Tatiane Corrêa de Oliveira França

Mestre em Química, com ênfase em Química Inorgânica, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IQ/UERJ), graduada em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IQ/UFRJ) e possui formação de nível técnico em Alimentos pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Química de Nilópolis (atualmente, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - IFRJ). Trabalha no Laboratório de Diagnóstico Molecular da Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA/RJ).

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Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Química

2016 - 2018

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Síntese, caracterização e estudo das propriedades fotoluminescentes de carboxilatos de lantanídeos derivados do anti-inflamatório ibuprofeno,Ano de Obtenção: 2018
Lippy Faria Marques.Coorientador: Juliana Fonseca de Lima. Palavras-chave: lantanídeos; luminescência.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Química Inorgânica.

Graduação em Química

2007 - 2014

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Aplicação das Técnicas de Cromatografia Gasosa de Alta Resolução e PCR em Tempo Real na análise da autenticidade de Azeite de Oliva Extra-Virgem
Orientador: Professor Alexandre Guedes Torres

Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Alimentos

2004 - 2005

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro

Formação complementar

2018 - 2018

Fundamentos da PCR quantitativa em tempo real (qPCR). (Carga horária: 22h). , ThermoFisher Scientific, THERMOFISHER, Brasil.

2014 - 2014

A importância de primers bem desenhados. (Carga horária: 8h). , Life Technologies, LIFE TEC, Brasil.

2011 - 2011

Análise,gerenciamento e monitoramento derisco OGM. (Carga horária: 8h). , VII Congresso Brasileiro de Biossegurança, ANBIO, Brasil.

2011 - 2011

ISTA Biotechnology Trait Detection Workshop. , Shanghai Jiao Tong University, SJTU, China.

2010 - 2010

Otimização de Métodos. (Carga horária: 21h). , Embrapa Agroindústria de Alimentos, EMBRAPA CTAA, Brasil.

2010 - 2010

Qualidade em Laboratórios segundo a Norma 17025. (Carga horária: 16h). , Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, REDE/RJ, Brasil.

2010 - 2010

Análise da Diversidade Genética. (Carga horária: 6h). , Embrapa Agroindústria de Alimentos, EMBRAPA CTAA, Brasil.

2010 - 2010

Química dos Alimentos. (Carga horária: 10h). , Instituto de Química/UFRJ, IQ/UFRJ, Brasil.

2010 - 2010

Introdução à Espectrofometria. (Carga horária: 8h). , Embrapa Agroindústria de Alimentos, EMBRAPA CTAA, Brasil.

2010 - 2010

Quantificação Absoluta em tempo real. (Carga horária: 30h). , Life Technologies, LIFE TEC, Brasil.

2009 - 2009

Formação de Auditores em Biossegurança de OGMs. , VI Congresso Brasileiro de Biossegurança, ANBIO, Brasil.

2009 - 2009

Treinamento de Interpretação de Carta Controle. (Carga horária: 16h). , Embrapa Agroindústria de Alimentos, EMBRAPA CTAA, Brasil.

2008 - 2008

Aditivos Químicos em Alimentos. (Carga horária: 10h). , Instituto de Química/UFRJ, IQ/UFRJ, Brasil.

2007 - 2007

Poluição - Ar, Água e Solo. (Carga horária: 10h). , Instituto de Química/UFRJ, IQ/UFRJ, Brasil.

1997 - 2004

curso completo concluído. , Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa, CULTURA INGLESA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Ciência de Alimentos/Especialidade: Avaliação e Controle de Qualidade de Alimentos.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Ciência de Alimentos/Especialidade: Química, Física, Fisico-Química e Bioquímica dos Alim. e das Mat-Primas Alimentares.

Participação em eventos

VII Congresso Brasileiro de Biossegurança. DETECÇÃO DE EVENTOS NÃO AUTORIZADOS DE MILHO TRANSGÊNICO EM AMOSTRAS DE RAÇÃO ANIMAL POR PCR EM TEMPO REAL. 2011. (Congresso).

XXII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos.,. DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA EM RAÇÕES PARA DIFERENTES ANIMAIS. 2010. (Congresso).

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança. 2009. (Congresso).

