Virgínia de Souza Álvares
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (2000), mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal - subárea de Pós-colheita de produtos hortícolas) pela Universidade Federal de Viçosa (2003) e doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal - Pós-colheita de produtos hortícolas) pela Universidade Federal de Viçosa (2006). Atualmente é pesquisadora A da Embrapa Acre). Foi Chefe Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Acre e Presidente do Comitê Técnico Interno (CTI) desta unidade em 2013. Foi líder de diversos projetos com financiamento do CNPq e Funtac, bem como em editais internos da Embrapa (modelos de Macroprograma 2, Macroprograma 3 e Macroprograma 6). Foi professora colaboradora do Mestrado em Produção Vegetal da Universidade Federal do Acre - UFAC, de 2010 a 2013. Participou do processo de solicitação da Indicação Geográfica "Cruzeiro do Sul" para a farinha de mandioca. Tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em Fisiologia Pós-Colheita, atuando principalmente nos seguintes temas: pós-colheita de castanha-do-brasil, qualidade da farinha de mandioca e pós-colheita de frutas.
Informações coletadas do Lattes em 14/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal)
2004 - 2006
Universidade Federal de Viçosa
Título: Pré-resfriamento, embalagem e hidratação pós-colheita de salsinha
, Ano de obtenção: 2006. Fernando Luiz Finger. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Petroselinum crispum; vida-de-prateleira; pós-colheita.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia Geral / Especialidade: Fisiologia Pós Colheita. Setores de atividade: Produção Vegetal.
Mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal)
2001 - 2003
Universidade Federal de Viçosa
Título: Amadurecimento e qualidade da banana ´Prata´ (Musa AAB subgrupo Prata) submetida a diferentes concentrações de etileno
, Ano de Obtenção: 2003.GERIVAL VIEIRA.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: banana; Prata.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia / Especialidade: Fisiologia de Plantas Cultivadas. Setores de atividade: Produção Vegetal; Educação Média de Formação Técnica Ou Profissional.
Graduação em Agronomia
1995 - 2000
Universidade Federal de Viçosa
Título: CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE LILLIUM LONGIFLORUM
Orientador: VALTERLEY SOARES ROCHA
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2024 - 2024
Avaliação da qualidade de frutas por espectroscopia utilizando inteligência. (Carga horária: 3h). , Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, FEALQ, Brasil.
2024 - 2024
Ergonomia para atividades administrativas. (Carga horária: 4h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Patentes e Bioinovação para a Região Amazônica. (Carga horária: 16h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
2022 - 2022
Boas práticas de produção e beneficiamento de frutos de açaí-solteiro para. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2021 - 2021
Requisitos de Qualidade da Embrapa. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2021 - 2021
Pós-Colheita em Frutas e Hortaliças - módulo colheita de frutas e hortaliça. (Carga horária: 12h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2021 - 2021
Curso Tecnologia Pós-Colheita em Frutas e Hortaliças - módulo rastreabilida. (Carga horária: 8h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2020 - 2020
Curso prático de produção e edição de vídeo. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2018 - 2018
Leitura de textos acadêmicos em inglês via rede. , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
2018 - 2018
Introdução à fotografia Digital. (Carga horária: 27h). , Fundação Bradesco, BRADESCO, Brasil.
2017 - 2017
Introdução à gestão de projetos. (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2017 - 2017
SEI Usar. (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2012 - 2012
Liderança de equipes. (Carga horária: 60h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2012 - 2012
Leader Coach. (Carga horária: 130h). , Instituto Brasileiro de Coaching, IBC COACHING, Brasil.
2011 - 2011
Comunicação em apresentações. (Carga horária: 40h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2011 - 2011
Treinamento Inovação e Comprometimento. (Carga horária: 24h). , Carreiro e Associados - Treinamento & palestras, CARREIRO, Brasil.
2011 - 2011
Métodos Analítios para Determinação de Micotoxinas. (Carga horária: 32h). , Embrapa Agroindústria de Alimentos, CTAA, Brasil.
2011 - 2011
Introdução à Antropologia. (Carga horária: 12h). , Comissão Pró-índio, CPI, Brasil.
2011 - 2011
Técnicas de gereciamento de projetos. (Carga horária: 80h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2010 - 2010
Método de análise de determinação de aflatoxinas e. (Carga horária: 40h). , Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MAPA/DF, Brasil.
2010 - 2010
Atendimento ao cliente. (Carga horária: 20h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2009 - 2009
Cromatografia Líquida de alta eficiência (HPLC). (Carga horária: 24h). , Instituto Internacional de Cromatografia, IIC, Brasil.
2009 - 2009
Introdução às Boas Práticas de Laboratório. (Carga horária: 4h). , Embrapa Acre, CPAF-AC, Brasil.
2009 - 2009
Gestão da qualidade em laboratório. (Carga horária: 24h). , Associação Brasileira de Normas Técnicas - Sede, ABNT/RJ, Brasil.
2009 - 2009
Introdução à propriedade intelectual e inovação no. (Carga horária: 90h). , Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MAPA/DF, Brasil.
2009 - 2009
Introdução ao uso de receptor GPS 76CSX. (Carga horária: 12h). , Embrapa Acre, CPAF-AC, Brasil.
2009 - 2009
Indicação geográfica. (Carga horária: 120h). , Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MAPA/DF, Brasil.
2008 - 2008
Método rápido de análise de aflatoxinas em castanh. (Carga horária: 8h). , La Recherche Agronomique pour le Développement, CIRAD, França.
2008 - 2008
Método de análise e sistema de garantia da qualida. (Carga horária: 40h). , Laboratório de Controle de Qualidade e Segurança Alimentar, LACQSA, Brasil.
2007 - 2007
Cromatografia Líquida de Alta Eficiência / HPLC. (Carga horária: 8h). , Embrapa Acre, CPAF-AC, Brasil.
2006 - 2006
Estatística Experimental Conceitos Análises e Inte. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
2006 - 2006
Metodologia de Pesquisa. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
2005 - 2005
Curso Básico de Espanhol. (Carga horária: 45h). , Instituto Cultural Brasil Estados Unidos, ICBEU, Brasil.
2000 - 2000
Técnicas de Jardinagem Implantação e Manutenção de. (Carga horária: 16h). , Centro Mineiro Para Conservação da Natureza, CMCN, Brasil.
1997 - 1997
Floricultura e Paisagismo. (Carga horária: 20h). , Centro Acadêmico de Agronomia Ufv, CAA, Brasil.
1997 - 1997
Controle Químico de Doenças de Plantas e Efeito no. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Ciência de Alimentos/Especialidade: Fisiologia Pós-Colheita.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Fisiologia de Plantas Cultivadas.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia.
Organização de eventos
NEGREIROS, J. R. S. ; Lambertucci, D. M. ; Miranda, E. M. ; ESTANISLAU, F. M. ; NASCIMENTO, G. C. ; LIMA, J. M. R. ; VASCONCELOS, M. A. M. ; MACEDO, P. E. F. ; SANTOS, R. S. ; ÁLVARES, V. S. . VII Seminário de Iniciação Científica e pós-graduação da Embrapa Acre. 2024. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; Lambertucci, D. M. ; Miranda, E. M. ; ESTANISLAU, F. M. ; NASCIMENTO, G. C. ; LIMA, J. M. R. ; VASCONCELOS, M. A. M. ; MACEDO, P. E. F. ; SANTOS, R. S. . VI Seminário de Iniciação Científica e pós-graduação da Embrapa Acre. 2023. (Outro).
NÓBREGA, M. S. ; ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. ; Lambertucci, D. M. ; PAPA, D. A. . workshop ?Indicações Geográficas do Acre?. 2022. (Outro).
SANTOS, R. S. ; ESTANISLAU, F. M. ; ÁLVARES, V. S. ; NEGREIROS, J. R. S. ; VASCONCELOS, M. A. M. ; Miranda, E. M. . V Seminário de Iniciação Científica e pós-graduação da Embrapa Acre. 2022. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . IV Seminário de Iniciação Científica e pós-graduação da Embrapa Acre. 2021. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; PAPA, D. A. ; ESTANISLAU, F. M. . III Seminário de Iniciação Científica e Pós-graduação da Embrapa Acre. 2020. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . II Seminário da Embrapa Acre de iniciação científica e pós-graduação. 2019. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; NASCIMENTO, G. C. . II CURSO DE HABILITAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PARA EMISSÃO DE CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM (CFO) E CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO (CFOC). 2018. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . I Seminário da Embrapa Acre de Iniciação Científica e pós-graduação. 2018. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; GONZAGA, D. S. O. . I Curso de capacitação/qualificação de classificadores de produtos vegetais com habilitação/atualização em banana. 2018. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; NASCIMENTO, G. C. . Reuniões técnicas sobre Sistema de Mitigação de Risco da Sigatoka Negra da bananeira no Acre.. 2018. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; NASCIMENTO, G. C. ; Pais, J. S. . II Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos para Emissão de Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC). 2018. (Outro).
SANTOS, E. A. ; ÁLVARES, V. S. . Treinamento sobre análises de aflatoxina na castanha-do-brasil por HPLC. 2010. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . Seminário de Introdução às Boas Práticas de Laboratório. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; Campos Filho, M. D. . Reunião técnica sobre o georreferenciamento das casas-de-farinha do Vale do Juruá. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; Campos Filho, M. D. . Reunião técnica sobre procedimentos para o acesso ao conhecimento tradicional. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . Curso de resíduos de laboratórios. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . Curso de Boas Práticas de Laboratório. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . II Seminário de Introdução às Boas Práticas de Laboratório. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . Curso de GPS - módulo II. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . Curso de GPS - módulo I. 2009. (Outro).
ÁLVARES, V. S. . I workshop de inovações tecnológicas para o controle da contaminação da castanha-do-brasil por aflatoxinas. 2009. (Outro).
Participação em eventos
III Congresso Brasileiro de processamento mínimo e pós-colheita de frutas, flores e hortaliças. Apresentação dos trabalhos: "Fungos associados à antracnose em plátano no Acre" e "Potencial do óleo de andiroba no controle in vitro de antracnose em plátanos". 2024. (Congresso).
I Seminário de Pós-graduação e inovação do estado do Acre: promovendo a cultura da inovação. 2013. (Seminário).
I Seminario de citricultura do Acre: situação e perspectivas. 2012. (Seminário).
Treinamento: informação Tecnológica. 2012. (Outra).
Treinamento: Processo de Propriedade Intelectual. 2012. (Outra).
III Simpósio de ciência e Tecnologia.Influência da fervura nas características físico-químicas de resíduos da extração de semente de pupunha. 2011. (Simpósio).
Palestra: propriedade intelectual. 2011. (Outra).
XIV Congresso brasileiro de mandioca. Processamento e agroindústria. 2011. (Congresso).
XXI Congresso Brasileiro de Fruticultura. "TRATAMENTO DE RESÍDUOS DA EXTRAÇÃO DA SEMENTE DA PUPUNHA PRODUZIDA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM RONDÔNIA" e "CARACTERIZAÇÃO FISÍCO-QUIMICA DE MARACUJÁ AMARELO COMERCIALIZADO EM RIO BRANCO, ACRE". 2010. (Congresso).
I Seminário sobre Indicação Geográfica da Embrapa.Potencial da IG no Acre: Cruzeiro do Sul (farinha de mandioca).. 2009. (Seminário).
I Workshop sobre inovações tecnológicas para o controle da contaminação da castanha-do-brasil por aflatoxinas..I Workshop sobre inovações tecnológicas para o controle da contaminação da castanha-do-brasil por aflatoxinas.. 2009. (Outra).
Workshop final do projeto STDF 114 Safenut. 2008. (Outra).
II Simpósio Brasileiro de Pós-colheita de frutas, hortaliças e flores..II Simpósio Brasileiro de Pós-colheita de frutas, hortaliças e flores.. 2007. (Simpósio).
XII Congresso Brasileiro de Mandioca. Microbiologia de farinhas de mandioca comercializadas em Cruzeiro do Sul - Acre; Variabilidade da farinha de mandioca comercializada no município de Cruzeiro do Sul - Acre quanto às características físico-químcas; Caracterização físico-química de farinha. 2007. (Congresso).
XII Encontro Nacional de Métodos de Laboratórios - XII MET. 2007. (Encontro).
XII Encontro Nacional sobre Metodologias de Laboratório da Embrapa - XII MET. 2007. (Encontro).
XLVI Congresso Brasileiro de Olericultura. XLVI Congresso Brasileiro de Olericultura. 2006. (Congresso).
X Congresso Brasileiro de Fisioloiga Vegetal e XII Congresso Latino Americano de Fisioloigia Vegetal. X Congresso Brasileiro de Fisioloiga Vegetal e XII Congresso Latino Americano de Fisioloigia Vegetal. 2005. (Congresso).
III Simpósio brasileiro de manga. 2004. (Simpósio).
IV Encontro Nacional sobre Substrato para plantas.IV Encontro Nacional sobre Substrato para plantas. 2004. (Encontro).
XVIII Congresso Brasileiro de Fruticultura. XVIII Congresso Brasileiro de Fruticultura. 2004. (Congresso).
V Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas: Produção integrada de fruteiras tropicais.V Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas: Produção integrada de fruteiras tropicais. 2003. (Encontro).
VI Encontro Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado (VI ENFRUTE).Encontro Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado (VI ENFRUTE). 2003. (Encontro).
III Reunião Técnica de pesquisa em Maracujazeiro.III Reunião Técnica de pesquisa em Maracujazeiro. 2002. (Outra).
IV Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas de Fruteiras Tropicais.IV Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas de Fruteiras Tropicais. 2002. (Encontro).
I Semana de Olericultura da UFV.I Semana de Olericultura da UFV. 2001. (Outra).
I Semana de Orquídeas e Bromélias.I Semana de Orquídeas e Bromélias. 2000. (Outra).
Workshop sobre produtos fitossanitários na Agricultura.Workshop sobre produtos fitossanitários na Agricultura. 2000. (Outra).
A ciência e a realidade nacional.IX Simpósio de Iniciação Científica. 1999. (Simpósio).
I Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas.I Encontro sobre Manejo Integrado de Doenças e Pragas. 1999. (Encontro).
I Encontro sobre produção de café com qualidade.I Encontro sobre produção de café com qualidade. 1999. (Encontro).
II Seminário sobre Pesquisa e Extensão em Fitotecnia.II Seminário sobre Pesquisa e Extensão em Fitotecnia. 1999. (Seminário).
V Semana de Fruticultura da UFV.V Semana de Fruticultura da UFV. 1999. (Outra).
XII Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais. XII Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais. 1999. (Congresso).
I Seminário sobre o sistema de plantio direto na UFV.I Seminário sobre o sistema de plantio direto na UFV. 1998. (Seminário).
II Encontro de Fitopatologia.II Encontro de fitopatologia. 1997. (Encontro).
I Seminário sobre Pesquisa e Extensão em Fitotecnia.I Seminário sobre Pesquisa e Extensão em Fitotecnia. 1997. (Seminário).
VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV.VI Simpósio de Iniciação Científicaf na UFV-Zoologia. 1997. (Simpósio).
VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV.Câmara técnica: Química e Fertilidade do Solo. 1997. (Simpósio).
VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV.Câmara técnica: Manejo e Conservação dos Solos. 1997. (Simpósio).
VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV.Câmara técnica: Botânica. 1997. (Simpósio).
VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV.VI Simpósio de Iniciação Científica na UFV. 1997. (Simpósio).
XI Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais. XI Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais. 1997. (Congresso).
Participação em bancas
Beber, P. M.; Kusdra, J. F.;ÁLVARES, V. S.. Maturação de laranjeiras-doce em Rio Branco, Acre. 2013. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.Cunha, C. R.SOUZA, M. L.; Kusdra, J. F.. Pré-resfriamento e refrigeração de cupuaçu. 2012. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.Cunha, C. R.SOUZA, M. L.; Kusdra, J. F.. Qualidade da castanha-do-brasil após o uso de secador com ar aquecido forçado e armazém-secador com ventilação. 2012. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ALVES, L. S.; Teixeira, S. T.;ÁLVARES, V. S.. Uso da manipueira como adubação em hortaliças. 2010. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
FARIAS, J. F.ÁLVARES, V. S.ARAÚJO NETO, Sebastião Elviro deSOUZA, M. L.. MATURAÇÃO E DETERMINAÇÃO DO PONTO DE COLHEITA DO ENVIRA ? CAJÚ. 2009. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.SOUZA, M. L.ARAÚJO NETO, Sebastião Elviro de. Uso de revestimentos na pós-colheita de maracujá-amarelo cultivado em sistema orgânico.. 2008. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
SOUZA, M. L.ÁLVARES, V. S.; Silva, R.F.. Fungos aflatoxigênicos na castanha-do-brasil sob condições de floresta e de armazém comunitá. 2008. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.. Estaquia e enxertia em frutíferas nativas da Amazônia. 2017. Tese (Doutorado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
Wadt, L. H. O.;SOUZA, M. L.ÁLVARES, V. S.; ANDRADE NETO, R. C.; Silva, R.F.. Caracterização de polpas de açaí do Acre e processamento de néctar misto parcialmente desengordurado. 2016. Tese (Doutorado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ANDRADE NETO, R. C.;ÁLVARES, V. S.; Santos, V. B.; SIVIERO, A.. Camu-camu: composição dos frutos, pós-colheita e industrialização. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.. Produtividade de feijão caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.) em sistema de plantio direto sob diferentes coberturas de solo. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre.
WADT, L. O.;ÁLVARES, V. S.. Efeito de diferentes parâmetros de processamento na qualidade de néctar misto de açaí e cupuaçu. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Rede Bionort) - Universidade Federal do Acre.
CAMPOS, T.;ÁLVARES, V. S.; FERREIRA, J. B.. Caracterização da diversidade genética de acessos de Manihot esculenta Crantz da coleção da Embrapa Acre. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia) - Universidade Federal do Acre.
ÁLVARES, V. S.. INFLUÊNCIA DO MÉTODO DE EXTRAÇÃO NO RENDIMENTO DE ÓLEO DE BACABA (Oenocarpus bacaba). 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte.
ÁLVARES, V. S.. ARMAZENAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO DE FRUTEIRAS NATIVAS DA AMAZÔNIA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte.
Costa, F. H. S.; Santos, V. B.;ÁLVARES, V. S.; Damasceno, E. A.. CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO EFETIVO DE PROFESSOR DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR. 2016. Universidade Federal do Acre.
bispo, J.;ÁLVARES, V. S.. Concurso Público de Provas e Títulos para Carreira do Magistério Superior - olericultura. 2010. Universidade Federal do Acre.
Lorentz, B. C.;ÁLVARES, V. S.Maciel, V. T.. Comissão de recebimento da obra de Interligação do Laboratório de Tecnologia de Alimentos ao Laboratório de Farinha.. 2010. Embrapa Acre.
ÁLVARES, V. S.. Membro do Comitê Gestor de Laboratórios. 2010.
ÁLVARES, V. S.. Comissão de recebimento da reforma dos prédios de Biologia Molecular, Farinha e Tecnologia de Alimentos da Embrapa Acre. 2009. Embrapa Acre.
ÁLVARES, V. S.; GONÇALVES, Rivadalve Coelho;Maciel, V. T.; FAZZOLIN, M.; FELISBERTO, F. A. V.. Presidente do Comitê Gestor de Laboratórios. 2009. Embrapa Acre.
Wadt, P. G. S.; Melo, S. M.; Andrade, C. M. S.; Miranda, E. M.; Assis, G. M. L.; Drumond, P. M.; GONÇALVES, Rivadalve Coelho;ÁLVARES, V. S.. Membro Titular do Comitê Local de Publicação. 2008. Embrapa Acre.
ÁLVARES, V. S.SOUZA, J. M. L.. Grupo de estudos sobre Indicação Geográfica no Acre. 2008. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AC).
ÁLVARES, V. S.SOUZA, J. M. L.. Comissão encarregada da elaboração da Árvore do Conhecimento da castanha-do-brasil.. 2008. Embrapa Acre.
Pereira, J. B. M.; Assis, G. M. L.;ÁLVARES, V. S.SOUZA, J. M. L.; Bittencourt; Andrade, C. M. S.; GONÇALVES, Rivadalve Coelho; FAZZOLIN, M.. Membro do Comitê Gestor de Laboratórios. 2008. Embrapa Acre.
Orientou
Atividade fungitóxica de óleos amazônicos contra antracnose em plátano cv; d?Angola; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
maturação de progênies de laranjeiras-doce em Rio Branco, Acre; ; 2013; Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade da castanha-do-brasil após o uso de secador com ar aquecido forçado e armazém-secador com ventilação; 2012; Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Pré-resfriamento e refrigeração de cupuaçu; 2012; Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre, ; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Extração de óleo de bacaba; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Agroindústria) - Centro de Educação Profissional e Tecnológica Roberval Cardoso; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Extração de óleo de bacaba; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Agroindústria) - Centro de Educação Profissional e Tecnológica Roberval Cardoso; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA PRODUZIDA EM UMA UNIDADE DE PRODUÇÃO SEMI-ARTESANAL EM MÂNCIO LIMA - AC; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal do Acre; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade de resíduos da extração do óleo de bacaba; ; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade de resíduos da extração do óleo de bacaba; ; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Influência do método de extração no rendimento de óleo de bacaba; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Influência do método de extração no rendimento de óleo de bacaba; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Práticas Laboratoriais nas análises de castanha-do-brasil; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Agroindústria) - Universidad Nacional Amazônica de Madre de Dios; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Práticas Laboratoriais nas análises de castanha-do-brasil; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Agroindústria) - Universidad Nacional Amazônica de Madre de Dios; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Práticas Laboratoriais nas análises de castanha-do-brasil; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia de Agroindústria) - Universidad Nacional Amazônica de Madre de Dios; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Validação de práticas pós-colheita de banana d?Angola nas condições de Acrelândia, Acre; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Validação de práticas pós-colheita de banana d?Angola nas condições de Acrelândia, Acre; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Armazenamento da farinha de mandioca com açafrão-da-terra; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Monitoramento técnico in loco da qualidade da farinha de mandioca produzida na Terra Indígena Poyanawa; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO,CIENCIA E TECNOLOGIA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade da farinha de mandioca produzida em unidade de fabricação semi-artesanal na Regional Juruá; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Processo de adição do açafrão-da-terra em pó do tipo especiaria na farinha de mandioca artesanal; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO,CIENCIA E TECNOLOGIA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Uso da Curcuma longa na farinha de mandioca artesanal; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Instituto Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Prospecção do açafrão-da-terra em pó comercializado em Cruzeiro do Sul; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Agroeconologia) - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO,CIENCIA E TECNOLOGIA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Prospecção da produção e uso do açafrão-da-terra pelos produtores de farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul, Acre; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO,CIENCIA E TECNOLOGIA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Identificação da concentração ideal de açafrão a ser utilizada na fabricação da farinha com base na caracterização e classificação do produto; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Agroecologia) - Instituto Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Controle estatístico de qualidade da farinha de mandioca com reconhecimento de Indicação Geográfica; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade de amêndoas fermentadas e secas de cupuaçu em função da despeliculação e do armazenamento; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Adequações no processo de secagem da castanha-do-brasil com casca no Acre em secador a ar quente por ventilação forçada; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Potencial de aproveitamento de resíduos de processamento de frutas nativas da Amazônia para alimentação humana; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Potencial de aproveitamento de resíduos de processamento de frutas nativas da Amazônia para alimentação humana; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade microbiológica da castanha-do-brasil após a secagem; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - União Educacional do Norte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E MOLECULARES NO DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO DA CASTANHA-DOBRASIL POR AFLATOXINAS; 2012; Iniciação Científica - Embrapa Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E MOLECULARES NO DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA CONT AMINAÇÃO DA CAST ANHA-DO- BRASIL POR AFLATOX INAS; 2011; Iniciação Científica - Embrapa Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO DA CASTANHA-DO-BRASIL POR AFLATOXINAS; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - uninorte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E MOLECULARES NO DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA CONT AMINAÇÃO DA CAST ANHA-DO- BRASIL POR AFLATOX INAS; 2011; Iniciação Científica - Embrapa Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade da farinha de mandioca no Acre visando a indicação geográfica; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - uninorte, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO NO ACRE; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - uninorte, embrapa; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO NO ACRE; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Florestal) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO NO ACRE; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Acre, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Qualidade da farinha de mandioca visando a indicação geográfica; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Biologia) - uninorte; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO NO ACRE; 2009; Orientação de outra natureza - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
Pós-colheita de castanha-do-brasil; 2008; Orientação de outra natureza; (Produção Vegetal) - Universidade Federal do Acre; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
POP's e gestão de qualidade do laboratório de Tecnologia de Alimentos da Embrapa Acre; 2008; Orientação de outra natureza - Embrapa Acre; Orientador: Virgínia de Souza Álvares;
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; Lambertucci, D. M. . Recomendações para a produção de farinha de mandioca artesanal com açafrão-da-terra. Rio Branco, AC: Embrapa, 2023 (Circular técnica, 82).
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; Lambertucci, D. M. . Influência do processo artesanal de produção de farinha de mandioca na classificação final do produto.. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2022 (Documento,172).
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NÓBREGA, M. S. ; ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . folder - workshop ?Indicações Geográficas do Acre?. Rio Branco, Acre: Sebrae, 2022 (folder).
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ÁLVARES, V. S. ; CARTAXO, C. B. C. . Colheita e manejo pós-colheita - maracujá. Brasília, DF: Embrapa, 2021 (Sistema de produção do maracujá para o Acre).
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Oliveira, L. A. ; SOUZA, JOANA M. L. ; Matos, M. F. R. ; ÁLVARES, V. S. . Farinha de mandioca: alimento fonte de fibras e amido resistente. Cruz das Almas, BA: Embrapa, 2021 (Documentos, 145).
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Oliveira, L. A. ; Matos, M. F. R. ; ÁLVARES, V. S. ; Abreu, L. F. ; Teshima, E. ; SOUZA, J. M. L. . Farinha de mandioca: coloração e legislação. Cruz das Almas, BA: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2021 (Documentos, 249).
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CARTAXO, C. B. C. ; VASCONCELOS, MARCUS A. M. ; PAPA, D. A. ; GONZAGA, D. S. O. ; ÁLVARES, V. S. . Euterpe precatoria Mart.: Boas Práticas de Produção na Coleta e Pós-Coleta de Açaí-Solteiro. Rio Branco: Embrapa, 2020 (Documento, 166).
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. . Extração de óleo do mesocarpo de bacaba. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2019 (cartilha).
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ÁLVARES, V. S. ; GONZAGA, D. S. O. M. ; LIMA, M. N. ; CARTAXO, C. B. C. ; Lessa, L. S. . Pontos Críticos no Manejo que Afetam o Desempenho da Cafeicultura em Acrelândia, Acre. Rio Branco: Embrapa Acre, 2019 (Documento 162).
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ÁLVARES, V. S. ; GONZAGA, D. S. O. ; LIMA, M. N. ; CARTAXO, C. B. C. . RECOMENDAÇÕES DE MANEJO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE CAFÉ NO ACRE. Rio Branco: Embrapa Acre, 2019 (folder).
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ÁLVARES, V. S. ; CARTAXO, C. B. C. . Colheita e manejo pós-colheita do abacaxi. rio branco: Embrapa, 2018 (Sistema de produção do abacaxi para o Estado do Acre).
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; SAMPAIO, G. ; Maciel, V. T. ; Sousa, S. B. ; Pereira, J. D. S. . Recomendações técnicas para extração de óleo do mesocarpo de bacaba. Rio Branco, Acre: Embrapa, 2018 (Comunicado técnico, 199).
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ÁLVARES, V. S. ; PAPA, D. A. ; Gomes, F. C. R. . Identificação de casas de farinha no Território da Cidadania do Vale do Juruá, Acre. rio branco: Embrapa Acre, 2016 (Base de dados).
