Nicole Cristine Baumgarten
Graduada e licenciada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), atuando na área de Antropologia, Gênero e Mídia. Mestranda no Programa de Antropologia Social da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). É membra e pesquisadora do Núcleo de Estudos de Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS), sob a orientação da professora Heloísa Buarque de Almeida.
Informações coletadas do Lattes em 17/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Ciência Social (Antropologia Social)
2020 - Atual
Universidade de São Paulo
Título: Datificando a menstruação: embates entre autoconhecimento e consentimento na internet
Heloisa Buarque de Almeida.Palavras-chave: gênero; tecnologia; menstruação; uso de dados; aplicativo de celular.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Gênero.
Formação complementar
2018 - 2018
Extensão universitária em Entre margens, violência e sofrimento: Introdução ao pensamento de Veena Da. (Carga horária: 21h). , Faculdade de Filosofia Letras e Ciencias Humanas, FFLCH, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Alemão
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia e Gênero.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Marcadores Sociais da Diferença.
Organização de eventos
AMOROSO, M. R. ; BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE ; REGITANO, A. ; NAHUM-CLAUDEL, C. . Perspectivas Feministas na Amazônia Indígena. 2021. (Congresso).
BAUMGARTEN, N. C. . V ENADIR - Encontro Nacional de Antropologia do Direito. 2017. (Congresso).
Participação em eventos
Histórias das mulheres, histórias feministas. 2018. (Seminário).
The Ends of Democracy. 2017. (Seminário).
Produções bibliográficas
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BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE . #meuprimeiroassédio: considerações sobre violência, gênero, feminismos e mídias#firstharassment: perspectives on violence, gender, feminisms and medium. PONTO URBE , v. 26, p. 1-9, 2020.
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BAUMGARTEN, N. C. . A campanha #meuprimeiroassédio: subjetividade e disputa por significados. In: I Congresso de Estudos de Interseccionalidade nas Ciências Sociais, 2019, São Paulo. Estudos de Interseccionalidades nas Ciências Sociais, 2019.
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BAUMGARTEN, N. C. . Menstruapps, gênero e subjetividades digitais. 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE . É possível falar em consentimento no capitalismo de vigilância?. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE . Marcadores sociais da diferença: gênero, classe e escolaridade na discussão sobre a menstruação. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE . Datificando a menstruação: embates entre o autoconhecimento e consentimento na internet. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE . Menstruapps: da datificação de sujeitos menstruantes a biopolítica de si. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BAUMGARTEN, N. C. . A campanha #primeiroassédio: subjetividades e disputas por significados. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BAUMGARTEN, N. C. . Feminismos, identidades e subjetividades: um estudo sobre a campanha ?meu primeiro assédio?. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
Outras produções
BAUMGARTEN, NICOLE CRISTINE ; AZEVEDO, A. C. B. . Vivências e desafios no serviço público (módulo I): marcadores sociais da diferença. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
BAUMGARTEN, N. C. ; COELHO, C. O. ; PIVA, F. P. ; AZEVEDO, A. C. B. . Marcadores sociais da diferença: leituras teóricas e etnográficas. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Projetos de pesquisa
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2018 - 2019
Feminismos, Identidades, Subjetividades: um estudo sobre a campanha, Descrição: Este projeto faz parte de uma pesquisa mais ampla que visa entender o uso de algumas categorias novas referentes à violência sexual, nomeadamente quanto ao termo ?assédio?, a partir do caso ocorrido no dia 20 de outubro de 2015 durante a exibição do programa de culinária Masterchef Jr., exibido pela rede Bandeirantes. Neste dia, alguns usuários com muitos seguidores postaram em suas páginas mensagens sexuais direcionadas à participante Valentina, de 12 anos, e que foram consideradas ?assédio? por outros usuários do Twitter, o que ensejou posteriormente a campanha #meuprimeiroassedio. O projeto visa analisar as publicações vinculadas à hashtag para buscar compreender diferentes formas de qualificar o termo assédio , bem como compreender como se dão diferentes narrativas através de distintos meios, comparando uma rede social (Twitter) e o impacto na mídia comercial. O objetivo é entender como se dá esta disputa por reconhecimento na esfera pública. Assim, este projeto visa compreender como gênero e violência são articulados pelos diferentes tipos de mídia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Nicole Cristine Baumgarten - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.
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2017 - 2019
Significados de violência sexual: as mídias e a disputa pública por construção de direitos, Descrição: Este projeto visa entender a construção pública de categorias de violência sexual e de gênero, categorias em processo de transformação ou constituição. Especificamente, reflete sobre a demanda por reconhecimento de novas noções de estupro e assédio sexual que estão se constituindo na arena pública nos últimos anos, com ênfase na esfera da mídia, tanto a mídia hegemônica, como aquela que se define como independente ou mesmo militante, na sua interação com os movimentos sociais e o sistema judiciário. Objetiva-se entender como essas categorias de violência sexual estão sendo constituídas e debatidas em algumas produções midiáticas, conteúdos de sites de internet e redes sociais e quais os atores sociais e institucionais estão atuando nesse processo, por um lado, e por outro como se dá a interação entre mídias e movimento social e inclusive entre mídia e judiciário com um caso específico. Numa certa medida, pode-se entender esse processo como uma demanda por reconhecimento dos direitos das mulheres. Tais categorias estão em disputa, na medida em que estupros podem ser vistos apenas como intercurso sexual (e não violência necessariamente), assim como assédio poderia ser qualificado como "cantada". Em termos de metodologia e recorte empírico, o projeto visa engajar alunos de graduação e pós em diversos recortes empíricos: (1) a mudança de imagem na mídia do médico Roger Abdelmassih e o impacto de seu processo na justiça na redefinição da noção de prova nos processo judiciais; (2) os casos de violência sexual nas universidades divulgados na CPI do trote no estado de São Paulo e sua repercussão na imprensa escrita; (3) o caso do ator Alexandre Frota que revela um estupro de modo jocoso num programa de entrevistas e a circulação deste caso nas mídias alternativas e no movimento feminista jovem; (4) as campanhas sobre assédio veiculadas em mídias alternativas e hegemônicas e blogues feministas, com foco em Think Olga e Chega de Fiu-fiu.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Nicole Cristine Baumgarten - Coordenador / heloisa buarque de almeida - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.
Histórico profissional
Experiência profissional
2023 - 2023
Faculdade de Filosofia Letras e Ciencias HumanasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora-bolsista no PAE, Carga horária: 6
Outras informações:
Monitora pelo Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) na disciplina de "Antropologia e Gênero", ministrada pela prof. Dra. Heloisa Buarque de Almeida, no primeiro semestre de 2023, para o curso de Ciências Sociais.
2017 - 2017
Faculdade de Filosofia Letras e Ciencias HumanasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria de Antropologia I, Carga horária: 10
Outras informações:
Acompanhamento do curso de Antropologia I, com orientação da professora Heloísa Buarque de Almeida, enquanto monitora. O projeto visa treinar alunos de graduação no trabalho acadêmico e letivo, envolvendo-os em atividades de ensino e orientação de estudos.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Nicole Cristine Baumgarten e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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