Andrielle Miranda de Lima

Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2023). Atualmente é membro - Engenheiros Sem Fronteira. , atuando principalmente nos seguintes temas: empresas recuperadas, autogestão, economia solidária, redes solidárias e rede solidária de confecção.

Informações coletadas do Lattes em 30/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Engenharia de Produção

2024 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: Análise de práticas de economia circular em cadeias de suprimentos
Mariana Rodrigues Almeida.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Engenharia de Produção

2019 - 2023

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: NEGÓCIOS DE IMPACTO: UM ESTUDO DE CASO NA PRODUÇÃO DE MODA
Orientador: Sandra Rufino

Graduação interrompida em 2017 em Engenharia Têxtil

2013 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Ano de interrupção: 2017

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2010

Escola Estadual Sebastião Fernandes de Oliveira

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

LIMA, A. M. . II Simpósio Engenhando Ações de Engenharia - SEAGITS. 2017. (Outro).

RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; OLIVEIRA, B. L. M. ; CAMARA, P. G. A. ; SILVA, J. C. ; DAMASCENO, A. K. S. ; SOUZA, F. A. A. ; MOTTA, F. M. ; GARCIA, L. B. ; AZEVEDO, R. M. G. ; COSTA, A. S. ; SENA, R. V. ; ARAUJO, A. C. B. ; GADELHA, A. L. M. ; OLIVEIRA, J. V. N. . I Simpósio Engenhando Ações de Engenharia - SEAGITS. 2015. (Outro).

RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; CHEDID, F. H. ; GIROTO, M. ; ARAUJO, F. S. ; CALANDRO, R. E. . Participação do Pegadas no planejamento anual do GPERT e visita a fábrica ocupada Flaskô. 2015. (Outro).

RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; DAMASCENO, A. K. S. ; SILVA, J. C. ; OLIVEIRA, B. L. M. ; SOUZA, F. A. A. ; MOTTA, F. M. ; ARAUJO, A. C. B. ; GADELHA, A. L. M. ; CAMARA, P. G. A. ; AZEVEDO, R. M. G. ; SILVA NETO, I. C. ; SILVA, L. D. . II Roda de Conversa - Renato Dagnino. 2015. (Outro).

SOUZA, A. M. ; RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; DAMASCENO, A. K. S. ; OLIVEIRA, B. L. M. ; SOUZA, F. A. A. ; SILVA, L. D. ; ARAUJO, A. C. B. ; MOTTA, F. M. ; SILVA, J. C. ; CAMARA, P. G. A. ; GADELHA, A. L. M. ; AZEVEDO, R. M. G. . Oficina: (Des)Construindo o Pensamento - Crise, Desenvolvimento, Tecnologia e Economia Solidária. 2015. (Outro).

SILVA, L. D. ; SOUZA, A. M. ; LIMA, A. M. . Feira de Agricultura Familiar e Economia Solidária - FAFEST. 2015. .

LIMA, A. M. ; GARCIA, L. B. . IV Congresso da rede ITCPs & Simpósio Internacional de Extensão Universitária em Economia Solidária. 2015. (Congresso).

RUFINO, S. ; CHEDID, F. H. ; ARAUJO, F. S. ; OLIVEIRA, V. N. ; CAVALCANTI, M. ; GIROTO, M. ; SIGOLO, V. ; ALVAREZ, D. ; CALANDRO, R. E. ; LIMA, A. M. . Seminário de empresas recuperadas por trabalhadores. 2014. (Outro).

RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; SENA, R. V. ; OLIVEIRA, B. L. M. ; GARCIA, L. B. ; AZEVEDO, R. M. G. ; CAMARA, P. G. A. ; SILVA, L. D. ; ARAUJO, A. C. B. ; OLIVEIRA, J. V. N. ; SILVA, J. C. ; MOTTA, F. M. ; SOUZA, F. A. A. ; COSTA, A. S. ; GADELHA, A. L. M. ; DAMASCENO, A. K. S. . Estande do Pegadas na CIENTEC 2014. 2014. (Exposição).

GUEDES, L. S. ; LIMA, A. M. . Acompanhamento e Sistematização da III Conferencia Territorial de Economia Solidária do Potengi. 2014. (Outro).

Participação em eventos

ENEDS(Encontro Nacional de engenharia e desenvolvimento social).Apresentação oral de Artigo.. 2016. (Encontro).

IV Encontro Regional de Engenharia e Desenvolvimento Social - EREDS. A engenharia frente aos projetos desenvolvimentistas.. 2015. (Congresso).

