Saulo Medrado dos Santos

Graduado em Geografia (Licenciatura) pela Universidade de Pernambuco - UPE. Graduado em Geografia (Bacharelado) pela Universidade Cruzeiro do Sul. Mestre em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF. Doutor em Geografia pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, onde integrou o grupo de pesquisa de Cartografia Aplicada a Estudos Ambientais e de Ensino vinculado ao Laboratório de Cartografia - LACAR. Pós-Doutor em Geografia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, desenvolveu pesquisa junto ao Laboratório de Estudos Costeiros e Áreas Protegidas - LECAP. Atuou profissionalmente na regularização fundiária de empreendimentos de geração e transmissão do setor elétrico, compondo o Projeto Gestão Sócio Patrimonial ELETROBRAS/CHESF. Desenvolve projetos e trabalhos técnicos nas áreas de Cartografia, Sensoriamento Remoto e Topografia. Atualmente, é Empregado Público Federal na CODEVASF, atuando na 10 Superintendência Regional, Palmas/TO.

Informações coletadas do Lattes em 07/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Geografia

2016 - 2020

Universidade Federal da Bahia
Título: Atlas Geográfico Escolar do Semiárido da Bahia: uma elaboração participativa
, Ano de obtenção: 2020. Dária Maria Cardoso Nascimento. Coorientador: Maria Inez da Silva de Souza Carvalho. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Engenharia Agrícola

2013 - 2015

Universidade Federal do Vale do São Francisco
Título: Sistema Web para Visualização de Informações Geográficas de Áreas Suscetíveis Climaticamente à Desertificação., Ano de Obtenção: 2015
Brauliro Gonçalves Leal.Coorientador: Mario Godoy Neto. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, FAPESB, Brasil.

Aperfeiçoamento em Georreferenciamento de Imvóveis Rurais e Urbanos

2019 - 2020

Instituto de Qualificação Profissional - IQUALI
Título: Sem monografia. Ano de finalização: 2020

Graduação em Geografia

2021 - 2023

Universidade Cruzeiro do Sul
Título: ANÁLISE DE SEDIMENTOS DISPERSOS EM ÁGUA NA ÁREA DO ESTUÁRIO DO RIO SUBAÉ, BAHIA, BRASIL EMPREGANDO DADOS DO SATÉLITE RAPIDEYE
Orientador: Vivian Fiori

Graduação em Geografia

2006 - 2010

Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina/PE
Título: Análise Espaço-Temporal do Perímetro Irrigado de Mandacaru no Municipio de Juazeiro - Bahia - Brasil
Orientador: Hélio Leandro Lopes

Pós-doutorado

2022 - 2024

Pós-Doutorado. , Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, UERN, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Exatas e da Terra

Formação complementar

2023 - 2023

Processamento de Dados Fotogramátricos obtidos com Drones. (Carga horária: 60h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, IFSULDEMINAS, Brasil.

2023 - 2023

Mapeamento com OpenStreetMap. (Carga horária: 60h). , Instituto Virtual para o Desenvolvimento Sustentável, IVIDES, Brasil.

2022 - 2022

Cadastro Social na Reurb. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA, Brasil.

2022 - 2022

NR-10 Básico (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade). (Carga horária: 40h). , Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante, INBRAEP, Brasil.

2021 - 2022

Processamento de Imagens de Satélites com Python. (Carga horária: 45h). , Laboratório de Propulsão Digital, LPD, Brasil.

2021 - 2021

Direção Defensiva e Primeiros Socorros. (Carga horária: 16h). , Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante, INBRAEP, Brasil.

2021 - 2021

Codificando Soluções com o Google Earth Engine. (Carga horária: 20h). , Scripts Remote Sensing, SRS, Brasil.

2021 - 2021

Introdução ao Google Earth Engine GEE. (Carga horária: 6h). , Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, SBSR, Brasil.

2020 - 2020

Extensão universitária em Introduction to GIS Mapping. (Carga horária: 20h). , University of Toronto by Coursera, COURSERA, Canadá.

2020 - 2020

Introdução à Agricultura de Precisão. (Carga horária: 18h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR/AR GO, Brasil.

