Bóris Maia e Silva
Doutor e mestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense (PPGA-UFF). Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (ICHF/UFF). Professor Adjunto do Departamento de Fundamentos da Educação, Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FE-UFRJ). Pesquisador de Pós-Doutorado Júnior do CNPq. Foi Professor Substituto do Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense (2020-2022); Visiting Scholar na Graduate School of Education da Stanford University (2022); bolsista de Pós-doutorado FAPERJ/INCT-InEAC (2020-2022); bolsista de Pós-doutorado PDPA-UFF (2022-2023). Pesquisador do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas (NUFEP/UFF), do Núcleo de Pesquisa Educação e Cidade (NUPEC/EDU-UERJ) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INCT-InEAC). Membro do Grupo de Pesquisa - Antropologia Política e Conflitos: pesquisas empíricas sobre burocracias, religiões e mobilizações sociais. Email: borismaias@gmail.com / borismaia@id.uff.br
Informações coletadas do Lattes em 11/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Antropologia
2014 - 2019
Universidade Federal Fluminense
Título: Sujeitos de estado: aprendizado e tradição de conhecimento na preparação para concursos públicos da burocracia fiscal
, Ano de obtenção: 2019. Ana Paula Mendes de Miranda. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Estado; Concurso público; Administração Pública; Aprendizado.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia do Estado. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Cognitiva.
Mestrado em Antropologia
2012 - 2014
Universidade Federal Fluminense
Título: Vida de escola: autoridade, carisma e performance em uma escola pública
, Ano de Obtenção: 2014.Ana Paula Mendes de Miranda.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Escola Pública; Carisma; Autoridade; Performance.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da educação.
Graduação em Ciências Sociais
2008 - 2011
Universidade Federal Fluminense
Título: "Matéria de caderno": uma etnografia das aulas de ensino religioso
Orientador: Ana Paula Mendes de Miranda
Pós-doutorado
2019 - 2021
Pós-Doutorado. , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil. , Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da educação.
Formação complementar
2016 - 2016
Oficina N-Vivo. (Carga horária: 8h). , Instituto de Estudos Sociais e Políticos, IESP-UERJ, Brasil.
2016 - 2016
Formação em EAD com ênfase na tutoria CEDERJ. (Carga horária: 90h). , Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJ, CECIERJ, Brasil.
2012 - 2012
Oficina Lattes. (Carga horária: 3h). , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Política.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia e Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Fundamentos da Educação/Especialidade: Sociologia da Educação.
Organização de eventos
VERISSIMO, Marcos ; KANT DE LIMA, R. ; OLIVEIRA, T. M. ; MAIA, B. ; FILPO, K. P. L. . Feira de Ciências - Conflitos e Diálogos na Escola. 2020. .
MAIA, B. ; VERISSIMO, Marcos ; FILPO, K. P. L. ; KANT DE LIMA, R. ; MONTEIRO, Paloma . II Simpósio de Pesquisas em Administração de Conflitos no Espaço Escolar. 2019. (Outro).
MAIA, BÓRIS ; VERISSIMO, Marcos ; FILPO, K. P. L. ; PINTO, Nalayne ; MONTEIRO, Paloma . I Simpósio de Pesquisas em Administração de Conflitos no Espaço Escolar. 2018. (Outro).
MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; BARTEL, B. F. ; FALCÃO, H. G. ; RIBEIRO, Y. G. ; PETROSILLO, I. R. ; MIBIELLI, B. L. ; FIGUEIREDO, T. S. L. ; STEVENSON, I . IX Jornada de Alunos do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense. 2015. (Outro).
MAIA, B. ; CIPINIUK, T. . I Seminário de Antropologia e Educação. 2012. (Outro).
MAIA, B. ; MIRANDA, A. P. M. . As violências e as intolerâncias no espaço escolar. 2012. (Outro).
MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; PINTO, V. C. ; RANGEL, V. C. T. M. . VI Jornada de alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense. 2012. (Outro).
MAIA, B. ; MIRANDA, A. P. M. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. ; BONIOLO, R.M. ; AZEVEDO, J. S. ; MELO, T. P. . Workshop - Os Registros das Guardas Municipais como Fonte de Informações: Limites e Possibilidades. 2010. (Outro).
Participação em eventos
34ª RBA - Reunião Brasileira de Antropologia. Simpósio Especial - As escolas como arena, instrumento e alvo de disputas públicas. 2024. (Congresso).
34ª RBA - Reunião Brasileira de Antropologia. Encarando a violência através de práticas restaurativas: uma pesquisa antropológica sobre a intensificação de violências em escolas californianas. 2024. (Congresso).
XIV Reunião de Antropologia do Mercosul. Restaurando a convivência escolar: estratégias de prevenção e administração da violência em escolas americanas. 2023. (Congresso).
VIII Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia. Coordenador do Painel "Escola e suas cenas turbulentas: etnografias de conflitos em meio escolar". 2022. (Congresso).
32ª Reunião Brasileira de Antropologia. Virando estado: subjetividade e autoridade entre candidatos ao serviço público no Brasil. 2021. (Congresso).
45º Encontro Anual da Anpocs.Racismo religioso em escolas públicas: uma análise antropológica sobre casos de discriminação escolar. 2021. (Encontro).
IUAES Congress 2021. Coordenação do painel Anthropology of Educational Settings. 2021. (Congresso).
VII ENADIR ? Encontro Nacional de Antropologia do Direito.Religião e racismo na educação: uma análise de casos de discriminação em escolas públicas no Estado do Rio de Janeiro. 2021. (Encontro).
19º Congresso Brasileiro de Sociologia. Ser fiscal, ser elite: o processo de sujeição burocrática entre candidatos ao serviço público. 2019. (Congresso).
Kardume Sustentabilidade em Movimento.Educação de qualidade, escolarização, e inclusão. 2019. (Seminário).
LASA Congress 2019. From candidates to public servants: the process of learning and the formation of subjectivities among candidates for civil service in Brazil. 2019. (Congresso).
Seminário Administração de Conflitos em Perspectiva Comparada.Trajetórias acadêmicas e de formação nos 10 anos do INCT-INEAC. 2019. (Seminário).
XIII Reunião de Antropologia do Mercosul. Virando estado: subjetivação e autoridade entre candidatos ao serviço público no Brasil. 2019. (Congresso).
18th IUAES World Congress. Em busca do mérito e da racionalidade: o processo de institucionalização do concurso público no Brasil. 2018. (Congresso).
I Simpósio de Pesquisas em Administração de Conflitos no Espaço Escolar.Mantendo a ordem, perdendo o controle: usos da autoridade professoral em sala de aula. 2018. (Simpósio).
VI Seminário Internacional do INCT-InEAC.Conhecimento de concurso: técnicas de adestramento no aprendizado de candidatos ao serviço público. 2018. (Seminário).
V Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología. De candidatos a servidores: aprendizado e transmissão de conhecimento no universo dos concursos públicos para a área fiscal. 2017. (Congresso).
V Seminário Internacional do INCT-InEAC.GT 3 - Direitos, mercados e mobilizações coletivas. 2017. (Seminário).
XI Jornada de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da da Universidade Federal Fluminense.GT1: Cultura Jurídica, Segurança Pública e Administração de Conflitos. 2017. (Outra).
XI Jornada de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da da Universidade Federal Fluminense.Saber de Estado: aprendizado e transmissão do conhecimento no universo dos concursos públicos?. 2017. (Outra).
I Seminário Ética em Pesquisa: Práticas, perspectivas e campos do conhecimento. 2016. (Seminário).
X Jornada de Alunos do PPGA/UFF. 2016. (Seminário).
XI Reunión de Antropología del Mercosur. Carisma e autoridade professoral: notas etnográficas sobre relações de poder na burocracia escolar. 2015. (Congresso).
1º Simpósio Sudeste da ABHR / 1º Simpósio Internacional da ABHR.Identidades religiosas na escola pública: uma análise etnográfica do cotidiano escolar. 2013. (Simpósio).
V Encontros de Portalegre.A religião na escola pública brasileira: uma análise etnográfica dos conflitos identitários no ambiente escolar. 2013. (Encontro).
VII Jornada de Alunos do PPGA-UFF.?Está escrito, mas em verdade vos digo?: educação, poder e carisma em uma escola pública. 2013. (Outra).
As violências e as intolerâncias no espaço escolar.Religião e conflitos nas escolas públicas fluminenses. 2012. (Seminário).
I Seminário de Antropologia e Educação.A escola e as experiências de pesquisa em suas interfaces entre a antropologia e sociologia. 2012. (Seminário).
Tercer Congreso Latinoamericano de Antropología. Moralidades públicas na escola: religião, conflito e diversidade cultural nas escolas públicas fluminenses. 2012. (Congresso).
VI Jornada de Alunos do PPGA/UFF.Religião, educação e cidadania: notas etnográficas sobre a construção de moralidades públicas na escola. 2012. (Outra).
