Haroldo Rodrigues de Albuquerque Júnior

É graduado em Odontologia pela Universidade Federal do Ceará (1990), mestrado em Ciências (Ortodontia) [Piracicaba] pela Universidade Estadual de Campinas (1996); doutorado em Odontologia (Ortodontia) [Araraquara] pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002) e Estágio Sênior Pós-Doutoral no Eller College of Management [Management Information Systems], University of Arizona (2014-2015). Foi: i. Professor Titular da Universidade de Fortaleza UNIFOR; ii. Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Universidade de Fortaleza UNIFOR; iii. Coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica da Universidade de Fortaleza UNIFOR; iv. Avaliador de instituições e de cursos ad hoc do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, Ministério da Educação; v. Presidente da Fundação de Amparo a Pesquisa do Ceará - FUNCAP: Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico; vi. Conselheiro e Presidente do Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará - ARCE; vii. Presidente do Comitê de Ética em Pesquisa em seres humanos - COÉTICA, da Universidade de Fortaleza UNIFOR; viii. Coordenador do Curso de Odontologia da Universidade de Fortaleza UNIFOR; ix. Bolsista de Estágio Sênior Pós Doutoral da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES, Ministério da Educação; x. Professor Visitante no Eller College [Departamento de Gestão de Sistemas de Informação], Universidade do Arizona; xi. Colunista colaborador de OPINIÃO no OPOVO; e, xii. Membro do Conselho de Leitores do OPOVO; xiii. Colunista colaborador da FORBES BRASIL; e, xiv. Colunista colaborador da JANGADEIRO BAND NEWS.Atualmente: i. Sócio Fundador da Investidora de Negócios de Impacto IN3 New B Capital S.A.; e, ii. Sócio Fundador da Plataforma de Créditos de Reciclagem RECYBACKS.

Informações coletadas do Lattes em 17/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Odontologia (Ortodontia) [Araraquara]

1999 - 2001

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: Avaliação da precisão - repetibilidade e reprodutibilidade - de medidas cefalométricas esqueléticas e dentárias
, Ano de obtenção: 2002. Ary dos Santos Pinto. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: Cefalometria; Medidas Físicas; Reprodutibilidade de Resultados.Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Odontologia / Subárea: Radiologia Odontológica. Setores de atividade: Desenvolvimento de Novos Materiais.

Mestrado em Ortodontia [Piracicaba]

1994 - 1996

Universidade Estadual de Campinas
Título: Avaliação do erro de reprodutibilidade dos valores cefalométricos aplicados na filosofia Tweed-Merrifield pelos métodos computadorizado e convencional
Orientador: Maria Helena Castro de Almeida
, Ano de Obtenção: 1996.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Cefalometria; Medidas Físicas; Reprodutibilidade de Resultados.Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Odontologia / Subárea: Radiologia Odontológica. Setores de atividade: Desenvolvimento de Programas (Software).

Aperfeiçoamento em Modelo de Gestão de Parques Científicos e Tecnológ

2013 - 2013

Parque Tecnológico de Andalucía
Título: Modelagem de um Parque Científico e Tecnológico para o Município de Fortaleza. Ano de finalização: 2013
Orientador: Felipe Romera Lubias

Aperfeiçoamento em Empreendedorismo e Criação de Novos Negócios

2008 - 2008

Fundação Getúlio Vargas - SP
Título: Inovação Tecnólogica e Segurança Jurídica.. Ano de finalização: 2008
Orientador: Antônio Dal Fabbro

Aperfeiçoamento em Gestão de Projetos de Pesquisa em Saúde

2003 - 2003

Universidade Estadual do Ceará
Ano de finalização: 2003;

Graduação em Odontologia

1985 - 1990

Universidade Federal do Ceará

Pós-doutorado

2014 - 2015

Pós-Doutorado. , University of Arizona, ARIZONA, Estados Unidos. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas / Especialidade: Negócios Internacionais.

Formação complementar

2017 - 2017

Mensuração de Impacto Social. (Carga horária: 48h). , Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, INSPER, Brasil.

2016 - 2016

Finanças para Executivos. (Carga horária: 48h). , Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, INSPER, Brasil.

2007 - 2007

Progrma de Capacitação do Banco de Avaliadores. (Carga horária: 32h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.

2007 - 2007

Estruturação de Núcleos de Inovação Tecnológica.. (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2004 - 2004

Tramanto Ortopédico Facial. (Carga horária: 8h). , Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, ABOR, Brasil.

2001 - 2001

Ortodontia. (Carga horária: 30h). , Associação Cearense de Ortodontia, ACEORTO, Brasil.

2001 - 2001

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Araraquara da Universidade Estadual Paulista, FOAR/UNESP, Brasil.

2000 - 2000

Odontopediatria. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Baurú da Universidade de São Paulo, FOB/USP, Brasil.

2000 - 2000

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Araraquara da Universidade Estadual Paulista, FOAR/UNESP, Brasil.

1999 - 1999

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Araraquara da Universidade Estadual Paulista, FOAR/UNESP, Brasil.

1999 - 1999

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Associação Cearense de Ortodontia, ACEORTO, Brasil.

1999 - 1999

Para Melhorar Não Basta Avaliar. , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do Ministério da Edu, INEP/MEC, Brasil.

1999 - 1999

Projeto Pedagógico. (Carga horária: 40h). , Universidade de Fortaleza, UNIFOR, Brasil.

1998 - 1998

Ortodontia. (Carga horária: 32h). , Associação Cearense de Ortodontia, ACEORTO, Brasil.

1997 - 1997

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Associação Brasileira de Odontologoa, ABO, Brasil.

