Dilma Melo da Silva
Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciencias Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2009). Possui pós-graduação como Especialista no Ensino de Ciência pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestrado em Biologia Vegetal pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutorado em Palinologia de Samambaias e Licófitas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Museu Nacional.
Informações coletadas do Lattes em 06/09/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Biologia Vegetal
2015 - 2019
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: MORFOLOGIA DOS ESPOROS DA FAMÍLIA BLECHNACEAE NEWMAN (POLIPODIALES-POLYPODIOPSIDA )
Vânia Gonçalves Lourenço Esteves. Coorientador: Lana da Silva Sylvestre. Grande área: Ciências Biológicas
Mestrado em Biologia Vegetal
2011 - 2013
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Identificação e distribuição da família Asteraceae na Ilha Grande, Rio de Janeiro, RJ, Brasil,Ano de Obtenção: 2013
Roberto Lourenço Esteves.Palavras-chave: Asteraceae Ilha Grande Florística.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Taxonomia Vegetal.
Especialização em Especialização em Ensino de Ciências
2010 - 2012
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: A Implantação do Sistema de Cotas na UERJ: o curso de Ciências Biológicas da UERJ
Orientador: Lucienne Sampaio de Andrade
Graduação em Ciências Biológicas
2004 - 2009
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: A Botânica no Vestibular da UERJ
Orientador: Lucienne Sampaio de Andrade
Formação complementar
2011 - 2011
Curso Básico de Desenho Científico. (Carga horária: 48h). , Herbarium Bradeanum, HERB BRADEANUM, Brasil.
2010 - 2010
Agenda 21 Escolar. (Carga horária: 180h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Idiomas
Inglês
, Lê Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Taxonomia Vegetal/Especialidade: Taxonomia de Fanerógamos.
Participação em eventos
69 Congresso Nacional de Botânica. Diversidade Polínica de Blechnaceae da Mata Atlântica. 2018. (Congresso).
Prêmio Shell de Educação Científica.A Botânica como instrumento de educação científica. 2018. (Outra).
Prêmio Shell de Educação Científica.Gravidez na adolescência. 2017. (Outra).
67 Congresso Nacional de Botânica. "MORFOLOGIA DOS ESPOROS DE MICROGRAMMA C. PRESL (POLYPODIACEAE) OCORRENTES NAS RESTINGAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO". 2016. (Congresso).
XXXII Jornada Fluminense de Botânica.Duas novas ocorrências de espécies de Asteraceae para Ilha Grande, RJ. 2013. (Outra).
XXXI Jornada Fluminense de Botânica.Levantamento e identificação das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil. 2012. (Outra).
62 Congresso Nacional de Botânica. Levantamento, identificação e tratamento taxonômico das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil. 2011. (Congresso).
Mesa redonda.Política de Cotas no Ensino Superior com o Departamento de Educação dos EUA. 2011. (Outra).
XXX Jornada Fluminense de Botânica.Levantamento e identificação das Asteraceae no Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG), RJ, Brasil. 2011. (Outra).
Seminário Desenvolvimento e Educação. Qual Desenvolvimento e Educação para qual sociedade?. 2010. (Seminário).
VIII Encontro de Educadores Ambientais do Estado do Rio de Janeiro. 2010. (Encontro).
I Encontro Aberto da Pós-graduação em Ensino de CIências Pesquisa e Ensino em Ciências:Caminhos para a Sustentabilidade.A Botânica no Vestibular da UERJ. 2009. (Encontro).
Jornada Fluminense de Botânica. Modelos didáticos:uma estratégia para as aulas de Anatomia Vegetal no Ensino Médio. 2006. (Congresso).
Mostra deTrabalhos de Anatomia Vegetal.Modelos Didáticos:Uma Nova Abordagem para Ensino de Anatomia Vegetal no Ensino Médio. 2006. (Seminário).
Produções bibliográficas
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DA SILVA, DILMA MELO ; DA SILVA SYLVESTRE, LANA ; MENDONÇA, CLÁUDIA BARBIERI FERREIRA ; GONÇALVES-ESTEVES, VANIA . Palynology of selected species of Blechnaceae (Polypodiopsida: Polypodiales). PALYNOLOGY , v. 45, p. 1-20, 2021.
