Aline Costa Ferreira

Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Campina Grande (2007), Especialista em Desenvolvimento Sustentável para o Semiárido Brasileiro, Especialista em Gestão da Agroindústria Sucroalcooleira, Mestre em Irrigação e Drenagem pela UFCG (2009) e Doutora em Irrigação e Drenagem pela UFCG, Professora das disciplinas de Fotogrametria e Desenho técnico do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar/CCTA da Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Experiência na área de Engenharia Agrícola, com ênfase em Engenharia Agrícola, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenho Técnico, Sensoriamento Remoto, Geoprocessamento, Conservação do Solo e da Água, Manejo Integrado de Bacias, Desenvolvimento Sustentável, Barragem Subterrânea, Reúso de Águas, Fitorremediação, Irrigação e Drenagem, Técnicas Alternativas de Drenagem e etc.

Informações coletadas do Lattes em 28/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Engenharia Agrícola

2009 - 2013

Universidade Federal de Campina Grande
Título: Unidade de Produção Agrícola Irrigada com Águas Cinzas de Lavanderia Pública no Semiárido Paraibano
Orientador: José Geraldo V. Baracuhy/Vera Lúcia Antunes de Lima
, Ano de obtenção: 2013. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: água residuária; reuso; Desenvolvimento Sustentável; MATERIAL ALTERNATIVO.Grande área: Ciências Agrárias

Mestrado em Engenharia Agrícola

2007 - 2009

Universidade Federal de Campina Grande
Título: DRENAGEM AGRÍCOLA UTILIZANDO DIFERENTES TIPOS DE ÁGUA E SISTEMAS DRENANTES
, Ano de Obtenção: 2009.VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA.Palavras-chave: reuso; TUBO; ENVOLTÓRIO; ÁGUA; MATERIAL ALTERNATIVO.Grande área: Ciências Agrárias

Especialização em GESTÃO DA AGROINDÚSTRIA SUCROALCOOLEIRA

2009 - 2010

Universidade Federal de Campina Grande
Título: Desempenho de bagaço de cana-de-açúcar e fibra de sisal na drenagem subterrânea
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCANCELOS BARACUHY
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Especialização em DESENVOLVIMENTO SUSTENT. PARA O SEMI-ÁRIDO BRAS.

2007 - 2008

Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior
Título: ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE HÍDRICA NO SERTÃO PARAIBANO
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCANCELOS BARACUHY

Aperfeiçoamento em curso de capacitação em Hidrometria na Gestão Inte

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande
Título: CURSO DE CAPACITAÇÃO EM HIDROMETRIA E ECOBATIMETRIA. Ano de finalização: 2008

Graduação em andamento em Ciências Agrárias

2013 - Atual

Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Ciências Agrárias

2013 - 2020

Universidade Federal da Paraíba
Título: TECNOLOGIA SOCIAL NO APROVEITAMENTO DE ÁGUAS CINZA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA
Orientador: Elizandra Ribeir o de Lima Pereira

Graduação em Engenharia Agrícola

1997 - 2007

Universidade Federal de Campina Grande
Título: DIAGNÓSTICO SOCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO RIACHO DA SERRA, SÃO JOSÉ DO SABUGI, PB
Orientador: JOSÉ GERALDO DE VASCONCELOS BARACUHY

Formação complementar

2012 - 2012

Extensão universitária em TÉCNICAS Y MODELOS DE OASIFICACIÓN. (Carga horária: 60h). , UNIVERSIDADE DE VALLADOLID, UVA, Espanha.

2011 - 2011

EIA/RIMA, AIA, PASSIVOS AMBIENTAIS. (Carga horária: 40h). , Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário, CEDAC, Brasil.

2007 - 2007

Curso de Processamento Digital de Imagens, com o u. (Carga horária: 80h). , CENTRO DE DIFUSÃO E APOIO COMUNITÁRIO, CEDAC, Brasil.

2005 - 2005

AutoCAD 2D e inicialização a AutoCAD avançado 3D. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

2002 - 2002

Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia. (Carga horária: 9h). , CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, CREA, Brasil.

2001 - 2001

Marketing para Engenharia, Arquitetura e Agronomia. (Carga horária: 9h). , Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB, CREA-PB, Brasil.

2001 - 2001

Diag. Amb. em Micro B Hidrog. do semi-árido Brasi. (Carga horária: 24h). , Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB, CREA-PB, Brasil.

2001 - 2001

Unidades de Conservação e Ecoturismo. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2001 - 2001

Microbiologia aplicada a Eng Sanitária e Ambiental. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2000 - 2000

"Aplicação da Legisl. Amb. no Exercício Profiss.". (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2000 - 2000

Uso de águas residuárias em irrigação. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Brasil.

1999 - 1999

Produção de Forragem Hidropônica. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Manejo integrado de bacias hidrográficas. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Legislação para o Uso dos Recursos Hídricos. (Carga horária: 94h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

1999 - 1999

Empreendedorismo. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Engenharia Agrícola / Subárea: Engenharia de Água e Solo.

Organização de eventos

FERREIRA, A. C. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA. 2019. (Congresso).

FERREIRA, A. C. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA. 2018. (Congresso).

ARAÚJO, A. S. ; FERREIRA, A. C. ; OLIVEIRA, A. M. B. M. ; COSTA, C. C. ; PEREIRA, F. H. F. ; ROCHA, J. L. A. ; DANTAS, J. S. ; LOPES, K. P. ; ANDRADE SOBRINHO, L. G. ; BONFIM, M. P. ; MARACAJÁ, P. ; ARAUJO, R. H. C. R. ; CANDEIA, R. A. ; ALBUQUERQUE, W. G. ; CAVALCANTI, M. T. . III Simpósio de Ciência e Tecnologia Agroalimentar. 2017. (Outro).

FERREIRA, A. C. ; FURTADO, D. A. ; FRANCISCO, P. R. M. . CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA. 2017. (Congresso).

FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. ; FURTADO, D. A. . 5º Preparatório da Engenharia e Agronomia para o 8º Fórum Mundial da Água (Simpósio). 2017. (Outro).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. . CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2016. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. ; ARAÚJO, M. M. . CONGRESSO TÉCNICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2015. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. ; FRANCISCO, P. R. M. ; ARAÚJO, M. M. . CONGRESSO TÉCNICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA/CONTECC. 2014. (Congresso).

BARACUHY, J. G. V. ; FURTADO, D. A. ; FERREIRA, A. C. . 49ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS, 4º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR E 4º CONGRESSO DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. 2009. (Congresso).

FERREIRA, A. C. . SEMINÁRIO TÉCNICAS AGRÍCOLAS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA. 2007. (Outro).

Participação em eventos

XII ENEX.Valorização dos Cursos de Engenharia da UFCG nas Escolas Públicas do Município de Pombal-PB. 2019. (Encontro).

SEMINÁRIO ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO SUSTENTABILIDADE SÓCIO-ECONÔMICA-AMBIENTAL NA PARAÍBA. 2011. (Seminário).

2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA PARA O MEIO AMBIENTE. COMPARAÇÃO ENTRE ENVOLTÓRIOS NA DRENAGEM SUBTERRÂNEA. 2010. (Congresso).

49ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS, 4º CONGRESSO E 4º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. AGRONEGÓCIO. 2009. (Congresso).

I CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E III ENCONTRO NORDESTINO DE BIOGEOGRAFIA. SISTEMA DE DRENAGEM AGRICOLA ATRAVÉS DE TUBOS E ENVOLTÓRIO DE RASPAS DE BORRACHA UTILIZANDO ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Congresso).

XXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRICOLA/CONBEA. ANÁLISE DO PARÂMETRO FLUXO NO SISTEMA DRENANTE UTILIZANDO ENVOLTÓRIO DE PROCESSAMENTO DE FIBRA DE SISAL E ÁGUA DE ABASTECIMENTO. 2009. (Congresso).

48ª REUNIÃO ANUAL - 3º CONGRESSO - 3º FÓRUM DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. ESTUDO DOS NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DA BACIA DO RIACHO DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE, PB.. 2008. (Congresso).

FÓRUM INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE - A CONFERÊNCIA DA TERRA.ECO-RESIDÊNCIA RURAL DE ADEQUADA GESTÃO HÍDRICA. 2008. (Outra).

INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. ALTERNATIVE DRAING SYSTEMS IN THE UNDERGROUND DRAINAGE. 2008. (Congresso).

SEMINÁRIO SOBRE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR: MODALIDADE AGRONOMIA. 2008. (Seminário).

47ª REUNIÃO ANUAL DA ABEAS E 2° CONGRESSO DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. 2007. (Congresso).

SEMINÁRIO AGRONEGÓCIO DA CACHAÇA DO NORDESTE. 2007. (Seminário).

SEMINÁRIO TÉCNICAS AGRÍCOLAS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA. 2007. (Seminário).

XXXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. 2006. (Congresso).

Uso e reúso de águas de qualidade inferior. 2005. (Simpósio).

Seminário "Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção".. 2004. (Seminário).

Seminário Estatuto da Cidade - PB. 2002. (Seminário).

Sociedades e Territórios no Semi-Árido Brasileiro em busca da Sustentabilidade.. 2002. (Seminário).

XXXI Congresso Brasileira de Engenharia Agrícola. Levantamento de três parâmetros tecnológicos em uma microbaia hidrográfica do semi-árido nordestino. 2002. (Congresso).

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. Diagnóstico da qualidade alimentícia da comunidade de Paus Brancos.. 2001. (Congresso).

Simposio Brasileiro de Captação de Água de Chuva no Semi-árido. 2001. (Seminário).

XXX CONBEA. "ABORDAGEM SÓCIO-ECONÔMICA À PRODUTORES-FEIRANTES: NA LUTA CONTRA OS ATRAVESSADORES".. 2001. (Congresso).

XXX Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola. 2001. (Congresso).

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA. 2000. (Congresso).

Seminário em Educação Ambiental. 2000. (Seminário).

XXIX CONBEA. 2000. (Congresso).

Influência do El Niño na Agricultura e nos Recursos Hídricos do Semi-Árido.. 1998. (Seminário).

