Diego Sampaio Arantes dos Santos

Medico residente em Medicina de Família e Comunidade na Universidade Federal do Mato Grosso UFMT/HUJM.

Informações coletadas do Lattes em 16/06/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização - Residência médica em andamento

2017 - Atual

ufmt
Residência médica em: Medicina de Família e ComunidadeNúmero do registro: . Bolsista do(a): UFMT, UFMT, Brasil. Grande área: Ciências da Saúde

Graduação em Medicina

2011 - 2017

Universidade Federal de Mato Grosso

Formação complementar

2018 - 2018

IX Curso de Ética Médica para Médicos Residentes do Estado de Mato Grosso. (Carga horária: 11h). , Conselho Regional de Medicina do Estado do Mato Grosso, CRM-MT, Brasil.

2016 - 2016

II Curso de Atendimento Pré-Hospitalar. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2015 - 2016

Extensão universitária em Iniciação Científica. , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2014 - 2015

Extensão universitária em Iniciação Científica. , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2013 - 2013

ASM Virtual workshop on scientific writing and publishing. (Carga horária: 4h). , American Society For Microbiology, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.

Participação em eventos

53⁰ MEDTROP. Correlação da parasitemia com parâmetros hematológicos e identificação das subpopulações de células T em pacientes com malária vivax no HUJM de Cuiabá-MT. 2017. (Congresso).

53⁰ MEDTROP. Análise das subpopulações de células Th1, Th2, Th17, Tregs e T citotóxica em pacientes com malária vivax em Cuiabá-MT.. 2017. (Congresso).

52⁰ MEDTROP. Perfil das células TCD4+ em pacientes infectados por Plasmodium vivax atendidos no Hospital Universitário Júlio Muller -HUJM de Cuiabá MT. 2016. (Congresso).

XXIV Seminário de Iniciação Científica.Análise do fenótipo das células T e da liberação de citocinas durante a malária vivax. 2016. (Seminário).

51⁰ Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - MedTrop 2015. Análise das subpopulações de células T e da ativação linfocitária durante a Malária vivax.. 2015. (Congresso).

XXIII Seminário de Iniciação Científica.ANÁLISE DA CORRELAÇÃO ENTRE A PARASITEMIA E PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DURANTE A MALÁRIA VIVAX. 2015. (Seminário).

V Semana Acadêmica / VI Mostra de Pós-Graduação. ANÁLISE DA ATIVAÇÃO LINFOCITÁRIA DURANTE A MALÁRIA VIVAX AGUDA. 2014. (Exposição).

Produções bibliográficas

  • OURIVES, SAMANTHA SOARES ; BORGES, QUESSI IRIAS ; DOS SANTOS, DIEGO SAMPAIO ARANTES ; MELO, EPONINA CLÁUDIA MAGALHÃES ; DE SOUZA, RODRIGO MEDEIROS ; DAMAZO, AMÍLCAR SABINO . Analysis of the lymphocyte cell population during malaria caused by Plasmodium vivax and its correlation with parasitaemia and thrombocytopaenia. MALARIA JOURNAL , v. 17, p. 303, 2018.

  • OURIVES, S.S. ; SANTOS, D.S.A. DOS ; ALEM, L.R. ; RIOS-SANTO, F. ; FONTES, C.J.F. ; DAMAZO, A.S. . Analysis of Parasitological and Haematological Parameters and of CD4+ and CD8+ Cell Number in Patients with Plasmodium vivax Malaria. Journal of Parasitology (Faisalabad) , v. 10, p. 1-14, 2015.

  • Marcio Henrique Narcizio da Silva ; AVILLA, A. L. ; SILVA, B. P. S. ; ALVES, S. L. S. R. ; RAFAEL, M. J. C. ; SANTOS, D.S.A. DOS . PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E SOCIAL DA POPULAÇÃO ATENDIDA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE EM CUIABÁ. Revista Eletrônica Gestão & Saúde , v. 4, p. 257-266, 2013.

Outras produções

OURIVES, S. S. ; SANTOS, D.S.A. DOS . 1 Curso de Férias:Conhecendo a pesquisa-Identificação de linhagens celulares. 2016. .

Projetos de pesquisa

  • 2014 - 2018

    Análise da ativação leucocitária durante a Malária vivax, Descrição: A malária ainda é um grave problema de saúde pública em 107 países do mundo. No Brasil, atualmente, a transmissão da malária está basicamente restrita à Amazônia Legal. No ano de 2011 o número de casos de malária foi 263.323, sendo que 99,6% deles ocorreram na região Amazônica. A doença é produto da interação do parasita (Plasmodium), o vetor (um mosquito do gênero Anopheles), e o hospedeiro humano (o homem) num meio ambiente e social com condições propicias para o desenvolvimento da doença. A infecção causada por Plasmodium vivax que há muito tempo era considerada uma doença benigna, principalmente quando comparada às infecções causadas por Plasmodium falciparum, recentemente a literatura demonstrou um aumento na virulência dessa parasitose, sendo que os sintomas mais comuns dessas complicações são anemia severa, distúrbio respiratório e lesão pulmonar aguda, coma, entre outras manifestações. O ciclo sanguíneo se repete sucessivas vezes, conduzindo à lise de eritrócitos e sendo responsável pelas manifestações clínicas e processos patogênicos associados à doença, como febre, sensação de mal estar, dor de cabeça, dor muscular, cansaço e calafrios. A resposta imune inata é essencial não somente para limitar a fase inicial de multiplicação do parasito como também a primeira onda de parasitemia, controlando a infecção até que a imunidade adaptativa seja estabelecida. Evidências sugerem que, durante a infecção, a malária provoca a ativação e disfunção das células T e linfopenia. As células T CD8+ e as citocinas IFN-γ e TNF-α conferem proteção contra os parasitos pré-eritrocitários do Plasmodium dentro dos hepatócitos, enquanto que as células T CD4+ restringem o crescimento de parasitos eritrocitários do Plasmodium através da secreção de citocinas, ativação de macrófagos e da direção da imunidade humoral. A anexina-A1 (ANXA1), é uma proteína endógena que modula positivamente a sinalização do TCR, tornando-se um alvo molecular importante na diferenciação e proliferação dos linfócitos. Esta proteína é um importante mediador antiinflamatório, dotada de potente atividade anti-migratória de leucócitos, garantindo o caráter transitório da reposta inflamatória. Nos linfócitos a ANXA1 tem sido caracterizada como uma proteína antiproliferativa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Diego Sampaio Arantes dos Santos - Integrante / Amilcar Sabino Damazo - Coordenador / Samantha Soares Ourives - Integrante / Quessi Irias Borges - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2017 - Atual

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Médico residente, Carga horária: 60