Intolerância religiosa, laicidade e demandas por reconhecimento de direito. 2011. (Outra).
IV Jornada de Ciências Sociais da UFRJ.O registro de ocorrência na criminalização da "intolerância religiosa" na cidade do Rio de Janeiro.. 2011. (Outra).
IX Reunião de Antropologia do Mercosul. Conflitos da fé: diferentes sentidos de justiça em casos de "intolerância religiosa". 2011. (Congresso).
X Congreso Argentino de Antropología Social. Discursos e práticas sobre a ?intolerância religiosa?: uma análise dos conflitos no Rio de Janeiro. 2011. (Congresso).
XI Congresso Luso Afro Brasileiro de Ciências Sociais. A intolerância religiosa e o ensino religioso confessional obrigatório em escolas públicas no Rio de Janeiro. 2011. (Congresso).
XV Congresso Brasileiro de Sociologia. Ensino religioso e escola pública: a situação do Rio de Janeiro. 2011. (Congresso).
XXI Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos Torres de Ciência e Tecnologia.A crença na igualdade e a produção da desigualdade nos processos de administração institucional de conflitos no espaço público fluminense: Religião, Direito e Sociedade, em uma perspectiva comparada. 2011. (Seminário).
27ª Reunião Brasileira de Antropologia. "Enfrentar, e não combater" Análise da atuação de uma Ong de Direitos Humanos em casos de crimes de discriminação étnico-racial-religiosa. 2010. (Congresso).
Aspectos Humanos da Favela Carioca: ontem e hoje. 2010. (Outra).
Cartografias Sociais e Território na América Latina. 2010. (Seminário).
III Jornada de Ciências Sociais do IFCS/UFRJ.A religião no espaço público fluminense: o caso do ensino religioso. 2010. (Outra).
II Seminário do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos. 2010. (Seminário).
II Seminário Justiça Criminal e Segurança Pública: Políticas Públicas de Segurança e Práticas Policiais no Brasil. 2010. (Seminário).
Laicidade do Estado: um debate sobre a constitucionalidade do ensino religioso nas escolas públicas. 2010. (Outra).
Seminário Caminhos para uma Educação Democrática: Lei 10.639/03. 2010. (Seminário).
VIII Semana de Ciências Sociais.Religião e Espaço Público: uma análise da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro. 2010. (Outra).
V Seminário PPGCP (Programa de Pós-Graduação em Ciência Política).Estado, Religião e Laicidade: uma análise do conflito e da diversidade religiosa em instituições estatais. 2010. (Seminário).
XX Semana de Iniciação Científica.A religião no espaço público: uma etnografia das aulas de ensino religioso. 2010. (Seminário).
1º Seminário Estadual sobre Intolerância Religiosa e Direitos Humanos. 2009. (Seminário).
Administração Institucional de Conflitos e Formação de Políticas Públicas numa Perspectiva Comparada. 2009. (Seminário).
Colóquio NUFEP: 15 anos em perspectiva. 2009. (Outra).
IV Jornada de Antropologia dos Alunos do PPGA/UFF. 2009. (Outra).
Olhares Cruzados. 2009. (Seminário).
Seminário Franco-Brasileiro Capes Cofecub - Conflitos Urbanos, Violência e Processos de Criminalização no Brasil e na França: DImensões Comparativas. 2009. (Seminário).
Tradicões e Modernidades. 2009. (Seminário).
XIV Congresso Brasileiro de Sociologia. 2009. (Congresso).
Curso Marx e o Marxismo. 2008. (Seminário).
Participação em bancas
KANT DE LIMA, R.; MENDONCA FILHO, F. P.;MAIA, B.; MARTINS, L. A.. ?Entre as Leis e as Práticas no Sistema de Justiça Juvenil? Uma etnografia sobre a produção da verdade jurídica na Vara da Infância e da Juventude nos casos de atos infracionais análogos à crime e as medidas socioeducativas aplicadas. 2024. Dissertação (Mestrado em JUSTIÇA E SEGURANÇA) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; MUNIZ, J.; EILBAUM, L.; MIRANDA, ANA PAULA MENDES DE. Navegando entre portos (in)seguros: uma etnografia das incertezas funcionais de policiais penais em atividades administrativas. 2022. Dissertação (Mestrado em JUSTIÇA E SEGURANÇA) - Universidade Federal Fluminense.
GERALDO, P. H. B.;MAIA, B.; SANTOS, C. V. N.; VERONESE, A. K.; SILVA, P. E. A.. A técnica e a política da economicidade: uma sociologia política das práticas de controle dos conselheiros no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. 2020. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.
MOTA, F. R.;MAIA, B.; VEIGA, F. B.; MESQUITA, W. A. B.; PELAEZ, D. V.. Sociabilidades jocosas na escola: maneiras de produção de sociabilidade entre estudantes. 2024. Tese (Doutorado em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, BÓRIS; KANT DE LIMA, R.; MARTINS, L. A.; FILPO, K. P. L.; MENDONCA FILHO, F. P.. O que vale é a matrícula: o papel da escola na execução de medidas socioeducativas em meio aberto em Niterói/RJ. 2024. Tese (Doutorado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.
GERALDO, P. H. B.;MAIA, B.; SILVA, G. B.; FONTAINHA, F. C.. O poder e o saber na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. 2024. Exame de qualificação (Mestrando em JUSTIÇA E SEGURANÇA) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; PINTO, Nalayne; CARUZO, H. G. C.. A mediação pedagógica nos conflitos escolares. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Ciências Sociais) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
MUNIZ, J.;MAIA, B.; MIRANDA, ANA PAULA MENDES DE; EILBAUM, L.. Ser (de dentro) ou Estar (de fora): Um estudo sobre categorias, carreira e trajetórias no serviço público penitenciário fluminense. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Justiça e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
GERALDO, P. H. B.;MAIA, B.; SANTOS, C. V. N.; VERONESE, A. K.. O conflito entre o corpo técnico e o corpo político do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro - Reflexos nas práticas de controle da economicidade dos editais de licitação. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.PINTO, V. C.; VERISSIMO, Marcos. Inclusão social - Conflitos relacionados ao acesso de crianças com autismo na escola regular. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.PINTO, V. C.; VERISSIMO, Marcos. Entre o saber policial e o saber acadêmico: uma análise do processo de inserção de policiais militares na universidade. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; RANGEL, V. C. T. M.; NUNEZ, Izabel Saenger. Uma análise acerca das audiências de custódia para menores infratores: reflexões ao Estado do Rio de Janeiro. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
PIRES, Lenin; LUPETTI BAPTISTA, B. G.; RANGEL, V. C. T. M.;MAIA, B.. Sistema Penitenciário Policial Militar: análise dos policiais militares presos e acautelados. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; PIRES, Lenin; LUPETTI BAPTISTA, B. G.; RANGEL, V. C. T. M.. Abordagem policial: legitimidade, legalidade e uso da força. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
RANGEL, V. C. T. M.;MAIA, B.; PIRES, Lenin; LUPETTI BAPTISTA, B. G.. Assédio Moral e Segurança Pública: um estudo sobre as relações sociais na Polícia Militar. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
RANGEL, V. C. T. M.;MAIA, B.; PIRES, Lenin; LUPETTI BAPTISTA, B. G.. Direitos Humanos e suas percepções sociais. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense.
PIRES, Lenin;MAIA, B.PINTO, V. C.. Políticas Públicas e Educação: controvérsias em torno da implantação do Plano de Metas. 2015. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental) - Universidade Federal Fluminense.
EILBAUM, L.;MAIA, B.; ROCHA, T.. A construção da escola pública: uma produção de afetos. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.
MIRANDA, ANA PAULA MENDES DE; ALMEIDA, R. R.; PEREIRA, L. N. N.;MAIA, B.. ?Bancas de Heteroidentificação?: Desafios para a implantação de Ações Afirmativas para Pretos, Pardos ou Indígenas (PPI) na Universidade Federal Fluminense (2018-2019). 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.
MUNIZ, J.; LUZ, V. C.;MAIA, B.. A atuação da Guarda Civil Municipal de Niterói com a população em situação de rua. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Segurança Pública) - Universidade Federal Fluminense.
MUNIZ, J.; ANTUNES, L. R.;MAIA, B.. Entre tensões: percepções e riscos dos trabalhadores de energia elétrica em São Gonçalo. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Segurança Pública) - Universidade Federal Fluminense.
EILBAUM, L.;MAIA, B.; VERISSIMO, Marcos. ?Entramos forçados, ficamos pirados e saímos formados?: uma etnografia em uma escola pública em Niterói. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.
MIRANDA, A. P. M.MAIA, B.; ALMEIDA, R. R.. Mortes e vidas severinas: uma análise antropológica da poesia. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense.
