Luiz Carlos da Silva
Mestre em geologia pela UFRJ e geógrafo com graduação e Licenciatura Plena em geografia pela UFRJ e Especialização em Geologia do Quaternário pelo Museu Nacional - UFRJ. Tendo participado em projetos de pesquisa pelo Núcleo de Estudos do Quaternário e Tecnógeno (NEQUAT) atuando no estudo de rios degradados, e também no Laboratório de Geomorfologia Experimental e Erosão dos Solos (LAGESOLOS) no estudo da Bacia do rio Macaé (RJ), ambos do Instituto de Geografia (IGEO) da UFRJ.
Professor I de geografia da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, atuando no ensino fundamental.
Sociólogo com graduação e Licenciatura Plena em Ciências Sociais pela UFRJ.
Especialização em Métodos e Técnica de Pesquisa em Ciências Sociais pela Fundação Getúlio Vargas.
Informações coletadas do Lattes em 20/09/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Geologia
2009 - 2011
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Estruturação de Banco de Dados Fluviais da Bacia do rio Macaé (RJ),Ano de Obtenção: 2011
Orientador: Leonardo Fonseca Borghi de Almeida
Palavras-chave: Banco de Dados Fluviais; Hidrossedimentologia; Geomorfologia Fluvial; Dinâmica Fluvial; Bacia do rio Macaé (RJ).Grande área: Ciências Exatas e da Terra
Especialização em Geologia do Quaternário
2008 - 2009
Museu Nacional - UFRJ
Título: Estrutura de Reconhecimento da Dinâmica Fluvial em Microbacias com Vistas à Identificação de Estágios de Evolução de Rios
Orientador: Prof. Dr. Renato Rodriguez Cabral Ramos
Especialização em Técnicas em Pesquisa em Ciências Sociais
1979 - 1979
Fundação Getúlio Vargas
Título: A Lesgilação Trabalhista e o Mercado de Trabalho como Instrumentos de Manipulação da Ideologia Operária
Orientador: Profª Maria Lêda Rodrigus de Almeida
Graduação em Geografia
2004 - 2008
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: PROPOSTAS METODOLÓGICAS DE MANEJOS DE RIOS DEGRADADOS COMO SUBSÍDIOS PARA A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
Orientador: Maria Naíse Peixoto
Graduação em Licenciatura Plena em Ciências Sociais
1980 - 1981
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende RazoavelmenteLê Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física/Especialidade: Geomorfologia Fluvial.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia/Especialidade: Geologia dos Terrenos Sedimentares.
Organização de eventos
SILVA, Luiz Carlos da . IX Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 2006. (Outro).
SILVA, Luiz Carlos da . VIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. 2005. (Outro).
Participação em eventos
XXIX Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural da UFRJ.As Bases Conceituais de Manejo de Corpos Hídricos Degradados e suas Diferentes Perspectivas. 2007. (Outra).
2ª Jornada Científica da Pós-Graduação em Geografia. 2006. (Simpósio).
III Semana Geográfica Escolar: de quem é a responsabilidade?. 2006. (Encontro).
XXVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural da UFRJ.Manejo de Rios Degradados: Abordagens, Viabilidade Ambiental e Socioeconômica. 2006. (Outra).
I Simpósio Íbero Americano de Cartografia para Criança. 2002. (Congresso).
Produções bibliográficas
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SILVA, Luiz Carlos da . Manejo de rios degradados: uma revisão conceitual. Revista Brasileira de Geografia Física , v. 03, p. 23-32, 2010.
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SILVA, Luiz Carlos da . As Bases Conceituais de Manejo de Corpos Hídricos Degradados e suas Diferentes Perspectivas. In: XXIX JORNADA GIULIO MASSARANI DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, AR´TÍSTICA E CULTURAL DA UFRJ, 2007, Rio de Janeiro. Livro de Resumos da Jornada de Iniciação Científica. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2007. p. 252-253.
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SILVA, Luiz Carlos da . Manejo de Rios Degradados: Abordagens, Viabilidade Ambiental e Socioeconômica. In: XXVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural da UFRJ, 2006, Rio de Janeiro. Livro de Resumos da Jornada de Iniciação Científica. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2006.
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SILVA, Luiz Carlos da . Mapas Antigos do Brasil - Coleção Digital de 32 mapas do Séc XVI ao XIX 2014 (Livro).
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SILVA, Luiz Carlos da . Identificação de Rochas: Catálogo Digital de Amostras 2013 (Livro).
Outras produções
SILVA, Luiz Carlos da . Alterações nas Formas do Relevo pela Ação Humana no Município de Maceió, Alagoas: Breves Considerações.. 2015.
