Aline Costa Ferreira

Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Campina Grande (2007), Especialista em Desenvolvimento Sustentável para o Semiárido Brasileiro, Especialista em Gestão da Agroindústria Sucroalcooleira, Mestre em Irrigação e Drenagem pela UFCG (2009) e Doutora em Irrigação e Drenagem pela UFCG, Professora das disciplinas de Fotogrametria e Desenho técnico do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar/CCTA da Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Engenharia Agrícola, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenho Técnico, Sensoriamento Remoto, Geoprocessamento, Conservação do Solo e da Água, Manejo Integrado de Bacias, Desenvolvimento Sustentável, Barragem Subterrânea, Reúso de Águas, Fitorremediação, Irrigação e Drenagem, Técnicas Alternativas de Drenagem e etc.

Informações coletadas do Lattes em 18/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Engenharia Agrícola

2009 - 2013

Universidade Federal de Campina Grande
Título: Unidade de Produção Agrícola Irrigada com Águas Cinzas de Lavanderia Pública no Semiárido Paraibano
Orientador: José Geraldo V. Baracuhy/Vera Lúcia Antunes de Lima
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: água residuária; reuso; Desenvolvimento Sustentável; MATERIAL ALTERNATIVO.Grande área: Ciências Agrárias

Mestrado em Engenharia Agrícola

2007 - 2009

Universidade Federal de Campina Grande
Título: DRENAGEM AGRÍCOLA UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE ÁGUA E SISTEMAS DRENANTES.,Ano de Obtenção: 2009
VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA.Palavras-chave: reuso; TUBO; ENVOLTÓRIO; ÁGUA; MATERIAL ALTERNATIVO.Grande área: Ciências Agrárias

Especialização em GESTÃO DA AGROINDÚSTRIA SUCROALCOOLEIRA

2009 - 2010

Universidade Federal de Campina Grande
Título: Desempenho de bagaço de cana-de-açúcar e fibra de sisal na drenagem subterrânea
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCANCELOS BARACUHY
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Especialização em DESENVOLVIMENTO SUSTENT. PARA O SEMI-ÁRIDO BRAS.

2007 - 2008

Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior
Título: ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE HÍDRICA NO SERTÃO PARAIBANO
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCANCELOS BARACUHY

Aperfeiçoamento em curso de capacitação em Hidrometria na Gestão Inte

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande
Título: CURSO DE CAPACITAÇÃO EM HIDROMETRIA E ECOBATIMETRIA. Ano de finalização: 2008

Graduação em andamento em Ciências Agrárias

2013 - Atual

Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Engenharia Agrícola

1997 - 2007

Universidade Federal de Campina Grande
Título: DIAGNÓSTICO SOCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO RIACHO DA SERRA, SÃO JOSÉ DO SABUGI, PB
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCONCELOS BARACUHY

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Formação complementar

2012 - 2012

Extensão universitária em TÉCNICAS Y MODELOS DE OASIFICACIÓN. (Carga horária: 60h). , UNIVERSIDADE DE VALLADOLID, UVA, Espanha.

2011 - 2011

EIA/RIMA, AIA, PASSIVOS AMBIENTAIS. (Carga horária: 40h). , Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário, CEDAC, Brasil.

2007 - 2007

Curso de Processamento Digital de Imagens, com o u. (Carga horária: 80h). , CENTRO DE DIFUSÃO E APOIO COMUNITÁRIO, CEDAC, Brasil.

2005 - 2005

AutoCAD 2D e inicialização a AutoCAD avançado 3D. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

2002 - 2002

Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia. (Carga horária: 9h). , CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, CREA, Brasil.

2001 - 2001

Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia. (Carga horária: 9h). , Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB, CREA-PB, Brasil.

2001 - 2001

Diag. Amb. em Micro B Hidrog. do semi-árido Brasi. (Carga horária: 24h). , Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB, CREA-PB, Brasil.

2001 - 2001

Unidades de Conservação e Ecoturismo. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2001 - 2001

Microbiologia aplicada a Eng Sanitária e Ambiental. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2000 - 2000

"Aplicação da Legisl. Amb. no Exercício Profiss.". (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2000 - 2000

Uso de águas residuárias em irrigação. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

1999 - 1999

Manejo integrado de bacias hidrográficas. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Legislação para o Uso dos Recursos Hídricos. (Carga horária: 94h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Empreendedorismo. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Produção de Forragem Hidropônica. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola.

    Grande área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola / Subárea: Engenharia de Água e Solo.

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Organização de eventos

ARAÚJO, A. S. ; FERREIRA, A. C. ; OLIVEIRA, A. M. B. M. ; COSTA, C. C. ; PEREIRA, F. H. F. ; ROCHA, J. L. A. ; DANTAS, J. S. ; LOPES, K. P. ; ANDRADE SOBRINHO, L. G. ; BONFIM, M. P. ; MARACAJÁ, P. ; ARAUJO, R. H. C. R. ; CANDEIA, R. A. ; ALBUQUERQUE, W. G. ; CAVALCANTI, M. T. . III Simpósio de Ciência e Tecnologia Agroalimentar. 2017. (Outro).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. . CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2016. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. ; ARAÚJO, M. M. . CONGRESSO TÉCNICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2015. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. ; ARAÚJO, M. M. . CONGRESSO TÉCNICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2014. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. . 49ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS, 4º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR E 4º CONGRESSO DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. 2009. (Congresso).

FERREIRA, A. C. . SEMINÁRIO TÉCNICAS AGRÍCOLAS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA. 2007. (Outro).

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Participação em eventos

SEMINÁRIO ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO SUSTENTABILIDADE SÓCIO-ECONÔMICA-AMBIENTAL NA PARAÍBA. 2011. (Seminário).

2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA PARA O MEIO AMBIENTE. COMPARAÇÃO ENTRE ENVOLTÓRIOS NA DRENAGEM SUBTERRÂNEA. 2010. (Congresso).

49ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS, 4º CONGRESSO E 4º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. AGRONEGÓCIO. 2009. (Congresso).

I CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E III ENCONTRO NORDESTINO DE BIOGEOGRAFIA. SISTEMA DE DRENAGEM AGRICOLA ATRAVÉS DE TUBOS E ENVOLTÓRIO DE RASPAS DE BORRACHA UTILIZANDO ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Congresso).

XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRICOLA/CONBEA. ANÁLISE DO PARÂMETRO FLUXO NO SISTEMA DRENANTE UTILIZANDO ENVOLTÓRIO DE PROCESSAMENTO DE FIBRA DE SISAL E ÁGUA DE ABASTECIMENTO. 2009. (Congresso).

48ª REUNIÃO ANUAL - 3º CONGRESSO - 3º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. ESTUDO DOS NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DA BACIA DO RIACHO DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE, PB.. 2008. (Congresso).

FÓRUM INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE - A CONFERÊNCIA DA TERRA.ECO-RESIDÊNCIA RURAL DE ADEQUADA GESTÃO HÍDRICA. 2008. (Outra).

INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. ALTERNATIVE DRAING SYSTEMS IN THE UNDERGROUND DRAINAGE. 2008. (Congresso).