FREIRE, J.; MOUZINHO, G. M. P.; LEMOS, C. E. S.;MAIA, B.. "Podemos continuar a aula sem problemas?": Preservar a atenção e administrar a desatenção de alunos em escolas de Campos dos Goytacazes. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; GOMES, V.; PASSETTI, G.. XXX Seminário de Iniciação Científica - Prêmio UFF Vasconcellos Torres. 2020. Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; SOUZA, M. A.; WEID, O. V. D.. Seleção de Monitoria - Departamento de Antropologia. 2020. Universidade Federal Fluminense.
MAIA, B.; PINTO, B. L.; GUSMAO, N.; TAUCCE, P.; OLIVEIRA, K.; MAGALHAES, J.. Comissão Avaliadora da Feira de Ciências Conflitos e Diálogos na Escola. 2020. Universidade Federal Fluminense.
Orientou
Políticas de prevenção à violência escolar; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Pedagogia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ; (Orientador);
Navegando entre portos (in)seguros: uma etnografia das incertezas funcionais de policiais penais em atividades administrativas; 2022; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Justiça e Segurança) - Universidade Federal Fluminense, ; Coorientador: Bóris Maia e Silva;
Entre o saber policial e o saber acadêmico: uma análise do processo de inserção de policiais militares na universidade; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Inclusão social - Conflitos relacionados ao acesso de crianças com autismo na escola regular; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Uma análise acerca das audiências de custódia para menores infratores: reflexões ao Estado do Rio de Janeiro; 2017; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Direitos Humanos e suas percepções sociais; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Assédio Moral e Segurança Pública: um estudo sobre as relações sociais na Polícia Militar; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Abordagem policial: legitimidade, legalidade e uso da força; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Executivos Públicos: uma nova carreira de gestão no Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro; ; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Políticas Públicas e Educação: controvérsias em torno da implantação do Plano de Metas; ; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Aprendendo a intervir, ensinando a se curar: etnografia de práticas pedagógicas engajadas no PreparaNem Niterói, um curso pré-vestibular para estudantes LGBTI+; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Antropologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Escola e pandemia: conflitos escolares no retorno às aulas presenciais no Rio de Janeiro; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Conflitos escolares: construção e manutenção da ordem escolar no Rio de Janeiro; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Monitoria da disciplina Teoria Antropológica Contemporânea; 2021; Orientação de outra natureza; (Sociologia) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Monitoria da disciplina de Antropologia II; 2020; Orientação de outra natureza; (Abi - Ciências Sociais) - Universidade Federal Fluminense; Orientador: Bóris Maia e Silva;
Produções bibliográficas
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MAIA, B. . Conflitos e violências na escola: um tema de urgência para as pesquisas sobre educação escolar no Brasil. Campo Minado , v. 4, p. 4-7, 2024.
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MAIA, BÓRIS . Government institutions and cultural models: learning about civil service in the recruitment of a bureaucratic elite. VIBRANT (FLORIANÓPOLIS) , v. 20, p. 1-19, 2023.
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MAIA, B. . O adestramento para o estado: tradição de conhecimento e técnicas de aprendizado entre candidatos ao serviço público no Brasil. Anuário Antropológico , v. 46, p. 253-271, 2021.
-
MAIA, B. . Do protesto à intervenção: socialização política, cidadania e insurgência em mobilizações estudantis de escolas públicas. CAMPOS (UFPR) , v. 21, p. 28-49, 2021.
-
MAIA, BÓRIS . A institucionalização do concurso público no Brasil: uma análise sócio-histórica. Revista do Serviço Público (Brasília) , v. 72, p. 663-684, 2021.
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MAIA, B. . Virando estado: o processo de sujeição burocrática entre candidatos ao serviço público no Brasil. RUNA, archivo para las ciencias del hombre , v. 41, p. 203-219, 2020.
-
MIRANDA, ANA PAULA MENDES DE ; MAIA, BÓRIS . Olhares, xingamentos e agressões físicas: a presença e a (in)visibilidade de conflitos referentes às relações de gênero em escolas públicas do Rio de Janeiro. HORIZONTES ANTROPOLÓGICOS (UFRGS. IMPRESSO) , v. 23, p. 177-202, 2017.
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MAIA, B. . O que torna o professor um 'bom professor'?: Carisma e autoridade na escola pública. ANTROPOLÍTICA: REVISTA CONTEMPORÂNEA DE ANTROPOLOGIA , v. 43, p. 1-293, 2017.
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MAIA, B. ; MIRANDA, A. P. M. . Ensinar religião ou falar de religião? Controvérsias em escolas públicas do Rio de Janeiro. Revista Teias (UERJ. Online) , v. 14, p. 80-97, 2014.
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MAIA, B. . Resenha - A sociedade contra a escola? A socialização política escolar num contexto de incerteza. Antropolítica: Revista Contemporânea de Antropologia , v. 35, p. 265-271, 2014.
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MAIA, B. . Ensino religioso e resistência moral: dilemas na implantaçao da lei 3459/00 no Rio de Janeiro. ÉTICA E FILOSOFIA POLÍTICA , v. 1, p. 125-149, 2012.
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MAIA, B. . Virando Estado : subjetividade, conhecimento e poder em concursos públicos no Brasil. 1. ed. Niterói; Rio de Janeiro: EdUFF; Autografia, 2022. 255p .
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MAIA, BÓRIS ; VERISSIMO, Marcos (Org.) ; FILPO, K. P. L. (Org.) ; MONTEIRO, P. (Org.) . Administração de Conflitos no Espaço Escolar: estudos interdisciplinares II. 1. ed. Rio de Janeiro: Autografia, 2021. 316p .
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MAIA, B. . Vida de escola: uma etnografia sobre carisma e autoridade na educação. 1. ed. Niterói: Eduff, 2019. 210p .
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MAIA, B. ; FILPO, K. P. L. (Org.) ; VERISSIMO, Marcos (Org.) . Administração de conflitos no espaço escolar: estudos interdisciplinares. 1. ed. Rio de Janeiro: Autografia, 2019. 222p .
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MAIA, BÓRIS . Restaurando a convivência escolar: estratégias de prevenção e administração da violência em escolas "alternativas" norte-americanas. In: Sandra de Fátima Pereira Tosta ; Lucas Eustáquio de Paiva Silva. (Org.). Violência em meio escolar: singularidades e universalidades em estudos internacionais. Brasil, Chile, Portugal e Estados Unidos. 1ed.Curitiba: CRV, 2024, v. , p. 79-92.
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MAIA, B. ; CASTIAJO, D. . Formação de tecnólogos em Segurança Pública: um olhar sobre o processe de inserção acadêmica de policiais militares. In: José Rodrigues de Farias Filho; Cinthia Paes Virginio; Osvaldo L. G. Quelhas; Julio Vieira Neto. (Org.). Engajamento social: contribuições para o ensino de graduação. 1ed.Niterói: Eduff, 2021, v. , p. 205-216.
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MAIA, B. ; FILPO, K. P. L. ; VERISSIMO, Marcos . Introdução: por uma abordagem etnográfica dos conflitos escolares. In: MAIA, Bóris; FILPO, Klever; VERÍSSIMO, Marcos. (Org.). Administração de conflitos no espaço escolar: estudos interdisciplinares. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia, 2019, v. , p. 17-34.
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MAIA, B. . Mantendo a ordem, perdendo o controle: notas etnográficas sobre carisma e autoridade em uma escola pública. In: MAIA, Bóris; FILPO, Klever; VERÍSSIMO, Marcos. (Org.). Administração de conflitos no espaço escolar: estudos interdisciplinares. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia, 2019, v. , p. 95-118.
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MAIA, B. ; RISCADO, J. R. ; BONIOLO, R.M. ; PINTO, V. C. . Democracia e Intolerância Religiosa: um estudo sobre a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro. In: VIII Semana de Ciências Sociais da UFS, 2010, Aracaju. Anais da VIII Semana de Ciências Sociais da UFS, 2010.
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MAIA, B. ; BARTEL, B. F. ; BONIOLO, R.M. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. . Saberes e práticas religiosas em instituições estatais: uma análise do conflito e da diversidade religiosa. In: XII Simpósio Nacional da Associação Brasileira de História das Religiões, 2011, Juiz de Fora. XII Simpósio Nacional da Associação Brasileira de História das Religiões, 2011.
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MAIA, B. . A crença na igualdade e a produção da desigualdade nos processos de administração institucional de conflitos no espaço público fluminense: Religião, Direito e Sociedade, em uma perspectiva comparada. In: XXI Seminário de Iniciação Científica e Prêmio UFF Vasconcellos Torres de Ciência e Tecnologia, 2011, Niterói. Anais do XXI Seminário de Iniciação Científica, 2011.
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BARTEL, B. F. . Estado, Religião e Laicidade: uma análise do conflito e da diversidade religiosa em instituições estatais. In: V Seminário PPGCP (Programa de Pós-Graduação em Ciência Política), 2010, Niterói. V Seminário PPGCP, 2010.
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MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. . Igualdade pessoalizada: uma análise sobre a relação da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e agentes do Estado. In: III Jornada de Ciências Sociais IFCS/UFRJ, 2010, Rio de Janeiro. III Jornada de Ciênciais Sociais IFCS/UFRJ, 2010.
