Denise Gallo Pizella

Professora Assistente Doutora (MS-3.2) na Universidade Estadual "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), na Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS), Departamento de Biologia e Zootecnia (DBZ). É docente do ProfÁgua - Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos. Ministra disciplinas na graduação para os cursos de Ciências Biológicas. Possui graduação em Ciências Biológicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP (2002), mestrado em Ciências da Engenharia Ambiental pela Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo (2006) e doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental pela Escola de Engenharia de São Carlos (2010). Atua na área de Ciências Ambientais, nas seguintes linhas de pesquisa: Avaliação de Impactos Ambientais, Licenciamento Ambiental, Avaliação Ambiental Estratégica, Gestão Ambiental Municipal, Gestão da Qualidade Hídrica e Participação social na Gestão dos Recursos Hídricos. É membro da Diretoria da Associação Brasileira de Avaliação de Impactos (ABAI).

Informações coletadas do Lattes em 23/05/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental

2006 - 2010

Escola de Engenharia de São Carlos
Título: As Contribuições da Avaliação Ambiental Estratégia para a tomada de decisões sobre a liberação comercial de Plantas Geneticamente Modificadas no Brasil
Marcelo Pereira de Souza. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Instrumentos Ambientais; Avaliação Ambiental Estratégica; Estudo de Impacto Ambiental; Análise de Risco; Plantas Geneticamente Modificadas.

Mestrado em Ciências da Engenharia Ambiental

2004 - 2006

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo
Título: Análise da sustentabilidade ambiental do sistema de classificação das águas doces superficiais
, Ano de Obtenção: 2006.Marcelo Pereira de Souza.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: classificação das águas doces superficiais; gestão da qualidade hídrica; sustentabilidade ambiental.

Graduação em Ciências Biológicas

1998 - 2002

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP

Formação complementar

2022 - 2022

How to stop the Domsday Clock (Como Parar o Relógio do Juízo Final?). (Carga horária: 3h). , ICL Brasil, ICL BRASIL, Brasil.

2021 - 2021

Extensão universitária em Certificação em Liderança, Capacidade de Aprender e Resiliência. (Carga horária: 4h). , Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

2015 - 2015

Planos de Recursos Hídricos e Enquadramento. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2015 - 2015

Comitê de Bacia Hidrográfica. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2010 - 2010

Extensão universitária em O Uso da Avaliação Ambiental Estratégica.... (Carga horária: 20h). , Escola de Engenharia de São Carlos, EESC, Brasil.

2010 - 2010

O Uso da Avaliação Ambiental Estratégica.... (Carga horária: 12h). , Núcleo de Estudos de Política Ambiental, NEPA, Brasil.

2010 - 2010

Minicurso de Ecologia Ecológica. (Carga horária: 8h). , Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada, CRHEA, Brasil.

2010 - 2010

Avaliação Ambiental Estratégica (AAE). (Carga horária: 8h). , REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos, APAI, Portugal.

2005 - 2005

Extensão universitária em Manejos agroflorestais. (Carga horária: 8h). , Escola de Engenharia de São Carlos, EESC, Brasil.

2005 - 2005

Formação de Auditores Internos ISO 14001:2004. (Carga horária: 24h). , Instituto Brasileiro de Estudos Ambientais e de Saneamento, IBEAS, Brasil.

2001 - 2001

Extensão universitária em Paleobotânica. (Carga horária: 20h). , Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, FFCLRP, Brasil.

2000 - 2000

Extensão universitária em Noções sobre Oceanografia. (Carga horária: 20h). , Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, FFCLRP, Brasil.

1999 - 1999

Extensão universitária em Alguns Tópicos sobre Felinos. (Carga horária: 20h). , Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, FFCLRP, Brasil.

1998 - 1998

Extensão universitária em Ecologia e Comportamento de Cetáceos. (Carga horária: 20h). , Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, FFCLRP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais.

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Planejamento Ambiental.

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Instrumentos de Gestão Ambiental.

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: Recursos Hídricos.

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: avaliação de impactos ambientais.

Grande área: Outros / Área: Ciências Ambientais / Subárea: transgênicos.

Organização de eventos

WILKEN, A. A. P. ; FONSECA, A. ; GALLARDO, A. L. C. F. ; MALVESTIO, A. C. ; DUARTE, C. G. ; BRAGAGNOLO, C. ; LEMOS, C. C. ; VILARDO, C. ; BIANCHI, D. P. Z. ; RODRIGUES, G. S. S. C. ; FILHO, J.F.P. ; CELESTINO, J. E. M. ; SANCHEZ, L. E. ; MONTANO, M. ; SOUZA, M. M. P. ; ALMEIDA, M. R. R. E. ; SANTOS, M. R. R. ; SALVADOR, N. N. ; ALMEIDA, P. S. ; SANTOS, R. F. ; AGRA FILHO, S. ; ATHAYDE, S. ; RAMOS, T. ; PIZELLA, D. G. ; RANIERI, V. E. . Membro da Comissão Científica do 5 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto. 2021. (Congresso).

PIZELLA, D. G. . I Encontro em Meio Ambiente e Sociedade.. 2016. (Outro).

Participação em eventos

XIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. A participação social no Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. 2022. (Congresso).

XIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. A integração dos Planos Diretores Municipais e Planos de Bacia Hidrográfica: Revisão do Plano Diretor de São José do Rio Preto (SP). 2022. (Congresso).

XIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. A participação social no Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. 2022. (Congresso).

XV ENCIVI - ENCONTRO DE CIÊNCIAS DA VIDA - Tecnologias Acessíveis - Um caminho para produção sustentável e conservação da biodiversidade..Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos da Região Sudeste: comparativo das potencialidades para a participação social.. 2022. (Encontro).

XXX Congresso Latinoamericano de Hidráulica. Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos na Região Sul: comparativo das potencialidades para a participação social.. 2022. (Congresso).

XXX Congresso Latinoamericano de Hidráulica. Biodiversidade no Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP.. 2022. (Congresso).

XXXIV Congresso de Iniciação Científica da UNESP.. Licenciamento de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil: considerações sobre impactos cumulativos e sinérgicos em estudos ambientais da Região Sul.. 2022. (Congresso).

18 Congresso Nacional do Meio Ambiente de Poços de Caldas: Justiça Climática no Antropoceno. Análise do Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: a inclusão da biodiversidade na Avaliação de Impactos.. 2021. (Congresso).

18 Congresso Nacional do Meio Ambiente de Poços de Caldas: Justiça Climática no Antropoceno. O enquadramento das águas doces superficiais brasileiras. 2021. (Congresso).

18 Congresso Nacional do Meio Ambiente de Poços de Caldas: Justiça Climática no Antropoceno.. A Acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental: análise dos websites dos órgâos licenciadores da Região Nordeste do Brasil. 2021. (Congresso).

18 Congresso Nacional do Meio Ambiente de Poços de Caldas: Justiça Climática no Antropoceno.. A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas ao Estudo de Impacto Ambiental no Brasil: estudo de caso com a Região Centro-Oeste.. 2021. (Congresso).

18 Congresso Nacional do Meio Ambiente de Poços de Caldas: Justiça Climática no Antropoceno.. Investigação sobre as potencialidades e dificuldades para a participação da sociedade civil em Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos no Brasil.. 2021. (Congresso).

5 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto: "Entre opiniões e evidências: qual o papel da avaliação de impacto ambiental na sociedade?". A inclusão da biodiversidade no Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: diagnóstico ambiental.. 2021. (Congresso).

5 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto: "Entre opiniões e evidências: qual o papel da avaliação de impacto ambiental na sociedade?". A Acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental: análise dos websites dos órgâos licenciadores das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.. 2021. (Congresso).

5 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto: "Entre opiniões e evidências: qual o papel da avaliação de impacto ambiental na sociedade?". A participação social no licenciamento ambiental: uma perspectiva de pesquisadores da área de Avaliação de Impactos Ambientais. 2021. (Congresso).

A Nova Lei Ambiental: O que Muda?. 2021. (Outra).

XIV ENCIVI - Encontro de Ciências da Vida: "A Reinvenção do Ensino, da Pesquisa e da Extensão durante a Pandemia do COVID-19".A utilização de curtas-metragens socioambientais como ferramenta para educação ambiental no ensino formal. 2021. (Encontro).

XIV ENCIVI - Encontro de Ciências da Vida: "A Reinvenção do Ensino, da Pesquisa e da Extensão durante a Pandemia do COVID-19".Licenciamento ambiental: potencialidades e desafios. 2021. (Encontro).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Logística Reversa de Resíduos Eletroeletrônicos da linha marrom: uma revisão da literatura. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Análise do Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: a inclusão da biodiversidade.. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Análise do EIA da PCH Santa Rossa I (RJ, MG), segundo as boas práticas de AIA.. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Impactos da poluição no Rio Preto (SP) ocasionadas por resíduos sólidos urbanos.. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Acessibilidade às Informações Ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental: análise dos websites dos órgãos licenciadores da Região Centro-Oeste brasileira.. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas ao Estudo de Impacto Ambiental no Brasil: Estudo de caso com a região nordeste.. 2020. (Congresso).

17 Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Logística reversa de smartphones e aparelhos celulares: paronâmica no município de Ilha Solteira SP.. 2020. (Congresso).

Congresso Internacional de Engenharia Ambiental & 10 Reunião de de Estudos Ambientais.. Práticas de Educação Ambiental para a preservação dos recursos hídricos em São José do Rio Preto, SP... 2020. (Congresso).

Congresso Internacional de Engenharia Ambiental & 10 Reunião de Estudos Ambientais.. Avaliação Ambiental Integrada de Bacia Hidrográfica para Pequenas Centrais Hidrelétricas: uma síntese bibliográfica.. 2020. (Congresso).

I Congresso On-line Internacional de Sustentabilidade: Um olhar sobre os ODS. Implantação da Agenda 2030: Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em São José do Rio Preto (SP). 2020. (Congresso).

XIV Encontro Nacional de Engenharia de Sedimentos. Análise do levantamento batimétrico e sísmico de um dos reservatórios de captação superficial de água de São José do Rio Preto (SP). 2020. (Congresso).

XXXII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. A acessibilidade às informações ambientais no licenciamento ambiental: Análises dos websites dos órgãos licenciadores da região norte do Brasil.. 2020. (Congresso).

XXXII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. A participação social no Licenciamento Ambiental de atividades sujeitas ao EIA no Brasil: Estudo de caso da região norte. 2020. (Congresso).

XXXII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Análise do Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP.. 2020. (Congresso).

16 Congresso Nacional de Meio Ambiente e 3 Simpósio de Águas de Poços de Caldas. O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e a Diretiva Quadro da União Européia para as águas: um comparativo, com ênfase em Portugal.. 2019. (Congresso).

16 Congresso Nacional de Meio Ambiente e 3 Simpósio de Águas de Poços de Caldas. A acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental: análise dos websites dos órgãos licenciadores da Região Sul. 2019. (Congresso).

16 Congresso Nacional de Meio Ambiente e 3 Simpósio de Águas de Poços de Caldas. A percepção de estudantes do Ensino Médio acerca de problemas socioambientais.. 2019. (Congresso).

16 Congresso Nacional de Meio Ambiente e 3 Simpósio de Águas de Poços de Caldas. A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas a Estudos de Impacto Ambiental no Brasil: estudo de caso com a Região Sul.. 2019. (Congresso).

16 Congresso Nacional de Meio Ambiente e 3 Simpósio de Águas de Poços de Caldas. Dificuldades para o enquadramento das águas doces superficiais na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (SP). 2019. (Congresso).

8 Simpósio de Gestão Ambiental e Biodiversidade.O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios para a gestão da qualidade hídrica.. 2019. (Simpósio).

XIII ENCIVI: A importância da pesquisa e sua divulgação para a construção da sociedade..Os desafios do enquadramento das águas doces superficiais nos rios de domínio da União: estudo de caso da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema.. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas a Estudo de Impacto Ambiental no Brasil.. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.A Acessibilidade às informações ambientais sobre os Processos de Licenciamento Ambiental no Brasil. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.Parecerista de dois trabalhos científicos.. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.Avaliadora de 4 trabalhos nas Apresentações em pôster.. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.A percepção dos estudantes do Ensino Médio sobre atitudes e atores sociais responsáveis na mitigação de problemas socioambientais.. 2019. (Encontro).

XIII ENCIVI: a importânica da pesquisa e sua divulgação científica para a construção da sociedade.O Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil em Bacias Hidrográficas estaduais: desafios para a gestão da qualidade hídrica.. 2019. (Encontro).

XXIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos.Os desafios do enquadramento das águas doces superficiais em rios de domínio da União: estudo de caso das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (MG e SP). 2019. (Simpósio).

XXXI Congresso de Iniciação Científica da Unesp. O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios para a gestão da qualidade hídrica.. 2019. (Congresso).

XXXI Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Logística reversa de resíduos eletroeletrônicos da linha verde: panorâmica no estado de São Paulo.. 2019. (Congresso).

XXXI Congresso de Iniciação Científica da Unesp. A percepção de estudantes sobre atitudes e atores sociais responsáveis na mitigação de problemas socioambientais.. 2019. (Congresso).

4 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto. Membro de Comissão Científica. 2018. (Congresso).

4 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto. Alternativas Locacionais em Estudos de Impacto Ambiental: Estudos de caso com Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil.. 2018. (Congresso).

4 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto. Análise da qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte.. 2018. (Congresso).

4 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto. Análise da Qualidade de Estudos de Impacto Ambiental: A Pequena Central Hidrelétrica "Santa Rosa I " (RJ e MG). 2018. (Congresso).

XII Encontro de Ciências da Vida.As Cooperativas de Reciclagem e a gestão de resíduos sólidos urbanos: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP.. 2018. (Encontro).

XII Encontro de Ciências da Vida.Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e na Diretiva Quadro da União Européia para as águas: um estudo comparativo.. 2018. (Encontro).

XII Encontro de Ciências da Vida.Qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico. 2018. (Encontro).

XII Encontro de Ciências da Vida.A utilização de curtas-metragens socioambientais como ferramenta para educação ambiental no ensino formal.. 2018. (Encontro).

XV Semana Nacional de Ciência e Tecnologia..O movimento por Justiça Ambiental no Brasil e no mundo e a busca por um Desenvolvimento Sustentável.. 2018. (Outra).

XXX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. A utilização de documentários socioambientais como ferramenta para a cidadania ambiental.. 2018. (Congresso).

XXX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e a diretiva quadro da União Europeia para as águas: um estudo comparativo.. 2018. (Congresso).

XXX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Análise da qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte. 2018. (Congresso).

