Rachel Xexéu

Possui graduação em Publicidade e Propaganda pela Faculdades Integradas Hélio Alonso(2014).

Informações coletadas do Lattes em 21/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Publicidade e Propaganda

2009 - 2014

Faculdades Integradas Hélio Alonso
Título: Mídia, racismo e dialogismo
Orientador: Oswaldo Munteal

Formação complementar

2019 - 2019

Extensão universitária em Gestão de Mega Eventos. (Carga horária: 18h). , Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em Filosofia Africana Brasil e Suas Perspectivas. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Participação em eventos

Desembaraço - Um Papo Universitário com Dr. Adair Rocha, Desembargador Paulo Ranger e Rachel Xexéu.Desembaraço - Um Papo Universitário com Dr. Adair Rocha, Desembargador Paulo Ranger e Rachel Xexéu. 2014. (Seminário).

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2018

Escola Municipal Nova Holanda

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Gestora, Carga horária: 6

Outras informações:
Oficina Funk Rio é um projeto idealizado e executado pela comunicóloga Rachel Xexéu, para e com crianças das favelas do Rio de Janeiro, se expressarem enquanto primeira pessoa, livres de inteligências alienadas às suas realidades diárias que atravessem suas falas, ou ousem falar por elas. Essa iniciativa foi premiada pela Prefeitura do Rio de Janeiro junto à Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro e realizada no Complexo da Nova Holanda na Favela da Maré para 90 crianças de 12 anos da Escola Municipal Nova Holanda. Na oficina elas produzem rap de consciência trazendo o pensamento crítico sobre seu dia a dia, e o que almejam para o futuro, estudam a história do funk desde o Império Mali e a teoria dos Griots às fazendas de algodão nos Estados Unidos, o Blues no Delta Mississipi e o Movimento Black Rio no Rio de Janeiro e os espaços de Quilombos transmutados em favelas no Rio de Janeiro, trabalham também instrumentos de percussão presentes no funk e na cultura africana em geral, e o ballet conhecido por eles como passinho nascido na favela do Jacaré com influências do frevo.