Everton Rangel Amorim
Professor do quadro principal do Departamento de Ciências Sociais da PUC-Rio, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Stricto Sensu da PUC-Rio. Coordenador do GIRO (Grupo de Pesquisa sobre Relações Étnico-Raciais) da PUC-Rio e da UFRJ. Pós-doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ) com projeto sobre sobre jovens negros na indústria criativa. Doutor e mestre pelo mesmo programa. Graduado (2012) em Ciências Sociais pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ). Tem experiência na área de Antropologia Urbana, Estudos de Gênero, Raça, Classe e Sexualidade, Antropologia da Colonização; Antropologia Política, Antropologia do Estado, Antropologia das Emoções e Antropologia da Ética e da moralidade. No PPGAS/MN/UFRJ, é membro do NuSEX (Núcleo de Estudos em Corpos, Gêneros e Sexualidade) e do Núcelo de Antropologia da Cultura e Economia (NuCEC). No IFCS/UFRJ, é membro do Documenta (Laboratório de Antropologia do Estado, Regulação e Políticas Públicas). Foi professor substituto de antropologia social no Instituto de Humanidades e Letras da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (IHLM/UNILAB). Colabora com Empresas e ONGs prestando consultorias em diversidade, cultura e inovação.
Informações coletadas do Lattes em 05/01/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em ANTROPOLOGIA SOCIAL
2015 - 2020
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Depois do Estupro. Homens condenados e seus tecidos relacionais
, Ano de obtenção: 2020. Maria Elvira Diaz Benitez. Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.
Mestrado em Antropologia Social
2013 - 2015
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Brazilian Dancers: a travessia dos corpos em um circo norte-americano, Ano de Obtenção: 2015
Maria Elvira Diaz Benitez.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências Humanas
Graduação em Ciências Sociais
2009 - 2012
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Orientador: Yvonne Maggie
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Curso técnico/profissionalizante
2005 - 2007
Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro
Pós-doutorado
2021
Pós-Doutorado. , PPGAS/Museu Nacional/UFRJ, PPGAS/MUSEU NAC, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Urbana.
Formação complementar
2019 - 2019
Escenarios cotidianos de control y violencia policial en la Argentina.. (Carga horária: 40h). , Universidad Nacional de Córdoba - Argentina, UNC, Argentina.
2005 - 2007
Propaganda e Marketing. , Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, FAETEC, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Organização de eventos
RANGEL, EVERTON ; Pires, Barbara. ; DIAZ-BENITEZ, M. E. ; FREIRE, L. M. . Jornada do NuSex. 2015. (Congresso).
RANGEL, EVERTON ; Pires, Barbara. ; FREIRE, L. M. ; AYOUB, D. ; CASTELLITTI, C. ; ROSSIN, B. ; ROSA, M. . Seminário dos Alunos do PPGAS. 2015. (Congresso).
RANGEL, EVERTON ; Pires, Barbara. ; FREIRE, L. M. ; ROSSIN, B. ; ROSA, M. . Seminário Interno dos Alunos do PPGAS. 2014. (Concurso).
Participação em eventos
Fórum Discente do PPGSP/UENF.Debatedor. 2023. (Seminário).
RBA. Circuitos de criminalização: refletindo com gênero, sexualidade e raça. 2022. (Congresso).
FEGS / UFJF - Grupos sobre família e emoções.Estupro, emoções e interseccionalidade.. 2021. (Outra).
Faculdade de Saúde Pública da USP.Vivendo com homens condenados por crimes sexuais. 2020. (Encontro).
FGV/RJ: Webinar | Gênero(s) e sexualidade(s): trajetórias e etnografias.Raça, gênero e sexualidade: uma discussão sobre crimes sexuais.. 2020. (Simpósio).
RBA. Violências, sexualidade e formas de governo. 2020. (Congresso).
ANPOCS. Abrindo a caixa-preta do estupro. 2018. (Congresso).
Prisões, sexualidades, gênero e direitos: desafios e proposições das pesquisas contemporâneas".Defendendo o (in)defensável.. 2018. (Simpósio).
RBA - Reunião brasileira de Antropologia. O mal e os amores difíceis: tecidos relacionais habitados por homens condenados por estupro de vulnerável e mulheres a eles vinculadas. 2018. (Congresso).
ANPOCS. Brazilian Dancers: corpos exibíveis em um circo norte-americano.. 2015. (Congresso).
Reunião Equatorial de Antropologia. Circulando como filho: etnografando relações familiares através dos bastidores de uma empresa circense. 2015. (Congresso).
Seminário dos Alunos do PPGAS.Brazilian Dancers. 2014. (Seminário).
XI Graduação em Campo. Diferença e hierarquia entre os muros de uma escola: notas sobre a prática da zoação.. 2012. (Congresso).
XXXIV Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural..Escola e etnografia: notas sobre sociabilidade.. 2012. (Outra).
