Carlos Henrique de Brito
Graduado em Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual da Paraíba (2000); Mestre em Agronomia/Produção Vegetal pela Universidade Federal da Paraíba (2003) e Doutor em Agronomia/Produção Vegetal pela Universidade Federal da Paraíba (2007).Trabalhou como pesquisador na Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, bolsa DTI, FINEP/CNPq, entre os anos de 2007 e 2008. Bolsista DCR/FAPESQ/PB entre os anos 2008 e 2009. Atualmente é pesquisador/professor da Universidade Federal da Paraíba Campus II - Areia - PB, nos componentes curriculares Zoologia e Entomologia. Tem experiência na área de Bioecologia de Insetos, Controle Biológico de Insetos Praga e Manejo Integrado de Pragas.
Informações coletadas do Lattes em 07/12/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia
2004 - 2007
Universidade Federal da Paraíba
Título: Controle pós-colheita de moscas-das-frutas (Ceratitis capitata) (Wied.) em frutos da cajazeira (Spondias mombin L.)
Jacinto de Luna Batista. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Mosca do Mediterraneo; Spondias mombin; Tratamento térmico; Frutas tropicais.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia / Especialidade: Entomologia. Setores de atividade: Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal; Produção Vegetal.
Mestrado em Agronomia
2001 - 2003
Universidade Federal da Paraíba
Título: Efeito de Extratos Vegetais no Desenvolvimento Biológico de Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae), Ano de Obtenção: 2003
Jacinto de Luna Batista.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Extratos Vegetais; Piper nigrun; Neriun oleander; Spodoptera frugiperda; Gallesia integrifolia.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produção Vegetal.
Graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em Biologia
1996 - 2000
Universidade Estadual da Paraíba
Título: Bioatividade de Extratos Vegetais Aquosos sobre Spodoptera frugiperda (J. E. Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae) em condições de laboratório
Orientador: Jorge Alexandre Mezzomo
Pós-doutorado
2008 - 2009
Pós-Doutorado. , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. , Grande área: Ciências Agrárias
Formação complementar
2019 - 2019
Coleções Biológicas e Museus como Estratégias de Divulgação Científica. (Carga horária: 4h). , IV Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências, CONAPESC, Brasil.
2016 - 2016
Introdução aos Tardigrados. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
2014 - 2014
Alinhamento aplicação de exames e avaliações INEP. (Carga horária: 30h). , Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP/MEC, Brasil.
2010 - 2010
Introd. ao Estudo Taxonômico de Moscas-das-frutas. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA, Brasil.
2006 - 2006
Mimercologia. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
2002 - 2002
Controle Biológico de Pragas. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
2002 - 2002
IV Curso de Analises Estatísticas no Computador. (Carga horária: 25h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
2001 - 2001
Leitura em Língua Inglesa. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
2000 - 2000
Métodos e Técnicas de trabalho em campo de Botânic. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, UESB, Brasil.
2000 - 2000
Formação de Educadores Ambientais. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, UESB, Brasil.
2000 - 2000
Cronobiologia. (Carga horária: 6h). , Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
1999 - 2000
Extensão universitária em Programa de Educação Ambiental. (Carga horária: 576h). , Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, Brasil.
1999 - 1999
Elaboração de Relatórios Científicos. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, Brasil.
1999 - 1999
Arborização e Paisagismo. (Carga horária: 52h). , Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, Brasil.
1999 - 1999
Controle Ambiental. (Carga horária: 24h). , Ministério do Trabalho e Emprego, MTE, Brasil.
1999 - 1999
Arborização de Cidades. (Carga horária: 24h). , Ministério do Trabalho e Emprego, MTE, Brasil.
1998 - 1998
Eletroforese. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, Brasil.
1995 - 1995
Higiene e Segurança no Trabalho. (Carga horária: 60h). , Senac, SENAC, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Entomologia.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade/Especialidade: Entomologia Agrícola.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade/Especialidade: Bioecologia de Insetos.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade/Especialidade: Manejo Ecológico de Insetos.
Organização de eventos
BRITO, C. H. . Mostra de Pesquisa e Extensão na I Semana de Sustentabilidade, Tecnologia e Inclusão do IFPB Campus Esperança. 2019. (Outro).
BRITO, C. H. . 1 Workshop Nordestino de Fitopatologia. 2018. (Outro).
SILVA, A. E. B. E. ; CAVALCANTE, M. L. F. ; BRITO, C. H. . Semana de Biologia do CCA. 2016. (Outro).
BRITO, C. H. . II Encontro de Biologia do Centro de Ciências Agrárias/UFPB. 2014. (Outro).
BRITO, C. H. . I Simpósio Paraibano de Ciências Biológicas. 2014. (Outro).
BRITO, C. H. ; OLIVEIRA, D. H. . Cursos de Atualização em Ciências Biológicas. 2014. (Outro).
BRITO, C. H. ; FELIX, V. . I Semana Agropecuaria da Paraíba. 2006. (Congresso).
Participação em eventos
Simpósio de Controle Biológico.Avaliação da atividade antifúngica de Nipagin e Nipazol na dieta de Euborellia annulipes. 2025. (Simpósio).
XXVIII Congresso Brasileiro de Entomologia. Consumo de ovos e larvas de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) por Marava arachidis (Dermaptera: Labiidae). 2022. (Congresso).
XXVIII Congresso Brasileiro de Entomologia. Aspectos biológicos de Marava arachidis (Dermaptera: Labiidae) sobre Diatraea saccharalis (Lepidoptera: Crambidae). 2022. (Congresso).
I Semana de Sustentabilidade, tecnologia e Inclusão. Exposição de animais invertebrados. 2019. (Exposição).
IV Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências. 2019. (Congresso).
XXVII Congresso Brasileiro e X Congresso Latino-Americano de Entomologia. Flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) no estado da Paraíba. 2018. (Congresso).
XXVII Congresso Brasileiro e X Congresso Latino-Americano de Entomologia. Interação entre plantas hospedeiras e moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae). 2018. (Congresso).
XXVI Congresso Brasileiro de Entomologia e IX Congresso Latino-Americano de Entomologia. 2016. (Congresso).
Cursos de Atualização em Ciências Biológicas.Tópicos em Zoologia (Invertebrados). 2014. (Outra).
I Simpósio Paraibano de Ciências Biológicas.Evolução. 2014. (Simpósio).
XXV Congresso Brasileiro de Entomologia. Métodos de controle para insetos-praga na cultura do milho Zea mays utilizados pelos agricultores das comunidades do município de Remígio - PB. 2014. (Congresso).
XXIV Congresso Brasileiro de ENTOMOLOGIA. Abundância e Sazonalidade de Insetos na Caatinga, Nordeste do Brasil. 2012. (Congresso).
I Congresso de Brasileiro de Fitossanidade. Levantamento de Moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em Assentamentos Rurais no Brejo Paraibano. 2011. (Congresso).
I Encontro de Biologia do Centro de Ciências Agrárias.Ciclo de palestras na Area de Zoologia. 2010. (Encontro).
I SECITEAC - Semana de Ciência, tecnologia, Esporte, Arte e Cultura. 2010. (Encontro).
XXIII Congresso Brasileiro de Entomologia. Efeito do inseticida Actara no desenvolvimento ninfal e adulto de Euborellia annulipes. 2010. (Congresso).
I Congresso Brasileiro de Palma e Outras Cactáceas. Composição mineral de genótipos de palma forrageiras resistentes a cochonilha-do-carmim. 2009. (Congresso).
I Workshop: Pesquisas para o desenvolvimento científico, tecnológico da Paraíba.Manejo Ecológico da Cochonilha do Carmim (Dactylopius opuntiae Cockerell): Nova praga da palma forrageira na Paraíba. 2009. (Outra).
Jornada científica, Moastra de pesquisa e debates.Manejo Ecológico da Cochonilha do carmim (Dactylopius opuntiae cockerell): Nova praga da palma forrageira na Paraíba. 2009. (Outra).
1º Workshop: Bioinseticida e outras aplicações tecnológicas do Nim. 2008. (Encontro).
I Encontro de Citricultores do Estado da Paraíba. 2008. (Encontro).
Palestra sobre Manejo Integrado de Pragas da Palma Forrageira.Manejo Integrado da Cochonilha-do-carmim. 2008. (Outra).
XXII Congresso Brasileiro de Entomologia. Avaliação de produtos alternativos e pesticidas no combate à cochonilha-do-carmim na Paraíba. 2008. (Congresso).
VI Congresso Internacional de Palma e Cochonilha e VI Encontro Geral da FAO CACTUSNET. VI CONGRESSO INTERNACIONAL DE PALMA E COCHONILHA E VI ENCONTRO GERAL DA FAO CACTUSNET. 2007. (Congresso).
II Reunião Anual da Sociedade de Entomologia da Paraíba.II REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE DE ENTOMOLOGIA. 2006. (Simpósio).
XXI Comgresso Brasileiro de Entomologia. Painel. 2006. (Congresso).
45º Congresso Brasileiro de Olericultura. 45º Congresso Brasileiro de Olericultura. 2005. (Congresso).
Simpósio Brasileiro de pós-colheita de Frutos Tropicais.Simpósio Brasileiro de pós-colheita de Frutos Tropicais. 2005. (Simpósio).
Reunião Anual da Sociedade de Entomologia da Paraíba.Reunião Anual da Sociedade de Entomologia da Paraíba. 2004. (Encontro).
53º Congresso Nacional de botânica 25º reunião Nordestina de Botânica. 53º Congresso Nacional de botânica 25º reunião Nordestina de Botânica. 2002. (Congresso).
II Congresso Brasileiro de Defensifos Agrícolas Naturais. II Congresso Brasileiro de Defensifos Agrícolas Naturais. 2002. (Congresso).