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BONIOLO, R.M. ; RISCADO, J. R. . A religião no espaço público fluminense: o caso do ensino religioso. In: III Jornada de Ciências Sociais IFCS/UFRJ, 2010, Rio de Janeiro. III Jornada de Ciênciais Sociais IFCS/UFRJ, 2010.
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MAIA, BÓRIS . Em busca da escola segura: modelos e práticas em disputa nas políticas de prevenção à violência escolar. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, BÓRIS . Encarando a violência através de práticas restaurativas: uma pesquisa antropológica sobre a intensificação de violências em escolas californianas. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Vitimização estudantil e sensação de segurança em escolas brasileiras: tendências gerais e intersecções com questões de raça e gênero. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Restaurando a convivência escolar: estratégias de prevenção e administração da violência em escolas americanas. 2023. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Conflitos e violências escolares em perspectiva comparada. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . A violência escolar em perspectiva comparada: considerações preliminares sobre políticas públicas educacionais no Rio de Janeiro e na Califórnia. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . School violence and its prevention in Brazil and the United States: Insights from a comparative research. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Subjects of State: Policies of State Recruitment and the Formation of Subjectivities in Contemporary Brazil. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MAIA, BÓRIS ; MIRANDA, A. P. M. . Religião e racismo na educação: uma análise de casos de discriminação em escolas públicas no Estado do Rio de Janeiro. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, BÓRIS . Racismo religioso em escolas públicas: uma análise antropológica sobre casos de discriminação escolar. 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Virando estado: subjetividade e autoridade entre candidatos ao serviço público no Brasil. 2020. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Conflitos escolares. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Métodos mistos a partir da experiência do livro Mapas de Percepção de Riscos. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Concurso público e conhecimento de estado: uma pesquisa etnográfica. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . From candidates to public servants: the process of learning and the formation of subjectivities among candidates for civil service in Brazil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, BÓRIS . Virando estado: subjetivação e autoridade entre candidatos ao serviço público no Brasil. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, BÓRIS . Ser fiscal, ser elite: o processo de sujeição burocrática entre candidatos ao serviço público. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Mantendo a ordem, perdendo o controle: usos da autoridade professoral em sala de aula. 2018. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MAIA, B. . Em busca do mérito e da racionalidade: o processo de institucionalização do concurso público no Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MAIA, B. . Conhecimento de concurso: técnicas de adestramento no aprendizado de candidatos ao serviço público. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MAIA, B. . Saber de Estado: aprendizado e transmissão do conhecimento no universo dos concursos públicos?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MAIA, B. . De candidatos a servidores: aprendizado e transmissão de conhecimento no universo dos concursos públicos para a área fiscal. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MAIA, B. . Carisma e autoridade na escola pública: uma pesquisa etnográfica. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . O ensino religioso e suas controvérsias na escola pública. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Carisma e autoridade professoral: notas etnográficas sobre relações de poder na burocracia escolar. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MAIA, B. . Os poderes mágicos da explicação: carisma e autoridade professoral em uma escola pública. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MAIA, B. . Os conflitos religiosos na escola pública: algumas considerações etnográficas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Etnografando a vida de escola. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Matéria de caderno: jocosidade e evitação nas aulas de ensino religioso. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MAIA, B. . Autoridade e carisma na escola pública: o que torna o professor, um 'bom professor'?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Conflito e moralidade na escola pública: notas etnográficas sobre as aulas de ensino religioso. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Conflitos identitários na escola. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . A religião na escola pública brasileira: uma análise etnográfica dos conflitos identitários no ambiente escolar. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . ?Está escrito, mas em verdade vos digo?: educação, poder e carisma em uma escola pública. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; MARYS, P. . Identidades religiosas na escola pública: uma análise etnográfica do cotidiano escolar. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Religião, educação e cidadania: notas etnográficas sobre a construção de moralidades públicas na escola. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Moralidades públicas na escola: religião, conflito e diversidade cultural nas escolas públicas fluminenses. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; RISCADO, J. R. ; PINTO, V. C. . Conflitos da fé: diferentes sentidos de justiça em casos de ?intolerância religiosa?. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . Ensino religioso e escola pública: a situação do Rio de Janeiro. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; MIRANDA, A. P. M. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. ; BONIOLO, R.M. . A intolerância religiosa e o ensino religioso confessional obrigatório em escolas públicas no Rio de Janeiro. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . A crença na igualdade e a produção da desigualdade nos processos de administração institucional de conflitos no espaço público fluminense: Religião, Direito e Sociedade, em uma perspectiva comparada. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MAIA, B. ; RISCADO, J. R. ; PINTO, V. C. ; BONIOLO, R.M. . Discursos e práticas sobre a ?intolerância religiosa?: uma análise dos conflitos no Rio de Janeiro. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; PINTO, V. C. . O registro de ocorrência na criminalização da "intolerância religiosa" na cidade do Rio de Janeiro.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BONIOLO, R.M. ; RISCADO, J. R. . Religião e Espaço Público: uma análise da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. ; BONIOLO, R.M. . Democracia e Intolerância Religiosa: um estudo sobre a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. . "Enfrentar, e não combater" Análise da atuação de uma Ong de Direitos Humanos em casos de crimes de discriminação étnico-racial-religiosa. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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MAIA, B. . A religião no espaço público: uma etnografia das aulas de ensino religioso. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BARTEL, B. F. . Estado, Religião e Laicidade: uma análise do conflito e da diversidade religiosa em instituições estatais. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BONIOLO, R.M. ; RISCADO, J. R. . A religião no espaço público fluminense: o caso do ensino religioso. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. ; BONIOLO, R.M. . Igualdade pessoalizada: uma análise sobre a relação da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e agentes do Estado. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Áltera - Revista de Antropologia. 2024.
MAIA, BÓRIS . Parecer para artigo submetido à revista Perspectivas em Educação Básica. 2024.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social. 2024.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à revista ILHA - Revista de Antropologia. 2023.
MAIA, BÓRIS . Parecer para artigo submetido à Revista Contemporânea de Educação. 2023.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à revista Antropolítica. 2022.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Farol: Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade. 2021.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Revista Mundaú. 2021.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social. 2020.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Anuário Antropológico. 2020.
MAIA, B. . Parecer para artigo submetido à Confluências - Revista Interdisciplinar de Sociologia e Direito. 2017.
MIRANDA, A. P. M. ; MOTA, F. R. ; MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; BONIOLO, R.M. ; RISCADO, J. R. ; ALVES, A. R. R. ; GOULART, J. B. ; FERRAZ, B. ; AZEVEDO, J. S. ; MELO, T. P. . Dossiê Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro. 2010.
MIRANDA, A. P. M. ; MOTA, F. R. ; MAIA, B. ; BONIOLO, R.M. ; AZEVEDO, J. S. ; ALVES, A. R. R. ; FERRAZ, B. ; MELO, T. P. ; PINTO, V. C. ; RISCADO, J. R. ; GOULART, J. B. . Relatório sobre a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa: balanço de dois anos de atividade.. 2010.
MAIA, B. . Oficina: Construindo Objetos de Pesquisa. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
MIRANDA, A. P. M. ; MUNIZ, J. ; MAIA, B. ; PINTO, V. C. ; FALCÃO, H. G. ; ROCHA, T. ; MOTA, F. R. ; PIRES, Lenin ; ALBERNAZ, E. R. . Relatório de pesquisa qualitativa: acesso e circulação de profissionais em áreas de risco e atuação da empresa Enel. 2016. (Relatório de pesquisa).
MAIA, B. ; VARGAS, J. . O papel da escola na segurança pública. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Livro didático).
MAIA, B. . Projeto Político-Pedagógico e Direitos Humanos. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Módulo de material didático).
ALVES, A. R. R. ; MAIA, B. . Sinuca. 2008 (Curta etnográfico).
