Régia Agostinho da Silva
Pós- doutora em teoria literária na Universidade Federal do Ceará. Autora do livro Maria Firmina dos Reis: Mulheres e poder no Brasil. Rio de Janeiro, Malê, 2024.Doutora em História na universidade de São Paulo. (2013) Possui mestrado em História pela Universidade Federal do Ceará (2002). Atualmente é professora da Universidade Federal do Maranhão . Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em História/ CCH- São Luís. Área de concentração: História e conexões atlânticas: culturas e poderes, linha de pesquisa: Linguagens, religiosidades e culturas. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império, atuando principalmente no seguinte tema: história e literatura, história das mulheres e história e escravidão.
Informações coletadas do Lattes em 22/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em História Econômica
2009 - 2013
Universidade de São Paulo
Título: A escravidão no Maranhão: Maria Firmina dos Reis e as representações sobre escravidão e mulheres na segunda metade do século XIX
Dario Horacio Gutierrez Gallardo. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Mestrado em História
2000 - 2002
Universidade Federal do Ceará
Título: Entre Mulheres, História e Literatura: um estudo do imaginário em Emília de Freitas e Francisca Clotilde
, Ano de Obtenção: 2002.Eurípedes Antônio Funes.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: mulheres história literatura.Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil / Especialidade: História do Brasil República. Setores de atividade: Educação Superior.
Especialização em História Social
2000 - 2002
Universidade Federal do Ceará
Título: Entre Mulheres, História e Literatura: um estudo do imaginário em Emília Freitas e Francisca Cllotilde
Orientador: Eurípedes Antônio Funes
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Pós-doutorado
2018 - 2019
Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil. , Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Teoria Literária.
Idiomas
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil/Especialidade: História do Brasil República.
Organização de eventos
DA SILVA, REGIA AGOSTINHO . XVIII Encontro Humanístico da UFMA: ciências humanas e suas transdisciplinaridade. 2025. (Congresso).
AGOSTINHO, Régia . II Seminário de Histórias Conectadas. 2021. (Outro).
AGOSTINHO, Régia . XV Encontro Humanistico: Ciências Humanas em movimento.. 2016. (Congresso).
AGOSTINHO, Régia . Coordenação do simpósio temático Intelectuais e discurso. 2013. (Outro).
AGOSTINHO, Régia ; DINIZ, L. M. V. . Simpósio temático História e Literatura. 2012. (Outro).
AGOSTINHO, Régia . I Fórum de História. 2006. (Outro).
AGOSTINHO, Régia . VI Encontro Estadual de História, "Fronteiras da História". 1998. (Outro).
Participação em eventos
33º Simpósio Nacional de História. 2025. (Seminário).
33º Simpósio Nacional de História."Maria Firmina dos Reis e sua escrita antiescravista no século XIX". 2025. (Simpósio).
IX Congresso de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa I Encontro Nacional da AFROLIC. CORPOREIDADES NEGRO-DIASPÓRICAS EM REBELDIA: O OLHAR OPOSITIVO NEGRO NAS ARTES, NA INTELECTUALIDADE E EM PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. 2025. (Congresso).
IX Congresso de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa I Encontro Nacional da AFROLIC. LITERATURAS DAS DISSIDÊNCIAS E PERSPECTIVA HISTÓRICA: INTÉRPRETES NACIONAIS NO PROCESSO DE RECONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO SOCIAL. 2025. (Congresso).
IX Congresso de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa I Encontro Nacional da AFROLIC. Maria Firmina dos Reis e sua escrita antiescravista no século XIX. 2025. (Congresso).
XVIII Encontro Humanístico da UFMA: ciências humanas e suas transdisciplinaridade.HISTÓRIA E LITERATURA:ENTRE CONEXÕES ATLÂNTICAS E DIÁSPORAS. 2025. (Encontro).
200 anos de Maria Firmina.Maria Firmina dos Reis e o indianismo em Gupeva.. 2022. (Outra).
CICLO DO AUTORA HOMENAGEADA: MARIA FIRMINA DOS REIS FLIP 2022."Úrsula e os abolicionismos". 2022. (Outra).
IX Simpósio Nacional e VIII Internacional de Estudos Celtas e Germânicos - BRATHAIR.América Portuguesa e a Longa Duração da Idade Média. 2022. (Simpósio).
Poises 2022- Aniversário de 10 anos.Maria Firmina dos Reis: intérprete do Brasil. 2022. (Outra).
Sobre Marias e Firmina: escritas de mulheres negras.Maria Firmina: vida, obra, reverberações.. 2022. (Outra).
Tributo a Maria Firmina dos Reis.Tributo à Maria Firmina dos Reis -Cecy Barbosa, Régia Agostinho da Silva, Patrícia Fernanda Massetti. 2022. (Outra).
III Simpósio de Estudos Literários da UFMA. 2021. (Simpósio).
III Simpósio de Estudos Literários da UFMA.POESIA AFRO-BRASILEIRA: ANCESTRALIDADE, LUTA E RESISTÊNCIA. 2021. (Simpósio).
III Simpósio de Estudos Literários da UFMA.MARIA FIRMINA DOS REIS: A MENDIGA -POEMA DE AMOR E LUTA. 2021. (Simpósio).
II Seminário de Histórias Conectadas.-História, Cultura Letrada e Outras Linguagens. 2021. (Seminário).
VII Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-brasileiras e Africanas: Narrativas e Cidadania. 2021. (Encontro).
VII Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-brasileiras e Africanas: Narrativas e Cidadania.MARIA FIRMINA DOS REIS: A MENDIGA -POEMA DE AMOR E LUTA. 2021. (Encontro).
VII Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-brasileiras e Africanas: Narrativas e Cidadania.LITERATURAS DIASPÓRICAS, MEMÓRIA, PERTENCIMENTO E INTERPRETAÇÃO DE TERRITÓRIOS. 2021. (Encontro).
