Josinaide Santos Pinto

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade do Estado da Bahia(2016) e ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio Estadual Jorge Khury(2001). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fitossanidade.

Informações coletadas do Lattes em 03/04/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em andamento em Engenharia de Segurança do Trabalho

2014 - Atual

Faculdades Montenegro

Graduação em Engenharia Agronômica

2010 - 2016

Universidade do Estado da Bahia

Ensino Médio (2º grau)

1999 - 2001

Colégio Estadual Jorge Khury

Formação complementar

2014 - 2014

Agroecologia e Agricultura Orgânica. (Carga horária: 40h). , Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável, CAERDES, Brasil.

2014 - 2014

Piscicultor. (Carga horária: 160h). , Instituto Federal do Sertão Pernambucano- Campus Petrolina Zona Rural, IFE SERTÃO, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade/Especialidade: Microbiologia Agrícola.

Participação em eventos

Congresso Brasileiro de Fitopatologia. Triagem de acessos de tomateiro resistente á murcha bacteriana. 2014. (Congresso).

Congresso Brasileiro de Fitopatologia. Seleção de genótipos de Tomateiro resistentes á murcha de fusário, raça 1 e 2. 2014. (Congresso).

2 Workshop da Rede de Pesquisa de polinizadores do Melão. 2011. (Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2013 - 2014

    PROPRIEDADES INTRÍNSECAS DE RIZOBACTÉRIAS, SELEÇÃO DE VARIEDADES RESISTENTES E BIOCONTROLE DA MURCHA DE FUSÁRIO DO TOMATEIRO., Descrição: O experimento foi realizado em casa de vegetação e laboratório de Fitopatologia no Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais ? campus III, UNEB, na cidade de Juazeiro ? BA, noperíodo de01 a 31de agosto de 2014. Foram avaliados 22 genótipos de tomateiro, sendo duas cultivar (BHRS-2,3 e Santa Clara-SCL) e vinte acessosde tomates (11,29,34,36,39,40,41,46,50,51,53,60,66,70,72,74,75,1-A,C-1 e R) relatados como moderadamente resistente e resistente em experimentos anteriores quanto àreação à Ralstonia solanacearumraça 1, filotipo II, coletada em área de tomateiro do Projeto Maria Tereza,localizado em Petrolina-PE. As sementes foram adquiridas junto ao Banco Germoplasma do IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco).O teste de patogenicidade foi realizado empregando a cultivar Santa Clara, queé padrão de susceptibilidade á R. solanacearum (Tófoli & Kurozawa 1993), corroborando com o resultado obtido neste trabalho. A semeadura foi realizada em bandejas de polietileno expandido contendo substratoBasaplant, o transplantio e a inoculação foram efetuados após 20 dias do plantio. O cultivo do patógeno foirealizado em meio de cultura TZC modificado (0,1% de caseína hidrolisada, 0,1% de peptona, 0,5% deglucose e 0,05% de cloreto de trifenil tetrazólio v/v) (KELMAN, 1954), com intuito de obter colôniaspatogênicas,e após cultivada em meio NYDA (PUSEY & WILSON, 1984)a fim de adquirir o inóculo. Asuspensão bacteriana foi preparada com o acrescimento de ADE (água destilada esterilizada) nas placascontendo as colônias bacterianas com 48 horas de idade, incubadas a 28°C em câmara BOD. As colônias foram desprendidas do meio através de fricção com alça de platina, uma amostra foi ajustada emna proporção 3:1 (argila, areia), sendo esterilizado em autoclave em duas etapas, a uma pressão de 1 Kgf.cm2a120°C, ficando por sete dias em repouso, seguida da infestação do solo com a suspensão bacterianapreparada no mesmo dia. As plantas foram transplantadas em copos descartáveis de 200 mL, contendo o solocom três dias de infestado, sendo realizados cortes nas raízes (2 cm), com tesoura flambada, compondo umaplanta por copo. Quatro dias após o transplantio, o solo foi adubadocom 0,32g de N, P, K por cada 1000g desolo. A irrigação foi feita por capilaridade. A severidade da murcha bacteriana foi avaliada, utilizando-se aescala de notas de Nielsen &Haynes (1960), variando de 0-4, onde: 0 = planta sadia; 1 = planta com 1/3 dasfolhas murcha, 2= planta com 2/3das folhas murchas; 3 = planta totalmente murcha; 4 = planta morta.Com osdados da severidade obtidos, foi calculada a AACPD (Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença),segundo proposto por Shaner& Finney (1977), com a equação: (AV2+AV1) x (intervalo entre as avaliações1 e 2)/2 + (AV3+AV2) * (intervalo entre as avaliações 2 e 3)/2 + (AVx+AVx-1) * (intervalo entre asavaliações x-1 e x)/2 em que, AV corresponde à média das notas por repetição do tratamento e o intervaloentre as aplicações é dado em dias.As leituras da escala de notas foram transformadas em índice demurcha-bacteriana - IMB (Empig et al., 1962) pela seguinte fórmula: IMB = (CxP)/N, onde C = notaatribuída em cada classe de sintoma; P = número de plantas em cada classe de sintoma e N = número total deplantas inoculadas. De acordo com este índice, as progênies foram classificadas para reação ao patógenocomo resistente 0,0 - 1,0; moderadamente resistente 1,1 - 2,0; moderadamente suscetível 2,1 - 3,0 e suscetível 3,1 - 4,0 (MORGADO et al., 1992) modificado. Efetuou-se o teste do copo e isolamento de algumas plantas de cada acesso em meio TZC. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado com 22 genótipos, com a bactéria e 6 repetições. Os dados obtidos foram avaliados e submetidosao programa estatístico ESTATISTIC, onde as médias dos resultados foram comparadas pelo teste de. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Josinaide Santos Pinto - Coordenador / CRISTIANE DOMINGOS DA PAZ - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2013 - 2014

Universidade do Estado da Bahia

Vínculo: , Enquadramento Funcional: