Júlia Fray Ribeiro
Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (2020). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Medicina.
Informações coletadas do Lattes em 02/04/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Abi - Medicina
2015 - 2020
Universidade de São Paulo
Bolsista do(a): Fundação Faculdade de Medicina, FFM, Brasil.
Curso técnico/profissionalizante em Técnico de Enfermagem
2011 - 2013
Formação complementar
2019 -
Extensão universitária em Monitoria na disciplina Discussão Integrada de Casos. (Carga horária: 200h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2015 -
Extensão universitária em Karatê. (Carga horária: 2000h). , Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz, AAAOC, Brasil.
2015 -
Extensão universitária em Conhecimento e Aprimoramenteo em Dança - Med Dança. (Carga horária: 1000h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2020 - 2020
COVID-19 Atualização e evidências para profissionais da saúde. , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2018 - 2019
Extensão universitária em Coordenadora de Área de Bandeira Científica. (Carga horária: 500h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2017 - 2017
Introdução a Acupuntura. (Carga horária: 60h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2017 - 2017
Vice Presidente da Liga de Cirurgia do Trauma. (Carga horária: 200h). , Faculdade de Medicina da USP, FMUSP, Brasil.
2014 - 2015
Curso pré-vestibular. , ELITE Pré-Vestibular e Colégio Campinas, ELITE, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.
Organização de eventos
RIBEIRO, J. F. . Curso Introdutório da Bandeira Científica. 2018. (Outro).
RIBEIRO, J. F. . XXXVI Congresso Médico Universitário da FMUSP. 2017. (Congresso).
RIBEIRO, J. F. . XXXVIII Curso Introdutório à Liga de Cirurgia do Trauma da FMUSP. 2017. (Outro).
RIBEIRO, J. F. . XXXV Congresso Médico Universitário da FMUSP. 2016. (Congresso).
RIBEIRO, J. F. . XXXIV Congresso Médico Universitário da FMUSP. 2015. (Congresso).
Participação em eventos
13ª JORNADA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FACULDADE DE MEDICINA DA USP - FMUSP. 2019. (Simpósio).
Congresso Médico Universitário - COMU. 2019. (Congresso).
Terceiro Simpósio Interdisciplinar de Clínica Médica - USP 2019. 2019. (Simpósio).
Curso de Eletrocardiograma da Liga de Combate à Febre REueumática. 2018. (Outra).
Curso Introdutório Á liga de Febre Reumática. 2018. (Simpósio).
Curso Introdutório da Expedição Cirúrgica. 2018. (Simpósio).
CRITICAL CARE CONFERENCE. 2017. (Congresso).
Curso Introdutório a Liga de Pediatria e Puericultura. 2017. (Simpósio).
Curso Introdutório da Bandeira Científica. 2017. (Simpósio).
Curso introdutório da Expedição Cirúrgica. 2017. (Simpósio).
XXXVI Congresso Médico Universitário FMUSP. 2017. (Congresso).
Curso introdutório à Liga de Hipertensão Arterial Sistêmica. 2016. (Simpósio).
Curso Introdutorio à Liga de Pediatria Neonatal. 2016. (Simpósio).
Curso Introdutório da Bandeira Científica. 2016. (Simpósio).
XXXV Congresso Médico Universitário FMUSP. 2016. (Congresso).
Curso de Obstetrícia e Neonatologia. 2015. (Simpósio).
Curso introdutório à Liga de Cirurgia Cardiotorácica. 2015. (Simpósio).
Curso Introdutório à Liga de Depressão e outros Transtornos do Humor. 2015. (Simpósio).
Curso Introdutório à Liga de Psicanálise. 2015. (Simpósio).
VIII Gastrinho. 2015. (Simpósio).
XXXIV Congresso Médico Universitário FMUSP. 2015. (Congresso).
XXXVI Curso Introdutório à Liga de Cirurgia do Trauma da FMUSP. 2015. (Simpósio).