I Seminário sobre a Cadeia Produtiva da Cultura da Mamona.A cadeia Produtiva da Cultura da Mamona. 2002. (Seminário).
I Seminário sobre Insetos Associados a Citricultura e Olericultura na Paraíba.Insetos Associados a Citricultura e Olericultura na Paraíba. 2002. (Seminário).
Seminário Internacional Sociedade e Territórios no Semi-árido Brasileiro: em busca da sustentabilidade.Sociedade e Territórios no Semi-árido Brasileiro: em busca da sustentabilidade. 2002. (Seminário).
Meio Ambiente: Essência da Vida. 9 Congresso Nordestino de ecologia. 2001. (Congresso).
Telecongresso Internacional de Educação de Jovens e Adultos. I Telecongresso Internacional de educação de Jovens e Adultos. 2001. (Congresso).
1º Encontro Nordestino de Biologia.1º Encontro Nordestino de Biologia. 2000. (Encontro).
52º Reunião Anual da SBPC.52º Reunião Anual da SBPC. 2000. (Outra).
Campanha Nacional de vacinação Anti-Rábica Animal.Campanha Nacional de Vacinação Anti-Rábica Animal. 2000. (Outra).
I Encontro Nordestino de Biogeografia.I Encontro Nordestino de Biogeografia - A biodiversidade dos ecossistemas Nordestinos. 2000. (Encontro).
Campanha Nacional de Vacinação Anti-Rábica Animal.Campanha Nacional de Vacinação Anti-Rábica Animal. 1999. (Outra).
Semana do meio Ambiente.Semana do Meio Ambiente. 1999. (Outra).
Simpósio Interdisciplinaridade em Questão.Simpósio Interdisciplinaridade em Questão. 1999. (Simpósio).
Campanha Nacional de vacinação Anti-Rábica Animal.Campanha Nacional de Vacinação Anti-Rábica Animal. 1998. (Outra).
Meio Ambiente e Desertificação.Meio Ambiente e Desertificação. 1998. (Seminário).
VII Semana Campinense de Biologia.VII Semana Campinense de Biologia. 1998. (Oficina).
Participação em bancas
BRITO, C. H.; SALUSTINO, A. S.; VAZQUEZ, Y. V.. Estratégias de controle de Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae) utilizando inimigos naturais. 2025. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; SILVA, C. A. D.; MENESES, C. H. S. G.. Efeito do fotoperíodo no desenvolvimento, sobrevivência e parâmetros morfométricos dos estágios de larva e pupa do bicudo-do-algodoeiro. 2025. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias) - Universidade Estadual da Paraíba.
BRITO, C. H.; SILVA, C. A. D.; CORREA, E. B.. Aplicação seletiva, eficiente e econômica do malathion contra o bicudo-do-algodoeiro e seu impacto sobre os inimigos natuaris. 2024. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias) - Universidade Estadual da Paraíba.
BRITO, C. H.; SALUSTINO, A. S.; SILVA, L. D.. Variação espacial e temporal de moscas-das-frutas (Diptera: Drosophilidae: Zaprionus) em pomares de goiaba no semiárido. 2024. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; MIELEZRSKI, G. N. L.; OLIVEIRA, R.. Biodiversidade e nível de infestação de moscas-das-frutas na Mesoregião do Agreste Paraibano. 2023. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; OLIVEIRA, R.; FIGUEIREDO, W. R. S.. Inseticidas agrícolas associados a atrativos alimentares no controle de Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae). 2023. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; SILVA, L. D.; MALUCHE, C. R. D.; ROUSSEAU, G. X.. Macrofauna do solo em diferentes estratégias de restauração ecológica na Amazônia maranhense. 2023. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; WANDERLEY, M. J. A.; MIELEZRSKI, G. N. L.. Seletividade dos extratos aquosos e alcoólicos de Calotropis procera (Aiton, 1811) (Gentianales: Apocynaceae) sobre Euborellia annulipes (Lucas, 1847) (Dermaptera: Anisolabididae). 2022. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; SILVA, C. A. D.; FARIAS, F. J. C.. Biologia e exigências térmicas de Diaspis echinocacti (Bouché, 1833) (Hemiptera: Diaspididae) e seu controle com extrato de sisal. 2022. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Ciências Agrárias) - Universidade Estadual da Paraíba.
LOPES, GLEIDYANE NOVAIS;BRITO, C. H.; MEDEIROS, R. S.. Uso de óleos essenciais e vegetal no controle de Sitophilus zeamais (Coleoptera: Curculionidae). 2021. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; SILVA, C. A. D.; FARIAS, F. J. C.. Biologia comparada de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera:Noctuidae) com folhas de algodão, mamona, milho e dieta artificial. 2021. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS AGRÁRIAS) - Universidade Estadual da Paraíba.
BRITO, C. H.; MEDEIROS, M. B.;BATISTA, J. L.. Ação de biofertilizantes líquidos adicionados a extratos vegetais sobre Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) e qualidade pós-colheita de frutas de Psidum guajava. 2020. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; MIELEZRSKI, G. N. L.; MEDEIROS, M. B.. SELETIVIDADE DE INSETICIDAS UTILIZADOS NA CULTURA DO MILHO SOBRE O PREDADOR Marava arachidis Yersin, 1860 (Dermaptera: Forficulidae). 2020. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; SILVA, L. D.. Óleos essenciais e fungos no controle de mosca-das-frutas Ceratitis capitata (Wied, 1824). 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.ARAUJO, L. H. A.; AZEVEDO, F. R.. Seletividade fisiológica de inseticidas químicos e óleos essenciais a Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabididae). 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; RODRIGUES, A. E.;COSTA, N. P.. Aspectos biológicos, morfométricos e capacidade de predação de Marava arachidis YERSIN, 1860 alimentada com Diatraea saccharalis FABRICIUS, 1794. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; WANDERLEY, M. J. A.; OLIVEIRA, R.. ASPECTOS BIOLÓGICOS DE Spodoptera frugiperda SMITH, 1797 (Lepidoptera: Noctuidae), ALIMENTADA COM DIETA ARTIFICIAL EM DIFERENTES TEMPERATURAS. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
ANDRADE, A. P.;BRITO, C. H.; ARAUJO, K. D.. Dinâmica temporal da fauna edifica em áreas de caatinga sob pastejo caprino. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Zootecnia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.COSTA, N. P.. INFLUÊNCIA DE DIETAS E TEMPERATURAS NA BIOLOGIA DE Diatraea saccharalis Fabricius 1794 e Diatraea flavipennella Box 1931. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; SILVA, L. D.;COSTA, N. P.. Subsídios para o controle biológico do complexo de brocas da cana-de-açúcar. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.COSTA, N. P.. Flutuação populacional e análise faunística de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em um pomar comercial de Psidium guajava L. ? Nova Floresta/PB.. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BESERRA, E. B.;BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; LOPES, L. C. S.; OLIVEIRA, F. Q.. Tecnologia Alternativa no Controle de Ceratitis capitata e sua mplicação na Qualidade de Frutos de Spondias purpurea. 2011. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental) - Universidade Estadual da Paraíba.
MIRANDA, J. R.;BATISTA, J. L.BRITO, C. H.Nascimento, L. C.. Aspectos biológicos de Euborellia annulipes em dietas artificiais e capacidade predatória sobre Brevicoryne brassicae. 2011. Dissertação (Mestrado em Pós-graduaçao em Produção Vegetal) - Universidade Federal da Paraíba.