SEMINÁRIO SOBRE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR: MODALIDADE AGRONOMIA. 2008. (Seminário).

47ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS E 2° CONGRESSO DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. 2007. (Congresso).

SEMINÁRIO AGRONEGÓCIO DA CACHAÇA DO NORDESTE. 2007. (Seminário).

SEMINÁRIO TÉCNICAS AGRÍCOLAS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA. 2007. (Seminário).

XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. 2006. (Congresso).

Uso e reúso de águas de qualidade inferior. 2005. (Simpósio).

Seminário "Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção".. 2004. (Seminário).

Seminário Estatuto da Cidade - PB. 2002. (Seminário).

Sociedades e Territórios no Semi-Árido Brasileiro em busca da Sustentabilidade.. 2002. (Seminário).

XXXI Congresso Brasileira de Engenharia Agrícola. Levantamento de três parâmetros tecnológicos em uma microbaia hidrográfica do semi-árido nordestino. 2002. (Congresso).

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. Diagnóstico da qualidade alimentícia da comunidade de Paus Brancos.. 2001. (Congresso).

Simposio Brasileiro de Captação de Água de Chuva no Semi-árido. 2001. (Seminário).

XXX CONBEA. "ABORDAGEM SÓCIO-ECONÔMICA À PRODUTORES-FEIRANTES: NA LUTA CONTRA OS ATRAVESSADORES".. 2001. (Congresso).

XXX Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola. 2001. (Congresso).

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. 2000. (Congresso).

Seminário em Educação Ambiental. 2000. (Seminário).

XXIX CONBEA. 2000. (Congresso).

Influência do El Niño na Agricultura e nos Recursos Hídricos do Semi-Árido.. 1998. (Seminário).

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Participação em bancas

Aluno: Glauciene Ferreira Freires

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.; RIBEIRO, G. N.. Fitossociologia de plantas daninhas na cultura do coentro em monocultivo e em consórcio com alface. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco Tales da Silva

FERREIRA, A. C.; RIBEIRO, G. N.; MARACAJÁ, P.. Análise fitossociológica e florística do bioma caatinga no município de Aparecida - PB. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Estanley Pires Ribeiro

LEITE, J. C. A.;FERREIRA, A. C.. Avaliação da Qualidade Ambiental da Microbacia do açude Epitácio Pessoa, Cariri Oriental - Paraíba. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Jose Rivamar de Andrade

FERREIRA, A. C.. DICIONÁRIO DE APICULTURA.. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Ana Claudia Cavalcanti Silva

FERREIRA, A. C.. OS AGRICULTORES FAMILIARES DO MUNICÍPIO DE LAVRAS DA MANGABEIRA- CEARÁ E O ACESSO AOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE: Um estudo de caso. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Douglas da Silva Cunha

FERREIRA, A. C.. UM ESTUDO SOBRE OS SETORES ECONÔMICOS BRASILEIROS FRENTE AO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco Germano Leite Filho

FERREIRA, A. C.. AGRICULTURA FAMILIAR: TERRITORIALIDADE E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL.. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Carla Rocha Pordeus

FERREIRA, A. C.. MARCO REGULATÓRIO ACERCA DOS AGROTÓXICOS NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA LEGISLATIVA MUNICIPAL SOBRE AGROTÓXICOS NO ÂMBITO DE SOUSA-PB.. 2016. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Rosélia Maria de Sousa Santos

FERREIRA, A. C.. GUIA TÉCNICO DAS ABELHAS NATIVAS DO BRASIL. 2016. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Monnizia Pereira Nóbrega

FERREIRA, A. C.. INTERMEDIAÇÃO DE TERCEIROS NA COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS APÍCOLAS NO PERÍMETRO IRRIGADO DAS VÁRZEAS DE SOUSA-PB. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Petrúcia Marques Sarmento Moreira

FERREIRA, A. C.. MECANISMO DE PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO DA APICULTURA DO PERÍMETRO VÁRZEAS DE SOUSA-PB. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Glauco Medeiros Ramos

FERREIRA, A. C.. UTILIZAQÇÃO DE INULINA E FIBRA DE LARANJA COMO SUBSTITUTO DE GORDURA EM MORTADELA DE PEIXE. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Maria da Glória Borba Borges

FERREIRA, A. C.. Estudo sobre a sustentabilidade: Aspectos sócio, econômico e ambientais em cinco associações de apicultores no Sertão Paraibano. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

LIMA, V. L. A.; ANDRADE, L. O.;BARACUHY, J. G. V.FERREIRA, A. C.. Pimenteira em Extratos Orgânicos sob Diferentes Lâminas de Irrigação. 2015. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Priscilla de Lima Araújo

FERREIRA, A. C.. IMPORTÂNCIA DO ARRANJO PRODUTIVO DO LEITE, BENEFICIAMENTO E INDUSTRIALIZAÇÃO DE SEUS DERIVADOS NO VALE DO PIANCÓ-PB. 2014. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: JOSÉ SEBASTIÃO DE MELO FILHO

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. O ETNOCONHECIMENTO DAS PLANTAS MEDICINAIS NO MUNICÍPIO DE CATOLÉ DO ROCHA - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: CAETANO JOSÉ DE LIMA

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. POTENCIAL DA BUCHA VEGETAL LUFFA CYLINDRICA NA PRODUÇÃO E CARACTERÍSTICA DO NÉCTAR NO MUNICÍPIO DE SOUSA - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Alecvan de França Sousa

MARACAJÁ, P.; ARAÚJO, A. S.; SILVA, R. A.;FERREIRA, A. C.. ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE NO PROCESSO PRODUTIVO DE HORTALIÇAS REALIZADO POR AGRICULTORES FAMILIARES NA COMUNIDADE DE VÁRZEA COMPRIDA DOS OLIVEIRAS - POMBAL/PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: WALNARA ARNOULD MOURA FORMIGA

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. VIABILIDADE DA INCORPORAÇÃO DO MEL DE ABELHA NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DE UMA UNIDADE DE ENSINO EM SÃO DOMINGOS - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Juciê de Sousa Almeida

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO POLO DE DESENVOLVIMENTO AGROINDUSTRIAL DO ALTO-PIRANHAS - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Cristiane Queiroz Reis

FARIAS, C. A. S.; SANTOS, R. B.;FERREIRA, A. C.. AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DOS RESERVATÓRIO ENGENHEIRO ÁVIDOS E SÃO GONÇALO-PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: SUZIANE ALVES JOSINO LIMA

FERREIRA, A. C.; TEJO, M.; MACHADO, A. V.. AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA, MICROBIOLÓGICA E SENSORIAL DA ÁGUA DE COCO VERDE COMERCIALIZADAS PELAS INDÚSTRIAS DO SERTÃO DA PARAÍBA E DO CEARÁ. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Reginaldo Tacio Franca Vieira Ferreira

FERREIRA, A. C.. UM OLHAR DA CONTABILIDADE SOBRE A CADEIA PRODUTIVA APÍCOLA NA COOPERATIVA DE APICULTORES DE CATOLÉ DO ROCHA, PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: JAMILTON COSTA PEREIRA

FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.; MARACAJÁ, P.; RIBEIRO, G. N.. Avaliação de Impactos Ambientais nas Águas da Sub-bacia do Rio do Peixe e seus Efeitos na Produção Agroindustrial. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Maria Helena Carvalho Costa

FERREIRA, A. C.; AGRA, P. F. M.. ANÁLISE DO DESEMPENHO DO PROGRAMA ÁGUA DOCE NA BUSCA PELO AUMENTO DE PRODUÇÃO NATURAL EM TEMPOS DE ESTIAGEM NO AGRUPAMENTO FUNDIÁRIO CAIÇARA NO MUNICÍPIO DE AMPARO- PB. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Olimpia Maria Alencar Santos e Oliveira

SILVA, R. A.;FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.; DANTAS, J. S.. Avaliação da Percepção da Educação Ambiental e de seus Métodos na Formação Cidadã de uma Comunidade Escolar no Município de Pombal-PB. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Danilo de Medeiros Arcanjo Soares

MARACAJÁ, P.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RIBEIRO, G. N.. ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DOS PRODUTORES DE PIMENTA DE QUIXABA, PB. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Douglas da Silva Cunha

MOURA, F. G.;FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.. Um Estudo sobre os Setores Econômicos Brasileiros Frente ao Processo de Globalização. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Narcaangela Queiroga da Silva

MOURA, F. G.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RODRIGUES, A. P. M. S.; SANTOS, J. O.. As Políticas de Desenvolvimentos do Nordeste Brasileiro. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Xangai Gustavo Vargas

MOURA, F. G.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RODRIGUES, A. P. M. S.; SANTOS, J. O.. As Patentes no Sistema Agroindustrial Brasileiro e os Produtos Brasileiros Patenteados pelos Estrangeiros. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: FERNANDO ESWTEVAM DE MEDEIROS

FERREIRA, A. C.. RISCOS OCUPACIONAIS DOS AGRICULTORES DA APICULTURA FAMILIAR. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Narcaangela Queiroga da Silva

FERREIRA, A. C.. AS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE BRASILEIRO. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Jose Nunes de Oliveira Neto

FERREIRA, A. C.. A LEGISLAÇÃO E A SUSTENTABILIDADE DA MELIPONICULTURA A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Marcus Vinícius Do Carmo Loiola

FERREIRA, A. C.. INCLUSÃO DIGITAL DOS APICULTORES OBJETIVANDO NOVAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: DANILO RODRIGUES M ARTINS

FERREIRA, A. C.. DA NECESSIDADE DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PARA UTILIZAÇÃO DO REUSO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS: ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DO MARCO LEGAL PARA UTILIZAÇÃO NOS MEIOS AGROINDUSTRIAIS. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Helton Magno de Sousa Gonçalves

MARACAJÁ, P.; MEDEIROS, A. C.; QUEIROGA, I. M. B. N.;FERREIRA, A. C.. Sustentabilidade agropecuária em assentamentos da região Sousa-PB. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco César Martins de Oliveira

SANTOS, V. S.; FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.. Gerenciamento de águas na agroindústria: Uma análise jurídico-hídrica do laticínio Belo Vale em Sousa, PB. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

LIMA, V. L. A.; ANDRADE, L. O.; FERNANDES, J. D.; DANTAS NETO, José; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.. Níveis de Águas de Qualidades Desiguais no Cultivo Orgânico de Pimenteiras de Bico. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Eliana Pereira de Sousa

FERREIRA, A. C.. Qualidade físico-química e microbiológica de água residuária doméstica pós-tratada no cultivo de hostículas na agricultura familiar. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: ALBERTO SALGADO BANDEIRA

BANDEIRA, A. S.; MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO ETNOVETERINÁRIO NO SERTÃO PARAIBANO. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: JOSÉ ALDENOR DE SOUSA

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. DETECÇÃO DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS NO MEL DE ABELHA. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: CLÁUDIA SARMENTO GADELHA

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO DO ETNOCONHECIMENTO DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS UTILIZADOS PELOS MÉDICOS QUE ATENDEM NOS PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA NOS MUNICÍPIOS DE SOUSA E POMBAL-PB. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Alan Del Carlos Gomes Chaves

MARACAJÁ, P.; QUEIROZ, M. M. F.;FERREIRA, A. C.. SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AGRICULTURA FAMILIAR NO SEMIÁRIDO. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Décio Carvalho Lima

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTRUTURA DE COMERCIALIZAÇÃO DO MEL DE ABELHA AFRICANIZADA NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE - PB. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: FRANCISCO ARICLENES OLINTO

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ATIVIDADE OVICIDA E LARVICIDA IN VITRO DO EXTRATO DE PRÓPOLIS E GEOPRÓPOLIS SOBRE HAEMONCHUS CONTORTUS. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Leonardo da Silva Araujo

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL NO MUNICÍPIO DE POMBAL. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Aline Carla de Medeiros

FERREIRA, A. C.. ESTUDO DA TOXICIDADE DO NEONICOTINÓIDE THIAMETHOXAM SOBRE OPERÁRIAS DE Apis melifera L. (hymenoptera: apidae). 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Isabelle Albuquerque da Silva

FERREIRA, A. C.. Estudo do Gerenciamento de resíduos de uma Indústria de Papel Tissue de Campina Grande, PB. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Master Educacional - Faculdade Angloamericano.

Aluno: Lígia de Sousa Barbosa

FERREIRA, A. C.; SANTOS, R. B.; DANTAS, L.. CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES SOBRE O USO EFICIENTE DA ÁGUA EM ESCOLA PÚBLICA DA CIDADE DE CONDADO-PB. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Sidney Charles Ferreira da Silva

SANTOS, R. B.;FERREIRA, A. C.; SILVA, E. M.. Medidas de Intervenções para Melhoria das Condições Sanitárias na Zona Rural de São Domingos, PB. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Luisa Thaynara Muricy de Souza Silva

SEVERO, C. G. S.; SOUZA, L. M. C.;FERREIRA, A. C.. Reciclagem de Resíduos Industriais Minerais para Uso na Indústria da Construção Civil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Natali Lino de Lucena

FERREIRA, A. C.; SANTOS, R. B.. Proposta de Reuso de águas da Residência Universitária da UFCG, Campus Pombal. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: KAIO VINICIUS DE OLIVEIRA FERREIRA

FERREIRA, A. C.. CONSTRUÇÃO DA CURVA CHAVE DO RIO PIANCÓ PIRANHAS USANDO MEDIDOR ACÚSTICO DE VAZÃO COM EFEITO DOPPLER E MEDIÇÃO AUTOMÁTICA DE NÍVEL DE ÁGUA. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: GRAZIELA PINTO FREITAS

FERREIRA, A. C.. PROPOSTA DE SISTEMA DE TRATAMENTO DO CAMPUS POMBAL/UFCG. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Wanessa Alves Martins

FERREIRA, A. C.. Diagnóstico do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Pombal, PB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fábia Paloma da Silva Galvão

FERREIRA, A. C.. Estudo do Manejo de Resíduos Hospitalares do município de Jericó, PB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: LUARA LOURENÇO ISMAEL

FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.; ALBUQUERQUE, W. G.. DESEMPENHO DE PROCESSOS DE COMPOSTAGEM EM PEQUENA ESCALA: UM ESTUDO COMPARATIVO NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Dyego Assis Lourenço

FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.; LEITE, J. C. A.. ANÁLISE LOGÍSTICA DA LOCALIZAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DO CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MÉDIO PIRANHAS - PB. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: CLEIDIMILSON DOS SANTOS VIEIRA

Rached; BARACUHY, J. G. V.;FERREIRA, A. C.. AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS AGRICOLAS DE CAPTAÇÃO DE AGUA E SOLO APÓS 8 ANOS DE INSTALAÇÃO NO ASSENTAMENTO PAUS BRANCOS, CATURITÉ-PB. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

BARACUHY, J. G. V.; Rached;FERREIRA, A. C.Denise de Jesus Lemos Ferreira. AVALIAÇÃO DA DETERIORAÇÃO SÓCIOECONÔMCA E AMBIENTAL NA SEÇÃO JUSANTE DO RIACHO DAS PIABAS - PB. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: RENATO LIMA RAMOS

GOMES, J. P.; SANTOS, J. A.;FERREIRA, A. C.. DIAGNÓSTICO SÓCIOECONÔMICO E TECNOECOLÓGICO À IMPLANTAÇÃO DE TÉCNICAS CONSERVACIONISTA NO SÍTIO LUTADOR - QUEIMADAS - PB. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

SANTOS, A. P.;FERREIRA, A. C.; SILVA, A. Z.. Comissão Examinadora do Concurso Público para Provimento de Cargo da Carreira do Magistério Superior, na Coordenação do Curso de Engenharia Agrícola, na Área de Máquinas e Implementos Agrícolas - Edital 13/2018 PROEN/UFMA.. 2018. Universidade Federal do Maranhão.

ALMEIDA, F. A.;FERREIRA, A. C.. Membro suplente do Colegiado do Curso de Graduação em Agronomia. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

SOUTO, L. S.; MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. Comissão de reativação de Vínculo Institucional de aluno da Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias-UAGRA/CCTA/UFCG. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

FERREIRA, A. C.; BRITO, H. C.. Comissão de Elaboração do Edital para realização do processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto da Carreira de Magistério Superior, Professor Auxiliar, Classe A, Nível I, para área de conhecimento de Engenharia Rural: Desenho Técnico, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto da UAGRA/CCTA/UFCG. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

FERREIRA, A. C.; GOMES, J.; AZEVEDO, M. A.. ELEIÇÃO PARA ESCOLHA DE CHEFE E VICE-CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DO CCT DA UFCG.. 2001. Universidade Federal da Paraíba.

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Comissão julgadora das bancas

Maria Betânia Rodrigues Silva

BARACUHY, José Geraldo de VasconcelosFARIAS, Soahd Arruda RachedSILVA, M. B. R.. Eco-Residência com Sustentabilidade no Sertão Paraibano. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Desenvolvimento Sustentável) - Universidade Federal de Campina Grande.

Maria Betânia Rodrigues Silva

SILVA, M. B. R.BARACUHY, José Geraldo de Vasconcelos; SOUSA, Verneck Abrantes de. Diagnóstico sócio-econõmico da microbacia hidrográfica do Riacho da serra, São José do Sabugi-PB. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Riuzuani Michelle Bezerra Pedrosa Lopes

LOPES, R. M. B. P.J.D.NetoLIMA, V. L. A.. Desempenho do Bagaço de Cana-de-Açúcar e Processamento de Sisal na Drenagem Subterrânea. 2010. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão da Agroindústria Sucroalcooleira) - Universidade Federal de Campina Grande.

Vera Lúcia Antunes de Lima

BARACUHY, J. G. V.LIMA, V. L. AKONIG, A.; QUEIROZ, M. M. F.;FARIAS, S. A. R.; BARROS, A. D.. Unidades de Produção Agrícola Irrigadas com Águas Cinzas de Lavanderia Pública do Distrito de Ribeira, PB. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Vera Lúcia Antunes de Lima

LIMA, V. L. ABARACUHY, J. G. V.KONIG, A.; BARROS, A. D.. UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA CONTROLADA ATRAVÉS DE FITORREMEDIAÇÃO E BACIA DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

LIMA, V. L. A.METRI, J. E. C.BARACUHY, J. G. V.DANTAS NETO, J.. DRENAGEM AGRÍCOLA UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE ÁGUAS E SISTEMAS DRENANTES.. 2009. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.; LIMA, V. L. A.; QUEIROZ, M. M. F.; KONING, A.; BARROS, A. D.;FARIAS, Soahd Arruda Rached. UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA IRRIGADA COM ÁGUAS CINZAS DE LAVANDERIA PÚBLICA NO SEMIÁRIDO PARAIBANO.. 2013. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.LIMA, V. L. A.; KONING, A.. UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA CONTROLADA ATRAVÉS DE FITORREMEDIAÇÃO E BACIA DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.FERREIRA, A. C.FARIAS, Soahd Arruda Rached; SANTOS, M. K. V.;SILVA, M. B. R.. ECO-RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO SEMI-ÁRIDO BRASILEI) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.. Eco-residência com sustentabilidade no sertão paraibano. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO SEMI-ÁRIDO BRASILEI) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

BARACUHY, J. G. V.FERREIRA, A. C.SILVA, M. B. R.; NÓBREGA, S. C.; SOUSA, V. A.. DIAGNÓSTICO SÓCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA DE RIACHO DA SERRA. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ENGENHARIA AGRÍCOLA) - Universidade Federal de Campina Grande.

José Dantas Neto

LIMA, Vera Lucia Antunes deDANTAS NETO, J.BARACUHY, Jose Geraldo de Vasconcelos; METRI, J. E. DA C.. Tecnicas alternativas para drenagem subterrânea com a utilização de água de abastecimento e residuária. 2009. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Soahd Arruda Rached Farias

BARACUHY, José Geraldo de VasconcelosFARIAS, S. A. R.SILVA, Maria Betânia Rodrigues. Eco-residência com sustentabilidade no sertão paraibano. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Desenvolvimento Sustentável) - Universidade Federal de Campina Grande.

Maria Verônica Lins

LIMA, E. R.; MEDEIROS, M. B.;LINS, M. V.. TECNOLOGIA SOCIAL APLICADA NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA ATRAVÉS DO PROCESSO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS CINZAS PARA O SEMIÁRIDO. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Agrárias) - Universidade Federal da Paraíba.