Produções bibliográficas
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LIMA, J. A. V. ; FIGUEIRA, E. R. R. ; RIBEIRO, J. F. . O HEXAFLUORO-2-PROPANOL REDUZ A LESÃO HEPÁTICA EM MODELO DE ISQUEMIA REPERFUSÃO NORMOTÉRMICA DO FÍGADO. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2020 - Atual
ESTUDO BRASILEIRO DE COORTE OBSERVACIONAL PARA AVALIAÇÃO DO EFEITO DO USO CRÔNICO DOS ANTIMALÁRICOS SOBRE A FREQUÊNCIA DE INFECÇÃO PELO NOVO CORONA VÍRUS 2019 (Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2 SARS-CoV-2) EM PACIENTES COM DOENÇAS REUMÁTI, Descrição: Os sintomas associados à infecção pelo SARS-CoV-2 são na sua maioria os mesmos de uma gripe comum, mas podem levar a um quadro aguda de doença respiratória grave, com consequente insuficiência respiratória e risco de óbito, de forma semelhante ao que foi descrito nas duas epidemias anteriores. Esta complicação ocorre com maior frequência em homens acima dos 70 anos e com comorbidades, tais como hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença cardiovascular. Até o momento, ainda não existem dados consistentes sobre a influência da atividade de doença das DRIM e das medicações imunossupressoras na evolução de pacientes com COVID-19. Além disso, não é sabido se os IMS poderiam influenciar negativamente o curso da infecção, nem se a atividade inflamatória da DRIM poderia ser considerada como fator de pior prognóstico. Sabe-se que pacientes infectados pelo SARS-CoV-2 têm elevadas concentrações plasmáticas de IL-6, mas também não existem relatos se pacientes tratados com bloqueadores do receptor da IL-6 poderiam ter algum efeito protetor para o desfecho da COVID19. De acordo com a análise de dados publicados pela China e Itália, até o momento, não têm sido relatados casos graves da COVID19 em pacientes com DRIM, com ou sem uso de IMS ou IB. Assim, essa observação clínica tem chamado a atenção de reumatologistas sobre um potencial efeito benéfico ou protetor das medicações usadas para o controle de atividade da doença (IMS e IB) sobre os desfechos da infecção pelo SARS-CoV-2. Nas últimas semanas, o papel da cloroquina para o tratamento de casos graves da COVID19 tem recebido maior destaque, uma vez que dados in vitro sugeriram comprometimento da replicação do SARS-CoV-2, por meio de alterações do pH intracelular, e alguns ensaios clínicos que testaram diferentes doses e tempos de tratamento com hidroxicloroquina e cloroquina têm mostrado algum efeito benéfico em mitigar a viremia e tempo de sintomas, mas sem dados consistentes sobre os principais desfechos, como tempo em terapia intensiva e mortalidade. Desta forma, frente ao cenário alarmante em que estamos vivendo, torna-se imprescindível que as decisões sejam tomadas baseadas nas melhores evidências disponíveis. Embora o uso de cloroquina possa ser apoiado pela opinião de especialistas, são urgentemente necessários dados de segurança e eficácia, consubstanciados por ensaios clínicos de alta qualidade e provenientes de diferentes locais do mundo. As análises posteriores dos dados dos ensaios clínicos provavelmente irão definir os subgrupos que irão se beneficiar com o tratamento com cloroquina/ hidroxicloroquina. Partindo da premissa que os antimaláricos (AM), em especial a hidroxicloroquina (HCQ), são largamente usados na reumatologia para o tratamento de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES), AR e síndrome de Sjögren (SSj), esse projeto de pesquisa tem o objetivo de comparar a frequência de infecção pelo SARS-CoV-2 em pacientes usuários de AM para o tratamento das DRIM com contactantes do mesmo ambiente domiciliar e/ ou com semelhante exposição profissional. Nossa hipótese é que pacientes cronicamente em uso da cloroquina possam ter bloqueado ou minimizado a capacidade de resposta do sistema imunológico em ocasionar a tempestade de citocinas, que é um dos aspectos mais associados ao pior prognóstico e letalidade . O estudo terá abrangência nacional e envolvimento multicêntrico com a participação do cenário público e privado. Trata-se de proposta com viabilidade técnica, exequibilidade logística e apoio da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Ministério da Saúde e Fiocruz, tentando contribuir com as ações de saúde pública nesse cenário de pandemia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (30) . , Integrantes: Júlia Fray Ribeiro - Coordenador / João Ziroldo - Integrante / Gecilmara Cristina Salviato Pileggi - Integrante.
