Leticia de Oliveira da Silva
Graduanda no curso de Tecnologia em Produção Cênica da UFPR. Bolsista no Programa de Iniciação Ciêntifica, no projeto "Cultura, tecnologia e etnodesenvolvimento: cruzamento de culturas e sistemas de sociabilidade no litoral caiçara". Tem interesse na produção da cultura popular e tradicional, especialmente nas índigenas e caiçara do litoral paranaense.
Informações coletadas do Lattes em 17/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Participação em eventos
Pré-Conferência Universitária de Cultura-Construindo Redes. 2020. (Outra).
XVI Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura - ENECULT online. 2020. (Encontro).
XXV Congresso Mundial da IUFRO. Exposição de artefatos indigenas e típicos do Fandango caiçara. 2019. (Exposição).
II Jornada Nacional de estudos em Educação performativa, Linguagem e Teatralidades (ELiTe/UFPR/CNPq). 2018. (Outra).
Por dentro da produção - Festival de Teatro de Curitiba 2018.Evento de extensão. 2018. (Outra).
Projetos de pesquisa
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2020 - Atual
Cultura, tecnologia e etnodesenvolvimento: cruzamento de culturas e sistemas de sociabilidade no litoral caiçara, Descrição: A organização das redes de interação fortalecidas e ampliadas pela comunicação instantânea insere detentores indígenas e caiçaras, pesquisadores e entusiastas destes temas em campos macropolíticos cujos resultados se refletem na instauração de legislações específicas para salvaguardar bens imateriais, e, micropoliticamente, alimenta os atores que seguem realizando seus agenciamentos, cada vez mais atentos a questões de gênero, geração e alteridade, mobilizando forças pulsionais para desconstruir o contexto colonial no qual se encontram inseridos. Fora de seus círculos mais restritos, o desenvolvimento tecnológico não raro suscita estranhamento com discussões que por vezes soam distantes da realidade cotidiana, como se aparelhos celulares e gadgets de localização não sincronizassem seus relógios com os dispositivos atômicos instalados nos satélites que orbitam nosso planeta, como se a física atômica, nuclear e a cosmologia emergissem de contos de ficção. Desconstruir a distância epistemológica dessas realidades implica aproximar o público em geral daquilo que ele já vivencia cotidianamente, os atores caiçaras e indígenas aqui mencionados são usuários contumazes de aparelhos celulares e das redes sociais, fato que nos aproxima de um turbilhão de informações e do uso indiscriminado de ferramentas cujo princípio básico é a manipulação eletromagnética e temporal, ferramentas pelas quais recorrentemente são expressas opiniões, anseios e vicissitudes seja pelos grupos de WhatsApp, em postagens no Facebook ou no Instagran. Pela moldura cismogênica (BATESON, 2008), podemos constatar que, simetricamente, a glocalização e a globalização afetam o fandango caiçara e as populações mbyá por meio de conflitos de ordem internacional, seja pelos interesses políticos neoliberais, que procuram solapar seus territórios e suas subjetividades, seja pela exploração desenfreada dos recursos naturais, como no caso da proliferação de grandes empreendimentos transnacionais em áreas do território caiçara e indígena, seja pela indústria pesqueira em águas internacionais, que, subtrai a oferta de peixes e, assim, modifica processos de subsistência das parcelas litorâneas dessas populações. Complementarmente à luta de classes, os movimentos institucionalizados e a autoconsciência cultural desses atores orientam processos de retroalimentação necessários à preservação de suas práticas. Pautar a relação sócio-histórica das comunidades caiçaras e indígenas com o meio ambiente, trazendo à tona o debate sobre o acesso e o uso sustentável dos bens naturais e culturais por parte destas populações se faz tarefa urgente frente a conjuntura sócio política que se apresenta nos tempos hipermodernos, onde o descaso às demandas de populações tradicionais e periféricas, via de regra, se faz presente.... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Letícia de Oliveira da Silva - Integrante / Ary Fábio Giordani Daniel - Coordenador / Beatriz Marçal de Melo - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2020 - Atual
Universidade Federal do ParanáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluna, Carga horária: 12
Outras informações:
Iniciação Científica. Titulo do projeto: Cultura, Tecnologia e etnodesenvolvimento: Cruzamento de Culturas e Sistemas de Sociabilidade no Litoral Caiçara. Área: Antropologia
Atividades
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08/2020
Pesquisa e desenvolvimento, Iniciação Científica.,Linhas de pesquisa
2019 - 2019
Parnaxx LtdaVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágiaria de assistente de produção, Carga horária: 160
Outras informações:
Estágio como assistente de produção na apresentação da Orquestra Mundana Refugi no 28 Festival de Teatro de Curitiba.
2019 - 2019
Feira internacional de música do sulVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágiaria de assistente de produção, Carga horária: 25
Outras informações:
Estagiária na 3ª edição da ​FIMS - Feira Internacional da Música do Sul​.
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