1997 - 1997

Ortodontia. (Carga horária: 24h). , Sociedade Brasileira de Ortodontia, SBO, Brasil.

1997 - 1997

Atualização Pedagógica Dinâmica de Grupo Aplicada. (Carga horária: 40h). , Universidade de Fortaleza, UNIFOR, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 16h). , Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria, GRUPO, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, APCD, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Faculdade de Odontologia de Baurú da Universidade de São Paulo, FOB/USP, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Brasil.

1996 - 1996

Odontopediatria. (Carga horária: 4h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Sociedade Paulista de Ortodontia, SPO, Brasil.

1996 - 1996

Ortodontia. (Carga horária: 6h). , Sociedade Paulista de Ortodontia, SPO, Brasil.

1995 - 1995

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria, GRUPO, Brasil.

1995 - 1995

Odontologia Preventiva. (Carga horária: 4h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Brasil.

1995 - 1995

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Associação Brasileira de Odontologoa, ABO, Brasil.

1995 - 1995

Odontopediatria. (Carga horária: 18h). , Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, FO/UFRGS, Brasil.

1995 - 1995

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Brasil.

1995 - 1995

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, FORP/USP, Brasil.

1995 - 1995

Ortodontia. (Carga horária: 20h). , Sociedade Brasileira de Ortodontia, SBO, Brasil.

1994 - 1994

Extensão universitária em Ortodontia. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.

1994 - 1994

Ortodontia. (Carga horária: 8h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Brasil.

1993 - 1993

Ortodontia. (Carga horária: 21h). , Academia Cearense de Odontologia, ACO, Brasil.

1991 - 1991

Controle de Infecção. (Carga horária: 12h). , Academia Cearense de Odontologia, ACO, Brasil.

1991 - 1991

Ortodontia. (Carga horária: 12h). , Associação Brasileira de Odontologoa, ABO, Brasil.

1990 - 1990

Extensão universitária em Programa Universitário de Treinamento e Ação Comun. (Carga horária: 180h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

1989 - 1990

Programa de Monitoria. , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

1989 - 1989

Extensão universitária em Estágio Extra Mural. (Carga horária: 28h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Gestão de Inovação Tecnológica.

Organização de eventos

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; MOREIRA NETO, J. J. S. . XXXV Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 2004. (Congresso).

Participação em eventos

XI Jornada Acadêmica de Odontologia - UNIFOR.Políticas de Apoio à Pesquisa no Estado do Ceará. 2009. (Simpósio).

VII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade de Fortaleza.Avaliador de Trabalhos. 2008. (Encontro).

6o. Confresso Brasileiro da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial.. 2007. (Congresso).

II Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria.. 2007. (Congresso).

IV Encontro de Ética em Pesquisa.A resolução CNS/MS 196/96 - As diferentes áreas e níveis de conhecimento.. 2007. (Encontro).

VII Congresso Iberoamericano de Indicadores de Ciencia y Tecnologia.. 2007. (Congresso).

XII Encontro de Iniciação à Pesquisa da Universidade de Fortaleza - UNIFOR.. 2007. (Encontro).

XXXVIII Encontro do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 2007. (Encontro).

18o. Congresso Pernambucano de Odontologia. 2006. (Congresso).

23a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica - SBPqO..23a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica - SBPqO.. 2006. (Outra).

2o. Congresso Paulista e 2o. Internacional de Especialistas em Ortodontia - Ortopedia Facial. 2o. Congresso Paulista e 2o. Internacional de Especialistas em Ortodontia - Ortopedia Facial. 2006. (Congresso).

XXXVII Encontro Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria..Educação à Distância: Novas Tecnologias e suas Ferramentas.. 2006. (Encontro).

22a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica.22a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica. 2005. (Outra).

5o. Congresso da ABOR - Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial. 5o. Congresso da ABOR - Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2005. (Congresso).

I seminário de ética em pesquisa da UVA..I seminário de ética em pesquisa da UVA.. 2005. (Seminário).

VIII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.VIII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2005. (Outra).

XXXVI Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria..XXXVI Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria.. 2005. (Encontro).

II Congresso Cearense de Odontopediatria e Ortodontia e Ortopedia Facial. II Congresso Cearense de Odontopediatria e Ortodontia e Ortopedia Facial. 2004. (Congresso).

IV Encontro de Iniciação à Docência.IV Encontro de Iniciação à Docência da Universidade de Fortaleza - UNIFOR. 2004. (Encontro).

VII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.VII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2004. (Outra).

X Encontro de Iniciação Científica.X Encontro de Iniciação Científica da Universidade de Fortaleza - UNIFOR.. 2004. (Encontro).

Xth International Symposium on Dentofacial Development and Function.Xth International Symposium on Dentofacial Development and Function. 2004. (Simpósio).

XXXV Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria.XXXV Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 2004. (Encontro).

VI Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.VI Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2003. (Outra).

XXXIV Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria.XXXIV Encontro Científico Anual do GRUPO Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 2003. (Encontro).

13o. Congresso Brasileiro de Ortodontia. 13o. Congresso Brasileiro de Ortodontia. 2002. (Congresso).

V Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.V Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2002. (Outra).

XIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica..XIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica. 2002. (Encontro).

XXXIII Encontro do Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria..XXXIII Encontro do Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 2002. (Encontro).

1o. Congresso Cearense de Odontopediatria e Ortodontia - Ortopedia Facial. 1o. Congresso Cearense de Odontopediatria e Ortodontia - Ortopedia Facial. 2001. (Congresso).