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SILVA, DILMA MELO DA ; SYLVESTRE, LANA DA SILVA ; MENDONÇA, CLÁUDIA BARBIERI FERREIRA ; GONÇALVES-ESTEVES, VANIA . Spore diversity among species of Blechnaceae in the Atlantic Forest. Acta Botanica Brasilica , v. 33, p. 0102, 2019.
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SILVA, D. M. ; MENDONCA, C. B. F. ; SYLVESTRE, L. ; Gonçalves-Esteves V. L. . Diversidade Polínica de Blechnaceae da Mata Atlântica. In: 69 Congresso Nacional de Botânica, 2018, Cuiabá. XII Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, 2018.
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SILVA, D. M. ; SANTOS, M. G. ; MENDONCA, C. B. F. ; ESTEVES, V. G. L. . PALINOLOGIA DE ESPÉCIES DE MICROGRAMMA C. PRESL (POLYPODIACEAE J. PRESL) OCORRENTES NAS RESTINGAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. In: XXXIV Jornada Fluminense de Botânica, 2015, Rio de Janeiro. XXXIV Jornada Fluminense de Botânica.
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . Duas novas ocorrências de espécies de Asteraceae para Ilha Grande, RJ. In: XXXII Jornada Fluminense de Botânica, 2013, Niteroi. XXXII Jornada Fluminense de Botânica, 2013.
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . .Levantamento e identificação das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil. In: XXXI Jornada Fluminense de Botânica, 2012, Rio das Ostras. XXXI Jornada Fluminense de Botânica, 2012.
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . Levantamento e identificação das Asteraceae no Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG), RJ, Brasil. In: XXX Jornada Fluminense de Botânica, 2011, Mendes, RJ. XXX Jornada Fluminense de Botânica, 2011.
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . Levantamento, identificação e tratamento taxonômico das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil.. In: 62 Congresso Nacional de Botânica, 2011, Fortaleza. 62 Congresso Nacional de Botânica, 2011.
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SILVA, D. M. ; GOMES, A. C. ; COSTA, L. ; Santos-Filho, S.D, ; Assad, N ; Bernardo-Filho, M . Avaliação do efeito de um extrato aquoso de Rehmannia six (Liu Wei Di Huang Wan) na marcação de hemácias com tecnécio-99m.. In: Anais da 58ª reunião anual da SBPC, 2006, Florianópolis.. Anais da 58ª reunião anual da SBPC, 2006., 2006.
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SILVA, D. M. ; SYLVESTRE, L. ; MENDONCA, C. B. F. ; ESTEVES, V. G. L. . Diversidade Polínica de Blechnaceae da Mata Atlântica. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, D. M. . Biomas brasileiros e defesa da vida. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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SILVA, D. M. ; SANTOS, M. G. ; MENDONCA, C. B. F. ; ESTEVES, V. G. L. . PALINOLOGIA DE ESPÉCIES DE MICROGRAMMA C. PRESL (POLYPODIACEAE J. PRESL) OCORRENTES NAS RESTINGAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . Duas novas ocorrências de espécies de Asteraceae para Ilha Grande, RJ. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SILVA, D. M. ; R.L.Esteves . Levantamento e identificação das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SILVA, D. M. ; COSTA, A. P. G. ; R.L.Esteves . Levantamento, identificação e tratamento taxonômico das Asteraceae na Ilha Grande, RJ, Brasil. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, D. M. ; COSTA, A. P. G. ; R.L.Esteves . Levantamento e identificação das Asteraceae no Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG), RJ, Brasil. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SILVA, D. M. ; ANDRADE, L. S. . A Botânica no Vestibular da UERJ. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2015 - Atual