XV Congresso Brasileiro de Sociologia. Indivíduo e Grupo, Bairro e Cidade: a sociabilidade em uma escola carioca.. 2011. (Congresso).
XXXIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural..A construção simbólica de uma boa escola.. 2011. (Outra).
27º Reunião Brasileira de Antropologia. 2010. (Congresso).
IX Graduação em Campo - Seminários de Antropologia Urbana (NAU - USP)."Olha para ela, eles zoam ela": A construção da categoria chacota em uma turma de ensino médio.. 2010. (Seminário).
XIV Congresso Brasileiro de Sociologia. 2009. (Congresso).
Participação em bancas
RANGEL, EVERTON. Territorialidades Negras na cidade do Rio de Janeiro: analisando legados de resistências ancestrais que garantem tanto re-existências e permanências no 'agora' como também vias de construção de futuros plurais, em um caminhar do Centro à Gávea pelas rotas (de fuga) abertas na Floresta da Tijuca.. 2023. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
RANGEL, E.;Rangel, E.. Rodrigo França e o teatro negro: projeto, agência e educação antirracista. 2023. Dissertação (Mestrado em Departamento de Educação) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON. CORPO, PEFORMANCE E POLÍTICA E(M) MOVIMENTO - Uma etnografia de Campeonatos e Festivais de Pole Dance no Brasil. 2024. Tese (Doutorado em antropologia social) - PPGAS/Museu Nacional/UFRJ.
RANGEL, EVERTON. . QUEM AMA NÃO MATA?: EMOÇÕES, MOVIMENTO FEMINISTA E GÊNERO NAS CONTENDAS DA APLICAÇÃO DA LEI DO FEMINICÍDIO. 2023 - PPGAS/Museu Nacional/UFRJ.
RANGEL, EVERTON. Uma história de ?Desordem e Regresso?: uma genealogia em pretuguês da criminalização da homotransfobia no Brasil. 2024. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON. ?Coletivização de experiências de trabalho: (sobre)vivências de camelôs- ambulantes nos trens urbanos do Rio de Janeiro. 2024. Exame de qualificação (Doutorando em Departamento de Letras) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON. Saúde quilomba: um estudo sobre o quilombo Namastê de Ubá. 2023.
RANGEL, EVERTON. Entre a arte e o esporte: Uma análise etnográfica de campeonatos e festivais de pole dance. 2022 - PPGAS/Museu Nacional/UFRJ.
Rangel, E.; VIANNA, A.; LOWENKRON, L.. ?QUEM AMA NÃO MATA?: EMOÇÕES, MOVIMENTO FEMINISTA E GÊNERO NAS CONTENDAS DA APLICAÇÃO DA LEI DO FEMINICÍDIO. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em antropologia social) - PPGAS/Museu Nacional/UFRJ.
RANGEL, EVERTON. (TRANS)CENDENDO AS BARREIRAS: A LUTA DAS MULHRES TRANSGÊNERO E TRAVESTI POR DIREITOS E ACESSO IGUALITÁRIO À JUSTIÇA. 2024. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON. . ?Se tornando não monogâmico: habitando o desconforto?. 2024. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON. E não sou eu uma mulher?": condições de acesso a saúde sexual e reprodutiva de mulheres lésbicas e bissexuais privadas de liberdade no Estado do Rio de Janeiro -2010 a 2022- revisão bibliográfica. 2023.
RANGEL, EVERTON. Políticas Direcionadas à Mulheres em Situação de Violência Doméstica: experiências no CEAM dos municípios do Rio de Janeiro e Niterói. 2023.
RANGEL, EVERTON; GODOY, R.; PADOVANI, N.. "VENENO: O SOFRIMENTO NO SISTEMA PRISIONAL". 2022 - UNICAMP.
Rangel, E.; FARIAS, J.. Discursos sobre a sexualidade. As práticas discursivas sobre as sexualidades não-heterossexuais entre os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos.
Rangel, E.; FARIAS, J.. A produção de corpos femininos na relação com a alimentação e os seus reflexos subjetivos. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Rangel, E.; FARIAS, J.. Refúgio LGBTI como moeda política. A política brasileira frente à condição de refúgio por orientação sexual e identidade de gênero. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Rangel, E.; FARIAS, J.. Um Olhar sobre Migrantes e Refugiades LGBTTQIA+ no Rio de Janeiro e os Impactos da Pandemia do Covid-19. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Rangel, E.; FARIAS, J.. O Sofrimento Social a partir da experiência de Migrantes e Refugiados LGBTI+ em Territórios Não-Fronteiriços. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Rangel, E.; FARIAS, J.. Colonialidade do desejo. A criminalização de relações homossexuais e seu impacto na vida de pessoas LGBTI+ na América Latina e Caribe. 2020. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gênero e Sexualidade) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
RANGEL, EVERTON; BONETTI, A.. O silêncio dos meninos: uma etnografia sobre abusos sexuais vividos por homens. 2022 - UFSC.