ÁFRICA BRASIL 2020 ENCONTRO REGIONAL DE LITERATURA, HISTÓRIA E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E AFRICANAS.O combate contra o escravismo e machismo na obra de Maria Firmina dos Reis e Machado de Assis.. 2020. (Encontro).
I Encontro Internacional de Paisagem em Literatura.OS AFRODESCENDENTES EM ÚRSULA DE MARIA FIRMINA DOS REIS E QUARTO DE DESPEJO DE CAROLINA MARIA DE JESUS. 2019. (Encontro).
I Encontro Internacional de Paisagem em Literatura. 2019. (Encontro).
III Jornada Interdisciplinar em História e Letras.Memórias e Historicidades. 2018. (Outra).
XVI Encontro Estadual de História do Ceará.História pública e as apropriações do saber histórico.. 2018. (Encontro).
V Seminário do dia nacional da consciência negra..Maria Firmina dos Reis e sua luta antiescravista.. 2016. (Seminário).
II Simpósio de História em Estudos Amazônicos.Coordenação de simpósio temático "Intelectuais, discurso e poder". 2015. (Simpósio).
I Simpósio Brasil e Itália: cruzamentos transatlânticos e questões interdisciplinares.O quinze de Raquel de Queiroz: O sertão inventado.. 2015. (Simpósio).
I Simpósio Brasil e Itália: cruzamentos transatlânticos e questões interdisciplinares.Coordenação de simpósio temático "História e Literatura". 2015. (Simpósio).
IV Simpósio de História do Maranhão Oitocentista..Coordenação de simpósio temático. 2015. (Simpósio).
III Encontro de História do Império Brasileiro: cultura e poder no oitocentos.Falas sobre a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX. 2012. (Encontro).
III Seminário internacional de história e historiografia.Maria Firmina dos Reis e os discursos antiescravistas no Maranhão na segunda metade do século XIX.. 2012. (Seminário).
V Congresso de Pós-graduandos em História USP. "A mente, essa ninguém pode escravizar". 2012. (Congresso).
II Simpósio de História do Maranhão oitocentista.Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX. 2011. (Simpósio).
XI Encontro Humanístico: Diversidade.Úrsula de Maria Firmina dos Reis. 2011. (Encontro).
XI Encontro Humanístico: Diversidade.AS IMAGENS DOS CATIVOS NO ROMANCE ÚRSULA DE MARIA FIRMINA DOS REIS. 2011. (Encontro).
XXVI Simpósio Nacional de História.Entre mulheres, história e literatura: a escrita feita por mulheres em Fortaleza no século XIX.. 2011. (Simpósio).
I Jornada Pergaminho Maranhense: desafios da pesquisa em História do Maranhão.Memória, Identidade e Literatura. 2010. (Outra).
IV Encontro Estadual de História: Patrimônio Histórico, memória e Ensino. ANPUH-MA..História e Literatura. 2010. (Encontro).
Simpósio do Ciência e Vida.História, narrativa e ficção ou como de historiadora organiza o seu mundo. 2010. (Simpósio).
VII Encontro Interdisciplinar de Estudos Literários.Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no século XIX. 2010. (Encontro).
VIII Seminário de Pesquisa do Departamento de História-UFC.Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX. 2010. (Seminário).
X Encontro Humanístico.GT- História e Literatura: um diálogo possível. 2010. (Encontro).
XII Encontro Estadual de História do Ceará.Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX. 2010. (Encontro).
XII Encontro maranhense dos estudantes de Letras-EMEL.Da Athenas e outros demônios: escrita, festa e identidade no Maranhão. 2010. (Encontro).
História e Literatura: experiências de pesquisa.História e Literatura: experiências de pesquisa. 2009. (Encontro).
I Congresso Municipal sobre pesquisa universitária. O ofício de historiador e a História Local. 2009. (Congresso).
II Colóquio de Literatura Brasileira. Ruptura e Permanência: Estética, História e Poéticas do Romantismo. 2009. (Outra).
II Encontro Nacional da História do Pensamento Geográfico. 2009. (Encontro).
IX Encontro Humanístico.Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX.. 2009. (Encontro).
O Brasil entre dois impérios (1808-1822). 2009. (Outra).
Semana do calouro do curso de História da uema.Mesa-redonda sobre História e Linguagens. 2009. (Encontro).
Simpósio de História do Maranhão oitocentista-uema.O Maranhão oitocentista: literatura. 2009. (Simpósio).
XXV Simpósio Nacional de História: História e ética."A mente, essa ninguém pode escravizar": Maria Firmina dos Reis e a Escravidão no Maranhão'. 2009. (Simpósio).
7ª Semana de Letras, UFMA.História e Literatura feminina: uma análise do conto "A Escrava" de Maria Firmina dos Reis.. 2008. (Seminário).
II Fórum de História -UFMA.História e Gênero. 2007. (Outra).
II Fórum de História -UFMA.História e Literatura. 2007. (Outra).
Semana do calouro do curso de História-UEMA.História e Literatura: possibilidades de diálogo. 2007. (Seminário).
VIII Encontro Estadula de História ANPUH-Ce.Mini-curso: História e Literatura. 2002. (Encontro).
XIII Encontro Regional dos Estudantes de História do Norte e Nordeste.Imagens de mulheres: a condição feminina em fortaleza na década de 20 do século XX.. 2001. (Encontro).
XXI Simpósio Nacional de História. A História no novo milênio: entre o individual e o coletivo.Perfis femininos e modernidade: imagens de mulher em Fortaleza na década de 20 do século XX.. 2001. (Simpósio).
Encontro de História-UFC.Grupo de discussão: História e Gênero. 2000. (Encontro).
VII encontro Estadul de História ANPUH-Ce.História e Memória. 2000. (Encontro).
IX Seminário do PET-História/UFC.narciso e a outra face do espelho. 1999. (Seminário).
"68-Sonho e Rebeldia 30 anos depois. 1998. (Seminário).
50ª Reunião Anual SBPC. 1998. (Outra).