ANDRADE, W. L.; MALAQUIAS, J. B.; MELO, A. S.; SILVA, C. A. D.; LIMA, T. C. C.;BRITO, C. H.. Desenvolvimento, sobrevivência e reprodução de Alabama argillacea (Lepidoptera: Noctuidae) em folhas de algodoeiro com diferentes doses de Silício. 2025. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, M. C.;BRITO, C. H.; SALUSTINO, A. S.; OLIVEIRA, R.;ALENCAR, J. B. R.; VAZ, M. A.. Diversidade de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em área de Mata Atlântica no Nordeste brasileiro. 2025. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; SALUSTINO, A. S.; MEDEIROS, M. B.; SILVA, C. A. D.; SILVA, I. T. F. A.; OLIVEIRA, R.. Identificação, comportamento e multiplicação de himenópteros parasitoides de Phenacoccus solenopsis (Hemiptera: Pseudococcidae) nas culturas do algodoeiro e gergelim. 2024. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; OLIVEIRA, R.; SALUSTINO, A. S.; ISIDRO, R.; SILVA, L. D.. POTENCIAL DE Marava arachidis (Yersin, 1860) (Dermaptera: Labiidae) NO CONTROLE BIOLÓGICO DE Dactylopius opuntiae (Cockerell, 1896) (Hemiptera: Dactylopiidae). 2024. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; MALAQUIAS, J. B.; SILVA, L. D.; MEDEIROS, M. B.; OLIVEIRA, R.. Interações inseticidas e iscas tóxicas em Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) e suas implicações na Macrofauna do solo. 2023. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; MIELEZRSKI, G. N. L.; SILVA, L. D.; MIRANDA, J. E.; MICHEREFF, M. F. F.. Aspectos biológicos, comportamentais e a interação química de Bracon vulgaris (Ashmead) e Anthonomus grandis (Boh) na cultura do algodoeiro. 2020. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; MIRANDA, J. E.; PRACA, L. B.; QUEIROZ, P. R. M.. Isolamento e caracterização de Bacillus e Lysinibacillus com potencial para controle de pragas agrícolas e insetos vetores. 2020. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
MIELEZRSKI, G. N. L.;BRITO, C. H.; MEDEIROS, M. B.; ALVES, C. A. B.; FERNANDES, F. H. A.. Perfil fitoquímico de compostos e letalidade sobre a fase imatura de Ceratitis capitata. 2019. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.ARAUJO, L. H. A.; MARTINS, L. P.. Subsídios para o controle de moscas-das-frutas (Diptera, Tephritidae). 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; MARACAJA, P. B.; SILVA, L. D.. Aspectos biológicos, comportamentais e seletividade à Encarsia hispida (Hymenoptera: Aphelinidae) em Bemisia tabaco biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae). 2016.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.COSTA, N. P.; MACEDO, L. P. M.. Resistência induzida em milho a Spodoptera frugiperda Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae). 2014. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
Batista, Jacinto De Luna; MEDEIROS, M. B.;COSTA, N. P.BRITO, C. H.. Indução de Resistência em Citrus reticulata a Ação Ovicida de Óleos Vgetais sobre Aleurocanthus woglumi. 2013. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
Nascimento, L. C.BATISTA, J. L.; ARAUJO, E.;BRITO, C. H.. Comportamento in vitro e patogenicidade de isolados de Fusarium gutiforme em abacaxizeiro, oriundos dos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. 2010. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C.H.; MALAQUIAS, J. B.; SILVA, L. D.; AZEVEDO, F. R.. Olfatômetro modular impresso em 3D para ensaios comportamentais com Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae). 2023. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.; MIELEZRSKI, G. N. L.; MEDEIROS, M. B.; OLIVEIRA, R.. Letalidade de pesticidas sobre fases imaturas e adultos de Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae). 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C.H.; SILVA, L. D.; WANDERLEY, M. J. A.; MACEDO, L. P. M.. Interação entre atrativos alimentares e lufenuron sobre adultos de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae). 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
GOMES, E. R. M.; WANDERLEY, M. J. A.;BRITO, C. H.. Bioatividade de extratos vegetais etanólicos no controle de Ceratitis capitata (Wiedemann) (Diptera: Tephritidae). 2021. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Biotecnologia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; SILVA, L. D.; MACEDO, L. P. M.. Aspectos biológicos e capacidade de predação de Doru luteipes (Dermaptera: Forficulidae) sobre Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) e Diatraea saccharalis Fabr. (Lepidoptera: Crambidae) em diferentes temperaturas. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; SILVA, L. D.; MACEDO, L. P. M.. Resistência de Phaseolus lunatus L. a Aphis craccivora Koch. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
SILVA, J. G.BRITO, C. H.BATISTA, J. L.COSTA, N. P.; OLIVEIRA, R.. Eficiência do parasitoide Cotesia flavipes (Hymenoptera: Braconidae) sobre Diatraea saccharalis e Diatraea flavipennella (Lepidoptera: Crambidae). 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; MARACAJA, P. B.; Pereira, W. E.. AVALIAÇÃO DOS PARASITOIDES Cotesia flavipes E Trichcogamma ssp. SOBRE A BROCA-DO-FRUTO DO ABACAXI. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.COSTA, N. P.BRITO, C. H.; Pereira, W. E.. Performance de Trichograma prestiosum Riley (Hymenoptera: Trichogrammatidae) em ovos de Spodoptera frugiperda 9J.E. Smith) (Lepidoptera: Noctuidae) alimentada com Milho - Bt e convencional. 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.; BESERRA, E. B.; RODRIGUES, A. E.;BRITO, C. H.. Patogenicidade de fungos e variabilidade genética de Aschersonia sp sobre Aleurocanthus woglumi,. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.COSTA, N. P.; OLIVEIRA, F. P.. Controle biológico de Helicoverpa armigera (Lepidoptera: Noctuidae) com Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabidae). 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; Costa, N. P.. Diagnostico da produção agroecológicas de hortaliças do município de Areia - PB. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Agroecológia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; Costa, N. P.. Utilização de extratos vegetais para controle de cupins. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Agroecológia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C.H.ABREU, K. G.; SALUSTINO, A. S.; MORAIS, M. M. D.. Seletividade de fungos entomopatogênicos sobre o predador sobre o predador Marava arachidis (Yersin, 1860) (Dermaptera: Labiidae). 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
VAZQUEZ, Y. V.; OLIVEIRA, F. P.;BRITO, C.H.. Performace dos nematóides herbívoros Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica parasitando plantas sob estress hídrico. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
ARAUJO, H. F. P.;BRITO, C. H.; BARBOSA, A. R.. Historia natural e dieta de Enyalius bibronii (Squamata, Leiosaridae) em um enclave de Mata Atlântica. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
GUIMARÃES, A. S.;BRITO, C. H.; XAVIER, W. J. F.. Ciência e Cientistas: as visões de alunos do ensino fundamental de uma escola publica da cidade de Areia - PB. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
ARAUJO, H. F. P.; SILVA, W. F.;BRITO, C. H.; OLIVEIRA, D. H.. Araneofauna (Arachnida, Aranae) do Parque Estadual do Pau Ferro, Areia, Paraíba, Brasil. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.;BRITO, C. H.; NASCIMENTO, L. R. S. L.. Análise dos foraminíferos recentes da plataforma continental de Pernambuco, NE - Brasil. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.;BRITO, C. H.; GUIMARÃES, A. S.. A Educação Ambiental como instrumento de conscientização e sensibilização no uso adequado dos agrotóxicos. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.;BRITO, C. H.. Análise dos bioclastos marinhos da região sul da plataforma continental de Pernambuco - Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.;BRITO, C. H.. Análise do ensino da Paleontologia em escolas do município de Areia - PB. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. PERCEPÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE SOBRE OS PROBLEMAS SÓCIO AMBIENTAIS NA ZONA RURAL DA CIDADE DE AREIA. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. ABORDAGEM DO TEMA EVOLUÇÃO BIOLÓGICA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE BIOLOGIA DO ENSINO MÉDIO. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. A CONCEPÇÃO DE DOCENTES E FUNCIONÁRIOS DE UMA ESCOLA DA REDE PUBLICA DA CIDADE DE AREIA-PB, SOBRE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.;BRITO, C. H.; SILVA, F. M.. Levantamento das ocorrências de megafauna no estado da Paraíba, Nordeste do Brasil. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, D. H.; ROSA, A. C. S.; BARBOSA, A. G.;BRITO, C. H.. Analise do conhecimento de professores e alunos sobre a mata do pau ferro e sua correlação com a educação ambiental em escolas da cidade de Areia-PB. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
ARAUJO, H. F. P.; ARAUJO, L. D. A.;BRITO, C. H.; MARIANO, E. F.. Frugivoria e dispersão de sementes por Manacus manacus (Pipridae) em brejo de altitude, no Nordeste do Brasil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; SANTANA, L. M.; Costa, N. P.. Insetários como recurso didático para o ensino de biologia e ciências: relato da implantação em uma escola pública de Areia/PB. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
ARAUJO, H. F. P.;BRITO, C. H.; PEREIRA FILHO, G. A.. Relações Biogeográficas da Avifauna na Caatinga, Nordeste. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba.
COSTA, N. P.; WANDERLEY, M. J. A.;BRITO, C. H.. Substâncias atrativas no monitoramento de moscas-das-frutas em goiabeiras e mangueiras e capacitação dos fruticultores do Distrito de Roma em Bananeiras - PB. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciencias Agrárias) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; BANDEIRA, C. M.. Borboletas como Bioindicadoras da Qualidade Ambiental em Fragmentos de Brejo Paraibano. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.LOPES, E. B.; MEDEIROS, M. B.; MENEZES, M. P. C.. Reação de genótipos de palma forrageira (Opuntia spp. e Nopalea spp.) à infestação da cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae Cockrell, 1929). 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciencias Agrárias) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.; BANDEIRA, C. M.. Eficiência dos fungos Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae no controle de moscas-das-frutas ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae). 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BATISTA, J. L.BRITO, C. H.COSTA, N. P.. Efeito do tratamento hidrotérmico na mortalidade de Ceratitis capitata e na qualidade de frutos da cajazeira (Spondias mombin). 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; RODRIGUES, A. E.;BATISTA, J. L.. Resistência de Genótipos de Algodoeiro Herbaceo (Gossypium hirsutum L.) ao Pulgão, Aphis gossypii (Hemiptera:Aphididae). 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.Silva, A. B.COSTA, N. P.. Efeito da aplicação do extrato de nim no desenvolvimento, sobrevivência e fecundidade do predador Euborellia annulipes e estudo de parâmetros para sua criação massal. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - UFPB-CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS.
BRITO, C. H.LIMA, A. N.BATISTA, J. L.. Efeito da aplicação do oleo da semente de nim e do inseticida biológico no controle da mosca-branca em plantas de tomateiro. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.COSTA, N. P.BATISTA, J. L.. Efeito da aplicação tópica de extratos vegetais no desenvolvimento biológico de Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae). 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.BATISTA, J. L.; BARROS, H. H. A.. Aspectos Biológicos e Técnicas de Controle ao Pulgão Brevicoryne brassicae (Homoptera: Aphididae). 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.COSTA, N. P.BATISTA, J. L.. Levantamento e Dinâmica Populacional do Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana em Citrus sinensis no Estado da Paraíba. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. Banca examinadora do Processo de Seleção Simplificada; Área: Zoologia. 2014. Universidade Estadual da Paraíba.
SILVA, R. A.; COSTA, F. B.;BRITO, C. H.. Concurso Público de provas e títulos para carreira do magistério superior - Área de conhecimento: Biologia geral. 2012. Universidade Federal de Campina Grande.