Dia da Graduação. 2017. (Outra).

VIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. Municipalização do Licenciamento Ambiental: Uma análise institucional, tendo como estudo de caso o Município de Três Lagoas, MS.. 2017. (Congresso).

VIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. As Potencialidades e Dificuldades para a Certificação Florestal ?Forward Stewardship Council? (FSC): Estudo de caso da empresa Eldorado Brasil.. 2017. (Congresso).

VIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. A Integração entre Planos Diretores Municipais e Planos de Bacias Hidrográficas: Estudo de caso do Plano Diretor de Santa Fé do Sul e do Plano de Bacia do São José dos Dourados, SP. 2017. (Congresso).

XI Encontro de Ciências da Vida.O licenciamento ambiental municipal: uma revisão bibliográfica. 2017. (Encontro).

XI Encontro de Ciências da Vida.Certificação Florestal ?Forest Stewardship Council?: Uma revisão bibliográfica. 2017. (Encontro).

XI Encontro de Ciências da Vida.O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: uma revisão bibliográfica. 2017. (Encontro).

XI Encontro de Ciências da Vida.A utilização de curtas-metragens socioambientais como ferramenta para educação ambiental no ensino formal. 2017. (Encontro).

XI Encontro de Ciências da Vida."Revisão de literatura sobre a análise de estudos de impacto ambiental realizados no Brasil e no mundo". 2017. (Encontro).

XXIX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Os Desafios da Certificação Florestal ?FSC: Estudo de caso da empresa Eldorado Brasil Celulose S.A.. 2017. (Congresso).

XXIX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Municipalização do Licenciamento Ambiental: estudo de caso do município de Três Lagoas, MS.. 2017. (Congresso).

XXIX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Boas práticas em Estudo de Impacto Ambiental: estudo de caso da pequena central hidrelétrica Santa Rosa I (MG, RJ).. 2017. (Congresso).

XXIX Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Horta e compostagem em uma escola particular de Ilha Solteira-SP: Resultado Parcial. 2017. (Congresso).

XXXII Reunião da FeSBE.BIOPAC: Um recurso didático alternativo ao uso de animais não-humanos no ensino de Fisiologia.. 2017. (Outra).

3 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto e 4 Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos. Avaliação Ambiental Estratégica como instumento para a gestão integrada de recursos hídricos: estudo de caso do Plano de Bacia do São José dos Dourados e do Plano Diretor Municipal de Ilha Solteira, SP.. 2016. (Congresso).

3 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto e 4 Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos. Municipalização do Licenciamento Ambiental: Estudo de caso do Município de Três Lagoas, MS.. 2016. (Congresso).

3 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto e 4 Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos. Análise de Estudos de Impacto Ambiental: A Pequena Central Hidrelétrica ?Santa Rosa 1? (RJ e MG). 2016. (Congresso).

Dia da Graduação. 2016. (Outra).

Simpósio Métodos Alternativos ao Uso de Animais no ensino.Hardware BIOPAC; um recurso didático alternativo ao uso de animais não-humanos no ensino de Fisiologia Geral e Comparada. 2016. (Simpósio).

X Encontro de Ciências da Vida.Gestão Ambiental Municipal: Estudo de caso do Órgão Municipal de Meio Ambiente no município de Santa Fé do Sul, SP.. 2016. (Encontro).

X Encontro de Ciências da Vida.Gestão Ambiental local e órgãos municipais de meio ambiente: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP. 2016. (Encontro).

XIII Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. MODELO DE GESTÃO DE PLANTAS GENETICAMENTE MODIFICADAS DE USO AGRÍCOLA NO BRASIL: APROXIMAÇÕES COM O MODELO ESTADUNIDENSE OU EUROPEU?. 2016. (Congresso).

XIII Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. Os Conselhos Municipais de Meio Ambiente na gestão ambiental: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP.. 2016. (Congresso).

XXVIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Sistema de Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do Município de Santa Fé do Sul, SP.. 2016. (Congresso).

XXVIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Sistema de gestão ambiental municipal: estudo de caso do município de Santa Fé do Sul.. 2016. (Congresso).

XXVIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp.Sistema de Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP.. 2016. (Encontro).

2 Encontro de Educação Ambiental em Recursos Hídricos do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados Jo.Água e Sustentabilidade. 2015. (Encontro).

8 Congresso de Extensão Universitária da Unesp. Cinema e Meio Ambiente: uma ferramenta para a cidadania ambiental no ambiente escolar.. 2015. (Congresso).

Dia da Graduação. 2015. (Encontro).

IX ENCIVI.A municipalização da gestão ambiental no Brasil e a estruturação do SISMUMA: uma revisão bibliográfica sobre seus desafios e oportunidades. 2015. (Encontro).

VIII Semana Acadêmica de Ciências Biológicas.Histórico da Avaliação de Impactos Ambientais no Brasil. 2015. (Outra).

XII Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas. A Aprendizagem Social na gestão compartilhada de Bacias Hidrográficas. 2015. (Congresso).

XXI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos.GESTÃO INTEGRADA DOS RECURSOS HÍDRICOS: PLANOS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS E PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS. 2015. (Simpósio).

XXVII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Sistema de gestão ambiental municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP. 2015. (Congresso).

Dia da Graduação. 2014. (Outra).

VIII Encontro de Ciências da Vida. 2014. (Encontro).

X Fórum da Alta Ambiental Paulista.Aplicação do Instrumento de Política Ambiental "Avaliação Ambiental Estratégica" como subsidio a Planos de Bacias Hidrográficas. 2014. (Outra).

Belo Monte, anúncio de uma guerra.Belo Monte, anúncio de uma guerra.. 2013. (Outra).

I Semana do Meio Ambiente - Conhecer para preservar.Belo Monte, anúncio de uma guerra. 2013. (Outra).

UNESP e seus novos docentes. 2013. (Encontro).

VII Encontro de Ciências da Vida (ENCIVI)- O impacto da nova consciência ambiental.Legislação Ambiental. 2013. (Encontro).

XI Ciclo de Plalestras da Biologia - Comemoração do Dia do Biólogo.A importância do Conhecimento da Biodiversidade para sua Proteção Legal. 2013. (Outra).

Cúpula dos Povos na Rio+20 por justiça social e ambiental. 2012. (Outra).

I Seminário de Meio Ambiente de Sertãozinho. 2012. (Seminário).

1 Conferência da REDE de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactos.Contribuições da Avaliação Ambiental Estratégica para a tomada de decisões sobre a liberação comercial de Plantas Geneticamente Modificadas no Brasil. 2010. (Outra).

O Uso da Avaliação Ambiental Estratégica no processo decisório. 2010. (Outra).

VII Convención Internacional sobre Medio Ambiente y Desarrollo. Governance of Transgenic Crops in Brazil. 2009. (Congresso).

Avanços e Desafios para a Consolidação da Avaliação Ambiental Estratégica no Brasil. 2008. (Encontro).

II Congresso Aquífero Guarani. 2008. (Congresso).

II Workshop Internacional de Pesquisa em Indicadores de Sustentabilidade. 2008. (Outra).

O Direito e a Questão Ambiental. 2008. (Encontro).

V Semana da Engenharia Ambiental: Em busca da Sustentabilidade Ambiental. 2008. (Simpósio).

24 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. As contribuições da Avaliação Ambiental Estratégica para a Estratégia Nacional de Biotecnologia. 2007. (Congresso).

XII Simpósio do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental.Regulação de Organismos Geneticamente Modificados de uso agrícola. 2007. (Simpósio).

XII Simpósio do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental.O papel dos indicadores de desenvolvimento sustentável para governança ambiental. 2007. (Simpósio).

I Simpósio de Recursos Hídricos do Sul-Sudeste.Análise do sistema de gestão da qualidade das águas doces superficiais brasileiras. 2006. (Simpósio).

II Simpósio da Engenharia Ambiental: impactos ambientais.Impactos Ambientais do Cenário de Orquestração Global do Millenium Ecosystem Assessment para o Século XXI em um trecho do rio do Monjolinho (São Carlos, SP). 2005. (Simpósio).

II Simpósio da Engenharia Sanitária e Ambiental: impactos ambientais.Impactos ambientais do escoamento urbano sobre as águas doces superficiais. 2005. (Simpósio).

I Simpósio da Engenharia Ambiental EESC-USP. 2004. (Simpósio).

X Simpósio do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental: 15 anos de pesquisa, ensino e extensão.Enquadramento das águas doces superficiais brasileiras e sustentabilidade ambiental. 2004. (Simpósio).

Fórum Social Mundial. 2003. (Outra).

III Simpósio Miguel Rolando Covian.Universidade: essência, impasses e alternativas nos escritos de Miguel Rolando Covian. 2003. (Simpósio).

Symposium in comemoration of the 50 years of the physiology Department of the Faculty of Medicine of Ribeirão Preto - Medicine and Humanity: the contribution of Miguel Rolando Covian and others perspectives.A Universidade na concepção de Miguel Rolando Covian. 2003. (Simpósio).

2 Simpósio sobre Ética no Uso de Animais para Fins Didáticos e Experimentais. 2002. (Simpósio).

I Encontro de Educação de Ribeirão Preto. 2002. (Encontro).

Curso de Difusão Cultural. 2001. (Simpósio).

I Simpósio de Ecologia Comportamental e Interações. 2001. (Simpósio).

I Simpósio de Ecologia Comportamental e Interações. 2001. (Simpósio).

XXIX Semana de Bio-estudos. 2001. (Simpósio).

XXVIII Semana de Bio-estudos. 2000. (Simpósio).

XXVII Semana de Bio-estudos. 1999. (Simpósio).

XXVI Semana de Bio-estudos. 1998. (Simpósio).

Participação em bancas

Aluno: Maria Cristina Navarrete Néris

LEAL, A. C.; GEBARA, D.;PIZELLA, D. G.. Participação na gestão hídrica: o papel da sociedade civil no Conselho de Recursos Hídricos do estado de São Paulo.. 2021. Dissertação (Mestrado em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos - Profágua) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: ALEXANDRE BATISTA DO CARMO

PIZELLA, D. G.; SILVA, S. A. A.; Santos, S. M.. A conexão dos Planos Diretores Municipais e Planos de Bacia Hidrográfica: a integração entre os instrumentos de gestão.. 2021. Dissertação (Mestrado em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos - Profágua) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Raphaela Martins de Carvalho

SOUZA, M. M. P.;PIZELLA, D. G.; SINISGALLI, P. A. A.. Análise da qualidade de alternativas e estudos de localização em EIAs do setor sucroalcooleiro do estado de São Paulo.. 2020. Dissertação (Mestrado em Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Silvia Sayuri Mandai

SOUZA, MARCELO PEREIRA DE; MORETTO, E. M.; ALMEIDA, M. R. R. E.;PIZELLA, DENISE GALLO. A inclusão da biodiversidade em Estudos de Impacto Ambiental do estado de São Paulo. 2019. Dissertação (Mestrado em Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Vagner Alexandre Aparecido de Souza

PIZELLA, D. G.; GEBARA, D.; SOUZA, M. M. P.. O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil em rios de domínio da União: desafios para a gestão da qualidade hídrica.. 2019. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Guilherme Augusto Carminato Bircol

Marcelo Pereira de Souza; MORETTO, E. M.; DUARTE, C. G.;PIZELLA, D. G.. O tiering de informações e decisões ambientais e a estrutura de planejamento de uso e ocupação do solo.. 2018. Dissertação (Mestrado em Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Simone Mendonça dos Santos

RANIERI, V. E. L.; NEVES, F. F.; MORETTO, E. M.;PIZELLA, D. G.; SALVADOR, N. N. B.. A Avaliação Ambiental Estratégica e o planejamento dos recursos hídricos: a experiência francesa e as contribuições para os planos de bacia hidrográfica no país.. 2015. Tese (Doutorado em PPGSEA) - Escola de Engenharia de São Carlos.

Aluno: ANDRE LUIZ OLIVEIRA

SOUZA, M. P.; ALMEIDA, P. S.; NEVES, F. F.; FILHO, J.F.P.;PIZELLA, D. G.. Alternativas jurídicas, institucionais e de procedimentos para implantação da Avaliação Ambiental Estratégica no Brasil.. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental) - Escola de Engenharia de São Carlos.

Aluno: Geise Correa Teles

SOUZA, M. M. P.; MORETTO, E. M.;PIZELLA, D. G.. O Uso da Percepção de Risco na Gestão Preventiva de Acidentes com Barragens de Mineração Pará.. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Debora Pavani Silva

SANTANA, A. L.; TARSITANO, M. A. A.;PIZELLA, D. G.. As lutas pela reforma agrária no Território Prof. Cory/Andradina (SP): memórias das lideranças dos movimentos sociais.. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Beatriz Schenaide Vitória

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; GEBARA, D.. Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos no Brasil: análise comparada das potencialidades e dificuldades para a participação social.. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: RAFAEL POLIZEL ESTEVES

ALBERTIN, L. L.;PIZELLA, D. G.; VANZELA, L. S.. O Papel das Agências Reguladoras na Universalização do Saneamento: uma análise comparativa nos municípios de Birigui-SP e Araçatuba-SP.. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Bianca Oliveira Rocha

PIZELLA, D. G.; MACIEL, G. F.; GALLARDO, A. L. C. F.. Análise da contribuição da Avaliação Ambiental Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio Piquiri-PR nos Estudos Ambientais de Pequenas Centrais Hidrelétricas.. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: ALEXANDRE BATISTA DO CARMO

PIZELLA, D. G.; ALBERTIN, L. L.; Santos, S. M.. A conexão dos Planos Diretores Municipais e Planos de Bacia Hidrográfica: a integração entre os instrumentos de gestão.. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos,) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Maria Cristina Navarrete Néris

PIZELLA, D. G.; LEAL, A. C.; GEBARA, D.. Participação social na gestão hídrica: o papel da sociedade civil no Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo.. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Natasha Ulhiana Ferreira Ribeiro

CARVALHO, S. L.; PINHEIRO, J. H. P. A.;PIZELLA, D. G.. Dianóstico da qualidade da água de uma bacia hidrográfica no Rio Paraná em Aparecida do Tabuado - MS. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Halana Bressan de Oliveira

LIMA, C. G. R.;PIZELLA, D. G.; LEAL, A. C.. Gestão Integrada dos Recursos Hídricos no Espaço Urbano/Rural: Análise da Relação entre os Instrumentos de Gestão no Município de Bebedouro - SP. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Jeferson Maiko de Almeida

CARVALHO, S. L.; PINHEIRO, J. H. P. A.;PIZELLA, D. G.. Determinação do Grau de Trofia no Baixo Tietê, por meio da comparação entre dois diferentes Índices de Estado Trófico.. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Engenharia Civil) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: GABRIELLE ROSSI ENTRIM

BUARQUE, D. C.; TOSTA, J. A.;PIZELLA, D. G.. Alinhando o Plano Diretor Municipal com as ações do Plano Diretor de Recursos Hídricos de Bacia Hidrográfica: estudo de caso da Bacia do Rio Jucu - ES. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Federal do Espírito Santo.