Diversidade polínica em representantes selecionados de Blechnaceae, Descrição: As pteridófitas são um grupo artificial formado por duas linhagens evolutivas, as Lycophyta e as samambaias (Smith et al. 2006). Uma dicotomia basal separa o grupo das Lycophypta das demais plantas vasculares, as Euphyllophyta, este último formado pelas espermatófitas e samambaias (Smith et al. 2008). As licófitas, segundo a classificação do autor, são um grupo monofilético, apresentam microfilos e um único esporângio na face adaxial da folha. As samambaias se distinguem por apresentar folhas do tipo megafilo, abrigam ainda quatro ordens com esporângios do tipo eusporângios (basais) e sete ordens com esporângios do tipo leptosporângios (derivados). Moran (2008), estima que há ocorrência de cerca de 13.600 espécies de pteridófitas, e de 3.250 espécies para as Américas (Stehmann et al., 2009). Segundo Prado & Sylvestre (2015), no Brasil ocorre cerca de 1.253, e para a região Sudeste aproximadamente 580 espécies, considerada, assim, um dos centros de endemismo e especiação no continente Sul-Americano (Tryon, 1986). Na Mata Atlântica já foram registradas 883 espécies, com 377 endêmicas (Prado & Sylvestre, 2015). Dentre as famílias leptosporangiadas, baseada em análise molecular, Blechnaceae é considerada monofilética (Smith 2006; Rothfels et al., 2012), é formada por ca. de 200 espécies (Kramer et al., 1990; Smith, 2006; Rothfels et al., 2012), é subcosmopolita, com distribuição e centro de diversidade presente nos Neotrópicos, Austrália/Oceania (Dittrich et al., 2007), ocorrendo predominantemente no Hemisfério Sul. Nas classificações baseadas em morfologia, Copeland (1947) reconheceu oito gêneros para o mundo. Em 1977, Pichi Sermolli aceitou 12 gêneros, Tryon & Tryon (1982) reconheceram nove gêneros destes, três no Novo Mundo. Smith (2006), classificou a família em Polypoliales, no grupo Eupolypods II, com nove gêneros sendo Blechnum L. um grupo em sua circunscrição definido como parafilético. Estabeleceu ainda Onocleaceae como grupo irmão. Dividida tradicionalmente em duas sub-famílias (Kramer et al. 1990): Stenochlaenoideae com um único gênero, Stenochlaena e Blechnoideae formada por oito gêneros. Perrie et al. (2014) reconheceram sete gêneros, baseado em análise molecular alterou a circunscrição do gênero Blechnum, incluindo mais três gêneros e segregando duas espécies em um novo gênero, Telmatoblechnum. No entanto Blechnum ainda permanece polifilético em todas as análises moleculares realizadas até a presente data. Gasper (2016) num trabalho de filogenia sugere uma nova classificação para a família com três clados monofiléticos, reconhecidos como três subfamílias com 24 gêneros. O autor utilizou um conjunto de dados dos dois principais centros de diversidade (Neotropical/Polinésia e Australasia e Oceania). Além disso, a amostragem possui ca. de 60% de representantes neotropicais. Considerando a ampla amostragem nas espécies na análise realizada por Gasper (2016), a citada classificação será utilizada como base no presente trabalho. Um levantamento palinológico mostra que as primeiras ilustrações de esporos de pteridófitas (Prels, 1836) surgiram como caráter adicional para o estudo de taxonomia, caracterizando a morfologia dos esporos quanto à estrutura, forma e tipo de ornamentação. A obra de Erdtman (1957), na qual o autor descreveu e ilustrou vários gêneros pertencentes a 32 famílias, passou a ser considerada referência mundial aplicada à sistemática. Desde então, vários trabalhos foram produzidos nessa área, com destaque para Tryon & Tryon (1982), Wagner (1985), Moruchio (1987) e Tryon & Lugardon (1990), referências obrigatórias para estudo palinológico do grupo. No Brasil, Sylvestre (1995) ressalta a escassez de trabalhos com esporos de pteridófitas, sendo a abordagem restrita a poucos gêneros ou em estudos de aeropalinologia e paleopalinogia. A referida autora analisou e descreveu os esporos da famíli. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Dilma Melo da Silva - Integrante / Vânia Gonçalves Lourenço Esteves - Coordenador / Lana Sylvestre - Integrante.