BRITO, C. H.. Avaliador de Tertúlias - ENEX 2017. 2017. Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. Seleção de Candidatos para ingresso em 2017 no mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Agronomia. 2016. Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.; GUIMARAES, L. M.; SANTOS, M. S.. Seleção de Bolsistas do Programa de Ensino Tutorial (PET). 2014. Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. Seleção de Candidatos para ingresso em 2015 no mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Agronomia. 2014. Universidade Federal da Paraíba.
OLIVEIRA, A. P.; ALVES, E. U.; Pereira, W. E.; SANTOS, D.; REGO, M. M.; REGO, E. R.;BATISTA, J. L.Nascimento, L. C.; Silva, S. M.;BRITO, C. H.; ALBUQUERQUE, M. B.; SOUTO, J. S.; MENDONCA, R. M. N.; BRUNO, R. L. A.. Seleção de Candidatos para ingresso em 2014 no mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Agronomia. 2013. Universidade Federal da Paraíba.
BRITO, C. H.. Processo de avaliação dos resumos expandidos do XIV ENES 2013. 2013. Universidade Federal da Paraíba.
Orientou
A definir; Início: 2025; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
IMPACTO DO FOTOPERÍODO NO CICLO DE VIDA E NAS CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS DE CERATITIS CAPITATA (DIPTERA: TEPHRITIDAE); Início: 2025; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Monitoramento, Análise Faunística e Flutuação Populacional de Moscas-Das-Frutas e Parasitoides em Pomares Domésticos no Brejo Paraibano; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Monitoramento, Análise Faunística e Flutuação Populacional de Moscas-das-Frutas (Diptera:Drosophilidae) em Pomar Comercial de Psidium Guajava L ? Jaçanã/Rn; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
CONTROLE DE CERATITIS CAPITATA COM FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS E EM ASSOCIAÇÃO COM INSETICIDAS QUÍMICOS; Início: 2025; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Resistência de Ceratitis capitata à diferentes compostos químicos; Início: 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Métodos de Criação, Controle d Biologia de Zaprionus tuberculatus (Diptera: Drosophilidae); Início: 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em brejo de altitude; Início: 2022; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Características Biológicas e Morfológicas de Zaprionus tuberculatus em Condições de Laboratório; Início: 2025; Iniciação científica (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Aplicação de Fungos Entomopatogênicos como Estratégia de Controle Biológico de Zaprionus tuberculatus; Início: 2025; Iniciação científica (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Biodiversidade e nível de infestção de moscas-das-frutas na Mesoregião do Agreste Paraibano; 2023; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estratégias de controle de Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae) utilizando inimigos naturaisMarava arachidis (Yersin, 1860) e Euborellia annulipes (Lucas, 1847); 2023; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Biologia e capacidade de predação de Marava arachidis (Yersin,1860) (Dermaptera: Labiidae) sobre Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae); 2022; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Variação espacial e temporal de moscas-das-frutas (Diptera: Drosophilidae: Zaprionus) em pomares de goiaba no semiárido; 2022; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Inseticidas agrícolas associados a atrativos alimentares no controle de Ceratitis capitata (Wierdemann, 1824) Dipter: Tephritidae); 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Macrofauna do solo em diferentes estratégias de restauração ecológica na Amazônia maranhense; 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, ; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Ação de biofertilizantes líquidos adicionados a extratos vegetais sobre Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) e qualidade pós-colheita de frutas de Psidum guajava; 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
SELETIVIDADE DE INSETICIDAS UTILIZADOS NA CULTURA DO MILHO SOBRE O PREDADOR Marava arachidis Yersin, 1860 (Dermaptera: Forficulidae); 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
SELETIVIDADE DE EXTRATOS VEGETAIS UTILIZADOS NO CONTROLE DE Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae) SOBRE O PREDADOR Marava arachidis (Yersin, 1860) (Dermaptera: Labiidae); ; 2019; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
ASPECTOS BIOLÓGICOS, MORFOMÉTRICOS E CAPACIDADE DE PREDAÇÃO DE Marava arachidis Yersin, 1860 ALIMENTADA COM Diatraea saccharalis Fabricius, 1794; 2018; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Óleos essenciais e fungos no controle de Ceratitis capitata (Wied, 1824); 2017; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
INFLUÊNCIA DE DIETAS E TEMPERATURAS NA BIOLOGIA DE Diatraea saccharalis Fabricius 1794 e Diatraea flavipennella Box 1931; 2016; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
ASPECTOS BIOLÓGICOS DE Spodoptera frugiperda SMITH, 1797 (Lepidoptera: Noctuidae), ALIMENTADA COM DIETAS ARTIFICIAIS EM DIFERENTES TEMPERATURAS; 2015; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Subsídios para o controle biológico do complexo de brocas da cana-de-açucar; 2014; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
FLUTUAÇÃO POPULACIONAL E ANÁLISE FAUNÍSTICA DE MOSCAS-DAS-FRUTAS (Diptera: Tephritidae) EM UM POMAR COMERCIAL DE Psidium guajava L; - NOVA FLORESTA/PB; 2014; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, ; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitóides em pomares no Brejo Paraibano; 2013; Dissertação (Mestrado em Pós-graduaçao em Produção Vegetal) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
ASPECTOS BIOLÓGICOS E CAPACIDADE DE PREDAÇÃO DE Doru luteipes Scudder,1876 ALIMENTADA COM Spodoptera frugiperda Smith, 1797; 2013; Dissertação (Mestrado em Pós-graduaçao em Produção Vegetal) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Capacidade predatória e resposta funcional da tesourinha Euborellia annulipes; 2012; Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares frutícolas no Brejo Paraibano; 2011; Dissertação (Mestrado em Ciências Agrárias (Agroecologia)) - Universidade Federal da Paraíba, ; Coorientador: Carlos Henrique de Brito;
DESENVOLVIMENTO BIOLÓGICO DE Ceraeochrysa cubana (NEUROPTERA: CHRYSOPIDAE) EM MOSCA-NEGRA-DOS-CITROS Aleurocanthus woglumi (HEMIPTERA: ALEYRODIDAE); 2010; Dissertação (Mestrado em Pós-graduaçao em Produção Vegetal) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Carlos Henrique de Brito;
Identificação, comportamento e multiplicação de himenópteros parasitoides de Phenacoccus solenopsis (Hemiptera: Pseudococcidae) nas culturas do algodoeiro e gergelim; 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
POTENCIAL DE Marava arachidis (Yersin, 1860) (Dermaptera: Labiidae) NO CONTROLE BIOLÓGICO DE Dactylopius opuntiae (Cockerell, 1896) (Hemiptera: Dactylopiidae); 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Interações inseticidas e iscas tóxicas em Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) e suas implicações na Macrofauna do solo; 2023; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Isolamento e caracterização de Bacillus e Lysinibacillus com potencial para controle de pragas agrícolas e insetos vetores; 2020; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos, comportamentais e a interação química de Bracon vulgaris (Ashmead) e Anthonomus grandis (Boh) na cultura do algodoeiro; 2020; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
CONTRIBUIÇÕES PARA O CONTROLE DE MOSCAS-DAS-FRUTAS (Diptera: Tephritidae); 2018; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Controle biológico do pulgão da erva doce; 2012; Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, ; Coorientador: Carlos Henrique de Brito;
Seletividade deentomopatogênicos sobre o predador sobre o predador Marava arachidis (Yersin, 1860) (Dermaptera: Labiidae); 2022; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Métodos utilizados para desinfecção do material de oxigenoterapia em um hospital geral da cidade de Campina Grande - PB; 2004; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Serviços de Saúde Pública) - Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Efeito de diferentes doses de espinetoram sobre Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824); 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DE Marava arachidis, (Dermaptera: Labiidae) E Euborelia annullipes, (Dermaptera: Anisolabididae) PARA IDENTIFICAÇÃO DO DIMORFISMO SEXUAL; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
SELETIVIDADE DE INSETICIDAS UTILIZADOS NO CONTROLE DE Spodoptera frugiperda SMITH, 1797 (Lepidoptera: Noctuidae) SOBRE Marava arachidis YERSIN, 1869 (Dermaptera: Labiidae); 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Levantamento da diversidade de borboletas em floresta ombrófila aberta em regeneração; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Insetos na alimentação humana: Percepção e experiências de alunos do ensino médio Areia - PB; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DINÂMICA POPULACIONAL DE MOSCAS-DAS-FRUTAS (Diptera: Tephritidae) E PARASITOIDES EM POMARES DOMÉSTICOS NOS MUNICÍPIOS DE BANANEIRAS E BORBOREMA ? PB; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Composição e riqueza de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em um fragmento de Mata Atlântica no Estado da Paraíba, Brasil; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de estratégias pedagógicas ativas como ferramentas no estudo de artrópodes; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS E INDUÇÃO DE RESISTENCIA EM PLANTAS DE TANGERINA; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DE ESCOLAS PUBLICAS E PARTICULARES SOBRE INSETOS NO MUNICÍPIO DE AREIA-PB; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
