Lucilia Maria Parron
Possui doutorado em Ecologia de Ecossistemas pela Universidade de Brasília (2004), mestrado em Ecologia de populações pela Universidade de Brasília (1992) e graduação em Ciências Biológicas. Concluiu pós-doutoramento no Scotland's Rural College (Reino Unido) com pesquisa em valoração de serviços ecossistêmicos utilizando experimentos de escolha (choice experiment). É pesquisadora nível A da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, na Embrapa Florestas, atuando na área de mudanças no uso da terra e funcionamento de ecossistemas. Foi pesquisadora da Embrapa Cerrados entre 1993-2010. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia de Ecossistemas e Biogeoquímica, atuando principalmente nos temas: hidroquímica, ciclos biogeoquímicos, avaliação de indicadores e valoração econômica de serviços ecossistêmicos. Participa de vários projetos com parceria interdisciplinar e de abrangência nacional e internacional.Tem experiência na coordenação de projetos de pesquisa. Tem diversos artigos científicos e capítulos de livro publicados.
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Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Ecologia
2000 - 2004
Universidade de Brasília, UnB
Título: Aspectos da ciclagem de nutrientes em função do gradiente topográfico, em uma Mata de Galeria no Distrito Federal
Orientador: Mercedes Maria da Cunha Bustamante
, Ano de obtenção: 2004. Palavras-chave: análise química de água; balanço de nutrientes; biogeoquímica; bioma Cerrado; biomassa microbiana; composição isotópica de carbono. Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado.
Mestrado em Ecologia
1991 - 1992
Universidade de Brasília, UnB
Título: Dinâmica de crescimento, sobrevivência, produção de sementes, repartição de biomassa aérea e densidade das gramíneas Echinolaena inflexa e Trachypogon filifolius, numa comunidade de campo sujo, com e sem fogo., Ano de Obtenção: 1992
Orientador: John Duvall Hay
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: bioma Cerrado; ecologia; dinâmica de populações; gramíneas nativas; taxas de crescimento; taxas de sobrevivência. Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Produtos e Serviços Voltados Para A Defesa e Proteção do Meio Ambiente, Incluindo O Desenvolvimento Sustentado.
Graduação em Ciencias Biologicas
1983 - 1986
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Título: Mapeamento cromossômico do jacaré-do-pantanal (Caiman yacare yacare)
Orientador: Sônia Maria Jin
Pós-doutorado
2020 - 2021
Pós-Doutorado. , Scotland?s Rural College, SRUC, Escócia. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas, Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de Ecossistemas.
Formação complementar
2019 - 2019
Software Invest para valoração econômica de serviços ecossistêmicos. (Carga horária: 32h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2018 - 2018
Curso de Introdução à Análise do Ciclo de Vida (ACV). (Carga horária: 40h). , ACV Brasil, ACV Brasil, Brasil.
2018 - 2018
Estatística avançada no R studio. (Carga horária: 40h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2018 - 2018
Training on ecosystem services valuation as tool for decision making. (Carga horária: 16h). , Fundação Getúlio Vargas, FGV, Brasil.
2018 - 2018
Capacitação em Analytic Hierarchy Process - AHP. (Carga horária: 16h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2017 - 2017
Uso avançado do software QGIS. (Carga horária: 40h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2014 - 2014
Oficina de Projetos. (Carga horária: 24h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2013 - 2013
Treinamento do software ArcGis Desktop 10.1. (Carga horária: 40h). , Senografia Desenvolvimento e Geosoluções, SENOGRAIFA, Brasil.
2013 - 2013
Oficina Redes: conceitos e aplicações. (Carga horária: 16h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2012 - 2012
Organização, tratamento e análise descritiva de dados utilizando o Excel. (Carga horária: 14h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
2011 - 2011
Análise multivariada através do SAS. (Carga horária: 20h). , Embrapa, EMBRAPA, Brasil.
1992 - 1992
Extensão universitária em Estatística não paramétrica. (Carga horária: 40h). , Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
1990 - 1990
Extensão universitária em Amostragem e análise de dados. (Carga horária: 40h). , Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal, CPAP, Brasil.
1989 - 1989
Extensão universitária em Ecologia de Campo. (Carga horária: 160h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
1988 - 1988
Extensão universitária em Estatística. (Carga horária: 40h). , Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal, CPAP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Ecologia de Ecossistemas.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Indicadores de serviços ambientais.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Biogeoquimica.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Ecologia / Subárea: Conservação de bacias hidrográficas.
Organização de eventos
OLIVEIRA, M. D. ; Pereira, F.M. ; FURTADO, A.L.S. ; PRADO, R. B. ; PARRON, L.M. . 1º Fórum sobre serviços ambientais na paisagem rural: novas perspectivas para os PSAs. 2023. (Outro).
PARRON, L. M. . I Oficina do projeto ServiAmbi - Avaliação de indicadores e valoração de serviços ambientais em diferentes sistemas de uso da terra. 2013. (Outro).
PARRON, L. M. ; Radomski, I. . Workshop em serviços ambientais. 2010. (Outro).
Faleiro, F. ; Barcellos, A.O. ; Vilela, A.R. ; Rodrigues, L. N. ; PARRON, L. M. . IX Simpósio Nacional Cerrado e II Simpósio Internacional Savanas Tropicais. 2008. (Congresso).
PARRON, L. M. ; Coser, T. R. . Curso de Educação Ambiental para a Gestão de Recursos Hídricos. 2006. (Outro).
Participação em bancas
ROSA FILHO, E. F.;PARRON, L.M.; Mantovani, L. E.. Análise da vulnerabilidadae de uma porção aflorante do aquífero Furnas sob interferência de produção agrossilvipastoril. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Geologia) - Universidade Federal do Paraná.
FROEHNER, S. J.; FERNANDES, C. V. S.;PARRON, L. M.. Avaliação do Transporte de Herbicida Utilizando Lisímetro e Consulta a Sistema Especialista. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná.
MARQUES, R.; AVILA, F. W.;VARGAS, LUCÍLIA MARIA PARRON; Motta, A. C. V.. Ciclagem de fitomassa e nutrientes em plantios clonais de eucalipto. 2017. Tese (Doutorado em Ciências do Solo) - Universidade Federal do Paraná.
FAVARETTO, N.; Tormena, C. A.;PARRON, L.M.; DIECKOW, J.; CAVALIERI-POLIZELI, KARINA MARIA VIEIRA. Uso e manejo do solo: impactos em atributos físicos do solo e nas perdas de água, solo e nutrientes via escoamento superficial. 2016. Tese (Doutorado em Ciências do Solo) - Universidade Federal do Paraná.
Márcia Inês Martin Silveira Lopes; Laclau, J.P.; Ballester, M.V.R.;PARRON, L. M.. Fluxo de nutrientes em um fragmento de mata ciliar no estado de Rondônia, Brasil.. 2011. Tese (Doutorado em Ciências Ambientais) - Centro de Energia Nuclear na Agricultura - USP.
PARRON, L. M.. Concurso para pesquisador da Embrapa. 2010. Embrapa.
PARRON, L. M.. Concurso para chefe-geral da Embrapa Cerrados. 2008. Embrapa Cerrados.