Participação em bancas

Aluno: Bertheanne Maciel Soares

MARACAJA, P. B.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.. ?A Difusão sobre Sustentabilidade da Agricultura Familiar no Nordeste Brasileiro?,. 2022. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Michael Douglas Sousa Leite

FERREIRA, A. C.; QUEIROZ, M. M. F.; MARINHO, M. A. O.. ?IMPACTO DA COVID-19 NA VIDA DOS AGRICULTORES E PRODUTORES FAMILIARES?. 2021. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Kelder José Alves de Oliveira

SOARES, L. A. A.; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.SILVA, V. F.; SOUZA, L. P.. ?Produção de Algodoeiros de Fibra Naturalmente Colorida sob Estresse Hídrico em Diferentes Fases Fenológicas?. 2021. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Rafael Vitor da Silveira Muniz

DANTAS, J. S.; SOARES, L. A. A.; MESQUITA, E. F.;FERREIRA, A. C.. Tomate Cereja em Função de Doses de Potássio Cultivado em Luvissolo e Vertissolo, São Domingos-PB. 2020. Dissertação (Mestrado em Horticultura Tropical) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Gabriel Carlos Moura Pessôa

PISCOYA, V. C.; CUNHA FILHO, M.;FERREIRA, A. C.. Ambiente semiárido estoques de carbono orgânico e nitrogênio sob sistema silvipastoril e o manejo de solo tradicional. 2020. Dissertação (Mestrado em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Aluno: Lamartine Eduardo de Assis

SOARES, L. A. A.; SILVA, M. C. C.;FERREIRA, A. C.SILVA, V. F.. Ecofisiologia de Genótipos de Algodoeiro Colorido Submetidos a Combinações Nitrogênio-Potássio. 2020. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Lamartine Eduardo de Assis

SOARES, L. A. A.; SILVA, M. C. C.;FERREIRA, A. C.; Silva, V. F. ?Ecofisiologia de Genótipos de Algodoeiro Colorido Submetidos a Combinações Nitrogênio-Potássio?. 2020. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Marcio Antonio Bezerra de Almeida Junior

ALBUQUERQUE, W. G.; LEITE, J. C. A.;FERREIRA, A. C.; Silva, V. F. ?Diagnóstico dos Impactos Ambientais Adversos Provenientes do Lançamento de Efluentes no Rio Piancó em Pombal-PB?. 2020. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: LAYSE JULIA ABÍLIO DINIZ MELQUIADES DE MEDEIROS

MARACAJÁ, P.B.;FERREIRA, A. C.; JAPIASSU, A.. CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DO LEITE COMERCIALIZADO NA MICRO-REGIÃO SERTANEJA DA PARAÍBA. 2019. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Noelma de Assis Leite

MARACAJA, P. B.;FERREIRA, A. C.; JAPIASSU, A.. A UTILIZAÇÃO ETNOBOTÂNICA NA FISIOTERAPIA: CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS. 2019. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: HUGO SARMENTO GADELHA

MARACAJÁ, P.B.;FERREIRA, A. C.; JAPIASSU, A.. PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS AGROINDUSTRIAIS. 2019. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Marina Paiva Baracuhy

NASCIMENTO, J. W. B.; FURTADO, D. A.; BORGES, V. P.;FERREIRA, A. C.. Unidade Produtiva de Alimentos em Edifícios Verticais no Semiárido Brasileiro. 2019. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Laerte Lacerda Leite

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.B.; JAPIASSU, A.. APLICAÇÃO DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTE NO MUNICÍPIO DE APARECIDA-PB. 2019. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: MOISÉS FERREIRA DE SOUSA

FERREIRA, A. C.; MARACAJA, P. B.; JAPIASSU, A.. O PAPEL DAS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA NO PROCESSO DE GESTÃO E INFRA-ESTRUTURA DO DPIVAS EM SOUSA-PB. 2019. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Kilmara Melo de Oliveira Sousa

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.B.; COSTA, R. O.. MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA DE ESGOTO DOMÉSTICO À AGRICULTURA FAMILIAR. 2019. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Glauciene Ferreira Freires

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.; RIBEIRO, G. N.. Fitossociologia de plantas daninhas na cultura do coentro em monocultivo e em consórcio com alface. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco Tales da Silva

FERREIRA, A. C.; RIBEIRO, G. N.; MARACAJÁ, P.. Análise fitossociológica e florística do bioma caatinga no município de Aparecida - PB. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Mayslane de Sousa Gomes

FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.. Caracterização das Condições de Trabalho Associadas ao Uso de Agrotóxicos: As Consequencias para Pequenos Agricultores. 2018. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: ANNA KARYNE ARRUDA GUEDES

FERREIRA, A. C.; COSTA, R. O.; MARACAJA, P. B.; JAPIASSU, A.. PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM DUAS AGROINDÚSTRIAS NA CIDADE DE SOUSA, PB.. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: KELLY CRISTINA MONTEIRO DOS SANTOS

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.B.; JAPIASSU, A.. ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NOS SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA AGROINDÚSTRIA DE LATICÍNIOS DO SERTÃO DA PARAÍBA.. 2018. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Estanley Pires Ribeiro

LEITE, J. C. A.;FERREIRA, A. C.. Avaliação da Qualidade Ambiental da Microbacia do açude Epitácio Pessoa, Cariri Oriental - Paraíba. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: José Rivamar de Andrade

FERREIRA, A. C.. DICIONÁRIO DE APICULTURA.. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Ana Claudia Cavalcanti Silva

FERREIRA, A. C.. OS AGRICULTORES FAMILIARES DO MUNICÍPIO DE LAVRAS DA MANGABEIRA- CEARÁ E O ACESSO AOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE: Um estudo de caso. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco Germano Leite Filho

FERREIRA, A. C.. AGRICULTURA FAMILIAR: TERRITORIALIDADE E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL.. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: DOUGLAS DA SILVA CUNHA

FERREIRA, A. C.. UM ESTUDO SOBRE OS SETORES ECONÔMICOS BRASILEIROS FRENTE AO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO. 2017. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: XANGAI GUSTAVO VARGAS

MARACAJA, P. B.;FERREIRA, A. C.; MOURA, F. G.. AS PATENTES NO SISTEMA AGROINDUSTRIAL BRASILEIRO E OS PRODUTOS BRASILEIROS PATENTEADOS PELOS ESTRANGEIROS.. 2017. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Anne Izabelly Oliveira de Sousa

MARACAJA, P. B.; MOURA, F. G.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.. A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL FRENTE ÀS DESIGUALDADES SOCIAIS GERADAS PELO AGRONEGÓCIO NO BRASIL.. 2017. Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Carla Rocha Pordeus

FERREIRA, A. C.. MARCO REGULATÓRIO ACERCA DOS AGROTÓXICOS NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA LEGISLATIVA MUNICIPAL SOBRE AGROTÓXICOS NO ÂMBITO DE SOUSA-PB.. 2016. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Rosélia Maria de Sousa Santos

FERREIRA, A. C.. GUIA TÉCNICO DAS ABELHAS NATIVAS DO BRASIL. 2016. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Monnizia Pereira Nóbrega

FERREIRA, A. C.. INTERMEDIAÇÃO DE TERCEIROS NA COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS APÍCOLAS NO PERÍMETRO IRRIGADO DAS VÁRZEAS DE SOUSA-PB. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Petrúcia Marques Sarmento Moreira

FERREIRA, A. C.. MECANISMO DE PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO DA APICULTURA DO PERÍMETRO VÁRZEAS DE SOUSA-PB. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Glauco Medeiros Ramos

FERREIRA, A. C.. UTILIZAQÇÃO DE INULINA E FIBRA DE LARANJA COMO SUBSTITUTO DE GORDURA EM MORTADELA DE PEIXE. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Maria da Glória Borba Borges

FERREIRA, A. C.. Estudo sobre a sustentabilidade: Aspectos sócio, econômico e ambientais em cinco associações de apicultores no Sertão Paraibano. 2015. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

LIMA, V. L. A.; ANDRADE, L. O.;BARACUHY, J. G. V.FERREIRA, A. C.. Pimenteira em Extratos Orgânicos sob Diferentes Lâminas de Irrigação. 2015. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Priscilla de Lima Araújo

FERREIRA, A. C.. IMPORTÂNCIA DO ARRANJO PRODUTIVO DO LEITE, BENEFICIAMENTO E INDUSTRIALIZAÇÃO DE SEUS DERIVADOS NO VALE DO PIANCÓ-PB. 2014. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: José Sebastião de Melo Filho

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. O ETNOCONHECIMENTO DAS PLANTAS MEDICINAIS NO MUNICÍPIO DE CATOLÉ DO ROCHA - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Caetano josé de Lima

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. POTENCIAL DA BUCHA VEGETAL LUFFA CYLINDRICA NA PRODUÇÃO E CARACTERÍSTICA DO NÉCTAR NO MUNICÍPIO DE SOUSA - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Alec Van de França Sousa

MARACAJÁ, P.; ARAÚJO, A. S.; SILVA, R. A.;FERREIRA, A. C.. ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE NO PROCESSO PRODUTIVO DE HORTALIÇAS REALIZADO POR AGRICULTORES FAMILIARES NA COMUNIDADE DE VÁRZEA COMPRIDA DOS OLIVEIRAS - POMBAL/PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: WALNARA ARNOULD MOURA FORMIGA

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. VIABILIDADE DA INCORPORAÇÃO DO MEL DE ABELHA NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DE UMA UNIDADE DE ENSINO EM SÃO DOMINGOS - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: JUCIÊ DE SOUSA ALMEIDA

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ANÁLISE DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO POLO DE DESENVOLVIMENTO AGROINDUSTRIAL DO ALTO-PIRANHAS - PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Cristiane Queiroz Reis

FARIAS, C. A. S.; SANTOS, R. B.;FERREIRA, A. C.. AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DOS RESERVATÓRIO ENGENHEIRO ÁVIDOS E SÃO GONÇALO-PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Reginaldo Tácio França Vieira Ferreira

FERREIRA, A. C.. UM OLHAR DA CONTABILIDADE SOBRE A CADEIA PRODUTIVA APÍCOLA NA COOPERATIVA DE APICULTORES DE CATOLÉ DO ROCHA, PB. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Suziane Alves Josino Lima

FERREIRA, A. C.; TEJO, M.; MACHADO, A. V.. AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA, MICROBIOLÓGICA E SENSORIAL DA ÁGUA DE COCO VERDE COMERCIALIZADAS PELAS INDÚSTRIAS DO SERTÃO DA PARAÍBA E DO CEARÁ. 2013. Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: RUBENIA DE OLIVEIRA COSTA

FERREIRA, A. C.; BARACUHY, J. G. V.; FARIAS, C. A. S.; FARIAS, S. A. R.; ALBUQUERQUE, W. G.; ROCHA, J. S. M.; NASCIMENTO, J. J. S.; MEDRONHO, R. A.. Tratamento de Água Cinza Visando o Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar. 2021. Tese (Doutorado em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: RUBENIA DE OLIVEIRA COSTA

NASCIMENTO, J. J. S.; MEDRONHO, R. A.;FERREIRA, A. C.; FARIAS, C. A. S.; BARACUHY, J. G. V.; ROCHA, J. S. M.; MARACAJA, P. B.; FARIAS, S. A. R.; ALBUQUERQUE, W. G.. ?Tratamento de Água Cinza Visando o Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar?. 2021. Tese (Doutorado em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Altevir Paula de Medeiros