PERCEPÇÃO DOS AGRICULTORES FAMILIARES SOBRE CONTROLE BIOLÓGICO DE INSETOS PRAGA: UM ESTUDO NO MUNICÍPIO DE REMIGIO-PB; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estudo da fauna de coleópteros em fragmentos de caatinga e brejo de altitude no estado da paraíba, Brasil; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae); 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Conhecimento, percepção e uso de "insetos"em uma comunidade rural no semiárido da Paraíba, Nordeste do Brasil; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e Oscilação populacional de Moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Areia - PB; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Características biológicas da tesourinha Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabilidae) alimentada com dieta artificial e com pulgões Brevicoryne brassicae (Hemiptera: Aphididae); 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biologicos de predador Euborellia annulipes alimentado com pulgões Brevicoryne; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Efeito de doses de pesticidas no controle da cochonilha-do-carmim na Paraíba; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Monitoramento, análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas e parasitoides em pomares comerciais do município de Jaçanã-RN; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Monitoramento, análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas e parasitoides em pomares domésticos no Brejo Paraibano; 2024; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Efeito de ovos de Spodoptera frugiperda (Smith, 1797) tratados sobre Euborellia annulipes (Lucas, 1847) e Marava arachidis (Yersin, 1860); 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Zaprionus spp; na reserva ecológica Mata do Pau-Ferro, no município de Areia-PB; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Efeito seletivo de extratos aquosos e etanólicos de Agave sisalana sobre o predador generalista Euborellia annulipes (Lucas, 1847) (Dermaptera: Anisolabididae); 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade e sazonalidade de vaga-lumes (Coleoptera: Lampyridae) no Parque Estadual Mata do Pau-Ferro; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos de Marava arachidis alimentadas com Dactylopius opuntiae; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Consumo de ninfas migrantes de Dactylopius opuntiae em diferentes densidades pelo predador Marava arachidis; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Efeito seletivo de extratos aquosos e etanólicos de Agave sisalana sobre o predador generalista Euborellia annulipes (Lucas, 1847) (Dermaptera: Anisolabididae); 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade e sazonalidade de vaga-lumes (Coleoptera: Lampyridae) no Parque Estadual Mata do Pau-Ferro; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Desenvolvimento biológico de Marava aracchidis (Dermaptera: Labiidae) em regime de temperaturas alternadas; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares domésticos nos municípios de Barra de Santa Rosa, Cuité e Remígio ? PB; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Avaliação de dietas artificiais no desenvolvimento biológico de Marava aracchidis (Dermaptera: Labiidae) e Euborellia annulipes (Dermaptera: Forficulidae); 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ensino Médio) - Escola Estadual Carlota Barreira, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Desenvolvimento biológico de Marava aracchidis (Dermaptera: Labiidae) em regime de temperatura constante; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares domésticos nos municípios de Esperança e São Sebastião de Lagoa de Roça ? PB; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares domésticos nos municípios de Montadas e Areial ? PB; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Manutenção das criações de Marava aracchidis (Dermaptera: Labiidae) e Euborellia annulipes (Dermaptera: Forficulidae); 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ensino Médio) - Escola Estadual Carlota Barreira, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Biologia de Marava arachidis (Dermaptera: Labiidae), Euborellia annulipes (Dermaptera: Forficulidae) e Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ensino Médio) - Escola Estadual Carlota Barreira, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Seletividade de inseticidas utilizados no controle de Spodoptera frugiperda Smith, 1797 (Lepidoptera: Noctuidae) sobre Marava arachidis Yersin, 1860 (Dermaptera: Labiidae); 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Seletividade de biofertilizantes utilizados no controle de Spodoptera frugiperda Smith, 1797 (Lepidoptera: Noctuidae) sobre Marava arachidis Yersin, 1860 (Dermaptera: Labiidae); 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos de Marava arachidis (Dermaptera: Labiidae) sobre Diatraea saccharalis (Lepidoptera: Crambidae); 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos de Marava arachidis (Dermaptera: Labiidae) sobre Spodopetra frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae); 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos de Doru luteipes (Dermaptera: Forficulidae) Sobre Diatraea saccharalis (Lepidoptera: Crambidae); 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Aspectos biológicos de Euborellia annulipes (Dermaptera: Forficulidae) alimentada com ovos e larvas de segundo instar de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae); 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Lima; Manutenção das criações de Euborellia annulipes (Dermaptera: Forficulidae) e de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae); 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ensino Médio) - Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ministro José Américo de Alme, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
BIOLOGIA DE Doru luteipes (Dermaptera: Forficulidae) SOBRE Diatraea saccharalis (Lepidoptera: Crambidae); 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ensino Médio) - Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ministro José Américo de Alme, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Alagoa Nova - PB; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Matinhas - PB; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares domésticos nos municípios de Areia e Serraria ? PB; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares domésticos nos municípios de Bananeiras e Borborema ? PB; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Alagoa Nova - PB; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Matinhas - PB; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade e sazonalidade de coleópteros na Reserva Ecológica Mata-do-Pau- Ferro, Areia, Paraíba, Brasil; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Pilões - PB; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em pomares domésticos no município de Alagoa Grande - PB; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade e sazonalidade de insetos na reserva Ecológica Mata-do-Pau-Ferro, Areia, Paraíba, Brasil; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Desenvolvimento biológico Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabididae) sobre ninfas migrantes de Dactylopius opuntiae; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Consumo de ninfas migrantes de Dactylopius opuntiae pelo predador generalista Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabididae); 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Reação de Genótipos de Palma Forrageira (Opuntia spp; e Nopalea spp; ) à Infestação da Cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae Cockerell, 1929); 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Consumo de ninfas migrantes de Dactylopius opuntiae pelo predador generalista Euborellia annulipes (Dermaptera: Anisolabididae); 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de produtos alternativos e pesticidas no controle da cochonilha-do-carmim na Paraíba; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Elaboração de modelos didáticos de artrópodes como ferramenta de aprendizagem no ensino de Ciências e Biologia; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Elaboração de modelos didáticos de artrópodes como ferramenta de aprendizagem no ensino de ciências e biologia; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? período 2023; 2; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2023; 2; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2024; 1; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2024; 2; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2024; 2; 2024; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? período 2022; 2; 2023; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2022; 2; 2023; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2023; 1; 2023; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2023; 1; 2023; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2021; 2; 2022; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2021; 2; 2022; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2022; 1; 2022; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2022; 1; 2022; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2020; 2; 2021; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2021; 1; 2021; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2019; 2; 2020; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Contribuições para o monitoramento e manejo de moscas-das-frutas em pomares rurais no município de Areia - PB; 2020; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? Período 2020; 1; 2020; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2018; 2; 2019; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2018; 2; 2019; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2019; 1; 2019; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2019; 1; 2019; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2019; 1; 2019; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2017; 2; 2018; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2018; 1; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2018; 1; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
ELABORAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS DE ARTRÓPODES COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: DENTRO DE UMA PERSPECTIVA DA AULA INVERTIDA; 2017; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
IMPORTÂNCIA DA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE UTILIZANDO A ENTOMOFAUNA E COMO MULTIPLICADORES, ALUNOS DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE AREIA - PB; 2017; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
IMPORTÂNCIA DA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE UTILIZANDO A ENTOMOFAUNA E COMO MULTIPLICADORES, ALUNOS DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE AREIA - PB; 2017; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2016; 2; 2017; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
O AUXÍLIO DA MONITORIA NO APRENDIZADO DA DISCIPLINA DE ZOOLOGIA PARA OS DISCENTES DE ZOOTECNIA E AGRONOMIA; 2017; Orientação de outra natureza; (Zootecnia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
DIVERSIDADE BIOLÓGICA DE INVERTEBRADOS COMO INSTRUMENTO NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DOS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ? PERÍODO 2017; 1; 2017; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas - Período 2015; 2; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de modelos didáticos de artrópodes no ensino aprendizagem de ciências e biologia; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Entomofauna como recurso para conservação do meio ambiente tendo como multiplicadores alunos de escolas públicas no município de Areia ? PB; 2016; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas - Período 2015; 1; 2015; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Animais como Instrumento na Formação dos Estudantes do Curso de Zootecnia - Período 2015; 1; 2015; Orientação de outra natureza; (Zootecnia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Criação e manutenção de Diatraea saccharalis e Diatraea flavipennella - Estágio Supervisionado IV; 2015; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de Ciências Biológicas; 2014; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de Ciências Biológicas; 2014; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Animais como Instrumento na Formação dos Estudantes do Curso de Zootecnia; 2014; Orientação de outra natureza; (Zootecnia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas - Período 2014; 2; 2014; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas - Período 2014; 2; 2014; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Animais como Instrumento na Formação dos Estudantes do Curso de Zootecnia - Período 2014; 2; 2014; Orientação de outra natureza; (Zootecnia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estágio Supervisionado III; 2014; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estágio Supervisionado III; 2014; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de Ciências Biológicas; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de Ciências Biológicas; 2013; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
UTILIZAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS TRIDIMENSIONAIS DE INSETOS NO ENSINO DE ZOOLOGIA; 2013; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
UTILIZAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS TRIDIMENSIONAIS DE INSETOS NO ENSINO DE ZOOLOGIA; 2013; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
UTILIZAÇÃO DE INSETOS COMO RECURSO PARA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE TENDO COMO MULTIPLICADORES ALUNOS DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE AREIA - PB; 2013; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
UTILIZAÇÃO DE INSETOS COMO RECURSO PARA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE TENDO COMO MULTIPLICADORES ALUNOS DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE AREIA - PB; 2013; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
UTILIZAÇÃO DE INSETOS COMO RECURSO PARA CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE TENDO COMO MULTIPLICADORES ALUNOS DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE AREIA - PB; 2013; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas; 2013; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas; 2013; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A Biodiversidade de Animais como Instrumento na Formação dos Estudantes do Curso de Zootecnia; 2013; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estágio Supervisionado I; 2013; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estagio Supervisiondo; 2013; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de modelos didáticos tridimensionais no ensino de zoologia: Área de estudo, Entomologia; 2012; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Entomofauna como recurso para conservação do meio ambiente tendo como multiplicadores alunos de escolas públicas no município de Areia - PB; 2012; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estágio Supervisionado; 2012; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estágio Supervisionado IV; 2012; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estagio Supervisionado III; 2012; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de modelos didáticos de artropodes no ensino aprendizagem de Ciências e Biologia; 2011; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Utilização de modelos didáticos de artropodes no ensino aprendizagem de Ciências e Biologia; 2011; Orientação de outra natureza; (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Conhecimento da entomofauna do Brejo Paraibano pelos alunos de escolas públicas no Municipio de Areia - PB; 2011; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Soares; Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de ciências biológicas; 2011; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Soares; Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes do curso de ciências biológicas; 2011; Orientação de outra natureza; (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estagio Supervisionado II; 2011; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estagio Supervisionado; 2011; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Estagio Supervisionado II; 2011; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
MODELAGEM DIDÁTICA TRIDIMENSIONAL DE ARTROPODES, COMO MÉTODO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA; 2010; Orientação de outra natureza; (Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
Monitoramento e Controle de moscas-das-frutas em pomares de assentamentos rurais, voltado para agricultura familiar; 2010; Orientação de outra natureza; (Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
A diversidade biológica de animais invertebrados como instrumento para formação dos estudantes de Biologia e Agronomia; 2010; Orientação de outra natureza; (Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló) - Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal da Paraíba; Orientador: Carlos Henrique de Brito;
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BRITO, C. H. ; LOPES, E. B. ; ALBUQUERQUE, I. C. ; BATISTA, J. L. . Reação de genótipos de palma (Opontiae e Nopalea) à infestação de Dactylopius opuntiae, na Paraíba. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
BRITO, C. H. ; LOPES, E. B. ; ALBUQUERQUE, I. C. . Cultivo e Fitossanidade da Bananeira. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
LOPES, E. B. ; ALBUQUERQUE, I. C. ; BRITO, C. H. . Estudo Comprova Crescimento da Produção de Tangerina no Município de Matinhas. 2008. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
Dinâmica populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Drosophilidae: Zaprionus) e parasitoides em pomares domésticos e comerciais, Descrição: Espécies invasoras do gênero Zaprionus representam uma ameaça significativa para aindústria frutícola em regiões tropicais do Brasil, particularmente no Nordeste, causandodanos econômicos ao tornar os frutos impróprios para comercialização. Além disso, suaintrodução em novos ambientes pode perturbar ecossistemas nativos e reduzir abiodiversidade. O objetivo do trabalho é caracterizar as populações de moscas-das-frutas(Zaprionus sp) e parasitoides por meio do monitoramento, índices faunísticos e estudar aflutuação populacional ao longo do ano em pomares domésticos e comerciais no Nordestebrasileiro, fornecendo assim, informações cruciais para entender a dinâmica populacionaldesses insetos-praga. A coleta dos frutos e obtenção dos adultos será realizada através decoletas mensais, coletando-se preferencialmente frutos maduros ou em início dematuração, diferenciando os frutos colhidos no solo e das plantas e o monitoramento dosadultos das moscas-das-frutas será realizado com auxílio de armadilhas mcphail contendocomo atrativos alimentares 300 ml de solução aquosa de proteína hidrolisada a 5 e 300ml de suco de goiaba da solução por armadilha. O atrativo alimentar será substituído acada 15 dias, e o material coletado será transferido para eppendorf contendo álcool 70e levados ao Laboratório de Zoologia de Invertebrados - UFPB para a triagem. Aidentificação dos exemplares coletados será realizada por meio da análise morfológica(VAN DER LINDE, 2006). Os espécimes serão depositados na coleção científica deinsetos do Laboratório de Invertebrados, do Setor de Biologia Animal da UniversidadeFederal da Paraíba, Areia PB. A partir dos dados coletados serão analisados índicesfaunísticos e de infestação, bem como a flutuação populacional. Os resultados obtidosserão fundamentais para orientar o desenvolvimento de estratégias de manejo maiseficientes e sustentáveis, ajudando a proteger os pomares e garantir a segurança alimentarna região Nordeste do Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Clarice Diniz Alvarenga Corsato - Integrante / Lylian Souto Ribeiro - Integrante / Wanderlecio Rodrigues da Silva - Integrante / José Jurandez Buriti de Melo Júnior - Integrante / Caio César Batista Santos Nóbrega - Integrante / Ellen Vitoria Barbosa do Carmo - Integrante.
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2023 - Atual
Bioinsumos e Tecnologia de Aplicação de Nova Geração para o Manejo Sustentável de Spodoptera frugiperda, Descrição: Spodoptera frugiperda incorre em danos com cifras estimadas em milhões de dólares anualmente no Brasil. Casos de insucesso de controle de S. frugiperda por estratégias convencionais têm sido repetitivos nos últimos anos, o que aumenta a demanda por soluções biológicas. Apesar de ser um enorme desafio, em uma perspectiva entomológica, a prospecção de defensivos biológicos é um campo de inovação bastante promissor, especialmente quando se preconiza o uso de tecnologias de aplicação de defensivos de nova geração, ou seja, os drones pulverizadores. Diante desse cenário, o presente projeto será dividido em duas etapas: no primeiro momento serão prospectadas e validadas as eficácias de potenciais bioinsumos para o manejo de larvas de S. frugiperda (Parte I). Serão analisados compostos bioativos provenientes de microrganismos Saccharopolyspora spinosa, Streptomyces sp. e uma mistura pré-inoculada de Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae e além desses, o macroorganismo Marava arachidis. Na segunda etapa, serão aplicados os tratamentos com os microorganismos mais eficientes utilizando tecnologia de aplicação aérea com um drone pulverizador e liberação da tesourinha M. arachidis com uma nova cápsula biodegradável (Parte II), em consonância com a segunda etapa, um modelo computacional espacialmente explícito será implementado para análise do impacto da adoção cooperativa pelas estratégias recomendadas pela presente proposta. Portanto, três grandes questões são colocadas nessa proposta, (I) é possível manejar de forma sustentável S. frugiperda com aplicação de bioinsumos? (II) a utilização desses produtos é compatível com a tecnologia de aplicação área via drones pulverizadores? (III) o manejo cooperativo é importante para o manejo de S. frugiperda com insumos biológicos? O projeto testará hipóteses alternativas às questões levantadas. E como produto inovador, será desenvolvido um portfólio de manejo com bases sustentáveis para S. frugiperda.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Jose Bruno Malaquias - Coordenador / Luana Vitória de Queiroz Oliveira - Integrante / Izabela Thais F. A. da Silva - Integrante / Vinícius de Oliveira Barbosa - Integrante / Roberio de Oliveira - Integrante / Anddreza Maddalena - Integrante / Angélica da Silva Salustino - Integrante / Francisco de Sousa Ramalho - Integrante / José Alberto Cardoso Pereira - Integrante / Milton Fernando Cabezas Guerreiro - Integrante / Paula Cristina dos Santos Baptista - Integrante / Silvio Lisboa de Souza Junior - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2021 - 2024
Dinâmica populacional e análise faunística de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitoides em pomares na Paraíba, Descrição: Na região Nordeste e principalmente na Paraíba, praticamente inexiste informações sobre a biodiversidade e monitoramento de moscas-das-frutas. Neste sentido o objetivo deste projeto de pesquisa é caracterizar as populações de moscas-das-frutas e seus parasitoides por meio de índices faunísticos e estudar a dinâmica populacional em pomares da mesorregião do agreste paraibano. Os frutos preferencialmente maduros serão coletados, acondicionados e transportados em engradados até o Laboratório Zoologia dos Invertebrados/CCA/UFPB, onde serão contados, pesados e mantidos em recipientes plásticos telados com uma camada de 2 cm de areia esterilizada. Periodicamente os pupários serão coletados e armazenados individualmente em placas de petri com areia e cobertos por voil sendo mantidos no laboratório até a emergência das moscas ou parasitoides. Será implantada também nas áreas selecionadas, armadilhas plásticas PET tendo como atrativo alimentar proteína hidrolisada a 5, os indivíduos coletados uma vez/mês, serão transferidos para frascos contendo álcool 70 para a triagem. Os resultados advindos dessa proposta, de caráter interinstitucional, visam implementar pesquisas em escalas regionais e futuras propostas para escalas mais amplas, com vistas ao caráter preditivo que o monitoramento de pomares frutícolas pode fornecer, favorecendo a tomada de decisão dos produtores e fortalecendo as políticas públicas de distribuição de renda para agricultores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Clarice Diniz Alvarenga Corsato - Integrante / Gleidyane Novais Lopes Mielezrski - Integrante / Nayana Rodrigues de Sousa - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal da Paraíba - Auxílio financeiro.
