Kamilla Valentim Silva
Kamilla Valentim é graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Mestre em Psicologia pela UFRJ. Possui experiência em Atendimento psicossocial (Redes da Maré 2021-2023) e Psicologia Clínica, com estágio supervisionado em Gestalt Terapia através do Serviço de Psicologia Aplicada da UERJ.Atualmente tem aproximação com os temas: estudos sobre relações étnico raciais e de gênero, pensamento feminista interseccional, etc.
Informações coletadas do Lattes em 24/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Programa de Pós Graduação em Psicologia
2021 - 2024
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Raiva em mulheres negras como fenômeno de campo: uma perspectiva política a partir da Gestalt-terapia, Ano de Obtenção: 2024
Monica Botelho Alvim.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: mulheres negras; raiva; Gestalt-terapia; campo organismo/ambiente; Audre Lorde.
Graduação em Psicologia
2014 - 2020
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Mulheres negras e o contexto acadêmico: Invisibilidade, raiva e criatividade
Orientador: Amana Rocha Mattos
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Ciências Humanas.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia.
Participação em eventos
Curso Online "Feminismo: Por que lutamos". 2020. (Outra).
Exibição do filme "TOMBOY" e debate sobre gênero, infância e família. 2019. (Exposição).
IV Visibilidade Lésbica na Maré.Lesbianidades e Relações Familiares: Vivências Cotidianas. 2019. (Encontro).
XIII Semana de Psicologia na UERJ. 2019. (Encontro).
Curso de Indicadores, Avaliação e Monitoramento de Projetos Sociais. 2018. (Outra).
Exibição do filme "Juízo" e debate acerca do tema Justiça da Infância e Juventude. 2018. (Exposição).
Festival Mulheres do Mundo.Meu corpo, meu desejo: Liberdade sexual. 2018. (Outra).
III Visibilidade Lésbica da Maré. 2018. (Encontro).
XII Semana de Psicologia da UERJ. 2018. (Encontro).
X SENALESBI - Seminário Nacional de Lésbicas e Bissexuais. 2018. (Seminário).
II Encontro Nacional da ABL.Roda de Conversa: Interação Geracional: Ensinando e aprendendo. 2017. (Encontro).
XI Semana de Psicologia da UERJ. 2015. (Encontro).
50 anos de Psicologia na UERJ. 2014. (Congresso).
III Seminário Regional de Psicologia e Políticas Públicas. 2014. (Seminário).
Produções bibliográficas
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BALDANZI, A. C. O. ; UZIEL, A. P. ; VALENTIM, K. ; MARTINS, L. P. . V Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão. In: V Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão, 2018, São Paulo. Entre famílias extra-muros e famílias de cadeia: Reinvenção de afetos, vínculos e sexualidades na prisão, 2018.