Aluno: Vagner Alexandre Aparecido de Souza

PIZELLA, D. G.; ALBERTIN, L. L.; GEBARA, D.. O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil em rios de domínio da União: desafios para a gestão da qualidade hídrica. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos.) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Silvia Sayuri Mandai

SOUZA, M. P.; MORETTO, E. M.;PIZELLA, D. G.. A integração da biodiversidade em Estudos de Impacto Ambiental do estado de São Paulo. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Juliana Pinheiro de Matos

DORNFELD, C. B.;PIZELLA, D. G.; CARVALHO, M. B. S. S.. Educação Ambiental em Unidades de Conservação do Oeste Paulista.. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Ensino e Processos Formativos) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Manuela Lopes Santos

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; CARVALHO, S. L.. Licenciamento de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil: considerações sobre impactos cumulativos e sinérgicos em Estudos Ambientais.. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Pedro Oliveira Faria

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; Santos, S. M.. O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios e potencialidades para a gestão da qualidade hídrica.. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luana Lopes Valcacio

DORNFELD, C. B.;PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.. Concepções dos Membros do Comitê de Bacia Hidrográfica sobre a qualidade da água e a atividade de piscicultura no rio São José dos Dourados.. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Rafaela Silva de Oliveira de Lima

PIZELLA, D. G.; Santos, S. M.; CARVALHO, S. L.. A acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental no Brasil: Análise dos websites dos órgãos ambientais licenciadores estaduais. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Beatriz Braidoti

BORTOLETTO, A.;PIZELLA, D. G.; GALINDO, M. A.. Filosofia da Ciência e equidade de gênero: Um olhar para a história de formação das professoras de um curso de licenciatura em física.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Física) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: HELENA SCHUTZER DE GODOY

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; ROCHA, B. O.. Logística Reversa de Smartphones e aparelhos celulares: Panorâmica no Estado de São Paulo e no município de Ilha Solteira, SP.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Sofia Araújo Barros

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; QUEIROZ, T. V.. Logística Reversa de Resíduos Eletroeletrônicos da Linha Marrom: Panorama do Estado de São Paulo e município de Ilha Solteira, SP.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Jaqueline Bruna Santim

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; Santos, S. M.. A participação social no Licenciamento Ambiental de atividades sujeitas ao Estudo de Impacto Ambiental no Brasil.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Mirella Souza

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; RIBEIRO, C. S.. Análise do Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: a inclusão da biodiversidade.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Paulo Henrique Furlan

PIZELLA, D. G.; LANNES, L. S.; RIBEIRO, C. S.. O Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e a Diretiva Quadro da União Européia para as águas: um estudo comparativo.. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: BEATRIZ NUNES HERREIRA

PIZELLA, D. G.; CARVALHO, S. L.; RIBEIRO, C. S.. O ESTADO DO ENQUADRAMENTO DAS ÁGUAS DOCES SUPERFICIAIS:ESTUDO DE CASO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO RIO TIETÊ, SP.. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Rafaella Mascarelli Pereira

PIZELLA, D. G.; FREITAS, E. A. C.; MATOS, J. P.. A interação socioambiental no planejamento de unidades de conservação: um estudo de caso sobre o plano de manejo do Parque Estadual do Aguapeí (SP). 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Allana Lojó Pizápio

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; CARVALHO, S. L.. Sistema de Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do Município de Santa Fé do Sul, SP.. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Marcela Dos Santos Maróstica

DORNFELD, C. B.; LEITE, M. A.;PIZELLA, D. G.. A visão dos assentados sobre saneamento e conservação ambiental no Assentamento Estrela da Ilha (Ilha Solteira, SP). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Thainá Berlim de Oliveira Santos

SANTANA, A. L.; SILVA, F. C.;PIZELLA, D. G.. Caracterização sociambiental em um assentamento rural do Território Prof. Cory/Andradina: o caso das famílias do Assentamento Cachoeira, em Itapura (SP).. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engeharia Agronômica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Gabriela Lozano Olivério

PIZELLA, D. G.; MALTONI, K. L.; LANNES, L. S.. A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL ?FOREST STEWARDSHIP COUNCIL?: UMA ANÁLISE CRÍTICA A PARTIR DO ESTUDO DE CASO DA EMPRESA ELDORADO BRASIL CELULOSE S.A.. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Bianca Oliveira Rocha

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; CARVALHO, S. L.. Análise de Estudos de Impacto Ambiental: a Pequena Central Hidrelétrica "Santa Rosa 1". 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Mariane Elisa Pagotto

PIZELLA, D. G.; DORNFELD, C. B.; CARVALHO, S. L.. Municipalização do Licenciamento Ambiental: Uma análise institucional, tendo como estudo de caso o Município de Três Lagoas, MS.. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Pedro Lacal da Cunha Minin

FREITAS, E. A. C.; DORNFELD, C. B.;PIZELLA, D. G.. A Conservação da Biodiversidade no contexto da Educação Ambiental no Brasil.. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Thais Pigozzi Codo Amaral

PIZELLA, D. G.; FREITAS, E. A. C.; DORNFELD, C. B.. Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Bianca Oliveira Rocha

DORNFELD, C. B.; ARNONI, M. E. B.;PIZELLA, D. G.. Ensino sobre Bacias Hidrográficas na perspectiva da Mediação Dialética. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

LISONI, F. C. R.;PIZELLA, D. G.; SILVA, C. B.. Concurso Público para contratação de 1 (um) Professor Substituto, na área: Ciências Agrárias, subárea de conhecimento: Zootecnia, Agronomia ou Medicina Veterinária e no conjunto de disciplinas: " Nutrição Animal", "Nutrição e Alimento de Ruminantes e "Zootecnia de Ruminantes".. 2021. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

PIZELLA, D. G.. Coordenadora de Sessão no 5 Congresso de Avaliação de Impacto: "Entre opiniões e evidências: qual o papel da avaliação de impacto ambiental na sociedade?. 2021. Associação Brasileira de Avaliação de Impacto.

PIZELLA, D. G.. Coordenadora de Sessão no 5 Congresso de Avaliação de Impacto: "Entre opiniões e evidências: qual o papel da avaliação de impacto ambiental na sociedade?. 2021. Associação Brasileira de Avaliação de Impacto.

RESENDE, A.A.; RIBEIRO, C. S.;PIZELLA, D. G.. Processo de Seleção de Monitoria na disciplina "Sistemática Vegetal", ministrada no Departamento de Biologia e Zootecnia da FEIS - UNESP.. 2018. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; CARVALHO, S. L.. Processo de Seleção de Monitoria na disciplina "Avaliação de Impactos Ambientaisl", ministrada no Departamento de Biologia e Zootecnia da FEIS - UNESP, como Presidente.. 2018. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

RESENDE, A.A.; RIBEIRO, C. S.;PIZELLA, D. G.. Processo de Seleção de Monitoria da disciplina Sistemática de Primoplantae Sem Sementes. 2016. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

PIZELLA, D. G.; RIBEIRO, C. S.; MONTEFELTRO, F. C.. Presidente da Comissão do Processo de Seleção de Monitoria na disciplina Avaliação de Impactos Ambientais.. 2016.

Orientou

Mirella Souza

A participação dos Comitês de Bacia Hidrográfica no licenciamento ambiental de Pequenas Centrais Hidrelétricas; Início: 2022; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos; ) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; (Orientador);

Beatriz Schenaide Vitória

A participação da sociedade civil nos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos; Início: 2021; Dissertação (Mestrado profissional em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos; ) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; (Orientador);

Leandra Maritza Van Der Laan Berbel

Participação social em empreendimentos de Usinas Hidrelétricas licenciadas pelo IBAMA; ; Início: 2022; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; (Orientador);

Maria Cristina Navarrete Néris

Participação social na gestão hídrica: o papel da sociedade civil no Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo; ; 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos,) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Vagner Alexandre Aparecido de Souza

Enquadramento das águas doces superficiais em rios da União: desafios e potencialidades; ; 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos,) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,; Orientador: Denise Gallo Pizella;

ALEXANDRE BATISTA DO CARMO

Potencialidades para a gestão integrada de bacias hidrográficas e do uso do solo municipal; ; 2019; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos; ) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Jaqueline Bruna Santim

A Participação Social no Licenciamento Ambiental de atividades sujeitas a Estudo de Impacto Ambiental no Brasil; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Sofia Araújo Barros

Logística reversa de resíduos eletroeletrônicos da linha marron: panorama do estado de São Paulo e município de Ilha Solteira, SP; ; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

HELENA SCHUTZER DE GODOY

Logística Reversa de Smartphones e aparelhos celulares: panorâmica no Brasil e no município de Ilha Solteira, SP; ; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

PEDRO OLIVERIA FARIA

O Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios e potencialidades para a gestão da qualidade hídrica; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Denise Gallo Pizella;

RAFAELA SILVA DE OLIVEIRA LIMA

A Acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental: análise dos websites dos órgâos licenciadores brasileiros; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mirella Souza

Análise do PACUERA da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: inclusão da biodiversidade; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

BEATRIZ NUNES HERREIRA

O Enquadramento das águas doces superficiais: estudo de caso das bacias do Rio Tietê, SP; ; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

BEATRIZ NUNES HERREIRA

O ESTADO DO ENQUADRAMENTO DAS ÁGUAS DOCES SUPERFICIAIS:ESTUDO DE CASO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO RIO TIETÊ, SP; ; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Paulo Henrique Furlan

O ENQUADRAMENTO DAS ÁGUAS DOCES SUPERFICIAIS NO BRASIL E A DIRETIVA QUADRO DA UNIÃO EUROPÉIA PARA AS ÁGUAS: UM ESTUDO COMPARATIVO; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Sofia Araújo Barros

Logística reversa de resíduos eletroeletrônicos da linha marron: panorama do estado de São Paulo e município de Ilha Solteira, SP; ; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Jéssica Natália Barbosa de Almeida

; ANÁLISE DA QUALIDADE DE RELATÓRIOS DE IMPACTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DO APROVEITAMENTO HIDRELÉTRICO DE BELO MONTE; ; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Gabriela Lozano Olivério

A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL ?FOREST STEWARDSHIP COUNCIL?: UMA ANÁLISE CRÍTICA A PARTIR DO ESTUDO DE CASO DA EMPRESA ELDORADO BRASIL CELULOSE S; A; ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Alana Lojó Pizápio

Sistema de Gestão Ambiental: estudo de caso do Município de Santa Fé do Sul, SP; ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca de Oliveira Rocha

ANÁLISE DE ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL: A PEQUENA CENTRAL HIDREELÉTRICA SANTA ROSA 1 (RJ e MG); ; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Thais Pigozzi Codo Amaral

Sistema de gestão ambiental municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Manuela Lopes

Considerações sobre impactos sinérgicos e cumulativos em Estudos de Impacto Ambiental de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil; ; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Paulo Henrique Furlan

O ENQUADRAMENTO DAS ÁGUAS DOCES SUPERFICIAIS NO BRASIL E A DIRETIVA QUADRO DA UNIÃO EUROPÉIA PARA AS ÁGUAS: UM ESTUDO COMPARATIVO; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Pedro Oliveira Faria

O Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios e potencialidades para a gestão da qualidade hídrica; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Rafaela Silva de Oliveira de Lima

A acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental no Brasil: Análise dos websites dos órgãos ambientais licenciadores; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

HELENA SCHUTZER DE GODOY

Logística Reversa de Smartphones e aparelhos celulares: panorâmica no Brasil e no município de Ilha Solteira, SP; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Mecânica) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mirella Souza

Análise do PACUERA da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: inclusão da biodiversidade; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

João Vitor de Souza Xavier

CINEMA E MEIO AMBIENTE: A UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS SOCIOAMBIENTAIS COMO FERRAMENTA PARA A CIDADANIA AMBIENTAL; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Jéssica Natália Barbosa de Almeida

ANÁLISE DA QUALIDADE DE RELATÓRIOS DE IMPACTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DO APROVEITAMENTO HIDRELÉTRICO DE BELO MONTE; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca de Oliveira Rocha

ANÁLISE DE ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL: A PEQUENA CENTRAL HIDREELÉTRICA ?SANTA ROSA 1? (RJ e MG); 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mariane Elisa Pagotto

MUNICIPALIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, MS; ; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Allana Lojó Pizápio

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: ESTUDO DE CASO DO MUNICÍPIO DE SANTA FÉ DO SUL, SP; ; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Thais Pigozzi Codo Amaral

Sistema de Gestão Municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP; ; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Jaqueline Bruna Santim

Gestão Ambiental; 2020; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mirella Souza

Cinema e Meio Ambiente; 2020; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Kenia Maria Rezende Silva

Gestão Ambiental; 2020; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca de Oliveira Rocha

Estágio Docência na Disciplina de Avaliação de Impacto Ambiental; 2020; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mirella Souza

Cinema e Meio Ambiente; 2020; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Paulo Roberto da Silva

Gestão Ambiental; 2019; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Elizete Aparecida Checon de Freitas Lima

Orientação de estudantes de graduação do Curso de Ciências Biológicas; 2019; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Gustavo Afonso Crepald Cardozo

Gestão ambiental no município de Ilha Solteira, SP; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mariane Elisa Pagotto

Gestão ambiental em empresas; ; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Jéssica Natália Barbosa de Almeida

Monitoria da Disciplina Avaliação de Impacto Ambiental; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

João Vitor de Souza Xavier

Cinema e Meio Ambiente; 2017; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Julia Marcondes

Cinema e Meio Ambiente; 2017; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

BEATRIZ NUNES HERREIRA

Cinema e Meio Ambiente; 2017; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Rafael Augusto Martin

Cinema e Meio Ambiente; 2017; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca de Freitas Machado

Microbiologia Aplicada a Agricultura e Pecuária; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Gabriela Pinto de Oliveira

Gestão Ambiental no município de Pereira Barreto, SP; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Lucivânia da Silva Mendes

Gestão Ambiental no município de Ilha Solteira, SP; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Yrina Krauss Barreto Alvarenga

Hardware BIOPAC: Uma alternativa para o ensino de fisiologia comparada; ; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca Oliveira Rocha