Mini-curso: Cultura e imaginário dos comunistas no Brasil (1930-1956). 1998. (Encontro).
oficina História e Cinema. 1998. (Oficina).
VI Encontro Estadual de História, "Fornteiras da História".A prostituição na belle-époque de Fortaleza. 1998. (Encontro).
VI Encontro Estadual de História, "Fornteiras da História". 1998. (Encontro).
VII Seminário do PET-História/UFC. 1998. (Seminário).
VI Seminário do PET- História/UFC. 1997. (Seminário).
XIX Simposio Nacional de História "História e Cidadania". 1997. (Simpósio).
Participação em bancas
AGOSTINHO, Régia; MARQUES, R. A.; SILVA, M. V.. O FIM DOS AMORES COMUNS: O ROMANTISMO E SUAS REPRESENTAÇÕES POLÍTICAS NO ROMANCE A RAINHA DO IGNOTO DE EMÍLIA FREITAS. 2023. Dissertação (Mestrado em Interdisciplinar em História e Letras - Mihl) - Universidade Estadual do Ceará.
AGOSTINHO, Régia; SILVA, L. H. O.; FERNADEZ, R. A.. Expressão de infânica negada na obra de Carolina Maria de Jesus (191?-1977. 2021. Dissertação (Mestrado em Pos- graduação História) - Universidade Estadual Paulista.
AGOSTINHO, Régia; CORONEL, L.; FORNOS, J. L. G.. "MARCAS DA DESCONSTRUÇÃO DAS CONCEPÇÕES HEGEMÔNICAS DA CONDIÇÃO DE GÊNERO E ETNIA NO ROMANCE ÚRSULA, DE MARIA FIRMINA DOS REIS. 2021. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós- Graduação em Letras) - Universidade Federal do Rio Grande.
OLIVEIRA, M. I. B. M.; REIS, E. T.;AGOSTINHO, Régia. Fuzilamentos no sertão maranhense (1921): "conspiração" política e repressão oligárquica nos escritos jornalísticos de José do Nascimento Moraes.. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; SOUSA, S. M. N.; SALLES, V. L. R.. A domesticação do corpo e a subversão da sexualidade feminina na literatura: do Iluminismo ao Naturalismo.. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em cultura e sociedade.) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; FEITOSA, M. M. M.; FERREIRA JUNIOR, J. R.. Portugal e Brasil em diálogo: um estudo da poesia de Camilo Pessanha e Maranhão Sobrinho à luz da literatura comparada.. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de pós-graduação em cultura e sociedade.) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; ROMAO, T. L. C.; LOPES, A. C. C. V.; SILVA, A. M.; SIQUEIRA, A. M. A.; ARAUJO, O. L.. ?A RAINHA DO IGNOTO: HIPNOTISMO, ESPIRITISMO E O FANTÁSTICO PRISMÁTICO DE EMÍLIA FREITAS?,. 2024. Tese (Doutorado em Programa de pós-graduação em Letras) - Universidade Federal do Ceará.
AGOSTINHO, Régia; FIGUEIREDO, D. L. S.; SANTOS, V. C.; CASER, M. M.; SIEGA, P. R.; SANTOS, P. R. A.. ?Cantos à beira-mar ornados de poesia: escavando versos e encontrando música em Maria Firmina dos Reis.?. 2022. Tese (Doutorado em Programa de Pós- Graduação em Letras) - Universidade Federal do Espírito Santo.
SANTOS, G. S.; VIANA, L. M.; COSTA, M. S. T.; PAZ, R. M.;AGOSTINHO, Régia. Romarias e Liberdades: Joazeiro do Norte e o Pós-Abolição. 2020. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense.
AGOSTINHO, Régia; NASCIMENTO, C. M. B.; OLIVEIRA, C. K. B.; MEDEIRO, F. R. S. P.. Construção de identidade na produção residual de Raquel Naveira. 2018. Tese (Doutorado em Programa de pós-graduação em Letras) - Universidade Federal do Ceará.
AGOSTINHO, Régia; PEREIRA, Josenildo; LIMA, C. S.; SANTIROCCHI, I. D.; JOHNSON, G. A.; SILVA, M. S. C.. NASCIMENTO MORAES: As interpretações e concepções de alteridade, (des)igualdade e ?diferença? em São Luís do Pós-Abolição (c. 1880-1950).. 2023. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
PAIXAO, A. H.; CHAGURI, M. M.;AGOSTINHO, Régia. MARIA FIRMINA DOS REIS: UM RECONQUISTAR DA MULHER E DA ÉPOCA QUE SE CRIARAM NA TINTA E NO PAPEL. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Educação) - Universidade Estadual de Campinas.
AGOSTINHO, Régia; SOUSA, S. M. N.; ABRANTES, E. S.. Velhice e as instituições de longa permanência para idosos: reflexões sobre cuidados, modos de autonomia e discursos e saberes sobre a velhice.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; LIM, L. C. B.; SANTANA, G. F.. MEMÓRIAS E TRAJETÓRIAS FIRMINIANAS: uma análise das mulheres em A Escrava (1887), de Maria Firmina dos Reis. 2025. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós- Graduação em Letras) - Universidade Estadual da Região Tocantina do MA.
SILVA, RÉGIA AGOSTINHO DA; MENDONCA, R. T. P.; MATOS, M. I.; AVELINO, Y. D.. ?TANTAS FIRMINAS MEMÓRIAS, DISCURSOS E REPRESENTAÇÕES NA CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO FIRMINIANO (1975-2020)?. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de estudos pós- graduados em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
DA SILVA, REGIA AGOSTINHO; COUCEIRO, L. A. A.; SARAIVA, L. F.. ILEGALIDADE E ESCRAVIDÃO: africanos e os caminhos da liberdade no Maranhão (1841-1886). 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; MARQUES, R. A.; SILVA, M. V.; PAULA, A. J. S.. A RAINHA DO IGNOTO (1899) DE EMÍLIA FREITAS: TRAJETÓRIAS NA MODERNIDADE DE UMA INTELECTUAL E SUA OBRA. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Interdisciplinar em História e Letras - Mihl) - Universidade Estadual do Ceará.
