Juliana Manfredini Aversa

Graduanda em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), possui experiência em clínica médica e diagnóstico por imagem de pequenos animais.

Informações coletadas do Lattes em 30/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Medicina Veterinária

2013 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2005 - 2007

Instituto de Ensino Nova Era

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

AVERSA, J. M. . Iº Ciclo de Palestras sobre atualização em animais de companhia. 2014. (Outro).

Participação em eventos

1ª Semana de Empreendedorismo da Veterinária. 2017. (Oficina).

1º Dia de Campo na Estância do Pampa. 2017. (Oficina).

33ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2017. (Seminário).

Mostra de Produção Universitária. UTILIZAÇÃO DOS EXAMES DE ULTRASSONOGRAFIA E RADIOGRAFIA NO DIAGNÓSTICO DE UROLITÍASE EM UM CANINO. 2017. (Congresso).

Simpósio de Medicina Felina. 2017. (Simpósio).

Mostra de Produção Universitária. Diagnóstico radiográfico de luxação coxofemoral em uma cadela.. 2016. (Congresso).

Simpósio Internacional de Diagnóstico por Imagem Veterinário. 2016. (Simpósio).

31ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2015. (Seminário).

I Ciclo de Palestras Zoonoses em Foco: Mormo e Esporotricose. 2015. (Seminário).

Mostra de Produção Universitária. Atividade promissora de extratos de infusão e decocção de Camellia sinensis (L.) Kuntze contra Sporothrix brasiliensis isolado de cães e gatos. 2015. (Congresso).

I Ciclo de Palestras sobre Cardiologia de Pequenos Animais. 2014. (Outra).

I Semana do meio ambiente - GEAS/UFPel. 2014. (Outra).

Produções bibliográficas

  • AVERSA, J. M. ; SCHMITT, T. ; SILVA, C. ; FERNANDES, L. ; SALAME, J. ; CAVALCANTI, G. . Utilização Dos Exames de Ultrassonografia e Radiografia do Diagnóstico de Urolitíase em um canino.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • AVERSA, J. M. ; SCHMITT, T. ; BELLOLLI, R. A. ; BASTOS, J. ; CAVALCANTI, G. . Diagnóstico radiográfico de luxação coxofemoral em uma cadela.. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • AVERSA, J. M. ; WALLER, S. B. ; MEIRELES, M. C. A. ; FARIA, R. O. ; CLEFF, M. B. . Atividade promissora de extratos de infusão e decocção de Camellia sinensis (L.) Kuntze contra Sporothrix brasiliensis isolado de cães e gatos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2017

    Correlação e prevalência de Malassezia pachydermatis e Otodectes cynotis em casos de otite externa canina, Descrição: Descrição: A otite externa canina (OE) é a inflamação, aguda ou crônica, do meato acústico externo com o envolvimento de diferentes agentes etiológicos e fatores predisponentes e perpetuantes. A OE é um dos problemas mais comuns apresentados ao clínico de pequenos animais, com incidência aproximada de 20% em cães apresentando morbidade alta e mortalidade e letalidade baixas. As causas que levam à OE podem ser subdivididas em fatores predisponentes, primários e perpetuantes. Os fatores predisponentes em geral são ambientais e anatômicos, predispondo à produção de uma inflamação inicial, criando um microambiente ideal para colonização de microorganismos oportunistas comensais da pele. Os fatores primários são aqueles capazes de iniciar uma inflamação nas orelhas normais, como distúrbios de hipersensibilidade de contato alérgico e irritante, farmacodermia, corpos estranhos, infestação por Otodectes cynotis, disqueratose e distúrbios das glândulas sebáceas (otite ceruminosa ou seborréica) e doenças auto-imunes. Já os fatores perpetuantes são aqueles responsáveis pela continuação da resposta inflamatória, tais como colonização por infecção bacteriana, por Malassezia sp. e alterações patológicas crônicas progressivas, como hiperqueratose, hiperplasia e edema. Dentre as diversas causas de OE, os principais são a M. pachydermatis e O. cynotis. Contudo, não há estudos correlacionando esses agentes em casos de OE. Dessa forma, este projeto visa avaliar a relação entre esses agentes no desenvolvimento da OE e a participação isolada de cada um no desenvolvimento da doença... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Manfredini Aversa - Integrante / João Rodrigo Gil de Los Santos - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    INVESTIGAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DA PREVALÊNCIA DE DIOCTOFIMOSE EM CÃES DE UMA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL (ONG A4) SITUADA NO MUNICÍPIO DO CAPÃO DO LEÃO, RS. Submetido 2018-2019, Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Manfredini Aversa - Integrante / Stefanie Bressan Waller - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador.