Monitoria da disciplina Avaliação de Impactos Ambientais; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Julia Marcondes

Cinema e Meio Ambiente; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

João Victor de Souza Xavier

Cinema e Meio Ambiente; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Alana Lojó Pizápio

Cinema e Meio Ambiente; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Thais Pigozzi Codo Amaral

Cinema e Meio Ambiente; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Roberta Barbosa

Cinema e Meio Ambiente; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Allana Lojó Pizápio

Cinema e Meio Ambiente; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

João Victor de Souza Xavier

Cinema e Meio Ambiente; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Julia Marcondes

Cinema e Meio Ambiente; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Allana Lojó Pizápio

Cinema e Meio Ambiente; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Danilo Silva Teixeira

Cinema e Meio Ambiente; 2014; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Roberta Barbosa

Cinema e Meio Ambiente; 2014; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Bianca Oliveira Rocha

Gestão e Planejamento Ambiental; 2014; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Thaís Piggozi Amaral

Gestão e Planejamento Ambiental; 2014; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Pátila de Paula Rafael Silva

Cinema e Meio Ambiente; 2014; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Gustavo Afonso Cardoso Crepaldi

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Julia de Castro Zardo

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Mariane Elisa Pagotto

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Barbara Maria Frigieri

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Pátila de Paula Rafael Silva

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

Ingrid Camargo dos Reis

Gestão de Recursos Hídricos; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Orientador: Denise Gallo Pizella;

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  • SANTIM, J. B. ; PIZELLA, D. G. . A participação social no Licenciamento Ambiental de atividades sujeitas ao EIA no Brasil: estudo de caso da região norte.. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTIM, J. B. ; PIZELLA, D. G. . A participação social no Licenciamento Ambiental de atividades sujeitas ao EIA no Brasil: estudo de caso da região norte.. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • LIMA, R. S. O. ; PIZELLA, D. G. . A Acessibilidade às informações ambientais sobre os Processos de Licenciamento Ambiental no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTIM, J. B. ; PIZELLA, D. G. . A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas a Estudo de Impacto Ambiental no Brasil.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • XAVIER, J. V. S. ; PIZELLA, D. G. . A percepção de estudantes do Ensino Médio sobre atitudes e atores sociais responsáveis na mitigação de problemas socioambientais.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FARIA, P. O. ; PIZELLA, D. G. . O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios para a gestão da qualidade hídrica.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PIZELLA, D. G. . Sistema de Gestão Ambiental- Gestão Ambiental nas Organizações.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • XAVIER, J. V. S. ; MARTIN, R. A. ; PIZELLA, D. G. . A utilização de curtas-metragens socioambientais como ferramenta para educação ambiental no ensino formal.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • GERMINI, M. G. ; PIZELLA, D. G. . As Cooperativas de Reciclagem e a gestão de resíduos sólidos urbanos: estudo de caso do município de Ilha Solteira (SP). 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FURLAN, P. H. ; PIZELLA, D. G. . Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e na Diretiva Quadro da União Européia para as águas: um estudo comparativo.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ALMEIDA, J. N. B. ; PIZELLA, D. G. . Qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico 'Belo Monte'.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PIZELLA, D. G. . O movimento por Justiça Ambiental no Brasil e no mundo e a busca por um Desenvolvimento Sustentável.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • ALMEIDA, J. N. B. ; PIZELLA, D. G. . Análise da qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FURLAN, P. H. ; PIZELLA, D. G. . Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e a diretiva quadro da União Europeia para as águas: um estudo comparativo.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • XAVIER, J. V. S. ; PIZELLA, D. G. . A utilização de documentários socioambientais como ferramenta para a cidadania ambiental.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIZELLA, D. G. . Alternativas Locacionais em Estudos de Impacto Ambiental: Estudos de caso com Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALMEIDA, J. N. B. ; PIZELLA, D. G. . Análise da qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental: estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • ROCHA, B. O. ; PIZELLA, D. G. . 'Revisão de literatura sobre a análise de estudos de impacto ambiental realizados no Brasil e no mundo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • HERREIRA, B. N. ; PIZELLA, D. G. . O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: uma revisão bibliográfica.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PAGOTTO, M. E. ; PIZELLA, D. G. . O licenciamento ambiental municipal: uma revisão bibliográfica.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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  • PAGOTTO, M. E. ; PIZELLA, D. G. . Municipalização do Licenciamento Ambiental: Estudo de Caso do Município de Três Lagoas, MS.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ROCHA, B. O. ; PIZELLA, D. G. . Boas práticas em Estudo de Impacto Ambiental: estudo de caso da pequena central hidrelétrica Santa Rosa I (MG, RJ).. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVERIO, G. L. ; PIZELLA, D. G. . Os Desafios da Certificação Florestal ?FSC: Estudo de caso da empresa Eldorado Brasil Celulose S.A.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • OLIVERIO, G. L. ; PIZELLA, D. G. . As Potencialidades e Dificuldades para a Certificação Florestal ?Forward Stewardship Council? (FSC): Estudo de caso da empresa Eldorado Brasil.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PAGOTTO, M. E. ; PIZELLA, D. G. . Municipalização do Licenciamento Ambiental: Uma análise institucional, tendo como estudo de caso o Município de Três Lagoas, MS.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • AMARAL, T. P. C. ; PIZELLA, D. G. . Gestão ambiental local e órgãos municipais de meio ambiente: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

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  • PAGOTTO, M. E. ; PIZELLA, D. G. . MUNICIPALIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, MS.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ROCHA, B. O. ; PIZELLA, D. G. . ANÁLISE DE ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL: A PEQUENA CENTRAL HIDRELÉTRICA ?SANTA ROSA 1? (RJ e MG). 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVARENGA, Y. K. B. ; D'AGOSTA, R. ; PIZELLA, D. G. ; RIBEIRO, C. S. . 'Hardware BIOPAC: Um recurso didático alternativo ao uso de animais não-humanos no ensino de Fisiologia Geral e Comparada. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

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  • PIZELLA, D. G. . A Aprendizagem Social na gestão compartilhada de Bacias Hidrográficas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIZELLA, D. G. . Histórico da Avaliação de Impactos Ambientais no Brasil. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • AMARAL, T. P. C. ; PIZAPIO, A. L. ; PIZELLA, D. G. . A municipalização da gestão ambiental no Brasil e a estruturação do SISMUMA: uma revisão bibliográfica sobre seus desafios e oportunidades. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • AMARAL, T. P. C. ; PIZELLA, D. G. . Sistema de gestão ambiental municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIZELLA, D. G. . Gestão Integrada dos Recursos Hídricos: Planos de Bacias Hidrográficas e Planos Diretores Municipais.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • BARBOSA, R. ; PIZELLA, D. G. . Cinema e Meio Ambiente: uma ferramenta para a cidadania ambiental no ambiente escolar.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • PIZELLA, D. G. ; Marcelo Pereira de Souza . Aplicação do Instrumento de Política Ambiental 'Avaliação Ambiental Estratégica' como subsidio a Planos de Bacias Hidrográficas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PIZELLA, D. G. . A importância do Conhecimento da Biodiversidade para sua Proteção Legal. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PIZELLA, D. G. ; CARVALHO, S. L. . Belo Monte, anúncio de uma guerra. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PIZELLA, D. G. . Legislação Ambiental. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PIZELLA, DENISE GALLO ; Marcelo Pereira de Souza . Contribuições da Avaliação Ambiental Estratégica para a tomada de decisões sobre a liberação comercial de Plantas Geneticamente Modificadas no Brasil. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PIZELLA, D. G. . Governance of Transgenic Crops in Brazil. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIZELLA, D. G. ; DUARTE, I. D. ; GUIMARAES, T. S. . O papel dos indicadores de desenvolvimento sustentável para a governança ambiental. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PIZELLA, D. G. ; Marcelo Pereira de Souza . Regulação de Organismos Geneticamente Modificados de uso agrícola. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PIZELLA, D. G. ; Marcelo Pereira de Souza . Análise do sistema de gestão da qualidade das águas doces superficiais brasileiras. 2006. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PIZELLA, D. G. . A Universidade na concepção de Miguel Rolando Covian. 2003. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • PIZELLA, D. G. ; MASSIMI, M. . Universidade: essência, impasses e alternativas nos escritos de Miguel Rolando Covian 2002 (Monografia de Conclusão de Curso).

Outras produções

PIZELLA, D. G. . Parecer de 3 trabalhos científicos durante o XI Encontro de Ciências da Vida, na UNESP.. 2017.

PIZELLA, D. G. . Parecerista no processo de avaliação de Projetos de Extensão Universitária referente ao Ano Base 2017, tendo efetuado 1 (um) parecer para a PROEX-Unesp. 2017.

PIZELLA, D. G. . Parecer técnico-científico ao Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA/USP) e ao Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa), analisando manuscrito científico original submetido à Revista de Direito Sanitário (ISSN impresso: 1516-4179; ISSN eletrônico: 2316-9044).. 2016.

PIZELLA, D. G. . Parecer técnico para a Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente (ISSN: 1518-952X), realizando a avaliação do artigo número 39277 em abril de 2016.. 2016.

PIZELLA, D. G. . Parecerista no processo de avaliação de Projetos de Extensão Universitária referente ao Ano Base 2016, tendo efetuado 4 (quatro) pareceres para a PROEX-Unesp. 2016.

PIZELLA, D. G. . Avaliação de 4 trabalhos no X Encontro de Ciências da Vida.. 2016.

PIZELLA, D. G. . Parecerista de 2 trabalhos no evento 'XXVIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp'. 2016.

PIZELLA, D. G. . Avaliação de 4 trabalhos na Semana do Meio Ambiente de 2016, no IFMS, Campus de Três Lagoas, MS.. 2016.

PIZELLA, D. G. . 3 CONGRESSO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO 4 CONFERÊNCIA DA REDE DE LÍNGUA PORTUGUESA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTOS. 2016.

PIZELLA, D. G. . Avaliação de 2 trabalhos no evento '8. Congresso de Extensão Universitária da Unesp'. 2015.

PIZELLA, D. G. . Avaliação de 2 trabalhos no evento 'XXVII Congresso de Iniciação Científica da Unesp'. 2015.

PIZELLA, D. G. . Parecerista no processo de avaliação de Projetos de Extensão Universitária referente ao Ano Base 2015, tendo efetuado 3(três) pareceres para a PROEX-Unesp. 2015.

PIZELLA, D. G. . Avaliação do artigo número 39277 para a revista Desenvolvimento e Meio Ambiente (ISSN: 1518-952X). 2015.

PIZELLA, D. G. . Parecer Técnico sobre a revogação da Lei Complementar Municipal n 151/2008, a qual delimita a área de ZEPRA nos lotes do Cinturão Verde. Requerimento realizado pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente do município de Ilha Solteira, SP.. 2015.

PIZELLA, D. G. . Avaliação de 3 trabalhos no IX Encontro de Ciências da Vida.. 2015.

PIZELLA, D. G. . Parecer ad hoc para o Projeto de Extensão Universitária 2015/0050462. 2014.

PIZELLA, D. G. . Parecer ad hoc do Projeto de Extensão Universitária 2015/0052141. 2014.

PIZELLA, D. G. . Parecer ad hoc do Projeto de Extensão Universitária 2015/0052141. 2014.

PIZELLA, D. G. . Parecer ad hoc Projeto de Extensão Universitária 2015/0043981. 2014.

GARCIA, L. E. VERGAMINI, F. G. FALAGUASTA, L. N. RISK, R. R. BONADIO, S. L. TAKAYANAGUI, A. SOUZA, A.R. FONTES, A. T. SARNI, C. R. COELHO, C. R. C. PIZELLA, D. G. SILVA, G. A. P. E. REIS, H. S. SEIXAS, L. F. PROTTI, M. J. GAROFALO, M. A. MAGLIARI, M. A. SINELLI, P. H. LIMA, R.C. RESENDE, S. V. ISOLA, V. LIMA, F. C. P. CABRERA FILHO, J. ARTUZO, M. A. S. FINOTTI, P. , et al. PASSOS, P. F. CRIVELENTI, R. ALVES, R. S. ; Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo: Relatório de Situação dos Recursos Hídricos 2010 (ano base 2009).. 2010.

PIZELLA, D. G. . Documentários exibidos pela Unesp em escolas de Ilha Solteira promovem conscientização socioambiental.. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

PIZELLA, D. G. ; CARVALHO, S. L. . Belo Monte, anúncio de uma guerra. 2013. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

PIZELLA, D. G. . Transgênicos. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

PIZELLA, D. G. ; BARBOSA, R. . Cinema e Meio Ambiente. 2014; Tema: Meio Ambiente. (Blog).

PIZELLA, D. G. . Ciências do Ambiente. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Legislação Ambiental. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Avaliação de Impactos Ambientais. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Gestão Ambiental. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Planejamento Ambiental. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Legislação Ambiental. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Introdução à Biologia: Bioética e Regulamentação. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Ciências do Ambiente. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material audiovisual para disciplina).

PIZELLA, D. G. . Instrumentos de Política Ambiental. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Participação social em empreendimentos de Usinas Hidrelétricas licenciadas pelo IBAMA, Descrição: A participação dos indivíduos no âmbito público, debatendo e deliberando a respeito de questões coletivas que estão relacionadas às suas vidas, tem sido um elemento essencial da democracia e da política, já que o ideal democrático depreende ação, participação, co-responsabilidade e a interação entre sujeitos diferentes, de acordo com Ciconello e Moroni (2005). Durante o processo de licenciamento ambiental, a participação social somente é garantida, conforme comentado, para empreendimentos que necessitem de EIA e RIMA como estudo ambiental, dada obrigatoriamente por meio das audiências públicas que ocorrem antes da anuência ou não da Licença Prévia pelo órgão licenciador. Ortega (2015) apresenta que, um dos problemas deste fato é que ele não fornece a garantia que a população poderá expressar suas opiniões de forma efetiva, assim como não garante que essas serão consideradas. No Brasil, da maneira que as audiências públicas estão sendo realizadas, tornam-se um ato burocrático de caráter informativo, em que o controle social no processo de licenciamento ambiental é caracterizada como fraco. Deste modo, fica explícito a necessidade do fortalecimento desse controle com outras formas e momentos de participação popular para que se tenha transparência no licenciamento e um melhor desempenho ambiental dos empreendimentos, de modo que situações de injustiça ambiental não aconteçam. O trabalho tem como objetivo investigar se participação social propiciada em processos de licenciamento ambiental de Usinas Hidrelétricas realizados em âmbito federal pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) está se dando de forma passiva ou ativa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Leandra Maritza Van Der Laan Berbel - Integrante.