Projetos de pesquisa
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2021 - Atual
Conflitos, drogas e violência: diálogos entre universidade e sociedade pela garantia de acesso aos serviços públicos e pelo fortalecimento de redes institucionais, Descrição: Projeto apresentado no âmbito do edital Projeto Programa de Desenvolvimento de Projeto Aplicados (PDPA) - Prefeitura Niterói. Pensando no desenvolvimento urbano, a Prefeitura de Niterói estabeleceu um Plano Estratégico denominado ?Niterói que Queremos 2033?, que traça diagnósticos, caminhos e metas para orientar políticas públicas na cidade, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Dentre as áreas de resultado e foco estratégico, está a inclusiva, com a qual este projeto se alia, buscando fortalecer os órgãos que promovem assistência à população ? como o CREAS ? com ênfase no público juvenil que se encontra amparado por serviços de proteção jurídica e social, sobretudo no que diz respeito a conflitos decorrentes do consumo de drogas. Considerando as dificuldades que estes órgãos enfrentam na manutenção de um fluxo entre adolescentes que cumprem ou já cumpriram medidas socioeducativas e a escola, além das dissidências relacionados às drogas, o principal objetivo desta proposta é ampliar o acesso aos serviços públicos e fortalecer redes entre diferentes órgãos buscando a diminuição da violência, a redução do desemprego e da ociosidade, por meio do conhecimento que a universidade produz em relação à mediação de conflitos. Desde o ano de 2015, constituímos um grupo de pesquisa interdisciplinar cujos membros possuem experiências de trabalho em diversas instituições públicas produzindo dados socioantropológicos a partir da observação desses espaços. Os altos índices de encarceramento por tráfico, a transição da prisão ou do sistema socioeducativo para o meio aberto, assistência a dependentes químicos, conflitos em ambiente escolar, e a atuação do judiciário em relação à Lei de Drogas constituem parte do arcabouço de pesquisas que desenvolvemos buscando soluções para os problemas da sociedade na qual vivemos. Assim, acreditando no diálogo entre universidade e a sociedade, este projeto busca auxiliar na implantação de políticas públicas permanentes, com foco na ampliação do acesso aos serviços e no fortalecimento de redes entre diferentes instituições.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Coordenador / Marcos Veríssimo - Integrante / Frederico Policarpo de Mendonça Filho - Integrante / Lucía Elibaum - Integrante / Yuri José de Paula Motta - Integrante / Luana Almeida Martins - Integrante / Alice Magalhães Ribeiro - Integrante.
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2021 - Atual
Laboratório de Iniciação Acadêmica em Administração de Conflitos (LABIAC), Descrição: Este é um subprojeto vinculado ao Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INCT-InEAC). Surgiu como resultado do trabalho conjunto de pesquisadores associados a este instituto e a seus projetos institucionais. O Laboratório de Iniciação Acadêmica em Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (LABIAC) está em sua origem, e foi registrado em 2019 no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, e consistiu na reunião de recém-doutores e pós-graduandos do INCT-InEAC com a proposta de promover práticas acadêmicas no curso Tecnólogo em Segurança Pública e Social da UFF, graduação na modalidade EAD oferecida por meio do Consórcio CEDERJ-CECIERJ. Este trabalho começou a ser realizado através da constituição de Grupos de Pesquisa em Segurança Pública (GESPs) em polos regionais do CEDERJ na região metropolitana do Rio de Janeiro. Este projeto também integra o Laboratório Escolar de Pesquisa e Iniciação Científica (LEPIC), a partir do qual vários pesquisadores vinculados a este projeto desenvolvem investigações e processos de socialização com práticas de pesquisa em escolas públicas espalhadas por municípios do estado do Rio de Janeiro. O objetivo central de nossas atividades é desenvolver pesquisas sobre conflitos escolares, policiais e propiciar iniciação acadêmica em meios escolares.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / Bruno Leipner Mibielli - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcos Veríssimo - Coordenador / Klever Paulo Leal Filpo - Integrante / Paloma Monteiro - Integrante / Barbara Lisboa Pinto - Integrante / Gabriela de Lima Cuervo - Integrante / Julia Fernandes Costa - Integrante.
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2020 - 2021
Feira de Ciências como espaço para explicitar e discutir processos de administração de conflitos em uma perspectiva multidisciplinar, Descrição: A proposta deste projeto consiste na organização da feira científica, buscando trabalhar a educação científica de temas relacionados aos processos de administração de conflitos em ambientes escolares. Através de estímulo à inovação e ao desenvolvimento tecnológicos, de maneira inclusiva, os alunos terão contato com diferentes áreas do conhecimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcos Veríssimo - Integrante / Klever Paulo Leal Filpo - Integrante / Nalayne Pinto - Integrante / Thaiane Moreira de Oliveira - Integrante.
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2020 - 2020
A "prática" das políticas públicas: etnografias das formas de intervenção e mobilização social em situações de conflitos étnico-raciais-religiosos e de gênero, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ana Paula Mendes de Miranda em 12/11/2021., Descrição: O projeto apresenta uma abordagem antropológica sobre políticas públicas, a partir de etnografias sobre a interação entre as burocracias estatais e os movimentos sociais na busca por reconhecimento de direitos em situações de conflitos identitários. O foco principal são os de natureza étnico-raciais-religiosas e de gênero para compreender como se dão na prática a implantação da gestão pública e as formas de administração de conflitos, permitindo expor as diferentes percepções dos agentes envolvidos. A metodologia adotada será a abordagem multimétodo, que se caracteriza pela integração de técnicas quantitativas e qualitativas (mixed data-collection e mixed data-analysis), para possibilitar a demonstração da dinâmica e amplitude dos fenômenos nos diferentes contextos onde a pesquisa será realizada. Essa abordagem favorece a complementaridade da análise quali-quanti tornando possível avaliar as vantagens e limitações de cada técnica e/ou tipo de dado no tratamento dos fenômenos em foco.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Rosiane Rodrigues de Almeida - Integrante.
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2020 - 2020
A "prática" das políticas públicas: etnografias das formas de intervenção e mobilização social em situações de conflitos étnico-raciais-religiosos e de gênero, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ana Paula Mendes de Miranda em 18/03/2021., Descrição: O projeto apresenta uma abordagem antropológica sobre políticas públicas, a partir de etnografias sobre a interação entre as ?burocracias? estatais e os movimentos sociais na busca por reconhecimento de direitos em situações de conflitos identitários. O foco principal são os de natureza étnico-raciais-religiosas e de gênero para compreender como se dão na prática a implantação da gestão pública e as formas de administração de conflitos, permitindo expor as diferentes percepções dos agentes envolvidos. A metodologia adotada será a abordagem multimétodo, que se caracteriza pela integração de técnicas quantitativas e qualitativas (mixed data-collection e mixed data-analysis), para possibilitar a demonstração da dinâmica e amplitude dos fenômenos nos diferentes contextos onde a pesquisa será realizada. Essa abordagem favorece a complementaridade da análise quali-quanti tornando possível avaliar as vantagens e limitações de cada técnica e/ou tipo de dado no tratamento dos fenômenos em foco. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Rosiane Rodrigues de Almeida - Integrante.
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2017 - Atual
Intolerância versus respeito: análise da (in)visibilidade dos conflitos de natureza religiosa no espaço público e das estratégias de mobilização social, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ana Paula Mendes de Miranda em 11/10/2017., Descrição: É um sub-projeto desenvolvido no âmbito do INCT-INEAC. Trata-se de um desdobramento de pesquisas voltadas à análise de conflitos classificados como intolerância religiosa por integrantes de religiões de matriz afrobrasileira. Pretende-se compreender como estes casos têm sido apresentados como problemas públicos, agora com um enfoque à transformação dos mesmos em uma questão nacional, com alcance internacional, tendo em vista eventos ocorridos recentemente que ampliaram a visibilidade desses conflitos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Lana Lage da Gama Lima - Integrante.
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2016 - 2018
Desenvolvimento de Metodologia, Descrição: Desenvolvimento de metodologia de pesquisa para identificar situações sociais de insegurança e violência que resultam em perdas não técnicas, que seja replicável a qualquer distribuidora de energia, para rever a composição do Índice de Complexidade Socioeconômica e identificar as áreas de risco.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Lenin Pires - Integrante.
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2014 - 2019
De candidatos a servidores: cognição e transmissão de conhecimento no universo dos concursos públicos, Descrição: A pesquisa tem como objeto de investigação o processo de aprendizado das pessoas que desejam ser aprovadas em concursos públicos, ou seja, os processos seletivos destinados a prover funcionários para cargos em instituições públicas. É através destes processos seletivos que se produzem os quadros que constituem as burocracias estatais no Brasil. O estudo etnográfico terá como foco compreender qual o conhecimento que os cursos preparatórios para concursos fornecem e de que maneira ele é transmitido.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2014 - 2015
Conflitos de gênero no ambiente escolar: repensando as formas de administração de conflitos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Ana Paula Mendes de Miranda em 21/02/2016., Descrição: O objetivo desse projeto é possibilitar a identificação de conflitos relacionados às relações de gênero no ambiente escolar de modo a desenvolver e difundir tecnologias sociais de administração institucional de conflitos que possibilitem a implementação de dispositivos contidos na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006, especialmente o inciso V do artigo 8º, que faz referência à educação), o fortalecimento de ações do Ministério da Educação em relação ao Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência contra a Mulher, bem como o enfrentamento à homofobia, através de Programas como o Brasil sem Homofobia. Temos como propósito propiciar a melhoria do ensino público por meio da promoção de uma mediação das relações entre professores, servidores e estudantes, que contribua para tornar o ambiente escolar um espaço mais democrático, includente e promotor da cidadania. O projeto justifica-se a partir da constatação de que uma parte considerável dos conflitos observáveis na sociedade fluminense são carentes de administração adequada. A pesquisa pretende identificar e compreender como esses conflitos se manifestam, envolvendo diferentes atores sociais (professores, estudantes e funcionários) no ambiente escolar, a partir da perspectiva dos mesmos. Como método, utilizaremos a observação etnográfica, que visa explicitar as lógicas e as regras de funcionamento vigente nas instituições públicas, tendo em vista que seus resultados contribuem para a construção de políticas públicas mais eficazes. A partir daí será possível propor, de forma cooperativa, o desenvolvimento de experiências pedagógicas e cívicas promotoras da igualdade de gênero.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Esther Pinho da Silva - Integrante / Kátia Sento Sé Mello - Integrante.
