Julia Bem Padilha

Psicóloga pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Mestranda no PPG Psicologia e Saúde/UFCSPA. Trabalha como pesquisadora no campo da Psicologia e Processos de Trabalho desde 2021. Atualmente, atua enquanto psicóloga clínica.

Informações coletadas do Lattes em 17/08/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Psicologia e Saúde

2023 - Atual

Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
Orientador: Mayte Raya Amazarray

Ensino Médio (2º grau)

2004 - 2015

Colégio Maria Imaculada

Formação complementar

2023 - 2023

Temas de Inclusão. (Carga horária: 5h). , Faculdade Flamingo, FLAMINGO, Brasil.

2023 - 2023

Estratégias de Metodologias Ativas. (Carga horária: 30h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.

2022 - 2022

Extensão universitária em Comunicação para TODOS: recursos e ferramentas de acessibilidade ? 3ª ediçã. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2022 - 2022

Extensão universitária em Abordagem Domiciliar de Pacientes em Cuidados Paliativos. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2022 - 2022

Saúde da Pessoa Idosa - Abordagem Familiar e Manejo das Fragilidades e da R. (Carga horária: 12h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2022 - 2022

Abordagem Domiciliar de Pacientes em Cuidados Paliativos. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2022 - 2022

1º Encontro de Acompanhamento Terapêutico e Inclusão Social. (Carga horária: 2h). , Clube Social Pertence, CSP, Brasil.

2020 - 2020

Extensão universitária em Estatística Aplicada. (Carga horária: 80h). , Universidade Anhanguera - Uniderp, UNIDERP, Brasil.

2020 - 2020

Desconstruindo o racismo na prática. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2019 - 2019

Oficina de Acessibilidade. (Carga horária: 1h). , Clínica Horizontes, CH, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Participação em eventos

3 Colóquio sobre Inclusão Social e Diversidade. 2022. (Encontro).

Encontros com o CEPS-ESP/RS: Como dimensionar os riscos da pesquisa?. 2022. (Seminário).

9 Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. Saúde da População Negra e a Interface com os Serviços de Saúde. 2021. (Congresso).

Congresso UFCSPA: conectando saúde e sociedade. 2019. (Congresso).

Golpe de 1964: preservação da memória e direito à verdade. 2019. (Seminário).

Interlocuções filosóficas: interfaces entre corpo, saúde e linguagem. 2019. (Encontro).

SIMPÓSIO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO, CULTURA E POLÍTICAS PÚBLICAS DO RS. 2019. (Simpósio).

Adesão ao tratamento: estratégias comportamentais para o engajamento de usuários dos serviços de saúde.. 2018. (Seminário).

Setembro Amarelo: vamos falar sobre suicídio?. 2018. (Simpósio).

Simpósio Inaugural da Liga de Psicologia Comportamental (LiPsiC) - Desafios na Clínica: Desenvolvendo Autonomia e Qualidade de Vida. 2018. (Simpósio).

Produções bibliográficas

  • ITALO, C. T. ; PADILHA, J. B. ; AMAZARRAY, M. R. . Trabalho em Home Office na Pandemia de Covid-19: Desafios e Perspectivas. In: Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul. (Org.). Psicologia, saúde mental e trabalho na pandemia: desafios e perspectivas. 1ed.Porto Alegre: CRPRS, 2022, v. 1, p. 74-91.

  • PADILHA, J. B. ; AMAZARRAY, M. R. . Relações de trabalho e identidade profissional em pessoas com deficiência intelectual e transtorno do espectro autista. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MUNHOZ, V. T. ; SANTOS, G. F. ; TIMOTHUS, J. ; PADILHA, J. B. ; COSTA, M. H. D. ; SILVEIRA, R. S. . PROMOÇÃO DA SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA EM TEMPOS DE PANDEMIA. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MUNHOZ, V. T. ; TIMOTHUS, J. ; SANTOS, G. F. ; PADILHA, J. B. . Saúde Da População Negra E A Integração Universidade E Serviços De Saúde. 2020. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PADILHA, J. B. ; MARTINOTTO, J. C. ; SOUZA, M. D. A. ; DECKER, A. ; ANTONI, C. . Projeto Farfalle: Acolhimento emocional a mulheres na DEAM de Porto Alegre. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SOUZA, M. D. A. ; PADILHA, J. B. ; MARTINOTTO, J. C. ; DECKER, A. ; ANTONI, C. . PROJETO FARFALLE: ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E REFLEXÃO SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • AIRES, A. ; WOLFART, A. C. P. ; DECKER, A. ; FERRAZZA, C. P. ; PADILHA, J. B. ; MARTINOTTO, J. C. ; SOUZA, M. D. A. ; ALMEIDA, Y. F. S. . PROJETO FARFALLE: ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E REFLEXÃO SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Relações de trabalho e construção da identidade profissional em pessoas com Deficiência Intelectual e/ou Transtorno do Espectro Autista, Descrição: Introdução: o trabalho pode ser compreendido como o meio pelo qual o indivíduo exerce seu potencial criativo e sua capacidade inventiva. O atravessamento do sistema capitalista e neoliberal corrompe essa atividade, pois ela deixa de se voltar para atender aos desejos do trabalhador e se volta para atender aos desejos do capital. As Pessoas com Deficiência são segregadas do meio laboral porque seus corpos requerem adaptações ao ambiente de trabalho para que possam ser incluídos, contrariando as imposições do modelo capitalista. Dentro desse grupo, percebe-se que pessoas com Deficiência Intelectual (DI) e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) estão mais propensas à exclusão do ambiente laboral do que as demais pessoas, o que torna necessário o estudo desse fenômeno para compreender quais os possíveis efeitos das relações de trabalho da sociedade contemporânea na construção da identidade desses indivíduos como trabalhadores e como eles se percebem frente ao mercado de trabalho. Objetivos: compreender como pessoas com o TEA e/ou com DI constroem suas identidades como trabalhadores e investigar qual o sentido de trabalho para elas. Metodologia: trata-se de um estudo qualitativo, prospectivo, de natureza exploratória, descritiva e transversal. O público-alvo será composto por pessoas com diagnóstico de TEA e/ou DI, com idades entre 18 e 65 anos e que residam em Porto Alegre e na região metropolitana. Os instrumentos utilizados serão compostos por questionário sociodemográfico e uma entrevista semiestruturada individual sobre trabalho, deficiência e a relação entre ambas as esferas. Resultados esperados: pretende-se identificar nas narrativas dos entrevistados a percepção que essas pessoas têm sobre as atividades laborais, e como elas se percebem atuando nesse meio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Júlia Bem Padilha - Integrante / Mayte Raya Amazarray - Coordenador.