BORRALHO, J. H. P.; LOBATO, A. T. M.;AGOSTINHO, Régia. A representação do poder na ditadura de Odría: entrelaçamento entre literatura e história em "Conversa na Catedral". 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Acadêmico em Letras) - Universidade Estadual do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; SOUSA, S. M. N.; CARVALHO, Z. J. V.. Representações do feminino: análise do romance "Úrsula" de Maria Firmina dos Reis. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Cultura e Sociedade) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; GALVEZ, M. C.. O cavalo e a abertura: no discurso das charges da imprensa teresinense. (1979-1985). 2015.
AGOSTINHO, Régia; OLIVEIRA, M. I. B. M.; BORRALHO, J. H. P.. Fuzilamentos no sertão maranhense (1921): "conspiração" política e repressão oligárquica nos escritos jornalísticos de José do Nascimento Moraes. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal do Maranhão.
DA SILVA, REGIA AGOSTINHO; GALVE, F.; FERNADEZ, R. A.; LIMA, D. S.. CAROLINA MARIA DE JESUS: UMA ANÁLISE DE QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; PEREIRA, Josenildo; GALVE, F.; RODRIGUES, V. R.. AMAS DE LEITE EM SÃO LUÍS NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX(1871-1881). 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; GALVE, F.; MARQUES, R. L.; MARANHAO, K. C. F.. SOB AS CHAMINÉS DO BRÁS: trabalho, mulheres e mobilizações em ?Parque Industrial? de Patrícia Galvão (1933). 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; BACCEGA, M.; OLIVEIRA, M. I. B. M.; DIAS, R. L.. O PROCESSO DE ESCRAVIDÃO E EVANGELIZAÇÃO DOS INDÍGENAS SEGUNDO O FREI BARTOLOMEU DE LAS CASAS", no CURSO DE HISTÓRIA - SÃO LUÍS. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; PEREIRA, Josenildo; BARROS, A. E. A.; MENDES, F. S. S.. A HISTORICIDADE DO RACISMO E A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA:os males de origem dessa relação". 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
PEREIRA, Josenildo; BITENCOURT, J. B.;AGOSTINHO, Régia. Vistam a Carapuça: jornais abolicionistas em São Luís (1880-1884). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
CAMPOS, M. H.; SOUSA, S. M. N.;AGOSTINHO, Régia. Corpos que transbordam o ser em cena: um olhar sobre as práticas eróticas -sexuais- amorosas entre mulheres produzidas no cinema brasileiro. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
BACCEGA, M.; MARTINS, M. B.;AGOSTINHO, Régia. O triunfo do barbarismo: análise das representações da guerra nas histórias em quadrinho de Conan, o bárbaro.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; BACCEGA, M.; MARTINS, M. B.. Mito da mulher guerreira: Análise do mito das amazonas na Idade Média. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; BACCEGA, M.; MARTINS, M. B.. Entre bruxas e feitiços: um olhar sobre a bruxaria e a feitiçaria Nórdica através dos seus contos folclóricos.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; PEREIRA, Josenildo; MOTA, A.. O injusto captiveiro: a escravidão ilegal de pessoas livres no Maranhão oitocentista.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
ARAUJO, M. S.; SOUSA, B. M.;AGOSTINHO, Régia. Terra, grama e paralelepípedos: os primeiros tempos do futebol em São Luis. (1906-1930). 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
Almeida, Adroaldo; COSTA, W. C.;AGOSTINHO, Régia. Um olhar pelo retrovisor: análise da relação entre o automóvel e a cidade de São Luís (1908-1930). 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
COSTA, W. C.; TOURINHO, W.;AGOSTINHO, Régia. A sociiedade alternativa em tempos de ouro de tolo: censura acometida à obra de Raul Seixas. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
CARDOSO, A. C.; MOTA, A.;AGOSTINHO, Régia. O Maranhão e a memória dos tempos: Pombal e os jesuítas na obra de João Lúcio de Azevedo e Serafim Leite. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
GALDEZ, Milena; PEREIRA, Josenildo;AGOSTINHO, Régia. O Mulato: Aluísio Azevedo e a questão racial no Maranhão oitocentista.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia. Prazer e violência: Dinâmicas da prostituição feminina em São Luís. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; CORREA, M. G. G.; MOTA, A.. Trilhas e armadilhas humanas: um estudo sobre a prostituição masculina em São Luís/Ma. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; CORREA, M. G. G.; CAMPOS, M. H.. Padres, sinhás, sujos e cabras: personagens do Maranhão ao fim do século XIX.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia. Escultura da vida: Camile Claudel, mulher e artista ( França, século XIX). 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Estadual do Ceará.
AGOSTINHO, Régia; CARDOSO, A. C.; CAMPOS, M. H.. Seletivo simplificado em História do Maranhão. 2006. Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; CARDOSO, A. C.. Seletivo simplificado em História Moderna e Contemporânea. 2005. Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia; ALVES, C. M. L.; SILVA, T. R. R.; SOUSA, S. M. N.. Velhice e as instituições de longa permanência para idosos: reflexões sobre cuidados, modos de autonomia e discursos e saberes sobre a velhice . Qualificação de projeto de tese de doutorado.. 2016. Universidade Federal do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia. Parecerista da Revista Outros tempos. 2010. Universidade Estadual do Maranhão.
AGOSTINHO, Régia. Parecerista da Revista Outros tempos. 2008. Universidade Estadual do Maranhão.