Orientou

Priscila Robles

Desenvolvimento de biossensor piezoelétrico para detecção de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado no campo; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biomedicina) - Universidade do Grande Rio; Orientador: Tatiane Corrêa de Oliveira França;

Produções bibliográficas

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  • DE OLIVEIRA, TATIANE C. ; SANTOS, HUDSON P. ; LAHOUD, MARCELO G. ; FRANCO, DOUGLAS F. ; FREIRE, RICARDO O. ; DUTRA, JOSÉ DIOGO L. ; CUIN, ALEXANDRE ; DE LIMA, JULIANA F. ; MARQUES, LIPPY F. . Elucidating the Energy Transfer Process in Mononuclear and Binuclear Lanthanide Complexes of the Anti - inflammatory Drug Ibuprofen: From Synthesis to High Luminescence Emission. JOURNAL OF LUMINESCENCE , v. 181, p. 196-210, 2016.

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  • OLIVEIRA,E.M.M. ; BARROS, N. E. F. ; FERREIRA, T. ; OLIVEIRA, T. C. ; Viridiana Ferreira-Leitão . Evaluation of cellulolytic filamentous fungi phenotypes using randomly amplified cDNA with RAPD primers. In: XXXII Symposium on Biotechnology for Fuels ande Chemicals, 2010, Clearwater Beach. XXXII Symposium on Biotechnology for Fuels ande Chemicals, 2010.

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  • CASTELO-BRANCO, VN ; OLIVEIRA, T. C. ; TORRES, A. G. . COMPORTAMENTO DOS HIDROPERÓXIDOS, DIENOS CONJUGADOS E MALONALDEÍDO (TBA) DE ÓLEO DE SOJA DURANTE TESTE EM ESTUFA A 60 C. In: 8º SLACA - Simpósio Latino Americano de Ciência de Alimentos, 2010, Chile. Caderno de resumos, 2010.

  • OLIVEIRA,E.M.M. ; OLIVEIRA, T. C. ; LIMA I. S. ; Aragão, F. ; Farias, J. C. ; CARVALHO, J.L.V. . Obtenção de calibrante e desenvolvimento de sistema de detecção evento-específico para o feijão geneticamente modificado Embrapa 5.1. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • OLIVEIRA,E.M.M. ; VITÓRIO, F. ; OLIVEIRA, T. C. ; LIMA I. S. . DETECÇÃO DE EVENTOS NÃO AUTORIZADOS DE MILHO TRANSGÊNICO EM AMOSTRAS DE RAÇÃO ANIMAL POR PCR EM TEMPO REAL. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PASSOS, J. L. S. ; GONÇALVES, M. V. V. A. ; OLIVEIRA, T. C. ; FRUTUOSO, G. S. C. ; OLIVEIRA,E.M.M. . POTENCIAL AFLATOXIGÊNICO DE FUNGOS TERMORRESISTENTES. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SÁ, L. R. V ; OLIVEIRA, T. C. ; MATOS, A. ; OLIVEIRA,E.M.M. ; Magali Christe Cammarota ; Viridiana Ferreira-Leitão . Avaliação de diferentes pré-tratamentos do inóculo para produção de H2 por bactérias fermentativas anaeróbias. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SÁ, L. R. V ; OLIVEIRA, T. C. ; FERREIRA, T. ; Santos,A.M. ; OLIVEIRA,E.M.M. ; Viridiana Ferreira-Leitão . The effect of heat pretreatment on the analysis of bacterial community for fermentative hydrogen production. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • OLIVEIRA, E. M. M. ; LIMA I. S. ; OLIVEIRA, T. C. . Sistema de Detecção Evento Específico para o Feijão GM Embrapa 5.1 Resistente ao Vírus do Mosaico Dourado do Feijoeiro. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 2013 (Série Documentos).

  • OLIVEIRA, E. M. M. ; OLIVEIRA, T. C. ; VITÓRIO, F. ; LIMA I. S. ; FERREIRA, T. . Sistema ?Ready-to-Use? para Detecção de OGM: Um Apoio ao Programa de Monitoramento Brasileiro de Biossegurança. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 2013 (Série Documentos).

  • OLIVEIRA, E. M. M. ; OLIVEIRA, T. C. ; VITÓRIO, F. ; LIMA I. S. ; FERREIRA, T. . Detecção de Eventos Geneticamente Modificados Não Autorizados no Brasil por PCR em Tempo Real. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 2013 (Série Documentos).

  • OLIVEIRA,E.M.M. ; FERREIRA, T. ; OLIVEIRA, T. C. ; LIMA I. S. ; VITÓRIO, F. ; FARAH, A. . Definição de marcador molecular para detecção de milho em café comercial usando PCR em tempo real. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 2013 (Comunicado Técnico).

