Saulo Medrado dos Santos
Graduado em Geografia (Licenciatura) pela Universidade de Pernambuco - UPE. Graduado em Geografia (Bacharelado) pela Universidade Cruzeiro do Sul. Mestre em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF. Doutor em Geografia pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, onde integrou o grupo de pesquisa de Cartografia Aplicada a Estudos Ambientais e de Ensino vinculado ao Laboratório de Cartografia - LACAR. Pós-Doutor em Geografia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, desenvolveu pesquisa junto ao Laboratório de Estudos Costeiros e Áreas Protegidas - LECAP. Atuou profissionalmente na regularização fundiária de empreendimentos de geração e transmissão do setor elétrico, compondo o Projeto Gestão Sócio Patrimonial ELETROBRAS/CHESF. Desenvolve projetos e trabalhos técnicos nas áreas de Cartografia, Sensoriamento Remoto e Topografia. Atualmente, é Empregado Público Federal na CODEVASF, atuando na 10 Superintendência Regional, Palmas/TO.
Informações coletadas do Lattes em 07/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Geografia
2016 - 2020
Universidade Federal da Bahia
Título: Atlas Geográfico Escolar do Semiárido da Bahia: uma elaboração participativa
, Ano de obtenção: 2020. Dária Maria Cardoso Nascimento. Coorientador: Maria Inez da Silva de Souza Carvalho. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Engenharia Agrícola
2013 - 2015
Universidade Federal do Vale do São Francisco
Título: Sistema Web para Visualização de Informações Geográficas de Áreas Suscetíveis Climaticamente à Desertificação., Ano de Obtenção: 2015
Brauliro Gonçalves Leal.Coorientador: Mario Godoy Neto. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, FAPESB, Brasil.
Aperfeiçoamento em Georreferenciamento de Imvóveis Rurais e Urbanos
2019 - 2020
Instituto de Qualificação Profissional - IQUALI
Título: Sem monografia. Ano de finalização: 2020
Graduação em Geografia
2021 - 2023
Universidade Cruzeiro do Sul
Título: ANÁLISE DE SEDIMENTOS DISPERSOS EM ÁGUA NA ÁREA DO ESTUÁRIO DO RIO SUBAÉ, BAHIA, BRASIL EMPREGANDO DADOS DO SATÉLITE RAPIDEYE
Orientador: Vivian Fiori
Graduação em Geografia
2006 - 2010
Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina/PE
Título: Análise Espaço-Temporal do Perímetro Irrigado de Mandacaru no Municipio de Juazeiro - Bahia - Brasil
Orientador: Hélio Leandro Lopes
Pós-doutorado
2022 - 2024
Pós-Doutorado. , Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, UERN, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Formação complementar
2023 - 2023
Processamento de Dados Fotogramátricos obtidos com Drones. (Carga horária: 60h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, IFSULDEMINAS, Brasil.
2023 - 2023
Mapeamento com OpenStreetMap. (Carga horária: 60h). , Instituto Virtual para o Desenvolvimento Sustentável, IVIDES, Brasil.
2022 - 2022
Cadastro Social na Reurb. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA, Brasil.
2022 - 2022
NR-10 Básico (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade). (Carga horária: 40h). , Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante, INBRAEP, Brasil.
2021 - 2022
Processamento de Imagens de Satélites com Python. (Carga horária: 45h). , Laboratório de Propulsão Digital, LPD, Brasil.
2021 - 2021
Direção Defensiva e Primeiros Socorros. (Carga horária: 16h). , Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante, INBRAEP, Brasil.
2021 - 2021
Codificando Soluções com o Google Earth Engine. (Carga horária: 20h). , Scripts Remote Sensing, SRS, Brasil.
2021 - 2021
Introdução ao Google Earth Engine GEE. (Carga horária: 6h). , Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, SBSR, Brasil.
2020 - 2020
Extensão universitária em Introduction to GIS Mapping. (Carga horária: 20h). , University of Toronto by Coursera, COURSERA, Canadá.
2020 - 2020
Introdução à Agricultura de Precisão. (Carga horária: 18h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR/AR GO, Brasil.