  • 2022 - Atual

    A Participação dos Comitês de Bacia Hidrográfica no Licenciamento Ambiental de atividades potencialmente poluidoras no estado de São Paulo: a necessária articulação entre gestão hídrica e gestão ambiental., Descrição: Apesar da necessária articulação entre os órgãos gestores dos recursos hídricos e do meio ambiente, na figura do órgão licenciador, há dificuldades para esta concretização. Isto se dá pela pouca atuação de órgãos ambientais nos Comitês de bacia, devido à limitações da PNRH, pela prática dos órgãos licenciadores em não consultar os Comitês de bacias em relação à viabilidade socioambiental de empreendimentos que tenham o potencial de impactar o território da bacia, além da falta de disponibilização de informações quando os representantes dos Comitês solicitam os pareceres emitidos pelos órgãos licenciadores (MESQUITA, 2018). Deste modo, os comitês tendem a exercer de forma limitada sua influência nas tomadas de decisão por parte dos órgãos ambientais licenciadores, não existindo garantia legal de que tal necessidade venha a ser cumprida, faltando mecanismos que assegurem que decisões relacionadas à arbitração de conflitos sejam respeitadas pelos atores envolvidos na gestão hídrica (MESQUITA, 2018). Além disso, sabe-se que os Comitês contam com a participação de um representante estadual do próprio órgão ambiental em seu colegiado. Assim, os Comitês de bacias deveriam ser motivados a dar seu parecer sobre o empreendimento dentro da área de influência da bacia hidrográfica. Os pareceres aprovados nas reuniões dos Comitês são enviados ao órgão licenciador, anunciando seu posicionamento em relação aos empreendimentos e, dessa forma, as solicitações feitas pelo Comitê podem ser repassadas aos empreendedores. De fato, não está esperado em Lei a obrigatoriedade do órgão licenciador em acatar ou utilizar as considerações elaboradas pelos Comitês. No entanto, estes órgãos poderiam expor aos Comitês uma devolutiva após o recebimento dos pareceres técnicos, que justifiquem o seu posicionamento em acatar ou não essas considerações (CHINAQUE, 2017). Tendo em vista as questões observadas, a Pesquisa tem como objetivo averiguar se a CETESB realiza consultas aos Comitês de Bacia Hidrográfica paulistas no processo de licenciamento ambiental de empreendimentos sujeitos ao Estudo de Impacto Ambiental e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Mirella Souza - Integrante.

  • 2021 - 2023

    Licenciamento de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil: considerações sobre impactos cumulativos e sinérgicos em Estudos Ambientais., Descrição: As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são usinas hidrelétricas que, conforme classificação da Agência Nacional de Energia Elétrica, possuem menor tamanho e potência em relação às grandes usinas hidrelétricas e, portanto, são consideradas fonte limpa de energia e empreendimentos de baixo impacto ambiental. Em decorrência disso, existem algumas flexibilizações em relação a avaliação de impactos ambientais requerida para o processo de licenciamento ambiental desse tipo de aproveitamento hidrelétrico. Em contradição, diferentes pesquisas científicas já demonstraram evidências de que as PCHs, mesmo com seu menor porte, podem acarretar em impactos significativos, alterando as características hidrológicas dos ecossistemas aquáticos e interferindo na biota. Em adição, existem evidências de que um conjunto de PCHs numa mesma bacia hidrográfica podem causar impactos cumulativos e sinérgicos, afetando significantemente toda área da bacia ao longo do tempo e espaço. Contudo, esses impactos são pouco levados em consideração. Nesse sentido, o presente projeto buscará averiguar se os Estudos de Impacto Ambiental (EIAs) e estudos simplificados elaborados para PCHs no Brasil consideram, em seus potenciais impactos socioambientais, aqueles de natureza sinérgica e cumulativa. Para essa análise, serão identificadas a existência de normativas que conduzam à necessidade de os estudos ambientais analisarem tais tipologias de impactos nos órgãos licenciadores estaduais, do Distrito Federal e no IBAMA. Também serão analisados EIAs e estudos ambientais simplificados elaborados para empreendimentos de PCHs em todos os estados da Federação, Distrito Federal e da União, buscando-se quais são os potenciais impactos cumulativos e sinérgicos (caso houverem) e sua frequência para os meios físico, biológico e antrópico. Espera-se, caso sejam apontadas falhas no licenciamento ambiental dessas atividades, contribuir para possíveis melhorias nos processos, com a possível inclusão de instrumentos planejamento ambiental, como a Avaliação Ambiental Integrada de Bacias Hidrográficas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Manuela Lopes Santos - Integrante.

  • 2021 - 2021

    Cinema e Meio Ambiente, Descrição: O Projeto do Núcleo de Ensino ?Cinema e Meio Ambiente? possui auxílio do PROEX (Unesp) e tem como objetivo sensibilizar e desenvolver o espírito crítico de estudantes do município de Ilha Solteira (SP) cidade acerca dos problemas socioambientais que afligem todo o globo, buscando soluções para preveni-los e minimizá-los. Para tanto, se pretende exibir curtas-metragens com conteúdo socioambiental e realizar um debate acerca do tema, possibilitando uma maior compreensão do conteúdo aprendido e também viabilizar soluções para que os problemas possam ser discutidos pelos estudantes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Mirella Souza - Integrante.

  • 2021 - Atual

    Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos no Brasil: análise comparada das potencialidades e dificuldades para a participação da sociedade civil, Descrição: A ?participação social? ou ?popular? pode ser entendida como o conjunto de ações que possivelmente são consideradas na formulação, execução, fiscalização e/ou avaliação de políticas públicas e/ou serviços. Desse modo, a participação popular intervém no poder estatal visando a resolução de conflitos que afetam a sociedade e defendendo os interesses da coletividade em prevalência de interesses particulares. Os processos participativos existentes na gestão dos recursos hídricos são fundamentais para a garantia de direitos e responsabilidades cívicas. Todavia, estudos realizados com essa temática relatam que a participação nem sempre se dá de maneira eficiente e democrática. Portanto, dada a importância da participação da sociedade civil na gestão dos recursos hídricos, sobretudo nos órgãos colegiados do SINGREH, a presente proposta apresenta como objetivo geral a investigação das potencialidades e dificuldades de participação da sociedade civil nos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos (CERHS) do país. Para alcançar o objetivo citado, a pesquisa será desenvolvida da seguinte forma: realização de levantamento bibliográfico, levantamento dos sítios eletrônicos dos CERHS ou seus órgãos equivalentes e aplicação de questionários semiestruturados aos membros da sociedade civil presentes nos CERHS ou equivalentes. Os resultados serão analisados e serão atribuídas notas de acordo com os critérios de participação, que serão somadas para obtenção da Nota Final. Após, os Conselhos serão ranqueados a fim de comparação sobre o grau de participação disponível em cada. A partir dos resultados apresentados em cada Conselho, serão identificados as principais potencialidades para a atuação do setor sociedade civil no país, assim como as dificuldades apresentadas, com apontamentos para saná-las, tendo por base os comentários dos questionários e a literatura revista.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Beatriz Schenaide Vitória - Integrante.

  • 2020 - 2021

    Análise do Plano de Conservação do Uso do Entorno do Reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, SP: a inclusão da biodiversidade., Descrição: Esta pesquisa tem por objetivo analisar, segundo a Lista de verificação para verificar a inclusão da biodiversidade em Estudos de Impacto Ambiental elaborado por Mandai (2019), se os aspectos relacionados à biodiversidade se encontram de forma adequada no PACUERA do Aproveitamento Hidrelétrico de Ilha Solteira, apontando suas potenciais deficiências e pontos fortes, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de PACUERAs elaborados no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Mirella Souza - Integrante.

  • 2019 - 2021

    A participação social no licenciamento ambiental de atividades sujeitas a Estudos de Impacto Ambiental no Brasil., Descrição: Durante o processo de licenciamento ambiental com realização de Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) há audiência(s) pública(s), conforme regulamentado por lei federal. Contudo, tal metodologia de participação social tem um caráter informativo, não garantindo que anseios e propostas da população envolvida sejam considerados na tomada de decisão do órgão ambiental responsável pelo licenciamento ambiental. Tendo em vista que os estados brasileiros possuem ritos de licenciamento ambiental diferenciados, complementares à normativa federal e a importância da participação pública para o controle social em processos de licenciamento ambiental, esta pesquisa tem por objetivo a avaliação do grau de participação pública nos órgãos ambientais licenciadores em âmbito da União e dos estados brasileiros, de modo a diagnosticar potenciais problemas e boas práticas. Para tanto, será analisada as legislações referentes ao processo de participação social no licenciamento ambiental da União e dos órgãos ambientais estaduais responsáveis pelo mesmo, por meio de consultas aos seus websites. Na análise, será/serão identificada(s) a(s) etapa(s) do licenciamento nos estados e na União onde há participação da sociedade e a(s) metodologia(s) utilizada(s) para tanto, de modo a qualificá-la com a atribuição de notas. De modo a validar a importância da participação social no licenciamento ambiental em termos das melhores etapas para sua ocorrência e metodologias aplicadas, será aplicado um questionário eletrônico com pesquisadores da área de avaliação de impactos ambientais. Com os resultados encontrados, se espera contribuir para a identificação de melhores práticas de controle social no licenciamento ambiental brasileiro entre as já existentes e tecer encaminhamentos para sua melhoria.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / JAQUELINE BRUNA SANTIM - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2019 - 2021

    Logística Reversa de Resíduos Eletroeletrônicos da Linha marrom: Panorama do estado de São Paulo e Município de Ilha Solteira, SP., Descrição: Este trabalho tem por objetivo averiguar o estado da arte da logística reversa de televisores e monitores no estado de São Paulo, estado pioneiro na gestão de resíduos de eletroeletrônicos no Brasil, de modo a elencar as dificuldades para a execução deste instrumento de gestão. Como objetivos específicos, identificar as ações de logística reversa de resíduos eletroeletrônicos da linha marrom empreendidas no município de Ilha Solteira, localizado no noroeste do estado de São Paulo, de modo a verificar o cumprimento da Legislação Federal e estadual referente à gestão de REEE e diagnosticar as disposições da população residente para a participação na logística reversa destes materiais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Sofia Araújo Barros - Integrante.

  • 2019 - 2021

    Logística reversa de smartphones e aparelhos celulares: Panorâmica no estado de São Paulo e no município de Ilha Solteira, SP., Descrição: Pensando na grande quantidade de produtos consumidos e na necessidade de um descarte adequado para os resíduos gerados, foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos ? PNRS, através da Lei 12.305 de 2 de Agosto de 2010. Resíduos eletrônicos, quando descartados de forma inadequada, podem resultar na contaminação de solo, água ou ar, resultando em problemas sanitários, ambientais e sociais. Dessa forma, a logística reversa cria uma forma de mitigação dos impactos socioambientais causados pelo descarte de aparelhos eletroeletrônicos, como celulares, smartphones e baterias (DEMAJOROVIC et al., 2012). No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos obriga, desde 2010, os fabricantes de eletroeletrônicos, incluindo celulares e smartphones, a criarem programas de logística reversa em seus aparelhos e baterias. As empresas devem gerar informações de seus produtos para que orientem os consumidores sobre o objetivo da LR, e como seria a forma adequada de descarte e devolução após o consumo. (DEMAJOROVIC et al., 2012). As empresas devem também fornecer informações sobre os riscos socioambientais causados pelo descarte inadequado. Porém, no Brasil, apesar da Lei existente, a gestão dos resíduos eletrônicos ainda não é operante, pois é necessária a elaboração de um Acordo Setorial envolvendo os fabricantes e importadores destes materiais com o Ministério do Meio Ambiente para tanto. O Acordo Setorial visa à implantação da responsabilidade compartilhada do ciclo de vida do produto, a partir de um ato de natureza contratual entre o poder público e fabricantes, distribuidores ou comerciantes, e já é existente para alguns produtos, porém para eletroeletrônicos e seus componentes, ele está em fase de negociação com o Ministério do Meio Ambiente a partir do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR). A pesquisa tem por objetivo geral Averiguar o estado da arte da logística reversa de celulares e smartphones no estado de São Paulo, estado pioneiro na gestão de resíduos de eletroeletrônicos no Brasil, de modo a elencar as dificuldades para a execução deste instrumento de gestão. Como objetivo específico, identificar as ações de logística reversa de celulares e smartphones empreendidas no município de Ilha Solteira, localizado no noroeste do estado de São Paulo, de modo a verificar o cumprimento da Legislação Federal e estadual referente à gestão de REEE e diagnosticar as disposições da população residente para a participação na logística reversa destes materiais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Helena Schutzer de Godoy - Integrante.

  • 2019 - 2021

    A conexão dos Planos Diretores Municipais e Planos de Bacia Hidrográfica: Análise de conflitos visando a integração de Instrumentos de Gestão, Descrição: Para que os recursos hídricos sejam protegidos e utilizados de maneira sustentável é necessário que sejam geridos de forma responsável. Destacam Carneiro, Cardoso e Azevedo (2009, p. 02) que ?[..] é papel do governo municipal proceder à interlocução com a sociedade, visando regular as ações coletivas e individuais, públicas e privadas que ocorrem no território?. Portanto, segundo Santin e Corte (2010) a participação da sociedade é fundamental na elaboração e para a aplicabilidade do estabelecido no Plano Diretor. A sustentabilidade não será alcançada se as cidades se desenvolverem sem proteger e gerenciar os recursos hídricos, pois os instrumentos de gestão urbana, em destaque o uso e ocupação do solo, devem ter como premissas maiores as questões ambientais, dentre elas dos recursos hídricos, a fim de que a sustentabilidade seja alcançada de forma efetiva. Neste sentido, a Pergunta deste trabalho é a seguinte: Tendo em vista que a articulação entre os Planos Diretores Municipais e de Bacias Hidrográficas possibilitam uma melhoria da gestão hídrica, quais diretrizes podem ser adotadas em sua formulação e acompanhamento visando a articulação de ambas estas políticas públicas?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Alexandre Batista do Carmo - Integrante.