2020 - 2020

Regulamentação e Operação de Drones. (Carga horária: 30h). , Instituto Federal de São Paulo, IFSP, Brasil.

2020 - 2020

Cartography. , ESRI Education, ESRI, Estados Unidos.

2019 - 2019

Modelagem de Banco de Dados Geográficos com o ArcGIS. (Carga horária: 3h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

2019 - 2019

Água e Floresta: uso sustentável da Caatinga. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2019 - 2019

SIDRA - Sistema IBGE de Recuperação Automática. (Carga horária: 15h). , Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Brasil.

2019 - 2019

Sistemas de Informação na Gestão de Águas: conhecer para decidir. (Carga horária: 30h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2017 - 2017

Geoprocessamento com software livre. (Carga horária: 4h). , ClickGeo Cursos de Geotecnologias, CLICKGEO, Brasil.

2016 - 2016

Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM). (Carga horária: 32h). , Ministério das Cidades, MC, Brasil.

2015 - 2015

Ciência e Sistemas de Informação Geográfica. (Carga horária: 10h). , Universidade Nova de Lisboa, UNL, Portugal.

2015 - 2015

Aprender a Empreender - AE. (Carga horária: 16h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.

2014 - 2014

Análises espaço-temporais com imagens de Sensoriamento Remoto. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

2014 - 2014

Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rur. (Carga horária: 78h). , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.

2009 - 2009

II Curso de GPS de Navegação. (Carga horária: 8h). , Embrapa Semiárido, CPATSA, Brasil.

2009 - 2009

Introdução ao Geoprocessamento e uso do ArcGis 9.0. (Carga horária: 40h). , Embrapa Semiárido, CPATSA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geodésia/Especialidade: Cartografia Básica.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geofísica/Especialidade: Sensoriamento Remoto.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física/Especialidade: Geocartografia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geoprocessamento.

Organização de eventos

SANTOS, S. M. ; OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. . II Workshop de Recuperação de Áreas Degradadas Ciliares no Semiárido. 2010. (Outro).

SANTOS, S. M. . V Seminário de Geografia Agrária e II Jornada de estudos Agrários. 2009. (Outro).

Participação em eventos

Congresso Virtual UFBA 2020. O Acesso a Recursos Tecnológicos Sob a Perspectiva de Estudantes para a Construção de um Atlas Escolar. 2020. (Congresso).

Geotecnologias na Gestão Pública - 2019. 2019. (Seminário).

II Congresso Brasileiro de Geotecnologias para o Meio Ambiente. 2019. (Congresso).

Minicurso Modelagem de Banco de Dados Geográficos com o ArcGIS Geodatabase. 2019. (Outra).

Workshop: Geoprocessamento aplicado à Gestão Territorial e Ambiental. 2019. (Outra).

Administração Municipal de Precisão. 2017. (Outra).

Classificação de Imagens Orientada a Objetos com PCI Geomatica utilizando Imagens de satélite Gratuita - Parte I. 2017. (Outra).

Classificação de Imagens Orientada a Objetos com PCI Geomatica utilizando Imagens de satélite Gratuita - Parte II. 2017. (Outra).

Foro Mundo UNIGIS - Rio de Janeiro. 2017. (Congresso).

O desafio da gestão da informação geográfica - um problema não apenas técnico na era da neocartografia. 2017. (Outra).

Foro Mundo UNIGIS - Rio de Janeiro. 2016. (Congresso).

Geotecnologias na Gestão Pública. 2016. (Congresso).

Mini-curso: Aerofotogrametria com Drones. 2016. (Outra).

Mini-curso: Geotecnologias aplicadas à agricultura. 2016. (Outra).

Seminário Online: ArcGIS para prefeituras. 2016. (Seminário).

Seminário Online: Drones e Topografia: produtividade, equipamentos e resultados. 2016. (Seminário).

Seminário Online: Introducción a Ortodrone: obtención de productos cartográficos con drones. 2016. (Seminário).

IV Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação no Semiárido Brasileiro. 2015. (Simpósio).

Seminário Online "Análise Multicritério e Modelagem de Geoinformação". 2015. (Seminário).

Seminário Online "Tópicos Especiais e m Geoestatística". 2015. (Seminário).