RANGEL, EVERTON. Banca de Seleção Doutorado PPGCIS / PUC-Rio. 2023.
RANGEL, EVERTON. Banca de Seleção Mestrado PPGCIS / PUC-Rio. 2022. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Orientou
Negros no mundo dos brancos? Como pessoas de cor habitam nas esferas de prestígio e poder; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Ativismo digital de mulheres negras: política, raça e mercado no Brasil; Início: 2025; Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Nostalgia das hierarquias: a branquitude organizada; Início: 2024; Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Saúde quilomba: um estudo sobre o quilombo Namastê de Ubá; Início: 2023; Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Entre becos e vielas: boxe e necropolitica em uma favela carioca; ; Início: 2023; Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Experiências de professoras negras na pós graduação (stricto sensu): trabalho, conhecimento e marcos emancipatórios; Início: 2023; Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Retificação de nome entre pessoas trans - uma proposta de etnografia; ; Início: 2020; Tese (Doutorado em antropologia social) - PPGAS/Museu Nacional/UFRJ; (Coorientador);
Casual não quer dizer impessoal:a busca por intimidade e sexo no grindr; Início: 2024; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Krueger; Faça vouê mesmo: construções corporais "não/reguladas" por meio de hormônios; Início: 2024; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Raça e capitalismo: uma etnografia sobre influenciadores negros na indústria criativa de mercado brasileira; Início: 2025; Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Raça e capitalismo: uma etnografia sobre influenciadores negros na indústria criativa de mercado brasileira; Início: 2025; Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Políticas Direcionadas à Mulheres em Situação de Violência Doméstica: experiências no CEAM dos municípios do Rio de Janeiro e Niterói; 2024; Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ; Orientador: Everton Rangel Amorim;
A Rainha do Lower Ninth Ward ? vidas negras no vestígio; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em História e Cultura Afrodescendente) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: Everton Rangel Amorim;
Machosfera no Youtube Brasil: A Construção de uma Identidade Masculina e a Influência da Mediação Algorítmica; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Econômicas) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: Everton Rangel Amorim;
xRaça e capitalismo: uma etnografia sobre influenciadores negros na indústria criativa de mercado brasileira; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: Everton Rangel Amorim;
: A VALORIZAÇÃO DA CULTURA NEGRA NO RJ E O SEU PROTAGONISMO ATRAVÉS DO RAP: CRESCIMENTO CULTURAL, DESCENTRAMENTO DO CONHECIMENTO E AS REPRESENTAÇÕES DE HOMENS NEGROS NAS MÚSICAS/CLIPES; ; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: Everton Rangel Amorim;
Raça e Capitalismo: etnografia de uma agência de comunicação; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Everton Rangel Amorim;
Cidadania, movimentos sociais e esfera pública: o movimento negro; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Everton Rangel Amorim;
Produções bibliográficas
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RANGEL, EVERTON . O que o amor pode suportar?. RUNA, archivo para las ciencias del hombre , v. 45, p. 115-174, 2024.
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RANGEL, EVERTON . No Vestígio: negridade e existência. MANA (RIO DE JANEIRO. ONLINE) , v. 30, p. 1-7, 2024.
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DÍAZ-BENÍTEZ, MARÍA ELVIRA ; RANGEL, EVERTON . Evocações da escravidão. Sobre sujeição e fuga em experiências negras. Horizontes Antropológicos (online) , v. 28, p. 39-69, 2022.
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DÍAZ-BENÍTEZ, MARÍA ELVIRA ; GADELHA, KACIANO ; RANGEL, EVERTON . Nojo, humilhação e desprezo: uma antropologia das emoções hostis e da hierarquia socialDisgust, Humiliation, and contempt: An anthropology of hostile emotions and social hierarchy. ANUÁRIO ANTROPOLÓGICO , v. 46, p. 10-29, 2021.
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RANGEL, EVERTON ; DÍAZ-BENÍTEZ, MARÍA ELVIRA . BARREIRAS INCOMENSURÁVEIS? UM COMENTÁRIO. Debates do NER (UFRGS) , v. 2, p. 79-90, 2020.
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FERNANDES, C. ; Rangel, E. ; DIAZ-BENITEZ, M. E. ; ZAMPIROLI, O. . As porosidades do consentimento. Pensando afetos e relações de intimidade. SEXUALIDAD, SALUD Y SOCIEDAD (RIO DE JANEIRO) , v. 35, p. 165-193, 2020.
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RANGEL, EVERTON . Conciliação fraturada - quando o -estuprador- está dentro de casa. MANA (RIO DE JANEIRO. ONLINE) , v. 26, p. 1-29, 2020.