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2019 - Atual
Tratamento Cirúrgico dos Tumores Neuroendócrinos do Pâncreas. Análise Clínica e Imuno-histoquímica dos Tumores Assintomáticos e Identificação de Marcadores Moleculares de Prognóstico, Descrição: Os tumores neuroendócrinos de pâncreas (TNEP) são tumores raros de apresentação bastante heterogênea podendo ser enquadrados em dois principais grupos: não funcionantes e funcionantes. Apesar da existência de inúmeros fatores que determinam o prognóstico, o diagnóstico de malignidade muitas vezes é difícil. Além disso, tem se discutido atualmente uma conduta mais conservadora nos tumores não funcionantes pequenos. Entretanto, o tratamento das lesões de potencial maligno incerto, bem como a associação entre tamanho do tumor e sobrevida ainda são controversos. Objetivo: O objetivo do estudo é avaliar possíveis indicadores moleculares de prognóstico em pacientes com tumor neuroendócrino não funcionante de pâncreas submetidos a tratamento cirúrgico. Método: Serão analisados pacientes com diagnóstico de TNEP-NF submetidos a tratamento cirúrgico. Estão sendo analisados os prontuários e os registros da base de dados eletrônica HCMED e Tazy- ICESP. Será realizada análise imuno-histoquímica para quantificação de possíveis indicadores de prognóstico que posteriormente serão correlacionados com os demais parâmetros clínicos e anatomopatológicos. Serão utilizados anticorpos específicos para análise do DAXX, ATRX, KI67, PTEN, TSC2, CK19, KIT, p53 e Rb. Para isso será utilizada a técnica de construção dos TMA (Tissue Microarrays) obtidos e armazenamento de cortes parafinados. As reações imuno-histoquímicas serão realizados pela equipe do LIM-14/Patologia hepática/FMUSP. As comparações entre dois grupos serão realizadas usando o teste t de Student, Mann- Whitney ou Chi-quadrado. Serão estimadas a sobrevida livre de doença (SLD) e sobrevida doença-específica em cinco e dez anos calculadas pelo método de Kaplan- Meier, comparadas pelo teste de log-rank. As análises de Cox univariada e multivariada serão realizadas para identificar os fatores de impacto prognóstico de sobrevida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Júlia Fray Ribeiro - Coordenador / ESTELA REGINA RAMOS FIGUEIRA - Integrante.
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2013 - 2013
DIETA RICA EM GORDURA CAUSA OBESIDADE E RESISTÊNCIA À INSULINA EM CAMUNDONGOS, Descrição: devido a alta prevalência de Diabetes Mellitus e de Obesidade no mundo moderno, foi realizada essa pesquisa no intuíto de comprovar alterações biológicas na resistência à insulina em camundongos obesos. Foram utilizados 20 modelos de Camundongos Swiss Machos submetidos sendo que metade deles foi submetido à uma dieta normal e a outra metade à uma dieta com maior quantidade de gordura (High Fat Diet). Após 5 semanas foram realizados os testes GTT, ITT, extração de tecidos e imunoblot (pAKT). Concluiu-se que animais submetidos à dieta rica em gordura são maiores e mais pesados que animais em ração. A diferença existente na massa corpórea se deve em grande parte à grande quantidade de tecido adiposo acumulado nos animais alimentados com HFD. Além disso, a dieta rica em gordura e a obesidade decorrente dela causam intolerância à glicose e resistência à insulina.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Júlia Fray Ribeiro - Coordenador / Lício A. Velloso - Integrante / Erika Anne Roman - Integrante / Lucas F. R. Nascimento - Integrante / Albina F. S. Ramalho - Integrante.
Prêmios
2020
Terceiro Lugar no Campeonato Paulista Universitário na modalidade Karatê Kata, categoria Principal, FUPE.
2019
Primeiro lugar no campeonato universitário InterUSP de Karatê nas categorias Shiai e Kata, InterUSP.
2015
Aprovação no Vestibular de Medicina da Universidade de São Paulo, FUVEST.
2015
Aprovação no Vestibular de Medicina da Universidade Estadual Paulista, UNESP.
2015
Aprovação no Vestibular de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP.
2015
Aprovação no Vestibular de Medicina da Universidade Federal Fluminense, UFF.
2013
Medalha de prata na OBMEP, OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
2013
Medalha de ouro da OBFEP, OBFEP - Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas.
2012
Medalha de Prata na OBMEP, OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
2011
Aprovação no Vestibulinho de Técnico em Enfermagem no Colégio Técnico da Unicamp, COTUCA.
2011
Segundo lugar no Vestibulinho de Técnico em Enfermagem no Colégio Técnico de Limeira, COTIL.
2011
Aprovação no Vestibulinho para a Escola Técnica Estadual Conselheiro Antonio Prado, ETECAP.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. , Faculdade de Saúde Pública, Pacaembu, 01246904 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 30617000
Experiência profissional
2019 - Atual
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Interna, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
Criando um monitoramento
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