SILVA, Luiz Carlos da . As Características Socioeconômicas dos Países ? 2011. 2013. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).
SILVA, Luiz Carlos da . As características socioeconômicas dos países ? 2012. 2013. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).
Projetos de pesquisa
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2010 - 2011
Diagnóstico Ambiental, Monitoramento e Recuperação de Áreas Degradadas por Atividades Agropecuárias na Bacia do Rio São Pedro - Rj, Descrição: O principal objetivo do trabalho é analisar a problemática resultante da mudança no uso e ocupação da terra, levando em conta os processos geomorfológicos erosivos e deposicionais, dominantes nas encostas, e as implicações destes processos nas planícies e nas calhas fluviais. Utilizando o geoprocessamento e o sensoriamento remoto como ferramentas importantes para uma análise espacial. Dessa forma, diagnosticar em que medida a mudança no uso da terra têm sido importantes para a degradação da área de estudo.Técnicas de monitoramento e controle de processos erosivos, no contexto do manejo de bacias e microbacias hidrográficas. Estudos sobre indicadores de qualidade do solo e da água para o monitoramento e controle dos processos de degradação e recuperação de áreas degradadas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dr. Monica dos Santos Marçal - Coordenador., Financiador(es): CNPq/UFRJ - Auxílio financeiro.
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2008 - 2009
A Recuperação de Rios no Médio Vale do Rio Paraíba do Sul: Bases Geomorfológicas para uma ?Construção Ambiental?, Descrição: A restauração e o manejo de rios (e de ecossistemas ripários) vêm se tornando tema central em planos e programas ambientais governamentais a nível internacional. No Brasil, apesar de muito menos significativo, verifica-se um crescimento importante de programas e projetos de restauração de rios dentro do cenário criado pelos novos instrumentos de gestão das águas, instituídos com a Lei 9433/97. Entretanto, o sucesso destes programas depende, como destacam Miller et al. (2001), em grande parte da capacidade de prever mudanças nos processos e formas dos canais fluviais em resposta a distúrbios naturais e antrópicos, ao longo de um continuum de escalas temporais e espaciais. O desenvolvimento de modelos quantitativos para descrever estas respostas tem se mostrado problemática: diferentes canais ou mesmo segmentos de rios podem exibir respostas divergentes a um mesmo evento de ruptura, aspecto já destacado nos trabalhos pioneiros de Schimm (1973), Schumm e Brakenridge (1987). O papel do conjunto de características morfométricas e biológicas das redes de canais e suas áreas de contribuição vêm sendo apontadas como variáveis relevantes à compreensão deste comportamento diferenciado (NEWSON, 1980; KOCHEL et al., 1987, entre outros).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Maria Naíse de Oliveira Peixoto - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2008 - 2009
Paleoambientes aluviais das bacias de Resende, Volta Redonda e Macacu, Descrição: s bacias de Resende, Volta Redonda e Macacu estão situadas no segmento fluminense do Rifte Continental do Sudeste do Brasil, e foram formadas no Paleógeno durante evento distensivo NW-SE. Foram preenchidas por detritos trazidos através de leques aluviais e sistemas fluviais. Este projeto tem como objetivo principal a caracterização dos sistemas fluviais que se sucederam nestas bacias, enfatizando-se os estilos fluviais vigentes, os tipos de leques aluviais que se desenvolveram a partir de suas bordas e que interagiram com os rios; o sentido dos paleofluxos e a caracterização dos importantes depósitos pelíticos associados. Como ferramentas para consecução destes objetivos, serão utilizadas a análise de fácies através da elaboração de perfis e seções estratigráficas detalhadas; a petrografia sedimentar e a análise de palinofácies.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Renato Rodrigues Cabral Ramos - Coordenador.
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2005 - 2007
Dinâmica de Erosão e Sedimentação nos Sistemas de Drenagem: Base para a Avaliação de Áreas de Risco e Gestão de Bacias Hidrográficas no Médio Vale do Paraíba do Sul, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Maria Naíse de Oliveira Peixoto - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa.
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2005 - 2005
Evolução Geomorfológica-Estratigráfica do Planalto Atlântico no Sudeste do Brasil, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Josilda Rodrigues da Silva de Moura - Coordenador., Financiador(es): CNPq/UFRJ - Auxílio financeiro.