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RANGEL, EVERTON . O mal e os amores difíceis: tecidos relacionais habitados por homens condenados por estupro de vulnerável e mulheres a eles vinculadas. REVISTA ANTHROPOLÓGICAS , v. 30, p. 5-37, 2019.
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RANGEL, EVERTON . Brazilian dancers: corpos exibíveis em um circo norte-americano. CADERNOS PAGU , v. 1, p. 1-35, 2018.
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RANGEL, EVERTON . Circulando como filho: etnografando relações familiares através dos bastidores de uma empresa circense. R@U : REVISTA DE ANTROPOLOGIA SOCIAL DOS ALUNOS DO PPGAS-UFSCAR , v. 8, p. 147-163, 2016.
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RANGEL, EVERTON . LOWENKRON, Laura. 2015. O monstro contemporâneo: a construção social da pedofilia em múltiplos planos. Rio de Janeiro: EdUERJ. 459pp.. MANA (UFRJ. IMPRESSO) , v. 21, p. 462-465, 2015.
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RABELO, ALINE CHAVES ; RANGEL, EVERTON . Fronteiras de tensão: política e violência nas periferias de São Paulo. MANA (UFRJ. IMPRESSO) , v. 19, p. 594-597, 2013.
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Rangel, E. ; FERNANDES, C. (Org.) ; LIMA, F. (Org.) . (Des)Prazer da Norma. 1. ed. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2018. v. 1. 412p .
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RANGEL, EVERTON . Política da humilhação: uma etnografia sobre presídios e criminosos sexuais. Direitos humanos em perspectiva antirracista. 1ed.: , 2024, v. , p. 214-252.
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Rangel, E. . Defendendo o (in)defensável. In: UZIEL, A. P. (Org.) ; BALDANZI, Ana Camila de Oliveira (Org.) ; PADOVANI, Natália Corazza (Org.) ; D'ANGELO, Luisa Bertrami (Org.) ; HERNANDÉZ, Jimena de Garay (Org.) ; ROCHA, Bárbara Silva da (Org.) ; LIMA, Vanessa Pereira de (Org.) ; SILVA, Martinho Br. (Org.). Prisões, Sexualidades, Gênero e Direitos. Desafios e proposições em pesquisas contemporâneas. 1ed.Rio de Janeiro: UERJ, 2020, v. , p. 450-.
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Rangel, E. . Amores Censurados: sobre gritos, olhares, tapas e fissuras. In: Rangel, Everton; Fernandes, Camila; Lima, Fátima. (Org.). (Des)Prazer da Norma. 1ed.Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2018, v. 1, p. 367-386.
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DIAZ-BENITEZ, M. E. ; Rangel, E. ; FERNANDES, C. . Governo, Desejo, Afeto.. In: Rangel, Everton; Fernandes, Camila; Lima, Fátima. (Org.). Governo, Desejo, Afeto. 1ed.: , 2018, v. , p. 11-41.
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RANGEL, EVERTON . Futuros radicalizados: pensando através e além do pessimismo negro. 2024. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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RANGEL, EVERTON . Emancipação negociada no mercado - uma etnografia sobre raça e capitalismo. 2024. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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RANGEL, EVERTON . Emancipação negociada em termos de mercado? Desenhando uma pesquisa etnográfica sobre raça e capitalismo. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . O que está em jogo quando raça é estratégia de negócio? Desenhando uma pesquisa a partir de uma agência criativa.. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . Fazendo vidas negras: antirracismo, criatividade e mercado. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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Rangel, E. . Circuitos de criminalização: refletindo com gênero, sexualidade e raça. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. ; DIAZ-BENITEZ, M. E. . Evocações da escravidão: sobre sujeição e fuga em experiências negras. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Rangel, E. . Estupro e família: deslocando conceitos, negociando laços. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Rangel, E. . Violências, sexualidade e formas de governo. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . Vivendo com um estuprador: sentimentos conflitantes, experiências ambivalentes. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . Milhares de mentiras: quanto duram e o que podem?. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Rangel, E. . Pesquisa antropológica e etnografia: lidando com a violência sexual. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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RANGEL, E. ; Rangel, E. . Estupro, estupradores e encarceramento. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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RANGEL, EVERTON . O mal e os amores difíceis: tecidos relacionais habitados por homens condenados por estupro de vulnerável e mulheres a eles vinculadas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . Defendendo o (in)defensável. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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RANGEL, EVERTON . Abrindo a caixa-preta do estupro: mentiras fazem famílias.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . Produzindo papéis, regulando relações. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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Rangel, E. . Abrindo a caixa-preta do estupro: uma primeira aproximação.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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RANGEL, EVERTON . Circulando como filho: etnografando relações familiares através dos bastidores de uma empresa circense. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RANGEL, EVERTON . Brazilian Dancers: corpos exibíveis em um circo norte-americano.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . Etnografia e escola: notas sobre sociabilidade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . A construção simbólica de uma boa escola. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . Indivíduo e grupo, bairro e cidade: a sociabilidade em uma escola carioca.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . 'Olha para ela, eles zoam ela': uma análise da produção de estigmas em uma escola. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Rangel, E. . Olha para ela, eles zoam ela: a construção da categoria zoação em uma turma de ensino médio. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DIAZ-BENITEZ, M. E. ; Rangel, E. ; FERNANDES, C. . (Des)Prazer da Norma. Rio de Janeiro, 2018. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
Outras produções
RANGEL, EVERTON . UNICEF e Promundo - Infâncias Antirracistas. 2024.
