João Victor Simões Castro Perrone
Médico formado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) em 2024.1. Possui certificação atualizada em ACLS (AHA) e PHTLS (NAEMT). Possui interesse nas áreas de Clínica Médica e Medicina de Emergência. Foi estudante de iniciação científica bolsista PIBIC/FAPESB do Laboratório de Patologia Estrutural e Molecular (LAPEM) no Instituto Gonçalo Moniz, Fundação Oswaldo Cruz, Salvador-Bahia (2020-2022). Foi Membro Fundador da Liga Acadêmica de Endocrinologia e Metabologia (LAEM). Foi ligante da Liga Acadêmica de Oncologia (LAO) e Liga Acadêmica de Medicina Molecular (LAMEM). Foi Estudante Estagiário no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues - IMLNR (2022). Foi Líder de Turma na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) de 2022 a 2023.
Informações coletadas do Lattes em 17/06/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Medicina
2018 - 2024
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Título: DADOS DEMOGRÁFICOS, CLÍNICOS E DETERMINAÇÃO DA VARIANTE VIRAL DE SARS-COV-2 EM CASOS FATAIS DE COVID-19 NA BAHIA.
Orientador: Geraldo Gileno de Sá Oliveira
Formação complementar
2022 -
Extensão universitária em Estágio Acadêmico em Tanatologia. (Carga horária: 100h). , Instituto Médico Legal Nina Rodrigues, IMLNR, Brasil.
2019 -
Extensão universitária em Liga Acadêmica de Medicina Molecular. , Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, EBMSP, Brasil.
2019 -
Extensão universitária em Liga Acadêmica de Oncologia. , Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, EBMSP, Brasil.
2019 -
Extensão universitária em Liga Acadêmica de Endocrinologia e Metabologia. , Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, EBMSP, Brasil.
2024 - 2024
ACLS. , American Heart Association, AHA, Estados Unidos.
2024 - 2024
PHTLS. , National Association of Emergency Medical Technicians, NAEMT, Estados Unidos.
2020 - 2020
Curso de Biossegurança. (Carga horária: 20h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2019 - 2019
Microsoft Excel 2016 - Básico.. (Carga horária: 15h). , Fundação Bradesco, BRADESCO, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.
Organização de eventos
SILVA, I. A. ; ALMEIDA, V. M. B. ; FREITAS, M. C. S. ; PERRONE, J. V. S. C. ; SILVA, L. M. A. E. ; CAMPOS, J. L. C. ; SA, S. L. S. ; CALADO, J. S. C. ; FREITAS, C. A. G. S. ; ARAGAO, G. V. P. ; NEVES, T. R. ; DOREA, R. S. . Sessão Inaugural - Emergências Hiperglicêmicas. 2020. (Outro).
Participação em eventos
ENDO Online 2020. 2020. (Congresso).
II Curso Básico Sobre Células-Tronco e Terapia Celular. 2019. (Simpósio).
Sessão Conjunta Sobre Imunoterapia. 2019. (Outra).
Curso Baseado em Evidências, na IV Jornada de Anatomia Médica da Bahia. 2018. (Congresso).
I Mesa-Redonda de Pesquisa, promovido pelo Núcleo de Ensino e Pesquisa em Primeiros Socorros (NEPPS). 2018. (Outra).
IV Colóquio sobre Saúde da População Negra.Racismo e Saúde Mental. 2018. (Outra).
IV Jornada de Anatomia Médica da Bahia. 2018. (Congresso).
IV Sessão Científica do Grupo de Ciências Morfofuncionais (GCM). 2018. (Outra).
XXIV Olimpíada Norte/Nordeste de Química. XXIV Olimpíada Norte/Nordeste de Química. 2018. (Olimpíada).
20ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 20° Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 2017. (Olimpíada).
2ª Fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP. 2ª Fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP. 2017. (Olimpíada).
Anglo Social.Construção de uma casa de emergência para uma família em situação de vulnerabilidade na Comunidade Chico Pinto. 2017. (Outra).
Desafio Nacional Acadêmico - DNA. Desafio Nacional Acadêmico - DNA. 2017. (Olimpíada).
XII Olimpíada Baiana de Química. XII Olimpíada Baiana de Química. 2017. (Olimpíada).