55a. Jornada Odontológica Internacional da FOAR/UNESP.55a. Jornada Odontológica Internacional da FOAR/UNESP. 2001. (Outra).

IV Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.IV Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2001. (Outra).

XIV Congresso Cearense de Odontologia, XIII Congresso Nordestino de Odontologia. XIV Congresso Cearense de Odontologia, XIII Congresso Nordestino de Odontologia. 2001. (Congresso).

III Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.III Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2000. (Outra).

V Jornada Odontopet.V Jornada Odontopet. 2000. (Outra).

XIII Jornada Odontológica de Bauru/USP.XIII Jornada Odontológica de Bauru/USP. 2000. (Outra).

XXVI Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia.XXVI Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia. 2000. (Encontro).

XXXV Reunião da Associação de Ensino Odontológico. XXXV Reunião da Associação de Ensino Odontológico. 2000. (Congresso).

53a. Jornada Odontológica Internacional da FOAR/UNESP.53a. Jornada Odontológica Internacional da FOAR/UNESP. 1999. (Outra).

III Encontro da Associação dos Ex-Alunos de Ortodontia de Araraquara.III Encontro da Associação dos Ex-Alunos de Ortodontia de Araraquara. 1999. (Encontro).

II Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.II Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 1999. (Outra).

IV Jornada Odontopet.IV Jornada Odontopet. 1999. (Outra).

XXV Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia.XXV Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia. 1999. (Encontro).

XXX Congresso Brasileiro de Odontologia, XIII Congresso Cearense de Odontologia, XII Congresso Nordestino de Odontologia. XXX Congresso Brasileiro de Odontologia, XIII Congresso Cearense de Odontologia, XII Congresso Nordestino de Odontologia. 1999. (Congresso).

XXXIV Reunião da Associação de Ensino Odontológico. XXXIV Reunião da Associação de Ensino Odontológico. 1999. (Congresso).

I Jornada Odontológica da UNIFOR.I Jornada Odontológica da UNIFOR. 1998. (Outra).

XXIV Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia.XXIV Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia. 1998. (Encontro).

XXXIII Reunião da Associação Brasileira de Ensino Odontológico.XXXIII Reunião da Associação Brasileira de Ensino Odontológico. 1998. (Encontro).

97o. Seminário Internacional da Sociedade Brasileira de Ortodontia.97o. Seminário Internacional da Sociedade Brasileira de Ortodontia. 1997. (Seminário).

I Seminário de Iniciação Científica em Odontologia/UNIMAR.I Seminário de Iniciação Científica em Odontologia/UNIMAR. 1997. (Seminário).

XII Congresso Cearense de Odontologia, XI Congresso Nordestino de Odontologia. XII Congresso Cearense de Odontologia, XI Congresso Nordestino de Odontologia. 1997. (Congresso).

XIV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO.XIV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO. 1997. (Encontro).

10a. Jornada Acadêmica de Araraquara/UNESP.10a. Jornada Acadêmica de Araraquara/UNESP. 1996. (Outra).

10o. Congresso Brasileiro de Ortodontia, 6o. Congresso Paulista de Ortodontia. 10o. Congresso Brasileiro de Ortodontia, 6o. Congresso Paulista de Ortodontia. 1996. (Congresso).

III Simpósio de Informática na Ortodontia e Ortopedia dos Maxilares.III Simpósio de Informática na Ortodontia e Ortopedia dos Maxilares. 1996. (Simpósio).

II Jornada Internacional de Ortodontia da FOB/USP.II Jornada Internacional de Ortodontia da FOB/USP. 1996. (Outra).

Jornada Odontológica de Piracicaba.Jornada Odontológica de Piracicaba. 1996. (Outra).

XIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO. XIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO. 1996. (Congresso).

XXXVI Jornada Odontológica de São Carlos/APCD, IV Jornada Internacional de Ortodontia.XXXVI Jornada Odontológica de São Carlos/APCD, IV Jornada Internacional de Ortodontia. 1996. (Outra).

17a. Jornada Odontológica de Ribeirão Preto/USP.17a. Jornada Odontológica de Ribeirão Preto/USP. 1995. (Outra).

2o. Encontro Gaúcho de Odontopediatria.2o. Encontro Gaúcho de Odontopediatria. 1995. (Encontro).

Jornada Odontológica de Piracicaba.Jornada Odontológica de Piracicaba. 1995. (Outra).

XI Congresso Cearense de Odontologia, X Congresso Nordestino de Odontologia. XI Congresso Cearense de Odontologia, X Congresso Nordestino de Odontologia. 1995. (Congresso).

XXVI Encontro do Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria.XXVI Encontro do Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria. 1995. (Encontro).

10o. Congresso Internacional de Odontologia de Ponta Grossa. 10o. Congresso Internacional de Odontologia de Ponta Grossa. 1994. (Congresso).

I Encontro Internacional de Ortodontia de Londrina.I Encontro Internacional de Ortodontia de Londrina. 1994. (Encontro).

Jornada Odontológica de Piracicaba.Jornada Odontológica de Piracicaba. 1994. (Encontro).

XI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO.XI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica-SBPqO. 1994. (Encontro).

IV Encontro de Ortodontia da Sociedade Paranaense de Ortodontia.IV Encontro de Ortodontia da Sociedade Paranaense de Ortodontia. 1993. (Encontro).

IV Seminário Internacional de Odontopediatria e Odontologia Preventiva e Social.IV Seminário Internacional de Odontopediatria e Odontologia Preventiva e Social. 1993. (Seminário).