RANGEL, EVERTON . Guia Plural Natura - Casting. 2023.
RANGEL, EVERTON . Farm - Marca, Território e Consumidoras. 2023.
RANGEL, EVERTON . Netflix - Programa de Aceleração GenZ. 2023.
RANGEL, EVERTON . Guia Plural Natura - Antirracista. 2023.
RANGEL, EVERTON . Farm (Fase 2) - Pesquisa Time Interno + Território. 2023.
RANGEL, EVERTON . SENAI CETIQT 1 - Guia de Diversidade e Inclusão (PSAI). 2023.
RANGEL, EVERTON . SENAI CETIQT 2 - Guia de Diversidade e Inclusão (PSAI). 2023.
RANGEL, EVERTON . RIO + Diverso. 2023.
Rangel, E. . Guia Plural Coca-Cola Company - Diversidade e Inclusão. 2022.
RANGEL, EVERTON . UNICEF e Promundo - Práticas antirracistas na primeira infância. 2022.
RANGEL, EVERTON . Ismart - Revisão dos projetos de competências socioemocionais de mais de 4000 alunos de três Estados do Sudeste. 2021.
RANGEL, EVERTON . Horizontes Antropológicos. 2024.
RANGEL, EVERTON . Revista Etcétera.. 2024.
RANGEL, EVERTON . Sociologia & Antropologia. 2024.
RANGEL, EVERTON . Revista Antropolítica. 2024.
RANGEL, EVERTON . Revista Mana. 2022.
RANGEL, EVERTON . Physis: Revista de Saúde Coletiva. 2022.
RANGEL, EVERTON . ABA - Associação Brasileira de Antropologia. 2022.
Rangel, E. . Polémicas Feministas. 2021.
RANGEL, EVERTON . Sexualidade, Salud e Sociedad - Revista Latino Americana. 2021.
RANGEL, EVERTON . Revista Mana. 2021.
RANGEL, EVERTON . Revista Mana. 2020.
RANGEL, EVERTON . Religião e Sociedade. 2020.
RANGEL, EVERTON . Revista Dilemas. 2020.
RANGEL, EVERTON . Sexualidade, Salud e Sociedad - Revista Latino Americana. 2020.
RANGEL, EVERTON . Proa Revista de Antropologia e Arte. 2020.
RANGEL, EVERTON . Cadernos Pagu. 2018.
RANGEL, EVERTON . Podcast Imersiva (Laboratório de Estudos de Teoria e Mudança). 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
RANGEL, EVERTON . Instagram Revista Mana. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
RANGEL, EVERTON ; ARAUJO, D. P. . O legado de Lélia Gonzalez: pensamento social no Brasil em pretuguês. 2024. .
RANGEL, EVERTON ; ARAUJO, D. P. . O legado de Lélia Gonzalez: pensamento social no Brasil em pretuguês (2). 2024. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
RANGEL, EVERTON . Antropologia das emoções (maio). 2022. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
RANGEL, EVERTON . Antropologia das emoções (outubro). 2022. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
RANGEL, EVERTON . Rio + Diverso (PUC/Rj + Prefeitura do RJ). 2022. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Produção de conteúdo para treinamento em raça, racismo e antirracismo).
RANGEL, EVERTON . Violências Baseadas em Gênero na Assistência Social. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartilha - Produção: PROMUNDO; Financiamento: BANCO MUNDIAL; Destinatário: SEMPRE/SALVADOR).