  • 2014 - Atual

    INVESTIGAÇÃO DA CITOTOXICIDADE E ATIVIDADE ANTI-VIRAL DOS EXTRATOS DE PLANTAS DA FAMÍLIA LAMIACEAE, Descrição: O presente estudo teve como objetivo determinar a composição química, a concentração não tóxica dos óleos essenciais, extratos aquoso e etanólico de Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis em diferentes linhagens celulares e avaliar a atividade antiviral frente a vírus de importância veterinária. As identificações químicas dos óleos essenciais Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis foram realizadas com o método da cromatografia gasosa com ionização por chama e os compostos dos extratos identificados com cromatográfica líquida de alta eficiência. No ensaio de citotoxicidade foram utilizadas as linhagens celulares MDBK, MDCK, CRFK e RK13, sendo confirmada a viabilidade celular pelo método MTT. A presença de atividades antivirais dos extratos foram analisadas por titulações dos vírus da diarréia viral bovina (BVDV), vírus da arterite equina (EAV), influenza vírus equino (EIV), calicivírus felino (FCV), vírus da cinomose canina (CDV), adenovírus canino (CAV) e coronavírus canino (CCoV), na presença ou ausência de cada extrato em concentração não tóxica. As placas foram mantidas em estufa até a realização da leitura, tendo como base a ausência ou presença de efeito citopático. O título foi determinado como dose infectante para cultivo celular a 50% (DICC50/100 L). Os compostos encontrados em ambos extratos foram o ácido carnósico, ácido rosmarinico, luteolina, apigenina, caempferol e quercetina. No óleo essencial de orégano pode-se constatar o -terpineno, -terpineno, linalol, 4- terpineol e timol. No óleo de alecrim foram encontrados o -pineno, canfeno, 1,8- cineol e cânfora. De acordo com os resultados obtidos na determinação da concentração não tóxica dos extratos e sua composição química, definiu-se a concentração segura e eficiente dos extratos nos testes antivirais. O extrato aquoso na concentração de 1600 g/mL, não apresentou citoxicidade para as linhagens celulares, enquanto ao extrato etanólico de Origanum vulgare somente na concentração de 600 g/mL não foi tóxico para as células. A concentração máxima não tóxica do óleo essencial de Rosmarinus officinalis frente a células RK13, MDBK, MDCK e CRFK foi de 0,023 g/mL. Com relação ao óleo essencial de Origanum vulgare frente as células RK 13 e MDCK foi de 0,013 g/mL, utilizando as células MDBK o resultado foi de 0,052 g/mL e nas CRFK foi de 0,023 g/mL. Com relação aos extratos aquoso de Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis, apresentaram concentração não tóxica de 50 g/mL para as células MDBK, CRFK e MDCK. Já nas células RK 13 o extrato aquoso de Rosmarinus officinalis foi de 12,5 g/mL e o extrato aquoso de Origanum vulgare foi de 3,125 g/mL. Com relação aos extratos etanólico de Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis, apresentaram concentração não tóxica de 3,125 g/mL frente as células CRFK, mesmo resultado apresentado nas células RK 13 com extrato etanólico de Rosmarinus officinalis, já nas células MDBK e MDCK foi de 6,25 g/mL. O extrato etanólico de Origanum vulgare foi de 12,5 g/mL para as células MDBK e RK 13 e 25 g/mL para as células MDCK. Os óleos essenciais de ambas as plantas apresentaram resultados mais tóxicos que os extratos, e não revelaram ação antiviral. Já o extrato etanólico do O. vulgare quando adicionado juntamente ao EAV em células RK13, resultou em redução no título viral, indicando significativa ação antiviral (p0.05). O extrato aquoso de O. vulgare quando adicionado juntamente ao EAV em células RK13, resultou em redução no título viral de 105,42TCID50/100 L para 102,09 TCID50/100 L. A adição do extrato aquoso de O. vulgare frente ao CDV resultou em redução nos títulos 102,00TCID50/100 L para 100,00 TCID50/100 L e na presença do extrato etanólico a redução do título foi de 102,00TCID50/100 L para 101,50 TCID50/100 L. Confirmando a ação virucida dos extratos avaliados, apresentando-se grande ... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Juliana Manfredini Aversa - Integrante / Marlete Brum Cleff - Coordenador / Cristine Cioato da Silva - Integrante / Karina Affeldt Guterres - Integrante / Claudia Giordani - Integrante / Soliane Carra Perera - Integrante / GEFERSON FISCHER - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2014 - 2015

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2016 - 2017

Hospital de Clínicas Veterinário da Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiária no setor de Imagenologia, Carga horária: 4

2015 - 2016

Hospital de Clínicas Veterinário da Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista no setor de Imagenologia, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Acompanhamento em exames de Ultrassom e Raio-x; Auxílio no posicionamento e confecção de laudos; Estudos sobre radiologia torácica em cães; Confecção de artigo sobre Radiologia torácica com dados obtidos.

2013 - 2013

Hospital de Clínicas Veterinário da Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 8

Outras informações:
Acompanhamento em clínica e cirurgia de pequenos animais. Cuidados pré e pós operatório.

2014 - 2015

Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Produtos Naturais na Clínica Médica

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 2

Outras informações:
Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Produtos Naturais na Clínica Médica Veterinária.

2014 - 2014

Ambulatório CEVAL

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 3

Outras informações:
Ambulatório de atendimento clínico veterinário para pequenos animais de famílias carentes (renda até 1 salário mínimo).