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Orientou

Maria Helena Carvalho Costa

ANÁLISE DO DESEMPENHO DO PROGRAMA ÁGUA DOCE NA BUSCA PELO AUMENTO DE PRODUÇÃO NATURAL EM TEMPOS DE ESTIAGEM NO AGRUPAMENTO FUNDIÁRIO CAIÇARA NO MUNICÍPIO DE AMPARO- PB; Início: 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

Kelly Cristina Monteiro

ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NOS SETORES ADMINISTRATIVOS DA AGROINDÚSTRIA LATICÍNIOS BELO VALE LTDA; Início: 2017; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Ana Maria Oliveira de Alencar

A IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO AGRONEGÓCIO, COMO FONTE DE DESENVOLVIMENTO NO SERTÃO PARAIBANO: UM ESTUDO DE CASO NA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA RURAL RIACHO DOS CURRAIS EM SÃO BENTINHO ? PB; ; Início: 2017; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Diogenes Silva de Medeiros

Levantamento Florístico; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; Início: 2017; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Wallina do Nascimento Vital

PROPOSTA DE ANTEPROJETO ARQUITETÔNICO DE UMA CASA DE MEL ´PARA O SERTÃO PARAIBANO; Início: 2017; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Anna Karyne Arruda Guedes

ANÁLISE DE FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS PARA A SUSTENTABILIDADE EM UMA AGROINDÚSTRIA NA CIDADE DE SOUSA, PB; Início: 2017; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Fernando da Silva Ricarte

Estudo da própolis no controle de microrganismos patogenicos; ; Início: 2015; Dissertação (Mestrado profissional em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Eliene Araújo Fernandes

AMBIENTES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA COM IRRIGAÇÃO SUB-SUPERFIFICAL E BIOMETRIA DE TRÊS DIFERENTES CULTURAS; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Mayara Denise Santos da Costa

ANÁLISE BROMATOLÓGICA DE CULTURAS PRODUZIDAS EM AMBIENTES COM IRRIGAÇÃO SUB-SUPERFICIAL; Início: 2018; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

JAMILTON COSTA PEREIRA

Avaliação de Impactos Ambientais nas Águas da Sub-bacia do Rio do Peixe e seus Efeitos na Produção Agroindustrial; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Marcus Vinícius Do Carmo Loiola

Geotecnologias Aplicadas ao Ensino de Geografia: Um Recurso Tecnológico de Aprendizado para o Ensino Médio; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayslane de Sousa Gomes

Caracterização das condições de trabalho associadas ao uso de agrotóxicos: As consequencias para pequenos agricultores; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Michele da Fonseca Silva Farias

IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA INGLESA: UMA ANÁLISE DO ENSINO NAS ESCOLAS DAS ZONAS URBANA E RURAL DE MOSSORÓ, RN; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Ronaldo Alves Fernandes

IMPORTÂNCIA SOCIOECONÔMICA E AMBIENTAL DA ASSOCIAÇÃO DE APICULTORES DO MUNICÍPIO DE VIEIRÓPOLIS, PB; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Narcaangela Queiroga da Silva

As Políticas de Desenvolvimento do Nordeste Brasileiro; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Xangai Gustavo Vargas

As Patentes no Sistema Agroindustrial Brasileiro e os Produtos Brasileiros Patenteados pelos Estrangeiros; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Douglas da Silva Cunha

Um Estudo Sobre os Setores Econômicos Brasileiros frente ao Processo Globalização; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Anne Izabelly Oliveira de Sousa

A Atuação do Serviço Social frente às Desigualdades Sociais Geradas pelo Agronegócio no Brasil; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Coorientador: Aline Costa Ferreira;

Helton Magno de Sousa Gonçalves

Sustentabilidade agropecuária em assentamentos da região Sousa, PB; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Edivaldo Rabelo de Menezes

TURISMO SERRANO POTIGUAR: SOBREVOO DO POTENCIAL AO PRODUTO TURÍSTICO; 2015; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Décio Carvalho Lima

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E COMERCIAL DA APICULTURA EM SÃO BENTINHO-PB; 2015; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Alan Del Carlos Gomes Chaves

SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AGRICULTURA FAMILIAR NO SEMIÁRIDO; 2014; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Leonardo da Silva Araujo

ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DA PISCICULTURA NO MUNICIPIO DE COREMAS PB; 2014; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande,; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Loredanna Costa de Souza

Utilização de Sinalização de Segurança em Indústrias; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Master Educacional - Faculdade Angloamericano; Orientador: Aline Costa Ferreira;

ROBERTO MORAES CAVALCANTE

O PERFIL DO CONSUMIDOR DA FEIRA ORGÂNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ? JOÃO PESSOA - PB; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Manejo Ecológico Integrado de Bacias Hidrográficas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

KÁTIA MARIA ALVES MARQUES

O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALH) - Sociedade de Ensino Superior e Assessoria Técnica; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ANÁLISE DA QUALIDADE DE ÁGUAS COMERCIALIZADAS NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Eliene Araújo Fernandes

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INICIAL DA CULTURA DA MORINGA (Moringa oleifera L; ) EM FUNÇÃO DE NÍVEIS DE SALINIDADE E NITROGÊNIO; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Elias Francisco Dos Santos Filho

ANÁLISE PRODUTIVO E AMBIENTAL DO ASSENTAMENTO TODOS OS SANTOS NO MUNICÍPIO DE CANINDÈ- CE; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Leonard Ferreira de Araújo

Levantamento dos Impactos Ambientais e Proposta de Recuperação da Mata Ciliar em um Trecho do Rio Piranhas em Pombal, PB; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ESTUDO DE "FARMÁCIA NATURAL VERTICAL" PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ESTUDO DE FAZENDA VERTICAL PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Patricia Andrade

Projeto "Oficina de Ciências"; 2000; Orientação de outra natureza - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Aline Costa Ferreira;

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Foi orientado por

Vera Lúcia Antunes de Lima

Drenagem agrícola utilizando diferentes tipos de água e sistemas drenantes; 2008; Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Vera Lucia Antunes de Lima;

Vera Lúcia Antunes de Lima

Unidade de produção agrícola irrigada com águas cinzas de lavanderia pública no Semiárido paraibano; 2013; Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Vera Lucia Antunes de Lima;

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

Unidade de Produção Agrícola Irrigada com Águas Cinzas de Lavanderia Pública no Semiárido Paraibano; 2013; Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy;

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

Desempenho de bagaço de cana-de-açúcar e fibra de sisal na drenagem subterrânea; ; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em GESTÃO DA AGROINDÚSTRIA SUCROALCOOLEIRA) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy;

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

Eco-residência com sustentabilidade no sertão paraibano; 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Desenvolvimento para o semi-árido brasileiro) - Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior; Orientador: Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy;

José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy

DIAGNÓSTICO SOCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO RIACHO DA SERRA, SÃO JOSÉ DO SABUGI, PB; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em ENGENHARIA AGRÍCOLA) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy;

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Produções bibliográficas

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  • FERREIRA, A. C. . SISTEMA DE DRENAGEM AGRÍCOLA ATRAVÉS DE TUBOS E ENVOLTÓRIO DE RASPAS DE BORRACHA UTILIZANDO ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; LIMA, V. L. A. ; DUARTE, K. L. S. ; SANTOS, J. C. ; PEREIRA, T. L. P. . AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM SISTEMA DE DRENAGEM SUBTERRANEA COM UTILIZAÇÃO DO ENVOLTÓRIO RASPAS DE BORRACHA DE SANDÁLIAS E ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ESTUDO DOS NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DA BACIA DO RIACHO DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE - PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DA PRECIPITAÇÃO NO CARIRI PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ESTUDO DAS CLASSES DE VEGETAÇÃO DA BACIA DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE - PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . PROBLEMATIZAÇÃO DO USO DA ÁGUA A PARTIR DE ATIVIDADES LÚDICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL 1: DIFUSÃO DO CONSUMO CONSCIENTE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TRAVASSOS, K. D. ; FERREIRA, A. C. ; SANTOS, J. S. . ALTERNATIVE TECHNIQUES FOR UNDERGROUND DRAINAGE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. ; TRAVASSOS, K. D. ; SANTOS, J. S. . ALTERNATIVE DRAING SYSTEMS IN THE UNDERGROUND DRAINAGEGE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDÊNCIA RURAL DE ADEQUADA GESTÃO HÍDRICA. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDENCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . DIAGNOSTICO SÓCIO-ECONOMICO DA MICROBACIA HIDROGRAFICA DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DO SABUGI,PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; SILVA, M. B. R. ; MEDEIROS, B. G. S. ; BARACUHY, J. G. V. ; GUIMARÃES, F. S. ; RAMOS, D. G. ; SANTOS, J. S. ; Rached . AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO SOCIAL DE UMA COMUNIDADE DO SEMI-ÁRIDO NORDESTINOI. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, B. G. S. ; DUARTE, S. M. A. ; FERREIRA, A. C. ; BARACUHY, J. G. V. ; Rached ; RAMOS, D. G. ; BATISTA, M. A. F. ; SANTOS, J. S. . LEVANTAMENTO DE TRÊS PARÂMETROS TECNOLÓGICOS EM UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GOMES, J. P. ; FERREIRA, A. C. ; MOTTA, J. ; RAMOS, D. G. ; PEDROSA, R. M. B. ; SANTOS, J. S. ; SANTANA, P. B. ; BARACUHY, J. G. V. . ABORDAGEM SÓCIO-ECONÔMICA À PRODUTORES-FEIRANTES: NA LUTA CONTRA OS ATRAVESSADORES. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BARACUHY, J. G. V. ; BARACUHY, J. G. V. ; FERREIRA, A. C. ; MEDEIROS, B. G. S. ; RAMOS, D. G. ; NETO, J. D. . ALGUMAS CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS DO PRODUTOR RURAL: INTERFERÊNCIA NA SUA QUALIDADE DE VIDA. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BARACUHY, J. G. V. ; QUEIROZ, U. C. ; FERREIRA, A. C. ; NETO, J. D. . DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE ALIMENTÍCIA DA COMUNIDADE DE PAUS BRANCO. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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Outras produções

BARACUHY, J. G. V. ; NETO, J. D. ; FERREIRA, A. C. . Diagnósticos Ambiental e Sócio-Econômico da Microbacia do Riacho São Pedro - campina Grande - PB. 1999.

FERREIRA, A. C. . ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (WORKSHOP "A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA").

FERREIRA, A. C. . TECNOLOGIA SOCIAL PARA GESTÃO AGRO-AMBIENTAL DO SEMI-ÁRIDO.. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FERREIRA, A. C. . ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008 (WORKSHOP "A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA") .

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Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2018

    ESTUDO DE "FARMÁCIA NATURAL VERTICAL" PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB, Descrição: Cultivar plantas medicinais em espaços urbanos pode parecer coisa de visionário, mas a ideia de se construir fazendas verticais, embora inusitada, começa a tomar força em vários projetos ao redor do mundo. O Nordeste Brasileiro, por ter sido a origem da cultura brasileira, em muito contribuiu para a coleção dos fitoterápicos pátrio. Este projeto de pesquisa objetiva analisar a produção de plantas medicinais em estruturas alternativas, construídas com garrafas pet e troncos de coqueiros, para o semiárido, com reuso de água. Para o desenvolvimento desse projeto de pesquisa será realizada uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de reunir dados importantes sobre a produção de plantas medicinais no município, de acordo com o estudo das plantas medicinais existentes no município, o qual será identificado através de um levantamento prévio é que serão definidas as plantas que serão plantadas e cultivadas em garrafas pet e em troncos de coqueiros. A irrigação das plantas medicinais será feita duas vezes por dia, sendo a primeira irrigação no início da manhã e a segunda irrigação no final da tarde e a água utilizada será proveniente das evaporadoras dos ar-condicionados existentes na Central dos Professores. A avaliação de desempenho das plantas será feito através das avaliações de biometria das plantas, em que será mensurado o comprimento e largura de folha, por meio de uma régua milimetrada, diâmetro de caule utilizando paquímetro manual e número de folhas. Após as avaliações de desempenho das plantas serão comparados os resultados obtidos em cada estrutura, as garrafas pet e os troncos de coqueiro, e assim será apontada a estrutura que proporcionou melhor desempenho a produção de plantas medicinais. Com desenvolvimento dos trabalhos dos bolsistas, pretende-se apresentar diversos trabalhos em eventos nacionais e internacionais, como o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. E ainda artigos publicados em periódicos e revistas. O relatório final deverá cumprir prazos contratuais e descrever de forma muito detalhada, todas as atividades desenvolvidas no decorrer desse projeto. Neste relatório constarão também os trabalhos publicados em congressos e periódicos nacionais e internacionais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / MAYARA DENISE SANTOS DA COSTA - Integrante.

  • 2016 - 2017

    ESTUDO DE FAZENDA VERTICAL PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB, Descrição: Cultivar alimentos como hortaliças e frutas em espaços urbanos pode parecer coisa de visionário. Mas a ideia de se construir fazendas verticais, embora inusitada, começa a tomar força em vários projetos ao redor do mundo. Este projeto de pesquisa objetiva a realização de um estudo para implantar um modelo de fazenda urbana (fazenda vertical) nas instalações da Central dos Professores da UFCG/Campus Pombal, com reuso de água e reaproveitamento de material disponível na região. Produções rurais verticalizadas com reuso de água na região do Sertão Paraibano, além de inovador, proporcionam novas formas de desenvolver a agricultura, uma vez que, ao utilizar materiais disponíveis na região e reuso de água, permite que este modelo seja utilizado pelos agricultores seguindo princípios sustentáveis de equilíbrio ao ecossistema e propostas reais ao bem-estar das gerações futuras. A agricultura urbana em edifícios e casas é atualmente possível e viável, e apresenta-se como modelo alternativo de produção rural proporcionando paisagens com admiráveis desenhos arquitetônicos, produção durante o ano inteiro, perda zero das colheitas em decorrência de eventos climáticos, minimização do uso de combustíveis fósseis no transporte da colheita, eliminação do uso de pesticidas e herbicidas, otimização do uso da água em torno de 70% em relação à agricultura ao ar livre, risco zero de contaminação fecal de animais ou seres humanos, entre outros condicionantes. Para o desenvolvimento desse projeto de pesquisa será realizada uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de reunir dados importantes sobre a implementação de fazendas urbanas no mundo, as técnicas utilizadas, materiais e tipo de cultura cultivada, com o objetivo de executar uma triagem das informações pertinentes que poderá ser utilizada na unidade piloto. As culturas ainda serão definidas e as mesmas serão plantadas e cultivadas em "recipientes" e/ou materiais disponíveis na região e no laboratório como, por exemplo, tubo PVC, madeira, plástico, dentre outros resíduos sólidos disponíveis, os quais serão testados permanecendo apenas os que estarão se mostrando viáveis. A irrigação das culturas será feita de acordo com a necessidade hídrica de cada cultura e a água utilizada para irrigação será a água proveniente das evaporadoras dos ar-condicionados existentes na Central dos Professores. Com desenvolvimento dos trabalhos dos bolsistas, pretende-se apresentar diversos trabalhos em eventos nacionais e internacionais, como o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. E ainda artigos publicados em periódicos e revistas. O relatório final deverá cumprir prazos contratuais e descrever de forma muito detalhada, todas as atividades desenvolvidas no decorrer desse projeto. Neste relatório constarão também os trabalhos publicados em congressos e periódicos nacionais e internacionais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / MAYARA DENISE SANTOS DA COSTA - Integrante.