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2011 - 2013
Identificação e distribuição da família Asteraceae na Ilha Grande, Rio de Janeiro, RJ, Brasil., Descrição: Asteraceae compreende 1535 gêneros e aproximadamente 23000 espécies, arranjadas em três subfamílias e 17 tribos. Segundo o APG III (2009), a família está subordinada à Ordem Asterales, incluída no clado das Asterideas e no grupo das Campanulideas. No Brasil apresenta grande importância, visto que em diversos levantamentos florísticos tem participado com cerca de 10% do total de espécies vasculares. Para o levantamento das espécies serão visitados herbários dos Estados Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Serão realizadas excursões mensais para coleta de material botânico em estádio de floração e/ou frutificação. Pretende-se fazer o levantamento da família, buscando contribuir com informações relevantes que possam levar o melhor conhecimento da flora contribuindo com a ampliação do conhecimento e identificação das espécies.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Dilma Melo da Silva - Integrante / Roberto Lourenço Esteves - Coordenador.
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2010 - 2012
A Implantação do Sistema de Cotas na UERJ: o curso de Ciências Biológicas, Descrição: As políticas de Cotas são um mecanismo de ações afirmativas que promovem a inclusão de setores excluídos da sociedade, dessa forma, funciona como um meio que permite melhores condições de competição, gerando um avanço na ampliação dos direitos da cidadania e do acesso à educação. Buscando contribuir com o debate sobre a implantação do sistema de Cotas na UERJ, este trabalho visou verificar como os professores da UERJ perceberam a implantação desse sistema. Para isso foi realizada, através de entrevista, uma pesquisa exploratória do tipo levantamento, para verificar se ocorreram modificações e adaptações ao longo da implantação das Cotas nas práticas pedagógicas. Também foi realizado um levantamento documental proveniente do banco de dados do DATAUERJ 2010 e das informações coletadas nos arquivos no Departamento de Desenvolvimento Acadêmico e Projetos de Inovações (DEAPI) que desenvolveu o Projeto de avaliação dos egressos cotistas. Os dados do DataUERJ foram consultados on line, as informações do DEAPI foram fornecidas pela pesquisadora responsável pelo projeto. A presente pesquisa analisou os dados do curso de Ciências Biológicas, abrangendo os alunos egressos, concluintes e não concluintes no período relativo aos dados fornecidos pelo DEAPI, que corresponde ao ano de 2004 a 2008 Os dados foram quantificados e analisados em forma de tabelas. Dos dez professores convidados somente cinco se disponibilizaram a conceder a entrevista. Foi realizado também um levantamento bibliográfico em livros, revistas eletrônicas. Foram encontrados teses, artigos e dissertações. Sites e documentos governamentais também foram investigados. Ao final verificou-se que alguns professores adaptaram a prática pedagógica ao novo alunado para sanar algumas deficiências observadas, e que eles não receberam qualquer orientação da instituição para o recebimento desses alunos. Concluiu-se ainda que, a princípio as Cotas parecem funcionar como forma de ações afirmativas e inclusão social.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Dilma Melo da Silva - Integrante / Lucienne Sampaio de Andrade - Coordenador.
Prêmios
2017
Menção Honrosa - Premio Shell de Educação Científica, Shell Brasil.
2008
Menção Honrosa Pensando Ibragrande, UERJ.
Histórico profissional
Experiência profissional
2010 - Atual
CIEP 394 Candido Augusto Ribeiro NetoVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 16
2007 - 2008
Prefeitura da Cidade de Nova Iguaçu, Nova IguaçuVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 4
Outras informações:
Projeto de Educação Integral Bairro-Escola
2008 - 2009
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: recuperação de exsicata, Carga horária: 6
Outras informações:
Herbarium Bradeanum - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2008 - 2009
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisa iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Taxonomia e Palinologia das Asteracea do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
2007 - 2008
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Monitoria
Outras informações:
- Programa de Atividade Discente na Modalidade Monitoria-Organografia e Taxonomia de Vegetais Vasculares
1/05/2007 a 31/12/2007
2006 - 2007
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Monitoria
Outras informações:
- Programa de Atividade Discente na Modalidade Monitoria-Organografia e Taxonomia de Vegetais Vasculares
01/07/2006 a 28/02/2007
2013 - Atual
Ciep 075 Jardim CabuçuVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Docente II, Carga horária: 16
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