Orientou
Caracterização geoquímica de sedimentos para associar efeitos de mudanças climáticas nos recursos hídricos; Início: 2017; Tese (Doutorado em Geologia) - Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);
Avaliação de estoques de carbono e nitrogênio do solo em função do uso da terra na Floresta com Araucária; Início: 2018; Iniciação científica (Graduando em Agronomia) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Monitoramento de Pesticidas em aquifero Kasrt; ; 2016; Dissertação (Mestrado em Geologia) - Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Lucilia Maria Parron;
Avaliação das variações da salinidade e microbiota nas lagoas do Pantanal pela análise de marcadores geoquímicos; 2018; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Geologia - UFPR) - Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Lucilia Maria Parron;
Campos hidrófilos de altitude como ferramentas naturais na atenuação dos impactos causados por pesticidas; 2015; Tese (Doutorado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Lucilia Maria Parron;
Zonas-tampão ripárias no planejamento e gestão de ecossistemas fluviais em paisagens agrícolas; 2015; Tese (Doutorado em Restauro e Gestão Fluviais) - Universidade Técnica de Lisboa, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Lucilia Maria Parron;
Vieira; Propagação de espécies lenhosas de Matas de Galeria: efeito da inoulação de micorrizas na produção de mudas; 1999; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Brasília, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Sobrevivência e crescimento inicial de 21 espécies em plantio num trecho de Mata de Galeria degradada do Córrego Sarandi - Embrapa/CPAC, após 17 meses; ; 1997; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade de Brasília, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Carbono e nitrogênio de solos sob quatro tipologias florestais com erva-mate; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Desenvolvimento de metodologias para análise de pesticida em agua e solos; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Química) - Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Desenvolvimento de metodologias para análise de pesticida em agua e solos; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Paraná, Embrapa; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Análise físico-química de água, solos e tecido vegetal; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Embrapa; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Análise físico-química de água, solos e tecido vegetal; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal do Paraná, Embrapa; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Indicadores de conservação de recursos hídricos; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Métodos de analise química de água, solo e tecido vegetal; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em Bacharelado em química tecnológica) - Fundação de Apoio à Educ; , Pesq; e Desenvol; Cient; e Tec; da UTFPR, Embrapa; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Monitoramento da qualidade de água de nascentes na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, sub bacia do médio Rio São Francisco; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Estadual de Goiás, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Diagnóstico de formas de nitrogênio em água subterrânea e superficial, em função do uso da terra; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em geografia) - Embrapa Cerrados, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Determinação de formas de nitrogênio em água subterrânea e superficial; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Geografia) - Universidade Estadual de Goiás, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Crescimento de mudas de espécies de Matas de Galeria em substratos com composto orgânico; ; 1999; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Brasília; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Revisão sistemática da pesquisa em serviços ambientais no Brasil; 2016; Orientação de outra natureza; (Engenharia Ambiental) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Coleta de água para determinação de organismos planctônicos; 2009; Orientação de outra natureza; (biologia) - Universidade de São Paulo, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Adequação de metodologias de análise de água e soluções em cromatografia líquida; 2008; Orientação de outra natureza; (especiaoização em Química) - Universidade Federal de Lavras, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco; 2007; Orientação de outra natureza; (Ciências Agrárias) - Embrapa Cerrados, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Desenvolvimento de metodologias de análise de água e soluções em cromatografia iônica; 2007; Orientação de outra natureza; (Química) - Embrapa Cerrados, Embrapa; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Determinação da disponibilidade de íons em solução do solo; 2007; Orientação de outra natureza; (especiaoização em Química) - Universidade Federal de Lavras; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Adequação de metodologias de análise de água; 2006; Orientação de outra natureza - Embrapa Cerrados; Orientador: Lucilia Maria Parron;
Propagação de espécies lenhosas de Matas de Galeria: efeito do substrato na produção de mudas; 1998; Orientação de outra natureza; (Engenharia Florestal) - Universidade de Brasília, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Lucilia Maria Parron;
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PRADO, RACHEL BARDY ; FIDALGO, ELAINE CRISTINA CARDOSO ; FERREIRA, JOICE NUNES ; CAMPANHA, MÔNICA MATOSO ; VARGAS, LUCÍLIA MARIA PARRON ; MATTOS, LUCIANO MANSOR DE ; PEDREIRA, BERNADETE DA C. C. G. ; MONTEIRO, JOYCE MARIA GUIMARÃES ; TURETTA, ANA PAULA DIAS ; MARTINS, ALBA LEONOR DA SILVA ; DONAGEMMA, GUILHERME KANGUSSU ; COUTINHO, HEITOR LUIZ DA COSTA . Ecosystem and environmental services researches in rural landscape in Brazil. Revista Brasileira de Geografia Física , v. 8, p. 610-622, 2015.
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PARRON, L. M. ; Bustamante, M.M.C ; Camargo, P.B. . Composição isotópica de carbono em solos e plantas de uma Mata de Galeria no Distrito Federal.. In: Simpósio Ecologia Biodiversidade do Cerrado,1, 2002, Brasília. Simpósio Ecologia Biodiversidade do Cerrado,1. Brasíllia: Embrapa e Universidade de Brasíllia, 2002.
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PARRON, L. M. ; Bustamante, M.M.C ; Ferreira, J.N. ; Prado, C.L.C. . Produção anual de serapilheira em uma Mata de Galeria no DF. In: Congresso Nacional de Botânica, 53, 2002, Recife. Congresso Nacional de Botânica, 53, 2002.
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PARRON, L. M. ; Ribeiro, J. F. . Recomposição da cobertura vegetal de um trecho degradado às margens do corrego Sarandy - Brasília DF. In: Encontro Regional de Botânicos, 17, 1995, Uberlândia. Encontro Regional de Botânicos, 17, Seção Regional de Botânica MG, BA, ES.. Uberlândia-MG: Sociedade Brasileira de Botânica, Universidade Federal de Uberlândia, 1995. p. 14.
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CARDOSO, D. J. ; LACERDA, A. B. ; PARRON, L.M. ; ROSOT, M. A. D. ; GARRASTAZU, M. C. . Erva-mate sombreada: proposta de metodologia para avaliação e monitoramento de carbono em programas de pagamento por serviços ambientais.. Brasilia: EMBRAPA, 2022 (Série Documentos).
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PEIXOTO, R. T. ; SILVA, K. ; FERREIRA, T. ; PARRON, L.M. . Indicadores de qualidade do solo em sistemas de produção de erva-mate sombreado, integrado e sob pleno sol: estudo de caso em Bituruna, PR. Brasilia: EMBRAPA, 2022 (Série Documentos).
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SANEZ, J. M. ; HANSEL, F. A. ; PARRON, L. M. ; FROEHNER, S. J. . Guia prático para preparação de amostras sedimentares para a análise de ácidos biliares e esteróis fecais por cromatografia gasosa - espectrometria de massa (GC-MS).. Colombo-PR: Embrapa Florestas, 2014 (Série Documentos).
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PARRON, L. M. ; MAIA, C. M. B. F. ; CARDOSO, D. J. ; Oliveira, C.B. ; FRITZSONS, E. ; BROWN, G. G. ; MOREIRA, J. M. M. A. P. ; PORFIRIO-DA-SILVA, V. . Memórias da 1ª Oficina do Projeto ServiAmbi: avaliação de indicadores e valoração de serviços ambientais em diferentes sistemas de uso da terra. Colombo-PR: Embrapa Florestas, 2013 (Série Documentos).
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PARRON, L. M. ; MUNIZ, D. H. F. ; PEREIRA, C. M. . Manual de procedimentos de amostragem e análise físico-química de água. Colombo-PR: Embrapa Florestas, 2011 (Série Documentos).
