora no Curso de Ciência, Gênero e Diversidades ofertado na modalidade não presencial para estudantes de Graduação da UFSC pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes PIAPE, da Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico - CAAP/PROGRAD, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPESQ) e o Instituto de Estudos de Gênero (IEG). O curso teve duração de seis (semanas) e contou com atividades síncronas e assíncronas realizadas através do AVA no Moodle Grupos. O Curso ocorreu entre 6 de maio e 17 de junho de 2023, com carga horária total de 12 (doze) horas.
2023 - 2023
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações:
Disciplina História Global e Estudos de Gênero I (HST510058). Programa de Pós-graduação em História.
2021 - 2021
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutoria, Carga horária: 16
Outras informações:
Tutora no Curso de Ciência, Gênero e Diversidades ofertado na modalidade não presencial para estudantes de Graduação da UFSC pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes PIAPE, da Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico - CAAP/PROGRAD, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPESQ) e o Instituto de Estudos de Gênero (IEG). O curso teve duração de seis (semanas) e contou com atividades síncronas e assíncronas realizadas através do AVA no Moodle Grupos. A tutora realizou dezesseis horas (16) horas de atividades semanais de ensino com carga horária total de 36 (trinta e seis) horas, entre os meses de março e maio de 2021.
2021 - 2021
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutoria, Carga horária: 16
Outras informações:
Tutora no Curso de Ciência, Gênero e Diversidades ofertado na modalidade não presencial para estudantes de Graduação da UFSC pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes ? PIAPE, da Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico - CAAP/PROGRAD, em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPESQ) e o Instituto de Estudos de Gênero (IEG). O curso teve duração de seis (semanas) e contou com atividades síncronas e assíncronas realizadas através do AVA no Moodle Grupos. A tutora realizou dezesseis horas (16) horas de atividades semanais de ensino com carga horária total de 30 (trinta) horas, entre os meses de novembro e dezembro de 2021.
2021 - 2021
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações:
Disciplina Debates contemporâneos em estudos feministas e de gênero (ICH510093). Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas.
2010 - 2013
Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do BrasilVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Jornalista, Carga horária: 44
2007 - 2008
Universidade Estadual do Centro-OesteVínculo: IC-Voluntária, Enquadramento Funcional: Prog. Institucional de Iniciação Científica, Carga horária: 20
Atividades
-
02/2010 - 12/2010
Estágios , Universidade Estadual do Centro Oeste.Estágio realizado, Departamento de História.
2008 - 2009
Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e TecnológicoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Prog. Inst. de Iniciação Científica, Carga horária: 20
2019 - 2023
Portal CatarinasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Jornalista e articuladora política, Carga horária: 20
Outras informações:
Jornalista freelancer no Portal Catarinas, atuando na cobertura de denúncias de violações de direitos humanos, eventos e pautas ligadas às questões de gênero e feminismos, especialmente com enfoque na garantia do direito ao aborto legal no Brasil. Articuladora política junto ao Programa Autonomia Sexual, que reúne 14 organizações de todo o país em prol dos direitos sexuais e reprodutivos, desenvolvendo inúmeras atividades, entre elas elaboração de cartilhas, organização de eventos, desenvolvimento de estratégias de ação e de incidência política, formação com jornalistas, webinários, entre outros.
2007 - 2008
Centro Universitário GuairacáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20
2021 - 2021
As Pensadoras: Escola, Comunidade e EditoraVínculo: Professora horista, Enquadramento Funcional: Professora contratado por hora/aula, Carga horária: 4
Outras informações:
Aula sobre Yuderkys Espinosa-Miñoso. Curso As Pensadoras Latino-americanas 2a Ed. - 04 de outubro a 16 de novembro de 2021.
2022 - 2023
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Especialista em Comunicação, Carga horária: 30
Outras informações:
Apoio aos núcleos regionais do Programa Gente Catarina do Governo de Santa Catarina no que diz respeito às necessidades de comunicação interna e externa, assessoria de imprensa, produção de conteúdos informativos, coordenação de ações entre os demais bolsistas de comunicação, dentre outras identificadas no decorrer do programa (desde que relacionadas à comunicação).
2025 - Atual
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: DES
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