Orientou
Diversidade nas tramas televisivas:a representação de homens gays no seriado Pose; Início: 2025; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão; (Orientador);
MULHERES ESCRITORAS NA AMÉRICA LATINA: conexões entre a escrita e a trajetória da brasileira Maria Firmina dos Reis e da cubana Teresa Cárdenas; Início: 2025; Tese (Doutorado em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; (Orientador);
Rugosidades negras conectadas: geohistória, subalternidade e territorialidade a partir do Quilombo Urbano da Liberdade, em São Luís - MA (1969-2019); Início: 2025; Tese (Doutorado em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
?ESCREVO O QUE CARREGO NA MEMÓRIA?: a memória transatlântica como categoria historiográfica mobilizadora na literatura negra para infâncias na segunda década do século XXI (2013-2023); Início: 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; (Orientador);
Quando a ficção mira o retrovisor: Eliana Alves Cruz e uma perspectiva afrobrasileira da História nos romances Água de barrela (2016), O crime do Cais do Valongo (2018) e Solitária (2022); Início: 2023; Tese (Doutorado em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; (Orientador);
Entre a imagem e a letra: o Rio de Janeiro de Arthur Azevedo nos anos de 1855-1895; Início: 2023; Tese (Doutorado em Programa de Pós- graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Sussuarana: memória e identidade da comunidade remanescente de quilombo na cidade de Piripiri-Pi; ; 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão, ; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
MEMÓRIA, CULTURA E NARRATIVAS DA DANÇA DE SÃO GONÇALO DA ZONA RURAL DE CAMPO MAIOR-PI (2012-2022); 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão, ; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
FUTEBOL, RAÇA E CLASSES POPULARES: A participação dos negros no futebol em São Luís na Primeira República (1907-1925); ; 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
REPRESENTAÇÕES DOS ESCRAVIZADOS NO JORNAL PUBLICADOR MARANHENSE (1845-1850); ; 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão, ; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
O TEMPO DAS CURVAS: padrões estéticos femininos no concurso de Miss Piauí 1957; ; 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pos- graduação História) - Universidade Federal do Maranhão, ; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
História e Literatura: República velha e Era Vargas na obra; 2014; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Maranhão, ; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
2025; Universidade Federal do Maranhão, ; Régia Agostinho da Silva;
CAROLINA MARIA DE JESUS: UMA ANÁLISE DE QUARTO DE DESPEJO: DIÁRIO DE UMA FAVELADA; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
?AMAS DE LEITE EM SÃO LUÍS NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX(1871-1881); 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
?A NOITE DA ESCRAVIDÃO?: OS DISCURSOS ABOLICIONISTAS NOS JORNAIS CARAPUÇA E O ABOLICIONISTA NO MARANHÃO NO FINAL DO SÉCULO XIX; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Modos e modas da mulher ludovicense na Primeira república; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
A representação de mulheres pobres e a memória montelliana: uma análise de Cais da Sagração (1971); 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Descortinando o prazer: um estudo sobre a prostituição masculina no Centro Histórico de São Luís- Ma"; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Relações de gênero no romance Dora, Doralina de Rachel de Queiroz; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Repensando a memória em Josué Montello: uma análise do discurso; ; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
História, música e sociedade: a música erudita maranhense no processo de disciplinamento social em São Luis no século XIX; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
A cidade romanceada: representações de São Luís do Maranhão no romance o; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
; Rachaduras no espelho de narciso: vencidos e degenerados e as representações de São Luis do Maranhão em meados do século XX; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Imagens e discursos: A África, o negro e a escravidão nos livros didáticos de história antes e depois da Lei nº 10; 639/03; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Uma linda história da América: um estudo sobre "La Edad de Oro" de José Marti; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
De Rolando ao Graal: uma visão sobre a cavalaria na literatura medieval; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os escravizados em Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) de Machado de Assis (1839-1908); 2025; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
RACISMO EM O MULATO DE ALUÍSIO AZEVEDO; 2025; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
A personagem escravizada Preta Suzana em Úrsula (1859) de Maria Firmina dos Reis; ; 2025; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, UFMA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
OS ESCRAVIZADOS EM O TRONCO DO IPÊ DE JOSÉ DE ALENCAR; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
OS ESCRAVIZADOS EM A ESCRAVA ISAURA DE BERNARDO GUIMARÃES; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
OS ESCRAVIZADOS EM ÚRSULA DE MARIA FIRMINA DOS REIS; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
coleta de dados biográficos de Carolina Maria de Jesus e Maria Firmina dos Reis; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Úrsula de Maria Firmina dos Reis; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus e Úrsula de Maria Firmina dos Reis; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Pensando Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus como intérpretes do Brasil; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em História) - UFMA - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Úrsula de Maria Firmina dos Reis; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
coleta de dados biográficos de Carolina Maria de Jesus e Maria Firmina dos Reis; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em História) - UFMA - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Os afrodescendentes em Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus e Úrsula de Maria Firmina dos Reis; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Maria Firmina dos Reis e a escravidão no Maranhão; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Falas escravistas e antiescravistas no jornal A Pacotilha no Maranhão (1880-1887); 2015; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Falas escravistas e antiescravistas no romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
Falas escravistas e antiescravistas no Maranhão na segunda metade do século XIX; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal do Maranhão, UFMA; Orientador: Régia Agostinho da Silva;
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AGOSTINHO, Régia ; GOMES, A. . Homenageada da Flip 2022, Maria Firmina dosa Reis inspira novas gerações de autoras negras. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AZEVEDO, E. ; AGOSTINHO, Régia . Maria Firmina dos Reis- Duzentos anos. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia . Mulheres que marcaram história do Maranhão. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia ; ADLER, D. A. ; NEIVA, L. ; MENDES, A. M. ; CASTRO, D. . Com rosto ainda desconhecido, primeira escritora negra do Brasil é redescoberta após décadas de anonimato. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia ; ZIN, R. B. ; SOUTO, C. . Live- O legado de Maria Firmina dos Reis. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).
AGOSTINHO, Régia ; FONTENELE, C. ; JUNIOR, S. . Escritora Maria Firmina dos Reis é redescoberta por pesquisadores no Maranhão. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia ; EMANUEL, R. . Maria Firmina- História, Literatura, Escravidão. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).