XII Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social - ENEDS 2015.Por trás de cada tecnologia, há sempre uma ideologia.. 2015. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • AZEVEDO, A. B. (Org.) ; FERNANDES, A. O. (Org.) ; ROMANINI, A. (Org.) ; CASTRO, B. M. (Org.) ; HERNANDEZ, C. (Org.) ; ARAUJO, F. S. (Org.) ; HENRIQUES, F. C. (Org.) ; POMPEU, L. P. (Org.) ; PAULUCCI, M. A. (Org.) ; GIROTO, M. B. (Org.) ; MINOR, P. (Org.) ; RUFINO, S. (Org.) ; ATOLINI, T. M. (Org.) ; SIGOLO, V. M. (Org.) ; NEPOMUCENO, V. N. (Org.) ; LIMA, A. M. (Org.) . Dialética da autogestão em empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil. 1°. ed. Marília ?SP: Editora Lutas anticapital, 2019. v. 1. 414p .

  • LIMA, A. M. ; SILVA, A. M. ; PONTES, J. S. ; ALMEIDA, M. R. . ECONOMIA CIRCULAR NA CADEIA DE SUPRIMENTOS TÊXTIL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. In: Simpósio de Engenharia de Produção - SIMPEP, 2024, Bauru. XXXI Simpep - Inteligência artificial na gestão de operações, 2024.

  • RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; CAVALCANTE, H. ; LOPES, J. V. L. ; CAVALCANTI, M. B. B. . REDE SOLIDÁRIA DE CONFECÇÕES: MULHERES CONSTRUINDO ALTERNATIVAS DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA NO RIO GRANDE DO NORTE. In: IX Congresso Brasileiro dos Engenheiros Sem Fronteiras, 2023, Lorena. IX Congresso Brasileiro dos Engenheiros Sem Fronteiras, 2023.

  • RUFINO, S. ; LIMA, A. M. ; DAMASCENO, A. K. S. ; CUNHA, S. S. . PESQUISA-AÇÃO EM UMA EMPRESA RECUPERADA NO RAMO TÊXTIL EM NATAL/RN. In: Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social - ENEDS, 2016, Florianópolis. Anais dos Encontros Nacionais de Engenharia e Desenvolvimento Social, 2016.

  • LIMA, A. M. ; ARAUJO, A. C. B. ; GADELHA, A. L. M. ; DAMASCENO, A. K. S. ; AZEVEDO, R. M. G. . Vivência de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) em Empreendimentos Econômicos Solidários na FETRAF/RN ? São Paulo do Potengi/RN. In: XII Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social (ENEDS), 2015, Salvador. XII Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social (ENEDS), 2015.

  • LIMA, A. M. ; RUFINO, S. ; CAVALCANTE, H. ; CAVALCANTI, M. B. B. ; LOPES, J. V. L. . RELATO DE EXPERIÊNCIA: A CO-CONSTRUÇÃO DE UMA REDE SOLIDÁRIA DE CONFECÇÃO. In: 1º Simpósio Brasileiro de Ensino, Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social (SEPETS), 2023, Rio de Janeiro. Anais do 1º Simpósio Brasileiro de Ensino, Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social, 2023. p. 1-5.

  • HENRIQUES, F. C. ; LIMA, A. M. ; MOTA, B. C. ; AZEVEDO, A. B. ; ARAUJO, F. S. ; OLIVEIRA, V. N. ; SIGOLO, V. M. . Atualização da situação das Empresas Recuperadas por Trabalhadores no Brasil. In: VI Encuentro Internacional 'La Economia de los Trabajadores, 2017, Pigué. VI Encuentro Internacional 'La Economia de los Trabajadores, 2017.

  • RUFINO, S. ; LIMA, A. M. . Relato de Experiência: Empresas recuperadas por trabalhadores brasileiros: Relato sobre o mapeamento nacional e o seminário de ERT´s. In: IV Congresso da rede ITCPs & Simpósio Internacional de Extensão Universitária em Economia Solidária, 2015, Salvador. IV Congresso da rede ITCPs & Simpósio Internacional de Extensão Universitária em Economia Solidária, 2015.

  • LIMA, A. M. ; RUFINO, S. . Relato de Experiência: Empresas recuperadas por trabalhadores brasileiros: Relato sobre o mapeamento nacional e o seminário de ERT´s. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LIMA, A. M. . NEGÓCIOS DE IMPACTO: UM ESTUDO DE CASO NA PRODUÇÃO DE MODA 2023 (Trabalho de Conclusão de Curso).

Projetos de pesquisa

  • 2014 - 2017

    Grupo de pesquisa em empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil, Descrição: Grupo de Pesquisa multidisciplinar e interinstitucional formado atualmente por pesquisadores de núcleos/laboratórios de 13 universidades brasileiras.Realizamos uma pesquisa nacional para produção de conhecimento sobre empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil com o objetivo de contribuir para a inserção da temática do trabalho associado nas ciências exatas aplicadas e administrativas e com a construção de políticas públicas que ajudem a viabilizá-las social e economicamente. O escopo envolve ainda realização de uma análise das relações sociais de produção em construção em ERT no Brasil.O GPERT já realizou e sistematizou pesquisa quantitativa no universo de 67 ERTs que resultou no livro Empresas Recuperadas por Trabalhadores no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: Multifoco, 2013.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Integrante / Sandra Rufino - Integrante / Fernanda Santos Araujo - Integrante / Raffaele Enrico Calandro - Integrante / Alessandra Bandeira Azevedo - Integrante / Flávio Chedid Henriques - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante.