Outras produções
Parron, Lucilia Maria ; GARCIA, J. R. . Curso Serviços Ecossistêmicos na Paisagem Rural. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
PARRON, L.M. . Curso Revisão Sistemática e Metanálise. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
PARRON, L. M. ; GARCIA, J. R. ; OLIVEIRA, E. B. ; BROWN, G. G. ; PRADO, R. B. . Serviços ambientais em sistemas agrícolas e florestais do Bioma Mata Atlântica. 2014. (Editoração/Livro).
PARRON, L. M. ; Aguiar, L.M.S. ; Duboc, E. ; Oliveira-Filho, E.C. ; Camargo, A. J. A. ; Aquino, F.G. . Cerrado: desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustentável. 2008. (Editoração/Livro).
PARRON, L. M. . Fluxos de nutrientes e agrotóxicos nos recursos hídricos sob diferentes usos de terra na Bacia do Rio Jardim, Distrito Federal. 2008. (Relatório de pesquisa).
PARRON, L. M. . Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco. 2008. (Relatório de pesquisa).
PARRON, L. M. . Conservação e contaminação dos recursos hídricos. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Fonseca, C. E. L. ; Sousa-Silva, J. C. ; Ribeiro, J. F. ; PARRON, L. M. . Matas de galeria: processamento de sementes. Guia Técnico do Produtor Rural.. 1999. (Orientação ao produtor rural).
Rodrigues, L. N. ; PARRON, L. M. ; Duboc, E. . Conservação dos Recursos Hídricos. 2007.
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
PronaSolos: Rede para o avanço científico e tecnológico aplicado às múltiplas funcionalidades do solo para o desenvolvimento agroambiental do Brasil, Descrição: Estabelecer uma rede de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PDI) para ampliação da capacidade nacional e competitiva em CT e do desenvolvimento e aperfeiçoamento de conhecimento e de tecnologias relativos ao levantamento de solos e sua interpretação de uso em escalas iguais ou mais detalhadas que 1:100.000. - Essas escalas são compatíveis ao planejamento rural estadual, municipal e de microbacias hidrográficas, indispensáveis para o desenvolvimento agroambiental sustentável do Brasil. - A rede de PDI PronaSolos vai ampliar a capacidade nacional em assuntos relacionados aos recursos naturais solo, água e biodiversidade, abrangendo diferentes áreas da ciência do solo e de temas afins. -O modelo de agricultura e pecuária tropical será viabilizado em todo o território nacional, respeitando as características próprias dos biomas e das regiões, e garantindo o desenvolvimento sustentável em seus pilares social, econômico e ambiental... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Junior Ruiz Garcia - Integrante / PRADO, RACHEL BARDY - Integrante / FIDALGO, ELAINE CRISTINA CARDOSO - Integrante / MONTEIRO, JOYCE MARIA GUIMARÃES - Integrante / OLIVEIRA, ALINE PACOBAYBA DE - Integrante / maria de lourdes brefin - Coordenador.
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2020 - Atual
Valoração econômica de carbono, biodiversidade e água em sistemas produtivos, Descrição: Os objetivos do projeto são estabelecer o valor econômico de serviços ecossistêmicos em sistemas produtivos a partir de instrumentos econômicos, aplicar o modelo experimento de escolha nos dados obtidos em campo e estimar o valor econômico dos benefícios sem valor de mercado como biodiversidade, estoque de carbono e água em sistemas produtivos, através da avaliação dos valores marginais dos serviços dos ecossistemas. Um dos maiores obstáculos para o desenvolvimento e implementação de estratégias de conservação é o pouco conhecimento sobre o valor econômico dos benefícios sem valor de mercado, gerados pelos sistemas naturais e produtivos. Como muitos dos serviços ecossistêmicos estão disponíveis gratuitamente, sem mercados e sem sistemas de atribuição de preços, o seu verdadeiro valor em longo prazo não é incluído nas estimativas econômicas. Na abordagem do método de preferência declarada adotada neste projeto, os serviços ecossistêmicos são avaliados em conjunto. O princípio básico da pesquisa é que existe correlação entre uso e manejo da terra e provisão de serviços ecossistêmicos. Nas entrevistas sistematizadas as pessoas são questionadas sobre as preferências pela condição atual e por melhorias nos sistemas (que está vinculada ao fornecimento dos serviços ecossistêmicos). A abordagem econométrica é a atribuição de valores monetários aos benefícios associados às mudanças no uso e manejo da terra.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Klaus Glenk - Integrante / Anastasio Jose Villanueva Rodriguez - Integrante., Financiador(es): Scotland?s Rural College - Cooperação / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2019 - Atual
Construção do conhecimento e sistematização de experiências sobre valoração e pagamento por serviços ecossistêmicos e ambientais no contexto da agricultura familiar amazônica., Descrição: A valoração da natureza em termos de suas contribuições para o bem estar humano tem se tornado um tema recorrente nas discussões sobre preservação e conservação do capital natural. Assim, a quantificação e a valoração econômica dos SE devem ser vistas como uma parte de um conjunto de informações úteis e necessárias para a gestão dos ecossistemas. Conhecer o valor econômico dos SE é útil para a sua efetiva gestão, o que, em alguns casos, pode incluir incentivos econômicos, tais como ?Pagamento de Serviços Ambientais? para a sua preservação. O projeto tem como objetivo quantificar e valorar SE e ampliar a rede de beneficiários de conhecimentos e de experiências consolidadas sobre serviços ecossistêmicos e ambientais no Bioma Amazônico, incluindo grupos de interesse como, agricultores, mulheres e jovens rurais, técnicos e tomadores de decisões, além de catalisar novas propostas de projetos que visem a sustentabilidade do tema e da rede de trabalho. Serão quantificados e valorados três SE (água, solo e carbono), em territórios previamente escolhidos com características voltados à agricultura familiar (assentamentos rurais, quilombolas e agricultura familiar). Para auxiliar nas quantificações de SE será utilizado o ?Integrated Valuation of Ecosystem Services and Tradeoffs? - (InVEST) que é um conjunto de modelos reunidos em um software livre, usados para mapear e valorar os bens e serviços da natureza que sustentam e suprem recursos necessários aos seres humanos. O InVEST permite aos decisores avaliar as compensações quantificadas associadas a escolhas alternativas de gestão e identificar áreas em que o investimento em capital natural pode melhorar o desenvolvimento e a conservação ambiental. Serão utilizados os modelos do InVest: Carbon; Sediment Delivery Ratio, Hydropower Production e o Nutrient Delivery Ratio Model. O plano de ação Estudos de caso sobre quantificação e valoração de carbono em florestas tem como objetivo realizar a quantificação/valoração dos serviços ecossistêmicos (SE) de regulação do estoque de carbono. O indicador avaliado será o carbono estocado no solo, na biomassa aérea e subterrânea e na serapilheira. A abordagem mais utilizada para valorar os SE apoia-se na teoria do bem-estar e dos bens públicos e no conceito de externalidades (positiva e negativa). O método de valoração adotado será o de custos de reposição, baseado no custo social do carbono (CSC), e no método de preços de mercado do carbono. Para as emissões líquidas de GEE e para o desmatamento evitado estimam os gastos que seriam necessários para compensar os impactos negativos das mudanças do clima na sociedade. O CSC representa o custo estimado dos impactos da adição de uma unidade de carbono na atmosfera (sob a forma de CO2). O Plano de Ação sobre capacitação continuada será utilizado para levar conhecimento sobre serviços ecossistêmicos e ambientais, para produtores, mulheres e jovens rurais em todos os territórios de atuação. Para avaliação e mensuração do aprendizado, serão realizadas avaliações ex-ante e ex-post. Também serão apresentados e discutidos com as comunidades locais os resultados da valoração dos SE. A articulação para a estruturação de uma rede de conhecimento e troca de experiências é desenhada com a organização de dois workshops com a participação de produtores rurais, extensionistas rurais da iniciativa privada e estatal além de gestores ambientais. Espera-se que, além da promoção e intercâmbio de conhecimentos sobre SE, valoração e políticas de PSA entre membros do público-alvo e da rede técnica, possam criar uma rede ativa de debates sobre o tema. O intercâmbio dos conceitos, da importância e da relação dos serviços ecossistêmicos com as políticas públicas atuais, também irão fortalecer os produtores para aumentar a provisão de serviços ambientais em seus sistemas produtivos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Junior Ruiz Garcia - Integrante / Sergio Tosto - Coordenador / Pedro Gehard - Integrante / Daniela Maciel Pinto - Integrante / Deise Maria Fontana Capalbo - Integrante / SERGIO GALDINO - Integrante / TADARIO KAMEL DE OLIVEIRA - Integrante / Angelo Mansur - Integrante / Cristiaini Kano - Integrante.