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2014 - Atual
Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos - INCT-InEAC, Descrição: O presente projeto aprovado na Chamada Nº 16/2014 INCT/MCT/CNPq/CAPES/FAPs do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia/CNPq, é resultado de articulação de uma rede nacional e internacional de instituições de ensino, pesquisa e extensão, reunidos há 06 anos no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia/Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT/In-EAC), aprovado, em abril de 2009, na Chamada Nº 15/2008 MCT/CNPq/FNDCT/CAPES/FAPEMIG/FAPERJ/FAPESP/ Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. Esse programa é aqui consolidado e ampliado no sentido de promover ainda mais o trabalho de interlocução, inédito no Brasil, entre as ciências sociais e as ciências sociais aplicadas, especialmente entre a Antropologia e o Direito. A rede reunida nesse projeto integra Instituições e Grupos de pesquisa e programa de pós-graduação de sete estados brasileiros (RJ, MG, SP, PE, BA, RS, DF) e cinco países (Canadá, Argentina, França, Estados Unidos e Portugal). Este novo INCT tem como escopo da atuação a análise dos processos de administração institucional de conflitos e as formas não institucionais, especialmente, os processos de demanda de direitos e por reconhecimento por parte de diversos atores. Essas duas vias de pesquisa articulam-se com as ações propostas na área da transferência de conhecimento. No primeiro caso, trata-se de ações fortemente ancoradas nas tecnologias de formação, capacitação e interlocução como operadores dos sistemas de Segurança Pública, de Justiça e de outras burocracias estatais, gerando espaços de desconstrução e construção de matrizes e práticas institucionais e corporativas arraigadas nas formas de fazer do Estado no Brasil. No segundo caso, as ações serão inovadoras no sentido da construção de tecnologias sociais que promovam não a aplicação unilateral do conhecimento, mas a construção conjunta de formas de intervenção na esfera e nos espaços públicos que considerem diferentes pontos de vista e reivindicações das pessoas envolvidas nos conflitos tratados pelas agências públicas. No campo da atuação internacional do Instituto, as estratégias são tendentes à internacionalização de nossos pesquisadores e não só da produção por eles elaborada, como a publicação em revistas estrangeiras e participação em eventos acadêmicos internacionais. O foco da internacionalização do presente projeto é vencer os obstáculos impostos pela exclusão de nossa área do Programa Ciência Sem Fronteiras, para promover o intercâmbio institucional e fluido entre pesquisadores, estudantes e professores dos países envolvidos, como vistas à troca de experiências de pesquisa, de ambientes acadêmicos, mas, principalmente, para criar oportunidades para realização de pesquisas de campo em outros países, com a finalidade de produzir resultados que possam ser contrastados àqueles aqui obtidos. Assim, destaca-se que esse projeto se funda em uma perspectiva comparada e multidisciplinar de análise, pioneira no Brasil em relação à interlocução entre o Direito e as Ciências Sociais, no entendimento da Segurança Pública como um campo de disputas e consensos que vai além da criminalidade e da intervenção repressiva.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Bruno Ferraz - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Victor Cesar Torres de Mello Rangel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Simoni Lahud Guedes - Integrante / Kátia Sento Sé Mello - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Bárbara Gomes Lupetti Baptista - Integrante / Bruno Leipner Mibielli - Integrante / Ismael Andres Stevenson Dechelette - Integrante / Marcos Veríssimo - Integrante / Lana Lage da Gama Lima - Integrante / Maria Stella de Amorim - Integrante / Luis Roberto Cardoso de Oliveira - Integrante / Klever Paulo Leal Filpo - Integrante / Nalayne Pinto - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante.
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2013 - 2016
Construindo uma educação de qualidade: análise das expectativas e obstáculos quanto à transformação do ensino público no Estado do Rio de Janeiro, Descrição: A partir de uma perspectiva analítica inovadora e da reflexão multidisciplinar de pesquisadores qualificados, de vários níveis de formação, e de consultores internacionais, este projeto se propõe a compreender a escola como espaço de formação moral e também como local de confronto entre as culturas juvenis e as regras que normalizam as práticas escolares de professores e alunos, considerando as resistências e ressignificações que caracterizam o processo de socialização política na escola. Essa abordagem permite problematizar como as práticas pedagógicas são apropriadas pelos alunos, em especial nas interações que definem o cotidiano escolar e analisar as causas dos conflitos escolares e suas repercussões desqualificadoras na autoridade docente e na construção e conservação da ordem escolar, fator fundamental para se efetivar um ensino de qualidade. Por meio de métodos heterogêneos e complementares de pesquisas (qualitativos e quantitativos) pretende-se construir um conhecimento que possa subsidiar políticas públicas educacionais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Patricia Marys Feitosa Dias - Integrante / Simoni Lahud Guedes - Coordenador / Esther Pinho da Silva - Integrante / Kátia Sento Sé Mello - Integrante., Financiador(es): FAPERJ - Auxílio financeiro.
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2012 - 2014
As res-publica dos filhos de santo, quilombolas e pescadores: regimes de envolvimento e demandas de reconhecimento, Descrição: Trata-se de uma pesquisa sobre os processos de interação desenvolvidos entre diferentes atores e as políticas públicas voltadas para o reconhecimento, ou não, de diferenças identitárias, em especial, étnicas e religiosas, na gramática e no vocabulário político ocidental . O projeto pretende adotar uma abordagem comparativa sobre os significados e sentidos referentes às categorias direitos , democracia , República , minorias , etc., que se constituem como categorias de pensamento produzidas pelo Estado, e por isso apresentam características que devem ser problematizadas, a partir de seu confronto com as formas como os atores as compreendem e, consequentemente, interagem com as instituições públicas e seu corpus republicano. O projeto enfatizará a observação e análise de conflitos concernentes às diferentes formas de expressão no espaço público de reivindicação por reconhecimento de direitos, em diferentes campos empíricos, em especial, entre os quilombolas ; entre os pescadores tradicionais; entre alunos, professores e outros profissionais em escolas públicas, devido a obrigatoriedade legal de se oferecer, no Rio de Janeiro, as disciplinas ensino religioso e estudo da história e cultura da África; entre os participantes da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e suas relações com representantes do poder público (polícias e poder judiciário).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Fábio Reis Mota - Coordenador / Victor Cesar Torres de Mello Rangel - Integrante / Marina Silva Alves - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Luiza Aragon Ovalle - Integrante / Rosiane Rodrigues de Almeida - Integrante.