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ÁLVARES, V. S. ; Haverroth, M. ; Cunha, C. R. ; FELISBERTO, F. A. V. ; Maciel, V. T. ; MADRUGA, A. L. S. . Produção de Farinha de Mandioca entre os Kaxinawá de Nova Olinda, Acre. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2015 (Documentos, 142).
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ÁLVARES, V. S. . Manual de classificação de farinha de mandioca. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2014 (cartilha).
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NOGUEIRA, R. M. ; ÁLVARES, V. S. . Secador à Alta Temperatura por Convecção Natural: Solução para a Pré-secagemda Castanha-do-brasil no Campo. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2012 (comunicado técnico).
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Teixeira, S. T. ; ALVES, L. S. ; SILVA, A. L. F. ; ÁLVARES, V. S. ; FELISBERTO, F. A. V. . Reciclagem agrícola de manipueira e casca de mandioca.. Rio Branco, Ac: Embrapa, 2011 (comunicado técnico).
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ÁLVARES, V. S. . Folder do projeto MICOCAST. Rio Branco, Ac: Embrapa, 2011 (outra produção bibliográfica).
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ÁLVARES, V. S. ; PAPA, D. A. ; Gomes, F. C. R. ; Santana, A. S. ; SOUZA, J. M. L. ; SANTOS FILHO, M. D. ; Santiago, A. C. C. . Perfil da produção de farinha de mandioca artesanal no Território da Cidadania do Vale do Juruá, Acre. Rio Branco: Embrapa Acre, 2011 (outra produção bibliográfica).
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ÁLVARES, V. S. ; Wadt, L. H. O. . Folder sobre Boas Práticas de Produção de Castanha-do-brasil. Rio Branco: Embrapa Acre, 2011 (outra produção bibliográfica).
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ÁLVARES, V. S. . Saber fazer: diferencial na qualidade da farinha de mandioca do Vale do Juruá. Rio Branco 2011 (Artigo de divulgação na mídia - Artigo técnico).
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ÁLVARES, V. S. ; Wadt, L. H. O. . Procedimentos para o controle higiênico-sanitário da castanha-do-braisl na floresta. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2011 (outra produção bibliográfica).
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GONÇALVES, Rivadalve Coelho ; ÁLVARES, V. S. ; CARTAXO, C. B. C. ; Wadt, L. H. O. ; SOUZA, J. M. L. ; Lima, A. C. ; Costa, D. A. ; Giacomelli, M. ; Magalhães, K. S. ; Madruga, A. L. . Secador Estacionário a ar aquecido forçado artificialmente: inovação tecnológica na secagem de sementes de castanheira-da-amazônia (Bertholletia excelsa). Rio Branco: Embrapa Acre, 2010 (comunicado técnico).
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ÁLVARES, V. S. ; NEGREIROS, Jacson Rondinelli da Silva ; MORAES, R. N. S. . Aptidão natural para o cultivo de mamão. Rio Branco, Acre 2009 (outra produção bibliográfica).
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; NEGREIROS, Jacson Rondinelli da Silva ; Costa, F. S. ; SA, C. P. . Folder sobre farinha de mandioca temperada com gengibre. Rio Branco, Acre: Embrapa Acre, 2009 (outra produção bibliográfica).
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ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; NEGREIROS, Jacson Rondinelli da Silva . Qualidade da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul e do Vale do Juruá 2008 (Artigo de divulgação na mídia - Artigo técnico).
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NEGREIROS, Jacson Rondinelli da Silva ; ÁLVARES, V. S. ; MORAES, R. N. S. . Aptidão natural para o cultivo de maracujá.. Rio Branco, Acre 2008 (outra produção bibliográfica).
Outras produções
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. . Prática agroindustrial de obtenção de farinha de resíduos da extração de óleo do mesocarpo de bacaba. 2021.
ÁLVARES, V. S. ; NÓBREGA, M. S. . workshop ?Indicações Geográficas do Acre?. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . workshop ?Indicações Geográficas do Acre?. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Qualidade de banana. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; SILVA, M. P. . Prosa Rural. 2021.
ÁLVARES, V. S. . Embrapa ressalta importância do açafrão na farinha de mandioca. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
NÓBREGA, M. S. ; ÁLVARES, V. S. . Farinha de mandioca recebe selo de Indicação Geográfica. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Produção de frutas da Amazônia. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Qualidade da farinha de mandioca no Acre. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Armazenamento de farinha de mandioca. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Programa Raízes da Terra. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Dia-de-campo da castanha-do-brasil e novo projeto de castanha. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Conhecimento Tradicional Associado à produção de farinha de mandioca. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; SANTANA, M. F. S. . I Workshop sobre Inovações Tecnológicas para a castanha-do-brasil. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; SANTANA, M. F. S. . I Workshop sobre Inovações Tecnológicas para a castanha-do-brasil. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; GONÇALVES, Rivadalve Coelho . I Workshop sobre Inovações Tecnológicas para a castanha-do-brasil. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Contaminação por aflatoxinas na castanha-do-brasil.. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
SOUZA, J. M. L. ; ÁLVARES, V. S. ; LEITE, F. M. N. ; Brabet, C. . Castanha-do-brasil. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. . Dia de Campo na Tv sobre farinha de mandioca. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Classificação de farinha de mandioca. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Classificação da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Qualidade da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Legislação da farinha de mandioca. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Indicação Geográfica. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. . Potencial da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul para a Indicação Geográfica. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ÁLVARES, V. S. ; SIVIERO, A. ; SOUZA, J. M. L. ; Lessa, L. S. ; Costa, F. S. ; FAZOLIN, M. . Capacitação em Mandiocultura. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . III Seminário da Embrapa Acre de iniciação científica e pós-graduação. 2021. (Editoração/Anais).
ÁLVARES, V. S. ; ESTANISLAU, F. M. . II Seminário da Embrapa Acre de iniciação científica e pós-graduação. 2020. (Editoração/Anais).
ALVARES, VIRGINIA S ; ESTANISLAU, F. M. . I Seminário da Embrapa Acre de iniciação científica e pós-graduação. 2019. (Editoração/Anais).
Diocleciano, J. M. ; ÁLVARES, V. S. . Qualidade do café conilon: produção, colheita e pós-colheita. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; NÓBREGA, M. S. ; GONÇALVES, D. C. ; SILVA, F. A. C. ; NOBRE, I. ; SOUZA, G. S. ; vanVelthem, L. H. ; KLEIN, M. A. ; SILVA, M. P. ; Haverroth, M. ; VIUDES, P. ; FONTENELE, R. A. . Indicação geográfica da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul, Acre. 2017. (Editoração/Livro).
ÁLVARES, V. S. . Análises de avaliação da qualidade da castanha-do-Brasil.. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. . Cooperação entre Embrapa Acre e SFA/MAPA/AC.. 2010. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Visão da pesquisa nas Boas Práticas Extrativistas da castanha-do-brasil. 2010. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Tecnologias para melhoria da cultura da banana no Acre. 2010. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; Wadt, L. H. O. . Boas Práticas de Produção de castanha-do-brasil. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. . Pós-colheita de banana. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ÁLVARES, V. S. . Contaminação da castanha-do-brasil por aflatoxinas. 2009. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Pós-colheita de banana. 2009. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. . Georreferenciamento das unidades produtivas de farinha de mandioca no Vale do Juruá, Ac. 2009. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Conhecimento Tradicional associado à produção de farinha de mandioca. 2009. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; MARINHO., J. T. S. . Aperfeiçoamento de Práticas Laboratoriais em Agroindústria-I. 2008. .
ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; MARINHO., J. T. S. . Aperfeiçoamento de Práticas Laboratoriais em Agroindústria-II. 2008. .
Wadt, L. H. O. ; ÁLVARES, V. S. ; SOUZA, J. M. L. ; BAYMA, M. M. A. . Boas Práticas de produção de castanha-do-brasil. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. . Pós-colheita de banana.. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ÁLVARES, V. S. ; LEITE, F. M. N. ; BAYMA, M. M. A. . Boas Práticas de produção de castanha-do-brasil. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. ; LEITE, F. M. N. ; BAYMA, M. M. A. . Boas Práticas de produção de castanha-do-brasil. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. . Pós-colheita de café. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. ; LEITE, F. M. N. ; BAYMA, M. M. A. . Boas Práticas de produção de castanha-do-brasil. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ÁLVARES, V. S. . Caracterização, classificação e condições microbiológicas da farinha de mandioca no Vale do Juruá. 2008. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Qualidade da farinha de mandioca do Vale do Juruá. 2008. (Palestra).
ÁLVARES, V. S. . Workshop final do projeto SAFENUT. 2008. (Moderador).
ÁLVARES, V. S. . Poda e pós-colheita em Frutas. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ÁLVARES, V. S. . Custo de produção das principais frutas exploradas na região e perspectivas para a fruticultura na região. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ÁLVARES, V. S. . Entrevista. 2012.
ÁLVARES, V. S. . Entrevista de rádio. 2012.
ÁLVARES, V. S. . Entrevista de rádio. 2012.
ÁLVARES, V. S. . projeto "Estudos de alternativas para melhoria da qualidade pré-colheita e manutenção da qualidade pós-colheita do mamão. 2009 (consultor ad-hoc) .
ÁLVARES, V. S. . Determinação da vida útil de raízes de mandioca minimamente processadas submetidas a diferentes métodos de conservação.. 2009 (consultor ad-hoc) .
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS E BIOINSUMOS VISANDO A MELHORIA DA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DO ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE BANANA NO LESTE DO ESTADO DO ACRE, Descrição: Em virtude do atual cenário de desmatamento e pobreza da Amazônia, torna-se relevante a transformação de sistemas mais produtivos como estratégia para uso racional de áreas já desmatadas, criando oportunidade para geração de renda e melhoria da qualidade de vida das famílias. As lavouras perenes são boa oportunidade de fixação do homem no campo, tendo em vista o possível retorno econômico. A bananicultura possui importância social e econômica para o estado do Acre, representando, em 2019, 66 do total produzido das lavouras permanentes. Contudo a atividade tem passado por entraves econômicos, dentre eles a inexistência de um sistema de mitigação de risco da Sigatoka Negra e a importação de frutos de outros estados. Tal problema pode ser decorrente da baixa qualidade pós-colheita dos frutos proveniente de condições edafoclimáticas extremas da região amazônica, contaminação por fungos causadores da antracnose e inexistência da recomendação de práticas adaptadas às cultivares e condições locais. O controle da antracnose implica, principalmente, na utilização de compostos químicos e diversas alternativas têm sido avaliadas em contraposição à eles. Tecnologias sustentáveis e bioinsumos locais, que são de baixo custo e ampla disponibilidade na Amazônia, são opções para conservação dos frutos. O uso do ozônio como agente sanitizante, bem como a incorporação de óleos amazônicos em revestimentos comestíveis ou de forma isolada, são exemplos promissores para o controle da antracnose na conservação pós-colheita de plátanos. Contudo, necessitam de avanços científicos e tecnológicos para sua adaptação às condições e variedades locais e de agricultores familiares da Amazônia, como o estudo da combinação de óleos amazônicos e da ozonização líquida na eficácia do controle de C. musae em plátanos cv. d'Angola, diretamente em casa de embalagem comunitária. Além disto, é importante ressaltar a elevada perda de frutos em propriedades rurais do estado, principalmente pelo desconhecimento dos agricultores quanto ao manuseio adequado dos frutos nas etapas pós-colheita de produção. O uso destes resíduos na própria cadeia produtiva reduzirá o passivo ambiental, além dos custos de produção e a melhoria da qualidade dos frutos. O projeto tem por objetivo desenvolver e validar processos agropecuários que visem reduzir as perdas pós-colheita e melhorar a qualidade de plátanos de forma sustentável, adaptando às condições dos agricultores familiares do estado do Acre. O projeto está alinhado à ODS 12 da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas: assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis, que possui as metas de desenvolvimento sustentável de, dentre outras, até 2030 reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita; e também, até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso (FAO, 2015). A proposta está alinhada ao Portifólio Amazônia, no Desafio para Inovação: Viabilizar a transição de sistemas agropecuários e florestais de baixas produtividade e rentabilidade e de elevado impacto ambiental para sistemas de produção intensivos e sustentáveis, considerando a multifuncionalidade da produção familiar rural na Amazônia. Na agenda da Unidade, a proposta contribuirá, no objetivo finalístico de Desenvolvimento regional sustentável e inclusão produtiva, com o compromisso de: aumentar a produção de banana plátano (banana comprida, variedade dAngola e outras) em 10, manejada de acordo com as práticas desenvolvidas pela Embrapa e parceiros, em Acrelândia AC, até 2025.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador.