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2018 - 2022
Biochar em solos sob plantio de eucalipto: aspectos agronômicos e ambientais, Descrição: Biochar é um material rico em carbono que se distingue do carvão vegetal comum e outros materiais similares pelo seu uso como condicionador visando melhorar a qualidade do solo. Um dos fatores limitantes para entender e validar o biochar como condicionador de solos e sequestro de carbono é a escassez de estudos de campo de longa duração. Tais estudos são fundamentais devido ao fato de que o biochar pode ser produzido a partir de uma grande variedade de matérias-primas e processos térmicos, gerando produtos com características muito diversas. A maioria dos estudos é feita em casa de vegetação, sendo que, devido aos custos de implantação e acompanhamento, ensaios de campo são escassos. Neste trabalho, a Campos Verdes Agroflorestal Ltda., através de uma parceria com a Embrapa, pretende avaliar o valor agronômico e ambiental de carvão produzido por pirólise lenta, através dos métodos recomendados pelos principais grupos orientadores de boas práticas em torno deste tema (EBC, 2012; IBI, 2014. Serão feitas as caracterizações química, ecotoxicológica e agronômica do biochar produzido a partir da madeira de Eucalyptus urograndis. Além disto, um estudo de campo sobre o efeito do biochar em plantios de eucaliptos, considerando parcelas com e sem biochar e duas doses de adubação química (comercial e reduzida) será realizado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Edilson Batista De Oliveira - Integrante / Claudia Maria Branco de Freitas Maia - Integrante / George Gardner Brown - Integrante / Ricardo Trippia Peixoto - Integrante / Neyde Giarola - Integrante / Marilia Ieda Matsuura - Integrante / Krisle da Silva - Integrante.
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2018 - 2022
Avaliação das variações da salinidade e microbiota nas lagoas do Pantanal pela análise de marcadores geoquímicos, Descrição: A caracterização geoquímica tem como objetivo elucidar o comportamento físico-químico da água e de sedimentos frente às interferências antrópicas ou climáticas. Neste contexto, serão utilizadas diversas técnicas analíticas que, juntamente com informações geológicas e sócioeconômicas da área de estudo, permitem um diagnóstico geoquímico ambiental. A maior parte dos trabalhos sobre a formação das lagoas de Nhecolândia no Pantanal, e em especial sobre a salinidade, atribuem a origem das lagoas e cordões arenosos à processos eólicos ocorridos na última fase árida, no final do Pleistoceno Já outros, assumem que a formação está relacionada a antigos canais entrelaçados e as cordilheiras remanescentes de diques marginais. No entanto, a hipótese que o clima árido tenha contribuído e são aceitas por vários autores. Trabalhos que relacionem o sistema deposicional, a composição do material orgânico no sedimento e condições de deposição e idades de deposição na Nhecolândia ainda são incipientes. Assim, o projeto busca o detalhamento das condições de deposição, condições paleoclimáticas que possam relacionar com a elevação da salinidade e o estresse induzido na microbiota, considerando a elevação da salinidade e alcalinidade. Também busca-se entender as relações entre os sistemas deposicionais atuais e antigos. Os objetivos são 1) Identificar o perfil da composição geoquímica do material orgânico em um testemunho de uma lagoa com característica salina e, associar o perfil orgânico com possíveis mudanças da microbiota induzidas pelas condições extremas (salinidade e alcalinidade), 2) Identificar a variação da composição orgânica do testemunho (sedimentos) e suas respectivas fontes de contribuição; 3) Associar a presença e distribuição de marcadores geoquímicos com variação da salinidade (razões entre fitano e pristano, gamacerano), processos de eutrofização (metilhopano) e condições de deposição (razões fitano/pristano); 4) Construir um perfil da variação da temperatura e pH do meio através da distribuição dos compostos do grupo GDGT (indicadores de temperatura); 5) Avaliar a composição e variação de pigmentos no testemunho e relacionar com a variação de algas e bactérias influenciadas pelas condições extremas; 6) Identificar o efeito do estresse salino nas variações da microbiota por análises de qPCR e ácidos graxos presentes no sedimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Sandro Froehner - Coordenador / Fabrício Augusto Hansel - Integrante / Aluana Ariane Schileder - Integrante.
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2018 - Atual
Avaliação de indicadores de serviços ambientais em sistemas de manejo agroflorestal na Floresta com Araucária, Descrição: São avaliados serviços ambientais (SA) por meio dos seguintes indicadores ecológicos: 1) sequestro de carbono (solo e biomassa aérea), 2) conservação da água e solo (fertilidade e qualidade física do solo, atividade enzimática, matéria orgânica, diversidade de fungos micorrízicos e populações da fauna edáfica), 3) conservação da biodiversidade (diversidade florística e mamíferos). Os indicadores de sequestro de carbono permitem avaliar a eficiência dos sistemas produtivos na mitigação da emissão de carbono para a atmosfera mediante seu acúmulo no solo e na biomassa vegetal. Os indicadores de biodiversidade mostram a eficiência dos sistemas produtivos em manter a biodiversidade concomitante à produção agrícola e florestal. Os indicadores socioeconômicos integrarão uma matriz de indicadores de sustentabilidade elaborada conjuntamente entre agricultores e pesquisadores. A abordagem ecológica-social-econômica é fundamental para sistemas que procuram conciliar a conservação com o uso econômico da floresta. A partir da avaliação dos SA serão calculados índices de sustentabilidade, os quais são um nível superior de agregação dos dados, constituídos a parti rdo uso de modelos classificatórios dos sistemas. Os resultados obtidos permitirão quantificar o valor destes sistemas, e embasar programas de incentivo à transição de sistemas agrícolas simples para mais complexos.Todas as atividades se concentrarão em propriedades de agricultores, os quais serão peça chave para a determinação de áreas amostrais e a identificação de particularidades ambientais que possam influenciar os indicadores selecionados. Os agricultores serão capacitados para caracterizar visualmente a qualidade física, química e biológica dos solos e identificar a necessidade de ajustes nos manejos efetuados. A interação com os agricultores também permitirá associar os serviços ambientais com valores culturais e estéticos associados às áreas de manejo tradicional.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / George Brown - Integrante / Edilson Batista De Oliveira - Integrante / Sandra Bos Mikich - Integrante / GARCIA, JUNIOR RUIZ - Integrante / Ricardo Trippia Peixoto - Integrante / Andre Biscaia - Integrante / Neyde Giarola - Integrante / Krisle da Silva - Integrante / Celso Garcia Auer - Integrante.