  • 2021 - Atual

    Home office, qualidade de vida e satisfação laboral: percepções de trabalhadores durante a pandemia de COVID-19, Descrição: Frente às medidas de prevenção e controle tomadas durante a pandemia do novo Coronavírus (SARS-CoV-2), muitas organizações adotaram o home office. Em Setembro de 2020, segundo o IBGE, mais de 7,9 milhões de brasileiros estavam trabalhando nessa modalidade. O teletrabalho tem se mostrado benéfico ao promover flexibilidade de horários e autonomia. Em contrapartida, pode aumentar a falta de visão do todo do trabalho, e, com isso, acarretar perda de sentido da atividade, comunicação e interação escassas e incremento de possibilidades de exploração dos trabalhadores. Para as organizações, pode oportunizar redução de custos e aumento de produtividade. Porém, traz a necessidade de outras formas de controle sobre o trabalho. Ademais, considerando-se equipes remotas e trabalho fisicamente isolado, tal configuração pode resultar em menor coesão e vínculos mais frágeis organização-trabalhadores. Diante desse cenário, o presente estudo tem como objetivo identificar as percepções de trabalhadores a respeito do home office durante a pandemia de Coronavirus Disease 2019 (COVID-19). No estudo, de caráter quantitativo e de natureza exploratória, serão utilizados instrumentos autoaplicáveis. Foi elaborado um questionário para conhecer questões sociodemográficas e laborais no contexto da pandemia. Também serão utilizadas as escalas Satisfação na Vida, Satisfação no Trabalho S20/23 e Qualidade de Vida (WHOQOL-bref). Como critérios de inclusão, serão convidadas a participar pessoas acima de 18 anos que estão em home office em tempo integral ou majoritário (70% da jornada laboral), há pelo menos um mês. Para análise de dados, serão realizadas análises estatísticas descritivas e inferenciais com base nas respostas ao questionário e às escalas. A partir dos resultados deste estudo, espera-se descrever essa realidade, contextualizando o cenário da pandemia de COVID-19, e melhor compreender as implicações do home office no bem-estar dos trabalhadores, suas percepções sobre qualidade de vida, satisfação de vida e satisfação no trabalho.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Júlia Bem Padilha - Integrante / Caroline Tomazi Italo - Integrante / Mayte Raya Amazarray - Coordenador.