Rangel, E. ; AQUILA, T. ; GALDINO, V. . Descolonizando o Cotidiano. 2020. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
Lideranças negras e/ou periféricas: ascensão social, ativismo e mercado criativo., Descrição: Como não resumir à dor as narrativas sobre pessoas negras em diferentes lugares do mundo? Essa pergunta, derivada de desconfortos éticos e políticos em torno de estudos acadêmicos, produções culturais e práticas estatais e empresariais centradas na reprodução contínua e diferencial do racismo, pode ter ofuscado os discursos sobre as formas de agência e resistência negras. Não é à toa que Beatriz Nascimento no documentário Ori, de 1989, argumenta: "Quando eu cheguei na universidade, uma coisa que me chocava era o eterno estudo sobre o escravo, como se nós só tivéssemos existido dentro da nação como mão de obra escrava, como mão de obra para a fazenda e para a mineração." Resultado dessa constatação, é a ideia de quilombo como um território de refúgio existencial, isto é, assim como diversos outros autores e ativistas, Beatriz buscou construir a subjetividade e as formas de vida de negros e negras também a partir de um ponto de vista positivo, centrado nas promessas de futuro, na prática política, na ancestralidade, etc. - o que não deve ser entendido como negação do racismo e seus efeitos subjetivos e estruturais, e sim como ampliação do espectro de observação e, por conseguinte, daquilo que é dizível sobre pessoas tão plurais. Em outras palavras, pode-se dizer que não só as vidas negras oscilam entre sujeição e resistência, agência e/ou fuga - conceitos que têm diferentes trajetórias e sentidos nas ciências sociais e humanas - (Díaz-Benítez; Rangel, 2022), como também importa, em termos políticos e epistemológicos, em que pólo do binário sujeição/agência recai a ênfase. Este projeto propõe a descrição e a análise do modo como essa oscilação é vivida, no âmbito cotidiano, por jovens negros que, num país onde 75,7 das mortes violentas são de pessoas negras (Atlas, 2020), podem estar experimentando em relação a suas famílias trajetórias de ascensão social, via educação e mercado de trabalho, uma vez que, nesse mesmo país, foram criadas na última década políticas de ação afirmativa que geraram impacto, ainda que desigual, em universidades e empresas. Qual o real efeito dessas políticas na vida cotidiana desses jovens e suas famílias? Foram essas políticas que lhes permitiram experimentar alguma ascensão e os distanciaram do que vem sendo descrito como "genocídio negro" e que afeta, principalmente, mas não exclusivamente, homens negros jovens que vivem em periferias e favelas? Em termos estatísticos, a ascensão é uma realidade? Quais são os cargos que esses jovens ocupam? Trainees, analistas, gerentes, lideranças ou diretores? Foram promovidos? Em que empresas? De qual porte? Uma vez contratados, quais narrativas sobre a população negra brasileira veiculam? Estão interessados no associativismo político em termos formais e informais, dentro e fora das companhias? Se tem mais recursos que os membros de suas famílias, como isso impacta a vivência em seus bairros de origem? Se ocupam cargos de liderança, quais profissionais contratam, quais políticas promovem? Como as suas trajetórias modulam a forma como pensam o racismo estrutural e os seus efeitos no âmbito público e privado? As perguntas anteriores possibilitam ainda que discursos públicos como "pretos no topo" ou "a favela venceu" sejam problematizados a partir da experiência concreta de jovens negros e/ou de periferias e favelas no mundo corporativo, sem que sejam desconsideradas as relações prévias entre movimentos sociais, políticas públicas e mercado que criaram as condições de possibilidade das experiências sob foco. Isso é importante porque, embora ambas as expressões sinalizem discursos políticos sobre ascensão social, é preciso entender não só se essa ascensão é um fato empiricamente comprovável e em que proporção, mas também quais contradições evoca, carrega e/ou promove.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Everton Rangel Amorim - Coordenador.
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2021 - Atual
Quando o estuprador está dentro de casa: dinâmicas afetivas e econômicas entrelaçadas à violência sexual contra mulheres e crianças, Descrição: Este projeto procura compreender as dinâmicas da intimidade em casas onde estupros contra mulheres e/ou crianças aconteceram e/ou homens condenados por crimes sexuais foram recebidos após deixarem as prisões. O fato de 75,9% das ocorrências de violência sexual registradas pelas polícias brasileiras entre 2017 e 2018 terem sido cometidas por conhecidos das vítimas (Fórum Brasileiro de Segurança Púbilca, 2019) reforça a importância do foco nas famílias e no espaço doméstico. Busca-se descrever a vida das famílias afetadas pela violência sexual observando a complexidade e as ambivalências das relações, dos sentimentos e das justificativas morais que fundamentam afirmações como: ?ele estuprou o filho?, ?ele não é somente um estuprador?, ?foi injustiçado?, ?destruiu a vida de todo mundo?. O projeto foca nas relações entre a moralidade da vida, que diz sobre os vínculos entre pessoas, e a materialidade da vida, que envolve a necessidade do sustento em famílias que na sua grande maioria têm poucos recursos e para as quais a condenação de pais, maridos, tios e avôs é também uma tragédia econômica. Pergunta-se como o crime sexual se inscreve na subjetividade e na intimidade das relações entre próximos, bem como quais são as formas individuais e coletivas de se virar para fazer dinheiro e organizar despesas quando sobre o condenado e os seus próximos recai, além da experiência prisional, o peso do estigma e da suspeição. Assim, espera-se observar os efeitos do encarceramento sobretudo de homens negros e pobres de um ângulo pouco estudado: como mulheres pobres e negras, majoritariamente, gerem não somente a violência sexual em suas casas, mas também a possibilidade de retorno de homens condenados por crimes sexuais aos lares onde estupros aconteceram? Este projeto visa suprir a enorme lacuna de estudos científicos sobre o tema em questão, bem como subsidiar a elaboração, aplicação e avaliação de políticas públicas orientadas à mitigação do sofrimento dessas famílias. Trata-se, nesse sentido, de um estudo de cunho etnográfico orientado ao diálogo com ciências aplicadas, como o direito, a saúde pública e a assistência social.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Everton Rangel Amorim - Coordenador.