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2018 - Atual
Uso e Conservação da araucária na agricultura familiar Fase 2: o papel da erva-mate e dos sistemas tradicionais de manejo florestal na restauração e conservação da Floresta com Araucária, Descrição: Na Floresta Ombrófila Mista (FOM), parte dos remanescentes de florestas com araucária estão em propriedades privadas, em especial nas pertencentes à agricultura familiar. São nestas propriedades que a Floresta com Araucária vem sendo manejada nas últimas décadas, e a erva-mate, além do aspecto econômico, é a cultura que tem o principal destaque na conservação destes remanescentes. Como ao longo dos últimos anos todo o enfoque foi baseado no desenvolvimento de técnicas para a produção de erva-mate em sistemas a pleno sol, o estudo do manejo tradicional da erva-mate em ambientes de floresta tem sido uma demanda por parte da agricultura familiar, revelando-se uma grande oportunidade de pesquisa. Uma das principais conclusões da Fase 1 do projeto foi a necessidade da definição de estratégias e ações capazes de conciliar o uso com a conservação da FOM, resgatando e valorizando o conhecimento sobre a floresta, as práticas tradicionais de produção da erva-mate e a utilização de outros produtos não madeireiros, em sistemas de manejo agroflorestal. O objetivo do projeto (Fase 2) é sistematizar, validar e disponibilizar o conhecimento sobre sistemas tradicionais de manejo florestal e modelos de produção agroflorestal, visando a valorização e difusão de práticas sustentáveis voltadas a conservação e o uso de espécies nativas da Floresta com Araucária no sul do Brasil. As ações desta pesquisa contam com a parceria de organizações de agricultores, instituições de pesquisa e desenvolvimento e universidades, dos três estados do Sul do Brasil. Os principais resultados e impactos desta proposta relacionam-se a caracterização e difusão do conhecimento sobre as práticas tradicionais de manejo florestal, a definição de índices técnicos para a produção de espécies nativas em modelos sustentáveis de produção agroflorestal, e a capacitação de agricultores e técnicos para a recuperação ambiental e a produção sustentável de espécies nativas no âmbito da Floresta com Araucária. No plano de ação Avaliação de indicadores de serviços ambientais em sistemas de manejo agroflorestal na Floresta com Araucária serão avaliados serviços ambientais (SA) por meio dos seguintes indicadores ecológicos: 1) sequestro de carbono (solo e biomassa aérea), 2) conservação da água e solo (fertilidade e qualidade física do solo, atividade enzimática, matéria orgânica, diversidade de fungos micorrízicos e populações da fauna edáfica), 3) conservação da biodiversidade (diversidade florística, mamíferos e polinizadores). Os indicadores de sequestro de carbono permitem avaliar a eficiência dos sistemas produtivos na mitigação da emissão de carbono para a atmosfera mediante seu acúmulo no solo e na biomassa vegetal. Os indicadores de biodiversidade mostram a eficiência dos sistemas produtivos em manter a biodiversidade concomitante à produção agrícola e florestal. Os indicadores socioeconômicos integrarão uma matriz de indicadores de sustentabilidade elaborada em conjunta com agricultores e pesquisadores. A abordagem ecológica-social-econômica é fundamental para sistemas que procuram conciliar a conservação com o uso econômico da floresta. A partir da avaliação dos SA serão calculados índices de sustentabilidade, os quais são um nível superior de agregação dos dados, constituídos a partir do uso de modelos classificatórios dos sistemas. Os resultados obtidos permitirão quantificar o valor destes sistemas, e embasar programas de incentivo à transição de sistemas agrícolas simples para mais complexos. Todas as atividades se concentrarão em propriedades de agricultores, os quais serão peça chave para a determinação de áreas amostrais e a identificação de particularidades ambientais que possam influenciar os indicadores selecionados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Denise Jeton Cardoso - Integrante / Junior Ruiz Garcia - Integrante / Claudia Maria Branco de Freitas Maia - Integrante / Ricardo Trippia Peixoto - Integrante / Neyde Giarola - Integrante / Marilice Cordeiro - Integrante / Maria Augusta Doetzer - Integrante / Beatriz Reis - Integrante / Andre Biscaia Lacerda - Coordenador / Marcelo Arco-Verde - Integrante.
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2015 - 2018
Serviços ambientais na paisagem rural brasileira: construção e compartilhamento do conhecimento, Descrição: Os conceitos sobre serviços ambientais / serviços ecossistêmicos como instrumento do conhecimento do meio natural e suas interrelações, vem se consolidando como ferramenta de informação, gestão e transformação do meio ambiente como forma de garantir o bem-estar humano e a manutenção dos recursos naturais para gerações atuais e futuras. A importância desse estudo tem sido amplamente reconhecida e diversos projetos sobre a temática dos serviços ambientais já foram e vem sendo realizados por diferentes instituições científicas e não-governamentais, tanto no âmbito nacional como internacional. Neste contexto, a Embrapa, que possui a missão de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira, formatou um Arranjo de Pesquisa no tema intitulado Serviços Ambientais na Paisagem Rural ? Arranjo SA, compondo uma carteira de mais de 60 projetos em andamento e previstos para 9 anos a partir de 2014, que busca gerar subsídios à conservação, recuperação e valorização dos serviços ambientais em sistemas naturais e de produção agropecuária. O Arranjo SA previu três eixos principais de atuação, sendo eles: 1 - análise integrada como suporte à decisão, que inclui indicadores de SA, análise da paisagem, e políticas públicas; 2 ? metodologias para avaliação, monitoramento, valoração e análise espacial de SA, 3 ? organização da informação e transferência/comunicação. Abrange todos os biomas e diferentes escalas de atuação. O presente projeto tem como objetivo geral desenvolver, adaptar e aplicar instrumentos estratégicos para promover a construção e compartilhamento do conhecimento sobre os serviços ambientais na paisagem rural brasileira. Como objetivos específicos a gestão estratégica do Arranjo SA; promover a organização, sistematização e disseminação dos principais resultados associados, a integração das ações relacionadas aos Serviços Ambientais na Paisagem Rural e a prospecção de demandas de políticas públicas no âmbito local, nacional e internacional. Buscará mobilizar e otimizar profissionais, recursos, serviços, infraestrutura da Embrapa e parceiros nacionais e internacionais. Para tal a presente proposta se estruturou em cinco Planos de Ação (PAs). O PA1 visa à gestão financeira e executiva do projeto de apoio ao Arranjo SA e promover a integração e comunicação da equipe, bem como apoiar a elaboração de novas propostas. O PA2 objetiva criar um ambiente digital para armazenamento e acesso às informações produzidas nos projetos que compõem o Arranjo. O PA3 visa organizar e analisar os principais resultados produzidos e pensar no melhor formato de disponibilização para o público, classificando-os nos três eixos de atuação do Arranjo SA. O PA4 centrará esforços na capacitação e troca de experiências, tanto no ambiente interno, como no público externo à Embrapa (nacional e internacional) visto que o desconhecimento do tema nos diferentes setores da sociedade foi identificado como grande gargalo no tema. O PA5 tratará da análise de políticas públicas, prospecção de demandas e proposição de inovações relacionadas ao tema de serviços ambientais. Espera-se com o projeto: construção e compartilhamento do conhecimento no âmbito local, nacional e internacional? realizar uma gestão estratégica do Arranjo SA; aumentar o conhecimento sobre o tema na Embrapa e na sociedade como um todo; organizar e disponibilizar o conhecimento gerado pela pesquisa agropecuária; fornecer subsídios à construção de políticas públicas relacionadas; favorecer a sustentabilidade das atividades agropecuárias e florestais e a provisão dos serviços ambientais; fortalecer as relações entre instituições de pesquisa e parceiros que atuam no tema, visando a gerar impactos positivos nas esferas social, ambiental e econômica contribuindo, portanto, para maior sustentabilidade no meio rural.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Rachel Bardy Prado - Coordenador / Luciano Mansor de Mattos - Integrante / Monica Matoso Campanha - Integrante / JOICE NUNES FERREIRA - Integrante., Financiador(es): Embrapa - Auxílio financeiro.