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2022 - Atual
INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS APLICADAS A PÓS-COLHEITA DE BANANA DANGOLA COMO SUPORTE À IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA SIGATOKA NEGRA NO ACRE, Descrição: A bananicultura possui uma importância social e econômica para o estado do Acre. É a fruteira com maior área cultivada, 7,13 mil ha e 88,7 mil toneladas produzidas, representando o maior valor de produção dentre as culturas perenes do Estado, com R$ 65,1 milhões em 2020. Este montante representa 66 do valor total de produção das lavouras permanentes. Conforme dados do censo agropecuário, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, 86,32 dos estabelecimentos agropecuários com mais de 50 pés de banana plantados no estado são considerados de agricultura familiar. A mesorregião do Vale do Acre, que abriga as Regionais do Alto Acre, Baixo Acre e Purus, possui 53,8 do total destes estabelecimentos. Acrelândia, que faz parte da Regional do Baixo Acre, é o município com maior produção de banana do estado, com 1.100 ha de área colhida, em 2020, e uma produção de 16.500 toneladas, que corresponde a 18,6 do total produzido no estado, com maior foco para o tipo Terra (plátano cv. dAngola). Diagnósticos realizados pela Embrapa Acre detectaram que um dos principais problemas para o desenvolvimento da bananicultura acreana é a presença de frutos com baixa qualidade. Tal problema pode ser decorrente, além da elevada perecibilidade da banana por sua natureza climatérica e das condições edafoclimáticas extremas da região amazônica, da inexistência de práticas pós-colheita recomendadas para as cultivares locais e a falta de capacitação dos agricultores quanto ao manuseio adequado dos frutos nas etapas pós-colheita de produção. A consequência disto é a importação de frutos de outros estados, com redução da participação dos agricultores acreanos no mercado local, ficando estes restritos à comercialização em feiras livres, com menor exigência pela qualidade do produto, mas, também, com menores preços. Devido à presença de Sigatoka Negra e à inexistência do Sistema de Mitigaçãode Risco (SMR) para a doença, o Acre está limitado a comercializar para os estados de Rondônia e Amazonas. Este Sistema permite ao agricultor a manutenção de sua atividade e livre comercialização do produto para outras Unidades da Federação, desde que esteja implantado no estado. Para isto, obrigatoriamente, a comercialização dos frutos deve ser realizada em caixas. O estado vizinho de Rondônia, mesmo não implementando o SMR para Sigatoka-negra, proibiu a entrada de bananaem cacho em seu território, afetando também o transporte de produção para o Amazonas. Assim, os agricultores do Acre ficaram obrigados a comercializar em caixas, improvisando o manejo dos frutos. No Acre não existiam estruturas adequadas para o manejo adequado dos frutos. Por isto, desde 2006, a Embrapa, juntamente com outras instituições, auxilia os agricultores da região no correto dimensionamento da primeira casa de embalagem do estado, localizada em propriedade daAssociação de Produtores Rurais do Ramal Campo Novo (Apruracam), em Acrelândia. Como demanda da comunidade, os agricultores solicitaram apoio da Embrapa, tendo em vista a preocupação com a melhoria da qualidade dos frutos. Contudo, é necessário propor tecnologias inovadoras acessíveis e ajustadas para as condições de manejo locais. Assim, o objetivo do projeto é gerar inovações e estratégias para redução das perdas pós-colheita e melhoria da qualidade de plátano cv. dAngola no Acre, visando integrar pesquisa e setor produtivo. Para isto a Contribuição para Inovação Processo Agropecuário para manejo pós-colheita de plátano cv. d'Angola para o estado do Acre será proposta no intuito de gerar ativos de inovação paramanter a qualidade dos frutos e reduzir as perdas de produção, proporcionando melhoria no nível tecnológico da bananicultura acreana, atendendo às exigências mercadológicas pela qualidade e segurança alimentar para o consumidor.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador., Financiador(es): Banco da Amazônia - Belém - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2021 - 2021
Prospecção de demandas e oportunidades para estruturação e contratação de parceria com o setor produtivo de bananicultores do município de Acrelândia, estado do Acre, Descrição: A banana é a principal fruteira em área cultivada no Acre e possui o maior valor de produção dentre as culturas perenes no Estado. Acrelândia é o município de maior produção de banana do Acre, com maior foco para o plátano (banana do tipo Terra), cv. D?Angola. Contudo diagnósticos anteriores realizados pela Embrapa Acre detectaram que um dos principais problemas da bananicultura acreana é a presença de frutos de baixa qualidade na fase de pós-colheita, fazendo com que haja importação de frutos com melhor padrão de qualidade vindo de outros estados, principalmente, da Bahia (cultivar Prata) e de Santa Catarina (cultivar Nanica), para o mercado interno mais exigente. No Estado não existe casa de embalagem que possa propiciar os cuidados mínimos de pós-colheita dos frutos, fazendo com que estes em adição ao manejo inadequado e às elevadas temperaturas da região, tenham baixa qualidade e vida útil reduzida no mercado consumidor. Além disto, em relação à banana D?Angola, conhecida regionalmente como banana ?comprida?, outro entrave que o bananicultor acreano enfrenta é o fato de atualmente o Acre estar limitado a comercializar apenas para Rondônia e Amazonas devido à presença de Sigatoka Negra e inexistência do Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para esta doença. A implantação do SMR no estado também depende da construção de uma casa de embalagem e do manejo adequado na etapa pós-colheita dos frutos de bananeira. Por todos estes fatores, a Embrapa vem, desde 2016, auxiliando os agricultores locais e o governo do estado com a disponibilização de informações técnicas para a implantação da primeira casa de embalagem de banana do Acre. A previsão de término da construção desta casa de embalagem é em junho/2021, o que fez com que os bananicultores da região solicitassem auxílio da Embrapa na fase de pós-implantação desta estrutura de manejo dos frutos. Assim, este projeto tem por objetivo efetivar ações de prospecção de demandas e oportunidades junto aos bananicultores do município de Acrelândia, Acre, para estruturação e contratação de parceria em Projeto de Inovação Aberta com o Setor Produtivo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / GILBERTO COSTA DO NASCIMENTO - Integrante., Financiador(es): Embrapa Acre - Auxílio financeiro.
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2020 - 2024
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA AMARELA PRODUZIDA NA REGIONAL JURUÁ, Descrição: A Embrapa Acre, em parceria com várias instituições do estado, desde o ano de 2004 vem realizando ações quanto à qualidade da farinha de mandioca artesanalproduzida na Regional do Juruá e conhecida tradicionalmente como farinha de Cruzeiro do Sul. A produção desta farinha traduz uma cultura e um saber-fazerdiferenciado de décadas, com a tipicidade incomparável, preferência da população e renome que atravessou as fronteiras do estado. Após mais de dez anos de trabalho,de posse de várias informações técnicas, em 2017 foi concedido o registro da Indicação Geográfica (IG) Cruzeiro do Sul, na modalidade Indicação de Procedência, peloInstituto Nacional de Propriedade Intelectual. Vale ressaltar que esta foi a primeira farinha de mandioca a ter este tipo de reconhecimento no mundo. Atualmente, aEmbrapa Acre executa o projeto IGFLOUR III Consolidação da Indicação Geográfica Cruzeiro do Sul como estratégia para o desenvolvimento rural da Regional Juruá,no Acre-, que tem como objetivo fortalecer esta IG, auxiliando no desenvolvimento territorial local. A partir da concessão da IG, a Embrapa Acre, como membro doConselho Regulador tem sido responsável pelo controle interno de qualidade da farinha de mandioca com análises laboratoriais e orientações aos produtores frente àseventuais distorções perante à legislação específica. Contudo, recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu a comercialização de algumasfarinhas amarelas no território nacional com receio da presença de tartrazina corante artificial de uso proibido na fabricação da farinha de mandioca -, o que causou umdesconforto para os produtores de farinha do Acre, visto a preferência da população local por farinha amarela. Posteriormente a este evento, diante de váriosquestionamentos dos diversos setores, a ANVISA esclareceu que a especiaria cúrcuma, obtida da desidratação e moagem do rizoma da Curcuma longa L. (Curcumadomestica Valenton), está permitida para uso como especiaria em alimentos de forma geral, desde que o padrão de identidade e qualidade do produto permita o uso deespeciaria, não sendo estabelecido limite máximo de uso. Assim, é necessário que a Embrapa Acre, como órgão de pesquisa do estado e membro do Conselho Reguladorda IG Cruzeiro do Sul, oriente aos produtores de farinha de mandioca da região quanto ao uso do açafrão do tipo especiaria. Desta forma, este projeto dará continuidadeàs ações dos projetos em andamento, com a definição de uma concentração ideal de açafrão, bem como a recomendação de um processo de produção desta especiariapara a fabricação da farinha de mandioca artesanal, que não interfira nos padrões de identidade e qualidade da farinha e proporcione maior uniformidade ao produto final.Participarão da proposta a Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Embrapa Agroindústria Tropical, em sua vasta experiência com processamento e análise sensorial dealimentos e tecnologia de produtos de origem vegetal, incluindo corantes, respectivamente. Vale ressaltar que a Regional do Juruá corresponde a 20 da área total doestado, dos quais 43 habitam a zona rural com aproximadamente 63 mil habitantes e 7.163 famílias em assentamentos de reforma agrária. De acordo com dados doIBGE, em 2016, foram produzidas 428.865 toneladas de mandioca na região. A atividade de maior expressão econômica dos agricultores familiares da Regional do Juruá éa produção e comercialização de farinha de mandioca. Aproximadamente 95 da produção destinam-se aos mercados de Manaus, AM, Rio Branco, AC, e Porto Velho,RO, caracterizando-se como a maior região produtora e exportadora de farinha do Acre para outros estados. No ano de 2012 foram comercializadas 221 mil sacas defarinha, sendo exportadas somente para Manaus 174 mil sacas, o que corresponde a 78 do total comercializado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / FERNANDO WAGNER MALAVAZI - Integrante / DANIEL MOREIRA LAMBERTUCCI - Integrante / SOUZA, JOANA M. L. - Integrante / VASCONCELOS, MARCUS A. M. - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 4
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2019 - 2023
Consolidação da Indicação Geográfica Cruzeiro do Sul como estratégia para o desenvolvimento rural da Regional Juruá, no Acre, Descrição: A Embrapa Acre, em parceria com várias instituições do estado, coordenou dois projetos de pesquisa tendo como foco a farinha de mandioca artesanal da Regional do Juruá, no Acre, conhecida como farinha de Cruzeiro do Sul. A produção desta farinha traduz uma cultura e um saber-fazer diferenciado de décadas, com a tipicidade incomparável, preferência da população e renome que atravessou as fronteiras do estado. Após dez anos de trabalho, de posse de várias informações técnicas, em 2017 foi concedido o registro da Indicação Geográfica (IG) Cruzeiro do Sul pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, favorecendo milhares de agricultores familiares da região. Vale ressaltar que esta foi a primeira farinha de mandioca a ter este tipo de reconhecimento no mundo. Os produtores de farinha da Central Juruá, entidade representativa e detentora do selo, relataram recentemente que após o registro de IG houve acesso a novos mercados internos, além da especulação de adesão voluntária de outros agricultores ao sistema, tendo em vista que foi o primeiro ano que a Central Juruá conseguiu dar a contraparte a seus associados. Contudo, após a concessão do selo, inúmeras dificuldades são encontradas, dentre elas: a dificuldade de gestão e controle da IG; a comercialização do produto com IG e sua diferenciação no mercado; a manutenção da qualidade e padronização do produto por seu caráter artesanal; bem como o desconhecimento do consumidor em relação ao conceito e importância de uma IG. Embora não seja um dos objetivos da IG, ela pode ser considerada como potencial para o desenvolvimento territorial, visto que possibilita a exploração de ativos intangíveis de difícil transposição para outros territórios. Desta forma, após solicitação dos próprios agricultores familiares da região, esta proposta tende a permear por todas estas dificuldades da pós-concessão do selo, como forma de dar continuidade à ação interinstitucional visando apoiar os produtores de farinha, contribuindo para o fortalecimento desta cadeia produtiva e para o desenvolvimento territorial sustentável. O projeto tem por objetivo fortalecer a IG "Cruzeiro do Sul" para a farinha de mandioca, auxiliando no desenvolvimento territorial local. Para isto, os membros do Conselho Regulador da IG, formados por instituições como EMBRAPA, Serviço Brasileiro de Apoio às pequenas e microempresas (SEBRAE/AC), Instituto Federal do Acre (IFAC) e Central Juruá, formam uma rede de estudos de apoio a esta IG, que juntos alcançarão as Contribuições para a Inovação de: Apoio à governança; Prospecção tecnológica e diagnóstico socioeconômico e mercadológico da IG para identificação de potenciais oportunidades e demandas; Introdução de tecnologias para a melhoria da qualidade da farinha, bem como as Ações de transferência de tecnologias e comunicação para a qualificação da IG. Com o projeto pretendem-se os seguintes resultados: um novo processo técnico, organizacional e gerencial para suprir as dificuldades de gestão na pós-concessão; o apoio à execução de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento regional relacionado à IG concedida; a capacitação e atualização tecnológica de agentes multiplicadores em diversos temas para manutenção da qualidade da farinha e atendimento ao Regulamento de Uso da IG; estudos prospectivos para o diagnóstico de oportunidades de inovação tecnológica e desafios no pós-reconhecimento da IG e com a identificação de estratégias de mercado; um estudo sócio-econômico ou de avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais ex-ante e ex-post da IG; um fórum de discussão da cultura da mandioca; bem como um seminário final para divulgação dos resultados do projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Joana Maria Leite de Souza - Integrante / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Suely Moreira de Melo - Integrante / PRISCILA VIUDES - Integrante / Herika Fernanda Dantas Montilha - Integrante / DORILA SILVA DE OLIVEIRA M GONZAGA - Integrante / FABIANO MARCAL ESTANISLAU - Integrante / FERNANDO WAGNER MALAVAZI - Integrante / DANIEL MOREIRA LAMBERTUCCI - Integrante / Germano da Silva Gomes - Integrante / JORGE TONIETTO - Integrante / Murielly de Souza Nóbrega - Integrante., Número de produções C, T & A: 3
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2019 - Atual
Gestão territorial, boas práticas de produção e sociobiodiversidade entre os Puyanawa., Descrição: A Terra Indígena Poyanawa (TIP) encontra-se na bacia do Alto Rio Juruá e apresenta extensão territorial de 24.499 hectares. Fica entre as coordenadas geográficas 7º 31? 11.15? S e 73º 01? 47.07? O. Está à margem direita do Rio Moa. A vegetação da área é classificada como Floresta Ombrófila Aberta (43,5%) e Floresta Ombrófila Densa (56,5%). Fica no município de Mâncio Lima e próximo do município de Cruzeiro do Sul, cerca de 30 e 60 minutos por via terrestre, respectivamente, de cada centro urbano. Sua população é de 648 pessoas em duas aldeias, Barão e Ipiranga. Este projeto visa à atender problemas relacionados à baixa fertilidade do solo das áreas já abertas (quase 1.500 ha) e sob cultivo intenso e parcialmente mecanizado, principalmente com mandioca para produção de farinha e que não incluem mensuração e valoração de serviços ambientais; a baixa estruturação das Casas de Farinha, com problemas sanitários que comprometem a qualidade do produto e ausência de diagnóstico de viabilidade econômica; e, apesar de encontradas 95 espécies de plantas alimentícias nos agroecossistemas dos Puyanawa, há forte tendência de alimentos de origem externa, industrializados e pouco nutritivos ganharem espaço na alimentação diária, podendo vir a comprometer a saúde e ameaçar a segurança e soberania alimentar e nutricional dos Puyanawa. Este cenário está associado ao Desafio de Inovação (DI) do Portfólio Amazônia que visa ?agregar valor a produtos da biodiversidade de Amazônia (PANC, óleos, resinas, extratos, essências, gorduras vegetais, frutas, plantas, medicinais, raízes e tubérculos, fibras, madeira e meliponídeos) considerando a multifuncionalidade do espaço rural nas áreas de produção familiar, de comunidades tradicionais e de povos indígenas?. Assim, propõe contribuições de inovação (CI) que levarão resultados de apoio à inovação visando solucionar esses problemas demandados e ligados a esse DI. Dessa forma, propõe-se contribuir com o diálogo de saberes com agentes agroflorestais indígenas, mensuração, provisão de serviços ambientais e técnicas de mapeamento e estratificação de ambientes; com modelo de agroecossistema diversificado baseado em Sistemas Agroflorestais (SAF) e Frutíferas adaptado à realidade ambiental e cultural Puyanawa; Plano de Gestão Territorial e Ambiental da TIP atualizado a fim de orientar o planejamento de uso; o plano de enfrentamento às mudanças climáticas da TIP; Conjunto de soluções por meio de ações de transferência de tecnologias para valoração da farinha de mandioca produzida na TIP com ênfase nas Boas Práticas de Produção; e um "Cardápio Puyanawa" com práticas gastronômicas associadas aos produtos e à cultura local; de forma a solucionar os problemas de base da produção, aumentar a produtividade nas áreas já abertas de maneira a evitar abertura de novas áreas e, assim, conservar a floresta, aumentar a quantidade, diversidade e qualidade dos produtos alimentícios para o consumo próprios, melhorando os índices de saúde, e para ampliar o mercado da farinha de mandioca Puyanawa, o que poderá elevar a viabilidade econômica, com aumento de renda e qualidade de vida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Elias Melo de Miranda - Integrante / Moacir Haverroth - Integrante / PRISCILA VIUDES - Integrante / EUFRAN FERREIRA DO AMARAL - Coordenador / IDESIO LUIS FRANKE - Integrante / Diva da Conceição Gonçalves - Integrante / FABIANO MARCAL ESTANISLAU - Integrante / FERNANDO WAGNER MALAVAZI - Integrante / Marcus Arthur Marçal de Vasconcelos - Integrante.