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2019 - Atual
Humilhação e excesso. Caminhos de análise para uma antropologia da diferença e da desigualdade social em relação a raça, gênero e sexualidade, Descrição: Este projeto objetiva o estudo de situações sociais em que a humilhação, enquanto conjunto de práticas de rebaixamento exercidas por agentes específicos contra sujeitos também específicos (Margalit 1998; Miller 1993; Nussbaun, 2006; Lindner 2001), atua como dispositivo que nos permite fazer leituras sobre desigualdade ? por vezes, extrema - de raça, gênero e sexualidade. Especificamente, o projeto se propõe discutir os modos como gênero, raça e sexualidade são feitos tanto por meio da prática da humilhação, como através das emoções suscitadas pelo ato de humilhar e sentir-se humilhado. Defende-se, assim, que a humilhação é uma categoria pertinente para a discussão sobre as relações de gênero/sexualidade e as relações raciais. Acreditando que existe um lugar social em que gênero, sexualidade e raça são construídos e reconhecidos a partir de atos vexatórios, essa se torna uma categoria útil para a análise dos marcadores sociais da diferença e da desigualdade. Assim, pretende-se explorar a humilhação como um caminho de interpretação das gramáticas do racismo, da homofobia, da transfobia, bem como das situações em que são ativadas e atualizadas as hierarquias de gênero. A noção de excesso, operacionalizada como aquilo que extrapola os limites do ordinário, auxilia a análise sobre a humilhação como prática de rebaixamento. Refiro-me a experiências em que a humilhação torna-se violência ou crueldade contra corpos que não se ajustam às normas hegemônicas de gênero e sexualidade, contra cores inferiorizadas na hierarquia racial ou contra sujeitos que no quesito gênero são igualmente inferiorizados. A pesquisa está vinculada ao Núcleo de Estudos em Corpos, Gênero e Sexualidade do PPGAS/MN, que co-coordeno desde 2013. Visa contribuir na formação de jovens mestrandos e doutorandos, que eu oriento ? especificamente sobre estupro, feminicídio, castigo racial, abandono social ?, e no desenvolvimento da minha própria pesquisa sobre ataque com ácido a mulheres por parte de seus (ex)pares.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Everton Rangel Amorim - Coordenador / Maria Elvira Díaz-Benítez - Integrante.
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2017 - Atual
Gênero e sexualidade: sujeitos, afetos, interseccionalidade e existências, Descrição: Sob este titulo, reunimos diversas análises sobre subjetividades, formas de existência, formações identitárias, afetos, emoções direitos humanos, desigualdade social, performance e manifestações artísticas, experiências religiosas, discursos feministas e LGBT, abandono social, formação de redes, materialidades, entre outras temáticas, em torno das temáticas de gênero e sexualidade, categorias sempre em interseção com outros marcadores sociais da diferença como raça, classe e geração, visando examinar como essas características sociais se constroem mutuamente e articulam na conformação de diferenças, posições de sujeito e desigualdade ou privilégio social. Antropologia da Saúde, do Estado, das Emoções, dos Modos de Regulamentação Social, Urbana e das Relações Étnico-raciais atravessam os campos de interlocução da nossa pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Everton Rangel Amorim - Integrante / Maria Elvira Díaz-Benítez - Coordenador.
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2016 - 2017
Regulações, desejos e agências: um diagnóstico sobre a relação entre gênero/sexualidade, consentimento, violência e Estado, Descrição: O objetivo principal deste projeto é a análise de distintos modos em que o gênero e a sexualidade se interpenetram com expressões ou situações de violência. Interessa-nos interpretar as formas de violência e de abuso que são configuradas frente a contextos atravessados por consentimentos, vulnerabilidades, práticas estatais, desejos e marcadores sociais da diferença como raça e classe. Para elaborar uma pesquisa profunda propomos seguir quatro contextos etnográficos: 1) Práticas sexuais que fazem uso de enunciados sobre humilhação extrema e que tem lugar tanto em produções pornográficas produzidas no Brasil quanto entre praticantes desse fetiche para fora do universo pornô; 2) Etnografia sobre a situação social de mulheres jovens negras quilombolas em sua luta por inserção social e de trabalho em contexto urbano; 3) Estudo sobre a categoria ?violência sexual? e etnografia com e sobre homens condenados por estupro em presídios do Rio de Janeiro; 4) Etnografia sobre as produções e gerenciamentos da intersexualidade nos contextos dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, a fim de perceber as tramas de regulação de atletas intersexuais que vivenciam os chamados ?testes sexuais?. O diagnóstico será realizado pela proponente como pesquisadora principal e por uma equipe conformada por três estudantes de doutorado em Antropologia Social no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, do Museu Nacional, da UFRJ, cujas pesquisas eu oriento: Samara Freire, Everton Rangel e Barbara Pires.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Everton Rangel Amorim - Coordenador / Maria Elvira Díaz-Benítez - Integrante / Barbara Gomes Pires - Integrante.