Projetos de desenvolvimento
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2009 - 2009
Mapeamento semi-automático de feições geomorfológicas associadas à evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem em domínios colunosos do sudeste brasileiro com apoio de imagens orbitais de alta resolução espacial, Descrição: Apesar da importância dos mapas, elaborados em escalas de detalhe e semi-detalhe, para os estudos geológicos e geomorfológicos regionais e da aplicabilidade para avaliações sobre a suscetibilidade a processos erosivos, estocagem de sedimentos em bacias de drenagem e ordenação do uso do solo; estes mapeamentos enfrentam ainda problemas para a sua sistematização e confecção, não só no contexto necessário aos padrões de precisão cartográfica, mas também na questão do tempo e recursos empregados no mapeamento. Assim, o projeto foca o desenvolvimento de metodologias que aperfeiçoem o mapeamento dos diferentes tipos de depósitos quaternários documentados em compartimentos de colinas do Planalto Atlântico. Em função do avanço do Sensoriamento Remoto e a crescente oferta de imagens de sensores orbitais de alta resolução espacial com capacidade comprovada de mapeamento tridimensional, busca-se contribuir para o desenvolvimento de métodos semi-automatizados de confecção de mapas geomorfológicos voltados aos estudos da evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem, por meio de modernos recursos de imageamento da última geração de sensores orbitais disponíveis. Ainda que estudos nesta linha tenham reafirmado as limitações usuais dos processos automatizados, a maior agilidade nos mapeamentos temáticos de grande escala, bem o estímulo ao debate da representação em escalas menores são pontos relevantes para a pesquisa do quaternário brasileiro. A metodologia envolverá as seguintes etapas: Mapeamentos geomorfológicos e de feições erosivas (feições deposicionais, estocagem de sedimentos e feições erosivas e movimentos gravitacionais de massa); Levantamentos Estratigráficos e Pedológicos (coberturas sedimentares/pedológicas e datação por luminescência); Elaboração dos mapas (geração de MDEs, determinação de pontos de controle das imagens, avaliação da precisão altimétrica de MDEs e geração semi-automática dos mapas) e Construção de Banco de Dados associado ao ARCGis 9.2.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Josilda Rodrigues da Silva de Moura - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2009 - 2009
Mapeamento semi-automático de feições geomorfológicas associadas à evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem em domínios colunosos do sudeste brasileiro com apoio de imagens orbitais de alta resolução espacial, Descrição: Apesar da importância dos mapas, elaborados em escalas de detalhe e semi-detalhe, para os estudos geológicos e geomorfológicos regionais e da aplicabilidade para avaliações sobre a suscetibilidade a processos erosivos, estocagem de sedimentos em bacias de drenagem e ordenação do uso do solo; estes mapeamentos enfrentam ainda problemas para a sua sistematização e confecção, não só no contexto necessário aos padrões de precisão cartográfica, mas também na questão do tempo e recursos empregados no mapeamento. Assim, o projeto foca o desenvolvimento de metodologias que aperfeiçoem o mapeamento dos diferentes tipos de depósitos quaternários documentados em compartimentos de colinas do Planalto Atlântico. Em função do avanço do Sensoriamento Remoto e a crescente oferta de imagens de sensores orbitais de alta resolução espacial com capacidade comprovada de mapeamento tridimensional, busca-se contribuir para o desenvolvimento de métodos semi-automatizados de confecção de mapas geomorfológicos voltados aos estudos da evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem, por meio de modernos recursos de imageamento da última geração de sensores orbitais disponíveis. Ainda que estudos nesta linha tenham reafirmado as limitações usuais dos processos automatizados, a maior agilidade nos mapeamentos temáticos de grande escala, bem o estímulo ao debate da representação em escalas menores são pontos relevantes para a pesquisa do quaternário brasileiro. A metodologia envolverá as seguintes etapas: Mapeamentos geomorfológicos e de feições erosivas (feições deposicionais, estocagem de sedimentos e feições erosivas e movimentos gravitacionais de massa); Levantamentos Estratigráficos e Pedológicos (coberturas sedimentares/pedológicas e datação por luminescência); Elaboração dos mapas (geração de MDEs, determinação de pontos de controle das imagens, avaliação da precisão altimétrica de MDEs e geração semi-automática dos mapas) e Construção de Banco de Dados associado ao ARCGis 9.2.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Josilda Rodrigues da Silva de Moura - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2009 - 2009