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2019 - Atual
Tecnologias para o fortalecimento da produção sustentável de mandioca por produtores familiares na Amazônia, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Joana Maria Leite de Souza em 02/06/2019., Descrição: Cultivada em todos os estados brasileiros, a mandioca destaca-se na alimentação humana e animal, além de ser crescente sua utilização como matéria-prima industrial em diversos setores industriais. Na região Norte do Brasil é a cultura mais importante dentre as lavouras temporárias, teve em 2015 um valor de produção de 2, 9 bilhões, correspondendo a 35,85 do valor da produção da mandioca no Brasil. No Acre, a quantidade produzida em 2015 foi de 1.122.578 toneladas, e o valor da produção para essa atividade foi de R$ 331 milhões. Na mesorregião do Vale do Juruá foi cerca de R$ 153 milhões, sendo essa atividade responsável por 82,39 do valor da produção percentual das lavouras temporárias. No Juruá, as variedades de mandioca são locais, com produtividades ainda baixas, principalmente decorrentes da não utilização de tecnologias para o manejo do solo, pois ainda predomina o sistema de derruba e queima na região. Em Roraima, a mandioca apresenta expressiva importância econômica e social, constituindo-se num dos produtos básicos da alimentação da população, principalmente na forma de farinha, e com grande potencial para o consumo in natura. Em Rondônia, a cultura da mandioca representa importante fator de geração de renda, principalmente para a agricultura familiar. A área plantada em 2015 foi de 26 mil ha e a produção de 573.960 toneladas. No norte do Mato Grosso, que representa parte do bioma Amazônico houve uma redução de 43 da área plantada entre o período de 2006 a 2015. A produção também foi reduzida em 35, e não se constata avanços significativos de aumento de produtividade para essa cultura, que em 2015 foi de 16,4 t/ha. No Maranhão, a cultura é importante ocupação para os trabalhadores rurais, sobretudo para os agricultores familiares, cujo sistema se caracteriza pelo baixo nível tecnológico e dificuldades de inserção no mercado. No estado do Amapá, a mandioca contribui com 65,8 do valor da produção para as lavouras temporárias. A quantidade produzida em 2015 foi de 156.875 toneladas. Em todos os estados citados, predomina a participação dos produtores familiares, com dificuldades de acesso a assistência técnica e extensão rural, à infraestrutura adequada para produção, ao crédito, e a iniciativas bem articuladas de instituições vinculadas a cadeia da mandioca, que contribuam para melhorias dos níveis tecnológicos e gerenciais. Este projeto tem como objetivo geral introduzir e transferir novas tecnologias para o aumento da produção e viabilidade socioeconômica e ambiental com agregação de valor aos produtos e derivados da mandioca na região Amazônica, notadamente nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Roraima, Amapá e mesorregiões de transição nos estados do Mato Grosso e Maranhão como alternativa ao sistema tradicional da agricultura na Amazônia (sistema corte e queima). Para atingir os objetivos propostos, serão realizadas atividades de pesquisa, validação e de transferência de tecnologias, tendo como pressuposto o envolvimento dos atores locais. As Unidades da Embrapa participantes já desenvolveram ou desenvolvem ações de pesquisa e TT em outros projetos de pesquisa. Pretende-se com essas atividades contribuirpara o fortalecimento das ações de TT para a mandioca na região, com impactos na produtividade da cultura e consequentemente na redução das taxas de desmatamento, face a diminuição da abertura de novas áreas de florestas e de capoeiras antigas em regeneração para a produção de mandioca na Amazônia Legal.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Joana Maria Leite de Souza - Coordenador / Falberni de Souza Costa - Integrante / CELSO LUIS BERGO - Integrante / DANIEL MOREIRA LAMBERTUCCI - Integrante / ADMAR BEZERRA ALVES - Integrante / ALMIR DE SOUZA FERRO - Integrante / ALYSSON ROBERTO BAIZI E SILVA - Integrante / ANTONIO CLAUDIO ALMEIDA DE CARVALHO - Integrante / CALIXTO ROSA NETO - Integrante / CARLOS MARTINS SANTIAGO - Integrante / DAVI MELO DE OLIVEIRA - Integrante / ELISA FERREIRA MOURA CUNHA - Integrante / EVERTON DIEL SOUZA - Integrante / FLAVIA RAQUEL BESSA FERREIRA - Integrante / FRANCISCO DAS CHAGAS LEONIDAS - Integrante / INOCENCIO JUNIOR DE OLIVEIRA - Integrante / JOAO FERDINANDO BARRETO - Integrante / JOAO FLAVIO BOMFIM GOMES - Integrante / Leonardo Barreto Tavella - Integrante., Financiador(es): FUNDAÇÃO ELISEU ALVES - Auxílio financeiro.
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2018 - 2018
Transferência de tecnologias desenvolvidas para a agropecuária: Mitigação de risco para sigatoka negra visando à melhoria da qualidade de banana prata e D?angola no Acre., Descrição: Esta emenda visa destinar recursos orçamentários à EMBRAPA ACRE para apoiar projeto de transferência de tecnologias desenvolvidas para a agropecuária. Os recursos serão para Ações de transferência de tecnologias e comunicação como suporte à implantação do sistema de mitigação de risco para Sigatoka Negra visando a melhoria da qualidade de banana prata e d?angola no Acre, visando a capacitação de técnicos e produtores rurais em manejo pós-colheita de banana.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / GILBERTO COSTA DO NASCIMENTO - Integrante.
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2017 - 2020
Qualidade da matéria-prima, do processamento de açaí e café e gestão de agroindústrias familiares do Acre., Descrição: A temática agroindustrialização foi objeto de estudo do projeto desenvolvido no período 2012/2015, sob o título Ações de Transferência de Tecnologias em Colheita, Pós-colheita e Processamento de Frutas para Modernização de Agroindústrias Familiares no Acre, sob liderança da Embrapa Acre. Voltado para o enfoque da industrialização da produção familiar de frutas no estado do Acre, o projeto priorizou ações de capacitação de técnicos e extensionistas, sistematização de legislações pertinentes e caracterização do perfil das referidas agroindústrias. Estudaram-se os perfis econômico, gerencial e tecnológico das mesmas, além do perfil econômico-social de fornecedores de matérias-primas. Com os resultados promoveu-se em 2015, em parceria com instituições do setor agroindustriais, o I Seminário de Agroindústrias de Frutas do Acre, com a participação de técnicos da extensão rural, gestores públicos, pesquisadores, profissionais da área de alimentos, dirigentes de agroindústrias e produtores rurais. Foram discutidas entre as demandas a necessidade de as agroindústrias familiares melhorar o nível de gestão, no sentido de adequá-las a um padrão mais profissionalizado; de mudanças estruturais e técnicas, a fim de assegurar a qualidade e segurança dos produtos processados, e; de adequação relacionada à legislação em vigor, como também acesso a informações necessárias para registro desses empreendimentos junto aos órgãos competentes. Somando-se a estes, certos produtos de importância para o Estado, como o açaí e o café, oriundos da agricultura familiar, passam por gargalos em função do uso de práticas/processos inadequados tanto nas fases de colheita e pós-colheita como no processamento. Especificamente, o açaí nativo, enfrenta situações relacionadas a segurança do alimento, causando a contaminação humana com a Doença de Chagas. Considerando as demandas apontadas nos resultados do projeto, bem como os Resumo:problemas atuais por que passam os segmentos das cadeiras produtivas dessas espécies, o objetivo da presente proposta visa contribuir para o fortalecimento das cadeias produtivas de café e açaí por meio da apropriação de tecnologias de colheita e pós-colheita, de boas práticas de fabricação e de gestão nas agroindústrias familiares do Acre. Espera-se incrementar o setor agroindustrial do açaí e do café, espécies estas atreladas com as políticas do Governo do Estado do Acre, a partir dos aspectos da melhoria de qualidade das matérias-primas, oriundas da produção familiar. Além disso, pretende-se elevar o nível técnico, gerencial e organizacional do setor agroindustrial familiar do Estado. A estratégia relevante do projeto é o desenvolvimento de capacidades, ou seja, apoiar a formação de extensionistas, técnicos, manipuladores de agroindústrias e agricultores familiares, pretensos multiplicadores, atuantes na divulgação e apropriação de tecnologias em colheita e processamento, gestão agroindustrial e implantação de Boas Práticas de Fabricação (BPF). Como forma de fortalecer o setor pretende-se implantar processos e práticas em unidades agroindustriais e propriedades familiares. Além disso, colaborar com a disseminação das tecnologias, de maneira a manter o público-alvo informado tanto das tecnologias geradas como das atividades do projeto, por meio de redes de divulgação. O projeto está estruturado com os seguintes Planos de Ação: PA1- Gestão do Projeto; PA2- Fortalecimento de capacidades e intercâmbio; PA3- Apoio à gestão das agroindústrias familiares, PA4- Informação e comunicação para o fortalecimento das agroindústrias familiares, e; PA5- Caracterização e implantação de Unidades de Referência Tecnológicas e Demonstrativas. Os impactos esperados para o bem estar dos produtores e extrativistas baseia-se na melhoria de renda e para a população, a saúde dos consumidores, visto proporcionar o consumo de produtos de qualidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Joana Maria Leite de Souza - Integrante / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Cleísa Brasil da Cunha Cartaxo - Integrante / PRISCILA VIUDES - Integrante / MAURICILIA PEREIRA DA SILVA - Integrante / Diva da Conceição Gonçalves - Integrante / DORILA SILVA DE OLIVEIRA M GONZAGA - Coordenador / DENIS CESAR CARARO - Integrante / FABIANO MARCAL ESTANISLAU - Integrante / FERNANDO WAGNER MALAVAZI - Integrante / RENATA DO CARMO FRANCA SEABRA - Integrante.