  • OLIVEIRA,E.M.M. ; OLIVEIRA, T. C. ; LIMA I. S. ; FERREIRA, T. . Utilização de Ferramentas de Bioinformática na Construção de Primers para Detecção de Sequências Específicas de DNA. Rio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos, 2011 (Série Documentos).

Outras produções

OLIVEIRA,E.M.M. ; OLIVEIRA, T. C. ; FERREIRA, T. ; LIMA I. S. ; SOUZA, A. M. . Métodos Moleculares para Análise de Alimentos. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

OLIVEIRA, E. M. M. ; OLIVEIRA, T. C. ; de SA, L. R. V. ; SOUZA, A. M. . Métodos moleculares para análise da expressão de enzimas. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

OLIVEIRA,E.M.M. ; PORTO, H.S. ; OLIVEIRA, T. C. . Avaliação do potencial aflatoxígeno de fungos filamentosos usando PCR. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2014 - Atual

    Redução do Uso de Agrotóxicos pela Indução dos Mecanismos Naturais de Defesa em Hortaliças de Importância Econômica para o Estado do Rio de Janeiro, Descrição: O uso inadequado de defensivos agrícolas nas lavouras tem provocado contaminação e desequilíbrio ambiental, resistência de pragas e de patógenos, inviabilização de culturas, intoxicações em agricultores e suscitado o problema da segurança dos alimentos. Alternativamente, tem sido estudada a indução da resistência natural das plantas, ou melhor, a resistência sistêmica adquirida (RSA) que pode ser definida como aquela que as plantas desenvolvem após a ocorrência de lesões de natureza biótica ou abiótica, e que se manisfestam em diferentes partes da planta, mesmo que estas não tenham sido acometidas por lesões. A aplicação foliar de indutores em tomate, alface e couve-flor, importantes hortaliças cultivadas na região serrana fluminense, pode ser beneficiada com esta tecnologia. Assim, nesta proposta de pesquisa, será estudado o efeito indutor da aplicação exógena de soluções contendo ácido salicílico com o objetivo de reduzir a ocorrência de doenças pós-colheita, sem afetar a qualidade de tomate, alface e couve-flor, estabelecendo a concentração mínima e suficiente da solução de ácido salicílico para indução da RSA, bem como seu período de persistência. Espera-se que a indução pré-colheita com solução contendo ácido salicílico resulte em redução drástica da necessidade de aplicação de agrotóxicos em importantes hortaliças largamente cultivadas no Estado do Rio de Janeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Integrante / Otniel Freitas-Silva - Integrante / Antonio Gomes Soares - Integrante / Caroline Mellinger Silva - Integrante / Daniela de Grandi Castro Freitas - Integrante / Marcos José de Oliveira Fonseca - Coordenador / Renata Galhardo Borguini - Integrante / Claudia Torres Gomes Brauns Mattos - Integrante / Henriqueta Talita Guimarães Barboza - Integrante / Jorge Luiz de Azevedo Potxci - Integrante / Manuela Cristina Pessanha de Araújo - Integrante / Marília Penteado Stephan - Integrante / Rodrigo da Silveira Campos - Integrante / Tatiana de Lima Azevedo - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Desenvolvimento de métodos moleculares para detecção de adulterantes, de grãos de baixo valor de mercado e determinação da composição em arábica e robusta em blends de café torrado e moído, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Edna Maria Morais Oliveira em 04/03/2015., Descrição: Atualmente, os métodos existentes para controlar as adulterações com alimentos ou a adição de alto percentual de PVA ou de café robusta não possuem grande eficácia ou dependem de equipamentos de última geração e de alto custo. A técnica empegada pela ABIC para a detecção de adulterantes está prevista na Resolução RDC nº 175, de 08 de julho de 2003; Republicada no D.O.U de 10/07/2003 (ANVISA), que utiliza o método de detecção por microscopia e macroscopia, baseada no reconhecimento de padrões de cores e fotografias por meio de processamento digital de imagens por computador. A inspeção visual também é tradicionalmente usada para detectar a adição de substitutos baratos para o café verde (Blanc et al., 1989;. Davis et al., 1990Berger et al, 1991, Prodolliet et al, 1995 & Bernal et al, 1996). Muitas técnicas têm sido desenvolvidas a fim de determinar parâmetros apropriados e marcadores para diferentes tipos de adulteração em café torrado e moído. Os métodos convencionais de identificação de adulterantes utilizando técnicas de reconhecimento de padrões de cores e imagens características são subjetivas e, consequentemente, dependentes da experiência do analista e sujeito a erro humano. Além dos métodos visuais, há os métodos baseados na determinação de marcadores químicos tais como alguns carboidratos e compostos voláteis, identificados por cromatografia líquida e gasosa. Métodos baseados em técnicas estritamente físicas, também foram propostos para a detecção de adulterantes em café, tais como, espectroscopia fotoacústica, espectroscopia por infra-vermelho, e espectrometria com lente térmica. No entanto, métodos baseados em tais técnicas não permitem a identificação dos adulterantes individuais e sua quantificação, sendo também sujeitos a efeitos de matriz devido ao processamento. Em relação à detecção de adição de altos percentuais de PVA e de café robusta em relação ao café arábica de boa qualidade não são aplicados na análise da qualidade do café, somente métodos sensoriais. Alguns métodos químicos foram desenvolvidos utilizando espectroscopia de infra-vermelho e cromatografia a gás acoplada à espectrometria de massas, sendo que nesse último, alguns marcadores químicos foram identificados para os defeitos preto, verde, ardido e para a broca do café. Em 2010, a Instrução Normativa nº 16, de 24/5/2010, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), visando a garantia da qualidade para o café torrado e moído, e estabeleceu como 1% o percentual máximo permitido em conjunto de impurezas (cascas e paus), sedimento (pedras, torrões e areia) e matérias estranhas (milho, centeio, açúcar, cevada, sementes de açaí, entre outras). Essa Normativa foi revogada no início do corrente ano (2013) e a legislação vigente está sendo discutida, com uma expectativa de ser publicada e normatizada considerando apenas a detecção. Assim, com uma legislação cada vez mais restrita, há uma demanda urgente por métodos com maior sensibilidade na detecção de contaminantes e adulterações. A tecnologia do DNA recombinante tem sido utilizada para a determinação da autenticidade de alimentos processados. A PCR em tempo real vem sendo amplamente utilizada para a análise da presença de sequências específicas de DNA em diferentes matrizes alimentares como: detecção de patógenos, detecção e quantificação de organismos geneticamente modificados (OGM). Adicionalmente, já existem e análises por PCR em tempo real para a detecção de glúten em alimentos destinados a portadores de doença celíaca No entanto, esta abordagem analítica ainda não foi utilizada para detecção de adulterantes em café. Adicionalmente ao método baseado em PCR em tempo real, caso a legislação decida apenas pela detecção de contaminantes para garantir a qualidade do café, um método baseado em LC-MS pode ser uma alternativa bastante eficiente e sensível.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Ivanilda S. Lima - Integrante / Adriana Farah - Integrante / Thiago Ferreira dos Santos - Integrante / Andressa Moreira de Souza - Integrante / Otniel Freitas-Silva - Integrante.