2ª Fase da Olimpíada Brasileira de Física. 2ª Fase da Olimpíada Brasileira de Física. 2016. (Olimpíada).
8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. Conclusão das fases 1, 2, 3, 4 e 5 com sucesso.. 2016. (Olimpíada).
Desafio Nacional Acadêmico - DNA. Desafio Nacional Acadêmico - DNA. 2016. (Olimpíada).
Feira das Ciências 2016. Jogando e Aprendendo. 2016. (Feira).
Oficinas de Biologia, Física e Matemática para o Ensino Médio - III Unidade. 2016. (Oficina).
XIX Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. XIX Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 2016. (Olimpíada).
6° Encontro de Jovens Cientistas.Jogando e Aprendendo. 2015. (Encontro).
Feira das Ciências 2015 - Vivendo no Século XXI e Pensando no Futuro. Jogando e Aprendendo - Dungeons & Learning. 2015. (Feira).
5° Encontro de Jovens Cientistas.Jogando e Aprendendo: Dungeons & Learning. 2014. (Encontro).
Feira das Ciências 2014 - Ciência, Cultura e Entretenimento. Jogando e Aprendendo - Dungeons & Learning. 2014. (Feira).
XII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. XII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 2009. (Olimpíada).
Produções bibliográficas
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PERRONE, J. V. S. C. ; OLIVEIRA, G. G. S. ; SILVA, L. M. A. E. . DADOS DEMOGRÁFICOS, CLÍNICOS E DETERMINAÇÃO DA VARIANTE VIRAL DE SARS-COV-2 EM CASOS FATAIS DE COVID-19 NA BAHIA.. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2021 - Atual
Aspectos Histológicos Pulmonares Associados à Cepa de SARS-CoV-2 Causadora de Casos Fatais de COVID-19, Descrição: No final de 2019, surgiu na cidade de Wuhan, na China, uma epidemia de pneumonia causada por um coronavírus. A doença foi denominada COVID-19 e o vírus SARS-CoV-2. A partir de Wuhan, o SARS-CoV-2 disseminou-se ao redor do globo causando uma pandemia que até 28 de abril de 2021 já resultou na infecção de 149.190.841 pessoas e em 3.145.671 casos de morte, sendo 14.521.289 casos de infecção 398.185 casos de morte no Brasil. Na Bahia, já foram registrados cerca de 900.000 casos da doença e 18.477 mortes por COVID-19. A infecção pode apresentar-se em um amplo espectro, desde ausência de manifestações clínicas até manifestações clínicas severas, incluindo uma insuficiência respiratória aguda grave devido a pneumonia intersticial viral. Os pacientes com as formas mais graves da doença requerem internamento hospitalar, ventilação mecânica e outros tratamentos. Esses pacientes, frequentemente, exibem lesões endoteliais que favorecem tromboses, podem desenvolver infecções secundárias, por bactérias e fungos, e são submetidos ao tratamento com várias drogas (antibióticos, vasopressores etc.), que poderem levar o agravamento do quadro clínico. Mais recentemente, com a evolução genética do SARS-CoV-2 surgiram algumas cepas virais de preocupação para a saúde pública, devido ao fato dessas cepas apresentarem maior transmissibilidade e/ou patogenicidade. Ainda existem limitações e lacunas no conhecimento sobre a natureza das lesões teciduais e os mecanismos de agravamento e morte na COVID-19, especialmente na perspectiva regional do estado da Bahia e da existência de cepas de preocupação para a saúde pública, com reflexo direto na eficácia da abordagem terapêutica dos pacientes. Ao longo da história, autópsia tem sido usada como uma ferramenta vantajosa para uso em várias finalidades, incluindo: a) o estabelecimento de correlações anatomoclínicas, e com isso desenvolvimento médico e científico, b) melhoria da qualidade do tratamento médico, c) o estudo de doenças novas, e d) o treinamento médico. A cerca de duas décadas, uma técnica denominada ?autópsia minimamente invasiva guiada por ultrassom? vem sendo utilizada com sucesso para o estudo de várias doenças. Em nosso laboratório, foi estabelecido um grupo técnico para a realização de autópsias minimamente invasivas guiadas por ultrassonografia em casos fatais de COVID-19. Nessas autópsias são coletados fragmentos de pulmão, coração, fígado, baço, rim, musculo esquelético e pele. Além disso, serão coletados também fragmentos do cérebro, linfonodo, glândulas salivares e intestino. As autópsias permitirão a identificação de alterações histológicas envolvidas nos casos mais graves da doença ou em consequência ao tratamento e deverão fornecer informações úteis para ajustes na terapêutica dos doentes. A realização das autópsias permitirá também a caracterização da cepa de SARS-CoV-2 do agente causal, a avaliação da expressão gênica pulmonar e, com isso, a descoberta de mecanismos patogênicos. A execução do trabalho poderá ter um impacto imediato no ajuste do tratamento de casos graves da COVID-19 no Estado da Bahia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: João Victor Simões Castro Perrone - Integrante / Leonardo Magalhães Andrade e Silva - Integrante / Geraldo Gileno de Sá Oliveira - Coordenador.