X Congresso Cearense de Odontologia, IX Congresso Nordestino de Odontologia. X Congresso Cearense de Odontologia, IX Congresso Nordestino de Odontologia. 1993. (Congresso).

XII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.XII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1993. (Encontro).

2o. Congresso Internacional de Ortopedia dos Maxilares. 2o. Congresso Internacional de Ortopedia dos Maxilares. 1992. (Congresso).

X Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.X Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1992. (Encontro).

XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1992. (Encontro).

III Seminário Internacional de Odontopediatria e odontologia Preventiva e Social.III Seminário Internacional de Odontopediatria e odontologia Preventiva e Social. 1991. (Seminário).

IX Congresso Cearense de Odontologia, VIII Congresso Nordestino de Odontologia. IX Congresso Cearense de Odontologia, VIII Congresso Nordestino de Odontologia. 1991. (Congresso).

I Congresso Nacional de Ortopedia Funcional dos Maxilares, VI Congresso Mineiro de Hipnose e Medicina Psicossomática, X Congresso Brasileiro de Implantodontia, XX Congresso Sul-Mineiro de Odontologia, XXIII Simpósio de Odontologia de Urgência. I Congresso Nacional de Ortopedia Funcional dos Maxilares, VI Congresso Mineiro de Hipnose e Medicina Psicossomática, X Congresso Brasileiro de Implantodontia, XX Congresso Sul-Mineiro de Odontologia, XXIII Simpósio de Odontologia de Urgência. 1990. (Congresso).

IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1990. (Encontro).

X Congresso Pernambucano de Odontologia, V Congresso Norte-Nordeste de Odontologia. X Congresso Pernambucano de Odontologia, V Congresso Norte-Nordeste de Odontologia. 1990. (Congresso).

XVII Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia.XVII Encontro Nacional de Dirigentes de Faculdades de Odontologia. 1990. (Encontro).

XXVI Reunião da Associação Brasileira de Ensino Odontológico.XXVI Reunião da Associação Brasileira de Ensino Odontológico. 1990. (Encontro).

II Seminário Internacional de odontopediatria e Odontologia Preventiva e Social.II Seminário Internacional de odontopediatria e Odontologia Preventiva e Social. 1989. (Seminário).

VIII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.VIII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1989. (Encontro).

XXII Congresso Brasileiro de Odontologia, VIII Congresso Cearense de Odontologia, VII Congresso Nordestino de Odontologia. XXII Congresso Brasileiro de Odontologia, VIII Congresso Cearense de Odontologia, VII Congresso Nordestino de Odontologia. 1989. (Congresso).

7o. Encontro Regional da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral.7o. Encontro Regional da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral. 1988. (Encontro).

I Congresso Nacional da Academia Cearense de Odontologia. I Congresso Nacional da Academia Cearense de Odontologia. 1988. (Congresso).

VII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa.VII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa. 1988. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Mylena Teixeira Ruiz

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia; BITTENCOURT, L. R. A. Morfologia Maxilar em Indivíduos com Síndrome de Apnéia Obstrutiva do Sono. 2008. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Universidade Federal do Ceará.

Aluno: Marjorie Parente Teles

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia; BITTENCOURT, L. R. A. Avaliação do padrão crânio-cérvico-facial em indivíduos com apnéia obstrutiva do sono.. 2007. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Universidade Federal do Ceará.

Aluno: Beatriz Militão Olinda

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; MIRANDA, A. S.; VASCONCELOS FILHO, E. V.. Acesso aos serviços de saúde bucal do programa de saúde da família em municípios da área metropolitana de Fortaleza/CE.. 2006. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Estadual do Ceará.

Aluno: Isabel Maria Magalhães Pinto Ribeiro

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; LIMA, J. W. O.; PONTES, R. J. S.; Lóssio, J. J. A.. Prevalência da má oclusão e necessidade de tratamento ortodôntico em escolares da cidade de Fortaleza. 2004. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Federal do Ceará.

Aluno: Ana Flávia de Araújo Lima

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; MIRANDA, A. S.; OLIVEIRA, R. H. M.. Condições de trabalho do Cirurgião-Dentista: Dentista na assistência aos pacientes em consultórios de convênio e particular.. 2004. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Estadual do Ceará.

Aluno: Helena Márcia Guerra dos Santos

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; FANTINI, Solange Mongelli de; VIGORITO, Júlio Wilson; AIDAR, Luis Antônio de Arruda; HENRIQUES, José Fernando Castanha; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia. Alterações das atividades eletromiográficas dos músculos masseter e temporal anterior após a desprogramação neuromuscular da mandíbula de acordo com a filosofia de Roth.. 2006. Tese (Doutorado em Odontologia (Ortodontia)) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Pedro César Fernandes dos Santos

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; ROCHA, Rodney Garcia; SOARES, Mário Sérgio; TORTAMANO, André; MAIA, Francisco Ajalmar. Estudo da prevalência das más oclusões e da necessidade de tratamento ortodôntico em pacientes da Disciplina de Clínica Integrada da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.. 2006. Tese (Doutorado em Ciências Odontológicas) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Mêrian Lucena de Moura Leiros

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; PINTO, L. P.; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia; SOUZA, L. B.; GALVÃO, H. C.. Estudo Comparativo dos Efeitos Biológicos às Estruturas Dentárias e Periodontais, Ocasionados Pelos Aparelhos Jones-Jig e Pêndulo Usados na Correção da Classe II Dentária.. 2004. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Aluno: Liane Belchior Paraiba

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia; SANTOS, P. C. F.. A importância da Ortodontia no tratamento da agenesia de incisivo lateral superior. 2004. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial) - Associação Brasileira de Odontologoa.