Seminário Online SIGEF e CAR: Quais as dificuldades encontradas?. 2015. (Seminário).

Minicurso Elaboração de Artigos Científicos. 2014. (Outra).

Curso para Capacitação em Levantamento de Áreas Rurais com GPS de Navegação; (...).Uso do software MapSource para baixar, visualizar e editar pontos de coleta. 2012. (Outra).

Seminário Online "SPOTMaps: Imagens de Satélite com Ótimo Custo x Benefício". 2011. (Seminário).

Seminário Online "Utilizando Software Topográfico no Georreferenciamento junto ao Incra". 2011. (Seminário).

Workshop Atualização Profissional em Agrimensura e Cartografia. 2011. (Outra).

II Workshop de Recuperação de Áreas Degradadas Ciliares no Semiárido. 2010. (Outra).

Seminário Mudanças Climáticas Globais e Impactos sobre Problemas Fitossanitários. 2009. (Seminário).

Workshop Balanço de Carbono e Nitrogênio em Áreas de Referência do Semiárido. 2009. (Seminário).

VIII Semana Universitária. 2008. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: JOSUEL FONSECA DE MENDONÇA

CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos. OS AVANÇOS DA PRODUÇÃO DE ?ENERGIA LIMPA? NO CONTEXTO DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO APA DUNAS DO ROSADO/RN: ANÁLISE PARA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Aluno: Bruno Sérvulo Costa Leite

SANTOS, S. M. dos. ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA OFF SHORE NO RIO GRANDE DO NORTE A LUZ DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Ambiente, tecnologia e sociedade) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido.

Aluno: Maria Alice de Sousa Paiva

CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. ANÁLISE DOS IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS DA GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA NOS MUNICÍPIOS DO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Aluno: Sthephane Loyde Pinheiro da Silveira

CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. NAVEGANDO EM DADOS: EXPLORANDO SOLUÇÕES VISUAIS PARA A GESTÃO HÍDRICA DA BACIA DO RIO APODI-MOSSORÓ. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Aluno: NIADNA ALANA CALDAS MEDEIROS

CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ-RN. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Aluno: Francisco Leonardo Rodrigues da Silva

CARVALHO, R. G.; GRIGIO, A. M.;SANTOS, S. M.. Análise Multitemporal da Faixa de Costa da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão - RDSEPT. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

SANTOS, S. M. dos; GUIMARAES, M. J. M.; OLIVEIRA, P. T. L.. Seleção Pública Simplificada. Edital nº 04/2019, área: Topografia, Geoprocessamento e Construções Rurais.. 2019. Universidade Federal do Vale do São Francisco.

SANTOS, S. M. dos. Membro da Comissão Científica do III EGVASF - Encontro de Geografia do Vale do São Francisco.. 2018. Universidade de Pernambuco.

SANTOS, S. M. dos. Membro avaliador do XIV Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia - Ocupar e Resistir: como as reformas neoliberais atingem a formação em Geografia. Universidade do Estado da Bahia - UNEB Campus V. 2018. Universidade do Estado da Bahia.

Orientou

Antonio Inácio Neto

Impactos cumulativos da transição energética no Rio Grande do Norte: um estudo sobre a influência do transporte de componentes eólicos na BR 304; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);

Vicente André Ferrer Furtado

Análise da História Ambiental do Parque Rio Branco e sua Influência enquanto área verde; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte; (Coorientador);

Produções bibliográficas

  • GUIMARÃES DE CARVALHO, RODRIGO ; SANTOS, S. M. dos ; INACIO NETO, A. . ANÁLISE DA DEMANDA DO USO DA ÁGUA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ, RIO GRANDE DO NORTE - RN. Revista Eletrônica de Geografia Territorium Terram , v. 7, p. jan/abr, 2024.

  • NOGUEIRA DA SILVA, FRANCISCO MATEUS ; VALERA CAMACHO, RAMIRO GUSTAVO ; DE ALENCAR GUEDES, JOSIEL ; MEDRADO DOS SANTOS, SAULO . IMAGEM DE SATÃ?LITE COMO RECURSO PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA E APOIO AO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE. GEOCONEXÕES , v. 2, p. 174-188, 2024.