SILVA, O. S.; MARACAJA, P. B.; MOREIRA, J. N.; RIBEIRO, G. N.; MARIZ, M. C. A.;FERREIRA, A. C.. ?Enriquecimento Protéico do Farelo de Sorgo Sorghum bicolor L. Moench Por Levedura Saccaromyces Cerevisiae como Alternativa na Alimentação Suplementar de Abelhas?. 2021. Tese (Doutorado em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: RUBENIA DE OLIVEIRA COSTA

NASCIMENTO, J. J. S.; MEDRONHO, R. A.; MARACAJA, P. B.; FARIAS, C. A. S.; FARIAS, S. A. R.; BARACUHY, J. G. V.;FERREIRA, A. C.. Unidades de Produção Agrícola Controlada com Hidrociclones no Processo de Tratamento de Efluentes. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fernanda Silva de Souza

SOARES, L. A. A.; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.SILVA, V. F.. Aspectos Ecofisiológicos e Produção do Algodoeiro sob Estresse Salino e Ácido Salicílico. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Kátia Rejane Pereira de Queiroga

FERREIRA, A. C.; SILVA, R. A.; MARACAJA, P. B.; Costa, R. O.. Inovação Tecnológica para a Crise Hídrica da Agricultura Familiar do Semiárido. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Daniel Ramalho Dantas Araújo

FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.B.; COSTA, R.O. A Captação da Água de Chuva para Regularizar a Vazão de Abastecimento de Irrigação da Agricultura Familiar. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Jamilton Costa Pereira

FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.; MARACAJÁ, P.; RIBEIRO, G. N.. Avaliação de Impactos Ambientais nas Águas da Sub-bacia do Rio do Peixe e seus Efeitos na Produção Agroindustrial. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Jamilton Costa Pereira

FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.; MARACAJA, P. B.; RIBEIRO, G. N.. Avaliação de Impactos Ambientais nas Águas da Sub-Bacia do Rio do Peixe e seus Efeitos na Produção Agroindustrial. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Michael Douglas Sousa Leite

FERREIRA, A. C.; QUEIROZ, M. M. F.; ALBUQUERQUE, W. G.. ?IMPACTO DA COVID-19 NA VIDA DOS AGRICULTORES E PRODUTORES FAMILIARES INSERIDOS NOS PROGRMAS PNAE E PAA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO?. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Geraldo Faustino dos Santos Sobrinho

FERREIRA, A. C.; ALBUQUERQUE, W. G.; QUEIROZ, M. M. F.. ?IMPACTOS AMBIENTAIS DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO E O USO DA ÁGUA NAS VILAS PRODUTIVAS RURAIS DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DE PIRANHAS ? PB?. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Leudiane Holanda Lavor

FERREIRA, A. C.; QUEIROGA, I. M. B. N.; GONCALVES, M. C.. ?IMPACTOS DO PROGRAMA ?SELO MUNICÍPIO VERDE? NO USO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS NATURAIS NA AGRICULTURA FAMILIAR DO CENTRO SUL CEARENSE?. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Lamartine Eduardo de Assis

SOARES, L. A. A.; SILVA, M. C. C.;FERREIRA, A. C.; AGRA, P. F. M.. Ecofisiologia de Genótipos de Algodoeiro Colorido Submetidos a Combinações Nitrogênio-Potássio. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Kelder José Alves de Oliveira

SOARES, L. A. A.; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.SILVA, V. F.. Tolerância de Genótipos de Algodoeiros Coloridos sob Estresse Hídrico em Diferentes Estádios de Desenvolvimento. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fernanda Silva de Souza

SOARES, L. A. A.; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.; SILVA, V. F.; SOUZA, L. P.. ?Aspectos Ecofisiológicos e Produção do Algodoeiro Colorido sob Estresse Salino e Ácido Salicílico?,. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Kelder José Alves de Oliveira

SOARES, L. A. A.; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.; SILVA, V. F.; SOUZA, L. P.. ?Tolerância de Genótipos de Algodoeiros Coloridos sob Estresse Hídrico em Diferentes Estádios de Desenvolvimento?. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Lamartine Eduardo de Assis

SOARES, L. A. A.; SILVA, M. C. C.;FERREIRA, A. C.; AGRA, P. F. M.. ?Ecofisiologia de Genótipos de Algodoeiro Colorido Submetidos a Combinações Nitrogênio-Potássio?. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Maria Helena Carvalho Costa

FERREIRA, A. C.; AGRA, P. F. M.. ANÁLISE DO DESEMPENHO DO PROGRAMA ÁGUA DOCE NA BUSCA PELO AUMENTO DE PRODUÇÃO NATURAL EM TEMPOS DE ESTIAGEM NO AGRUPAMENTO FUNDIÁRIO CAIÇARA NO MUNICÍPIO DE AMPARO- PB. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fernanda Fernandes Barbosa

MARACAJA, P. B.;FERREIRA, A. C.; COSTA, R.O; JAPIASSU, A.. CONTRIBUIÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE COLETIVA DAS MULHERES NA APICULTURA. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: HUGO SARMENTO GADELHA

MARACAJÁ, P.B.;FERREIRA, A. C.; COSTA, R.O. PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS AGROINDUSTRIAIS. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Débora Janyne Barbosa Martins

SILVA, R. A.;FERREIRA, A. C.; NOGUEIRA, V. F. B.. Conforto Térmico de Baias de Suínos através de Telhados Verdes no Sertão Paraibano.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fernanda Fernandes Barbosa

MARACAJA, P. B.;FERREIRA, A. C.; Costa, R. O.; JAPIASSU, A.. Contribuições para Construção da Identidade Coletiva das Mulheres na Apicultura. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: OLÍMPIA MARIA ALENCAR SANTOS E OLIVEIRA

SILVA, R. A.;FERREIRA, A. C.; MARACAJÁ, P.; DANTAS, J. S.. Avaliação da Percepção da Educação Ambiental e de seus Métodos na Formação Cidadã de uma Comunidade Escolar no Município de Pombal-PB. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: DANILO DE MEDEIROS ARCANJO SOARES

MARACAJÁ, P.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RIBEIRO, G. N.. ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DOS PRODUTORES DE PIMENTA DE QUIXABA, PB. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: DOUGLAS DA SILVA CUNHA

MOURA, F. G.;FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, A. C.. Um Estudo sobre os Setores Econômicos Brasileiros Frente ao Processo de Globalização. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Narcaângela Queiroga da Silva

MOURA, F. G.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RODRIGUES, A. P. M. S.; SANTOS, J. O.. As Políticas de Desenvolvimentos do Nordeste Brasileiro. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: XANGAI GUSTAVO VARGAS

MOURA, F. G.; MEDEIROS, A. C.;FERREIRA, A. C.; RODRIGUES, A. P. M. S.; SANTOS, J. O.. As Patentes no Sistema Agroindustrial Brasileiro e os Produtos Brasileiros Patenteados pelos Estrangeiros. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: FERNANDO ESWTEVAM DE MEDEIROS

FERREIRA, A. C.. RISCOS OCUPACIONAIS DOS AGRICULTORES DA APICULTURA FAMILIAR. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Narcaângela Queiroga da Silva

FERREIRA, A. C.. AS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE BRASILEIRO. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: JOSE NUNES DE OLIVEIRA NETO

FERREIRA, A. C.. A LEGISLAÇÃO E A SUSTENTABILIDADE DA MELIPONICULTURA A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Marcus Vinícius do Carmo Loiola

FERREIRA, A. C.. INCLUSÃO DIGITAL DOS APICULTORES OBJETIVANDO NOVAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: DANILO RODRIGUES M ARTINS

FERREIRA, A. C.. DA NECESSIDADE DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PARA UTILIZAÇÃO DO REUSO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS: ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DO MARCO LEGAL PARA UTILIZAÇÃO NOS MEIOS AGROINDUSTRIAIS. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Helton Magno de Sousa Gonçalves

MARACAJÁ, P.; MEDEIROS, A. C.; QUEIROGA, I. M. B. N.;FERREIRA, A. C.. Sustentabilidade agropecuária em assentamentos da região Sousa-PB. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco César Martins de Oliveira

SANTOS, V. S.; FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.. Gerenciamento de águas na agroindústria: Uma análise jurídico-hídrica do laticínio Belo Vale em Sousa, PB. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

LIMA, V. L. A.; ANDRADE, L. O.; FERNANDES, J. D.; DANTAS NETO, José; LIMA, G. S.;FERREIRA, A. C.. Níveis de Águas de Qualidades Desiguais no Cultivo Orgânico de Pimenteiras de Bico. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Eliana Pereira de Sousa

FERREIRA, A. C.. Qualidade físico-química e microbiológica de água residuária doméstica pós-tratada no cultivo de hostículas na agricultura familiar. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Alberto Salgado Bandeira

BANDEIRA, A. S.; MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO ETNOVETERINÁRIO NO SERTÃO PARAIBANO. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Jose Aldenor de Sousa

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. DETECÇÃO DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS NO MEL DE ABELHA. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Claudia Sarmento Gadelha

MARACAJÁ, P.; MACHADO, A. V.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO DO ETNOCONHECIMENTO DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS UTILIZADOS PELOS MÉDICOS QUE ATENDEM NOS PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA NOS MUNICÍPIOS DE SOUSA E POMBAL-PB. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: ALAN DÉL CARLOS GOMES CHAVES

MARACAJÁ, P.; QUEIROZ, M. M. F.;FERREIRA, A. C.. SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AGRICULTURA FAMILIAR NO SEMIÁRIDO. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Décio Carvalho Lima

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTRUTURA DE COMERCIALIZAÇÃO DO MEL DE ABELHA AFRICANIZADA NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE - PB. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Francisco Ariclenes Olinto

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ATIVIDADE OVICIDA E LARVICIDA IN VITRO DO EXTRATO DE PRÓPOLIS E GEOPRÓPOLIS SOBRE HAEMONCHUS CONTORTUS. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Leonardo da Silva Araújo

MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL NO MUNICÍPIO DE POMBAL. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: ALINE CARLA DE MEDEIROS

FERREIRA, A. C.. ESTUDO DA TOXICIDADE DO NEONICOTINÓIDE THIAMETHOXAM SOBRE OPERÁRIAS DE Apis melifera L. (hymenoptera: apidae). 2013. Exame de qualificação (Mestrando em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Isabelle Albuquerque da Silva

FERREIRA, A. C.. Estudo do Gerenciamento de resíduos de uma Indústria de Papel Tissue de Campina Grande, PB. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Master Educacional - Faculdade Angloamericano.