Aluno: Aline Levi Baratta Monteiro

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia; SANTOS, P. C. F.. Extrações atípicas em Ortodontia. 2004. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial) - Associação Brasileira de Odontologoa.

Aluno: Ana Trícia F

FARIA, C. C. M.; RIBEIRO, I. M. M. P.;ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.. Freire/Durval F. Medeiros Neto/Leirson Gadel.O estudo da prevalência das mordidas cruzadas nos pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da UNIFOR. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza.

Aluno: Dannia N

PRACA, L. F. G.; VALVERDE, G. B.;ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.. Dias Pepino/Lia B. Aragão/Meline C. Limeira Lima.Análise da distribuição de tensões ao redor de implantes osseointegrados em função da altura da coroa, utilizando o método bidimensional de elementos finitos. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza.

Aluno: Ana Maria M

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; LIMA, A. D. M. A.;MAIA, M. C. G.. Barros/João Paulo V. Braga/Monique F. Carvalho.Estudo da relação entre hábitos bucais deletérios e malocusão em pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da UNIFOR. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza.

Aluno: Amanda de Lavor Bezerra / Ana Carolina Lima Marques

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; LIMA, A. D. M. A.;MAIA, M. C. G.. Prevalência dos hábitos de sucção em pacientes da Clínica Infantil do Curso de odontologia da UNIFOR.. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza.

Aluno: Milena Costa Amaral / Rachel de Andrade Bachá

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; GURGEL FILHO, Eduardo Diogo; FERREIRA, C. M.. Avaliação in vitro da quantidade de material extruído mediante a realização ou não de patência foraminal em duas diferentes técnicas de instrumentação.. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; Freitas, B. V.; SANTOS, P. C. F.. Provimento de Cargo da Carreira do Magistério Superior. 2009. Universidade Federal do Maranhão.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; RAMOS, M. L. L.; SILVA, C. G.. Concurso Público para docentes. 2001. Universidade Estadual da Paraíba.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; GURGEL FILHO, Eduardo Diogo; SARTORI, Juliano. Fórum Científico da VII Jornada Academica de odontologia da UNIFOR. 2005. Universidade de Fortaleza.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; FARIA, C. C. M.; MOTA, O. M. L.. Fórum Clínico da VII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR. 2004. Universidade de Fortaleza.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; GURGEL FILHO, Eduardo Diogo; MOREIRA, M. M. M. S.. Fórum Científico da VI Jornada Acadêmica do Curso de Odontologia da UNIFOR. 2003. Universidade de Fortaleza.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; SANTOS, P. C. F.; ROLLA, A. J. S.. Fórum Acadêmico Clínico da Jornada OdontoPet. 1999. Universidade Federal do Ceará.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R.; TELLES, G. S.; NOVAIS, P. M. R.. I Fórum Acadêmico de Odontologia do Ceará. 1998. Associação Brasileira de Ensino Odontológico.

Orientou

Ana Maria Martins Barros

Estudo da relação entre hábitos bucais deletérios e maloclusão em pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da UNIFOR; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

João Paulo Viana Braga

Estudo da relação entre hábitos bucais deletérios e maloclusão em pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da UNIFOR; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

Monique Freire Carvalho

Estudo da relação entre hábitos bucais deletérios e maloclusão em pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da UNIFOR; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

Amanda de Lavor Bezzera

Prevalência dos hábitos de sucção em pacientes da Clínica Infantil do Curso de odontologia da UNIFOR; ; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

Ana Carolina Lima Marques

Prevalência dos hábitos de sucção em pacientes da Clínica Infantil do Curso de odontologia da UNIFOR; ; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

Natália Rocha Monteiro

Prevalência dos hábitos de sucção em pacientes da Clínica Infantil do Curso de odontologia da UNIFOR; ; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Odontologia) - Universidade de Fortaleza; Orientador: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior;

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  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia ; SANTOS, P. C. F. . Considerações sobre a ortodontia e a ortopedia funcional dos maxilares no contexto odontológico.. In: XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará., 1992, Fortaleza. Anais do XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará.. Fortaleza: Edições UFC, 1992. p. 517-517.

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PICANÇO, P. R. B. ; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia ; FARIAS, O. M. M. ; SANTOS, P. C. F. . O bionator na ortopedia funcional dos maxilares.. In: XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará., 1992, Fortaleza. Anais do XI Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará.. Fortaleza: Edições UFC, 1992. p. 333-333.

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. . Os hábitos anormais na etiologia da maloclusão. In: IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará., 1990, Fortaleza. Anais do IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará.. Fortaleza: Edições UFC, 1990. p. 213-213.

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. . O ativador na ortopedia funcional dos maxilares. In: IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará., 1990, Fortaleza. Anais do IX Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará.. Fortaleza: Edições UFC, 1990. p. 221-221.

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; FARIAS, O. M. M. . Técnica de Obtenção de modelos de estudo em ortodontia. In: VIII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará., 1989, Fortaleza. Anais do VIII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Universidade Federal do Ceará.. Fortaleza: Edições UFC, 1989. p. 199-199.