  • 2014 - 2018

    PEGADAS: Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão de Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social, Descrição: Os problemas de engenharia tornam-se cada vez mais complexos e exigem soluções socioambientais sustentáveis. Não é mais possível ter somente a técnica como preocupação, mas também, os resultados de seus impactos na sociedade. Os conceitos, metodologias, modelos e ferramentas propostos, construídos na formação tecnocientífica do engenheiro, não respondem mais às diversidades heurísticas contemporâneas, pondo em questão a separação atualmente existente entre a prática exigida dos engenheiros e o que sua formação lhes confere. Quando o estudante de engenharia atua com ações de pesquisa e extensão em comunidades (especialmente as que sofrem os efeitos dos processos de exclusão e desigualdade sociais) e se insere nesses contextos sociais, precisa considerar componentes de amplitude antropológica. O aluno nesses meios é instigado a sugerir, explicar e aplicar-se em processos de deliberação, discussão e conscientização que contribuem para a construção de seu juízo crítico. Essa crítica se desenvolve no plano das ideias e das práticas desafiando dogmas vigentes e rotinas profissionais (muitas vezes excludentes), tendo como horizonte a transformação social dessa realidade. As ações de pesquisa e extensão deste projeto são baseadas na pesquisa-ação, cuja geração do estudo-ação é resultante de diálogos entre a equipe do grupo multidisciplinar PEGADAS e organizações, empreendimentos ou setores que apresentam demandas gerando as propostas de atuação que consideram as implicações da intervenção técnica. Os integrantes do grupo debatem previamente as implicações de uma intervenção técnica na comunidade, e desenvolvem ações e materiais baseadas: a) na Educação Popular, afirmando o diálogo entre saberes distintos (popular e científico), como fonte do aprendizado e da construção do conhecimento; b) nos princípios da Economia Solidária, norteados pelos princípios de participação coletiva e autogestão, que orientam as tomadas de decisões dos trabalhadores envolvidos, e que é fundamental para sucesso das ações; c) nas Tecnologias Sociais para desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas e/ou produtos em conjunto com a comunidade que propiciem efetiva transformação social; d) no Novo Paradigma da Sustentabilidade buscando trabalhar com o sentimento de pertencimento ao meio ambiente para a aplicação (ou realização) e desenvolvimento de preservação ambiental e de ecotecnologias. A proposta consiste em ações de assessoria, formação e desenvolvimento de produtos em gestão, tecnologia e inovação social para organizações sociais e culturais (OSC) bem como para empreendimentos econômicos solidários (EES), por meio de intervenções pautadas na busca do desenvolvimento regional, social, sustentável e solidário das comunidades-alvo. Tal proposta tem um caráter de apoio e fortalecimento visando o aprimoramento das formas de gestão a partir de diagnósticos de suas realidades locais e da formação da comunidade participante de tais intervenções, tendo por base a construção social do conhecimento, pautada na crítica, emancipação e reflexividade das ações cotidianas desses grupos, produzindo coletivamente (universidade e comunidade) efetivas soluções para seus problemas e demandas. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (16) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andrielle Miranda de Lima - Coordenador / Ana Célia Baía Araújo - Integrante / Ana Luísa Moura Gadêlha - Integrante / Andrei Medeiros Cirne - Integrante / Andressa Viviane Araújo de Menezes - Integrante / Ayane Silva da Costa - Integrante / Bárbara Lorena Macêdo de Oliveira - Integrante / Camila Rolim Laricchia - Integrante / Felipe Ayala Alves de Souza - Integrante / Filippi de Melo Motta - Integrante / Laura Brito Garcia - Integrante / Lígia Sabino Guedes - Integrante / Mariane Cristina Lima de Souza - Integrante / Ramaiana Valadares de Sena - Integrante / Rodolfo Luís Almeida de Paiva Dantas - Integrante / Saulo de Souza Cunha - Integrante / Victor Francisco Sabino Araújo Lima - Integrante / Victor Marques de Araújo Silva - Integrante / Sandra Rufino Santos - Integrante / Igor Bezerra Furtado Silva - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2014 - 2017

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2019 - 2023

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Estudante

2023 - Atual

ENGENHEIROS SEM FRONTEIRA

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: membro

2017 - 2017

Mulheres Conquistando Autonomia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: extencionista

2014 - 2016

Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão em Projetos de Eng.

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: membro, Carga horária: 20

Outras informações:
Grupo PEGADAS/UFRN (Grupo Multidisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão em Projetos de Engenharia e Gestão Aplicados ao Desenvolvimento Ambiental e Social)

2014 - 2016

Grupo de Pesquisa em Empresas Recuperadas por Trabalhadores

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: membro, Carga horária: 10

Outras informações:
Membro do grupo nacional de pesquisa em empresas recuperadas por trabalhadores no Brasil