Prêmios
2021
1º lugar no concurso para Professor Substituto de Antropologia Social da Unilab, IHLM - Instituto de Humanidades e Letras do Malês.
2017
FAPERJ Nota 10, FAPERJ.
2014
FAPERJ Nota 10, FAPERJ.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Ciencias Sociais. , Pontifícia Universidade Católica - PUC, Gávea, 22451900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 981950783
Experiência profissional
2023 - Atual
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor e Pesquisador, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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08/2023 - 12/2023
Ensino, Ciências Sociais, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Interseccionalidade e Etnografia
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03/2023 - 07/2023
Ensino, Ciências Sociais, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Estudos Culturais e Teoria Decolonial
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03/2023 - 07/2023
Ensino, Ciências Sociais, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Antropologia Cultural
2021 - 2021
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-BrasileiraVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituo, Carga horária: 40
Outras informações:
BHUM0006 - ANTROPOLOGIA E COLONIZAÇÃO - T01
(INSTITUTO DE HUMANIDADES E LETRAS/MALÊS)
BHUM0006 - ANTROPOLOGIA E COLONIZAÇÃO - T02
(INSTITUTO DE HUMANIDADES E LETRAS/MALÊS)
BHUM0006 - ANTROPOLOGIA E COLONIZAÇÃO - T03
(INSTITUTO DE HUMANIDADES E LETRAS/MALÊS)
2021 - 2022
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Professor Convidado, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 40
Outras informações:
Teoria Antropológica Contemporânea / MNA-702 Teoria Antropológica II (PPGAS/MN)
2020 - 2021
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 20
Outras informações:
Teoria Antropológica Contemporânea / MNA-702 Teoria Antropológica II (PPGAS/MN)
2020 - 2020
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 40
Outras informações:
MNA857 - TEORIAS DA IDENTIDADE - Antropologia da Sexualidade (PPGAS/MN)
2017 - 2017
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Convidado, Carga horária: 40
Outras informações:
MNA857 - TEORIAS DA IDENTIDADE / Antropologia do Gênero (PPGAS/MN)
Atividades
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03/2020 - 05/2020
Ensino, antropologia da sexualidade, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, antropologia da identidade - antropologia da sexualidade
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08/2017 - 12/2017
Ensino, antropologia do gênero, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, antropologias especiais / antropologia do gênero
2021 - 2021
Topos PartnershipVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Ethnographer in the project Redefining Anti-Corruption Narratives for Citizen Engagement, which has studied current public opinion about government corruption and about the general quality of federal, state, and local institutions and practices. The project also has developed approaches for messaging which promotes engaged and optimistic postures in relation to combating corruption.
2020 - Atual
Universidad Nacional de Córdoba - ArgentinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Colaborador
Outras informações:
MIEMBRO del equipo de investigación "Emociones, temporalidades, imágenes: hacia una crítica de
la sensibilidad neoliberal" (línea CONSOLIDAR, período 2018-2021), avalado y subsidiado por la Secretaría de Ciencia y Técnica de la Universidad Nacional de Córdoba y radicado en el Centro de
Investigaciones "Marta Saleme de Burnichon" (CIFFyH) de la Facultad de Filosofía y Humanidades de la Universidad Nacional de Córdoba, equipo de trabajo bajo mi dirección y la co-dirección de la Mag. Liliana V. Pereyra.
2019 - 2019
Universidad Nacional de Córdoba - ArgentinaVínculo: Pesquisador Visitante, Enquadramento Funcional: Pesquisador Visitante, Carga horária: 40
Outras informações:
Pesquisador vinculado ao Centro de Investigaciones María Saleme de Burnichon da Facultad de Filosofía y Humanidades, dentro do projeto "Emociones, temporalidades, imágenes: hacia una crítica de la sensibilidad neoliberal".
2022 - Atual
SILVA - Agência de ComunicaçãoVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Atuo como pesquisador, especialista em metodologias de ensino e líder de conteúdo em projetos sobre diversidade e inclusão voltados a grandes companhias do mercado nacional, latino-americano e/ou global.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Everton Rangel Amorim e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?