Aluno: MARIA AMANDA GUEDES

FERREIRA, A. C.; SOARES, L. A. A.; AGRA, P. F. M.. IRRIGAÇÃO COM ÁGUAS SALINAS E ADUBAÇÃO SILICATADA NO CULTIVO DE QUIABEIRO. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Amanda Araújo Rodrigues

SILVA, R. A.; ARAÚJO, A. S.;FERREIRA, A. C.; MEDEIROS, W. P.. Avaliação de Plantas do Sertão Paraibano para a Introdução na alimentação de Animais. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Marcia MakalineRodrigues Pereira

FERREIRA, A. C.; SILVA, R. A.; Costa, R. O.. PRODUÇÃO DE MUDAS DEBERINJELA EM DIFERENTES TIPOS DE SUBSTRATOS ALTERNATIVOS. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Lígia de Sousa Barbosa

FERREIRA, A. C.; SANTOS, R. B.; DANTAS, L.. CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES SOBRE O USO EFICIENTE DA ÁGUA EM ESCOLA PÚBLICA DA CIDADE DE CONDADO-PB. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Mateus de Sousa Lins

DANTAS, J. S.;FERREIRA, A. C.; LEITE, A. P.. Aptidão Agrícola de Solos na Fazenda Experimental do CCTA/UFCG. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Mateus de Sousa Lins

FERREIRA, A. C.; DANTAS, J. S.; SILVA, F. A.; LEITE, A. P.. APTIDÃOAGRÍCOLA DE SOLOS NA FAZENDA EXPERIMENTAL DO CCTA/UFCG. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Sidney Charles Ferreira da Silva

SANTOS, R. B.;FERREIRA, A. C.; SILVA, E. M.. Medidas de Intervenções para Melhoria das Condições Sanitárias na Zona Rural de São Domingos, PB. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Eliene Araújo Fernandes

SOUTO, L. S.;FERREIRA, A. C.; CHAGAS, I. M.. Crescimento e Desenvolvimento Inicial da Cultura da Moringa (Moringa oleífera L.) em Função de Níveis de Salinidade e Nitrogênio.. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: TAIANE DA SILVA DANTAS

SANTOS, R. B.;FERREIRA, A. C.; VIVIANE, FARIAS SILVA. ANÁLISE DE IMPACTOS AMBIENTAIS DE UM ATERRO CONTROLADO DO MUNICÍPIO DE RAFAEL FERNANDES, RN.. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Luisa Thaynara Muricy de Souza Silva

SEVERO, C. G. S.; SOUZA, L. M. C.;FERREIRA, A. C.. Reciclagem de Resíduos Industriais Minerais para Uso na Indústria da Construção Civil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Natali Lino de Lucena

FERREIRA, A. C.; SANTOS, R. B.. Proposta de Reuso de águas da Residência Universitária da UFCG, Campus Pombal. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Luisa Thaynara Muricy de Souza Silva

SEVERO, C. G. S.;FERREIRA, A. C.; SOUZA, L. M. C.. Reciclagem de Resíduos Industriais Minerais para Uso na Indústria da Construção Civil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: KAIO VINICIUS DE OLIVEIRA FERREIRA

FERREIRA, A. C.. CONSTRUÇÃO DA CURVA CHAVE DO RIO PIANCÓ PIRANHAS USANDO MEDIDOR ACÚSTICO DE VAZÃO COM EFEITO DOPPLER E MEDIÇÃO AUTOMÁTICA DE NÍVEL DE ÁGUA. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: GRAZIELA PINTO FREITAS

FERREIRA, A. C.. PROPOSTA DE SISTEMA DE TRATAMENTO DO CAMPUS POMBAL/UFCG. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Luara Lourenço Ismael

FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.; ALBUQUERQUE, W. G.. DESEMPENHO DE PROCESSOS DE COMPOSTAGEM EM PEQUENA ESCALA: UM ESTUDO COMPARATIVO NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Wanessa Alves Martins

FERREIRA, A. C.. Diagnóstico do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Pombal, PB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Fábia Paloma da Silva Galvão

FERREIRA, A. C.. Estudo do Manejo de Resíduos Hospitalares do município de Jericó, PB. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Dyego Assis Lourenço

FARIAS, C. A. S.;FERREIRA, A. C.; LEITE, J. C. A.. ANÁLISE LOGÍSTICA DA LOCALIZAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DO CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MÉDIO PIRANHAS - PB. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: CLEIDIMILSON DOS SANTOS VIEIRA

Rached; BARACUHY, J. G. V.;FERREIRA, A. C.. AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS AGRICOLAS DE CAPTAÇÃO DE AGUA E SOLO APÓS 8 ANOS DE INSTALAÇÃO NO ASSENTAMENTO PAUS BRANCOS, CATURITÉ-PB. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Viviane Farias Silva

BARACUHY, J. G. V.; Rached;FERREIRA, A. C.Denise de Jesus Lemos Ferreira. AVALIAÇÃO DA DETERIORAÇÃO SÓCIOECONÔMCA E AMBIENTAL NA SEÇÃO JUSANTE DO RIACHO DAS PIABAS - PB. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

Aluno: Renato Lima Ramos

GOMES, J. P.; SANTOS, J. A.;FERREIRA, A. C.. DIAGNÓSTICO SÓCIOECONÔMICO E TECNOECOLÓGICO À IMPLANTAÇÃO DE TÉCNICAS CONSERVACIONISTA NO SÍTIO LUTADOR - QUEIMADAS - PB. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal de Campina Grande.

SANTOS, A. P.;FERREIRA, A. C.; SILVA, A. Z.. Comissão Examinadora do Concurso Público para Provimento de Cargo da Carreira do Magistério Superior, na Coordenação do Curso de Engenharia Agrícola, na Área de Máquinas e Implementos Agrícolas - Edital 13/2018 PROEN/UFMA.. 2018. Universidade Federal do Maranhão.

NASCIMENTO, J. W. B.;FERREIRA, A. C.; MARACAJA, P. B.; NASCIMENTO, J. J. S.. GEORREFERENCIAMENTO DA ATIVIDADE APÍCOLA COMO FERRAMENTA PARA PRODUÇÃO DE MEL NO SEMIÁRIDO. 2019. Universidade Federal de Campina Grande.

NASCIMENTO, J. J. S.;FERREIRA, A. C.; MARACAJA, P. B.; NASCIMENTO, J. W. B.. UTILIZAÇÃO DE EFLUENTE DOMÉSTICO TRATADO COMO FONTE NUTRICIONAL NA IRRIGAÇÃO DE GIRASSOL EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS NA PRODUÇÃO DE MEL. 2019. Universidade Federal de Campina Grande.

ALMEIDA, F. A.;FERREIRA, A. C.. Membro suplente do Colegiado do Curso de Graduação em Agronomia. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

SOUTO, L. S.; MARACAJÁ, P.;FERREIRA, A. C.. Comissão de reativação de Vínculo Institucional de aluno da Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias-UAGRA/CCTA/UFCG. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

FERREIRA, A. C.; BRITO, H. C.. Comissão de Elaboração do Edital para realização do processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto da Carreira de Magistério Superior, Professor Auxiliar, Classe A, Nível I, para área de conhecimento de Engenharia Rural: Desenho Técnico, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto da UAGRA/CCTA/UFCG. 2016. Universidade Federal de Campina Grande.

FERREIRA, A. C.; GOMES, J.; AZEVEDO, M. A.. ELEIÇÃO PARA ESCOLHA DE CHEFE E VICE-CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DO CCT DA UFCG.. 2001. Universidade Federal da Paraíba.

Orientou

JOSE NUNES DE OLIVEIRA NETO

GEORREFERENCIAMENTO DE ATIVIDADE APÍCOLA COMO FERRAMENTA PARA PRODUÇÃO DE MEL NO SEMIÁRIDO; Início: 2019; Tese (Doutorado em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande; (Coorientador);

ALAN DÉL CARLOS GOMES CHAVES

MONITORAMENTO DE ÁGUA DE EFLUENTE ASSOCIADO A UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA CONTROLADA COM A PRESENÇA DE UM SISTEMA DE SEPARAÇÃO ÓLEO/ÁGUA; Início: 2018; Tese (Doutorado em Engenharia de Processos) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);

VITÓRIA RÉGIA DO NASCIMENTO LIMA

Utilização de Filtro Biológico no Tratamento de Água para Produção Agrícola; Início: 2022; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; (Orientador);

Patrick Lima do Nascimento

TECNOLOGIA SOCIAL COM REUSO DE ÁGUA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA UTILIZANDO DOIS TIPOS DE IRRIGAÇÃO; Início: 2021; Iniciação científica (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

marcelo gonçalves nunes de oliveira morais

QUALIDADE DE ÁGUA DO RIO POTI NA REGIÃO DA GRANDE TERESINA, PI; 2023; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Ewerton de Souza Bronzeado

A CADEIA PRODUTIVA DO UMBU (Spondias tuberosa Arruda) NOS MUNICÍPIOS DE OLIVEDOS E SÃO VICENTE DO SERIDÓ, PARAÍBA; 2023; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Kátia Rejane Pereira de Queiroga

Ambientes Cultivados com Águas de Reúso para Produção de Forragem no Semiárido?; 2020; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Ana Maria Oliveira de Alencar

A IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO AGRONEGÓCIO, COMO FONTE DE DESENVOLVIMENTO NO SERTÃO PARAIBANO: UM ESTUDO DE CASO NA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA RURAL RIACHO DOS CURRAIS EM SÃO BENTINHO ? PB; ; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Laerte Lacerda Leite

APLICAÇÃO DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTE NO MUNICÍPIO DE APARECIDA-PB; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

MOISÉS FERREIRA DE SOUSA

O PAPEL DAS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA NO PROCESSO DE GESTÃO E INFRA-ESTRUTURA DO DPIVAS EM SOUSA-PB; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Kilmara Melo de Oliveira Sousa

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA DE ESGOTO DOMÉSTICO À AGRICULTURA FAMILIAR; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Kilmara Melo de Oliveira Sousa

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA DE ESGOTO DOMÉSTICO À AGRICULTURA FAMILIAR; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Maria Helena Carvalho Costa

Análise do desempenho do Programa Água Doce na busca pelo desenvolvimento rural em tempos de estiagem no Semiárido Paraibano; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

ALDANIZA GONÇALVES DE MORAES

Análise do Processo Produtivo de Polpa de Fruta em Agroindústria no Município de Lagoa Seca, PB; ; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Kaian Hudson de Sousa Araújo

O Caráter Extrafiscal do ICMS como Fomento ao Reuso de Água pela Agroindústria em Municípios do Semiárido Paraibano; 2019; Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Olívio Medeiros de Oliveira Netto