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2012 - 2017
Monitoramento e caracterização quali-quantitativa dos recursos hídricos e sua relação com o uso da terra em bacias experimentais nos diferentes biomas brasileiros., Descrição: O Projeto Componente 3 (PC3) pretende instrumentalizar bacias hidrográficas experimentais, monitorar e caracterizar os recursos hídricos nos diferentes biomas brasileiros, bem como fortalecer estudos de pesquisadores da Embrapa e seus parceiros em recursos hídricos e o intercâmbio de informações, buscando entender a sua relação com o uso e manejo das terras. O PC3 é o maior PC da Rede AGROHIDRO, sendo composto por 12 unidades da Embrapa - CNPS, CPAP, CPAC, CPATU, CNPMA, CNPF, CNPMS, CNPSA, CPPSE, CPATC, CPCT e CNPMT - além de parceiros externos como universidades e outras instituições de pesquisa. Projeta-se para o PC3 mais de 100 resultados, associados a grandes produtos relacionados ao aperfeiçoamento de metodologias científicas, instrumentação de bacias hidrográficas e diagnóstico da situação dos recursos hídricos em relação ao uso da terra em bacias experimentais do Brasil, identificação de indicadores quali-quantitativos, base de dados primários e um manual referência de procedimentos de monitoramento de recursos hídricos em bacias hidrográficas. Estes servirão de subsídios ao planejamento do manejo conservacionista das terras para assegurar água em quantidade e qualidade adequadas para a agricultura e demais atividades humanas, considerando as fragilidades, peculiaridades e potencialidades de cada bioma. A atuação deste PC3 ocorrerá em todos os biomas brasileiros, considerando a bacia hidrográfica como unidade de estudo. Possui um componente forte de obtenção e sistematização de dados qualiquantitativos relacionados aos recursos hídricos, bem como a caracterização ambiental das bacias em foco, fundamental para subsidiar os demais PCs do projeto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Ricardo Figueiredo - Coordenador / Marcus Cruz - Integrante / Debora Calheiros - Integrante / Cornelio Zolin - Integrante / Raimundo Oliveira-Junior - Integrante / Marcia Divina de Oliveira - Integrante.
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2012 - 2016
Avaliação de indicadores e valoração de serviços ambientais em diferentes sistemas de uso da terra, Descrição: Sistemas agrícolas dependem fundamentalmente de processos ecológicos e dos serviços fornecidos pelos ecossistemas. Esses processos e serviços ecológicos, denominados serviços ambientais ou serviços ecossistêmicos referem-se às condições e aos processos pelos quais os ecossistemas sustentam a vida humana na forma de serviços de aprovisionamento (produção de alimentos, madeira, fibras e combustíveis), de regulação (regulação da água, do clima, proteção contra secas, inundações, tempestades, disseminação de doenças e degradação dos solos, purificação de resíduos), de suporte (ciclos hidrológicos, formação do solo, ciclagem de nutrientes e produção primária, que estão na base do crescimento e da produção) e culturais (estéticos, de educação e recreação). Modificações na paisagem visando o aumento da produção de alimentos resultam em aumento de serviços de aprovisionamento, mas também em alterações ecológicas adversas com simultânea perda e degradação de serviços de suporte. No Brasil a expansão da área necessária para agricultura e pastagens exigiu a conversão de terras nativas, fazendo da mudança do uso da terra, a principal fonte de problemas ambientais existente no país, associados a emissões de carbono, conservação da água e da biodiversidade. Por outro lado, em muitos países, políticas públicas são concebidas com interesse em fornecer benefícios financeiros para os produtores rurais que utilizam sistemas de uso da terra que mantém os serviços ambientais para a sociedade. Considerando que na maioria das vezes os serviços ambientais não são avaliados adequadamente ou são subvaloridados, já que métodos convencionais de valoração econômica apresentam capacidade limitada em capturar os valores das funções ecossistêmicas, a proposta apresenta a seguinte hipótese: existe uma relação direta entre o tipo e intensidade do uso da terra e a quantidade e qualidade dos serviços ambientais gerados. Para isso fará a avaliação e a comparação de indicadores ambientais entre distinto. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / George Brown - Integrante / Claudia Maria Branco De F Maia - Integrante / Denise Jeton Cardoso - Integrante / Edilson Batista De Oliveira - Integrante / Elenice Fritzsons - Integrante / Emiliano Santarosa - Integrante / Fernando Rodrigo Bortolozo - Integrante / Jeferson Dieckow - Integrante / Jose Mauro M Avila Paz Moreira - Integrante / Julio Cesar Dos Reis - Integrante / Julio Cezar Franchini Dos Santos - Integrante / Junior Ruiz Garcia - Integrante / Marcilio Jose Thomazini - Integrante / Nerilde Favaretto - Integrante / Rachel Bardy Prado - Integrante / Sandra Bos Mikich - Integrante / Sergio Ahrens - Integrante / Terencio Aguiar - Integrante / Vanderley Porfirio Da Silva - Integrante / Wilson Cabral De Sousa Junior - Integrante / Lafayette Dantas da Luz - Integrante.
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2010 - 2014
Rede para Conservação da Biodiversidade e Valoração dos Produtos da Floresta com Araucária ? CONSERVABIO II, Descrição: Projeto Rede para Conservação da Biodiversidade e Valoração dos Produtos da Floresta com Araucária ? Rede CONSERVABIO (CNPq nº 562567/2010-0) O objetivo do projeto é ?Ampliar e consolidar a Rede Conservabio e desenvolver pesquisas visando à construção de conhecimentos, que integrem o saber tradicional e científico, voltados para a valoração, conservação e uso sustentável dos recursos da biodiversidade, trazendo benefícios para os agricultores familiares, contribuindo para a inclusão destes nos processos produtivos que envolvem os produtos da biodiversidade e, ao mesmo tempo, promova a conservação dos serviços ambientais e ecossistemas?. O projeto Rede CONSERVABIO está direcionado ao estudo de FLONAS (Florestas Nacionais) da Região Sul do Brasil, localizadas na área de Domínio da Floresta Ombrófila Mista (FOM): FLONA de Irati - PR, FLONA de Três Barras - SC, e FLONA de Passo Fundo - RS, e as comunidades de agricultores familiares e povos tradicionais que vivem em seus respectivos entornos, considerados no âmbito territorial. O Projeto Rede CONSERVABIO está sendo desenvolvido pela Embrapa Florestas em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) e Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO) e outras Instituições de ensino, pesquisa e extensão.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Maria Cristina Medeiros Mazza - Coordenador / Carlos Alberto da Silva Mazza - Integrante / Sergio Gaiad - Integrante / Luis Claudio Maranhao Froufe - Integrante.
