Fernanda Ferreira Passarin
Atualmente estou cursando a 6ª fase de Medicina Veterinária na Universidade Regional de Blumenau (FURB)
Informações coletadas do Lattes em 11/05/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Medicina Veterinária
2016 - Atual
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Participação em eventos
12ª Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extenção e Cultura (MIPE).Frequência de Trypanossoma spp. e Filária em Bugios Ruivos (Alouatta clamitans) de vida livre. 2018. (Outra).
12ª Mostra Integrada de Ensino, Pesquisa, Extenção e Cultura (MIPE).Sarcoma Ósseo de Maxilar em Canino. 2018. (Outra).
A importância do controle microbiológico na produção de alimentos. 2018. (Seminário).
Segurança do alimento como ferramenta de gestão de riscos e gerador de crescimento para cadeia produtiva pesqueira.. 2018. (Seminário).
Vigilância em Saúde: as várias oportunidades do Médico Veterinário. 2018. (Seminário).
IX SEMANA ACADÊMICA DE MEDICINA VETERINÁRIA. 2017. (Outra).
Outras produções
PASSARIN, F. F. . Auxiliar Veterinário. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Projetos de pesquisa
-
2018 - Atual
Estudo preliminar do perfil das células e proteinograma de bugios-ruivos de vida livre no entorno do Condomínio Perini Business Park em Joinville/SC, Descrição: Bugios de vida livre podem ser avaliados através da diferencial celular e proteínas do soro do sangue periférico, o estado de saúde desses animais pode ser monitorado prevenindo e indicando a presença de muitas patologias. Os bugios pretos e ruivos que vivem em um fragmento degradado apresentam maior diversidade e prevalência de patologias que os grupos que vivem em habitats com menor perturbação. O aumento dos níveis de desmatamento e a diminuição do tamanho dos fragmentos florestais, obriga os bugios a descerem para cruzar de um fragmento para o outro em busca de novos recursos alimentares, aumentando dessa forma a chance de que ocorra o contato com os mais diversos patógenos. O bugio (Alouatta clamitans, CABRERA, 1940) é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, com distribuição desde o Rio Grande do Sul até os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro (Gregorin, 2006). Os objetivos deste trabalho são determinar os valores hematológicos e de proteínas (proteinograma) para a espécie Alouatta clamitans relacionados com achadas da literatura. O desenvolvimento de pesquisas na área de analises clinicas veterinária é importante não apenas para conservação do habitat e dos primatas, mas também para a preservação da saúde pública.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Fernanda Ferreira Passarin - Coordenador / Hercilio Higino da Silva Filho - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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