  • MEDEIROS, DAYANE SUELLEN CABRAL DE ; GUIMARÃES DE CARVALHO, RODRIGO ; CORDEIRO, ABNER MONTEIRO NUNES ; MEDRADO DOS SANTOS, SAULO . Análise da Gestão Hídrica no Âmbito dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró, RN, Brasil. REVISTA GEOUECE , v. 12, p. e2023003, 2023.

  • OLIVEIRA, L. P. ; SANTOS, S. M. dos . ANÁLISE MULTITEMPORAL DOS PADRÕES DE USO E COBERTURA DA TERRA A PARTIR DE DADOS DA PLATAFORMA GOOGLE EARTH ENGINE PARA A ILHA DE ITAPARICA, BAHIA, BRASIL. Revista Ayika , v. 01, p. 29-49, 2021.

  • SIQUEIRA, A. A. ; SANTOS, S. M. ; LOPES, I. ; LEAL, B. G. ; MONTENEGRO, A. A. A. . Análise da representatividade estatística de dados meteorológicos para uma região do Submédio São Francisco. REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA FÍSICA , v. 11, p. 798-813, 2018.

  • OLIVEIRA, G. A. ; BRITO, P. L. ; SANTOS, S. M. . Mapeamento de Riscos Hidrológicos Utilizando Informações Geográficas Voluntárias: Estudo de caso no município de Riachão do Jacuípe-Bahia. REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA FÍSICA , v. 11, p. 297-311, 2018.

  • SANTOS, S. M. dos ; LEAL, B. G. ; GODOY NETO, M. ; TAURA, T. A. . SISTEMA DE VISUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS VIA WEB SOBRE A DESERTIFICAÇÃO. Revista Brasileira de Climatologia , v. 23, p. 63-87, 2018.

  • SILVA, R. M. da ; SANTOS, S. M. dos ; LOPES, I. ; ALBUQUERQUE JUNIOR, E. C. . Identificação de conflitos de uso e cobertura da terra na área de proteção ambiental - APA do lago de sobradinho, Bahia. JOURNAL OF HYPERSPECTRAL REMOTE SENSING , v. 8, p. 67, 2018.

  • SANTOS, S. M. dos ; LEAL, B. G. . ESPACIALIZAÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR PARA A REGIÃO SUBMÉDIA DO VALE DO SÃO FRANCISCO. Ravista Geonorte , v. 8, p. 86-100, 2017.

  • LOPES, I. ; SANTOS, S. M. dos ; TAURA, T. A. ; OLDONI, H. ; LEAL, B. G. . Desertification climatic susceptibility to the Center-North region of Brazilian Semi-Arid. JOURNAL OF HYPERSPECTRAL REMOTE SENSING , v. 7, p. 101, 2017.

  • LOPES, I. ; SANTOS, S. M. dos ; LEAL, B. G. ; MELO, J. M. M. . Variação do índice de aridez e tendência climática à desertificação para a região semiárida do nordeste brasileiro (Variation of aridity index and climatic trend to desertification for the semi-arid region of the Brazilian Northeast). REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA FÍSICA , v. 10, p. 1014, 2017.

  • NASCIMENTO, ROBERTO CASTRO ; LEAL, BRAULIRO GONÇALVES ; OLDONI, HENRIQUE ; SANTOS, SAULO MEDRADO DOS . Espacialização da pressão atmosférica na região do Vale do Submédio São Francisco. AMAZONIAN JOURNAL OF AGRICULTURAL AND ENVIRONMENTAL SCIENCES / REVISTA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS , v. 60, p. 199-205, 2017.

  • SANTOS, S. M. dos ; LEAL, B. G. ; TAURA, T. A. . DETERMINAÇÃO DA SUSCETIBILIDADE CLIMÁTICA À DESERTIFICAÇÃO PARA OS MUNICÍPIOS BAIANOS DE JUAZEIRO, CASA NOVA, SOBRADINHO E CURAÇÁ. Okara : Geografia em Debate (UFPB) , v. 10, p. okara.ufpb.br, 2016.