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . A resolução CNS/MS 196/96 - as diferentes áreas e níveis de conhecimento.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Contenção e recidiva.. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Operacionalização do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFOR. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O ensino da ortopedia facial na graduação e pós-graduação. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . A organização de Comitês de Ética em Pesquisa. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; GOMES JUNIOR, Ezequiel Carlos ; ARRAIS, Lyssa de Aragão . Análise da discrepância de dentária em pacientes da clínica infantil do curso de odontologia da Universidade de Fortaleza. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; GOMES JUNIOR, Ezequiel Carlos ; ARRAIS, Lyssa de Aragão . Intervenção do programa de controle de espaço da clínica infantil da Universidade de Fortaleza: Uma contribuição pedagógica.. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Perspectivas da pesquisa e pós-graduação na educação permanente. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, A. S. ; PINTO, L. A. M. S. . Avaliação da precisão - repetibilidade e reprodutibilidade - de medidas cefalométricas.. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, A. S. ; PINTO, L. A. M. S. . Avaliação da precisão - repetibilidade e reprodutibilidade - de medidas cefalométricas. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, A. S. ; MARTINS, R. P. ; NAKAMA, R. ; SAKIMA, P. . Utilização de recursos de informática na determinação de ensaios de precisão - repetibilidade e reprodutibilidade - de medidas cefalométricas. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; MARTINS, R. P. ; NAKAMA, R. ; SAKIMA, P. . Ortho Freeware: nova versão do aplicativo. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, A. S. ; MARTINS, R. P. ; SAKIMA, P. ; NAKAMA, R. . Informática aplicada ao ensino de ortodontia. 2002. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Tratamento Ortodôntico em Paciente Infantil. 2000. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Buscando a Oclusão Ideal em Pacientes com Periodonto Reduzido. 2000. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Mercado de Trabalho: Perspectiva Para o Récem Formado em Odontologia. 1999. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Projeto Pedagógico do Curso de Odontologia da Unifor - a construção coletiva. 1999. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Saúde Bucal: Avanços e Retrocessos. 1999. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Correção da mordida cruzada funcional através do programa pré-ortodôntico. 1997. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Avaliação do erro de reprodutibilidade dos valores cefalométricos aplicados na filosofia Tweed-Merrifield pelos métodos computadorizado e convencional. 1997. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; ALMEIDA, M. H. C. . Erro de reprodutibilidade dos valores cefalométricos pelos métodos computadorizado e convencional. 1997. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Época ideal para o tratamento ortodôntico. 1997. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PEREIRA NETO, J. S. ; ALMEIDA, M. H. C. ; BÍSCARO, S. L. . Determinação cefalométrica dos diferentes tipos de maloclusão classe III durante a fase da dentição mista. 1996. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; MAGNANI, M. B. A. . Correção da mordida cruzada funcional através do programa pré-ortodôntico. 1996. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Avaliação do erro de reprodutibilidade dos valores cefalométricos aplicados na filosofia Tweed-Merrifield pelos métodos computadorizado e convencional. 1996. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Reabsorção radicular decorrente do tratamento ortodôntico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; NOUER, D. F. ; ALMEIDA, M. H. C. . A interrelação fonoaudiologia-ortodontia. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Aspectos estéticos da face relacionados com o tratamento ortodôntico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Reabsorção radicular decorrente do tratamento ortodôntico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . A reabsorção radicular e o tratamento ortodôntico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . A interrelação fonoaudiologia-ortodontia. 1995. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Estágios de formação e de reabsorção dos dentes: uma visão clínica. 1994. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Estágios de formação e reabsorção dos dentes. 1994. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, E. G. ; PRATES, N. S. ; NOUER, D. F. . Características do desenvolvimento da dentição mista. 1994. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Reavaliação de análises cefalométricas em telerradiografias laterais. 1993. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Aparelhos ortopédicos funcionais dos maxilares. 1993. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Procedimentos ortodônticos preventivos e interceptores. 1993. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Manutenção de espaço para erupção de dentes permanentes.. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O bionator na ortopedia funcional dos maxilares.. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Técnica de obtenção de modelos de estudo em ortodontia.. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O ativador na ortopedia funcional dos maxilares.. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Relação profissional ortodontista x fonoaudiólogo. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Considerações sobre a ortodontia e a ortopedia funcional dos maxilares no contexto odontológico. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O bionator na ortopedia funcional dos maxilares. 1992. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O ativador na ortopedia funcional dos maxilares.. 1991. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Os hábitos anormais na etiologia da maloclusão.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Ativador: Uso e modificações.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. . O ativador de Andresen-Haupl.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Os hábitos anormais na etiologia da maloclusão.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . O ativador na ortopedia funcional dos maxilares.. 1990. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Técnica de Obtenção de Modelos de Estudo em Ortodontia. 1989. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial.. 2007.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2006.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Membro da Comissão de Avaliação dos Trabalhos da 23ªSBPqO. 2006.. 2006.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2005.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2004.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2003.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2002.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Consultor Científico da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial. 2001.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; GURGEL FILHO, Eduardo Diogo ; SARTORI, Juliano . Elaborador do Projeto de Mestrado Profissional em Odontologia da Universidade de Fortaleza - UNIFOR. 2005.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Parecerista da Comissão Interna do Programa de Iniciação Científica da FUNCAP. 2005.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Coordenador do Projeto: Bioética - O ser e o fazer na pesquisa. Projeto de Fortalecimento Institucional dos Comitês de Ética em Pesquisa - Projeto 914BRA2000. Edital UNESCO/MS 200/2003. 2003.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; PINTO, A. S. . Elaborador do Projeto de Pesquisa: Avaliação da precisão - repetibilidade e reprodutibilidade - de medidas cefalométricas esqueléticas e dentárias. Projeto FAPESP 00/07800-2.. 2000.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; ALMEIDA, M. H. C. . Elaborador do Projeto de Pesquisa: Avaliação do erro de reprodutibilidade dos valores cefalométricos aplicados na filosofia Tweed-Merrifield pelos métodos computadorizado e convencional. Projeto FAPESP 05/01130-8.. 1995.