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2014 - 2019
Análise faunística e flutuação populacional de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e parasitóides em pomares frutícolas no Brejo Paraibano, Descrição: Na região Nordeste existe pouca informação sobre o monitoramento de moscas-das-frutas e no estado da Paraíba, o último registro foi publicado no ano 1999, com o livro Moscas-das-frutas de importância econômica no Brasil. O que se observa é que durante pesquisas realizadas na Cidade de Areia- PB pode-se visualizar que várias outras espécies de moscas-das-frutas foram encontradas e que não constam na referida publicação, além de observar o registro de Bactrocera. Portanto, espera-se estender essa pesquisa para as outras cidades do Brejo Paraibano, onde hoje apresentam inúmeras áreas de produção frutícola tanto comercial como extrativista, exercida pelos agricultores familiares,onde o registro, monitoramento e flutuação populacional dessas espécies poderão ser utilizados na tomada de decisão pelos fruticultores, escolhendo o melhor método de controle desta tão temível praga. A área de estudo será na microrregião do Brejo Paraibano, envolvendo as seguintes cidades: Areia, Alagoa Nova, Alagoa Grande, Matinhas, Pilões, Serraria, Borborema e Bananeiras. Em cada cidade será selecionado cinco pomares frutícolas, e mapeados através de GPS. As propriedades onde serão realizadas as coletas possuem pomares livre de qualquer uso de agrotóxicos, uma vez que o produtor e/ou produtor-consumidor vem adotando o cultivo orgânico. A finalidade das frutas é para consumo doméstico e comercial. Os frutos coletados serão preferencialmente maduros ou em início de maturação, acondicionados e transportados em caixas até o Laboratório de Zoologia dos Invertebrados situado na Universidade Federal da Paraíba, Areia - PB, onde serão contados, pesados e mantidos em recipientes plásticos telados com uma camada de 2 cm de areia esterilizada. Periodicamente os pupários serão coletados e armazenados individualmente em placas de petri com areia e cobertos por voil sendo mantidos no laboratório até a emergência das moscas ou parasitóides. Será implantada também nas áreas selecionadas, armadilhas plásticas do tipo garrafa PET tendo como atrativo alimentar proteína hidrolisada a 5%. A cada sete dias o material será coletado, transferido para frascos contendo álcool 70% e levados ao Laboratório de Zoologia de Invertebrados para a triagem. OBJETIVO O presente trabalho tem como objetivo principal avaliar a biodiversidade de moscas-das-frutas e a ocorrência de parasitóides associados a pomares frutícolas no Brejo Paraibano. E como objetivos específicos: Estabelecer indicadores e índices entomológicos que permitam a introdução do manejo integrado da praga; Identificar as espécies de moscas-das-frutas de ocorrência nos municípios que compõem a Microrregião do Brejo Paraibano; Avaliar o nível de infestação dos frutos e viabilidade pupal; Avaliar a flutuação populacional das espécies mais frequentes; Determinar a porcentagem de perda dos frutos; Estabelecer a relação hospedeiro/moscas-das-frutas; Conhecer a incidência de parasitóides nativos e o nível de parasitismo; Divulgar os resultados em periódicos especializados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Elton Lucio de Araujo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - 2014
Atividade inseticida de Biogás sobre Sitophilus zeamais (Coleoptera: Curculionidae) em milho armazenado, Descrição: Grãos de milho armazenados são infestados por diversas espécies de insetos, destacando-se o gorgulho Sitophilus zeamais (Coleoptera: Curculionidae) como uma das principais pragas primárias internas. O controle químico desta praga é, geralmente, efetuado com inseticidas fumigantes e protetores que, apesar de eficazes, podem causar intoxicações aos aplicadores, presença de resíduos tóxicos nos grãos e seleção de populações resistentes. Visando diminuir os danos causados por este inseto em grãos armazenados, objetivou-se verificar a mortalidade de S. zeamais após a aplicação de metano. Os experimentos serão realizados no Laboratório de Zoologia dos Invertebrados do Departamento de Ciências Biológicas pertencente ao Centro de Ciências Agrárias/UFPB. Os insetos utilizados nos experimentos serão obtidos da criação mantida no referido laboratório em garrafas PET, vedadas com voal e elástico para evitar a saída dos mesmos. Para cada tratamento serão separadas 500 sementes de milho e 100 adultos de S. zeamais e acondicionados em garrafas PET de 2 litros, os quais serão expostos ao metano por diferentes períodos, sendo eles: 24, 48, 72, 96, 120, 144, 168 e 192 horas e duas temperaturas: ambiente e 25° C. Ao final destes experimentos será realizado o teste de germinação das sementes para verificar o índice de germinação. Este teste será realizado apenas com os tratamentos em que se verificar 100% de mortalidade. Para este teste, 100 sementes de milho serão cultivadas em bandejas plásticas, contendo areia autoclavada e após uma semana do cultivo será avaliado o índice de germinação. Espera-se com este plano de trabalho, encontrar um tratamento com 100% de mortalidade de S. zeamais, sem comprometer a germinação das sementes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Américo Perazzo Neto - Integrante / Rangel Pereira dos Santos - Integrante.
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2013 - Atual
Análise faunística e flutuação populacional de Moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) na microregião do Brejo Paraibano, Descrição: O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas no ranking mundial, com 43 milhões de toneladas produzidas, ficando atrás apenas da China e da Índia. Porém a atividade de exportação ainda é baixa, devido principalmente ao baixo nível tecnológico utilizado hoje no cultivo de fruteiras. As moscas-das-frutas são as pragas de maior expressão econômica na fruticultura mundial, sua importância está relacionada diretamente aos danos que causam aos frutos. O presente trabalho objetiva-se avaliar qualitativamente e quantitativamente a biodiversidade de moscas-das-frutas e a ocorrência de parasitoides associados a pomares domesticos na microregião do Brejo Paraibano.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Joalisson Gonçalves da Silva - Integrante / Wennia Rafaelly souza Figueiredo - Integrante / Elton Lucio de Araujo - Integrante.
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2011 - 2013
Abundância e sazonalidade de insetos na Caatinga, Nordeste do Brasil, Descrição: Os insetos desempenham inúmeras atividades essenciais para manutenção do equilíbrio ambiental e o estudo da sazonalidade é uma valiosa ferramenta para conhecer e compreender a distribuição de diversos grupos de insetos. Deste modo, este trabalho busca descrever a abundância e observar a influência da sazonalidade na distribuição de insetos em fragmentos de Caatinga - Cabaceiras - PB.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Carla de Lima Bicho - Integrante.
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2010 - Atual
Diversidade e sazonalidade de artrópodes em vegetação de mata atlântica e caatinga no semiárido paraibano, Descrição: Os artrópodes são essenciais para o funcionamento dos ecossistemas tropicais, e a abundância desses animais podem estar associados a variações climáticas. Portanto, o presente estudo busca descrever a diversidade e observar a influência da sazonalidade na distribuição de artrópodes em vegetação de mata atlântica e caatinga, nordeste do Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / Elton Lucio de Araujo - Integrante / Carla de Lima Bicho - Integrante / Leonardo Sousa Carvalho - Integrante.
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2008 - 2009
Manejo ecológico da cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae Cockerell): Nova praga da palma forrageira na Paraíba, Descrição: Este projeto visa implementar táticas do Manejo Ecológico de Pragas, com vistas ao controle da cochonilha-do-carmim.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Coordenador / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Integrante / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2007 - 2008
Manejo integrado da cochonilha Dactylopius opuntiae (Cockerel, 1899) (Heteroptera: Dactylopiidae) em palma forrageira, Descrição: A palma forrageira, introduzida no Semi-Árido nordestino desde o século XIX, ocupa uma área de 600.000 ha e representa a base de sustentação do rebanho de gado bovino, ovino e caprino, sendo importante para as cadeias produtivas da carne e leite na região. Há cerca de oito anos o cultivo da palma-forrageira (Opuntia fícus indica Mill) vem sendo comprometido por uma praga destruidora, recentemente identificada como Dactylopius opuntiae Cockerel e popularmente conhecida como cochonilha-do-carmim. Atualmente, há 112 municípios afetados pela praga, considerada A2 pelo MAPA, e os produtores estão vendendo os seus rebanhos e abandonando as terras para sobreviver nas periferias das cidades. Considerando a inexistência de produtos registrados e o risco de resíduos na produção de leite e derivados, faz-se necessário buscar o desenvolvimento de tecnologia de baixo custo e impacto ambiental. Práticas de manejo utilizando técnicas e produtos alternativos, associados à liberação de inimigos naturais e formulações de bioinseticidas, garantiriam a manutenção de uma baixa população da praga, reduzindo os riscos de dano econômico e garantindo a produção sustentável da cultura... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Projetos de desenvolvimento
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2009 - 2011
Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Prospecção, seleção e multiplicação de genótipos de palma forrageira com resistência a cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: As microrregiões do Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, são regiões tradicionalmente produtoras de palma forrageira (Opuntia fícus indica), que se constitui como principal fonte de alimento para os rebanhos bovino, caprino, ovino e outros animais nas secas prolongadas do semi-árido nordestino. A cochonilha-do-carmim (Dactylopius opuntiae) introduzida na Paraíba desde 2001, já dizimou aproximadamente 100 mil hectares de palma gigante. Por se tratar de uma praga exótica recentemente introduzida no país, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA (1987) a classificam como Praga Quarentenária A2. Portanto, deve ser tratada com legislação específica e adoção de métodos eficientes de controle. O Emprego de variedades resistentes no controle emergencial, como ferramenta no combate à cochonilha-do-carmim, justifica-se em função do conhecimento muito escasso sobre os inimigos naturais da praga, da falta de registro de produtos químicos (agrotóxicos) específicos para a praga em questão; enfim, uma necessidade econômica, ambiental e social. O controle dessa praga antes de sua expansão territorial para outros Estados deve ser uma medida crucial e emergencial objetivando minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos vivenciados pelos agricultores em vários municípios no Estado da Paraíba, que enfrentam o problema. Caso o avanço da cochonilha não seja interrompido o mais rápido possível o Carirí Ocidental, Serra do Teixeira e Piancó, poderão sofrer uma crise econômica sem precedente, pois o desaparecimento da palma levaria a extinção de grande parte do rebanho (bovino, caprino e ovino) ali presente, que a tem como principal fonte de alimento. Por outro lado, as famílias campesinas que têm na palma a base da alimentação animal e a renda familiar assegurada com a venda dos animais e, da própria palma, abandonariam o campo em direção às cidades em busca de sobrevivência, ou seja, o êxodo rural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana). , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
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2009 - 2010
Difusão de Genótipos de Palma Resistentes à Cochonilha-do-carmim na Paraíba, Descrição: No Nordeste Semi-árido (980 quilômetros quadrados; 22 milhões de habitantes, dos quais 8,4 habitam o meio rural) acha-se implantada a maior área de palma cultivada (500.000 hectares) de todo o mundo, possibilitando, no período das secas, a alimentação do maior rebanho de caprinos e ovinos (cerca de 10 milhões) de todo o país, o que representa 90% de todo o plantel nacional. Ademais, a palma forrageira representa a base de sustentação do gado (bovinos) no semi-árido, oferecendo ainda perspectivas de outras alternativas econômicas, podendo ser aproveitada na alimentação humana, matéria prima para cosméticos, utilização na produção de fármacos, etc. Há cerca de sete anos a palma forrageira vem sendo comprometida pela cochonilha Dactylopius opuntiae (cochonilha-do-carmim) tornando-se uma praga importante da palma em diversos municípios da Paraíba que fazem fronteira com o Estado de Pernambuco, principalmente nas microrregiões geográficas do Cariri Ocidental e Sertão. Devido ao seu grande poder de proliferação e disseminação, essa praga pode causar danos severos e irreversíveis a um plantio de palma forrageira, provocando conseqüências sócio-econômicas gravíssimas em comunidades agrícolas onde a atividade leiteira é extremamente dependente do cultivo de palma, como fonte de suplementação alimentar para os rebanhos durante os períodos de estiagem. A Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria - IPA e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraiba - EMEPA, dispõem bancos de germoplasma de palmas forrageiras oriundas do Mexico e outros países em suas Estações Experimentais. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuaria (EMEPA), realizou em 2007 testes com mais de 20 genótipos de palma, que apresentam alto potencial forrageiro. Durante a avaliacão destes genótipos foi constatado a nível de laboratório, quatro genótipos resistentes à cochonilha-do$-carmim, sendo então estes denominados: Palmepa 1 - PB (Baiana), Palmepa 2 - PB (Africana), Palmepa 3 - PB (Mexicana).. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Carlos Henrique de Brito - Integrante / Jacinto de Luna Batista - Integrante / EDSON BATISTA LOPES - Coordenador / Ivanildo Cavalcanti de Albuquerque - Integrante., Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.