  • 2012 - Atual

    REUSO DE ÁGUA, Descrição: Objetiva desenvolver e aprimorar tecnologia de reuso de água, além de disponibilizar para toda a região Nordeste. O Projeto ?Reuso de Água? possui convênio de número 777924/2012-UFCG/FAPESPB/ANA. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Coordenador / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante / VICENTE DE PAULA TEIXEIRA ROCHA - Integrante.

  • 2011 - 2013

    Unidade de Tecnologias Integradas para Conservação de Recursos Hídricos ? UT- HIDRO, Descrição: A Unidade de Produção Agrícola Controlada ? UPAC consiste em um sistema de contenção de solo água, a partir da impermeabilização de uma área de aproximadamente 100 m2 através do uso lonas plásticas em conjunto com a utilização de pneus velhos. Com um dimensionamento de 10 X 10 X 1,0m, primeiramente será escavado um buraco com profundidade de 0,50m, sendo que 0,20m da terra (camada superficial que contém matéria orgânica) retirada desta escavação será reservada separadamente ao lado, para posterior retorno para dentro da unidade. Após a retirada dos 50 cm de terra, ao redor do buraco, colocar-se-á uma fileira de pneus velhos e o solo restante, formando uma espécie de tanque. No interior deste tanque será colocada uma lona plástica de 200 micras, recobrindo todo o buraco, de maneira que o mesmo fique impermeabilizado com esta lona. Após a colocação da lona, o tanque será preenchido novamente com solo, provindo da limpeza de um barreiro das proximidades. Na parte superior, será colocada a terra reservada anteriormente, complementada com estrume para dar maior fertilidade. Em sua parte inferior, serão instalados dois tubos com que possibilitarão a drenagem de um possível excesso de água dentro da unidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / Soahd Arruda Rached - Integrante / SILVANA FERNANDES NETO - Integrante / GERALDO MOURA BARACUHY NETO - Integrante / JOGERSON PINTO GOMES - Integrante / RONALDO NASCIMENTO - Integrante / BRUNO SOARES ABREU - Integrante / ROBI TABOLKA - Integrante.

  • 2005 - 2007

    TÉCNICAS DE REÚSO DE PNEUS PARA FINS AGRÍCOLAS, Descrição: ELABORAÇÃO E CONFECCÇÃO DE FOLDERS, CARTILHAS DIDÁTICAS E DE UM DVD, SOBRE TÉCNICAS AGRÍCOLAS COM A UTILIZAÇÃO DE PNEUS USADOS PARA ARMAZENAMENTO E APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA IN SITU ATRAVÉS DE BARRAGEM SUBTERRÂNEA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador., Financiador(es): FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - Auxílio financeiro.

  • 2003 - 2005

    ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB, Descrição: PARTICIPAÇÃO DO PROJETO DE ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB, COM DURAÇÃO DE 12 MESES, CUMPRINDO COM UMA CARGA HORÁRIA DE 40 HORAS MENSAIS TOTALIZANDO UMA CARGA HORÁRIA DE 480 HORAS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / José Geraldo V Baracuhy - Integrante.

  • 2002 - 2005

    Barramento com pneus usados para contenção de solo e água e terraceamento com tiras de pneus - BAPUCOSA e TETIP, Descrição: O projeto contempla pesquisa de diagnostico de água e monitoramento do solo em barragens subterrâneas, além da natureza de extensão decorrente das construção de barramentos com pneus usados (BAPUCOSA`s) e terraceamento com pneus usados(TETIP`s), construção de poços amazonas com anel premoldado, confecção de cartilha e vídeo sobre as técncias desenvolvidas, além de realização de dias de campo para alunos e técnicos das ciências agrárias sobre as técnicas desenvolvidas no projeto... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / VERA L. A. LIMA - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante / MARIA BETÂNIA RODRIGUES SILVA - Integrante.

  • 2001 - 2002

    DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL), Descrição: PARTICIPAÇÃO DA EXECUÇÃO DO PROJETO INTITULADO "DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL)" COORDENANDO EM CAMPO A REALIZAÇÃO DE CAPACITAÇÃO EM ARTESANATO CUMPRINDO COM UMA CARGA HORÁRIA DE 40 HORAS MENSAIS TOTALIZANDO UMA CARGA HORÁRIA DE 480 HORAS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / José Geraldo V Baracuhy - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante.

  • 1999 - 2000

    PROJETO: Plano de Manejo Integrado da Sub-bacia Hidrográfica do Riacho Paus Brancos (Sub-bacia do médio Bodocongó), Campina Grande-PB, Descrição: Realização de diagnóstico físcio-conservaionista, sócio economico e ambiental, diagnóstico de vegetação e dos recursos hídricos Desenvolvimento de unidades de produção a partir de construção de barragens subterrâneas, poços amazonas e instalação de sistema de irrigação localizado... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / Bartolomeu Garcia de S Medeiros - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DIJANEIDE GONÇALVES RAMOS - Integrante.

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Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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Prêmios

2010

Desempenho de materiais para drenagem subterrânea, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Salinidade/INCTSal.

2008

Menção Honrosa: Prêmio Telmo Silva de Araújo de Divulgação Científica - 2008, com o trabalho: Construção de Barragem Subterrânea na Cidade de Serra Branca - PB., Governo do Estado da Paraíba e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - FAPESQPB.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal de Campina Grande. , Rua da Independência, Prata, 58400480 - Campina Grande, PB - Brasil, Telefone: (83) 34314085, URL da Homepage:

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Experiência profissional

  • 2015 - Atual

    Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

    Vínculo: , Enquadramento Funcional:

  • 2012 - Atual

    ANGLO-AMERICANO

    Vínculo: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

  • 2011 - 2011

    ANGLO-AMERICANO

    Vínculo: PROFESSORA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

  • 2010 - 2010

    ANGLO-AMERICANO

    Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

  • 2010 - 2010

    ANGLO-AMERICANO

    Vínculo: PROFESSORA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

    Atividades

    • 04/2010

      Ensino, ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, RISCOS DO TRABALHO AGRÍCOLA

  • 2008 - 2008

    ASSESSORIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL, ASCIN, África do Sul

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

    Outras informações:
    PALESTRA MINISTRADA INTITULADA DE "ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO", NO WORKSHOP INTITULADO " A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA", QUE CONSTITUIU PARTE DA PRIMEIRA ETAPA DO PROJETO AGES (APLICAÇÕES DE GOVERNO ELETRÔNICO PARA EVA EMPREENDEDORA E SEGURA)/ PROÁFRICA/ASCIN/CNPq, REALIZADO EM CAMPINA GRANDE, NO PERÍODO DE 15 a 19 DE SETEMBRO DE 2008.