  • MAIA, I. C. ; PEIXOTO FILHO, J. A. ; SANTOS, S. M. dos . Análise Geoespacial da Dinâmica de Fogo na Cadeia de Serras do Alto Itapicuru. In: Juracy Marques; Ícaro Maia; Gustavo Negreiros. (Org.). O Fogo do Fogo: ecologia e política das queimadas nas serras do sertão. 1ed.Paulo Afonso: Sociedade Brasileira de Ecologia Humana - SABEH, 2024, v. 4, p. 1-122.

  • BORGES, L. F. M. B. ; SANTOS, D. A. C. ; ZALOTI, F. A. ; SANTOS, S. M. dos ; NASCIMENTO, D. M. C. . ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DA OCUPAÇÃO DA ÁREA E ENTORNO DO PARQUE MUNICIPAL DUNAS DE ABRANTES, CAMAÇARI - BAHIA. In: Leonardo Tullio. (Org.). Aplicações e Princípios do sensoriamento remoto. 2ed.Ponta Grossa: Atena, 2018, v. 2, p. 25-35.

  • BORGES, L. F. M. B. ; SANTOS, D. A. C. ; ZALOTI, F. A. ; SANTOS, S. M. dos ; NASCIMENTO, D. M. C. . Análise espaço-temporal da ocupação da área e entorno do Parque Municipal Dunas de Abrantes, Camaçari - BA. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2017, Santos, SP. Anais XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2017.

  • TAURA, T. A. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. ; CUNHA, T. J. F. ; MIGUEL, A. A. ; SANTOS, S. M. ; OLIVEIRA NETO, C. A. . Sistema de Informações Geográficas para o Plano de Manejo do Campo Experimental da Caatinga.. In: X Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas aplicados à Engenharia Florestal, 2012, Curitiba. Anais do X Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas aplicados à Engenharia Florestal. Curitiba: IEP, 2012. p. 874-881.

  • TAURA, T. A. ; ALVAREZ, I. A. ; SA, I. B. ; PEREIRA, L. A. ; SANTOS, S. M. . Sensoriamento Remoto na Análise da Expansão do Uso e Ocupação do Solo em Petrolina-PE. In: XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2011, Curitiba - PR. XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2011.

  • TAURA, T. A. ; SA, I. B. ; CUNHA, T. J. F. ; SANTOS, S. M. . Análise temporal da degradação ambiental no município de Santa Maria da Boa Vista. In: II COnferência Internacional: Clima, sustentabilidade e desenvolvimento em regiões semiáridas. In: Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, 2010, Fortaleza. Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, 2010.

  • ALVAREZ, I. A. ; PEREIRA, L. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Estudo da Paisagem no Municipio de Juazeiro-BA Utilizando Sensoriamento Remoto. In: V GeoNordeste, 2011, Feira de Santana-BA. Estudo da Paisagem no Municipio de Juazeiro-BA Utilizando Sensoriamento Remoto, 2011.

  • TAURA, T. A. ; PEREIRA, L. A. ; SA, I. B. ; SANTOS, S. M. . Caracterização do relevo da Bacia do Baixo Salitre-BA a partir das imagens orbitais. In: 1ª Jornadas Brasileiras GvSIG, 2010, Curitiba. 1ª Jornadas Brasileiras GvSIG, 2010.

  • ALVAREZ, I. A. ; OLIVEIRA, U. R. ; SANTOS, S. M. ; SILVA, M. P. . Inventário Arbóreo Urbano da Orla Fluvial da Ciidade de Petrolina - PE para Implantação de Corredores Ecológicos. In: 61° Congresso Nacional de Botânica, 2010, Manaus. 61° Congresso Nacional de Botânica, 2010.

  • OLIVEIRA, U. R. ; SILVA, M. P. ; SANTOS, S. M. ; LUCENA, A. M. A. ; ALVAREZ, I. A. . Levantamento das Espécies do Bioma Caatinga Presentes na Arborização Urbana do Centro Expandido da Cidade de Petrolina-PE. In: V Jornada de Iniciação Científica da UNIVASF, 2010, Juazeiro. V Jornada de Iniciação Científica da UNIVASF, 2010.

  • SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MAIA, L.S. ; CUNHA, T. J. F. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Uso de técnicas de geoprocessamento na elaboração do mapa de solos do Campo Experimental da Caatinga da Embrapa Semi-Árido. In: IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009, Petrolina. Anais da IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009.