2020 - 2020
Regulamentação e Operação de Drones. (Carga horária: 30h). , Instituto Federal de São Paulo, IFSP, Brasil.
2020 - 2020
Cartography. , ESRI Education, ESRI, Estados Unidos.
2019 - 2019
Modelagem de Banco de Dados Geográficos com o ArcGIS. (Carga horária: 3h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
2019 - 2019
Água e Floresta: uso sustentável da Caatinga. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2019 - 2019
SIDRA - Sistema IBGE de Recuperação Automática. (Carga horária: 15h). , Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Brasil.
2019 - 2019
Sistemas de Informação na Gestão de Águas: conhecer para decidir. (Carga horária: 30h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.
2017 - 2017
Geoprocessamento com software livre. (Carga horária: 4h). , ClickGeo Cursos de Geotecnologias, CLICKGEO, Brasil.
2016 - 2016
Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM). (Carga horária: 32h). , Ministério das Cidades, MC, Brasil.
2015 - 2015
Ciência e Sistemas de Informação Geográfica. (Carga horária: 10h). , Universidade Nova de Lisboa, UNL, Portugal.
2015 - 2015
Aprender a Empreender - AE. (Carga horária: 16h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.
2014 - 2014
Análises espaço-temporais com imagens de Sensoriamento Remoto. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
2014 - 2014
Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rur. (Carga horária: 78h). , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
2009 - 2009
II Curso de GPS de Navegação. (Carga horária: 8h). , Embrapa Semiárido, CPATSA, Brasil.
2009 - 2009
Introdução ao Geoprocessamento e uso do ArcGis 9.0. (Carga horária: 40h). , Embrapa Semiárido, CPATSA, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geodésia/Especialidade: Cartografia Básica.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geofísica/Especialidade: Sensoriamento Remoto.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física/Especialidade: Geocartografia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geoprocessamento.
Organização de eventos
SANTOS, S. M. ; OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. . II Workshop de Recuperação de Áreas Degradadas Ciliares no Semiárido. 2010. (Outro).
SANTOS, S. M. . V Seminário de Geografia Agrária e II Jornada de estudos Agrários. 2009. (Outro).
Participação em eventos
Congresso Virtual UFBA 2020. O Acesso a Recursos Tecnológicos Sob a Perspectiva de Estudantes para a Construção de um Atlas Escolar. 2020. (Congresso).
Geotecnologias na Gestão Pública - 2019. 2019. (Seminário).
II Congresso Brasileiro de Geotecnologias para o Meio Ambiente. 2019. (Congresso).
Minicurso Modelagem de Banco de Dados Geográficos com o ArcGIS Geodatabase. 2019. (Outra).
Workshop: Geoprocessamento aplicado à Gestão Territorial e Ambiental. 2019. (Outra).
Administração Municipal de Precisão. 2017. (Outra).
Classificação de Imagens Orientada a Objetos com PCI Geomatica utilizando Imagens de satélite Gratuita - Parte I. 2017. (Outra).
Classificação de Imagens Orientada a Objetos com PCI Geomatica utilizando Imagens de satélite Gratuita - Parte II. 2017. (Outra).
Foro Mundo UNIGIS - Rio de Janeiro. 2017. (Congresso).
O desafio da gestão da informação geográfica - um problema não apenas técnico na era da neocartografia. 2017. (Outra).
Foro Mundo UNIGIS - Rio de Janeiro. 2016. (Congresso).
Geotecnologias na Gestão Pública. 2016. (Congresso).
Mini-curso: Aerofotogrametria com Drones. 2016. (Outra).
Mini-curso: Geotecnologias aplicadas à agricultura. 2016. (Outra).
Seminário Online: ArcGIS para prefeituras. 2016. (Seminário).
Seminário Online: Drones e Topografia: produtividade, equipamentos e resultados. 2016. (Seminário).
Seminário Online: Introducción a Ortodrone: obtención de productos cartográficos con drones. 2016. (Seminário).
IV Simpósio de Mudanças Climáticas e Desertificação no Semiárido Brasileiro. 2015. (Simpósio).