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2006 - 2008
Estudo de Processos Hidrológicos em Áreas de Cerrado com Base e Monitoramento de Duas Bacias Experimentais e Representativas no DF - Rede Hidrocer, Descrição: Líder do Projeto: Euzebio Medrado da Silva (Embrapa Cerrados). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Euzebio Medrado da Silva - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante.
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2005 - 2008
Fluxos de nutrientes e agrotóxicos nos recursos hídricos sob diferentes usos de terra na Bacia do Rio Jardim, Distrito Federal, Descrição: A bacia hidrográfica do Rio Jardim, Distrito Federal, é uma importante área de produção de grãos de sequeiro e irrigado. A irrigação é intensamente utilizada, inclusive em áreas com baixa disponibilidade de águas superficiais e em áreas de nascentes. Em função da aplicação de fertilizantes e agrotóxicos em sistemas culturais, o presente trabalho tem como objetivo de caracterizar os fluxos de nutrientes e avaliar a presença de compostos derivados de agrotóxicos na água superficial (de escoamento e do Rio Jardim), solução do solo e água subterrânea da bacia do Rio Jardim-DF, em diferentes sistemas de uso de terra (culturas anuais, perenes, pastagens e áreas de preservação) e em cursos d?água nas proximidades, para aplicação em sistemas de gestão e manejo dos recursos solo-água desse ecossistema. As amostras serão analisadas quanto à disponibilidade de nutrientes (Corgânico, Ntotal, Norgânico, NH4+, NO3-, Ptotal, Porgânico, PO42-, K+, Ca2+, Mg2+, SO42-, Na+ e Cl-) e de ingredientes ativos de herbicidas do grupamento triazina (ametrina, atrazina, cianazina e simazina). A compreensão dos processos de ciclagem biogeoquímica em agroecossistemas pode ter implicações importantes na orientação de práticas de manejo e de políticas de conservação desses ecossistemas. Ao final desse estudo, pretende-se obter um banco de dados, informatizado e georreferenciado, desenvolvido com informações de análises químicas de soluções coletadas. Este produto apresenta potencial para utilização em outorga de direito de uso da água, comitês de bacias hidrográficas, zoenamento econômico-ecológico, modelagem hidrológica, manejo da água em sistemas cultivados e gestão territorial rural.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Euzebio Medrado da Silva - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2005 - 2008
Fluxos de nutrientes e agrotóxicos nos recursos hídricos sob diferentes usos de terra na sub-bacia do Rio Jardim., Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Jardim (latitudes 15°40? e 16°02? W e longitudes 47°20 e 47°?40? S), localizada no Distrito Federal é principal sub-bacia do Rio Preto, apresenta área de 540 km2 e é uma importante área de produção de grãos (principalmente milho, soja, trigo e feijão) de sequeiro e irrigado. Nesse ecossistema, a irrigação por meio de pivôs centrais, vêm sendo intensamente utilizada, inclusive em áreas com baixa disponibilidade de águas superficiais e em áreas de nascentes (Dolabella, 1996), colocando em risco o sistema de recarga natural dos mananciais existentes. Esta depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Na tentativa de garantir que a falta de água não seja fator de redução na produtividade das culturas, o excesso de água na agricultura produz efeitos danosos ao sistema produtivo irrigado e ao meio ambiente, resultando na lixiviação de nutrientes de alta mobilidade, como potássio e nitrato (Silva et al., 1999), para as camadas profundas do solo, tornando-se indisponíveis para as plantas e contaminando o lençol freático. Além disso, a irrigação em excesso pode estimular a incidência de doenças do solo e do sistema radicular das culturas, ensejando ao produtor a aplicação intensiva de defensivos agrícolas (Curl, 1963), aumentando, assim, os riscos de contaminação dos mananciais. Pouco se conhece sobre os efeitos do uso de fertilizantes e agrotóxicos utilizados na agricultura sobre qualidade da água superficial (de. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Mercedes Maria da Cunha Bustamante - Integrante / Daniel Markewitz - Integrante / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Euzebio Medrado da Silva - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2000 - 2006
Effects of Land Use Changes on the Functioning of Soils and Watersheds of Central Brazil Savannas: impacts on nutrient and carbon cycles and trace gas exchange, Descrição: We propose to assess the effects of land use on: 1) the stocks and cycling rates of carbon and nutrient cycling; 2) the function and structure of soil and sedimentary microbial communities; 3) soil-atmosphere fluxes of trace carbon and nitrogen gases (CO2, CO, N2O, and NO); and 4) the composition and quantity of nutrients and organic matter entering small streams via gallery forests. Our native study sites will continue to include native cerrado stricto sensu and campo sujo and will expand to include gallery forests. Added converted Cerrado sites will include croplands and recently converted pastures. We will quantify rates of carbon and nutrient cycling and characterize soil organic matter (SOM) and litter quality at both native and converted sites. We plan to study the influence of fertilization and management practices (tillage, no-tillage and cover crops) on the carbon balance in pastures and cropland. These experiments will include measurements of different SOM fractions, litter quality, N cycling, and P fractions. The effects of solar UV radiation on the microbial degradation of litter will also be examined. We will use two methods to determine the size and diversity of the soil microbial community in the litter and SOM. We will continue to use analysis of phosopholipid ester-linked fatty acids (PLFA) that was used successfully in native Cerrado areas during the first phase of this project. Denaturing Gradient Gel Electrophoresis (DGGE) will also be used to directly determine the genetic diversity of complex microbial populations and provide information about specific organisms affecting soil functioning. We will measure soil-atmosphere fluxes of trace carbon and nitrogen gases (CO2, CO, N2O, NO) from soils under different land uses. To provide data and relationships needed for regional trace gas models we will measure relevant ancillary data along with the trace gas fluxes, including changes in soil temperature, moisture, and incident solar radiati. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Mercedes Maria da Cunha Bustamante - Coordenador / Plinio B. Camargo - Integrante / Luiz A. Martinelli - Integrante / Daniel Markewitz - Integrante / Eric Davidson - Integrante / Júlio Resende - Integrante., Financiador(es): CENTRO DE GESTAO DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVACAO - CGPDI - Auxílio financeiro / Universidade de Brasília - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12
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1996 - 2000
Conservação e recuperação da biodiversidade em Matas de Galeria do bioma Cerrado, Descrição: O modelo agrícola praticado na região do Cerrado está não somente diminuindo as chances de recuperação natural (manutenção) da biodiversidade em Matas de Galeria e também a destruindo. Supõe-se que a conservação e a recuperação da biodiversidade em uma determinada área dependam principalmente da intra e interdependência de vários componentes do ecossistema como meio físico, vegetação, fauna, microorganismos e comunidade humana. Portanto, entender cada componente se faz tão importante quanto conhecer as interações de todo o sistema. Deste modo, assim como a vegetação específica do ecossistema Mata de Galeria define sua estrutura, dinâmica e produtividade particulares, a fauna também desempenha funções importantes na estrutura e dinâmica da vegetação como agentes de dispersão de frutos e sementes e de consumidores da biomassa vegetal e vice e versa. Os microorganismos pela sua ação patogênica e associações mutualísticas também afetam o estabelecimento e a distribuição espacial das demais espécies, enquanto a espécie humana interage principalmente através de suas atividades agrícolas. Os objetivos do projeto são conservar e recuperar a biodiversidade de Matas de Galeria da região do cerrado em algumas micro-bacias no Distrito Federal, e estabelecer e divulgar estratégias de conservação e recuperação da biodiversidade deste ecossistema baseados em um enfoque multidisciplinar. Conceitos ecológicos como padrões de sucessão e competição por recursos, serão aplicados, tanto na recuperação e manutenção da biodiversidade, quanto na mudança de práticas agrícolas danosas ao ambiente, buscando a sustentabilidade do projeto. Apesar das dificuldades inerentes, a abordagem sistemática e multidisciplinar tem mostrado resultados satisfatórios em estudos sobre o ecossistema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (4) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Integrante / Jose Felipe Ribeiro - Coordenador., Financiador(es): Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia Legal - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 9