  • MAIA, L.S. ; SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Aplicação de técnicas de cartografia digital na elaboração do mapa de relevo da fazenda experimental da caatinga da Embrapa Semi-árido. In: IV Jornada Científica da Embrapa Semi-árido, 2009, Petrolina. Anais da IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009.

  • CUNHA, T. J. F. ; SA, I. B. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. dos . Uso atual e ocupação do solo sob irrigação no perímetro irrigado do Projeto Salitre, Juazeiro-BA. In: XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015, Natal-RN. XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015.

  • TAURA, T. A. ; HERCULANO, B. L. O. ; PEIXOTO FILHO, J. A. ; SANTOS, S. M. . CENÁRIO ATUAL DA ARBORIZAÇÃO VIÁRIA DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO/BA ATRAVÉS DO USO DE GEOTECNOLOGIAS. In: VIII Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, 2013, Curitiba - PR. VIII Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, 2013.

  • ALVAREZ, I. A. ; PEREIRA, L. A. ; SANTOS, S. M. ; ANDRADE, R. G. . Modificações na paisagem da região de Petrolina/Juazeiro do Rio São Francisco. In: II CONGRESSO BRASILEIRO DE ECOLOGIA DE PAISAGENS - IALE-BR, 2012, Salvador. https://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/945671, 2012.

  • OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Uso de geotecnologias para criação de Corredores Ecológicos urbanos na cidade de Petrolina, Pernambuco. In: II Congresso Brasileiro de Ecologia de Paisagens, 2012, Salvador. Anais II Congresso Brasileiro de Ecologia de Paisagens. Salvador: IALE-BR, 2012. p. CO 067.

  • ALVAREZ, I. A. ; Anderson R. Oliveira ; RENNO, C. D. ; PEREIRA, L. A. ; VICENTE, L. E. ; Ricardo G. Andrade ; SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. . SELECTION OF PROPERTIES AS REFERENCES FOR ECOLOGICAL RESTORATION IN BRAZILIAN SEMIARID. In: AGU Fall Meeting 2011, 2011, San Francisco, Califórnia, EUA. AGU Fall Meeting 2011, 2011.

  • MEDEIROS, D. S. C. ; CARVALHO, R. G. ; CORDEIRO, A. M. N. ; SANTOS, S. M. dos . Análise da Gestão Hídrica no Âmbito dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró, RN, Brasil. Revista GeoUECE , 2023.

  • SANTOS, S. M. dos ; NASCIMENTO, D. M. C. . O Acesso a Recursos Tecnológicos Sob a Perspectiva de Estudantes para a Construção de Atlas Escolar Digital: um estudo de caso na cidade de Salvador, Bahia, Brasil. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, S. M. dos ; LOPES, I. ; LEAL, B. G. . Conferência: Mudanças climáticas no semiarido nordestino. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Comunicação Oral - 'Uso de Geotecnologias para Criação de Corredores Ecológicos Urbanos na Cidade de Petrolina, Pernambuco'. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MAIA, L.S. ; CUNHA, T. J. F. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Uso de Técnicas de Geoprocessamento na Construção do Mapa de Solos do Campo Experimental da Caatinga na Embrapa Semiárido. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções

SANTOS, S. M. dos . Intercâmbio e Oficina: estratégias de funcionamento e gestão dos negócios voltados à comercialização de produtos sustentáveis da Agricultura Familiar. 2020.

SANTOS, S. M. dos . Membro da Comissão Científica do XIV EBEGEO - Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia - Universidade do Estado da Bahia - Campus V. 2018.

SANTOS, S. M. dos . Membro da Comissão Científica do III EGVASF - Encontro de Geografia do Vale do São Francisco - Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina.. 2018.

SANTOS, S. M. dos . Oficinas de Cartografia: Tema - Banco de Dados Geográficos: uma prática com software livre. 2020. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

SANTOS, S. M. dos . Banco de Dados Geográficos utilizando PostgreSQL + PostGIS: da instalação às primeiras consultas espaciais. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Tutorial em Geotecnologias).