A atividade apícola no município de Condado-PB: Uma alternativa sustentável para a agricultura familiar; ; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Daniel Ramalho Dantas Araújo

A Captação da Água de Chuva para Regularizar a Vazão de Abastecimento de Irrigação da Agricultura Familiar; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

GERUSIA TRIGUEIRO BESERRA

Aspectos Jurídicos Administrativos e seus Impactos para a Gestão e Eficiente: Análise da realidade de uma Agroindústria no município de Pombal, PB; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Ana Paula Grangeiro Bonifácio

Estratégia Educacional e Administrativa para Recursos Humanos em Associações Agrícolas; 2019; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Jamilton Costa Pereira

Avaliação de Impactos Ambientais nas Águas da Sub-bacia do Rio do Peixe e seus Efeitos na Produção Agroindustrial; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Marcus Vinícius do Carmo Loiola

Geotecnologias Aplicadas ao Ensino de Geografia: Um Recurso Tecnológico de Aprendizado para o Ensino Médio; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

ANNA KARYNE ARRUDA GUEDES

PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM DUAS AGROINDÚSTRIAS NA CIDADE DE SOUSA, PB; ; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayslane de Sousa Gomes

Caracterização das condições de trabalho associadas ao uso de agrotóxicos: As consequencias para pequenos agricultores; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Michele da Fonseca Silva Farias

IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA INGLESA: UMA ANÁLISE DO ENSINO NAS ESCOLAS DAS ZONAS URBANA E RURAL DE MOSSORÓ, RN; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Ronaldo Alves Fernandes

IMPORTÂNCIA SOCIOECONÔMICA E AMBIENTAL DA ASSOCIAÇÃO DE APICULTORES DO MUNICÍPIO DE VIEIRÓPOLIS, PB; 2018; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Michele da Fonseca Silva Farias

Importância da Língua Inglesa: Uma Análise do Ensino nas Escolas das Zonas Urbana e Rural de Mossoró-RN; 2018; Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

KELLY CRISTINA MONTEIRO DOS SANTOS

ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NOS SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA AGROINDÚSTRIA DE LATICÍNIOS DO SERTÃO DA PARAÍBA; ; 2018; Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Narcaângela Queiroga da Silva

As Políticas de Desenvolvimento do Nordeste Brasileiro; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

XANGAI GUSTAVO VARGAS

As Patentes no Sistema Agroindustrial Brasileiro e os Produtos Brasileiros Patenteados pelos Estrangeiros; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

DOUGLAS DA SILVA CUNHA

Um Estudo Sobre os Setores Econômicos Brasileiros frente ao Processo Globalização; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Anne Izabelly Oliveira de Sousa

A Atuação do Serviço Social frente às Desigualdades Sociais Geradas pelo Agronegócio no Brasil; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Coorientador: Aline Costa Ferreira;

Helton Magno de Sousa Gonçalves

Sustentabilidade agropecuária em assentamentos da região Sousa, PB; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Kelly Cristina Monteiro

ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NOS SETORES ADMINISTRATIVOS DA AGROINDÚSTRIA LATICÍNIOS BELO VALE LTDA; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Diogenes Silva de Medeiros

Levantamento Florístico ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; ; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Wallina do Nascimento Vital

PROPOSTA DE ANTEPROJETO ARQUITETÔNICO DE UMA CASA DE MEL ´PARA O SERTÃO PARAIBANO; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Maria Helena Carvalho Costa

ANÁLISE DO DESEMPENHO DO PROGRAMA ÁGUA DOCE NA BUSCA PELO AUMENTO DE PRODUÇÃO NATURAL EM TEMPOS DE ESTIAGEM NO AGRUPAMENTO FUNDIÁRIO CAIÇARA NO MUNICÍPIO DE AMPARO- PB; 2017; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

XANGAI GUSTAVO VARGAS

AS PATENTES NO SISTEMA AGROINDUSTRIAL BRASILEIRO E OS PRODUTOS BRASILEIROS PATENTEADOS PELOS ESTRANGEIROS; ; 2017; Dissertação (Mestrado em Sistemas Agroindustriais) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Edivaldo Rabelo de Menezes

TURISMO SERRANO POTIGUAR: SOBREVOO DO POTENCIAL AO PRODUTO TURÍSTICO; 2015; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Décio Carvalho Lima

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E COMERCIAL DA APICULTURA EM SÃO BENTINHO-PB; 2015; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Fernando da Silva Ricarte

Estudo da própolis no controle de microrganismos patogenicos; ; 2015; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

ALAN DÉL CARLOS GOMES CHAVES

SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM AGRICULTURA FAMILIAR NO SEMIÁRIDO; 2014; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Leonardo da Silva Araújo

ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE DA PISCICULTURA NO MUNICIPIO DE COREMAS PB; 2014; Dissertação (Mestrado em SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS) - Universidade Federal de Campina Grande, ; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Loredanna Costa de Souza

Utilização de Sinalização de Segurança em Indústrias; 2014; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho) - Master Educacional - Faculdade Angloamericano; Orientador: Aline Costa Ferreira;

ROBERTO MORAES CAVALCANTE

O PERFIL DO CONSUMIDOR DA FEIRA ORGÂNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ? JOÃO PESSOA - PB; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Manejo Ecológico Integrado de Bacias Hidrográficas) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

KÁTIA MARIA ALVES MARQUES

O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALH) - Sociedade de Ensino Superior e Assessoria Técnica; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Cledinildo Lopes Brilhante

Diagnóstico Sócioeconômico da Comunidade Rural Várzea Comprida dos Oliveiras Município de Pombal, PB; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

AMANDA FERREIRA DA SILVA

Produção dos frutos de maracujá sob diferentes doses de NPK; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Eliene Araújo Fernandes

AMBIENTES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA COM IRRIGAÇÃO SUB-SUPERFIFICAL E BIOMETRIA DE TRÊS DIFERENTES CULTURAS; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ANÁLISE DA QUALIDADE DE ÁGUAS COMERCIALIZADAS NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Eliene Araújo Fernandes

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INICIAL DA CULTURA DA MORINGA (Moringa oleifera L; ) EM FUNÇÃO DE NÍVEIS DE SALINIDADE E NITROGÊNIO; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Elias Francisco dos Santos Filho

ANÁLISE PRODUTIVO E AMBIENTAL DO ASSENTAMENTO TODOS OS SANTOS NO MUNICÍPIO DE CANINDÈ- CE; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Leonard Ferreira de Araújo

Levantamento dos Impactos Ambientais e Proposta de Recuperação da Mata Ciliar em um Trecho do Rio Piranhas em Pombal, PB; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ESTUDO DE "FARMÁCIA NATURAL VERTICAL" PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Mayara Denise Santos da Costa

ESTUDO DE FAZENDA VERTICAL PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Weslley Bruno Belo de Souza

A monitoria no CCTA-2019; 2020; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Marcia Makaline Rodrigues Pereira

Produção de mudas espécies frutífera e espécies para arborização urbana; 2020; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Pedro Francisco do Nascimento Sousa

A monitoria no CCTA-2019; 2019; Orientação de outra natureza; (Engenharia Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande; Orientador: Aline Costa Ferreira;

Patricia Andrade

Projeto "Oficina de Ciências"; 2000; Orientação de outra natureza - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Aline Costa Ferreira;

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  • SILVA, V. F. ; FERREIRA, A. C. ; BRITO, K. S. A. ; OLIVEIRA, F. G. ; BARACUHY, J. G. V. . Aguas Pluviais Captadas atraves dos telhados em areas urbanas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; Xavier, J. F. ; Costa, R. O. ; BARACUHY, J. G. V. ; LIMA, V. L. A. ; MEDEIROS, J. X. . Utilização do bagaço da cana-de-açúcar e processamento de sisal na drenagem subterrân ea. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; LIMA, V. L. A. ; BARACUHY, J. G. V. . COMPARAÇÃO ENTRE ENVOLTÓRIOS NA DRENAGEM SUBTERRÂNEA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; LIMA, V. L. A. ; BARACUHY, J. G. V. ; SILVA, R. C. ; MEDEIROS, J. X. . ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS TIPOS DE ÁGUA NA DRENAGEM AGRÍCOLA UTILIZANDO ENVOLTÓRIO FIBRA DE PROCESSAMENTO DE SISAL. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LIMA, V. L. A. ; FERREIRA, A. C. ; SILVA, L. V. B. D. . DESEMPENHO DE MATERIAIS PARA DRENAGEM SUBTERRÂNEA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FERREIRA, A. C. ; Rached ; TRAVASSOS, K. D. ; BARACUHY, J. G. V. . CONSTRUÇÃO DE UMA CASA ECOLOGICAMENTE CORRETA UTILIZANDO TIJOLOS DE SOLO CIMENTO. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • FERREIRA, A. C. ; LIMA, V. L. A. ; DUARTE, K. L. S. ; SANTOS, J. C. ; PEREIRA, T. L. P. . AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM SISTEMA DE DRENAGEM SUBTERRANEA COM UTILIZAÇÃO DO ENVOLTÓRIO RASPAS DE BORRACHA DE SANDÁLIAS E ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; LIMA, V. L. A. ; TRAVASSOS, K. D. ; BARACUHY, J. G. V. ; MEDEIROS, J. X. . ANÁLISE DO PARÂMETRO FLUXO NO SISTEMA DRENANTE UTILIZANDO ENVOLTÓRIO DE PROCESSAMENTO DE FIBRA DE SISAL E ÁGUA DE ABASTECIMENTO. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . SISTEMA DE DRENAGEM AGRÍCOLA ATRAVÉS DE TUBOS E ENVOLTÓRIO DE RASPAS DE BORRACHA UTILIZANDO ÁGUA RESIDUÁRIA. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ESTUDO DOS NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO DA BACIA DO RIACHO DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE - PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . VARIABILIDADE ESPAÇO-TEMPORAL DA PRECIPITAÇÃO NO CARIRI PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ESTUDO DAS CLASSES DE VEGETAÇÃO DA BACIA DE BODOCONGÓ, CAMPINA GRANDE - PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . PROBLEMATIZAÇÃO DO USO DA ÁGUA A PARTIR DE ATIVIDADES LÚDICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL 1: DIFUSÃO DO CONSUMO CONSCIENTE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ENGINEERING/XXXVII BRASILIAN CONGRESS OF AGRICULTURAL ENGINEERING. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • TRAVASSOS, K. D. ; FERREIRA, A. C. ; SANTOS, J. S. . ALTERNATIVE TECHNIQUES FOR UNDERGROUND DRAINAGE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. ; TRAVASSOS, K. D. ; SANTOS, J. S. . ALTERNATIVE DRAING SYSTEMS IN THE UNDERGROUND DRAINAGEGE. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDÊNCIA RURAL DE ADEQUADA GESTÃO HÍDRICA. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. . ECO-RESIDENCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. . DIAGNOSTICO SÓCIO-ECONOMICO DA MICROBACIA HIDROGRAFICA DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DO SABUGI,PB. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. ; SILVA, M. B. R. ; MEDEIROS, B. G. S. ; BARACUHY, J. G. V. ; GUIMARÃES, F. S. ; RAMOS, D. G. ; SANTOS, J. S. ; Rached . AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO SOCIAL DE UMA COMUNIDADE DO SEMI-ÁRIDO NORDESTINOI. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MEDEIROS, B. G. S. ; DUARTE, S. M. A. ; FERREIRA, A. C. ; BARACUHY, J. G. V. ; Rached ; RAMOS, D. G. ; BATISTA, M. A. F. ; SANTOS, J. S. . LEVANTAMENTO DE TRÊS PARÂMETROS TECNOLÓGICOS EM UMA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GOMES, J. P. ; FERREIRA, A. C. ; MOTTA, J. ; RAMOS, D. G. ; PEDROSA, R. M. B. ; SANTOS, J. S. ; SANTANA, P. B. ; BARACUHY, J. G. V. . ABORDAGEM SÓCIO-ECONÔMICA À PRODUTORES-FEIRANTES: NA LUTA CONTRA OS ATRAVESSADORES. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BARACUHY, J. G. V. ; FERREIRA, A. C. ; MEDEIROS, B. G. S. ; RAMOS, D. G. ; NETO, J. D. . ALGUMAS CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS DO PRODUTOR RURAL: INTERFERÊNCIA NA SUA QUALIDADE DE VIDA. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • BARACUHY, J. G. V. ; QUEIROZ, U. C. ; FERREIRA, A. C. ; NETO, J. D. . DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE ALIMENTÍCIA DA COMUNIDADE DE PAUS BRANCO. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