Seminário Online "Análise Multicritério e Modelagem de Geoinformação". 2015. (Seminário).
Seminário Online "Tópicos Especiais e m Geoestatística". 2015. (Seminário).
Seminário Online SIGEF e CAR: Quais as dificuldades encontradas?. 2015. (Seminário).
Minicurso Elaboração de Artigos Científicos. 2014. (Outra).
Curso para Capacitação em Levantamento de Áreas Rurais com GPS de Navegação; (...).Uso do software MapSource para baixar, visualizar e editar pontos de coleta. 2012. (Outra).
Seminário Online "SPOTMaps: Imagens de Satélite com Ótimo Custo x Benefício". 2011. (Seminário).
Seminário Online "Utilizando Software Topográfico no Georreferenciamento junto ao Incra". 2011. (Seminário).
Workshop Atualização Profissional em Agrimensura e Cartografia. 2011. (Outra).
II Workshop de Recuperação de Áreas Degradadas Ciliares no Semiárido. 2010. (Outra).
Seminário Mudanças Climáticas Globais e Impactos sobre Problemas Fitossanitários. 2009. (Seminário).
Workshop Balanço de Carbono e Nitrogênio em Áreas de Referência do Semiárido. 2009. (Seminário).
VIII Semana Universitária. 2008. (Outra).
Participação em bancas
CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos. OS AVANÇOS DA PRODUÇÃO DE ?ENERGIA LIMPA? NO CONTEXTO DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO APA DUNAS DO ROSADO/RN: ANÁLISE PARA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
SANTOS, S. M. dos. ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA OFF SHORE NO RIO GRANDE DO NORTE A LUZ DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Ambiente, tecnologia e sociedade) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido.
CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. ANÁLISE DOS IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS DA GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA NOS MUNICÍPIOS DO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. NAVEGANDO EM DADOS: EXPLORANDO SOLUÇÕES VISUAIS PARA A GESTÃO HÍDRICA DA BACIA DO RIO APODI-MOSSORÓ. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
CARVALHO, R. G.;SANTOS, S. M. dos; POSTAI NETA, M. V.. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ-RN. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
CARVALHO, R. G.; GRIGIO, A. M.;SANTOS, S. M.. Análise Multitemporal da Faixa de Costa da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão - RDSEPT. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
SANTOS, S. M. dos; GUIMARAES, M. J. M.; OLIVEIRA, P. T. L.. Seleção Pública Simplificada. Edital nº 04/2019, área: Topografia, Geoprocessamento e Construções Rurais.. 2019. Universidade Federal do Vale do São Francisco.
SANTOS, S. M. dos. Membro da Comissão Científica do III EGVASF - Encontro de Geografia do Vale do São Francisco.. 2018. Universidade de Pernambuco.
SANTOS, S. M. dos. Membro avaliador do XIV Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia - Ocupar e Resistir: como as reformas neoliberais atingem a formação em Geografia. Universidade do Estado da Bahia - UNEB Campus V. 2018. Universidade do Estado da Bahia.
Orientou
Impactos cumulativos da transição energética no Rio Grande do Norte: um estudo sobre a influência do transporte de componentes eólicos na BR 304; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);
Análise da História Ambiental do Parque Rio Branco e sua Influência enquanto área verde; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Geografia) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte; (Coorientador);
Produções bibliográficas
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GUIMARÃES DE CARVALHO, RODRIGO ; SANTOS, S. M. dos ; INACIO NETO, A. . ANÁLISE DA DEMANDA DO USO DA ÁGUA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ, RIO GRANDE DO NORTE - RN. Revista Eletrônica de Geografia Territorium Terram , v. 7, p. jan/abr, 2024.
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NOGUEIRA DA SILVA, FRANCISCO MATEUS ; VALERA CAMACHO, RAMIRO GUSTAVO ; DE ALENCAR GUEDES, JOSIEL ; MEDRADO DOS SANTOS, SAULO . IMAGEM DE SATÃ?LITE COMO RECURSO PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA E APOIO AO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE. GEOCONEXÕES , v. 2, p. 174-188, 2024.