OLIVEIRA, L. P. ; SANTOS, S. M. dos . Sensoriamento Remoto Aplicado às Pesquisas das Linhas Ambiental e Regional. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

SANTOS, S. M. . Minicurso Introdução sobre o GPS de navegação. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

SANTOS, S. M. . Levantamento de Áreas Rurais com GPS de Navegação. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    GEOTECNOLOGIAS E ANÁLISE QUANTITATIVA APLICADAS AO ORDENAMENTO TERRITORIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ E NO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE, Descrição: Tendo em vista a área geográfica foco da atuação do PPGEO-UERN, pretende-se nesse projeto fortalecer os conhecimentos e aumentar a capacidade de trabalho na área de geotecnologias e estatística aplicada direcionadas às pesquisas relacionadas ao planejamento integrado de bacias hidrográficas, aquíferos e zona costeira. Pesquisadores e órgãos públicos vêm utilizando amplamente os Sistemas de Informações Geográficas (SIGs). Este tem aplicações diversas nas áreas de gestão urbana, monitoramento ambiental, gestão de bacias hidrográficas e zonas costeiras.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Rodrigo Guimarães de Carvalho - Coordenador / Alfredo Marcelo Grigio - Integrante / Marcia Regina Farias da Silva - Integrante / Ramiro Gustavo Valera Camacho - Integrante / Gabriela Cemirames de Sousa Gurgel - Integrante / Filipe da Silva Peixoto - Integrante / Andreza Tacyana Felix Carvalho - Integrante / Alexandre de Oliveira Lima - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Dinâmica de ocupação e dos processos naturais do espaço geográfico no estado da Bahia., Descrição: Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Dária Maria Cardoso Nascimento. Descrição: O espaço geográfico no estado da Bahia vem sendo ocupado por atividades econômicas desde o Brasil Colônia e, nos últimos 50 anos, as atividades humanas se intensificaram e os problemas ambientais decorrentes atingem áreas localizadas nos municípios, nas zonas rurais ou urbanas. Nas margens dos rios, a inserção de atividades econômicas, tais como, agricultura, pastagens, mineração e agroindústrias, além dos centros urbanos sem infraestrutura sanitária, contribuíram para a alteração dos recursos naturais, supressão da cobertura vegetal provocando erosão, o assoreamento das nascentes, da calha dos rios restringindo a navegação e a qualidade de suas águas. A necessidade de se estudar estes municípios diante do processo acelerado de ocupação na área mapeada, constitui um diagnóstico importante, refletindo a realidade do período de mapeamento, contudo, em pelo menos duas escalas temporais, nas áreas intensamente ocupadas e onde se desenvolvem atividades turísticas de destaque no Estado.Diante do exposto, neste projeto de pesquisa, pretende-se analisar as transformações espaciais do espaço geográfico, com recorte nos municípios do Estado da Bahia, levando em conta a dinâmica da ocupação e as interações entre os ecossistemas e os processos naturais, assim como, a complexidade dos problemas ambientais existentes. O estudo contempla o mapeamento do uso e ocupação da terra da década de 2010, na escala de 1:100.000, com as diferentes categorias e tipos de uso, os estágios de degradação de cada unidade mapeada.... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (4) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Luiz Felipe Moura Bastos Borges - Integrante / Desiree Alves Celestino Santos - Integrante / Fábia Antunes Zaloti - Integrante / Dária Maria Cardoso Nascimento - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Balanço de Carbono e Nitrogênio em Áreas Referências do Semiárido, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Varderlise Giongo Petrere - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Implantação de Gestão Ambiental nas Unidades da Embrapa, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Roseli Freire de Melo - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Diagnóstico e Plano Piloto de recuperação das Margens do Rio São Francisco no Bioma da Caatinga, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Ivan André Alvarez - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Prêmios

2020

Melhor Tese Defendida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFBA ano 2020. Orientação: Profa. Dra. Dária Maria Cordeiro Cardoso, Programa de Pós-Graduação em Geografia.