BARACUHY, J. G. V. ; NETO, J. D. ; FERREIRA, A. C. . Diagnósticos Ambiental e Sócio-Econômico da Microbacia do Riacho São Pedro - campina Grande - PB. 1999.

FERREIRA, A. C. . ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008. (WORKSHOP "A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA").

FERREIRA, A. C. . TECNOLOGIA SOCIAL PARA GESTÃO AGRO-AMBIENTAL DO SEMI-ÁRIDO.. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

FERREIRA, A. C. . ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO. 2008 (WORKSHOP "A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA") .

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    TRATAMENTO BIOLÓGICO APLICADO EM ÁGUAS CINZA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA UTILIZANDO ÀS IRRIGAÇÕES SUBSUPERFICIAL E CONVENCIONAL, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador.

  • 2021 - 2022

    TECNOLOGIA SOCIAL COM REUSO DE ÁGUA PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA UTILIZANDO DOIS TIPOS DE IRRIGAÇÃO, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / PATRICK LIMA DO NASCIMENTO - Integrante.

  • 2021 - 2022

    TRATAMENTO DE ÁGUAS DISPONÍVEIS PARA USO DOMÉSTICO UTILIZANDO TRÊS COAGULANTES NATURAIS, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador.

  • 2020 - 2021

    INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CRISE HÍDRICA DA AGRICULTURA FAMILIAR DO SEMIÁRIDO, Descrição: A água é um recurso determinante para o desenvolvimento urbano, industrial e agrícola, principalmente na região semiárida, em que é um fator escasso. O reúso de água é uma alternativa viável para suprimento em usos não potáveis e pode ser aplicado em residências unifamiliares, em produção agrícola e nas mais diversas atividades, logo o objetivo deste trabalho é avaliar a tecnologia social com reuso de água para produção agrícola de pequenos produtores do semiárido. A pesquisa será desenvolvida nas instalações do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar/CCTA/UFCG. Os protótipos previamentes construídos foram impermeabilizados com lonas plásticas e forrados por uma camada de areia. Acima foi colocado o tubo de PVC de 100mm de diâmetro na posição vertical ficando aproximadamente 30 cm acima da superfície indo até a areia que é a base do sistema com o objetivo de fazer a irrigação sub-superficial e em seguida completado com o solo da própria escavação. Em cada protótipo será cultivado um tipo de forragem disponível na região, com destinação à alimentação animal. A irrigação será realizada sub-superficial através de regador três vezes por semana até que a mesma tenha seu sistema radicular desenvolvido para a partir daí buscar a água dentro das unidades através de suas raízes. Será feita a análise das águas utilizadas no sistema que serão as águas de abastecimento, água cinza e água salina e a análise físico-química será realizada no próprio local, onde serão analisados a condutividade elétrica (CE) medida com o condutivímetro, oxigênio dissolvido (OD) através do medidor de oxigênio, pH utilizando o peagâmetro e turbidez (TU) com o uso do turbidímetro, pois esses equipamentos foram adquiridos por conta própria e estão à disposição do projeto. Após 23 dias após o plantio (DAP) das culturas será selecionada 01 planta de cada amostra e marcada para análise e medição, sendo avaliado o crescimento da planta. Nas quatro séries de mensurações (23, 43, 63 e 83 DAP), ao longo de cada protótipo, 03 plantas serão avaliadas, totalizando 18 plantas nos 06 protótipos, para a biometria das culturas que é a análise de crescimento não destrutiva nas variáveis diâmetro caulinar, largura e comprimento de folhas. Será realizado um planejamento experimental visando aplicar um tratamento estatístico para as variáveis analisadas. Edital 8 / 2020 - PIBIC/CNPq-UFCG. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / PATRICK LIMA DO NASCIMENTO - Integrante.

  • 2020 - 2021

    TRATAMENTO QUÍMICO E BIOLÓGICO DE ÁGUA CINZA PARA REUSO DE ÁGUA NA AGRICULTURA, Descrição: Este projeto tem como objetivo avaliar a eficiência dos tratamentos químico e biológico de água cinza gerada em lavanderia para reuso de água na agricultura. O projeto será desenvolvido no Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar (CCTA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Pombal, PB. Serão realizados dois tratamentos com a água cinza gerada em uma lavanderia, o tratamento químico será realizado pelo processo de coagulação, com o coagulante químico em diferentes dosagens, Sulfato de Alumínio, já o tratamento biológico será realizado com coagulação e utilizará a moringa oleífera como coagulante natural com diferentes dosagens. Serão analisados pH, Turbidez, Condutividade elétrica(C.E), Oxigênio Dissolvido(O.D), Demanda Química de Oxigênio (DQO) e Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) da água bruta e após cada tratamento. As análises dos dados serão realizadas por meio de técnicas de estatística descritiva, análise de variância (ANOVA) e modelos de regressão, sendo utilizado o software R para realização das mesmas. Edital 9 / 2020 - PIVIC/UFCG. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / João Paulo Rodrigues Silva - Integrante.

  • 2019 - 2020

    AMBIENTES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA COM IRRIGAÇÃO SUB-SUPERFIFICAL ATRAVÉS DE TUBOS DE PVC DE ESGOTO, Descrição: Implantação de ambientes de produção agrícola com irrigação sub-superfifical através de tubos de pvc de esgoto, com ênfase na captação, uso, conservação e reuso de água viabilizando a produção nas condições do semiárido.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / PATRICK LIMA DO NASCIMENTO - Integrante / KÁTIA REJANE PEREIRA DE QUEIROGA - Integrante.

  • 2019 - 2020

    AMBIENTES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA COM IRRIGAÇÃO SUB-SUPERFICIAL ATRAVÉS DE TUBOS DE PVC DE ESGOTO, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / PATRICK LIMA DO NASCIMENTO - Integrante.

  • 2017 - 2018

    ESTUDO DE "FARMÁCIA NATURAL VERTICAL" PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB, Descrição: Cultivar plantas medicinais em espaços urbanos pode parecer coisa de visionário, mas a ideia de se construir fazendas verticais, embora inusitada, começa a tomar força em vários projetos ao redor do mundo. O Nordeste Brasileiro, por ter sido a origem da cultura brasileira, em muito contribuiu para a coleção dos fitoterápicos pátrio. Este projeto de pesquisa objetiva analisar a produção de plantas medicinais em estruturas alternativas, construídas com garrafas pet e troncos de coqueiros, para o semiárido, com reuso de água. Para o desenvolvimento desse projeto de pesquisa será realizada uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de reunir dados importantes sobre a produção de plantas medicinais no município, de acordo com o estudo das plantas medicinais existentes no município, o qual será identificado através de um levantamento prévio é que serão definidas as plantas que serão plantadas e cultivadas em garrafas pet e em troncos de coqueiros. A irrigação das plantas medicinais será feita duas vezes por dia, sendo a primeira irrigação no início da manhã e a segunda irrigação no final da tarde e a água utilizada será proveniente das evaporadoras dos ar-condicionados existentes na Central dos Professores. A avaliação de desempenho das plantas será feito através das avaliações de biometria das plantas, em que será mensurado o comprimento e largura de folha, por meio de uma régua milimetrada, diâmetro de caule utilizando paquímetro manual e número de folhas. Após as avaliações de desempenho das plantas serão comparados os resultados obtidos em cada estrutura, as garrafas pet e os troncos de coqueiro, e assim será apontada a estrutura que proporcionou melhor desempenho a produção de plantas medicinais. Com desenvolvimento dos trabalhos dos bolsistas, pretende-se apresentar diversos trabalhos em eventos nacionais e internacionais, como o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. E ainda artigos publicados em periódicos e revistas. O relatório final deverá cumprir prazos contratuais e descrever de forma muito detalhada, todas as atividades desenvolvidas no decorrer desse projeto. Neste relatório constarão também os trabalhos publicados em congressos e periódicos nacionais e internacionais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / MAYARA DENISE SANTOS DA COSTA - Integrante.