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Ortodontia - estado atual: Evidências de interesse ao clínico.. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Crescimento e desenvolvimento craniofacial. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Análise do esqueleto craniofacial. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Mordida cruzada. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Planejamento Ortodôntico. 2002. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Avaliação da Precisão em Cefalometria Radiográfica. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 2001. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Crescimento e desenvovimento craniofacial. 2001. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Avaliação da Precisão em Cefalometria Radiográfica. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 2000. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Crescimento e desenvolvimento craniofacial. 2000. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Dentição. 1999. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 1999. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Crescimento e desenvolvimento craniofacial. 1999. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 1998. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Crescimento e Desenvolvimento craniofacial. 1998. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Interrelação forma e função. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Biogênese da Oclusão. 1997. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Recursos Audiovisuais).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. . Integração Ortodontia-Fonoaudiologia. 1996. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. ; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia . I Curso de Ortodontia Preventiva e Interceptativa (teórico e prático). 1992. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. ; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia . Curso de Ortopedia Funcional dos Maxilares. 1992. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

ALBUQUERQUE JUNIOR, H. R. ; SANTOS, P. C. F. ; CHAVES JUNIOR, Cauby Maia . Atualização Odontológica. 1992. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2004 - Atual

    ANÁLISE DO PERFIL DA DISCREPÂNCIA DENTÁRIA EM USUÁRIOS DE CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS., Descrição: A maloclusão é um problema de saúde bucal atribuída, entre outros fatores, à discrepância dentária (DD). A intervebção precoce é uma alternativa real de resolução do problema. Este projeto procura investigar, através de modelos, exame clínico e de prontuários, a DD e correlacioná-la com faixa etária, gênero, desenvolvimento da dentição e grau de severidade dentária, em indivíduos residentes na cidade de Fortaleza.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Augusto Darwin Moreira de Araújo Lima - Integrante / Ezequiel Carlos Gomes Junior - Integrante / Lyssa de Aragão Arrais - Integrante., Financiador(es): Universidade de Fortaleza - Cooperação., Número de produções C, T & A: 2

  • 2004 - Atual

    QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO E O MODELO DE GESTÃO DE CLÍNICA ODONTOLÓGICA., Descrição: Articular a qualidade da prestação de serviço no contexto da gestão de clínicas odontologicas, destacando o papel do profissional nas tomadas de decisões, além de identificar as tecnologias empregadas na gestão da clínica e os modelos assistenciais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Sérgio Henrique Arruda Cavalcante Forte - Integrante.

  • 2003 - Atual

    CORRELAÇÃO ENTRE HÁBITOS BUCAIS DELETERIOS E MALOCLUSÕES: ESTUDO DOS FATORES DE RISCO., Descrição: Investigar através dos fatores de risco associados a temática possíveis correlações entre hábitos bucais deletérios e maloclusão em indivíduos na faixa etária de 4 a 12 anos residentes na cidade de Fortaleza.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Maria Cristina Germano Maia - Integrante / Ana Maria Martins Barros - Integrante / João Paulo Viana Braga - Integrante / Monique Freire Carvalho - Integrante., Financiador(es): Universidade de Fortaleza - Cooperação., Número de produções C, T & A: 3

  • 1995 - Atual

    MÉTODOS DE ENSAIOS CEFALOMÉTRICOS EM ORTODONTIA., Descrição: Investiga-se dois métodos "repetibilidade e reprodutibilidade" de determinação da precisão de medidas cefalométricas. Os ensaios cefalométricos contribuem para a melhoria da qualidade da investigação científica e do desenvolvimento da prática clínica estabelecendo condições de validação de ensaios de mensuração.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Ary dos Santos Pinto - Integrante / Loudes Aparecida Martins dos Santos Pinto - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 18

Projetos de desenvolvimento

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Modelagem de um Ambiente de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Estado do Ceará, Descrição: O Brasil e a sétima economia do mundo, mas apresenta enorme deficit no tocante a competitividade de sua industria. Sua pauta de exportações é marcada por commodities e produtos industriais com baixo teor tecnológico, salvo algumas exceções como a indústria aeronáutica. O sucesso de seu agrobusiness não se repete na indústria. O ponto nevrálgico é a baixa capacidade de inovação. Este quadro discrepa do importante avanço do país do campo da pesquisa científica e tecnológica. O Brasil ocupa o décimo quarto lugar em produção cientifica indexada no mundo. No tocante a inovação, no entanto, figura entre os países com menor desenvolvimento. O tema da inovação tecnológica mereceu na última década grande atenção dos governos em todos os níveis. Leis foram promulgadas e programas concebidos para reverter o quadro de atraso e estimular a criação de ambientes favoráveis a inovação e a transformação de conhecimento em valor econômico e fator de desenvolvimento social. Destaque mereceu, neste contexto, o esforço de aproximação entre universidades e empresas através da criação de parques tecnológicos, incubadoras, fomento a projetos conjuntos e estruturantes, intercâmbio de pessoal qualificado e fixação de doutores e mestres em indústrias. Por iniciativa das próprias universidades, têm surgido parques tecnológicos que já merecem o reconhecimento como iniciativas bem sucedidas neste campo. Impõe-se reconhecer, no entanto, que os passos dados, ainda que importantes, mostram-se insuficientes. Alguns problemas persistem: a baixa motivação das empresas; a fraca disseminação do reconhecimento social da importância da inovação tecnológica; o caráter conservador e mesmo arcaico de nossa educação escolar e universitária que não estimulam o empreendedorismo. O próprio esforço de aproximação de universidades com empresas mostra mais problemas do que histórias de sucesso. O estado do Ceará acompanha o quadro nacional e tem procurado dar atenção ao tema da inovação e ao enfrentamento dos desafios que o acompanham. Construiu uma legislação própria de estimulo a inovação, dispõe de um fundo de incentivo para atuar nesta área e vem desenvolvendo programas de estímulo a cooperação entre empresas e universidades. Na condição de dirigente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico ? FUNCAP (primeiro como diretor administrativo e depois como presidente, de 2007 até os dias atuais) pude acompanhar este processo e consigo identificar potencialidades a serem reforçadas e dificuldades que precisam ser enfrentadas. Há muito para ser feito. Um ponto crucial é entender os arranjos bem sucedidos e, a partir deles, identificar os gargalos que sufocam as iniciativas nacionais e regionais de estimulo a inovação. A proposta pretende estudar casos de arranjos internacionais que resultaram na criação de ambientes complexos favoráveis a inovação e confrontá-los com as experiências recentes do estado do Ceará com vistas a formulação de uma proposta concreta que maximize o impacto das políticas públicas neste campo e resulte numa articulação virtuosa entre poder público, universidades e empresas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Haroldo Rodrigues de Albuquerque Junior - Coordenador / Francisco Cesar de Sá Barreto - Integrante / Abílio Baeta Neves - Integrante.