  • 2012 - Atual

    Determinação de parâmetros para a validação e implantação de sistema "ready-to-use" para detecção de glúten em alimentos destinados a portadores da Doença Celíaca, Descrição: A Doença Celíaca (DC), ou enteropatia glúten-sensível, é uma intolerância permanente a uma fração proteica (prolamina) presente no glúten de alguns cereais (trigo, centeio, cevada e aveia). Caracteriza-se pela atrofia total ou subtotal da mucosa do intestino delgado proximal e consequente má absorção dos nutrientes dos alimentos. Sabe-se que a DC é mais comum em mulheres e que a anemia é um de seus sintomas mais frequentes. Entretanto, a prevalência da doença varia muito de país para país, sendo desconhecidos dados estatísticos oficiais no Brasil. Muitos produtos alimentícios, principalmente os de panificação, são formulados com trigo e/ou outros cereais que contêm as proteínas formadoras do glúten, que lhes confere melhores características tecnológicas. A introdução de uma dieta isenta de glúten é a única terapêutica eficaz no tratamento da DC, conduzindo à melhoria sintomática em algumas semanas. No entanto, a restrição absoluta de glúten é difícil ou mesmo impossível de ser mantida, dada a presença de quantidades residuais nos alimentos disponíveis no mercado. Em algumas indústrias produtoras de alimentos destinados a celíacos, é comum que se produzam também outros gêneros alimentícios que contenham glúten, já que os dois tipos de produto são processados nos mesmos locais e equipamentos. Diante do exposto, observa-se a necessidade de certificação da ausência do glúten em alimentos assim identificados por rotulagem. Apesar dos métodos imuno-químicos, como o ELISA ( Enzyme-linked immunosorbent assay ) ou os de fluxo lateral, serem os mais frequentemente utilizados para detectar e quantificar as proteínas do glúten em alimentos, também são utilizados métodos que têm como base a eletroforese, a cromatografia líquida e/ou a espectrometria de massa. Entretanto, a análise do DNA de cereais através da reação em cadeia da DNA polimerase (PCR Polymerase chain reaction ) supera o método ELISA em sensibilidade e em tempo de reação específica para cada cereal.. Situação: Em. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Coordenador / Edna Maria Morais Oliveira - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Edson Watanabe - Integrante / Regina Isabel Nogueira - Integrante / Cristina Yoshie Takeiti - Integrante.