  • 2016 - 2017

    ESTUDO DE FAZENDA VERTICAL PARA O MUNICÍPIO DE POMBAL, PB, Descrição: Cultivar alimentos como hortaliças e frutas em espaços urbanos pode parecer coisa de visionário. Mas a ideia de se construir fazendas verticais, embora inusitada, começa a tomar força em vários projetos ao redor do mundo. Este projeto de pesquisa objetiva a realização de um estudo para implantar um modelo de fazenda urbana (fazenda vertical) nas instalações da Central dos Professores da UFCG/Campus Pombal, com reuso de água e reaproveitamento de material disponível na região. Produções rurais verticalizadas com reuso de água na região do Sertão Paraibano, além de inovador, proporcionam novas formas de desenvolver a agricultura, uma vez que, ao utilizar materiais disponíveis na região e reuso de água, permite que este modelo seja utilizado pelos agricultores seguindo princípios sustentáveis de equilíbrio ao ecossistema e propostas reais ao bem-estar das gerações futuras. A agricultura urbana em edifícios e casas é atualmente possível e viável, e apresenta-se como modelo alternativo de produção rural proporcionando paisagens com admiráveis desenhos arquitetônicos, produção durante o ano inteiro, perda zero das colheitas em decorrência de eventos climáticos, minimização do uso de combustíveis fósseis no transporte da colheita, eliminação do uso de pesticidas e herbicidas, otimização do uso da água em torno de 70% em relação à agricultura ao ar livre, risco zero de contaminação fecal de animais ou seres humanos, entre outros condicionantes. Para o desenvolvimento desse projeto de pesquisa será realizada uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de reunir dados importantes sobre a implementação de fazendas urbanas no mundo, as técnicas utilizadas, materiais e tipo de cultura cultivada, com o objetivo de executar uma triagem das informações pertinentes que poderá ser utilizada na unidade piloto. As culturas ainda serão definidas e as mesmas serão plantadas e cultivadas em "recipientes" e/ou materiais disponíveis na região e no laboratório como, por exemplo, tubo PVC, madeira, plástico, dentre outros resíduos sólidos disponíveis, os quais serão testados permanecendo apenas os que estarão se mostrando viáveis. A irrigação das culturas será feita de acordo com a necessidade hídrica de cada cultura e a água utilizada para irrigação será a água proveniente das evaporadoras dos ar-condicionados existentes na Central dos Professores. Com desenvolvimento dos trabalhos dos bolsistas, pretende-se apresentar diversos trabalhos em eventos nacionais e internacionais, como o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia. E ainda artigos publicados em periódicos e revistas. O relatório final deverá cumprir prazos contratuais e descrever de forma muito detalhada, todas as atividades desenvolvidas no decorrer desse projeto. Neste relatório constarão também os trabalhos publicados em congressos e periódicos nacionais e internacionais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / Rubenia de Oliveira Costa - Integrante / MAYARA DENISE SANTOS DA COSTA - Integrante.

  • 2012 - Atual

    REUSO DE ÁGUA, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Vera Lucia Antunes de Lima em 24/07/2020., Descrição: Objetiva desenvolver e aprimorar tecnologia de reuso de água, além de disponibilizar para toda a região Nordeste. O Projeto ?Reuso de Água? possui convênio de número 777924/2012-UFCG/FAPESPB/ANA. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Coordenador / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Integrante / VICENTE DE PAULA TEIXEIRA ROCHA - Integrante.

  • 2011 - 2013

    Unidade de Tecnologias Integradas para Conservação de Recursos Hídricos ? UT- HIDRO, Descrição: A Unidade de Produção Agrícola Controlada ? UPAC consiste em um sistema de contenção de solo água, a partir da impermeabilização de uma área de aproximadamente 100 m2 através do uso lonas plásticas em conjunto com a utilização de pneus velhos. Com um dimensionamento de 10 X 10 X 1,0m, primeiramente será escavado um buraco com profundidade de 0,50m, sendo que 0,20m da terra (camada superficial que contém matéria orgânica) retirada desta escavação será reservada separadamente ao lado, para posterior retorno para dentro da unidade. Após a retirada dos 50 cm de terra, ao redor do buraco, colocar-se-á uma fileira de pneus velhos e o solo restante, formando uma espécie de tanque. No interior deste tanque será colocada uma lona plástica de 200 micras, recobrindo todo o buraco, de maneira que o mesmo fique impermeabilizado com esta lona. Após a colocação da lona, o tanque será preenchido novamente com solo, provindo da limpeza de um barreiro das proximidades. Na parte superior, será colocada a terra reservada anteriormente, complementada com estrume para dar maior fertilidade. Em sua parte inferior, serão instalados dois tubos com que possibilitarão a drenagem de um possível excesso de água dentro da unidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / Soahd Arruda Rached - Integrante / SILVANA FERNANDES NETO - Integrante / GERALDO MOURA BARACUHY NETO - Integrante / JOGERSON PINTO GOMES - Integrante / RONALDO NASCIMENTO - Integrante / BRUNO SOARES ABREU - Integrante / ROBI TABOLKA - Integrante.

  • 2005 - 2007

    TÉCNICAS DE REÚSO DE PNEUS PARA FINS AGRÍCOLAS, Descrição: ELABORAÇÃO E CONFECCÇÃO DE FOLDERS, CARTILHAS DIDÁTICAS E DE UM DVD, SOBRE TÉCNICAS AGRÍCOLAS COM A UTILIZAÇÃO DE PNEUS USADOS PARA ARMAZENAMENTO E APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA IN SITU ATRAVÉS DE BARRAGEM SUBTERRÂNEA.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador., Financiador(es): FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - Auxílio financeiro.

  • 2003 - 2005

    ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB, Descrição: PARTICIPAÇÃO DO PROJETO DE ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB, COM DURAÇÃO DE 12 MESES, CUMPRINDO COM UMA CARGA HORÁRIA DE 40 HORAS MENSAIS TOTALIZANDO UMA CARGA HORÁRIA DE 480 HORAS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / José Geraldo V Baracuhy - Integrante.

  • 2002 - 2005

    Barramento com pneus usados para contenção de solo e água e terraceamento com tiras de pneus - BAPUCOSA e TETIP, Descrição: O projeto contempla pesquisa de diagnostico de água e monitoramento do solo em barragens subterrâneas, além da natureza de extensão decorrente das construção de barramentos com pneus usados (BAPUCOSA`s) e terraceamento com pneus usados(TETIP`s), construção de poços amazonas com anel premoldado, confecção de cartilha e vídeo sobre as técncias desenvolvidas, além de realização de dias de campo para alunos e técnicos das ciências agrárias sobre as técnicas desenvolvidas no projeto... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / VERA L. A. LIMA - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante / MARIA BETÂNIA RODRIGUES SILVA - Integrante.

  • 2001 - 2002

    DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL), Descrição: PARTICIPAÇÃO DA EXECUÇÃO DO PROJETO INTITULADO "DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL)" COORDENANDO EM CAMPO A REALIZAÇÃO DE CAPACITAÇÃO EM ARTESANATO CUMPRINDO COM UMA CARGA HORÁRIA DE 40 HORAS MENSAIS TOTALIZANDO UMA CARGA HORÁRIA DE 480 HORAS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Coordenador / José Geraldo V Baracuhy - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante.

  • 1999 - 2000

    PROJETO: Plano de Manejo Integrado da Sub-bacia Hidrográfica do Riacho Paus Brancos (Sub-bacia do médio Bodocongó), Campina Grande-PB, Descrição: Realização de diagnóstico físcio-conservaionista, sócio economico e ambiental, diagnóstico de vegetação e dos recursos hídricos Desenvolvimento de unidades de produção a partir de construção de barragens subterrâneas, poços amazonas e instalação de sistema de irrigação localizado... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / Bartolomeu Garcia de S Medeiros - Integrante / José Geraldo V Baracuhy - Coordenador / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / Soahd Arruda Rached - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DIJANEIDE GONÇALVES RAMOS - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

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    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

  • 2014 - Atual

    CONGRESSO TÉCNICO CIENTÍFICO DA ENGENHARIA E DA AGRONOMIA (CONTECC-2014): INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, Descrição: A persistente crise financeira mundial, iniciada em outubro de 2008, acelerou, por meio da inovação, a já forte competição global e interdependência econômica dos países. Economias líderes em inovação se beneficiam de processos produtivos avançados e intensos em tecnologia ofertando produtos e serviços de alto valor agregado. Por meio de negócios focados na inovação, conquistam novos mercados e alimentam um círculo virtuoso de geração de riqueza, desenvolvimento, aumento da renda, e mais inovação. Segundo definição abrangente e simplificada do Manual de Oslo 3ª Ed., elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação tecnológica é: "a implementação de um produto (bem ou serviço) novo, ou significativamente melhorado (requisito mínimo), ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas." As empresas são centrais aos processos de inovação e fundamentais para as ideias, tecnologias, invenções, produtos e serviços chegarem ao mercado. Aquelas disputando mercados globais possuem estratégias para acelerar a inovação e, em geral, utilizam facilidades próprias ou terceirizadas/consorciadas - de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), empregando pesquisadores, engenheiros, cientistas e estrategistas de negócios. A interação entre parceiros é fundamental, para o êxito da inovação. Ao longo das várias fases da inovação os parceiros exercem múltiplas funções. Na indústria, tipicamente, abrange a realização de P&D (interna, externa, colaborativa, aberta), aplicação de investimento (público/privado), subsídios, prototipação, validação e certificação, o escalonamento da produção, comercialização, e atenção pós-venda. Um conjunto de organizações e atores forma o sistema de inovação: empresas e seus clientes, fornecedores, concorrentes, universidades, centros e institutos de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e grupos de interesse. Quanto ao empreendedorismo o Brasil apresenta números expressivos. Porém, mais vinculados ao tamanho da população empreendedora do que ao planejamento e sucesso do empreendedor, propriamente ditos. Em grande medida ocorre por necessidade, e não oportunidade, e com pouco conteúdo inovador. A mais recente publicação PINTEC-2011 (Pesquisa de Inovação Tecnológica) do IBGE, a exemplo das edições anteriores (anos 2000, 2003, 2005, 2008), demonstra, a despeito de avanços na legislação e esforços de melhoria no ambiente da inovação, baixo protagonismo privado no investimento e aposta na cultura do risco em contrapartida à oportunidade e recompensa, diante do porte, potencial e diversificação da economia. No último período analisado (triênio 2009-2011) a taxa de inovação geral das empresas pesquisadas (128.699) atingiu 35,6% percentual inferior ao da PINTEC 2008, com taxa de inovação de 38,1%. No Brasil, efetivamente, a porcentagem total do investimento privado em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) sobre o PIB é de 0,59% (0.70% tem origem pública), face a 1,89% nos Estados Unidos, 1,35% na média da zona do Euro, e 2,45% na República da Coreia. Segundo análise do IPEA sobre a PINTEC 2011, apesar de haver crescimento do conteúdo de conhecimento em setores intensivos em tecnologia esses setores estão perdendo espaço na estrutura produtiva brasileira, o que se traduz na tímida participação do P&D no PIB. Conclui o IPEA "apesar do conjunto de políticas apontarem na direção correta, faltam-lhe elementos fundamentais, especialmente foco, priorização e volume adequado de recursos." Diante do desafio de transformar esta realidade fazendo da inovação um instrumento central do desenvolvimento, a presente proposta vem colaborar com o esforço nacional de aceleração da inovação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (10) . , Integrantes: Aline Costa Ferreira - Integrante / VERA LÚCIA ANTUNES DE LIMA - Integrante / DERMEVAL ARAÚJO FURTADO - Integrante / JOSÉ DANTAS NETO - Integrante / SOAHD ARRUDA RACHED FARIAS - Integrante / Jose Geraldo de Vasconcelos Baracuhy - Coordenador / JOGERSON PINTO GOMES PEREIRA - Integrante / PAULO ROBERTO MEGNA FRANCISCO - Integrante.