  • 2019 - 2020

    A acessibilidade às informações ambientais sobre os processos de licenciamento ambiental no Brasil: Análise dos websites dos órgãos ambientais licenciadores. S ESTADUAIS., Descrição: No Brasil, a Constituição Federal de 1988, estabelece no inciso XXXIII do art. 5o, que ?todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado? (BRASIL,1988). De modo a regulamentar este artigo da Constituição Federal, em 2011, foi criada a Lei n 12.527, que assegura o direito de acesso às informações (BRASIL, 2011). O acesso à informação é de extrema importância na sociedade, pois segundo MILARÉ (2011) o cidadão bem informado dispõe de valiosa ferramenta de controle social do Poder. Isto porque, ao se deparar com a informação e compreender o real significado da questão ambiental, o ser humano é resgatado de sua condição de alienação e passividade. E, assim conquista sua cidadania, tornando-se apto para envolver-se ativamente na condução de processos decisórios que hão de decidir o futuro da humanidade sobre a Terra. Em relação ao licenciamento ambiental, a participação pública contribui para a maior transparência do processo decisório, para a mais completa identificação dos impactos potencialmente significativos e para a escolha de medidas adequadas para evitar, minimizar ou compensar os impactos adversos (DUARTE; FERREIRA; SÁNCHEZ, 2016). Segundo Agra Filho (2008), há algumas dificuldades para uma efetiva participação da sociedade neste sentido, como a deficiência de conteúdo dos Relatórios de Impactos Ambientas (os RIMAS), agravada com a recorrente inobservância da garantia de equidade de acesso às informações necessárias para consulta e discussão pública nos processos de licenciamento ambiental. A disponibilidade de informações, além de insatisfatória, ocorre em prazos exíguos para uma apreciação adequada por parte da população. Esta pesquisa tem por objetivo averiguar a situação dos órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento ambiental em âmbito estadual em termos da disponibilização de informações sobre os processos de licenciamento ambiental realizados com Estudos de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental. Tendo em vista a presença de novas tecnologias de informação promovidas pela rede mundial de computadores, a pesquisa terá como foco o acesso às informações sobre os processos de licenciamento ambiental nos websites ou sítios eletrônicos dos órgãos ambientais licenciadores estaduais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / RAFAELA SILVA DE OLIVEIRA LIMA - Integrante.

  • 2018 - 2021

    Participação social na gestão hídrica: o papel da sociedade civil no Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo., Descrição: A PNRH e as Políticas Estaduais de Recursos Hídricos (PERH) instituíram instrumentos de gestão de recursos hídricos, dentre os quais destacam-se 5 instrumentos presentes em várias delas e que se encontram em diferentes estágios de implementação nas bacias hidrográficas brasileiras, quais sejam: os Planos de Recursos Hídricos, a cobrança pelo uso dos recursos hídricos, o enquadramento dos corpos d?água em classes segundo os usos preponderantes da água, a outorga de direito de uso dos recursos hídricos e o Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos. Conhecida por seu caráter descentralizador, por criar um sistema nacional que integra União e estados, e participativo, por inovar com a instalação de Comitês de Bacias Hidrográficas que unem representantes de setores de três instâncias, ou seja, usuários, sociedade civil e Poder Público (sistema tripartite), a PNRH é considerada uma lei moderna que criou condições para identificar conflitos pelo uso das águas, onde os órgãos colegiados os arbitram no âmbito administrativo (ANA, 2016). Além dos Comitês de Bacias Hidrográficas, há nos estados brasileiros um Conselho Estadual de Recursos Hídricos.(CERH) Estes colegiados são compostos, na sua maioria, por representantes dos poderes públicos, dos usuários de água e da sociedade civil, tendo como atribuições: deliberar e acompanhar a execução do Plano Estadual de Recursos Hídricos; promover a articulação das políticas setoriais relacionadas à água; arbitrar conflitos pelo uso da água de domínio estadual; deliberar sobre ações tomadas pelos Comitês de Bacias Hidrográficas..... . Já em âmbito nacional, há o Conselho Nacional de Recursos Hidrícos, que tem por função.....(ANA,2016). Para que os Conselhos Estaduais de RH e o Conselho Nacional de RH cumpram com suas funções de garantir a gestão democrática dos recursos hídricos no país, suas composições devem ser paritárias, ou seja, os setores que os compõem devem ter a mesma quantidade de assentos nestes órgãos, de modo que os interesses da sociedade civil não sejam subjugados pelo Poder Público e pelo setor de usuários, havendo legitimidade nas tomadas de decisões (PORTO; PORTO,2008). Os Conselhos de Recursos Hídricos ampliam os espaços de participação cidadã, possibilitando a representação dos interesses da sociedade. Isso demonstra a importância do exercício da participação civil nos Conselhos. No entanto, há uma indagação relacionada com a capacidade de verificar práticas inovadoras e de uma efetiva democratização nos procedimentos de gestão dos assuntos públicos, onde se verificam práticas clientelistas (JACOBI, 2003). Segundo Tabagiba (2002), os encontros entre o Poder Público e sociedade civil têm sido afetados negativamente por uma grande recusa do Estado em partilhar o poder de decisão, ou seja, ainda ocorre a centralização através de acordos não transparentes realizados entre governos e determinados setores da economia, além da utilização de linguagem técnica que restringem a participação da sociedade civil nestes espaços deliberativos. A Pesquisa tem por objetivo averiguar a participação social e sua influência nas tomadas de decisão que se dão no âmbito dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / MARIACRISTINA NAVARRETE NÉRIS. - Integrante.

  • 2018 - 2019

    O Enquadramento das águas doces superficiais no Brasil: desafios e potencialidades para a gestão da qualidade hídrica, Descrição: O enquadramento é uma ferramenta que auxilia na manutenção e melhoria da qualidade das águas doces superficiais, no entanto, sua maioria não se encontra enquadrada, prejudicando a determinação dos usos das águas na bacia hidrográfica, por meio das outorgas. Outro problema encontrado é a existência de uma classe de qualidade como a 4, que permite somente dois usos das águas, quais sejam, navegação e harmonia paisagística. Na medida em que a legislação permite que águas sejam poluídas de modo a não possibilitar outros usos, há um paradoxo com as prerrogativas da PNRH, que busca a conservação das águas em termos qualiquantitativos, visando um desenvolvimento sustentável. Dentre as dificuldades na gestão da qualidade dos recursos hídricos há também as deficiências em termos de seu monitoramento e fiscalização, levando corpos hídricos já enquadrados a ficar em desacordo com a classe de qualidade designada (DINIZ et al, 2006; BRANDÃO et al., 2006). Pelo presente, o enquadramento dos corpos hídricos superficiais, sobretudo os de água doce, é uma medida necessária para a conservação hídrica, proporcionando o conhecimento a respeito das bacias hidrográficas, que deve ser utilizado para atender as demandas da população ao mesmo tempo em que o ambiente natural é mantido para os demais seres vivos, de modo a levar o país a um desenvolvimento sustentável. Dada a necessidade de se estabelecer padrões de qualidade hídrica para os corpos hídricos superficiais de água doce segundo a Resolução CONAMA 357/05, são necessários estudos que identifiquem as dificuldades quanto à sua proposição e efetivação nas bacias hidrográficas brasileiras, assim como as boas práticas que estão sendo adotadas para a proposição do instrumento e sua manutenção. É neste sentido que este projeto se justifica. Tendo em vista a importância do enquadramento das águas doces superficiais para a gestão da qualidade hídrica e constatando-se a baixa implementação deste instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos, este trabalho se objetiva a identificar, junto aos órgãos gestores de recursos hídricos e pesquisadores da área, além de observações contidas em Planos de Bacia Hidrográfica, as principais dificuldades e potencialidades para sua operacionalização.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / PEDRO OLIVERIA FARIA - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2018 - 2019

    O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil em rios de domínio da União: desafios para a gestão da qualidade hídrica., Descrição: Dentre os entraves para a efetivação do enquadramento estão: ausência de Planos de Bacias ou Planos que não apresentam ações concretas para que o enquadramento seja atingido; desconhecimento da população e a falta de sistema de monitoramento abrangente das águas. Diante disto, este trabalho teve por objetivo identificar, por meio do estudo de caso das Bacias dos rios: Piracicaba, Capivari e Jundiaí (SP e MG); Paranapanema (SP e PR); São Francisco (MG, GO, BA, PE, AL, SE e DF); Paranaíba (GO, MS, MG e DF); Paraíba do Sul (SP, RJ e MG); Grande (SP e MG); Piancó-Piranhas-Açu (PB e RN); Verde Grande (BA, MG); e Doce (MG e ES), os problemas que envolvem a implementação do enquadramento. Para tanto, se analisou o Plano de Bacia Hidrográfica mais recente das Bacias em questão, e aplicados questionários eletrônicos ao Comitê das Bacias do PCJ e à Agência Nacional de Águas (ANA), de modo a identificar o estado do enquadramento das águas doces superficiais e os desafios para sua implementação. Os principais problemas encontrados foram: a carência de dados fluviométricos, a distribuição de pontos de monitoramento da qualidade hídrica nas Bacias e a ausência de combinação de dados sobre vazão e qualidade, legislação de enquadramento em desacordo com o regramento legal atual, a diversidade de legislações aplicáveis ao enquadramento nos estados e a falta de articulação institucional entre os órgãos de gestão hídrica, os estados e, principalmente os municípios, em termos de ações que tais entes propõem e que impactam diretamente os recursos hídricos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Vagner Alexandre Aparecido de Souza - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Alternativas locacionais em Estudos de Impacto Ambiental: estudos de caso com Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil., Descrição: Dois fatores são determinantes para se estabelecer a potencial existência de um impacto ambiental: a tipologia do empreendimento (como uma barragem, distrito industrial, obra de irrigação, dentre outros) e sua localização, ou seja, o meio ambiente em que se instalará. Deste modo, a viabilidade ambiental de um projeto dependerá da vulnerabilidade ambiental do meio frente à atividade operante, ou da capacidade de suporte do meio frente aos impactos ocasionados pela mesma. Assim, o impacto ambiental decorre da interação entre as solicitações ambientais do projeto (suas pressões sobre o meio), dotado de características e processos tecnológicos inerentes e a vulnerabilidade do meio, de modo que, quanto maior a solicitação e maior a vulnerabilidade, maior é a importância ou significância do impacto. Durante a etapa de planejamento de um projeto, decisões são tomadas acerca da tipologia, escala, localização e tecnologias a serem empregadas em suas diversas fases. Neste sentido, é fundamental que alternativas tecnológicas, de localização ou até mesmo a não execução do projeto sejam consideradas para embasar a melhor decisão do ponto de vista ambiental. O US Council on Environmental Quality (CEQ) considera a proposição de alternativas como a etapa fundamental do EIA. A discussão das possíveis alternativas permite que as agências reguladoras, os agentes interessados e o empreendedor levem em conta diversas abordagens do projeto, minimizando potenciais danos ambientais e também as soluções mais benéficas financeiramente. No entanto, apesar de legal e institucionalmente estruturado, o licenciamento ambiental no Brasil apresenta uma série de deficiências, dadas em parte pela má qualidade dos Estudos de Impacto Ambiental, quando solicitados. Dentre estas se encontram: a debilidade dos Termos de Referência elaborados de forma conjunta com o empreendedor e o órgão licenciador; a desconsideração de alternativas de localização e tecnológicas para a implantação e operação do empreendimento; carência de procedimentos adequados para identificar, prever e avaliar os impactos ambientais (quanto à sua valoração, significado e importância); medidas mitigadoras dos impactos negativos propostas de forma genérica e sem correspondência com as características do ambiente afetado, além de planos de monitoramento superficiais e sem indicadores ambientais adequados. Deste modo, este projeto visa identificar quais os principais critérios utilizados para o levantamento e tomadas de decisão acerca das alternativas locacionais consideradas no processo de licenciamento ambiental de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil, de modo a delinear seus pontos fracos e as oportunidades de melhoria desta questão no licenciamento ambiental brasileiro. Neste sentido, será realizado da seguinte forma: identificação dos critérios utilizados para o levantamento e escolha de alternativas locacionais nos Estudos de Impacto Ambiental de Pequenas Centrais Hidrelétricas submetidas ao licenciamento ambiental pelo IBAMA. Neste sentido, serão analisados de que modo as alternativas locacionais são consideradas nos Termos de Referência acordados entre IBAMA e empreendedores, nos Estudos de Impacto Ambiental e nas Atas de Audiências públicas de cinco empreendimentos que obtiveram ao menos a Licença Prévia, escolhidos aleatoriamente por sorteio, quais sejam: ?PCH Braco (entre os estados de RJ e SP)?, ?PCH Calheiros (entre os estados de ESP e RJ)?, ?PCH Fumaça IV (entre os estados de ES e MG) e ?PCH Monte Serrat (entre os estados de MG e RJ)?.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador.

  • 2017 - 2018

    Cinema e Meio Ambiente: a utilização de documentários socioambientais como ferramenta para a cidadania ambiental., Descrição: O modelo de desenvolvimento econômico vigente é excludente do ponto de vista social e esgotante dos recursos naturais, provocando poluição nos diversos compartimentos dos ecossistemas (solo, ar, água, fauna e flora) e ultrapassando a capacidade de suporte do meio. Tal degradação se origina pela não incorporação da variável ambiental no desenvolvimento das diversas atividades humanas, com comprometimento atual e futuro das mesmas. Neste sentido, para além do papel do Estado como agente implementador e fiscalizador de políticas públicas que considerem as questões ambientais, se faz necessária uma educação que, tanto no âmbito informal como formal, possibilite que a população reconheça os problemas ambientais existentes em seu entorno e no globo como um todo e busque, de forma participativa, identificar e implementar possíveis soluções para evitar e minimizar os problemas gerados (MARICATTO, 2002). Além de possibilitar um melhor tratamento dos conteúdos relacionados à temática ambiental, o uso de recursos audiovisuais permite que o aluno recorra aos conhecimentos que são adquiridos cotidianamente, em seu entorno, no momento de refletir sobre os temas abordados, já que a linguagem empregada nos mesmos é de uso popular e os temas são desenvolvidos de modo interativo, em relação ao material didático normalmente empregado em sala de aula (ROSA, 2000 apud CRUZ e FERNANDES, 2013). Para Vieira e Rosso (2011), a utilização de documentários e filmes é adequada para o tratamento de questões ambientais, em função do caráter crítico da Educação Ambiental, visto que possibilitam a integração de conhecimentos acerca de um problema complexo em termos dos processos naturais e sociais que se encontram em sua gênese e solução. Já para Menezes e Duarte (2007), a ferramenta audiovisual potencializa a capacidade de os alunos refletirem de forma crítica sobre temas socioambientais por mobilizarem experiências adquiridas ao longo da vida. Este projeto tem como objetivo identificar as percepções de estudantes do Ensino Médio de uma instituição escolar no município de Ilha Solteira (SP), sobre cidadania (ativa e passiva) a respeito de temas socioambientais, com o uso da ferramenta cinematográfica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / João Vitor Souza Xavier - Integrante.