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2020 - Atual
Produção da proteína HBZ do vírus linfotrópico das células T humanas tipo 1 na forma recombinante, Descrição: O HTLV-1 causa uma infecção crônica que afeta principalmente linfócitos T CD4+. A permanência do HTLV-1 no organismo leva a ativação do sistema imune com aumento nas populações de linfócitos T CD4 e T CD8. Os linfócitos T apresentam uma maior expressão de moléculas relacionadas à ativação, incluindo CD25, HLADR, CD28, bem como de moléculas envolvidas na adesão e migração celular. Concentrações elevadas de citocinas pró-inflamatórias, ou que induzem a proliferação de linfócitos têm sido relatadas tanto em pacientes com HAM/TSP, quanto em indivíduos assintomáticos. A proteína regulatória viral Tax tem sido implicada na indução de proliferação e ativação de linfócitos devido a transativação da transcrição do genoma viral (LTR) e de diversos genes celulares. A proteína HBZ também está envolvida nos mecanismos de doença consequentes a infecção. Essa proteína é produzida durante todo o período da infecção, resposta imune T CD8 efetiva contra HBZ e isolados de vírus deficientes produção de HBZ promovem uma redução da carga proviral, sugerindo controle da infecção. Ainda não existem vacinas ou tratamentos específicos comprovadamente eficazes contra a infecção pelo HTLV-1. Drogas capazes que inibam a atividade de HBZ devem ser úteis no tratamento de indivíduos infectados pelo HTLV-1. Por isso, no presente projeto, propõe-se produzir a proteína recombinante HBZ do HTLV-1, visando a identificação de drogas capazes de inibir a atividade de HBZ.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: João Victor Simões Castro Perrone - Integrante / Geraldo Gileno de Sá Oliveira - Coordenador / Maria Fernanda Rios Grassi - Integrante.
Prêmios
2018
Menção Honrosa na XIII Olimpíada Baiana de Química, Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia.
2018
Menção Honrosa na XXIV Olimpíada Norte/Nordeste de Química, Programa Nacional Olimpíadas de Química.
2017
Medalha de Prata, 2° ano, 11° lugar na XII Olimpíada Baiana de Química, Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia.
2016
Medalha de Bronze na 31° Olimpíada de Matemática Fase Regional Bahia, UFBA, Olimpíada Brasileira de Matemática, Sociedade Brasileira de Matemática e IMPA.
2016
Medalha de Prata na XIX Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, Sociedade Astronômica Brasileira e a Agência Espacial Brasileira.
2016
Cambridge English Entry Level Certificate in ESOL International (Entry 3) (Preliminary) - Preliminary English Test (Council of Europe B1), Cambridge English.
2014
Prêmio Jovem na Ciência em primeiro lugar na modalidade Ciência Lúdica, categoria Ensino Fundamental II, 5° Encontro de Jovens Cientistas.
2009
Medalha de Prata na XII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, A Sociedade Astronômica Brasileira e a Agência Espacial Brasileira.
Histórico profissional
Experiência profissional
2021 - 2022
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante de Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Participando do projeto: "DADOS DEMOGRÁFICOS, CLÍNICOS E DETERMINAÇÃO DA VARIANTE VIRALDE SARS-COV-2 EM CASOS FATAIS DE COVID-19 NA BAHIA."
2020 - 2021
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante de iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Participando do projeto: "Produção da proteína HBZ do vírus linfotrópico das células T humanas tipo 1 naforma recombinante".
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