Prêmios

2010

Desempenho de materiais para drenagem subterrânea, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Salinidade/INCTSal.

2008

Menção Honrosa: Prêmio Telmo Silva de Araújo de Divulgação Científica - 2008, com o trabalho: Construção de Barragem Subterrânea na Cidade de Serra Branca - PB., Governo do Estado da Paraíba e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - FAPESQPB.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Campina Grande. , Rua da Independência, Prata, 58400480 - Campina Grande, PB - Brasil, Telefone: (83) 34314085, URL da Homepage:

Experiência profissional

2015 - 2015

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: colaboradora, Carga horária: 4

2012 - 2013

ANGLO-AMERICANO

Vínculo: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

2011 - 2011

ANGLO-AMERICANO

Vínculo: PROFESSORA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

2010 - 2010

ANGLO-AMERICANO

Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

2010 - 2010

ANGLO-AMERICANO

Vínculo: PROFESSORA, Enquadramento Funcional: PROFESSORA TEMPORÁRIA, Carga horária: 16

Atividades

  • 04/2010

    Ensino, ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO, Nível: EspecializaçãoDisciplinas ministradas, RISCOS DO TRABALHO AGRÍCOLA

2008 - 2008

ASSESSORIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

Outras informações:
PALESTRA MINISTRADA INTITULADA DE "ECO RESIDÊNCIA COM SUSTENTABILIDADE NO SERTÃO PARAIBANO", NO WORKSHOP INTITULADO " A TI NO APOIO À MULHER EMPREENDEDORA E SEGURA", QUE CONSTITUIU PARTE DA PRIMEIRA ETAPA DO PROJETO AGES (APLICAÇÕES DE GOVERNO ELETRÔNICO PARA EVA EMPREENDEDORA E SEGURA)/ PROÁFRICA/ASCIN/CNPq, REALIZADO EM CAMPINA GRANDE, NO PERÍODO DE 15 a 19 DE SETEMBRO DE 2008.

2006 - 2006

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

Outras informações:
Colaboradora na formatação de Projetos na Área Agrária.

Atividades

  • 01/2006 - 06/2006

    Estágios , MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.Estágio realizado, ESTÁGIO CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA MENSAL DE 40 HORAS.

2004 - 2007

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Executora e Colaboradora, Carga horária: 40

Outras informações:
Pesquisadora e Executora do Projeto:Manejo Integrado de Microbacia Hidrográfico no Sertão da Paraíba, com Processo nº 504.139/2003-7, ConvênioUFCG/CNPq, Edital MCT/CNPQ /CT HIDRO 01/2003

2019 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Conselheira Câmara Superior de Pesquisa e Ext, Carga horária: 4

2018 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Conselheira Câmara Superior de Pesquisa e Ext, Carga horária: 4

Outras informações:
Representante dos docentes do CCTA como Conselheira na Câmara Superior de Pesquisa e Extensão do Conselho Universitário.

2017 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaboradora, Carga horária: 4

Outras informações:
Participação de Comissão destinada à avaliação e alteração do regimento do Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Sistemas Agroindustriais - PPGSA, modalidade Acadêmico e Profissional do CCTA/UFCG.

2013 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: , Enquadramento Funcional: PROFESSORA EFETIVA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2010 - Atual

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Projeto Reuso parceria com ANA, Carga horária: 4

2017 - 2018

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: REPRES. DO CCTA NA CÂMARA PESQUIS E EXTENSÃO, Carga horária: 4

Outras informações:
REPRESENTANTE DO CCTA NA CÂMARA DE PESQUISA E EXTENSÃO.

2013 - 2013

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: , Enquadramento Funcional: PROFESSORA SUBSTITUTA, Carga horária: 40

Outras informações:
PROFESSORA DAS DISCIPLINAS HIDRÁULICA APLICADA, GEOPROCESSASMENTO, CARTOGRAFIA APLICADA, FOTOGRAMETRIA E PLANEJAMENTO AMBIENTAL.

2013 - 2013

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: PROFESSORA SUBSTITUTA, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
DISCIPLINAS MINISTRADAS NO PERÍODO 2013.1: CARTOGRAFIA GEOPROCESSAMENTO HIDRÁULICA APLICADA DISCIPLINAS MINISTRADAS NO PERÍODO 2013.2 CARTOGRAFIA FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO GEOPROCESSAMENTO HIDRÁULICA APLICADA PLANEJAMENTO AMBIENTAL TERMODINÂMICA

2010 - 2011

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PROF. DO MÓDULO GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICA, Carga horária: 4

2010 - 2010

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

Outras informações:
ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS NO PRIMEIRO SEMESTRE.

2010 - 2010

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

Outras informações:
ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS NO SEGUNDO SEMESTRE.

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 1

Outras informações:
PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "CONSERVAÇÃO DE ÁGUA IN SITU" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

Outras informações:
PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "POTENCIAL DA ÁGUA NO SOLO" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

Outras informações:
PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PALESTRANTE, Carga horária: 4

Outras informações:
PALESTRA MINISTRADA A TURMA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG INTITULADA DE "EVAPOTRANSPIRAÇÃO E EROSÃO DOS SOLOS" COM DURAÇÃO DE 4 HORAS.

2008 - 2008

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: ESTÁGIO DOCÊNCIA, Carga horária: 60

Outras informações:
ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE/UFCG COM UMA CARGA HORÁRIA TOTAL DE 60 HORAS, NO SEGUNDO SEMESTRE.

2003 - 2006

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA/Executora, Carga horária: 40

Outras informações:
PARTICIPAÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROJETO "MANEJO INTEGRADO DE MICROBACIA HIDROGRÁFICA NO SERTÃO DA PARAÍBA - MISOPA", COM PROCESSO Nº 504.139/2003-7, (EDITAL MCT/CNPq/CT-HIDRO 01/2003), REALIZANDO O LEVANTAMENTO DOS DADOS E PROCESSANDO OS DIAGNÓSTICOS SÓCIO-ECONÕMICO E AMBIENTAL. O PROJETO SE ENCONTRA EM FASE DE CONCLUSÃO (DEZEMBRO DE 2006) E TEM DURAÇÃO TOTAL DE 29 MESES.

2002 - 2005

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA/Executora, Carga horária: 40

Outras informações:
PARTICIPAÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROJETO "BARRAMENTO COM PNEUS USADOS PARA CONTENÇÃO DE SOLO E ÁGUA E TERRACEAMENTO COM TIRAS DE PNEUS - BAPUCOSA e TETIP", SOB CONVÊNIO DA UFPB/FUNASA N° 158/02, ONDE O MESMO TEVE DURAÇÃO DE 36 MESES.

2001 - 2002

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária/Executora, Carga horária: 40

Outras informações:
COLABORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NO PROJETO DE EXTENSÃO "IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS AGRO-FLORESTAIS DE MUNDURUKÚ-SATERÉ", SOB CONVÊNIO DO CEDAC/FNMA Nº 024/01, PROCESSO MMA/FNMA Nº 02000.000627/2001-85, NO PERÍODO 12 MESES DE SETEMBRO DE 2001 A AGOSTO DE 2002.

2001 - 2002

Universidade Federal de Campina Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária/Executora, Carga horária: 40

Outras informações:
COLABORADORA E EXECUTORA DO PROJETO "DESENVOLVIMENTO INTEGRADO PARA A COMUNIDADE DE PAUS BRANCOS (ASSENTAMENTO RURAL)". CONVÊNIO DA UFPB/MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO - PROGRAMA UNISOL - UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA, NO PERÍODO 12 MESES, ENTRE O ANO DE 2001 E 2002.

Atividades

  • 06/2010 - 12/2010

    Estágios , Reitoria.Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS.

  • 03/2010 - 06/2010

    Estágios , Reitoria.Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLIMA METODOLOGIA E TÉCNICAS DE PESQUISA CUMPRINDO UMA CARGA HORÁRIA DE 60 HORAS.

  • 06/2008 - 12/2008

    Estágios , Reitoria.Estágio realizado, ESTÁGIO DOCÊNCIA NA DISCIPLINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA.

2001 - 2002

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: livre, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

Outras informações:
Monitoria - Sensoriamento Remoto na Universidade Federal da Paraíba

1999 - 2001

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: livre, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12

Outras informações:
Monitoria - Conservação do Solo e da Água da Universidade Federal de Campina Grande - PB

2004 - 2004

Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: PESQUISADORA, Carga horária: 10

Outras informações:
PARTICIPAÇÃO DE PROJETO DE ELABORAÇÃO DE DOSSIÊ DE AMBIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA - PB.

1999 - 1999

Centro de Desenvolvimento, Difusão e Apoio Comunitário

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: pesquisadora, Carga horária: 10

Outras informações:
PARTICIPAÇÃO NA ELABORAÇÃO DOS DIAGNÓSTICOS AMBIENTAL E SÓCIO-ECONÔMICO DA MICROBACIA DO RIACHO SÃO PEDRO, LOCALIZADO NO ASSENTAMENTO PAUS BRANCO, MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB, COM CARGA HORÁRIA DE 160 HORAS, NO PERÍODO DE NOVEMBRO DE 1999.

2019 - 2019

Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: MINISTRANTE DE MINICURSO

Outras informações:
Ministrou o minicurso: Utilização de Águas Residuárias na Agricultura

2019 - 2019

Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Palestra ministrada, Carga horária: 4

Outras informações:
Palestra Ministrada Intitulada: Tecnologias Sociais para Produção Agrícola Sustentável

2015 - 2015

Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia

Vínculo: Palestrante, Enquadramento Funcional: Ministração de Palestra na SOEA/CONTECC, Carga horária: 4

Outras informações:
Ministração de Palestra sobre Técnicas Inovadoras de Recursos Hídricos em Regime de Escassez na 72 Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA) e Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (CONTECC'2015), no dia 18 de setembro de 2015.

2022 - Atual

Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Diretora, Carga horária: 4

2020 - Atual

Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-PB

Vínculo: CONSELHEIRA ESTADUAL, Enquadramento Funcional: CONSELHEIRA ESTADUAL DO CREA-PB, Carga horária: 2

2018 - 2018

Programa de estudos e ações para o semiárido

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Palestra ministrada na Expo Pombal, Carga horária: 4