Prêmios
2019
Prêmio de iniciação a Docência - 2019 com o trabalho intitulado Diversidade Biológica de Invertebrados como Instrumento na Formação dos Estudantes dos Cursos de Ciências Biológicas - período 2019.1, Pró-reitoria de Graduação/UFPB - XXI Encontro de Iniciação a Docência.
2018
Prêmio de iniciação a Docência - 2018 com o trabalho intitulado Estrutura física e organização escolar: reflexões sobre a situação do ensino público em uma escola da cidade de Areia/PB, Pró-reitoria de Graduação/UFPB - XX Encontro de Iniciação a Docência.
2018
Prêmio de iniciação a Docência - 2018 com o trabalho intitulado Diversidade biológica de invertebrados como instrumento na formação dos estudantes dos cursos de Ciências Biológicas ? PERÍODO 2018.1, Pró-reitoria de Graduação/UFPB - XX Encontro de Iniciação a Docência.
2011
Prêmio de iniciação a Docência com o trabalho intitulado Utilização de modelos didáticos de artrópodes no ensino-aprendizagem de ciências e biologia, Pró-reitoria de Graduação/UFPB - XIV Encontro de Iniciação a Docência.
2011
Menção Honrosa no Prêmio Alberto Kioharu Nishida (Guy) pelo trabalho intitulado Levantamento Etnoentomológico na comunidade rural Barroquinha no Sertão da Paraíba, Nordeste do Brasil, Sociedade Brasileira de Etnoecologia -VI Encontro Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia.
2011
Terceiro colocado no Prêmio Alberto Kioharu Nishida (Guy) pelo trabalho intitulado Estudo Etnoentomológico na comunidade Caruatá de Dentro, município de Cabaceiras, Paraíba, Brasil, Sociedade Brasileira de Etnoecologia -VI Encontro Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas. , Departamento de Biociências, Cidade Universitária, 58397000 - Areia, PB - Brasil, Telefone: (83) 33621752, Ramal: 1752, Fax: (83) 33622259, URL da Homepage:
Experiência profissional
2023 - Atual
Universidade Federal da ParaíbaVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado IV, Carga horária: 10
Outras informações:
Chefe do Departamento de Biociências
2009 - Atual
Universidade Federal da ParaíbaVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Professor das disciplinas: Zoologia de Invertebrados I, Zoologia de Invertebrados II, Zoologia, Entomologia Geral, Topicos Especiais em Ciências Biológicas II, Biologia de Campo.
2008 - 2009
Universidade Federal da ParaíbaVínculo: Bolsista recém-doutor, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
2001 - 2002
Universidade Federal da ParaíbaVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiário do Setor de Entomologia.
Atividades
-
08/2023
Direção e administração, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Chefe de Departamento.
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11/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro Suplente da Comissão de Avaliação de Trabalhos de Graduação.
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01/2013
Ensino, Programa de Pós-graduação em Agronomia, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Controle Biológico, Metodologia do Ensino Superior
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08/2012
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Programa de Pós-graduação em Agronomia.Linhas de pesquisa
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08/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Comissão de Avaliação de Ascenção Funcional.
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08/2011
Ensino, Zootecnia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Zoologia
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09/2010
Direção e administração, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Chefe do Setor de Biologia Animal.
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08/2010
Direção e administração, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Chefe do Laboratório de Invertebrados.
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08/2009
Ensino, Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Zoologia de Invertebrados I, Zoologia de Invertebrados II
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07/2019 - 12/2019
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Programa de Pós-graduação em Agronomia.Cargo ou função, Comissão de selação de candidatos aos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos em Agronomia.
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04/2018 - 09/2019
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro do Titular do Colegiado do Curso de Agronomia.
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09/2016 - 09/2017
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente da comissão de Elaboração dos requisitos do concurso público para professor da área de Zoologia.
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04/2017 - 05/2017
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente da Comissão de Consulta Eleitoral para Chefe e Sub-chefe do DCB/CCA/UFPB/2017.
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01/2017 - 05/2017
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Comissão de Elaboração do Projeto de Autoavaliação dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas do CCA/UFPB.
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05/2016 - 04/2017
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro da Comissão para realizar alteraçoes na resolução CCB/CCA 02/2010 que regulamenta o TCC dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas/CCA/UFPB.
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12/2013 - 03/2017
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Programa de Pós-graduação em Biodiversidade.Linhas de pesquisa
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09/2012 - 12/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Comissão para Elaboração de Normas do Comitê de Ética em Pesquisa Animal do CCA.
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08/2012 - 12/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Comissão de Avaliação dos Professores em Estágio Probatório.
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09/2016 - 09/2016
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro da comissão organizadora da Semana de Biologia e das comemorações dos 10 anos dos cursos de Ciências Biológicas/CCA.
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11/2013 - 06/2015
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente da Comissão de Avaliação dos Processos de Abreviação dos Cursos de Ciências Biológicas.
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05/2015 - 05/2015
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Presidente de Comissão Recptora de Votos/Eleições 2015 - Departamento de Ciências Biológicas.
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07/2014 - 05/2015
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente do Nucleo Docente Estruturante dos Cursos de Ciências Biológicas.
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12/2013 - 05/2015
Direção e administração, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Coordenador dos Cursos de Ciências Biológicas.
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09/2014 - 10/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Programa de Pós-graduação em Agronomia.Cargo ou função, Comissão para seleção do representante do PPGA ao Prêmio UFPB-TESE.
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10/2009 - 09/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus III.Cargo ou função, Comissão de avaliação de Trabalhos de Graduação.
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11/2013 - 08/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente da Comissão de Avaliação e Alteração da Resolução 01/2010/CCB/CCA - Tópicos Especias em Ciências Biológicas.
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03/2014 - 07/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Coordenação dos Cursos de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Presidente do I simpósio Paraibano de Ciências Biológicas.
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08/2013 - 12/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro da Comissão de Sindicância e Relatoria do Concurso de Fisiologia Vegetal.
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10/2009 - 12/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Membro da Comissão do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Ciências Biológicas.
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08/2011 - 05/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus III, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro do Colegiado do Curso de Agronomia.
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03/2011 - 05/2013
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Coordenador de Monitoria do Departamento de Ciências Biológicas.
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12/2012 - 12/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro suplente do Presidente da Comissão de Consulta Eleitoral.
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09/2011 - 08/2012
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus III, Departamento de Ciências Biológicas.Cargo ou função, Membro da Comissão de elaboração do Projeto pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Derivados de cana-de-açucar.
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01/2011 - 07/2011
Extensão universitária , Centro de Ciências Agrárias - Campus III, Departamento de Ciências Biológicas.Atividade de extensão realizada, Membro da Comissão de Extensão do Centro de Ciências Agrárias.
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02/2010 - 07/2011
Ensino, Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências Bioló, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Tópicos Especiais em Ciências Biológicas II
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08/2009 - 07/2011
Ensino, Licenciatura em Ciencias Agrárias, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Entomologia Geral
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05/2011 - 05/2011
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus III.Cargo ou função, Presidente de Comissão Recptora de Votos/Eleições 2011 - Coordenação Ciências Biológicas.
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11/2009 - 01/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Agrárias - Campus II.Cargo ou função, Comissão de Planejamento de Desenvolvimento Institucional - PDI.
2006 - 2008
Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da ParaíbaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Equipe Técnica, Carga horária: 20
1999 - 2000
Universidade Estadual da ParaíbaVínculo: Estagiario - Entomologia, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiário Laboratorio de Entomologia.
2003 - 2004
Escola Nossa Senhora do CarmoVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
Outras informações:
Professor das competências Anatomia e fisiologia humana e Microbiologia e parasitologia.
Atividades
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07/2003 - 07/2004
Ensino,Disciplinas ministradas, Microbiiologia e parasitologia, Anatomia e fisiologia humana
2005 - 2007
Educandário Padre CélioVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
2000 - 2001
Escola Roberto SimonsenVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20
Outras informações:
Professor de aprendizagem do telecurso 2000.
Atividades
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11/2000 - 12/2001
Ensino,Disciplinas ministradas, Biologia
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