  • 2009 - 2011

    Marcadores moleculares como ferramenta analítica auxiliar na detecção de fraudes e ocratoxina A em amostras comerciais de café torrado e moído e café solúvel comercializadas no território brasileiro, Descrição: O Brasil exportou em 2005 aproximadamente US$2,5 bilhões em grãos de café, um montante expressivo na comercialização mundial dessa comodity. Ao mesmo tempo que caracteriza-se como um dos principais exportadores, o país destaca-se também como o segundo maior consumidor de café, com expressivas 16 milhões de sacas consumidas em 2005. A qualidade do café produzido no país vem sendo o foco de grandes esforços por parte dos órgãos de pesquisa, indústria e entidades fiscalizadoras, sejam elas públicas ou não. Isso porque a disputa pelo mercado internacional de café gourmet está tomando proporções cada vez maiores. Atualmente, a valorização do café impulsionado pelo crescente aumento em seu consumo, pode incentivar também, um aumento nos índices de adulteração de produtos processados, tal como é o caso do café torrado e moído e café solúvel. Uma vez que são utilizados como adulterantes produtos de menor valor comercial, tal como é o caso dos grãos (soja e milho) e cereais (arroz, cevada, triguilho); e até mesmo cascas e paus. Diante do panorama mundial de café, onde a qualidade recebe destaque especial, a detecção e quantificação de fraudes torna-se particularmente importante. Esse é um expediente obrigatório para que órgãos de fiscalização, sejam eles nacionais ou internacionais, possam atestar a qualidade do produto fiscalizado. Além das fraudes, outro problema freqüentemente encontrado em café e diretamente relacionado à segurança alimentar está a presença de micotoxinas, em especial a ocratoxina A (OTA), produzida por fungos do gênero Aspergillus. Nesse sentido, é notória a necessidade de desenvolvimento de métodos de análise que identifiquem contaminantes em amotras de café, sejam eles fraudes ou mesmo micotoxinas; os quais sejam facilmente aplicáveis em laboratórios nacionais, que diminuam ao máximo a subjetividade e que reduzam ao máximo o tempo gasto para a emissão de um laudo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Ronoel Luiz de Oliveira Godoy - Integrante / Thiago Ferreira dos Santos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Projetos de desenvolvimento

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

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    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2012

    DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/quantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para análise de OGM. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Tatiane Corrêa de Oliveira França - Integrante / Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / Paola Cardarelli Leite - Integrante / Ivanilda S. Lima - Integrante / Josias C. Farias - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Marcelo Graviana de Morais - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Prêmios

2011

Bunge de Inovação em Tecnologia de Alimentos, Bunge, durante o IX SLACA.

2002

Aprovação no exame de Cambridge Preliminary English Test (Pass), University of Cambridge.

2000

Aprovação no exame de Cambridge Key English Test (Pass), University of Cambridge.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Embrapa Agroindústria de Alimentos, Laboratório de Diagnóstico Molecular. , Avenida das Américas, 29501, Guaratiba, 23020470 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 36229795, URL da Homepage:

Experiência profissional

2005 - 2006

Reginaves

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária

2009 - Atual

Embrapa Agroindustria de Alimentos

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Técnico de Laboratório, Carga horária: 40

2007 - 2009

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: iniciação científica, Enquadramento Funcional: livre

2005 - 2005

Escola Técnica Federal de Química do Rio de Janeiro

Vínculo: monitora (bolsista), Enquadramento Funcional: livre

Outras informações:
Monitora bolsista do Laboratório de Fermentação.

Atividades

  • 01/2005 - 06/2005

    Serviços técnicos especializados , Laboratório de fermentação, .,Serviço realizado, Bolsista do laboratório de fermentação responsável pelas seguintes atividades: preparo de meios de cultura, soluções e reagentes para as aulas práticas; esterilização de meios de cultivo e vidrarias em autoclave; repiques de microrganismos utilizados.