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MEDEIROS, DAYANE SUELLEN CABRAL DE ; GUIMARÃES DE CARVALHO, RODRIGO ; CORDEIRO, ABNER MONTEIRO NUNES ; MEDRADO DOS SANTOS, SAULO . Análise da Gestão Hídrica no Âmbito dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró, RN, Brasil. REVISTA GEOUECE , v. 12, p. e2023003, 2023.
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BORGES, L. F. M. B. ; SANTOS, D. A. C. ; ZALOTI, F. A. ; SANTOS, S. M. dos ; NASCIMENTO, D. M. C. . Análise espaço-temporal da ocupação da área e entorno do Parque Municipal Dunas de Abrantes, Camaçari - BA. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2017, Santos, SP. Anais XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2017.
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TAURA, T. A. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. ; CUNHA, T. J. F. ; MIGUEL, A. A. ; SANTOS, S. M. ; OLIVEIRA NETO, C. A. . Sistema de Informações Geográficas para o Plano de Manejo do Campo Experimental da Caatinga.. In: X Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas aplicados à Engenharia Florestal, 2012, Curitiba. Anais do X Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas aplicados à Engenharia Florestal. Curitiba: IEP, 2012. p. 874-881.
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TAURA, T. A. ; ALVAREZ, I. A. ; SA, I. B. ; PEREIRA, L. A. ; SANTOS, S. M. . Sensoriamento Remoto na Análise da Expansão do Uso e Ocupação do Solo em Petrolina-PE. In: XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2011, Curitiba - PR. XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2011.
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TAURA, T. A. ; SA, I. B. ; CUNHA, T. J. F. ; SANTOS, S. M. . Análise temporal da degradação ambiental no município de Santa Maria da Boa Vista. In: II COnferência Internacional: Clima, sustentabilidade e desenvolvimento em regiões semiáridas. In: Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, 2010, Fortaleza. Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, 2010.
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ALVAREZ, I. A. ; PEREIRA, L. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Estudo da Paisagem no Municipio de Juazeiro-BA Utilizando Sensoriamento Remoto. In: V GeoNordeste, 2011, Feira de Santana-BA. Estudo da Paisagem no Municipio de Juazeiro-BA Utilizando Sensoriamento Remoto, 2011.
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TAURA, T. A. ; PEREIRA, L. A. ; SA, I. B. ; SANTOS, S. M. . Caracterização do relevo da Bacia do Baixo Salitre-BA a partir das imagens orbitais. In: 1ª Jornadas Brasileiras GvSIG, 2010, Curitiba. 1ª Jornadas Brasileiras GvSIG, 2010.
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ALVAREZ, I. A. ; OLIVEIRA, U. R. ; SANTOS, S. M. ; SILVA, M. P. . Inventário Arbóreo Urbano da Orla Fluvial da Ciidade de Petrolina - PE para Implantação de Corredores Ecológicos. In: 61° Congresso Nacional de Botânica, 2010, Manaus. 61° Congresso Nacional de Botânica, 2010.
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OLIVEIRA, U. R. ; SILVA, M. P. ; SANTOS, S. M. ; LUCENA, A. M. A. ; ALVAREZ, I. A. . Levantamento das Espécies do Bioma Caatinga Presentes na Arborização Urbana do Centro Expandido da Cidade de Petrolina-PE. In: V Jornada de Iniciação Científica da UNIVASF, 2010, Juazeiro. V Jornada de Iniciação Científica da UNIVASF, 2010.
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SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MAIA, L.S. ; CUNHA, T. J. F. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Uso de técnicas de geoprocessamento na elaboração do mapa de solos do Campo Experimental da Caatinga da Embrapa Semi-Árido. In: IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009, Petrolina. Anais da IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009.
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MAIA, L.S. ; SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Aplicação de técnicas de cartografia digital na elaboração do mapa de relevo da fazenda experimental da caatinga da Embrapa Semi-árido. In: IV Jornada Científica da Embrapa Semi-árido, 2009, Petrolina. Anais da IV Jornada de Iniciação Científica da Embrapa Semi-Árido, 2009.