  • 2020 - 2021

    Racismo, relações de saber-poder e sofrimento psíquico, Descrição: Descrição: O racismo tem atravessado a produção de subjetividade no Brasil de forma persistente. Os impactos das práticas racistas na saúde da população negra têm sido foco de investimentos nas políticas públicas nacionais e diretrizes internacionais para eliminação do racismo. É nesse contexto que se estrutura, em 2007, no Brasil, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Apesar da existência de uma produção científica consistente no campo biomédico sobre a relação entre racismo e saúde mental, esses conhecimentos não têm sido incorporados nas práticas de atenção à saúde. Nesse contexto, é frequente que a visibilidade dessa relação apareça apenas nos estágios mais graves e crônicos do sofrimento psíquico, como a esquizofrenia e a adição a drogas. Os impactos do racismo no estresse, na baixa autoestima, na depressão, na pressão arterial e na violência doméstica contra as mulheres é um campo de estudos que ainda carece de incorporação nas práticas de atenção à saúde. Assim, objetivo geral deste projeto é discutir os efeitos do racismo na saúde mental da população negra entre usuários/as e profissionais de saúde e sua articulação com a interseccionalidade de gênero, por ser esse um marcador social fundamental na produção de subjetividade. Trata-se de uma pesquisa quanti-qualitativa que pretende contribuir para a construção de indicadores epidemiológicos e analíticos que fortaleçam as práticas de cuidado em saúde mental para a população negra. Esta pesquisa é fruto de um trabalho em rede entre o PPG em Psicologia Social e Institucional e o PPG em Saúde Coletiva /UFRGS, o Curso de Psicologia da UFPEL, a Secretaria Estadual de Saúde/RS, a Secretaria Municipal de Saúde e as ONGs Maria Mulher e ACMUN. Propõe-se a articular informações quantitativas e qualitativas, por entendermos a força política das análises epidemiológicas para proposição e efetivação das políticas públicas. Pretende-se aplicar dois instrumentos de avaliação da saúde mental: o SRQ-20 (Self-Reporting Questionnaire), instrumento de rastreamento psiquiátrico para transtornos mentais na sua versão brasileira e um questionário sobre condições de saúde e percepção sobre experiências de racismo. Na perspectiva qualitativa, propõem-se a realização de grupos focais com usuárias/os e profissionais das Unidades Básicas de Saúde, totalizando 16 grupos, entre os oito distritos da cidade de Porto Alegre, sendo dois por distritos: um de usuários/as e outro com as/os profissionais da saúde. Essa definição do público alvo da pesquisa de campo foi construída a partir de discussões com gestoras/es das políticas da população negra na cidade de Porto Alegre e do RGS, bem como com lideranças dos movimentos negros. Em uma parceria com a Saúde da População Negra da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, contaremos com a participação de 200 promotores/as da saúde da população negra para a aplicação dos instrumentos e auxílio na condução dos grupos focais. Esta pesquisa embasa-se nos pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa-intervenção. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Júlia Bem Padilha - Integrante / Raquel Silva da Silveira - Coordenador / Victória Tolledo Munhóz - Integrante / Giorgia Fogaça Santos - Integrante / Marina Helena Dias da Costa - Integrante / Isadora Vieira Pinto da Silva - Integrante / Leticia Ludovico Carvalho - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Mindfulness e autocompaixão no contexto escolar: Adaptação da escala CAMM e do protocolo BMT para adolescentes, Descrição: Mindfulness, definido como a capacidade deliberada de focar a atenção no momento presente com uma postura de não-julgamento,é compreendido nas Ciências Contextuais e Cognitivas como uma habilidade prática para o desenvolvimento de habilidades autorregulatórias (emocionais, cognitivas e comportamentais). Em mais de três décadas de estudos, o mindfulness tem se mostrado associado ao aumento regulação emocional, indicando ser uma potencial ferramenta para o desenvolvimento saudável. Ainda que haja um aumento nas pesquisas relacionadas à aplicação de intervenções baseadas em mindfulness no contexto escolar, este campo ainda é pouco explorado no Brasil. Para contribuir com o avanço das pesquisas sobre mindfulness na população brasileira de adolescentes, este projeto é composto por dois estudos que serão realizados em uma escola estadual da cidade de Porto Alegre com adolescentes de 12 a 15 anos matriculados no Ensino Fundamental. O Estudo 1 realizará a tradução e adaptação transcultural da Child and Adolescent Mindfulness Measure (CAMM), uma escala específica para crianças e adolescentes. O Estudo 2 realizará a adaptação do Body in Mind Training (que faz uso de práticas de mindfulness ao movimento e de desenvolvimento de autocompaixão) ao contexto escolar. Este estudo se propõe a verificar os efeitos desta intervenção sobre a regulação emocional de adolescentes dos anos finais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa de delineamento misto, realizada em duas fases - (1) Fase de Adaptação e (2) Fase de Intervenção -, composta por uma etapa quantitativa, estudo experimental com grupo controle e a avaliação em três tempos (pré-intervenção, pós- intervenção e follow-up), e etapa qualitativa exploratória. Após as análises parciais quantitativas e qualitativas, será feita a triangulação dos resultados apurados pelos diferentes métodos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Júlia Bem Padilha - Integrante / Maria Eduarda Alencastro - Integrante / Janaína Thaís Barbosa Pacheco - Coordenador.

Prêmios

2022

Destaque da Sessão, UFCSPA.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - 2021

Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

Vínculo: Monitoria Voluntária, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 4

Outras informações:
Monitora na cadeira de Saúde Mental e Instituições

2019 - 2019

Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

Vínculo: Monitoria Voluntária, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 4

Outras informações:
Monitora na cadeira de Fundamentos Epistemológicos da Psicologia

2019 - 2019

Clínica e Instituto Horizontes

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio Observacional, Carga horária: 60

2021 - 2021

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio em Avaliação Psicológica, Carga horária: 2

2021 - 2022

Clube Social Pertence

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária em Processos Psicossociais, Carga horária: 16

2022 - 2023

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre

Vínculo: Estágio em Processos Clínicos, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 16

Outras informações:
Atua no Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA) como estagiária em Processos Clínicos, atendendo crianças, adolescentes e seus familiares.