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2017 - 2019
Otimização de processos de secagem de castanha-do-brasil para agregação de valor em unidades de produção extrativista, Descrição: A castanha-do-brasil (Bertollethia excelsa HBK) é o único produto do grupo de amêndoas com participação no comérciointernacional, oriundo exclusivamente do extrativismo, capaz de gerar renda para milhares de famílias de comunidades extrativistas da Amazônia e de contribuir para a redução do êxodo rural e da pressão sobre a floresta. No entanto, para que isso aconteça, faz-se necessário o investimento em uma série de medidas que contribuam para o fortalecimento dessa cadeia produtiva, considerando todos os aspectos sociais, culturais e ambientais que a permeiam. A atividade tem mostrado viabilidade econômica mesmo sob sistemas rudimentares de produção, comprovando sua importância do ponto de vista da geração de trabalho para comunidades extrativista. Por outro lado, essa viabilidade só é possível dado ao intenso emprego de mão-de-obra, fazendo imperioso a geração de tecnologias que venham a aumentar a produtividade e a eficiência da cadeia. A adoção de boas práticas de produção por produtores de castanha-do-brasil em alguns estados da região tem-se mostrado extremamente rentável ao garantir um produto que atenda aos padrões legais de segurança e qualidade. No entanto, a adoção dessas práticas esbarra na falta de tecnologias que possam ser facilmente assimiladas ou acessadas por esse público. A pré-secagem/secagem e armazenamento na unidade de produção compreendem duas das etapas mais críticas para a conservação do produto, dado às condições de elevadas temperatura e umidade ambiente da região favorecendo o desenvolvimento de fungos produtores de aflatoxinas, substâncias de elevado potencial carcinogênico. Neste sentido, a Embrapa vem trabalhando há mais de uma década, objetivando gerar tecnologias que atendam a essa demanda social e econômica, de forma a responder a alguns dos maiores desafios da cadeia, a segurança microbiológica e química e a possibilidade de comercialização do produto pelo extrativista, na entressafra, de forma a obter melhores preços. Dentre essas iniciativas, destacam-se o desenvolvimento de equipamentos de secagem e armazenamento de castanha-do-brasil, a saber: secador a ar quente por convecção natural, secador de leito fixo para castanha-do-brasil, silo para armazenamento de castanha-do-brasil em unidades de produção, secador solar para sementes de castanha-do-brasil e paiol solar para secagem e armazenamento de castanha-do-brasil. Estes equipamentos foram desenvolvidos em projetos de pesquisa executados pela Embrapa Acre, Embrapa Amapá e por instituições parceiras como a Universidade Federal do Mato Grosso, Universidade Federal de Pelotas e Universidade do Estado do Pará. Os mesmos encontram-se em fase avançada de desenvolvimento, tendo apresentado resultados promissores para esse gargalo tecnológico. No entanto, por razões diversas, não foram finalizados deixando de dar respostas a este setor tão relevante para a economia da região. Desta forma, a presente proposta tem como objetivo ajustar tecnologias de secagem de castanha-do-brasil para adoção em unidades familiares de produção extrativista. Os ajustes compreenderão a substituição de partes ou de materiais dos equipamentos visando a uniformização de transferência de calor, a redução do tempo do processo, do uso de mão-de-obra e de custos de produção, e serão realizados em protótipos de instalados na Embrapa Acre, em Rio Branco; na RESEX do Rio Cajari, no estado do Amapá e no município de Itaúba-MT. Após concluída a fase de realização dos ajustes, os equipamentos serão testados e validados por produtores da RESEX Chico Mendes, no Acre; RESEX do Rio Cajari, no Amapá, e do município de Itaúba, no estado Mato Grosso. A proposta de testar diferentes equipamentos permitirá avaliar a preferência dos produtores de cada estado pelos processos disponibilizados pela Embrapa e parceiros, respeitando as questões sociais, econômicas e culturais favorecendo a adoção. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Cleísa Brasil da Cunha Cartaxo - Coordenador / Roberta Martins Nogueira - Integrante / MAURICILIA PEREIRA DA SILVA - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / DORILA SILVA DE OLIVEIRA M GONZAGA - Integrante / FABIANO MARCAL ESTANISLAU - Integrante / ANA CLAUDIA LIRA GUEDES - Integrante / Diego Batista Zeni - Integrante / OSMAR JOSÉ ROMEIRO DE AGUIAR - Integrante.
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2016 - 2021
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA., Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado). O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, fazse necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.000 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / ROMEU DE CARVALHO ANDRADE NETO - Integrante / EUFRAN FERREIRA DO AMARAL - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador / ROGERIO RESENDE MARTINS FERREIRA - Integrante., Número de produções C, T & A: 9
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2016 - 2019
Tecnologia para despeliculação de amêndoas de cupuaçu., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Joana Maria Leite de Souza em 20/05/2018., Descrição: Ensaios preliminares na Embrapa Acre mostraram que a semente fermentada de cupuaçu submetida a tratamento com NaOH solta-se da sua casca. Este resultado sinaliza para um novo método de descascamento da semente do cupuaçu, que é um gargalo à produção do cupulate, um produto que agregaria valor a um produto regional, o cupuaçu. A aplicabilidade de outras bases, as especificações do processo, e seus efeitos no produto final (a semente descascada), devem ser avaliados para balizar a decisão de propor ou não à comunidade uma nova tecnologia. Neste projeto pretende-se identificar as especificações do processo de descascamento da semente de cupuaçu baseado na submersão em solução básica. As especificações incluem: concentração, tempo de submersão, agitação mecânica, temperatura, segurança do alimento, escala de produção. Nos ensaios preliminares serão utilizadas cinco diferentes concentrações de NaOH durante cinco tempos. Esses ensaios serão repetidos, propondo-se novas concentrações e tempos de contato para realizar a despeliculação. As sementes despeliculadas serão então analisadas quanto a eficiência do processo, qualidade físico-química das amêndoas, estrutura após a despeliculação, características da manteiga após o processo. Todos os resultados serão submetidos a análises estatísticas apropriadas. Garantindo-se a segurança do alimento nas especificações encontradas, a tecnologia será testada em escala piloto, em equipamento adequado a ser projetado e montado, para lotes de dezenas de kilogramas. O protótipo será desenvolvido em parceria com a Embrapa Instrumentação conforme projeto desenvolvido na Embrapa Acre. Os materiais, soluções e funcionamento dos equipamentos serão projetados para garantir a segurança durante as operações de testes experimentais e uso. Análises físicas, químicas, físico-químicas e micro-estrutura das sementes frescas, durante o processo fermentativo e amêndoas despeliculadas serão realizadas na Embrapa Acre, Embrapa Instrumentação - São Carlos/SP, Embrapa Amazônia Oriental - Belém/PA, Embrapa Clima Temperado e Universidade Federal de Pelotas/UFPEL - Pelotas/RS. Ao final do projeto DESCASCAR, espera-se ter desenvolvido um processo e um equipamento para despeliculação de amêndoas fermentadas e secas de cupuaçu com melhor qualidade para a indústria de alimentos e cosméticos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Joana Maria Leite de Souza - Coordenador / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Cleísa Brasil da Cunha Cartaxo - Integrante / JOSE DALTON CRUZ PESSOA - Integrante / LUIS ANTONIO SUITA DE CASTRO - Integrante / VICTOR BERTUCCI NETO - Integrante.
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2012 - 2016
?FARINHA DE CRUZEIRO DO SUL?: FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E INDICAÇÃO GEOGRÁFICA DO TERRITÓRIO DA CIDADANIA DO VALE DO JURUÁ, ACRE, Descrição: Esta proposta de projeto busca dar continuidade a uma construção de conhecimento iniciada em 2005 com os agricultores familiares do Território da Cidadania do Vale do Juruá (TCVJ), Acre, a fim de apoiar o desenvolvimento do sistema de produção da farinha de mandioca artesanal. Estima-se que milhares de produtores nesta região estejam envolvidos nesta atividade, com boa organização social em mais de novecentas unidades de produção artesanal (casas de farinha), que têm buscado alternativas de melhoria com as instituições da região e a preservação do seu conhecimento de décadas. A Embrapa Acre vem trabalhando juntamente com este segmento da população, buscando o entendimento de práticas ligadas ao conhecimento tradicional para promover a valorização do produto por meio de intercâmbio e troca de saberes, para sugerir melhorias do sistema de produção, auxiliar na conservação do conhecimento tradicional e apoiar na sustentabilidade desta atividade de produção da região. A farinha de mandioca produzida artesanalmente neste Território, chamada de ?farinha de Cruzeiro do Sul?, é reconhecida pelas instituições de pesquisa do estado como um produto de qualidade, além de possuir notoriedade pela população. Com isto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) vem apoiando a Indicação Geográfica (IG), para este produto. A IG, por indicação de procedência, é o nome geográfico conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de um produto ou de determinado serviço. A Embrapa vem trabalhando em conjunto com o MAPA no incentivo, capacitação e socialização de conhecimentos técnico-científicos para embasar esta iniciativa. Em 2011, a organização social na região se fortaleceu ainda mais com a formação da Central de Cooperativas do Vale do Juruá, que poderá concretizar este sonho de solicitação da IG a ser solicitada pelos produtores. Desta forma, a Embrapa Acre foi demandada pelos agricultores familiares no sentido de fortalecer a iniciativa de solicitação da. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Claudenor Pinho de Sá - Integrante / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Francisco Álvaro Viana Felisberto - Integrante / Manoel Delson Campos Filho - Integrante / Vlayrton Tomé Maciel - Integrante / Roberta Martins Nogueira - Integrante / Amauri Siviero - Integrante / Clarissa Reschke da Cunha - Integrante / Daniel de Almeida Papa - Integrante / Moacir Haverroth - Integrante / PRISCILA VIUDES - Integrante / MAURICILIA PEREIRA DA SILVA - Integrante / Ailson Luiz Sudan Madruga - Integrante / BRUNO DE ANDRADE IMBROISI - Integrante / CELSO LUIS BERGO - Integrante / EDUARDO ARTHUR DE CASTRO PINHO - Integrante / FERNANDA ILKIU BORGES DE SOUZA - Integrante / FRANCISCO DE ASSIS CORREA SILVA - Integrante / Gregory Santiago de Souza - Integrante / HUGO SOARES KERN - Integrante / Herika Fernanda Dantas Montilha - Integrante / Josimar Batista Ferreira - Integrante / Laiz Maria Montenegro Mappes - Integrante / MARCELO ANDRE KLEIN - Integrante / Maria Nazaré Rodrigues Oliveira - Integrante / PALMIRA ANTONIA ALVES CRUZ DE OLIVEIRA - Integrante / PATRICIA SILVA FLORES - Integrante / TATIANA DE CAMPOS - Integrante.
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2011 - 2014
Avaliação de épocas de plantio nas condições secas e chuvosas para o plantio escalonado do abacaxizeiro, Descrição: O Abacaxizeiro é a terceira frutífera em termos de área plantada no estado do Acre com 320 ha em 2010. No que se refere ao rendimento, o estado obteve em torno de 11 mil frutos por hectare correspondente a quarta maior produtividade da região norte atrás dos estados do Pará, Tocantins e Rondônia com produtividade média de 24, 21 e 17 mil frutos por hectare, respectivamente (IBGE, 2010). Esse rendimento esta bem aquém da média nacional que é em torno de 24 mil frutos por hectare, porém com a adoção de tecnologias de produção testadas e comprovadas pela pesquisa científica, esse média poderá ser alcançada ou até mesmo superada. O grande sucesso do abacaxizeiro como planta cultivada é decorrente da ampla adaptabilidade da espécie nas áreas tropicais e subtropicais, elevada rusticidade, além da fácil e eficiente propagação assexual e, principalmente, da grande aceitação e do apreço dos consumidores, consagrando sua majestade entre as diversas frutas tropicais e justificando sua dispersão por todo o mundo (Crestani, 2010). Existe uma forte demanda do abacaxi por consumidores regionais, mostrando que os produtores podem garantir suas vendas e obterem seus lucros quando praticam essa atividade. A cultura pode ser consorciada com outras culturas e se adapta bem as condições de clima e solo do Acre. Quando submetida a tratos culturais adequados, pode produzir comercialmente durante todo o ano, ou então fora da época normal da safra. Segundo informações provenientes de relatórios da Ceasa de Rio Branco, os abacaxis são, em grande parte, provenientes de outros estados (São Paulo e Rondônia, principalmente) uma vez que os frutos produzidos no estado não são suficientes para abastecer o mercado consumidor, seja ele para consumo in natura, seja para o processamento em agroindústrias de polpas. Além da forma natural, os frutos podem ser comercializados na forma de doces, caldas e sucos engarrafados. Em determinadas épocas do ano os preços do abacaxi atingem preços elevados. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Claudenor Pinho de Sá - Integrante / Clarissa Reschke da Cunha - Integrante / RODRIGO SOUZA SANTOS - Integrante / MARIA DE JESUS BARBOSA CAVALCANTE - Integrante / ROMEU DE CARVALHO ANDRADE NETO - Coordenador / Murilo Fazolin - Integrante / Jacson Rondinelli da Silva Negreiros - Integrante., Financiador(es): Fundo Nacional de Desenv. Cientifico e Tecnologico - Auxílio financeiro.