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CUNHA, T. J. F. ; SA, I. B. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. dos . Uso atual e ocupação do solo sob irrigação no perímetro irrigado do Projeto Salitre, Juazeiro-BA. In: XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015, Natal-RN. XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015.
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TAURA, T. A. ; HERCULANO, B. L. O. ; PEIXOTO FILHO, J. A. ; SANTOS, S. M. . CENÁRIO ATUAL DA ARBORIZAÇÃO VIÁRIA DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO/BA ATRAVÉS DO USO DE GEOTECNOLOGIAS. In: VIII Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, 2013, Curitiba - PR. VIII Colóquio Brasileiro de Ciências Geodésicas, 2013.
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ALVAREZ, I. A. ; PEREIRA, L. A. ; SANTOS, S. M. ; ANDRADE, R. G. . Modificações na paisagem da região de Petrolina/Juazeiro do Rio São Francisco. In: II CONGRESSO BRASILEIRO DE ECOLOGIA DE PAISAGENS - IALE-BR, 2012, Salvador. https://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/945671, 2012.
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OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Uso de geotecnologias para criação de Corredores Ecológicos urbanos na cidade de Petrolina, Pernambuco. In: II Congresso Brasileiro de Ecologia de Paisagens, 2012, Salvador. Anais II Congresso Brasileiro de Ecologia de Paisagens. Salvador: IALE-BR, 2012. p. CO 067.
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ALVAREZ, I. A. ; Anderson R. Oliveira ; RENNO, C. D. ; PEREIRA, L. A. ; VICENTE, L. E. ; Ricardo G. Andrade ; SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. . SELECTION OF PROPERTIES AS REFERENCES FOR ECOLOGICAL RESTORATION IN BRAZILIAN SEMIARID. In: AGU Fall Meeting 2011, 2011, San Francisco, Califórnia, EUA. AGU Fall Meeting 2011, 2011.
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MEDEIROS, D. S. C. ; CARVALHO, R. G. ; CORDEIRO, A. M. N. ; SANTOS, S. M. dos . Análise da Gestão Hídrica no Âmbito dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró, RN, Brasil. Revista GeoUECE , 2023.
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SANTOS, S. M. dos ; NASCIMENTO, D. M. C. . O Acesso a Recursos Tecnológicos Sob a Perspectiva de Estudantes para a Construção de Atlas Escolar Digital: um estudo de caso na cidade de Salvador, Bahia, Brasil. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, S. M. dos ; LOPES, I. ; LEAL, B. G. . Conferência: Mudanças climáticas no semiarido nordestino. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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OLIVEIRA, U. R. ; ALVAREZ, I. A. ; TAURA, T. A. ; SANTOS, S. M. . Comunicação Oral - 'Uso de Geotecnologias para Criação de Corredores Ecológicos Urbanos na Cidade de Petrolina, Pernambuco'. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, S. M. ; TAURA, T. A. ; MAIA, L.S. ; CUNHA, T. J. F. ; MELO, R. F. ; SA, I. B. . Uso de Técnicas de Geoprocessamento na Construção do Mapa de Solos do Campo Experimental da Caatinga na Embrapa Semiárido. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
SANTOS, S. M. dos . Intercâmbio e Oficina: estratégias de funcionamento e gestão dos negócios voltados à comercialização de produtos sustentáveis da Agricultura Familiar. 2020.
SANTOS, S. M. dos . Membro da Comissão Científica do XIV EBEGEO - Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia - Universidade do Estado da Bahia - Campus V. 2018.
SANTOS, S. M. dos . Membro da Comissão Científica do III EGVASF - Encontro de Geografia do Vale do São Francisco - Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina.. 2018.
SANTOS, S. M. dos . Oficinas de Cartografia: Tema - Banco de Dados Geográficos: uma prática com software livre. 2020. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
SANTOS, S. M. dos . Banco de Dados Geográficos utilizando PostgreSQL + PostGIS: da instalação às primeiras consultas espaciais. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Tutorial em Geotecnologias).