Prêmios

2004

Menção Honrosa - 1o. lugar, VII Jornada Acadêmica de Odontologia da UNIFOR.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • in3citi S.A. Inovações, Investimentos e Instituições. , Avenida Cidade Jardim, 400 conj 71, Jardim Paulistano, 01454000 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 38180929, URL da Homepage:

Experiência profissional

2012 - 2014

Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Presidente do Conselho Executivo, Carga horária: 40

2012 - 2014

Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Presidente, Regime: Dedicação exclusiva.

2007 - 2010

Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Diretor Administrativo Financeiro, Carga horária: 30

Atividades

  • 02/2012 - 06/2014

    Direção e administração, Presidência.Cargo ou função, Presidente.

  • 10/2007 - 02/2010

    Direção e administração, Diretoria Administrativa Financeira.Cargo ou função, Cargo administrativo.

1997 - 2016

Universidade de Fortaleza

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40

Atividades

  • 10/2015 - 08/2016

    Direção e administração, Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.Cargo ou função, Diretor.

  • 10/2015 - 08/2016

    Direção e administração, Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.Cargo ou função, Coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica.

  • 08/2014 - 09/2015

    Direção e administração, Reitoria.Cargo ou função, Assessor de Inovação e Desenvolvimento.

  • 07/1997 - 06/2010

    Ensino, Odontologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Odontopediatria I, Odontopediatria II, Ortodontia Preventiva

  • 08/2002 - 12/2008

    Ensino, Periodontia, Nível: EspecializaçãoDisciplinas ministradas, Ortodontia

  • 02/2003 - 06/2008

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Comitê de Ética em Pesquisa - COÉTICA.Cargo ou função, Membro efetivo.

  • 02/2004 - 04/2008

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Comitê de Ética em Pesquisa - COÉTICA.Cargo ou função, Presidente.

  • 01/2004 - 01/2008

    Pesquisa e desenvolvimento, CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - CCS.Linhas de pesquisa

  • 02/2003 - 12/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Câmara Interna de pesquisa do Curso de Odontologia - CIP.Cargo ou função, Membro efetivo.

  • 03/2005 - 06/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Reitoria, Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação.Cargo ou função, Presidente da comissão de elaboração do projeto do curso de Mestrado Profissional em Odontologia.

  • 05/2002 - 06/2004

    Ensino, Distúrbios da Comunicação Humana, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Ortodontia

  • 02/2000 - 08/2002

    Direção e administração, Diretoria do Centro de Ciências da Saúde, Curso de Odontologia.Cargo ou função, Assessor de coordenador de curso.

  • 08/1998 - 01/2000

    Direção e administração, Diretoria do Centro de Ciências da Saúde, Curso de Odontologia.Cargo ou função, Coordenador de Curso.

2011 - 2012

Agência Reguladora do Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Conselheiro Diretor

2010 - 2011

Agência Reguladora do Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará

Vínculo: , Enquadramento Funcional: Presidente do Conselho Diretor

2010 - 2010

Agência Reguladora do Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Conselheiro Diretor

2006 - 2007

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Avaliador de Instituições e de Cursos ad hoc, Carga horária: 0

Outras informações:
Avaliador de Instituições de Educação Superior e de Cursos de Graduação do INEP.

Atividades

  • 10/2006

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação Ctaa, Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.Cargo ou função, Avaliador ad hoc de Instituições de Educação Superior e de Cursos de Graduação.

2004 - 2008

Grupo Brasileiro de Professores de Ortodontia e Odontopediatria

Vínculo: Diretoria, Enquadramento Funcional: Vice -Presidente

2017 - Atual

in3citi S.A. Inovações, Investimentos e Instituições

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Sócio Fundador, Regime: Dedicação exclusiva.

2020 - 2021

Grupo de Comunicação OPOVO

Vínculo: Conselheiro, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho de Leitores do OPOVO, Carga horária: 5

2019 - 2021

Grupo de Comunicação OPOVO

Vínculo: Colunista de OPINIÃO, Enquadramento Funcional: Colunista Colaborador de OPINIÃO, Carga horária: 2

2020 - Atual

Forbes Brasil

Vínculo: Colunista ESG, Enquadramento Funcional: Colunista - Forbes Collab e Forbes ESG, Carga horária: 2