Júlia Carvalho Rodrigues

Conclui o Ensino Médio na ETEC Dr Julio Cardoso (2011-2013) Graduanda em Serviço Social na Universidade Estadual Paulista "Julio Mesquita Filho" (2014-2017) Vice-Presidente do Conselho Municipal da Condição Feminina de Franca (2016-2018)

Informações coletadas do Lattes em 06/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Serviço Social

2014 - Atual

Faculdade De Ciências Humanas e Sociais/Unesp

Ensino Médio (2º grau)

2010 - 2013

Etec Dr. Júlio Cardoso

Idiomas

Bandeira representando o idioma Português

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Organização de eventos

RODRIGUES, J. C. . ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES EM SERVIÇO SOCIAL - ENPESS. 2016. (Outro).

RODRIGUES, J. C. . SEMANA PRETA - UNESP FRANCA. 2015. (Outro).

RODRIGUES, J. C. . SEMANA DE PALESTRAS CALOURADA 2015. 2015. (Outro).

RODRIGUES, J. C. . PRÉ-ENESS. 2015. (Outro).

Produções bibliográficas

  • RODRIGUES, J. C. . LESBOFOBIA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2016

    A intervenção do profissional de Serviço Social frente às diversas formas de violência que as mulheres estão sujeitas com base na Lei Maria da Penha, Descrição: A questão de gênero e a violência doméstica causada pelo machismo interferem diretamente nas expressões da questão social ocasionando o seu agravamento. Aprender a lidar com esse fato é de extrema importância para a atual do profissional de Serviço Social, pois, além de dar embasamento para a atuação técnica/profissional, também vai interferir na forma de enfrentar essas situações e dar o devido encaminhamento de uma forma crítica para o enfrentamento dessas questões.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Júlia Carvalho Rodrigues - Coordenador / ONILDA ALVES DO CARMO - Integrante.

  • 2016 - Atual

    O PRECONCEITO SOFRIDO PELA MULHER LÉSBICA MEDIANTE A DECLARAÇÃO DE SUA SEXUALIDADE NO AMBIENTE FAMILIAR, Descrição: O preconceito é algo doloroso que pode deixar profundas marcas na vida de uma pessoa. A relação amorosa entre duas mulheres lésbicas pode gerar grande revolta por indivíduos que sejam conservadores. ?Posturas mais conservadoras ainda tendem a explicar a homoafetividade como uma anomalia dos tempos presentes? (DIAS: 2001, 23). A religião tem forte influência com esse preconceito conservador, definido como ?pecado da carne?. O argumento usado por religiosos são que dois homens ou duas mulheres não podem reproduzir, saindo da idealização definida tradicionalmente de família. ?A nossa sociedade secular teme a homossexualidade da mesma forma e com a mesma intensidade com que as sociedades teológicas de nossos antepassados temiam a heresia. A qualidade e a extensão dessa aversão são reveladas pelo fato de que a homossexualidade é considerada um crime e uma doença.? (SZASZ, 1976, p. 278). Discorrer sobre a lesbofobia sofrida no ambiente familiar constitui em compreender as diversas formas de preconceito que são advindas de práticas sociais, culturais e econômicas. É preciso refletir sobre como o ethos da sociedade, que é puramente conservador, reflete no modo de ser do indivíduo e o faz, na maioria das vezes, reproduzir discurso de ódio e preconceito contra as mulheres lésbicas, especificamente no âmbito familiar, além disso, identificar que além da lesbofobia, existe ainda a misoginia e o machismo que recaem sobre essas mulheres, tornando uma carga ainda mais pesada. O objeto desta pesquisa trata-se especificamente da mulher lésbica, portanto, suas versões que darão rumo à pesquisa. Seu psicológico, suas lutas e anseios é o que move a busca contra tais preconceitos. Uma mulher que sofre o preconceito pela família, tendo a crer que o resto do mundo a punirá. Qual a possibilidade de vida digna se espera para tais minorias? Através da investigação bibliográfica e de entrevistas, buscaremos a raiz do problema e, principalmente, mostraremos a real versão de quem sofre tal preconceito.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Júlia Carvalho Rodrigues - Coordenador / MARIA CRISTINA PIANA - Integrante / ROBERTA SANTOS MARTINS - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2014 - 2015

Faculdade De Ciências Humanas e Sociais/Unesp

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2016 - Atual

Defensoria Pública do Estado de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.