OLIVEIRA, L. P. ; SANTOS, S. M. dos . Sensoriamento Remoto Aplicado às Pesquisas das Linhas Ambiental e Regional. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
SANTOS, S. M. . Minicurso Introdução sobre o GPS de navegação. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
SANTOS, S. M. . Levantamento de Áreas Rurais com GPS de Navegação. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
GEOTECNOLOGIAS E ANÁLISE QUANTITATIVA APLICADAS AO ORDENAMENTO TERRITORIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ E NO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE, Descrição: Tendo em vista a área geográfica foco da atuação do PPGEO-UERN, pretende-se nesse projeto fortalecer os conhecimentos e aumentar a capacidade de trabalho na área de geotecnologias e estatística aplicada direcionadas às pesquisas relacionadas ao planejamento integrado de bacias hidrográficas, aquíferos e zona costeira. Pesquisadores e órgãos públicos vêm utilizando amplamente os Sistemas de Informações Geográficas (SIGs). Este tem aplicações diversas nas áreas de gestão urbana, monitoramento ambiental, gestão de bacias hidrográficas e zonas costeiras.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Rodrigo Guimarães de Carvalho - Coordenador / Alfredo Marcelo Grigio - Integrante / Marcia Regina Farias da Silva - Integrante / Ramiro Gustavo Valera Camacho - Integrante / Gabriela Cemirames de Sousa Gurgel - Integrante / Filipe da Silva Peixoto - Integrante / Andreza Tacyana Felix Carvalho - Integrante / Alexandre de Oliveira Lima - Integrante.
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2012 - Atual
Dinâmica de ocupação e dos processos naturais do espaço geográfico no estado da Bahia., Descrição: Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Dária Maria Cardoso Nascimento. Descrição: O espaço geográfico no estado da Bahia vem sendo ocupado por atividades econômicas desde o Brasil Colônia e, nos últimos 50 anos, as atividades humanas se intensificaram e os problemas ambientais decorrentes atingem áreas localizadas nos municípios, nas zonas rurais ou urbanas. Nas margens dos rios, a inserção de atividades econômicas, tais como, agricultura, pastagens, mineração e agroindústrias, além dos centros urbanos sem infraestrutura sanitária, contribuíram para a alteração dos recursos naturais, supressão da cobertura vegetal provocando erosão, o assoreamento das nascentes, da calha dos rios restringindo a navegação e a qualidade de suas águas. A necessidade de se estudar estes municípios diante do processo acelerado de ocupação na área mapeada, constitui um diagnóstico importante, refletindo a realidade do período de mapeamento, contudo, em pelo menos duas escalas temporais, nas áreas intensamente ocupadas e onde se desenvolvem atividades turísticas de destaque no Estado.Diante do exposto, neste projeto de pesquisa, pretende-se analisar as transformações espaciais do espaço geográfico, com recorte nos municípios do Estado da Bahia, levando em conta a dinâmica da ocupação e as interações entre os ecossistemas e os processos naturais, assim como, a complexidade dos problemas ambientais existentes. O estudo contempla o mapeamento do uso e ocupação da terra da década de 2010, na escala de 1:100.000, com as diferentes categorias e tipos de uso, os estágios de degradação de cada unidade mapeada.... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (4) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Luiz Felipe Moura Bastos Borges - Integrante / Desiree Alves Celestino Santos - Integrante / Fábia Antunes Zaloti - Integrante / Dária Maria Cardoso Nascimento - Coordenador.
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2009 - 2010
Balanço de Carbono e Nitrogênio em Áreas Referências do Semiárido, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Varderlise Giongo Petrere - Coordenador.
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2008 - 2010
Implantação de Gestão Ambiental nas Unidades da Embrapa, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Roseli Freire de Melo - Coordenador.
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2008 - 2010
Diagnóstico e Plano Piloto de recuperação das Margens do Rio São Francisco no Bioma da Caatinga, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Ivan André Alvarez - Coordenador.