AGOSTINHO, Régia ; QUEIROZ, C. . Protagonismo restaurado. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia ; CARDOSO, G. P. ; REGIS, J. R. . Memórias e Historicidade. 2018. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
AGOSTINHO, Régia ; DANGELO, H. . Quem foi Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia . Intelectuais, discurso e poder. 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
AGOSTINHO, Régia . Conheça o significado dos símbolos nacionais.. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AGOSTINHO, Régia . Sertão História. 2023. (parecerista ad hoc, na avaliação de artigo, do v.2 n.3, (jan. - jun. 2022), para Sertão História (IS).
SILVA, RÉGIA AGOSTINHO DA . ?A escritura afro-feminina maranhense: Maria Firmina dos Reis e sua contribuição para a Literatura Brasileira?. 2022. (parecerista ad hoc do processo de seleção dos Projetos de Iniciação Científica submetidos ao Progra).
AGOSTINHO, Régia . Por uma outra leitura de Adelaide - Maria Firmina dos Reis por Régia Agostinho da Silva. 2020. (video de divuigação).
AGOSTINHO, Régia . História e Literatura: caminhos da pesquisa. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AGOSTINHO, Régia ; LEDA, D. B. . O trabalho de professores ?gestores em instituições públicas de educação superior: implicações para a saúde e subjetividade desses trabalhadores.. 2016. (Parecerista ah hoc do CCH- UFMA).
AGOSTINHO, Régia . História e Literatura: entre fronteiras e identidades. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AGOSTINHO, Régia . História e Literatura: entre fronteiras e identidades. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AGOSTINHO, Régia . História e Literatura: entre fronteiras e identidades. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AGOSTINHO, Régia ; ARAUJO, M. S. ; SOUSA, B. M. . Terra, grama e paralelepípedos: os primeiros tempos do futebol em São Luis. (1906-1930) de Claunísio Amorin Carvalho. 2009. (Revisão de livro).
AGOSTINHO, Régia . História e Literatura. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AGOSTINHO, Régia . Os 150 anos do Manifesto Comunista. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Projetos de pesquisa
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2026 - Atual
Entre o real e a ficção: Mulheres escravizadas no Maranhão no jornal O Publicador e na literatura brasileira na década de 1850-1860, Descrição: Entre o real e a ficção existem fronteiras tênues e porosas (Vieira, 2025). Este projeto pretende investigá-las no que diz respeito as representações de mulheres escravizadas no Maranhão na década de 1850- 1860 do século XIX, usando como fontes o jornal diário O Publicador de São Luís- MA e a literatura do período. Considerando essas fronteiras entre o real e a ficção, a análise proposta visa explorar como as narrativas e registros jornalísticos da época, bem como obras literárias do século XIX, construíram, tensionaram ou reforçaram imagens das mulheres escravizadas, especialmente em relação às suas experiências cotidianas, estratégias de resistência e formas de agência. Ao articular o conteúdo do jornal O Publicador com textos literários do período, o estudo busca identificar pontos de convergência e divergência nas representações (Chartier, 1988) dessas mulheres, valorizando tanto o contexto histórico, fim do tráfico transatlântico no Brasil, quanto as nuances simbólicas presentes nas fontes. Dessa maneira, pretende-se contribuir para uma compreensão mais complexa das relações sociais e dinâmicas de poder e de gênero (Scott, 2017) que marcaram a escravidão no Maranhão e no Brasil na década de 1850 a 1860, ampliando o diálogo entre história e literatura e o entendimento da vida dessas mulheres escravizadas ou de pelo menos de como elas foram representadas e como suas vozes chegaram até nós.Ao adotar essa perspectiva, nos propomos a examinar não apenas as formas explícitas de opressão e resistência, mas também as sutilezas dos discursos que atravessam as fontes históricas e literárias do Maranhão e do Brasil oitocentista. Assim, será possível perceber como as representações das mulheres escravizadas foram atravessadas por interesses políticos, sociais e culturais diversos, muitas vezes invisibilizando suas subjetividades e experiências. A pesquisa, portanto, busca evidenciar como esses registros, ainda que permeados por filtros editoriais, literários ou ideológicos, podem ser relidos para compreender vestígios das múltiplas vivências dessas mulheres, contribuindo para a ampliação do repertório historiográfico sobre a escravidão feminina e suas implicações na formação social brasileira.Ao lermos Vênus em dois atos de Sadyan Hartman (2020) entendemos que a história das mulheres escravizadas chegou até nós de forma muito comprometida por conta dos arquivos que contam muito das suas opressões, mas falam pouco de suas vidas, No entanto, pensamos que a tarefa do historiador seja tentar ler esses filtros e procurar ouvir essas vozes que escapam dessas fontes de opressão. Acreditamos que nos jornais e na literatura e possivelmente com o uso, quando necessário, de fontes de arquivo, processos crimes, possamos atender a este apelo do passado, do que nos falou Walter Benjamin. (1987)Partindo dessa premissa, o desafio reside em desvelar, nas entrelinhas dos relatos e nos silêncios das fontes, indícios das subjetividades e trajetórias dessas mulheres, reconhecendo que a escassez de registros diretos não impede a identificação de marcas da sua presença e de sua atuação histórica. Assim, o exercício historiográfico proposto não se limita à denúncia das limitações impostas pelos arquivos, mas avança na tentativa de reconstruir, a partir das lacunas e fragmentos, narrativas mais sensíveis às experiências, resistências e estratégias de sobrevivência das mulheres escravizadas, valorizando cada vestígio recuperado como parte fundamental do processo de compreensão da complexidade social, cultural e política do Maranhão e do Brasil oitocentista.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador.