  • 2006 - 2006

    Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Colaboradora na formatação de Projetos na Área Agrária.

    Atividades

    • 01/2006 - 06/2006

      Estágios , MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, .,Estágio realizado, ESTÁGIO CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA MENSAL DE 40 HORAS.

  • 2004 - 2007

    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Executora e Colaboradora, Carga horária: 40

    Outras informações:
    Pesquisadora e Executora do Projeto:Manejo Integrado de Microbacia Hidrográfico no Sertão da Paraíba, com Processo nº 504.139/2003-7, ConvênioUFCG/CNPq, Edital MCT/CNPQ /CT HIDRO 01/2003

  • 2017 - Atual

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaboradora, Carga horária: 4

    Outras informações:
    Participação de Comissão destinada à avaliação e alteração do regimento do Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Sistemas Agroindustriais - PPGSA, modalidade Acadêmico e Profissional do CCTA/UFCG.

  • 2013 - Atual

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: PROFESSORA EFETIVA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2010 - Atual

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Projeto Reuso parceria com ANA, Carga horária: 4

  • 2017 - 2018

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: REPRES. DO CCTA NA CÂMARA PESQUIS E EXTENSÃO, Carga horária: 4

    Outras informações:
    REPRESENTANTE DO CCTA NA CÂMARA DE PESQUISA E EXTENSÃO.

  • 2013 - 2013

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: PROFESSORA SUBSTITUTA, Carga horária: 40

    Outras informações:
    PROFESSORA DAS DISCIPLINAS HIDRÁULICA APLICADA, GEOPROCESSASMENTO, CARTOGRAFIA APLICADA, FOTOGRAMETRIA E PLANEJAMENTO AMBIENTAL.

  • 2013 - 2013

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: PROFESSORA SUBSTITUTA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

    Outras informações:
    DISCIPLINAS MINISTRADAS NO PERÍODO 2013.1: CARTOGRAFIA GEOPROCESSAMENTO HIDRÁULICA APLICADA DISCIPLINAS MINISTRADAS NO PERÍODO 2013.2 CARTOGRAFIA FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO GEOPROCESSAMENTO HIDRÁULICA APLICADA PLANEJAMENTO AMBIENTAL TERMODINÂMICA

  • 2010 - 2011

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PROF. DO MÓDULO GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICA, Carga horária: 4

  • 2010 - 2010

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

    Outras informações:
    ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS NO PRIMEIRO SEMESTRE.

  • 2010 - 2010

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

    Outras informações:
    ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS NO SEGUNDO SEMESTRE.

  • 2008 - 2008

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 1

    Outras informações:
    PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "CONSERVAÇÃO DE ÁGUA IN SITU" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

  • 2008 - 2008

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

    Outras informações:
    PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "POTENCIAL DA ÁGUA NO SOLO" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

  • 2008 - 2008

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

    Outras informações:
    PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

  • 2008 - 2008

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

    Outras informações:
    PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "EVAPOTRANSPIRAÇÃO E EROSÃO DOS SOLOS" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

  • 2008 - 2008

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

    Outras informações:
    ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS, NO SEGUNDO SEMESTRE.

  • 2003 - 2006

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA/Executora, Carga horária: 40

    Outras informações:
    PARTICIPAÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROJETO "MANEJO INTEGRADO DE MICROBACIA HIDROGRÁFICA NO SERTÃO DA PARAÍBA - MISOPA", COM PROCESSO Nº 504.139/2003-7, (EDITAL MCT/CNPq/CT-HIDRO 01/2003), REALIZANDO O LEVANTAMENTO DOS DADOS E PROCESSANDO OS DIAGNÓSTICOS SÓCIO-ECONÕMICO E AMBIENTAL. O PROJETO SE ENCONTRA EM FASE DE CONCLUSÃO (DEZEMBRO DE 2006) E TEM DURAÇÃO TOTAL DE 29 MESES.

  • 2002 - 2005

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA/Executora, Carga horária: 40

    Outras informações:
    PARTICIPAÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROJETO "BARRAMENTO COM PNEUS USADOS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA E TERRACEAMENTO COM TIRAS DE PNEUS - BAPUCOSA e TETIP", SOB CONVÊNIO DA UFPB/FUNASA N° 158/02, ONDE O MESMO TEVE DURAÇÃO DE 36 MESES.

  • 2001 - 2002

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária/Executora, Carga horária: 40

    Outras informações:
    COLABORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NO PROJETO DE EXTENSÃO "IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS DE MUNDURUKÚ-SATERÉ", SOB CONVÊNIO DO CEDAC/FNMA Nº 024/01, PROCESSO MMA/FNMA Nº 02000.000627/2001-85, NO PERÍODO 12 MESES DE SETEMBRO DE 2001 A AGOSTO DE 2002.

  • 2001 - 2002

    Universidade Federal de Campina Grande

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária/Executora, Carga horária: 40

    Outras informações:
    COLABORADORA E EXECUTORA DO PROJETO "DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL)". CONVÊNIO DA UFPB/MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - PROGRAMA UNISOL - UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA, NO PERÍODO 12 MESES, ENTRE O ANO DE 2001 E 2002.

    Atividades

    • 06/2010 - 12/2010

      Estágios , Reitoria, .,Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS.

    • 03/2010 - 06/2010

      Estágios , Reitoria, .,Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLIMA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS.

    • 06/2008 - 12/2008

      Estágios , Reitoria, .,Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA.

  • 2001 - 2002

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: livre, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

    Outras informações:
    Monitoria - Sensoriamento Remoto na Universidade Federal da Paraíba

  • 1999 - 2001

    Universidade Federal da Paraíba

    Vínculo: livre, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

    Outras informações:
    Monitoria - Conservação do Solo e da Água da Universidade Federal de Campina Grande - PB

  • 2004 - 2004

    Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA, Carga horária: 10

    Outras informações:
    PARTICIPAÇÃO DE PROJETO DE ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB.

  • 1999 - 1999

    Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: pesquisadora, Carga horária: 10

    Outras informações:
    PARTICIPAÇÃO NA ELABORAÇÃO DOS DIAGNÓSTICOS AMBIENTAL E SÓCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA DO RIACHO SÃO PEDRO, LOCALIZADO NO ASSENTAMENTO PAUS BRANCO, MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB, COM CARGA HORÁRIA DE 160 HORAS, NO PERÍODO DE NOVEMBRO DE 1999.

  • 2015 - 2015

    Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia

    Vínculo: Palestrante, Enquadramento Funcional: Ministração de Palestra na SOEA/CONTECC, Carga horária: 4

    Outras informações:
    Ministração de Palestra sobre Técnicas Inovadoras de Recursos Hídricos em Regime de Escassez na 72 Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA) e Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (CONTECC'2015), no dia 18 de setembro de 2015.