Projetos de desenvolvimento
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Coordenador / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Integrante / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2014 - Atual
Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Desenvolvimento de tecnologias e uso da agricultura de precisão para colaborar com a certificação dos vinhos e com a sustentabilidade do setor vitivinícola do Vale do Submédio São Francisco, Descrição: Descrição: A produção comercial de vinhos tropicais no Vale do Submédio São Francisco, localizado no Nordeste do Brasil, iniciou-se em meados dos anos 80, representando atualmente a segunda região produtora de vinhos finos do país, atrás do Rio Grande do Sul. Na região existem cinco empresas vinícolas com cerca de 500 hectares de vinhedos, que possibilitam a produção de uvas e a elaboração de cerca de 5 milhões de litros de vinhos finos por ano. Os vinhos da região apresentam características típicas, diferenciando-se daqueles elaborados em regiões tropicais de outros países, como Índia, Tailândia e Venezuela, bem como de vinhos de regiões temperadas elaborados em outras regiões do Brasil e do mundo. As condições edafo-climáticas da região permitem com que uma videira produza duas safras por ano, devido à elevada disponibilidade de radiação solar durante todo o ano, que acarreta em altas temperaturas do ar, baixa umidade relativa do ar, e devido à disponibilidade de água para a prática da irrigação, uma vez que existe uma precipitação pluvial irregular e insuficiente para suprir as necessidades hídricas das plantas. Além disso, os vinhos elaborados no primeiro e segundo semestres apresentam características analíticas e sensoriais distintas, devido à variabilidade climática intra-anual, o que torna a vitivinicultura regional muito complexa, em comparação com as regiões tradicionais. A agricultura de precisão é uma ferramenta muito útil, pois permite melhor conhecer as características das parcelas no campo, bem como adotar manejos específicos em função da variabilidade encontrada, buscando diminuir perdas, rentabilizar os processos e agregar valor aos produtos obtidos. O setor vitivinícola regional está passando por problemas de competitividade, devido à instabilidade química e sensorial dos vinhos, que evoluem muito rapidamente, devido às altas temperaturas, além dos produtos apresentarem elevados valores de pH, baixos teores de acidez total e instabilidade química dos compostos fenólicos. Estes fatores estão causando problemas na comercialização dos produtos, para os espumantes, vinhos brancos e tintos, pois os vinhos têm perdido qualidade e os consumidores têm deixado de consumir os produtos da região, optando por vinhos tradicionais do Sul do Brasil, e mesmo os importados. As vinícolas da região estão interessadas na implementação da Indicação Geográfica de Procedência-IP para os vinhos da região (anexos). Esta certificação permitirá garantir proteção dos vinhos contra eventuais 3 fraudes, melhorar o reconhecimento, a notoriedade dos produtos comerciais da região e, conseqüentemente, a competitividade e a sustentabilidade da atividade vitivinícola no Vale. Por isso, esta proposta de projeto de pesquisa visa desenvolver tecnologias aplicadas à viticultura, como o uso de procedimentos e ferramentas da agricultura de precisão, técnicas específicas de elaboração de vinhos, protocolos de boas práticas agrícolas para os vinhedos, protocolos de boas práticas enológicas para as vinícolas, e assim colaborar com a certificação, melhorar a competitividade dos vinhos tropicais e promover a sustentabilidade das vinícolas do Vale do Submédio São Francisco.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Saulo Medrado dos Santos - Integrante / Tatiana Ayako taura - Integrante / Iedo Bezerra Sá - Integrante / Giuliano Elias Pereira - Coordenador / Ivanira Falcade - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Prêmios
2020
Melhor Tese Defendida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFBA ano 2020. Orientação: Profa. Dra. Dária Maria Cordeiro Cardoso, Programa de Pós-Graduação em Geografia.