2010

Melhor trabalho e apresentação na forma de pôster - Levantamento das Espécies do Bioma Caatinga Presentes na Arborização Urbana da Cidade de Petrolina-PE, Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA, 10ª GTR. , Embrapa Pesca e Aquicultura, Loteamento Água Fria, 77008900 - Palmas, TO - Brasil, Telefone: (63) 30268894, URL da Homepage: ,

Experiência profissional

2024 - Atual

Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaiba - DF

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Analista em Desenvolvimento Regional, Carga horária: 40

Outras informações:
Atuação junto a 10 Gerência Técnica Regional - Palmas/TO

2022 - Atual

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 40

Outras informações:
Docente colaborador no curso de mestrado em Geografia do Programa de Pós-Graduação em Geografia, Área de Concentração Paisagens Naturais e Meio Ambiente. Ministrando as disciplinas: Sensoriamento Remoto; Geotecnologias Aplicadas a Estudos Ambientais e Geocartografia

2022 - 2024

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorado

Outras informações:
Projeto GEOTECNOLOGIAS E ANÁLISE QUANTITATIVA APLICADAS AO ORDENAMENTO TERRITORIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ E NO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE

Atividades

  • 08/2023

    Ensino, Geografia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Dinâmica e Gestão dos Ambientes Litorâneos

  • 02/2023

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Ciências Econômicas - FACEM, Departamento de Gestão Ambiental.,Linhas de pesquisa

  • 05/2023 - 07/2023

    Ensino, Geografia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Sensoriamento Remoto

2021 - 2023

VisãoGeo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnico em Geoprocessamento/Topografia, Carga horária: 44

Outras informações:
Profissional atuando na regularização territorial, patrimonial e fundiária de empreendimentos de geração e transmissão do setor elétrico, Projeto Gestão SocioPatrimonial da CHESF.

Atividades

  • 03/2021 - 02/2023

    Serviços técnicos especializados , Geoprocessamento.,Serviço realizado, Regularização Fundiária.

2021 - 2022

Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais

Vínculo: Prestador de Serviços, Enquadramento Funcional: Autônomo

Outras informações:
Interpretação de imagens de satélite para o Projeto de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros.

2019 - 2020

Tamabras Engenharia, Geotecnologia e Meio Ambiente

Vínculo: Consultor Técnico, Enquadramento Funcional: Analista de Geoprocessamento

2019 - Atual

Universidade Anhanguera - Uniderp

Vínculo: Contrato temporário, Enquadramento Funcional: Professor Presencial

Outras informações:
Professor presencial no polo de apoio presencial - Juazeiro/BA

Atividades

  • 02/2019

    Ensino, Bacharelado em Engenharia Agronômica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Topografia e Georreferenciamento

2016 - 2020

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES - Doutorado em Geografia, Regime: Dedicação exclusiva.

2017 - 2018

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Docente Temporário, Carga horária: 40

2016 - 2017

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: Tirocínio, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES, Carga horária: 20

Outras informações:
TIROCÍNIO DOCENTE NA DISCIPLINA: CARTOGRAFIA TEMÁTICA (Turma: Geografia - Instituto de Geociências da UFBA, 2016.2)

Atividades

  • 03/2018 - 08/2018

    Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, GEOA15 - Cartografia Sistemática, GEOC04 - Sistema de Informações Geográficas, GEOC05 - Prática de Campo e Mapeamento do Território

  • 10/2017 - 02/2018

    Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, GEOA17-Cartografia Temática, GEOC04-Sistemas de Informações Geográficas, GEOC05-Prática de Campo e Mapeamento do Território

2015 - 2016

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Projeto IP Vinhos Vale do São Francisco, Carga horária: 40

Outras informações:
Interrompido em junho de 2016 devido a aprovação no Doutorado.

2013 - 2015

Universidade Federal do Vale do São Francisco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista FAPESB - Mestrado Eng. Agrícola, Regime: Dedicação exclusiva.

2013 - 2013

Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

Outras informações:
Interrompido em setembro de 2013 devido a aprovação no Mestrado.

2009 - 2011

Embrapa Semiárido

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário

Atividades

  • 04/2010 - 05/2010

    Treinamentos ministrados , Colegiado de Engenharia Agricola e Ambiental da Univasf.,Treinamentos ministrados, Monitoria no "Curso Básico de ArcGis 9.3"

2008 - 2008

Colégio Estadual Agostinho Muniz

Vínculo: Contrato Temporário, Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 20