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2023 - 2025
A ESCRAVIDÃO NA LITERATURA BRASILEIRA ( PROSA) - SÉCULO XIX, Descrição: O projeto de pesquisa tem por objetivo iniciar uma análise de como a escravidãobrasileira foi representada (CHARTIER, 1990) no século XIX no Brasil, na prosaliterária. Tomando seis romances que consideramos representativos da literaturaconstruída no Brasil no século XIX: Ursula (1859) de Maria Firmina dos Reis ( 1825-1917), O tronco do Ipê ( 1871) de José de Alencar (1829-1877), A escrava Isaura( 1875) de Bernardo Guimarães( 1825-1884), O mulato ( 1881) de Aluisio Azevedo( 1857-1913), Memórias póstumas de Brás Cubas ( 1881) de Machado de Assis ( 1839-1908) e A rainha do Ignoto (1899) de Emilia Freitas (1855-1908). Ao fazer esssasleituras pretendemos perceber as diferentes representações constrúidas por estes autorese autoras de variados lugares do país e como eles leram a escravidão no século XIX,quais posicionamentos tomaram, que olhares tinham sobre o sistema escravista e sobreos escravizados e como e se propuseram mudanças do regime.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / NATALIA FARIAS LOUSEIRO - Integrante / YMANY DE FATIMA DA CRUZ OLIVEIRA - Integrante / ERIK FERREIRA BENEDITO - Integrante.
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2023 - Atual
Maria Firmina dos Reis: uma escritora negra e antiescravista no Brasil na segunda metade do século XIX, Descrição: O presente projeto tem por objetivo discutir a vida e obra da escritora Maria Firmina dos Reis e sua luta contra a escravidão no Brasil na segunda metade do século XIX. Nos últimos tempos Firmina tem adquirido uma maior visibilidade sobre sua vida e obra, afinal foi a autora homenageada da maior feira literária do Brasil ( FLIP) em 2022. Temos visto nos últimos anos, várias dissertações e teses sobre Maria Firmina, defendidas em diversos programas de pós-graduação no Brasil, em diversas áreas das humanidades: História, Letras, Sociologia, Filosofia. A sua obra também tem recebido diversas ediçoes pelas mais variadas editoras, principalmente o seu romance antiescravista Úrsula de 1859, afinal temos até uma tradução para a lingua inglesa do romance de Firmina. ( REIS, 2022). No entanto, acreditamos que as pesquisas sobre a vida e a obra da escritora negra antiescravista e abolicionista Maria Firmina dos Reis merece ainda muitas pesquisas. Podemos pontuar, por exemplo que afemeride do bicentenário de nascimento da autora em 2022, apesar de bem vinda, mostrou-nos o tanto que personagens negros da nossa História e Literatura são pouco pesquisados ou negligenciados. Dizendo melhor, em pesquisa recente de Agenor Gomes em 2022, foi descoberto que Maria Firmina dos Reis nasceu realmente em 1825 e não em 1822, logo, as homenagens mais que merecidas de 2022 podem e devem ser novamente feitas em 2025, ano no qual a autora realmente fará seu bicentenário de nascimento. O equívoco da datação só confirma o que já apontamos, que personagens negros são pouco pesquisados ou negligenciados, como já foi dito por Lilia Moritz Schwarcz, Flávio Gomes e Jaime Lauriano em sua Enciclopedia negra: biografias afro-brasileiras ( 2021). Por isso esse projeto é fundamental, não só para reparar equivocos, mas para ampliar a luz e a visiblidade sobre a vida e obra da escritora maranhense e principalmente para divulgar suas ideias antiescravistas, abolicionistas do século XIX. Maria Firmina nasceu em São Luís do Maranhão em 11 de outubro de 1825, como já apontamos, no bairro de São Pantaleão e morreu em 1917, na vila de Guimarães, interior do estado, para onde se mudou após concurso público para professora de primeiras letras. ( GOMES, 2022) Inicia sua carreira literária com a publicação do romance Úrsula em 1859. Primera mulher negra do Brasil a publicar um romance; antiescravista, abolicionista, professora, musicista, folclorista, responsável pela fundação da primeira escola mista, para meninos e meninas, no Maranhão. (GOMES, 2022) O Maranhão do século XIX se configurou como umas das províncias de maior contingente escravo do país, segundo um levantamento de 1821, estimou-se que dos 152.893 habitantes da província, mais da metade eram escravizados. (GORENDER, 1978) Isso se devia ao quadro econômico que compunha a província. Desde da criação da companhia de comércio do Grão- Pará Maranhão, criada pelo Marquês de Pombal, em 1755, a província teve um entrada maciça de africanos escravizados. Nesse momento, a economia do Maranhão baseava-se como nas demais províncias do país, na agricultura voltada para a agro-exportação. No caso específico do Maranhão, a economia predominante foi a produção de algodão, na qual o trabalho escravo foi sua base de sustentação. As outras duas produções de arroz e açúcar, também se baseavam no trabalho escravo. (FARIA, 2005) No início do século XIX, a economia maranhense vivenciou aquilo que Celso Furtado denominou de uma falsa euforia (FURTADO,2009), visto que a produção e exportação do algodão, aproveitando- se da guerra civil nos Estados Unidos, que até ali era o principal fornecedor de algodão, para a Inglaterra e os demais países europeus, com a desestruturação americana, a economia maranhense ocupa um lugar de destaque nas exportações do país, enriquecendo dessa forma sua elite branca e escravocrata. É nesse contexto que Ma. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / Rafael Balseiro Zin - Integrante / ERIK FERREIRA BENEDITO - Integrante / Dr. Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos - Integrante / Fernada Rodrigues de Miranda - Integrante / Rubenil da Silva Oliveira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - 2022