  • 2017 - 2018

    O enquadramento das águas doces superficiais no Brasil e a Diretiva Quadro da União Européia para as águas: um estudo comparativo., Descrição: Com o objetivo de melhorar as disponibilidades hídricas superficiais e subterrâneas, em qualidade e quantidade, de reduzir os conflitos reais e potenciais de uso da água e de aumentar a percepção da conservação da água como valor socioambiental relevante, em 1997 foi criada Lei n. 9433/97, mais conhecida como Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Esta lei conta com instrumentos de gestão que asseguram o cumprimento dos objetivos para qual foi criada, como o enquadramento das águas em classes, um instrumento de planejamento que necessita de uma etapa diagnóstica para identificar quais os usos existentes (preponderantes) na bacia hidrográfica, de modo a condicionar a qualidade hídrica a eles. O enquadramento é influenciado por aspectos técnicos, econômicos, sociais e políticos. Segundo a Resolução do CONAMA n 357/2005, o enquadramento dos corpos d?água representa uma meta a ser alcançada ou mantida de acordo com os usos pretendidos. No Brasil são adotadas cinco classes de qualidade para as águas doces superficiais, sendo uma especial e outras que variam de 1 à 4, sendo a número 4, a de menor qualidade e a que é aproveitada apenas para usos menos exigentes, como a navegação e harmonia paisagística. Mundialmente falando, um sistema de classificação que tem recebido destaque por seu conteúdo inovador é a Diretiva Quadro da União Europeia para as águas. Tal Diretiva, elaborada em outubro do ano 2000, tem como objetivo central a melhoria de todos os corpos d?agua da União para um bom status ecológico até o ano de 2015. Em busca de um melhor aprimoramento do arcabouço legislativo ambiental brasileiro, o presente trabalho teve o intuito de realizar um estudo comparativo entre o sistema de classificação das águas doces estabelecido no Brasil por meio da Resolução CONAMA 357/05 e pela Diretiva Quadro da União Europeia para as Águas considerada modelo de gestão da qualidade hídrica, bem como avaliar a sua aplicabilidade em Portugal (culturalmente parecido com o Brasil), de modo a identificar as oportunidades e desafios para o enquadramento das águas doces no Brasil. Como resultados, se notou que as diferenças dos objetivos hídricos entre ambos os quadros legislativos se dão com a visão ecossistêmica das águas na Diretiva Quadro, não considerada no Brasil, que se reflete no sistema de classificação hídrica, que não leva em conta parâmetros biológicos sobre a fauna aquática e outros seres vivos. Em termos da aplicabilidade da Diretiva Europeia em Portugal, se percebeu problemas em relação à falta de corpo técnico para a gestão hídrica, de recursos orçamentários e de mecanismos que levem a uma maior participação pública na gestão, sendo estes fatores também presentes na gestão hídrica brasileira. Infere-se deste modo, que em um momento de revisão da legislação brasileira, que o modelo europeu de classificação hídrica seja estudado para sua adoção, mas que é necessário dirimir os problemas encontrados na implementação das leis ambientais para sua efetividade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Paulo Henrique Furlan - Integrante.

  • 2016 - 2019

    O enquadramento das águas doces superficiais no estado de São Paulo: estudos de caso das Bacias do Rio Tietê., Descrição: Este trabalho tem por objetivo identificar a situação atual do enquadramento das águas doces superficiais no estado de São Paulo, tendo como estudo de caso as bacias hidrográficas do Rio Tietê, buscando conhecer as dificuldades e oportunidades relacionadas à implementação deste instrumento de gestão hídrica no estado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Beatriz Nunes Herreira - Integrante.

  • 2016 - 2018

    Análise da qualidade de Relatórios de Impacto Ambiental:estudo de caso do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte., Descrição: Este projeto tem por objetivo analisar, segundo o guia de qualidade de Estudos de Impacto Ambiental elaborado por Sánchez (2006) e adaptado para Relatórios de Impacto Ambiental, o RIMA do Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte, de modo a apontar suas potenciais deficiências e pontos fortes, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de RIMAs elaborados no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Jéssica Natália Barbosa de Almeida - Integrante.

  • 2016 - 2017

    A certificação florestal do Forest Stewardship Council: uma análise crítica a partir do estudo de caso da empresa Eldorado Brasil., Descrição: A certificação florestal faz parte do sistema de gestão ambiental, tendo por objetivo garantir que o produto, em sua cadeia produtiva, minimize os impactos ocasionados aos sistemas biológico, físico e social, além de compensá-los. Um sistema de certificação florestal utilizado mundialmente é o realizado pelo "Forest Stewardship Council" (FSC). A obtenção do selo FSC fornece à empresa o reconhecimento da responsabilidade socioambiental de seu produto, por meio da verificação de dez princípios de gestão desenvolvidos em âmbito internacional, mas cujos critérios e indicadores são adaptados ao contexto do país em que é utilizado. Apesar de sua importância, há pontos fortes e fracos no processo de certificação, cuja compreensão é o objetivo desta pesquisa, a qual pretendeu analisá-los no contexto da empresa Eldorado Brasil Celulose S.A., com sede industrial no estado do MS. Para tanto, a metodologia consistiu na verificação das não conformidades da empresa, que se fazem presentes nos Resumos Públicos que são publicados anualmente pela certificadora. Deste modo, de posse dos Resumos realizados no período de 2012 a 2016, e analisando quais princípios e critérios a empresa vem cumprindo ou não e como vem sanando as não conformidade apontada pelas auditorias externas se espera vislumbrar, por meio de comparações com dados obtidos na literatura, quais os principais pontos fortes e fracos da certificação FSC. Além disto, foi realizada uma entrevista semiestruturada ao gestor da empresa responsável pela certificação, de modo a conhecer melhor sua realidade quanto a este processo. Como resultados obtidos foram evidenciados os seguintes pontos fortes da certificação FSC: economia de recursos ambientais, como água, energia e diminuição do uso de agrotóxicos no manejo florestal; marketing ambiental; mudanças nos procedimentos da empresa e manejo florestal desenvolvido de forma mais transparente. Quanto aos pontos fracos identificou-se: ausência de permeabilidade das questões relacionadas com a certificação FSC nos diferentes setores e na política da empresa e alto custo da certificação FSC. Conclui-se de modo geral que a certificação florestal FSC traz melhorias para a gestão ambiental das organizações, mas se faz necessário um maior envolvimento das empresas com os princípios e critérios da certificação em todos os seus setores para sua eficácia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Gabriela Lozano Olivério - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Análise de Estudos de Impacto Ambiental: A Pequena Central Hidrelétrica ?Santa Rosa 1? (RJ e MG), Descrição: Analisar, segundo o guia de qualidade de Estudos Ambientais elaborado por Sánchez (2006), o Estudo de Impacto Ambiental da Pequena Central Hidrelétrica ?Santa Rosa 1? (RJ e MG), de modo a apontar suas potenciais deficiências e pontos fortes, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de EIAs elaborados no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Bianca de Oliveira Rocha - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Municipalização do licenciamento ambiental: estudo de caso do município de Três Lagoas, MS., Descrição: Identificar as potencialidades e restrições apresentadas pela municipalização do licenciamento ambiental, tendo por estudo de caso o município de Três Lagoas, MS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Mariane Elisa Pagotto - Integrante.

  • 2015 - 2017

    Sistema de Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do município de Santa Fé do Sul, SP.., Descrição: A descentralização da política ambiental brasileira a partir da Constituição Federal de 1988 propiciou a autonomia dos municípios, principalmente na elaboração da sua politica ambiental. Para que isto ocorresse se fez necessário que o município dispusesse de uma estrutura administrativa e orçamentária, tais como um Órgão local responsável pela gestão ambiental, um Conselho Municipal de Meio Ambiente e um Fundo Municipal de Meio Ambiente. No entanto, há dificuldades para que esta estrutura seja criada na maioria dos municípios brasileiros. Tendo este contexto por base, este trabalho teve por objetivo analisar as dificuldades e potencialidades para a gestão ambiental municipal, tendo por estudo de caso o município de Santa Fé do Sul, SP. Desta forma, foi realizada uma pesquisa qualitativa e documental, baseada no levantamento e interpretação da legislação ambiental do município de Santa Fé do Sul (SP) e das informações presentes nos Relatórios de Situação e Programas de Metas do Programa Município VerdeAzul Paulista no período compreendido entre 2010 a 2013, obtidos via judicial. Além disto, foi aplicado um questionário semi-estruturado a um gestor ambiental do munícipio, visando sanar potenciais dúvidas presentes nestes documentos. Foi averiguado que, atualmente, o Órgão ambiental se encontra na Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente do município. O Conselho Municipal de Meio Ambiente de Santa Fé do Sul foi criado em 2007, e continua ativo no período analisado, é paritário e de caráter consultivo e deliberativo. Quanto ao do Fundo Municipal de Meio Ambiente, sua implementação seu deu no mesmo ano em que foi criado o Conselho Municipal de Meio Ambiente, e seus recursos destinam-se a projetos que tenham por objetivo o uso sustentável dos recursos naturais. Visto os obstáculos que o município enfrenta em termos de gestão ambiental, foram propostas algumas medidas genéricas para saná-los a curto, médio e logo prazo, tais como a criação de uma Secretária exclusiva de gestão ambiental e a consolidação de mecanismos participativos no Conselho Municipal de Meio Ambiente, visando que uma gestão ambiental mais transparente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Allana Lojó Pizápio - Integrante.

  • 2014 - 2017

    O planejamento do solo urbano e de Bacias Hidrográficas: análise de sua integração na Bacia de São José dos Dourados, SP., Descrição: A Política Nacional de Recursos Hídricos tem como um de seus instrumentos a elaboração de Planos de Recursos Hídricos, que podem se dar por bacia hidrográfica, Estado ou país. Cabem aos Comitês de Bacia Hidrográfica o desenvolvimento de seus Planos de Bacia, o que propicia uma gestão hídrica descentralizada. Para que o planejamento dos recursos hídricos se dê de forma sustentável é necessária uma articulação entre os Planos de Bacia hidrográfica e outras Políticas, Planos e Programas que se relacionem com os recursos hídricos, de forma participativa e transparente. Em âmbito municipal, o Plano Diretor de uso e ocupação do solo, previsto na Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei 10.257/2001, o Estatuto da Cidade, se transformou no principal instrumento de gestão territorial e municipal, definindo os parâmetros para o cumprimento da função social, ambiental e econômica da propriedade e a definição dos usos e ocupação do solo. Neste sentido, por estabelecerem as políticas de disciplinamento do uso do solo, os municípios possuem uma grande responsabilidade na proteção dos recursos hídricos e, sem seu apoio, não é possível integrar a gestão territorial e hídrica em âmbito de Bacia Hidrográfica Tendo em vista o planejamento dos recursos hídricos e sua relação com o ordenamento territorial, o objetivo deste projeto é analisar a relação entre os instrumentos Plano de Bacia Hidrográfica e Planos Diretores Municipais, tendo por objeto o Plano de Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados e os Planos Diretores Municipais de Jales, Ilha Solteira e Santa e Fé do Sul, os únicos municípios totalmente situados nesta Bacia que possuem Planos Diretores Municipais. A metodologia consistirá na análise documental do Plano de Bacia da UGRH e dos Planos Diretores em estudo, e na realização de entrevistas com gestores municipais e membros do Comitê de Bacia. A partir desta análise buscar-se-á identificar em que medida os Planos Diretores Municipais e os Planos de Bacia Hidrográfica podem atuar de forma conjunta para propiciar uma gestão compartilhada dos recursos hídricos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador.

  • 2014 - 2017

    Projeto de Extensão Universitária "Cinema e Meio Ambiente"., Descrição: A educação ambiental é no tempo moderno uma importante ferramenta para um futuro mais sustentável e a principal maneira de formar cidadãos que pensem criticamente a respeito da realidade social, econômica, ambiental e cultural na qual se inserem, buscando modificar as estruturas de poder que conduzem à exclusão social e aos problemas ambientais vigentes, tornando-se cidadãos ativos em suas comunidades. Na instituição escolar, qual seja, em um ambiente educacional formal, existem formas diversas para se inserir a temática ambiental nos currículos escolares, seja no desenvolvimento de atividades artísticas, experiências práticas, atividades fora do ambiente escolar, por meio de projetos, dentre outros (SATO, 2002, apud FERREIRA, 2013). Entende-se como imprescindível, na proposição de intervenções nas escolas em educação ambiental, a participação dos alunos, já que esta possibilita uma aprendizagem política, indutora da gestão democrática dos diversos ambientes em que o aluno se insere, seja a escola, o lar, a comunidade ou a cidade. Por meio da participação, é possível vincular educação à cidadania, ou seja, ao exercício da autonomia do indivíduo de modo responsável para com a coletividade (LOUREIRO, 2004). Para Vieira e Rosso (2011), a utilização de documentários e filmes é adequada para o tratamento de questões ambientais, em função do caráter crítico da Educação Ambiental, visto que possibilitam a integração de conhecimentos acerca de um problema complexo em termos dos processos naturais e sociais que se encontram em sua gênese e solução. Já para Menezes e Duarte (2007), a ferramenta audiovisual potencializa a capacidade de os alunos refletirem de forma crítica sobre temas socioambientais por mobilizarem experiências adquiridas ao longo da vida.Este projeto tem como objetivo principal sensibilizar e desenvolver o espírito crítico de jovens da cidade de Ilha Solteira acerca dos problemas socioambientais que afligem todo o globo, buscando soluções para preveni-los e minimizá-los por meio de debates provocados com o uso da ferramenta cinematográfica (filmes/documentários/animações). Como objetivos secundários, desenvolver competências no(s) aluno(s) universitário(s)quanto ao estímulo do debate da comunidade extra-universitária para a busca de soluções compactuadas aos problemas suscitados e estimular a cidadania ambiental nos cidadãos ilhenses de diversas faixas etárias, com foco para crianças e adolescentes das redes de ensino pública e privada da cidade; 2.3. Enfatizar a participação das instituições de ensino no projeto, pelo entendimento de que a ferramenta cinematográfica se mostra como um recurso à reflexão extra-classe que não perpassa por uma educação conteudista. 3. Além disso, de modo a auxiliar docentes quanto ao emprego desta ferramenta em sala-de-aula, está sendo desenvolvido um blog contendo as resenhas e indicações das principais questões a serem trabalhadas na temática abordada pelo documentário/animação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Pátila de Paula Rafael da Silva - Integrante / Danilo Silva Teixeira - Integrante / Allana Lojó Pizápio - Integrante / Júlia Marcondes - Integrante / João Vitor Souza Xavier - Integrante / Rafael Augusto Martin - Integrante., Financiador(es): Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Bolsa.