Projetos de pesquisa
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2021 - Atual
Situação contemporânea e dimensões estruturais: perspectivas em fenomenologia crítica e abordagem gestáltica, Descrição: Este projeto tem como objetivo discutir a produção de subjetividades em perspectiva crítica e interdisciplinar, tendo como foco os fenômenos estruturais: raça, classe, gênero e sexualidade. A abordagem é fenomenológica e tem como referências principais a fenomenologia crítica e a abordagem gestáltica. É um desdobramento de dois projetos anteriores: "Gestalt-Terapia como clínica de situações contemporâneas", que investiga a complexidade das situações contemporâneas e de nosso atual contexto sócio histórico, considerando as atuais formas de subjetivação e sofrimento como implicadas e tecidas a partir dessa situação. O projeto partiu das queixas, sintomas e questões surgidas no contexto clínico, buscando identificar forças envolvidas com dimensões político-ideológicas, econômicas, tecnológicas e culturais que atuam nas formas de vida e sofrimento. O segundo projeto, intitulado "O gesto-corpo e a obra de arte entre silêncio e expressão: natureza, cultura e história em perspectivas fenomenológicas?, objetivou articular as dimensões animalidade, corpo, sentidos e movimento como expressão em torno da produção de subjetividades e de mundo, mantendo em nosso horizonte a integração a nossas análises da dimensão sócio histórica e política. No presente projeto objetivamos a) identificar estruturas sociais e históricas envolvidas nas tramas do sofrimento e das existências que acolhemos nos espaços de ação da psicologia; b) analisar criticamente os modos de funcionamento dessas estruturas e c) abrir novas possibilidades e formas de ação mais especificamente no campo da Gestalt-terapia. Seguimos adotando uma abordagem interdisciplinar dirigida à investigação de forças atuantes nos processos de subjetivação; ao dialogarmos com perspectivas críticas que inter-relacionam colonialismo, capitalismo, ciência, conhecimento, raça, classe e gênero entendemos facilmente que não podemos pensar em fenômenos estruturais sem lançar um olhar atento para a história, a política, a economia e as formas de poder. Pretendemos explorar a articulação complexa entre raça, gênero e classe social, invenções envolvidas com a colonização e com o capitalismo, investigando como esses processos violentos e opressores de divisão hierárquica e apagamento da pluralidade de modos de ser, em nome de um falso universalismo sob a régua normatizadora dos países europeus e ocidentais, produziram e ainda produzem efeitos nas subjetividades. É importante ressaltar a posição de que no nosso trabalho como psicólogos, na clínica e em outros espaços, precisam ganhar foco as forças normativas que geram opressão e violência e que estão na base de nossas formas de sentir, perceber, agir, constituindo um fundo invisível que, como propõe Merleau-Ponty, articula e sustenta o campo das visibilidades. Faz-se necessário reaprender a ver as forças invisíveis presentes nas determinações históricas, políticas e econômicas na base das vivências singulares e coletivas, nas relações sociais e pessoais que vão tecendo formas de subjetivação ou selfing. O que justifica nosso recurso ao pensamento crítico para que possa nos ajudar a visibilizar essas estruturas que privilegiam, naturalizam e normalizam certas experiências do mundo enquanto marginalizam, patologizam e desacreditam outras?, como afirma Lisa Guenter, uma autora do campo da fenomenologia crítica. Essa abordagem busca superar uma cisão dicotômica entre as forças sociais e a capacidade de agência do sujeito, que caracteriza caricaturas tanto do pensamento fenomenológico quanto do pensamento crítico. Adotamos uma posição que considera que essas duas dimensões atuam de modo co-constitutivo. Uma clínica política requer superar a dicotomia indivíduo e coletivo, evitando tanto um psicologismo quando um sociologismo. É fundamental, para isso, borrar as fronteiras criadas pela oposição entre determinações históricas e capacidade de agir.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Kamilla Valentim Silva - Coordenador / Monica Botelho Alvim - Integrante / Lívia Cristinne Arrelias Costa - Integrante / Paulo Antonio de Oliveira Muniz - Integrante / Tatiana de Paula Soares - Integrante / Kahuana Carolina Leite - Integrante / Clarissa Santiago Pinto - Integrante.
Prêmios
2019
Homenagem Carolina Maria de Jesus, Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.
Histórico profissional
Experiência profissional
2017 - 2018
Associação Redes de Desenvolvimento da Maré, REDES DA MARéVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Assistente de Monitoramento e Avaliação
2015 - 2015
Escola Municipal Clóvis BeviláquaVínculo: Estágio Externo, Enquadramento Funcional: Estágiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio da 4ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) como mediadora da educação inclusiva.
2016 - 2016
Escola Municipal Ariosto EspinheiraVínculo: Estágio Externo, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio não obrigatório oferecido pela 4ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Atuei como mediadora da educação inclusiva.
2021 - Atual
Associação Redes da Maré, RedesVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Psicóloga, Carga horária: 30
Outras informações:
Integrante da equipe psicossocial do equipamento Casa das Mulheres da Maré (Redes da Maré)
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