Maria Firmina dos Reis e sua escrita antiescravista no Maranhão na segunda metade do século XIX, Descrição: O presente projeto tem por objetivo discutir a vida e obra da escritora Maria Firmina dos Reis e sua luta contra a escravidão no Maranhão na segunda metade do século XIX. Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís do Maranhão em 22 de março de 1822, no bairro de São Pantaleão e morreu em 1917, na vila de Guimarães, interior do estado, para onde se mudou aos cinco anos de idade. Inicia sua carreira literária com a publicação do romance Úrsula em 1859. Escritora, mestiça, antiescravista, professora, responsável pela fundação da primeira escola mista, para meninos e meninas, no Maranhão. Publicou talvez o primeiro romance de autoria feminina no Brasil, Úrsula. (DUARTE, 2004) O Maranhão do século XIX se configurou como umas das províncias de maior contingente escravo do país, segundo um levantamento de 1821, estimou-se que dos 152.893 habitantes da província, mais da metade eram escravos. (GORENDER, 1978) Isso se devia ao quadro econômico que compunha a província. Desde da criação da companhia de comércio do Grão- Pará Maranhão, criada pelo Marquês de Pombal, em 1755, a província teve um entrada maciça de africanos escravizados. Nesse momento, a economia do Maranhão baseava-se como nas demais províncias do país, na agricultura voltada para a agro-exportação. No caso específico do Maranhão, a economia predominante foi a produção de algodão, na qual o trabalho escravo foi sua base de sustentação. As outras duas produções de arroz e açúcar, também se baseavam no trabalho escravo. (FARIA, 2005) No início do século XIX, a economia maranhense vivenciou aquilo que Celso Furtado denominou de uma falsa euforia (FURTADO,2009), visto que a produção e exportação do algodão, aproveitando-se da guerra civil nos Estados Unidos, que até ali era o principal fornecedor de algodão, para a Inglaterra e os demais países europeus, com a desestruturação americana, a economia maranhense ocupa um lugar de destaque nas exportações do país, enriquecendo dessa forma sua elite branca e escravocrata. É nesse contexto que Maria Firmina dos Reis, irá publicar sua principal obra Úrsula em 1859, período pouco posterior a proibição do tráfico de escravos, a lei Eusébio de Queiroz de 1850. O romance de Maria Firmina, centrando-se em uma narrativa romântica, na qual o jovem3mancebo Tancredo, apaixona-se por Úrsula heroína do romance, pobre, e órfã donzela. Essas duas personagens, ao longo da narrativa serão ajudadas pelos personagens cativos, que muitas vezes roubam as cenas no romance. Percebemos dessa forma, como Maria Firmina dos Reis, construiu um romance no qual o narrador onisciente discute a temática da escravidão e insere a temática antiescravista na província já em 1859. Nosso objetivo é acompanhar a trajetória de Maria Firmina dos Reis e sua obra, visto que a mesma dedicou grande parte dos seus trabalhos para discutir e debater a escravidão no Maranhão, tanto em seu principal romance, Úrsula, como no conto A escrava de 1887, assim como em diversos jornais do período: Jornal do Comércio, A Moderação, A Verdadeira Marmota, Jardim dos Maranhenses, A Imprensa, Eco da Juventude, Publicador Maranhense, Porto Livre, O Domingo, O País, A revista Maranhense, Diário do Maranhão, A Pacotilha, Federalista. Todos encontrados na Biblioteca Estadual do Maranhão Benedito Leite e também na Biblioteca Nacional, nos quais a escritora publicou poemas, charadas, sendo autora também da letra do hino de libertação dos escravos no Maranhão. A historiografia sobre a escravidão no Maranhão é muito carente, visto que no levantamento que fizemos, encontramos poucos trabalhos que versam sobre essa temática, tão importante para um estado que tem boa parte da sua população de afro-descendentes. Esse projeto de pesquisa insere-se na linha Literatura, Cultura e Fronteiras do Saber do Programa de Pós-Graduação em Letras Mestrado Acadêmico da UFMA/Campus Bacabal do qual sou professora.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / José Henrique de Paula Borralho - Integrante / Rafael Campos Quevedo - Integrante / Fernada Galve - Integrante / Cristiane Navarrete Tolomei - Integrante / Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - 2022
Os afrodescendentes em Úrsula de Maria Firmina dos Reis e Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus., Descrição: O presente projeto tem por objetivo discutir como escritora Maria Firmina dos Reis em sua obra Úrsula (1859) e Carolina Maria de Jesus em Quarto de Despejo (1960) representaram os afrodescentes. Nossa intenção é perceber as mudanças e permanências sobre a imagem dos mesmos na obra contemporânea a escravidão de Maria Firmina ( Úrsula) e de outra já no país pós abolição em Carolina( Quarto de Despejo). Ao fazer isso pretendemos discutir temas como escravidão, discurso antiescravista, abolição e pós- emancipação nas duas escritoras, fazendo um trabalho de história e literatura comparada entre uma autora maranhense ( Maria Firmina dos Reis) e outra mineira ( Carolina Maria de Jesus). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / WANDERSON FERNANDES BORGES - Integrante., Número de produções C, T & A: 34
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2014 - Atual
Grupo de Estudo História e Literatura, Descrição: Grupo voltado para leitura e discussão de textos teóricos sobre a relação entre história e literatura e textos literários.Este grupo se insere na linha Literatura, Cultura e Fronteiras do Saber do Programa de Pós-Graduação em Letras ? Mestrado Acadêmico da UFMA/Campus Bacabal. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / Hiago Andrade - Integrante / Elisangela Morais - Integrante.
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2013 - 2016
Falas escravistas e antiescravistas no Maranhão (1880-1887), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Régia Agostinho da Silva - Coordenador / Hiago Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
Prêmios
2024
Medalha Maria Firmina dos Reis, Prefeitura Municipal de Guimarães- MA.
2020
Diploma de mérito cultural por revelante contribuição aos estudos de Maria Firmina dos Reis, Academia Ludovicense de Letras.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Maranhão, Centro de Ciências Humanas. , Bacanga, Bacanga, 65000-000 - Sao Luis, MA - Brasil, Telefone: (98) 32198332, URL da Homepage:
Experiência profissional
2005 - Atual
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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10/2008 - 08/2009
Direção e administração, Coordenação do curso de História -UFMA.Cargo ou função, Coordenador de Curso.
2004 - 2005
Universidade Estadual do CearáVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: professora substituta, Carga horária: 40
2003 - 2004
Universidade Estadual Vale do AcaraúVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40
1996 - 1997
Colégio CascavelenseVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 10
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