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1995 - 1999
Recomposição da cobertura vegetal de um trecho degradado às margens do Córrego Sarandi ? CPAC, Descrição: O projeto é um estudo de sobrevivência e crescimento inicial de espécies nativas florestais e savânicas do bioma Cerrado, em plantio realizado em uma área degradada às margens do Córrego Sarandi, em Planaltina-DF, com o propósito de fornecer subsídios para a seleção de espécies para a recuperação de áreas degradadas de Matas de galeria e adjacências. Os objetivos são revegetar uma área degradada e avaliar a tolerância, através da sobrevivência e crescimento em altura e diâmetro, de espécies arbóreas nativas em plantio. O plantio heterogêneo buscou manter características de padrões de distribuição de espécies próximos aos que ocorrem nas formações florestais tropicais, ou seja, a presença de espécies comuns e raras, o que garante a biodiversidade na área do plantio. As espécies de formações savânicas são: Aspidosperma tomentosum Mart., Bowdichia virgilioides H. B. & K., Caryocar brasiliense Cambess., Dipteryx alata Vog., Hymenaea stigonocarpa Mart. Ex. Hayne, Machaerium cf acutifolium Vog. e Stryphnodendron adstringens (Mart.) Cov. As espécies de formações florestais são: Astronium fraxinifolium Schott. (100%), Copaifera langsdorffii Desf., Clusia cruiva Camb., Guazuma ulmifolia Lam., Inga cf alba Willd., Dilodendron bipinatum Radlk., Enterolobium contortsiliquum (Vell.) Morong., Hymenaea stilbocarpa (Hayne) Lee & Lang. , Magonia pubescens A. St. Hil., Metrodorea pubescens A. St. Hil. & Tul., Pseudobombax longiflorum (Mart. & Zucc.), Sterculia chicha St. Hil. Ex. Turpin., Talauma ovata St. Hil. (0%), e Tapirira guianensis Aubl. Os resultados de crescimento e a sobrevivência apresentados por estas espécies irão sugerir a sua capacidade de adaptação e estabelecimento e o seu grau de tolerância ao ambiente testado. As condições de pleno sol e a precipitação concentrada num período de 5-6 meses, intercalado por um longo período de seca favorecerão o desenvolvimento de espécies adaptadas ao estresse hídrico e não dependentes de sombreamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Jose Felipe Ribeiro - Integrante., Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3
Projetos de desenvolvimento
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Remuneração / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Remuneração / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2006 - 2008
Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração.
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Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Embrapa Cerrados - Remuneração / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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Monitoramento da disponibilidade e qualidade de água em sub-bacias na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, médio Rio São Francisco, Descrição: A Bacia hidrográfica do Rio Preto, é um dos afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco, apresenta área de aproximadamente 10.000 km2, e extensão de 378 km, da cabeceira, em Formosa-GO, à foz, no Rio Paracatu-MG. O Rio Preto é considerado um rio federal, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. O Rio Preto, além de importante contribuinte para o Rio São Francisco, é destacado pela sua importância para o abastecimento humano, geração hidrelétrica e irrigação. A bacia do Rio Preto é de uso eminentemente rural, responsável por 80% da produção agrícola do Distrito Federal, principalmente milho e soja, em cerca de 80.000ha. A bacia do Rio Preto é uma importante área de recarga de mananciais. A recarga natural depende, fundamentalmente, da quantidade de chuva na região e se efetua simultaneamente pelo escoamento superficial e pela água subterrânea. Contudo, áreas de preservação permanente como nascentes e matas ciliares foram na maior parte da bacia, substituída por culturas agrícolas. O uso intensivo dos recursos hídricos em sistemas de irrigação de grande porte associado a um período recente de baixos índices pluviométricos, resulta em recorrentes interferências nas regiões de recarga de aqüíferos, nas nascentes e margens dos córregos, verificando-se uma sistemática redução da disponibilidade de água, sobretudo nos períodos de estiagem. Esse cenário configura um conflito pelo uso da água entre irrigantes e não irrigantes, entre irrigantes da cabeceira e os localizados próximos à foz do rio, e entre irrigantes com grandes e os com menores captações de água, num ciclo vicioso, que acarreta no empobrecimento geral da bacia. Estudos indicaram que a capacidade de suporte da exploração dos recursos hídricos para irrigação, já está próxima do limite em alguns mananciais, e já foi ultrapassada em outros, indicando a necessidade de um sistema de gestão de recursos hídricos da bacia, que prevê a substituição das atuais práticas agrícolas por outras. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Lucilia Maria Parron - Coordenador / Eduardo Cyrino de Oliveira-Filho - Integrante / Jorge Enoch F. Werneck Lima - Integrante / Thais Rodrigues Coser - Integrante / Lineu Neiva Rodrigues - Integrante / Nina Laranjeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Embrapa Cerrados - Remuneração / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Prêmios
2008
Premiação de projetos da Embrapa Cerrados, Embrapa.
2007
Premiação de projetos da Embrapa Cerrados, Embrapa Cerrados.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Florestas. , Estrada da Ribeira, Km 111, --, 83411000 - Colombo, PR - Brasil, Telefone: (41) 36755649, URL da Homepage:
Experiência profissional
2010 - Atual
EMBRAPAVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Embrapa Florestas, Colombo-PR
Atividades
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05/2018
Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Florestas.Cargo ou função, Membro do Comitê Técnico-Científico da Chefia de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Florestas.
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01/2012
Outras atividades técnico-científicas , Embrapa Florestas, Embrapa Florestas.Atividade realizada, Responsável pelo Laboratório de Nutrição Florestal e Água.
-
01/2010
Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Florestas.Linhas de pesquisa
-
03/2014 - 12/2018
Conselhos, Comissões e Consultoria, Embrapa Florestas.Cargo ou função, Membro e secretária-executiva do Arranjo Serviços Ambientais da Embrapa.
1989 - 2009
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Embrapa Cerrados, Planaltina-DF
Atividades
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04/1993 - 12/2009
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados (CPAC).Linhas de pesquisa
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06/2005 - 12/2007
Direção e administração, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados (CPAC).Cargo ou função, Gestora do Núcleo de Pesquisa Manejo e Conservação de Recursos Naturais da Embrapa Cerrados.
-
06/2005 - 12/2007
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados (CPAC).Cargo ou função, Gestora do Núcleo Manejo e Conservação de Recursos Naturais da Embrapa Cerrados.
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07/1998 - 03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados.Cargo ou função, Membro do Comitê Técnico-Científico Interno da Embrapa Cerrados (CTI).
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08/1996 - 03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados.Cargo ou função, Membro do Comitê de Campos Experimentais.
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07/1995 - 03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal.Cargo ou função, Membro do Conselho da Reserva da Biosfera do Cerrado (CRBC).
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08/1986 - 11/1987
Estágios , Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte (CNPGC).Estágio realizado, Entomologia (Identificação de ovos e ninfas de cigarrinha-da-pastagem).
Criando um monitoramento
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