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2011 - 2014
Etnoconhecimento e Agrobiodiversidade entre os Kaxinawá de Nova Olinda, Descrição: Esta proposta de projeto MP6 busca estudar o etnoconhecimento e as práticas ligados aos recursos naturais e à agrobiodiversidade entre os Kaxinawá, promover sua valorização através de ações de intercâmbio e troca de saberes, investir em melhorias dos sistemas produtivos e na conservação de recursos genéticos. O foco do projeto são os Kaxinawá da região do Alto Rio Envira, município de Feijó-AC, compreendendo a Terra Indígena (TI) Kaxinawá de Nova Olinda. Com uma população de cerca de 250 pessoas, esse grupo possui uma boa organização social e política e tem buscado o fortalecimento da identidade cultural, ao mesmo tempo em que se preocupa com a preservação da TI. Assim, a Embrapa Acre foi demandada pelas lideranças kaxinawá dessa TI a fim de dar-lhes suporte na implantação de práticas de conservação ambiental e produção e dar visibilidade ao grupo em questões culturais relacionadas ao uso de recursos vegetais. As discussões com o grupo deram origem a esta proposta de projeto, cujo desafio é mostrar como o diálogo entre o etnoconhecimento e o conhecimento técnico-científico pode dar respostas positivas à gestão territorial e ambiental, melhorar a oferta de alimentos, conservar recursos genéticos importantes, valorizando a cultura local. Para dar conta das questões colocadas, a proposta foi estruturada em Planos de Ação responsáveis por atividades relacionadas com: vegetais utilizados como recursos terapêuticos e rituais; agrobiodiversidade e produção de alimentos; caracterização dos solos e mapeamento espacial e temporal do uso da terra; intercâmbios com outras TI, oficinas de troca de saberes, produção de material impresso e visual dirigido ao grupo e divulgação. A proposta enfatiza metodologias participativas, da etnobotânica, da etnoentomologia e da etnopedologia e práticas agroecológicas. Como resultados, espera-se o desenvolvimento de metodologias e processos capazes de atender as necessidades dos kaxinawá e servir de referência para contextos semelhantes no que. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Cleísa Brasil da Cunha Cartaxo - Integrante / Francisco Álvaro Viana Felisberto - Integrante / Patricia Maria Drumond - Integrante / Amauri Siviero - Integrante / Moacir Haverroth - Coordenador / RODRIGO SOUZA SANTOS - Integrante / MARIA DE JESUS BARBOSA CAVALCANTE - Integrante / GILBERTO COSTA DO NASCIMENTO - Integrante / PRISCILA VIUDES - Integrante / Dinah Rodrigues Borges - Integrante / FABRICIO BIANCHINI - Integrante / MAURICILIA PEREIRA DA SILVA - Integrante / AURENY MARIA PEREIRA LUNZ - Integrante / Silvia Luciane Basso - Integrante / EUFRAN FERREIRA DO AMARAL - Integrante / Nilson Gomes Bardales - Integrante / IDESIO LUIS FRANKE - Integrante / Evandro José Linhares Ferreira - Integrante / Guilherme Daltro Siviero - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Integrante / Rosângela de Araújo Pereira Holanda e Souza - Integrante / VICTOR ALEXIS VALENZUELA REYES - Integrante / Juniel de Oliveira Souza - Integrante / TEREZINHA APARECIDA BORGES DIAS - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2010 - 2012
TECNOLOGIAS DE PRÉ-PROCESSAMENTO DA CASTANHA-DO-BRASIL NO CAMPO, Descrição: As sementes de castanha-do-brasil estão contidas em ouriços que caem das árvores no período de dezembro a junho. Porém, nas regiões produtoras, que geralmente são de difícil acesso, este período corresponde a épocas de chuvas, o que favorece o atraso na coleta dos ouriços fazendo com que possa haver a contaminação das castanhas por fungos produtores de micotoxinas pelo contato prolongado com o solo. Por isso, a cadeia produtiva da castanha-do-brasil tem sido ameaçada por entraves como as dificuldades para se adequar aos padrões exigidos pelos mercados importadores, como por exemplo devido aos altos índices de aflatoxinas, uma micotoxina potencialmente cancerígena para o homem. Desta forma, o controle da contaminação por aflatoxinas é de extrema importância para a saúde pública e também com relação a perdas econômicas e ao impacto sócio-ambiental. Apesar da pequena melhoria alcançada na qualidade do produto pelo uso de Boas Práticas de Produção, os problemas com contaminação por aflatoxinas não foram resolvidos. Dentre as limitações existentes no atual sistema, encontram-se as etapas críticas de secagem e armazenamento, onde a etapa de secagem primária da produção extrativa é o principal ponto crítico de sintetização da micotoxina pelos fungos. Isso acontece devido ao uso de fluxo de ar deficiente para a secagem, oriundo da aeração natural, associada à condições ambientais desfavoráveis ao processo. Dessa forma, tornou-se de grande relevância a definição de novas estratégias de secagem e armazenamento de forma rápida e eficiente do ponto de vista econômico e de manutenção da qualidade. Esta proposta tem como objetivo gerar tecnologias para manutenção da qualidade da castanha-do-brasil, a fim de reduzir a contaminação por aflatoxinas neste produto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Francisco Álvaro Viana Felisberto - Integrante / Jair Carvalho dos Santos - Integrante / Maria de Lourdes Mendes de Souza - Integrante / Juarez de Sousa e Silva - Integrante / Angélica de Cássia Oliveira Carneiro - Integrante / Roberta Martins Nogueira - Integrante / Solenir Ruffato - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2010 - 2012
ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E MOLECULARES NO DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO DA CASTANHA-DO-BRASIL POR AFLATOXINAS, Descrição: As sementes de castanha-do-brasil estão contidas em ouriços que caem das árvores no período de dezembro a junho, dependendo do local. Porém, nas regiões produtoras, que geralmente são de difícil acesso, este período corresponde a épocas de chuvas, o que favorece o atraso na coleta dos ouriços fazendo com que possa haver a contaminação das castanhas por fungos produtores de micotoxinas pelo contato prolongado com o solo. Por isso, a cadeia produtiva da castanha-do-brasil tem sido ameaçada por entraves como as dificuldades para se adequar aos padrões exigidos pelos mercados importadores, como por exemplo devido aos altos índices de aflatoxinas, uma micotoxina potencialmente cancerígena para o homem. Desta forma, o controle da contaminação por aflatoxinas é de extrema importância para a saúde pública e também com relação a perdas econômicas e ao impacto sócio-ambiental. Apesar da melhoria alcançada na qualidade do produto pelo uso de boas práticas, os problemas com contaminação por aflatoxinas não foram resolvidos. Dentre as limitações existentes no atual sistema, encontram-se as etapas críticas de secagem e armazenamento, onde a etapa de secagem primária da produção extrativa é o principal ponto crítico de sintetização da micotoxina pelos fungos. Isso acontece devido ao uso de aeração natural para a secagem, associada à condições ambientais desfavoráveis ao processo. Dessa forma, tornou-se de grande relevância a definição de novas estratégias de secagem e armazenamento de forma rápida e eficiente do ponto de vista econômico e manutenção da qualidade. Além disso, é importante que sejam realizadas mais pesquisas para definir questões como: os aspectos epidemiológicos da interação de Aspergillus spp. com sementes de castanha, bem como a identificação de possíveis métodos rápidos para detecção e quantificação de Aspergillus spp. aflatoxigênicos e de micotoxinas. Desta forma, esta proposta tem como objetivo gerar tecnologias para diagnóstico e controle de aflatoxinas na ca. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Catherine Brabet - Integrante / Vlayrton Tomé Maciel - Integrante / Jurema do Socorro A. Dias - Integrante / Jair Carvalho dos Santos - Integrante / Eliene Alves dos Santos - Integrante / Rogério Eiji Hanada - Integrante / Maria de Lourdes Mendes de Souza - Integrante / Robert Müller - Integrante / Luis Isamu Barros Kanzaki - Integrante / Angélica de Cássia Oliveira Carneiro - Integrante / Roberta Martins Nogueira - Integrante / Solenir Ruffato - Integrante / Massayoshi Yoshida - Integrante / Gilvan Silva - Integrante / Sheylla Susan M. da Silva de Almeida - Integrante / Daniela Matias de C. Bittencourt - Integrante / Ana Laura dos Santos Silva - Integrante / Ailson Luiz Sudan Madruga - Integrante / RIVADALVE COELHO GONCALVES - Integrante / Juarez de Sousa e Silva - Integrante / Francisco Álvaro Viana Feliberto - Integrante / David Aquino Costa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2009 - 2012
INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO DA CASTANHA-DO-BRASIL POR AFLATOXINAS., Descrição: As sementes de castanha-do-brasil estão contidas em ouriços que caem das árvores no período de dezembro a junho. Porém, nas regiões produtoras, que geralmente são de difícil acesso, este período corresponde a épocas de chuvas, o que favorece o atraso na coleta dos ouriços fazendo com que possa haver a contaminação das castanhas por fungos produtores de micotoxinas pelo contato prolongado com o solo. Por isso, a cadeia produtiva da castanha-do-brasil tem sido ameaçada por entraves como as dificuldades para se adequar aos padrões exigidos pelos mercados importadores, como por exemplo devido aos altos índices de aflatoxinas, uma micotoxina potencialmente cancerígena para o homem. Desta forma, o controle da contaminação por aflatoxinas é de extrema importância para a saúde pública e também com relação a perdas econômicas e ao impacto sócio-ambiental. Apesar da pequena melhoria alcançada na qualidade do produto pelo uso de boas práticas, os problemas com contaminação por aflatoxinas não foram resolvidos. Dentre as limitações existentes no atual sistema, encontram-se as etapas críticas de secagem e armazenamento, onde a etapa de secagem primária da produção extrativa é o principal ponto crítico de sintetização da micotoxina pelos fungos. Isso acontece devido ao uso de aeração natural para a secagem, associada à condições ambientais desfavoráveis ao processo. Dessa forma, tornou-se de grande relevância a definição de novas estratégias de secagem e armazenamento de forma rápida e eficiente do ponto de vista econômico e manutenção da qualidade. Desta forma, esta proposta tem como objetivo gerar tecnologias para diagnóstico e controle de aflatoxinas na cadeia produtiva da castanha-do-brasil. Além disso, é importante que sejam realizadas mais pesquisas para definir questões como: os aspectos epidemiológicos da interação de Aspergillus spp. com sementes de castanha, bem como a identificação de possíveis métodos rápidos para detecção e quantificação de Aspergillus spp. aflatoxig. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Catherine Brabet - Integrante / Jurema do Socorro A. Dias - Integrante / Maristela de Fátima Simplicio de Santana - Integrante / Jair Carvalho dos Santos - Integrante / Daniela Matias de Carvalho Bittencourt - Integrante / Eliene Alves dos Santos - Integrante / Rogério Eiji Hanada - Integrante / Maria de Lourdes Mendes de Souza - Integrante / Sérgio Paulo Severo de Souza Diniz - Integrante / Robert Müller - Integrante / Luis Isamu Barros Kanzaki - Integrante / Angélica de Cássia Oliveira Carneiro - Integrante / Roberta Martins Nogueira - Integrante / Massayoshi Yoshida - Integrante / Sheylla Susan M. da Silva de Almeida - Integrante / Izabela Miranda de Castro - Integrante / RIVADALVE COELHO GONCALVES - Integrante / Lúcia de Oliveira Wadt - Integrante / Georgios Pappas - Integrante / Gilvan Ferreira da Silva - Integrante / Marianna Ramos dos Anjos - Integrante / Renata Galhardo Borguini - Integrante / Eugênia Azevedo Vargas - Integrante / Alessandra da Silva Teixeira - Integrante / Juarez de Sousa e Silva - Integrante / Jean Peixoto - Integrante / Ludwig Heinrich Pfenning - Integrante / Luis Roberto Batista - Integrante / Wanderley Antônio Alves de Lima - Integrante / Rosângela da Conceição Marques Pena - Integrante / Adriano Lopes Romero - Integrante / Adilson Lopes Lima - Integrante / Leandro Fernandes Damasceno - Integrante / Marcelino Carneiro Guedes - Integrante / Ana Margarida Castro Euler - Integrante / Anderson Schwamke - Integrante / Roberval Monteiro Bezerra de Lima - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 13
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2009 - 2011
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA E APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO PROCESSAMENTO NO ACRE, Descrição: A ?farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul?, no Vale do Juruá, Acre é reconhecida em todo o Estado como um produto de qualidade. Em face desse reconhecimento, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a identificou como potencial para a Indicação Geográfica (IG). Entretanto para que a IG seja solicitada é necessário que a área merecedora do selo de qualidade seja delimitada. Para esta delimitação, a qualidade da farinha de mandioca em todo o Vale do Juruá deve ser bem evidenciada, com o máximo possível de uniformidade do produto. Para isso, é imprescindível um adequado planejamento amostral no sentido da representatividade da região. Assim, um estudo de variabilidade e aplicações de questionários aos fabricantes de farinha de mandioca será realizado para auxiliar na definição do local de coleta de amostras para análise da qualidade das farinhas e delimitação geográfica. Após a definição do plano amostral, as amostras serão coletadas em diversas regiões do Vale do Juruá, enviadas para a Embrapa Acre, analisadas quanto às características físico-químicas e classificadas. A farinha comercializada na capital do Estado também será analisada, uma vez que em algumas embalagens o termo ?farinha de Cruzeiro do Sul? aparece erroneamente como forma de atrair os consumidores pela fama do produto ser de qualidade. Como a farinha é essencialmente energética, o teor de amido é uma das características que mais interfere na qualidade do produto. Por isso, o ponto de colheita de variedades de mandioca utilizadas na região para fabricação de farinha será determinado em função do maior teor de amido na sua composição. Além disso, da mesma forma que a qualidade está em função de características intrínsecas da mandioca, fatores como as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e ambientais também estão inseridos neste contexto. No caso da farinha de mandioca e de um produto para a IG, a destinação dos resíduos do processamento é de suma importância para a qualidade ambiental do. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Jacson Rondinelli da Silva Negreiros - Integrante / Joana Maria Leite de Souza - Integrante / José Tadeu de Souza Marinho. - Integrante / Francisco Álvaro Viana Felisberto - Integrante / Manoel Delson Campos Filho - Integrante / Sandra Tereza Teixeira - Integrante / Maykel Franklin Lima Sales - Integrante / Falberni de Souza Costa - Integrante / Ailson Luiz Sudan Madruga - Integrante / David Aquino da Costa - Integrante / Raimundo Santos da Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 26
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2008 - 2011
MELHORAMENTO GENÉTICO DO CUPUAÇU PARA PRODUTIVIDADE, ABORDANDO A INTERAÇÃO GENÓTIPO X AMBIENTE (GxE) ATRAVÉS DA ANÁLISE ESTATÍSTICA REML/ BLUP, Descrição: Espécies em domesticação com pouca informação sobre sua genética e distribuição da sua variabilidade genética representam um fator de complexidade para o estabelecimento de estratégias de melhoramento. O cupuaçuzeiro é uma espécie de grande importância sócio-econômica para a região Amazônica e está inserido neste contexto. O objetivo desse estudo consiste em realizar uma seleção massal estratificada em área de produtor para obtenção de 10 clones experimentais de cupuaçu com base na produtividade, resistência a doenças, características físico-químicas e de pós-colheita simultaneamente. Esse trabalho faz parte de uma sequência de ações iniciais desenvolvidas pela Embrapa Acre quanto ao melhoramento genético desta espécie amazônica. A característica principal dessa estratégia se reflete na possibilidade de lançamento de cultivar melhorado em curto prazo. Para o estudo da interação genótipo por ambiente (GxE) será implantado dois ensaios como os clones selecionados de cupuaçu em duas condições ambientais contrastantes visando uma recomendação acertada de genótipos superiores. A análise da diversidade genética em populações naturais, populações de melhoramento e bancos de germoplasma é uma das aplicações do marcador SSR (microssatélite) na análise genética. A medida de distância genética não viesada de Nei ( ) será utilizada para o agrupamento dos clones e para a construção de dendrogramas, pelo método de agrupamento de médias não ponderadas UPGMA (Unweighted Pair Group Method Arithmetical Means) no programa TFPGA. Os dados da avaliação genética serão analisados pelo procedimento REML/BLUP (Best Linear Unbiased Prediction/ Maximum Restricted Likelihood) através do programa computacional SELEGEN. Os clones experimentais selecionados com base na adaptabilidade e estabilidade genotípica serão reproduzidos assexuadamente através de procedimento de macro-enxertia permitindo a obtenção e recomendação, em curto prazo, de material melhorado. Os resultados da pesquisa gerarão i. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Givanildo Roncatto - Integrante / Maria Clideana Cabral Maia - Coordenador / Marcos Deon Vilela de Resende - Integrante / Antonio Vargas de Oliveira Figueira - Integrante / Karina Martins - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2008 - 2011