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2012 - 2013
A administração institucional de conflitos no espaço escolar: alteridade e (in)diferença no espaço público fluminense, Descrição: O objetivo desse projeto é possibilitar a difusão e a elaboração de tecnologias sociais com o propósito de viabilizar a melhoria do ensino público por meio da promoção de uma transformação das relações entre professores e alunos, tornando o ambiente escolar um espaço mais democrático, includente e promotor da cidadania. O presente projeto justifica-se na constatação de que uma parte considerável dos conflitos sociais observáveis na sociedade fluminense são carentes de administração adequada. Dessa forma o projeto propõe pesquisar formas de administração institucional de conflitos observáveis nas escolas públicas do Rio de Janeiro, relacionados às formas de expressão de diferenças identitárias (étnicas, religiosas, sociais, econômicas, etc.) que podem ter consequências diretas no processo de ensino-aprendizagem. A pesquisa pretende compreender como esses conflitos se manifestam, envolvendo diferentes atores sociais no ambiente escolar, a partir da perspectiva dos mesmos, com destaque para as situações onde instituições de fora do ambiente escolar são chamadas a intervir, como é o caso da Guarda Municipal, cuja atuação não se restringe à questões relacionadas ao patrimônio, sem que essas intervenções sejam problematizadas. Como método, utilizaremos a etnografia por tornar mais claro a lógica e as regras de funcionamento das instituições públicas, tendo em vista que os trabalhos etnográficos contribuem para a construção de políticas públicas mais eficazes, que não desqualificam o ponto de vista dos agentes sociais das instituições visadas, mas ao contrário partem da realidade social tal como se observa para nela intervir por meio de políticas públicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2011 - 2012
Identidades e Intolerâncias no espaço escolar: repensando as formas de administração de conflitos, Descrição: Já é consenso o fato de que a violência afeta a proficiência escolar, o que suscita a necessidade de se compreender de que formas este problema se manifesta na escola, bem como problematizar as maneiras de administrá-lo. Pretende-se, portanto, realizar etnografias do dia a dia escolar para discutir junto aos professores, à equipe pedagógica e aos alunos, o desenvolvimento de tecnologias sociais que possibilitem a construção de um ambiente escolar mais democrático; o projeto procurará enfatizará a observação e análise dos conflitos identificados no espaço público da escola, em especial os que decorrem da obrigatoriedade legal da introdução das disciplinas do Ensino religioso e do estudo da história da África, tendo como hipótese que este fato tem produzido efeitos que não foram ainda identificados e analisados. Serão realizados grupos de discussão e oficinas de capacitação com professores, alunos e equipe pedagógica, a fim de construir juntamente com esses agentes sociais uma gramática política de argumentação e contra-argumentação que possibilite o reconhecimento das diferenças e a administração institucional de conflitos fundamentado de acordo com critérios universais e igualitários. Acreditamos que a socialização de estudantes de escolas públicas no ambiente universitário e nos métodos e procedimentos acadêmicos de pesquisa, tais como a discussão e orientação dos projetos por eles desenvolvidos, a indicação e reflexão teórica, o uso da biblioteca, entre outros aspectos possibilitará o diálogo sólido entre a universidade e a escola apontando, para além de outras parcerias, caminhos de pós-graduação e formação contínua para seus professores, possibilitando à melhoria do ensino na escola pública.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Bruno Ferraz Bartel - Integrante., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2010 - 2013
Instrumentos e Interferências no Desempenho do Judiciário Brasileiro, Descrição: A proposta se insere na área temática (3) do Edital N 020/2010/CAPES/CNJ, ?Aprimoramento dos instrumentos para uma prestação jurisdicional mais eficiente?, cujo propósito é o de analisar os mecanismos, as inovações institucionais e as mudanças normativas e gerenciais que mais podem contribuir para a entrega de serviços judiciários de qualidade, com celeridade e eficácia. Nesse sentido, o conhecimento e exato dimensionamento dos problemas crônicos do Poder Judiciário assumem particular importância, bem como as soluções que podem se apresentar para mitigar ou solucioná-los. Também relevante se torna o exato conhecimento da medida em que a estrutura física, humana e operacional dos órgãos do Poder Judiciário está compatível com a evolução da demanda por seus serviços. O projeto é composto por 3 programas de pós-graduação (Universidade Gama Filho, Universidade de Brasilia e Universidade Federal Fluminense). O sub-projeto coordenado pela profa. Ana Paula Mendes de Miranda é "Análise comparativa do desempenho do Judiciário referente aos casos de intolerância religiosa em Varas Criminais e Juizados Especiais Criminais no Rio de Janeiro (RJ)".. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Victor Cesar Torres de Mello Rangel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Maria Stella de Amorim - Integrante / Vivian Ferreira Paes - Integrante / Marcos Vinícius Moura - Integrante / Luis Roberto Cardoso de Oliveira - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Justiça - Auxílio financeiro.
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2010 - 2011
Fortalecimento da Justiça Brasileira: Utilização da Conciliação e Mediação de Conflitos no Âmbito do Poder Judiciário, Descrição: O presente projeto propõe realizar pesquisas sobre processos de administração institucional de conflitos, de uma perspectiva comparada, em Tribunais Estaduais e Federais Brasileiros, nas cidades de Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília (DF) e São Carlos, com a finalidade de identificar quais são e em que consistem os diferentes usos dos institutos de administração de conflitos, da mediação e da conciliação, no âmbito do Poder Judiciário e, a partir disso, avaliar o impacto de tais usos na prestação jurisdicional oferecida à população. Além disso, considerando que a principal proposta do projeto é de natureza metodológica, o objetivo é trabalhar os temas da mediação e da conciliação sob uma perspectiva etnográfica, através de pesquisa de campo a ser realizada com base em dados empíricos, pretendendo-se compreender e explicitar os diferentes significados desses institutos atribuídos pelos diferentes operadores do campo jurídico e pelas partes usuárias do sistema, nos diferentes espaços e tempos em que são acionados, nas diferentes cidades propostas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Roberto Kant de Lima - Integrante., Financiador(es): Ministério da Justiça - Auxílio financeiro.
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2009 - 2016
Desenvolvimento e Monitoramento de Indicadores de Segurança Social e de Segurança Pública a partir dos atendimentos realizados pela Guarda Municipal de São Gonçalo, integrante do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, Descrição: Trata-se de um sub-projeto que integra o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC), coordenado pelo professor Roberto Kant de Lima, cujo objetivo é dar continuidade a uma linha de pesquisa desenvolvida desde 2006, que se refere ao desenvolvimento e o monitoramento de um sistema de registro de ocorrências por Guardas Municipais no Estado do Rio de Janeiro e de sua implantação institucional, cujo objetivo era analisar como ocorreu a construção de um padrão de categorização para atendimentos realizados pelos órgãos de segurança pública municipais e de um formulário para coleta de informações básicas que foi implantado na Guarda Municipal do Rio de Janeiro e na Guarda Municipal de São Gonçalo. Desde 2002 diversas experiências de pesquisa e capacitação de Guardas Municipais no Estado do Rio de Janeiro, desenvolvidas pelo Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas (NUFEP-UFF) têm identificado que a forma tradicional de registro de eventos, geralmente extraordinários, em livros de ocorrência não permite a coleta, a análise e a publicidade das informações acerca do trabalho realizado pelas instituições de segurança municipal. Tal fato traz sérias conseqüências ao desenvolvimento do planejamento operacional, da conferência de uma identidade institucional para as Guardas Municipais e da avaliação das ações implementadas. Pretende-se desenvolver um painel de indicadores para o monitoramento de políticas públicas sociais e de segurança, que articule diversas fontes de informação institucionais (polícias, guarda municipal, órgãos administrativos, etc.) e comunitárias (entrevistas a lideranças e moradores, matérias de jornais, etc.).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2012
Combate à intolerância ou defesa da liberdade religiosa: paradigmas em conflito na construção de uma política pública de enfrentamento ao crime de discriminação étnico-racial-religiosa, Descrição: Trata-se de uma pesquisa sobre formas de administração institucional de conflitos observáveis nos espaços públicos do Rio de Janeiro, que toma por objeto a expressão de diferenças identitárias, em especial, étnicas e religiosas, no processo de busca por direitos de cidadania frente às instituições representativas do Estado. Deste modo, propomo-nos a realizar uma etnografia acerca das atividades da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e do Fórum de Diálogo Inter-religioso, criados em 2008, no Rio de Janeiro, destacando-se a controvérsia entre os paradigmas da defesa da liberdade religiosa e do combate à intolerância entres os participantes da Comissão e do Fórum. Analisaremos também o modo pelo qual as denúncias de agressão e discriminação sofridas por praticantes de religiões de matriz afro-brasileira têm sido encaminhadas à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário; e as diferentes visões sobre a proposta de criação de uma delegacia especializada para repressão ao crime de discriminação étnico-racial-religiosa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Julie Barrozo Goulart - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Coordenador / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Rafael Velasquez Tonasse Gomes - Integrante.