2010
Melhor trabalho e apresentação na forma de pôster - Levantamento das Espécies do Bioma Caatinga Presentes na Arborização Urbana da Cidade de Petrolina-PE, Universidade Federal do Vale do São Francisco.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA, 10ª GTR. , Embrapa Pesca e Aquicultura, Loteamento Água Fria, 77008900 - Palmas, TO - Brasil, Telefone: (63) 30268894, URL da Homepage: ,
Experiência profissional
2024 - Atual
Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaiba - DFVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Analista em Desenvolvimento Regional, Carga horária: 40
Outras informações:
Atuação junto a 10 Gerência Técnica Regional - Palmas/TO
2022 - Atual
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 40
Outras informações:
Docente colaborador no curso de mestrado em Geografia do Programa de Pós-Graduação em Geografia, Área de Concentração Paisagens Naturais e Meio Ambiente. Ministrando as disciplinas: Sensoriamento Remoto; Geotecnologias Aplicadas a Estudos Ambientais e Geocartografia
2022 - 2024
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorado
Outras informações:
Projeto GEOTECNOLOGIAS E ANÁLISE QUANTITATIVA APLICADAS AO ORDENAMENTO TERRITORIAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI-MOSSORÓ E NO LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE
Atividades
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08/2023
Ensino, Geografia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Dinâmica e Gestão dos Ambientes Litorâneos
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02/2023
Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Ciências Econômicas - FACEM, Departamento de Gestão Ambiental.,Linhas de pesquisa
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05/2023 - 07/2023
Ensino, Geografia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Sensoriamento Remoto
2021 - 2023
VisãoGeoVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnico em Geoprocessamento/Topografia, Carga horária: 44
Outras informações:
Profissional atuando na regularização territorial, patrimonial e fundiária de empreendimentos de geração e transmissão do setor elétrico, Projeto Gestão SocioPatrimonial da CHESF.
Atividades
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03/2021 - 02/2023
Serviços técnicos especializados , Geoprocessamento.,Serviço realizado, Regularização Fundiária.
2021 - 2022
Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia EspaciaisVínculo: Prestador de Serviços, Enquadramento Funcional: Autônomo
Outras informações:
Interpretação de imagens de satélite para o Projeto de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros.
2019 - 2020
Tamabras Engenharia, Geotecnologia e Meio AmbienteVínculo: Consultor Técnico, Enquadramento Funcional: Analista de Geoprocessamento
2019 - Atual
Universidade Anhanguera - UniderpVínculo: Contrato temporário, Enquadramento Funcional: Professor Presencial
Outras informações:
Professor presencial no polo de apoio presencial - Juazeiro/BA
Atividades
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02/2019
Ensino, Bacharelado em Engenharia Agronômica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Topografia e Georreferenciamento
2016 - 2020
Universidade Federal da BahiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES - Doutorado em Geografia, Regime: Dedicação exclusiva.
2017 - 2018
Universidade Federal da BahiaVínculo: Professor Substituto, Enquadramento Funcional: Docente Temporário, Carga horária: 40
2016 - 2017
Universidade Federal da BahiaVínculo: Tirocínio, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES, Carga horária: 20
Outras informações:
TIROCÍNIO DOCENTE NA DISCIPLINA: CARTOGRAFIA TEMÁTICA (Turma: Geografia - Instituto de Geociências da UFBA, 2016.2)
Atividades
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03/2018 - 08/2018
Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, GEOA15 - Cartografia Sistemática, GEOC04 - Sistema de Informações Geográficas, GEOC05 - Prática de Campo e Mapeamento do Território
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10/2017 - 02/2018
Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, GEOA17-Cartografia Temática, GEOC04-Sistemas de Informações Geográficas, GEOC05-Prática de Campo e Mapeamento do Território
2015 - 2016
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Projeto IP Vinhos Vale do São Francisco, Carga horária: 40
Outras informações:
Interrompido em junho de 2016 devido a aprovação no Doutorado.
2013 - 2015
Universidade Federal do Vale do São FranciscoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista FAPESB - Mestrado Eng. Agrícola, Regime: Dedicação exclusiva.
2013 - 2013
Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da BahiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20
Outras informações:
Interrompido em setembro de 2013 devido a aprovação no Mestrado.
2009 - 2011
Embrapa SemiáridoVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário
Atividades
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04/2010 - 05/2010
Treinamentos ministrados , Colegiado de Engenharia Agricola e Ambiental da Univasf.,Treinamentos ministrados, Monitoria no "Curso Básico de ArcGis 9.3"
2008 - 2008
Colégio Estadual Agostinho MunizVínculo: Contrato Temporário, Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 20
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Saulo Medrado dos Santos e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?