QUALIDADE DA FARINHA DE MANDIOCA NO ACRE VISANDO A INDICAÇÃO GEOGRÁFICA, Descrição: A "farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul", no Vale do Juruá, Acre é reconhecida em todo o Estado como um produto de qualidade. Em face desse reconhecimento, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a identificou como potencial para a Indicação Geográfica (IG). Entretanto para que a IG seja solicitada é necessário que a área merecedora do selo de qualidade seja delimitada. Para esta delimitação, a qualidade da farinha de mandioca em todo o Vale do Juruá deve ser bem evidenciada, com o máximo possível de uniformidade do produto. Para isso, é imprescindível um adequado planejamento amostral no sentido da representatividade da região. Assim, um estudo de variabilidade e aplicações de questionários aos fabricantes de farinha de mandioca será realizado para auxiliar na definição do local de coleta de amostras para análise da qualidade das farinhas e delimitação geográfica. Após a definição do plano amostral, as amostras serão coletadas em diversas regiões do Vale do Juruá, enviadas para a Embrapa Acre, analisadas quanto às características físico-químicas e classificadas. Como a farinha é essencialmente energética, o teor de amido é uma das características que mais interfere na qualidade do produto. Por isso, o ponto de colheita de variedades de mandioca utilizadas na região para fabricação de farinha será determinado em função do maior teor de amido na sua composição. Além disso, da mesma forma que a qualidade está em função de características intrínsecas da mandioca, fatores como as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e ambientais também estão inseridos neste contexto. No caso da farinha de mandioca e de um produto para a IG, a destinação dos resíduos do processamento é de suma importância para a qualidade ambiental do sistema. Por isso, a composição da manipueira (resíduo líquido) e da casca das raízes (resíduo sólido) serão determinadas em função das principais variedades de mandioca utilizadas na região a fim de recomendar um aproveitamento destes e. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Francisco Álvaro Viana Felisberto - Integrante / Manoel Delson Campos Filho - Integrante / Ailson Luiz Sudan Madruga - Integrante / Jacson Rondinelli da Silva Negreiros - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2011
Manejo Sustentável de Produtos Florestais Não Madeireiros, na Amazônia, Descrição: O manejo de produtos florestais não-madeireiros (PFNM), por meio da consolidação de cadeias produtivas, tem sido considerado como fundamental para a integracão da conservação e uso sustentável dos ecossistemas ao crescimento econômico do país. De maneira geral a base produtiva para tais produtos está no extrativismo, setor que necessita de técnicas de manejo florestal sustentado. Apesar de existirem diversos estudos sobre essa temática ainda há uma carência de conhecimentos básicos sobre ecologia das espécies que permitam a recomendação de técnicas de manejo sustentável. O objetivo da presente proposta é dar continuidade a estudos ecológicos e experimentos de manejo sobre castanha-do-brasil, andiroba, copaíba e cipó titica, iniciados em 2005 na rede Kamukaia. Na primeira fase do projeto foram implantadas parcelas permanentes para estudos ecológicos e iniciados estudos sobre produção dos produtos. O objetivo inicial de propor estratégias de manejo e uso dos recursos florestais não-madeireiros de maneira integrada, facilitando a proposição de políticas públicas para o desenvolvimento da Amazônia continua sendo alvo da rede, no entanto trata-se de uma meta a ser atingida no longo prazo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Lucia Helena de Oliveira Wadt - Coordenador., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2007 - 2009
Aperfeiçoamento de boas práticas extrativistas para a castanha-do-brasil no Estado do Acre, Descrição: A contaminação de castanha-do-brasil por aflatoxinas, substâncias de elevado potencial carcinogênico,produzidas por fungos filamentosos, tem se constituído no principal entrave relacionado à qualidade esegurança do produto, para a sua exportação, especialmente para os países membros da União Européia cujos limites para aflatoxinas totais são da ordem de 4 ppb (CEE, 1998). Estes fatores resultaram em sucessivos rechaços da produção brasileira levando à União Européia, em 2003, impor condições especiais à importação de castanha-do-brasil brasileira. Dentre as condições exigidas encontram-se o atendimento às boas práticas de higiene durante o processo de produção com respectiva comprovação pelas autoridades brasileiras. A secagem ou desidratação é considerada uma das práticas mais eficazes na ampliação da vida pós-colheita de produtos de origem vegetal. No entanto, para produtos extrativistas, especificamente para castanha-do-brasil , o setor ainda não dispõe de equipamentos/processos adequados e/ou adaptados às condições de produção, tampouco parâmentros de secagem definidos para o produto. Por esta razão, o projeto APERFEIÇOAMENTO DE BOAS PRÁTICAS EXTRATIVISTAS PARA A CASTANHA-DO-BRASIL NO ESTADO DO ACRE propõe a continuidade de estudos que a Embrapa Acre vem realizando desde 1999 sobre a qualidade da castanha-do-brasil enfocando, espeficiamente a segurança do produto quanto a redução de contaminação por aflatoxinas através da implantação de Boas Práticas Extrativistas. Desta forma, propõem-se duas linhas de trabalho, a avaliação de Boas Práticas Extrativistas contidas no Apêndice do Código de Práticas e para Prevenção e Redução de Contaminação de Aflatoxinas em Amêndoas Arbóreas que prevê medidas a serem adotas na cadeia produtiva da castanha-do-brasil através da coleta e análise de amostras coletas em distintas etapas doprocesso de produção realizado em campo avaliando-se contaminação microbiológica (fungos filamentosos e coliformes totais e a 4. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Coordenador / Joana Maria Leite de Souza - Integrante / RIVADALVE COELHO GONCALVES - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2007 - 2008
Competitividade e Eficiência do Agronegócio de Farinha-de-Mandioca no Vale do Juruá, Descrição: A farinha de mandioca produzida no Vale do Juruá (farinha de Cruzeiro do Sul) é considerada um produto estratégico para economia do Estado, despontando como um dos alavancadores do desenvolvimento sustentável do Acre. As políticas públicas de fomento do arranjo produtivo promoveram um aumento de 73% da produção anual de raiz de mandioca, e um incremento no preço da farinha da ordem de 412%, fato que elevou a mandioca à condição de principal cultura agrícola do setor primário e a farinha de mandioca Cruzeiro do Sul, considerada um produto estratégico para economia do Estado, despontando como um dos alavancadores do desenvolvimento sustentável do Acre. Dentre os principais entraves para o fortalecimento deste arranjo produtivo local estão os baixos índices de produtividade; baixo nível tecnológico do sistema produtivo tradicional; grande incidência do mandarová da mandioca; falta de padronização da farinha; e desconhecimento dos agentes e mecanismos que regulam o funcionamento do arranjo produtivo. Objetivo Geral:Contribuir para o fortalecimento e consolidação do Arranjo Produtivo da mandioca no Vale do Juruá/AC, enfocando aspectos fitotécnicos, ambientais e socioeconômicos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (5) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Joana Maria Leite de Souza - Coordenador / Claudenor Pinho de Sá - Integrante / Murilo Fazzolin - Integrante / José Tadeu de Souza Marinho. - Integrante / Francisco de Assis Corrêa da Silva - Integrante / Márcio Muniz Albano Bayma - Integrante / Felicia Maria Nogueira Leite - Integrante / Elden Teixeira da Cunha - Integrante / John Lennon Mesquita Catão - Integrante / Josivaldo da Silva Saraiva - Integrante / Francisco Álvaro Viana - Integrante / Nilton Bayma Craveiro - Integrante / Cleísa Brasil da Cunha Cartaxo - Integrante., Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3
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2007 - 2007
Seleção de genótipos de cupuaçuzeiro no Estado do Acre., Descrição: Objetivo Geral: selecionar genótipos promissores de cupuaçu, identificando indivíduos superiores para cultivo e trabalhos em programas de melhoramento genético da cultura visando à obtenção de populações melhoradas de alta produtividade e com características agronômicas desejáveis como boa produtividade e vigor, qualidade dos frutos e resistência a vassoura-de-bruxa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / Jacson Rondinelli da Silva Negreiros - Integrante / Tadário Kamel de Oliveira - Coordenador / Rivadalve Coelho Gonçalves - Integrante / Marcílio José Thomazini - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Projetos de desenvolvimento
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador.Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de orientações: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
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2017 - Atual
Aperfeiçoamento de sistemas agroflorestais no Projeto RECA, Descrição: O presente projeto é objeto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Embrapa Acre e a Associação dos Pequenos produtores do PROJETO RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado) sob o código 23000.16/0008-7. O projeto RECA está localizado no distrito de Nova Califórnia e Extrema, Estado de Rondônia. Abrange diretamente 385 famílias de agroextrativistas associadas e cerca de 435 famílias adicionais. Atualmente, estão organizados em 10 (dez) grupos de produtores na área rural onde cada grupo possui um líder e um coordenador. Além do escritório sede e centro de difusão de tecnologias, o RECA possui três unidades de beneficiamento para polpas; palmito de pupunha; e manteiga e óleos. A demanda das atividades surgiu da própria comunidade em questão, por meio de convite da diretoria do Reca à Embrapa para participação em reuniões da Associação. A agroindústria de polpa e extração de óleos vegetais gera uma grande quantidade de resíduos, cerca de 80 toneladas anualmente, dentre eles sementes de cupuaçu e polpa/casca de bacaba e pupunha, que se tornam um passivo ambiental. Estes resíduos possuem valor nutritivo elevado, o que representa um grande desperdício de material rico do ponto de vista nutricional, que poderia ser utilizado para alimentação humana ou animal. Existe também a opção de uso destes resíduos como fonte de matéria orgânica para serem utilizados alternativamente em compostagem e adubo orgânico. Desta forma, faz-se necessário desenvolver tecnologias voltadas para as unidades de beneficiamento, viabilizando opções de uso e aproveitamento de resíduos gerados. Além desta problemática da geração de resíduos, tem-se a questão de ajustes nos Sistemas Agroflorestais (SAF's) utilizados pelos produtos do Projeto. O Projeto RECA possui mais de 2.500 ha de SAF's implantados. São vários tipos e esquemas de plantios, com algumas áreas de monocultura. Muitos dos sistemas implantados baseiam-se na experiência prática de produtores, técnicos e pesquisadores, que ao longo dos anos, se familiarizaram com as espécies possíveis de consórcio e com as necessidades de arranjos específicos. No entanto, há necessidade de sistematizar o conhecimento e desenvolver tecnologias e práticas agroflorestais sobre os arranjos mais adequados, com quais classes de solo os SAF's mais produtivos estão associados, promover estudos de zoneamento visando definir as melhores áreas para ampliação dos sistemas e melhor executar o ordenamento territorial da área de influência do projeto RECA. Estas ações possuem elevado potencial de impacto tanto no sistema de produção quanto nos rendimentos econômicos e ganhos ambientais advindos da implementação de SAF's pelos agrossilvicultores do RECA. O projeto será composto por 3 planos de ação, sendo um de gestão e dois de execução de atividades de pesquisa propriamente ditas: PA2 de aproveitamento de resíduos agroindustriais e PA3 de solos e uso da terra. O projeto é composto por 8 atividades, conduzidas de modo participativo com os produtores membros do Projeto Reca e relacionadas tanto ao uso de resíduos da agroindústria para a agricultura na forma de composto orgânico ou para alimentação, quanto do uso de solos e uso da terra. O projeto pretende atender demandas específicas apresentadas pela diretoria do RECA à Embrapa Acre, quais seja, identificar uso adequado para os resíduos das agroindústrias; recomendar um método de extração de óleo de bacaba; definir modelos de SAF's produtivos e validados diante das inúmeras alternativas existentes; quantificar as áreas de SAF's e outras formas de uso da terra na área de influência do projeto; e elaborar os mapas de solos e aptidão agroflorestal para aumentar a eficiência dos cultivos e no uso da terra na região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Virgínia de Souza Álvares - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
Prêmios
2018
II colocação na premiação de melhores trabalhos na modalidade pôster no I Seminário de Iniciação Científica e pós-graduação da Embrapa Acre, Embrapa Acre.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, CPAF-AC. , Rodovia BR-364, Km 14, BR, 69900056 - Rio Branco, AC - Brasil - Caixa-postal: 321, Telefone: (68) 32123200
Experiência profissional
2008 - 2010
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPqVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: bolsista DCR, Carga horária: 40
2007 - Atual
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Pesquisadora A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Atuo na área de Manejo e Fisiologia Pós-colheita.
2007 - 2007
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: BOLSISTA DCR, Enquadramento Funcional: BOLSISTA DCR, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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11/2007
Pesquisa e desenvolvimento, CPAF-AC.,Linhas de pesquisa
2003 - 2004
Centro Federal de Educação Tecnológica de Rio PombaVínculo: Professor substituto, Enquadramento Funcional: Professor substituto, Carga horária: 20
Atividades
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10/2003 - 10/2004
Ensino,,Disciplinas ministradas, fruticultura, pós-colheita, jardinagem, ecossistemas, irrigação
2000 - 2000
AutonomaVínculo: projetista, Enquadramento Funcional: projeto paisagístico residencial, Carga horária: 0, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
340 m2, Rua Joana Dar'c, s/n, João Monlevade, MG.
1990 - 1993
Processamento de DadosVínculo: digitadora, Enquadramento Funcional: trainer - processamento de dados, Carga horária: 30
Outras informações:
Rua Ramon Spencer, s/n, Tocantins, MG
2010 - 2013
Universidade Federal do AcreVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Docente do Prog. Pós-graduação Prod. Vegetal, Carga horária: 4
Outras informações:
Colaboradora do Programa de pós-graduação em Produção Vegetal na Disciplina de Pós-colheita e em orientação de alunos do mestrado.
Atividades
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01/2010 - 01/2013
Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de Ciências da Natureza.,Linhas de pesquisa
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Virgínia de Souza Álvares e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?