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2009 - 2011
A crença na igualdade e a produção da desigualdade nos processos de administração institucional dos conflitos no espaço público fluminense: religião, direito e sociedade, em uma perspectiva comparada, Descrição: O presente projeto propõe pesquisar formas de administração institucional de conflitos observáveis nos espaços públicos do Rio de Janeiro, em decorrência de possíveis formas de expressão de diferenças identitárias (étnicas, religiosas, sociais, econômicas, etc.), assim como dos reclamos por direitos de cidadania frente às instituições representativas do Estado e da economia de mercado. Propomo-nos a investigar como se podem caracterizar os conflitos envolvendo diferentes demandas sociais por reconhecimento e as previsões normativas em contextos distintos: no ambiente escolar, particularmente envolvendo o ensino religioso, considerando o conteúdo a ser transmitido, a perspectiva da escola quanto ao tema e a maneira como este ensino é percebido pelos alunos e suas famílias; no ambiente da polícia, focando no atendimento de queixas e denúncias por discriminação étnica, racial, religiosa ou de gênero, e no ambiente dos juizados especiais cíveis, focalizando as disputas entre os cidadãos e as instituições empresariais e do Estado, nos processos envolvendo o chamado direito do consumidor.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Julie Barrozo Goulart - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Juliana Rodrigues Riscado - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
Projetos de desenvolvimento
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2016 - 2018
Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante.Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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2016 - 2018
Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica n 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica n 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica n 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
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2016 - 2018
Desenvolvimento de Metodologia 'Mapa de Percepção de Riscos' Para a Análise da Variável Socioeconômica Violência no Diagnóstico de Perdas Não Técnicas de Energia nos Municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ), Descrição: A proposta tem como objetivo desenvolver uma metodologia de pesquisa, que possa ser replicável a qualquer distribuidora de energia com características semelhantes, visando a identificação e a compreensão de situações sociais de risco associadas à violência e insegurança, que impactam no trabalho de medição, consequentemente gerando perdas não técnicas. Para o teste de aplicabilidade da metodologia proposta será feito um estudo de caso em bairros nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em áreas indicadas pela empresa AMPLA, como mais vulneráveis, a saber: Itaúna, Mutuapira, Salgueiro, Fazenda dos Mineiros, Jardim Bom Retiro, Imbariê, 22 de Abril, Ana Clara, Cangulo, Getúlio Cabral, Mariantes e Nova Campina. A metodologia designada ?Mapa de Percepções de Risco? será desenvolvida para dar conta da variável ?violência? que integra a metodologia de tratamento regulatório para as perdas não técnicas de energia, tal como apresentada na Nota Técnica nº 406/2014 da ANEEL. A Agência Nacional de Energia Elétrica define como perdas não técnicas aquelas derivadas do consumo irregular de energia elétrica. As principais perdas não técnicas são as fraudes no medidor de energia e os furtos. São consideradas também como perdas não técnicas, os erros de medição, erros no processo de faturamento, unidades consumidoras sem equipamento de medição, etc. Nosso foco aqui será voltado à compreensão de como a violência e a insegurança podem afetar direta, nos casos de furtos de energia, ou indiretamente, no caso de impossibilidade da equipe da AMPLA de realizar seus serviços em determinadas áreas, de modo a se caracterizar como uma variável socioeconômica determinante da composição do cálculo da perda não técnica. O cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica leva em consideração apenas os dados do SIM/DATASUS acerca dos óbitos por agressão. Embora as mortes violentas sejam um importante indicador para a segurança pública, ele apresenta limitações para caracterizar uma região como uma área de risco, já que existem outros fatores que podem afetar a percepção dos riscos no campo da segurança pública. Há que salientar que os dados do SIM/DATASUS apresentam uma defasagem considerável entre a coleta e a divulgação. No momento só estão disponíveis os dados referentes a 2013. Por se tratar de um fenômeno dinâmico, a violência precisa ser compreendida em tempo real, ou com menor defasagem temporal, o que é possível a partir dos dados oficiais publicados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública no Rio de Janeiro. A ausência de estudos de análise de risco mais atuais e mais localizados torna mais difícil delimitar a perda não técnica em cada área, dificultando a possibilidade de estabelecimento de planos que reduzam essa perda, que teria como consequência uma possível redução da tarifa de fornecimento de energia para a população. Outro exemplo de que o cálculo atual do Índice de Complexidade Socioeconômica é inadequado pode ser exemplificado com as áreas da cidade do Rio de Janeiro nas quais foram implantadas UPP. O estudo técnico que precedeu a execução dessa política pública foi bastante profundo, não se baseando apenas em dados sobre homicídios, produzidos pelas polícias do Rio de Janeiro. Este fato é extremamente relevante pois em relatórios técnicos da empresa Light relata-se que nessas áreas, após a implantação do programa, houve uma alteração da eficiência energética da empresa e a regularização de consumo (por exemplo, nas comunidades Babilônia, Batam, Cantagalo, Casa Branca). A análise de risco que precedeu a implantação das UPP acabou por beneficiar indiretamente as ações da empresa no controle de suas perdas não técnicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (9) . , Integrantes: Bóris Maia e Silva - Integrante / Ana Paula Mendes de Miranda - Integrante / Vinicius Cruz Pinto - Integrante / Roberta Machado Boniolo - Integrante / Fábio Reis Mota - Integrante / Joelma Azevedo - Integrante / Roberto Kant de Lima - Coordenador / Bruno Ferraz Bartel - Integrante / Roberta de Mello Corrêa - Integrante / Yolanda Graffrée Ribeiro - Integrante / Lenin Pires - Integrante / Hully Guedes Falcão - Integrante / jacqueline Muniz - Integrante / Talitha Mirian do Amaral Rocha - Integrante / Marcelle Gomes Figueira - Integrante / Klarissa Almeida Silva Platero - Integrante / Luciane Patrício Barbosa Martins - Integrante / Leticia Luna Freire - Integrante., Financiador(es): Agência Nacional de Energia Elétrica - Outra.
Prêmios
2021
2º lugar no Concurso de Professor Adjunto de Teoria Antropológica, Departamento de Geografia e Políticas Públicas, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense.
2019
2º lugar no Concurso para Professor Substituto na área Ciências Sociais, Departamento de Ciências Sociais e Educação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
2019
1º lugar no Concurso de Professor Substituto na área de Teoria Antropológica, Departamento de Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense.
2017
1º lugar no Concurso para Professor Substituto na área Antropologia da Educação, Departamento de Ciências Sociais e Educação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
2016
5º lugar no Concurso para Professor Substituto na área Antropologia e Educação, Departamento de Fundamentos Pedagógicos, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal Fluminense (UFF).
2011
3º lugar no Prêmio UFF Vasconcellos Torres de Ciência e Tecnologia - Área Ciências Humanas, Universidade Federal Fluminense.
Histórico profissional
Experiência profissional
2024 - Atual
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor do Magistério Superior, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Professor Adjunto do Departamento de Fundamentos da Educação - Faculdade de Educação (FE/UFRJ).
2009 - Atual
Universidade Federal FluminenseVínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Pesquisador integrante
2022 - 2022
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorando, Carga horária: 20
Outras informações:
Desenvolveu o projeto "Discriminações, direito étnico-racial e a luta antirracista" no âmbito do Programa de Pesquisa "Política dos terreiros: mobilizações, produção de saberes, processos de vitimização e enfrentamento ao racismo".
Agência Financiadora: (FEC) Fundação Euclides da Cunha
2020 - 2022
Universidade Federal FluminenseVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20
2020 - 2021
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorando, Carga horária: 40
2019 - 2020
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-Doutorando, Carga horária: 40
2019 - 2019
Universidade Federal FluminenseVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 20
2014 - 2019
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 20
2016 - 2016
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8
Outras informações:
Professor do Curso de Capacitação em Políticas Públicas de Segurança Pública Social e Municipal para a Guarda Municipal de Niterói.
Disciplina lecionada: Violência na escola e da escola
2015 - 2015
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutor do Departamento de Segurança Pública, Carga horária: 12
2015 - 2015
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8
Outras informações:
Professor do Curso de Capacitação em Políticas Públicas de Segurança Pública Social e Municipal para a Guarda Municipal de Niterói.
Disciplina lecionada: Violência na escola e da escola
2014 - 2015
Universidade Federal FluminenseVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 8
Outras informações:
Disciplinas lecionadas:
- Antropologia e Conflito 2014/2
- Métodos e Técnicas de Pesquisa IV 2014/2
- Métodos e Técnicas de Pesquisa IV 2015/1
2010 - 2012
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC CNPq, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
2010 - 2010
Universidade Federal FluminenseVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor de Antropologia, Carga horária: 12
Atividades
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08/2014
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais.,Linhas de pesquisa
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06/2021 - 09/2021
Ensino, Abi - Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia I
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06/2021 - 09/2021
Ensino, Sociologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Teoria Antropológica Contemporânea
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09/2020 - 12/2020
Ensino, Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia II
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09/2020 - 12/2020
Ensino, Antropologia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Métodos em Antropologia
-
09/2020 - 12/2020
Ensino, Relações Internacionais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia I
-
06/2020 - 08/2020
Ensino, Geografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia I
-
02/2020 - 07/2020
Ensino, Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Antropologia II
-
02/2020 - 06/2020
Ensino, Antropologia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Etnografia dos conflitos
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08/2019 - 12/2019
Ensino, Segurança Pública, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Métodos e Técnicas de Pesquisa I
-
02/2015 - 02/2015
Ensino,,Disciplinas ministradas, Violência na Escola e Violência da Escola
-
03/2008 - 04/2014
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia.,Linhas de pesquisa
2022 - 2022
Stanford UniversityVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Visiting Scholar
Outras informações:
Visiting Scholar no Lemann Center for Educational Entrepreneurship and Innovation in Brazil, Graduate School of Education.
2014 - 2021
Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do RJVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professor a Distância, Carga horária: 10
Outras informações:
Disciplinas:
- Introdução aos Estudos sobre Segurança Pública
- Antropologia do Direito
2019 - Atual
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Pesquisador do Núcleo de Pesquisa Educação e Cidade (NUPEC/EDU-UERJ), coordenado pela Prof. Dra. Leticia de Luna Freire, e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq
2018 - 2019
Latin American Studies AssociationVínculo: Associado, Enquadramento Funcional: Associado
2012 - 2012
Altus Global AllianceVínculo: Prestador de serviço, Enquadramento Funcional: Coordenador de equipe, Carga horária: 10
Outras informações:
Coordenador de equipe da VI Semana de Visitas a Delegacias de Polícia
2011 - 2011
Altus Global AllianceVínculo: Prestador de serviço, Enquadramento Funcional: Visitante, Carga horária: 10
Outras informações:
V Semana de Visitas a Delegacias de Polícia
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Bóris Maia e Silva e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?