  • 2014 - 2015

    Sistema de Gestão Ambiental Municipal: estudo de caso do município de Ilha Solteira, SP., Descrição: Dada a realidade da descentralização da política ambiental brasileira, há uma necessidade de se analisar as oportunidades e dificuldades encontradas pelos municípios em efetivá-la de modo adequado, o que perpassa pela institucionalização destas políticas públicas, a existência de corpo técnico nas prefeituras, a presença e forma de atuação dos Conselhos Municipais de Meio Ambiente e os recursos disponíveis para o exercício das atribuições locais na gestão ambiental, dentre outros aspectos. Neste sentido, este trabalho se objetiva a analisar as capacidades e dificuldades quanto ao desempenho da gestão ambiental local, tendo por estudo de caso o município de Ilha Solteira, situado a noroeste do estado de São Paulo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Coordenador / Thaís Piggozi Amaral - Integrante.

  • 2010 - 2011

    Análise da aplicação do instrumento de Política Ambiental "Avaliação Ambiental Estratégica" como subsídio a Planos de Bacias Hidrográficas., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcelo Marini Pereira de Souza em 21/09/2016., Descrição: Para que o planejamento dos recursos hídricos se dê de forma sustentável é necessária uma articulação entre os Planos de Bacia hidrográfica e outras Políticas, Planos e Programas que se relacionem com os recursos hídricos, de forma participativa e transparente. Neste sentido, um instrumento mundialmente utilizado para possibilitar o planejamento ambiental integrado é a Avaliação Ambiental Estratégica. Tendo em vista o planejamento dos recursos hídricos no Brasil, o objetivo deste projeto foi avaliar as contribuições da AAE para a elaboração de Planos de Bacias Hidrográficas no país, tendo como objeto de estudo a Bacia do Rio Pardo, situada no estado de São Paulo. A metodologia consistiu na análise do conteúdo do Plano de Bacia do Rio Pardo e as dificuldades encontradas em sua elaboração, implementação, monitoramento e revisão, por meio de entrevistas realizadas com membros e colaboradores do Comitê de Bacia, do acompanhamento de reuniões do Grupo de Trabalho Permanente do Relatório de Situação dos Recursos Hídricos e Plano de Bacia e de referências bibliográficas pertinentes. A partir desta análise buscou-se identificar em que medida as metodologias da AAE podem ser utilizadas como uma interface na proposição e consecução deste Plano de Bacia, com extrapolações para os demais Planos de Bacia Hidrográficas do país. As principais dificuldades encontradas no planejamento da Bacia foram a falta de independência do Comitê na elaboração do Plano; falta de informações ambientais para o diagnóstico da Bacia; ausência de articulação entre o Plano de Bacia e outras PPPs que incidem sobre a gestão dos recursos hídricos, tais como Planos Diretores Municipais e outros setoriais; abordagem setorizada dos recursos hídricos em detrimento de uma visão ambiental ampla; diretrizes para o alcance dos objetivos do Plano bastante generalistas e indicadores de situação da Bacia dissociados das metas do Plano.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Integrante / Marcelo Pereira de Souza - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2007 - 2010

    As contribuições da avaliação ambiental estratégica para a tomada de decisões sobre a liberação comercial de plantas geneticamente modificadas no Brasil, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcelo Marini Pereira de Souza em 21/09/2016., Descrição: Este trabalho teve como objetivo avaliar o sistema regulatório envolvendo a liberação em escala comercial de PGMs no Brasil e as potenciais contribuições da AAE para o processo decisório, contemplando os princípios de uma boa governaça ambiental nos processos decisórios. Para tanto, aplicou-se um questionário eletrônico a agentes sociais interessados pelo tema visando identificar suas visões sobre o assunto, analisou-se os procedimentos utilizados na deliberação sobre o algodão MON1445 resistente ao herbicida glifosato e, por fim, efetuou-se a avaliação dos instrumentos análise de risco, estudo de impacto ambiental (EIA) e AAE quanto à inserção da variável ambiental nas tomadas de decisão. Os resultados obtidos foram: com relação ao sistema regulatório, cujos pressupostos encontram-se na Lei de Biossegurança, evidenciou-se a falta de legitimidade nas tomadas de decisão, as quais são realizadas pela CTNBio, enquanto que a Constituição brasileira atribui aos órgãos ambientais a deliberação sobre atividades potencialmente poluidoras, dentre estas aquelas que envolvam OGMs; a deficiência dos mecanismos de participação social, pois as audiências públicas ocorrem mediante decisão da CTNBio; a falta de acesso às informações, devido a não implementação do Sistema de Informações sobre Biossegurança (SIB), além do descumprimento de diversas legislações, que configuram no desrespeito à justiça ambiental. Quanto aos instrumentos de avaliação de impactos ambientais, a análise de risco não se adequa para a avaliação prévia de PGMs, podendo ser utilizada como uma metodologia que subsidie o EIA ou a AAE. O EIA, por sua vez, não tem a atribuição de avaliar ações que envolvam territórios abrangentes, mas sim de atividades pontuais. Já a AAE contribuiria para a tomada de decisões no tocante à liberação comercial de PGMs, em função de seus princípios de transparência, envolvimento social, planejamento ambiental, abrangência de extensos recortes territoriais e monitoramento contínuo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Integrante / Marcelo Pereira de Souza - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2004 - 2006

    Análise da sustentabilidade ambiental do sistema de classificação das águas doces superficiais., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marcelo Marini Pereira de Souza em 21/09/2016., Descrição: A política nacional de recursos hídricos (Lei n° 9433/97) estabeleceu os objetivos e os instrumentos regulatórios e econômicos que norteiam a gestão hídrica brasileira, tendo por pressuposto a utilização sustentável destes recursos. Dentre os instrumentos criados para tanto, destacam-se neste trabalho a definição de padrões de qualidade para as águas superficiais, regulamentada pela Resolução CONAMA n 20/86 e revogada pela Resolução CONAMA n 357/05, e o enquadramento dos corpos de água superficiais, regulamentado pela Resolução CNRH n° 12/00. A partir do conhecimento sobre os novos paradigmas que estruturam os sistemas de gestão da qualidade hídrica em países com tradição em sua implementação, procurou-se desenvolver uma análise crítica do sistema de gestão da qualidade hídrica brasileiro, com enfoque para os sistemas de classificação das águas doces superficiais, considerando-se os objetivos e critérios de qualidade hídrica adotados e os sistemas de monitoramento. Constataram-se entraves de ordem técnica, legal, econômica, social e institucional, como: falta de articulação entre os instrumentos das políticas hídrica e ambiental e entre órgãos gestores; dificuldades no estabelecimento de comitês e as agências de bacias, indispensáveis para a eficácia do sistema; incongruência entre objetivos de qualidade hídrica protetivos e a existência de classes de qualidade permissivas; desenvolvimento de padrões de qualidade hídrica considerando apenas as características físico-químicas e microbiológicas da água, em detrimento de suas características ecossistêmicas; além da defasagem no sistema de informações ambientais e no monitoramento da qualidade hídrica em todo o território. A partir do diagnóstico realizado neste trabalho, buscou-se levantar recomendações para o aperfeiçoamento do sistema brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Denise Gallo Pizella - Integrante / Marcelo Pereira de Souza - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

Prêmios

2021

Paraninfa da XV Turma de Ciências Biológicas (Modalidades Bacharelado e Licenciatura), Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira).

2018

Menção Honrosa, na Modalidade de Apresentação Oral, ao trabalho "A utilização de curtas-metragens socioambientais como ferramenta para educação ambiental no ensino formal., XII Encontro de Ciências da Vida - Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (UNESP).

2017

Honra ao Mérito pelo melhor trabalho na área de Ciências Biológicas no XI Encontro de Ciências da Vida., Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (UNESP).

2017

Professora Homenageda pela XI Turma do curso de Ciências Biológicas da FEIS., Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (UNESP).

2016

Pêmio de melhor trabalho apresentado de forma oral no 3 Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto realizado no período de 10 a 14 de outubro de 2016, em Ribeirão Preto, SP., Associação Brasileira de Avaliação de Impacto.

2016

Menção Honrosa no XXVIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp - 1 Fase, UNESP.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia. , Rua Monção, 226, Zona Norte, 15385000 - Ilha Solteira, SP - Brasil, Telefone: (18) 37431152, Ramal: 1972, Fax: (18) 37422140, URL da Homepage:

Experiência profissional

2013 - Atual

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Assistente Doutor MS-3.2, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 03/2023

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental, Avaliação de Impactos Ambientais

  • 03/2023

    Ensino, Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos., Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 01/2022

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira.,Cargo ou função, Presidente da Comissão de Estágio do Curso de Ciências Biológicas da Faculdade de Engenharia do Câmpus de Ilha Solteira - UNESP.

  • 03/2014

    Extensão universitária , Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira.,Atividade de extensão realizada, Cinema e Meio Ambiente.

  • 09/2022 - 02/2023

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação, Legislação Ambiental

  • 09/2022 - 02/2023

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 03/2022 - 08/2022

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impacto Ambiental, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 03/2022 - 07/2022

    Ensino, Programa de Pós-graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos,, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 09/2021 - 02/2022

    Ensino, Zootecnia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ecologia e Conservação dos Recursos Naturais

  • 09/2021 - 02/2022

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação, Legislação Ambiental

  • 09/2021 - 02/2022

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 09/2021 - 02/2022

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 03/2021 - 12/2021

    Extensão universitária , Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Atividade de extensão realizada, Cinema e Meio Ambiente - atividade desenvolvida na ETEC de Ilha Solteira, SP..

  • 08/2021 - 11/2021

    Ensino, Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos., Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 04/2021 - 08/2021

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 04/2021 - 08/2021

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impacto Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 04/2021 - 08/2021

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambientte

  • 09/2019 - 05/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira.,Cargo ou função, Representante Docente, como Suplente, na Congregação da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS).

  • 07/2017 - 05/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Suplente na Comissão de Ética no Uso de Animais da Faculdade de Engenharia do Câmpus de Ilha Solteira - UNESP..

  • 10/2020 - 03/2021

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação, Legislação Ambiental

  • 10/2020 - 03/2021

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 10/2020 - 03/2021

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 10/2020 - 03/2021

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Gestão Ambiental

  • 03/2020 - 10/2020

    Ensino, Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos., Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 03/2020 - 10/2020

    Ensino, Engeharia Agronômica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 02/2020 - 09/2020

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impacto Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 02/2020 - 09/2020

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2020 - 09/2020

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2020 - 09/2020

    Ensino, Zootecnia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ecologia e Conservação dos Recursos Naturais

  • 08/2019 - 08/2020

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Representante do Corpo Docente, como Suplente, da Comissão de Estágio do Curso de Ciências Biológicas da Faculdade de Engenharia do Campus de Ilha Solteira - UNESP..

  • 08/2019 - 12/2019

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação., Legislação Ambiental.

  • 08/2019 - 12/2019

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 08/2019 - 12/2019

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 06/2016 - 08/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Presidente da Comissão de Estágio do Curso de Ciências Biológicas da FEIS-UNESP.

  • 03/2019 - 06/2019

    Ensino, Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos., Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica

  • 02/2019 - 06/2019

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impactos Ambientais, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 02/2019 - 06/2019

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2019 - 06/2019

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 06/2017 - 06/2019

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Membro do Conselho do Departamento de Biologia e Zootecnia como Suplente.

  • 08/2018 - 12/2018

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 08/2018 - 12/2018

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 08/2018 - 12/2018

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução a Biologia: Bioética e Legislação, Legislação Ambiental

  • 04/2018 - 07/2018

    Ensino, Programa de Pós-graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos,, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia Científica.

  • 03/2018 - 07/2018

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impactos Ambientais, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 03/2018 - 07/2018

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 03/2018 - 07/2018

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 03/2017 - 12/2017

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente (Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica), Introdução à Biologia: Bioética e Legislação (Ciências Biológicas), Legislação Ambiental (Ciências Biológicas)

  • 03/2017 - 07/2017

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Gestão das águas, Meio Ambiente e Sociedade, Avaliação de Impactos Ambientais, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação

  • 06/2015 - 07/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Suplente do Conselho do Departamento de Biologia e Zootecnia.

  • 06/2015 - 06/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Membro do Conselho de Departamento de Biologia e Zootecnia como Suplente.

  • 09/2016 - 12/2016

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação, Legislação Ambiental, Legislação Ambiental - turma especial

  • 06/2015 - 12/2016

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira.,Cargo ou função, Vice-Coordenação do Laboratório Didático de Computação do Câmpus II da FEIS.

  • 04/2016 - 08/2016

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, A Questão Ambiental, Avaliação de Impactos Ambientais, Gestão das águas

  • 06/2014 - 05/2016

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Biologia e Zootecnia.,Cargo ou função, Membro Titular da Comissão de Estágio do Curso de Ciências Biológicas da FEIS-UNESP.

  • 10/2015 - 03/2016

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Legislação Ambiental, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 10/2015 - 03/2016

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 10/2015 - 03/2016

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 05/2015 - 09/2015

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impactos Ambientais, Gestão Ambiental, Planejamento Ambiental

  • 05/2015 - 09/2015

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 05/2015 - 09/2015

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2015 - 04/2015

    Ensino, Engenharia Elétrica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2015 - 04/2015

    Ensino, Engenharia Mecânica, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ciências do Ambiente

  • 02/2014 - 10/2014

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Legislação Ambiental

  • 02/2014 - 10/2014

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Legislação ambiental

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Avaliação de Impactos Ambientais

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Biologia: Bioética e Legislação

2011 - 2012

Escola de Engenharia de São Carlos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista

Outras informações:
Bolsista de pós-doutoramento no CNPq, com o tema "Avaliação Ambiental Estratégica e Planos de Bacia Hidrográficas".

2004 - 2011

Escola de Engenharia de São Carlos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Regime: Dedicação exclusiva.

2002 - 2002

Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Alternativa

Vínculo: Professor de Matemática, Enquadramento Funcional: Professor auxiliar, Carga horária: 4

2002 - 2012

Pré-Vestibular Comunitário Paulo Freire

Vínculo: Professor voluntário, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 2

Outras informações:
Aulas de biologia para vestibulandos carentes.