Mapeamento semi-automático de feições geomorfológicas associadas à evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem em domínios colunosos do sudeste brasileiro com apoio de imagens orbitais de alta resolução espacial, Descrição: Apesar da importância dos mapas, elaborados em escalas de detalhe e semi-detalhe, para os estudos geológicos e geomorfológicos regionais e da aplicabilidade para avaliações sobre a suscetibilidade a processos erosivos, estocagem de sedimentos em bacias de drenagem e ordenação do uso do solo; estes mapeamentos enfrentam ainda problemas para a sua sistematização e confecção, não só no contexto necessário aos padrões de precisão cartográfica, mas também na questão do tempo e recursos empregados no mapeamento. Assim, o projeto foca o desenvolvimento de metodologias que aperfeiçoem o mapeamento dos diferentes tipos de depósitos quaternários documentados em compartimentos de colinas do Planalto Atlântico. Em função do avanço do Sensoriamento Remoto e a crescente oferta de imagens de sensores orbitais de alta resolução espacial com capacidade comprovada de mapeamento tridimensional, busca-se contribuir para o desenvolvimento de métodos semi-automatizados de confecção de mapas geomorfológicos voltados aos estudos da evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem, por meio de modernos recursos de imageamento da última geração de sensores orbitais disponíveis. Ainda que estudos nesta linha tenham reafirmado as limitações usuais dos processos automatizados, a maior agilidade nos mapeamentos temáticos de grande escala, bem o estímulo ao debate da representação em escalas menores são pontos relevantes para a pesquisa do quaternário brasileiro. A metodologia envolverá as seguintes etapas: Mapeamentos geomorfológicos e de feições erosivas (feições deposicionais, estocagem de sedimentos e feições erosivas e movimentos gravitacionais de massa); Levantamentos Estratigráficos e Pedológicos (coberturas sedimentares/pedológicas e datação por luminescência); Elaboração dos mapas (geração de MDEs, determinação de pontos de controle das imagens, avaliação da precisão altimétrica de MDEs e geração semi-automática dos mapas) e Construção de Banco de Dados associado ao ARCGis 9.2.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Josilda Rodrigues da Silva de Moura - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
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2009 - 2009
Mapeamento semi-automático de feições geomorfológicas associadas à evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem em domínios colunosos do sudeste brasileiro com apoio de imagens orbitais de alta resolução espacial, Descrição: Apesar da importância dos mapas, elaborados em escalas de detalhe e semi-detalhe, para os estudos geológicos e geomorfológicos regionais e da aplicabilidade para avaliações sobre a suscetibilidade a processos erosivos, estocagem de sedimentos em bacias de drenagem e ordenação do uso do solo; estes mapeamentos enfrentam ainda problemas para a sua sistematização e confecção, não só no contexto necessário aos padrões de precisão cartográfica, mas também na questão do tempo e recursos empregados no mapeamento. Assim, o projeto foca o desenvolvimento de metodologias que aperfeiçoem o mapeamento dos diferentes tipos de depósitos quaternários documentados em compartimentos de colinas do Planalto Atlântico. Em função do avanço do Sensoriamento Remoto e a crescente oferta de imagens de sensores orbitais de alta resolução espacial com capacidade comprovada de mapeamento tridimensional, busca-se contribuir para o desenvolvimento de métodos semi-automatizados de confecção de mapas geomorfológicos voltados aos estudos da evolução quaternária de encostas e sistemas de drenagem, por meio de modernos recursos de imageamento da última geração de sensores orbitais disponíveis. Ainda que estudos nesta linha tenham reafirmado as limitações usuais dos processos automatizados, a maior agilidade nos mapeamentos temáticos de grande escala, bem o estímulo ao debate da representação em escalas menores são pontos relevantes para a pesquisa do quaternário brasileiro. A metodologia envolverá as seguintes etapas: Mapeamentos geomorfológicos e de feições erosivas (feições deposicionais, estocagem de sedimentos e feições erosivas e movimentos gravitacionais de massa); Levantamentos Estratigráficos e Pedológicos (coberturas sedimentares/pedológicas e datação por luminescência); Elaboração dos mapas (geração de MDEs, determinação de pontos de controle das imagens, avaliação da precisão altimétrica de MDEs e geração semi-automática dos mapas) e Construção de Banco de Dados associado ao ARCGis 9.2.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Luiz Carlos da Silva - Integrante / Profª Dra. Josilda Rodrigues da Silva de Moura - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.
Prêmios
2008
Moção de Congratulação e Louvor, Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Escola Municipal Alexandre Farah. , Praça Vicente de Oliveira e Silva, 214, Ricardo de Albuquerque, 21620620 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 33581102
Experiência profissional
2005 - 2011
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Outro (especifique) Estagiário, Enquadramento Funcional: Nenhum, Carga horária: 20
Outras informações:
Tendo participado em projetos de pesquisa pelo Núcleo de Estudos do Quaternário e Tecnógeno (NEQUAT) atuando no estudo de rios degradados, e também no Laboratório de Geomorfologia Experimental e Erosão dos Solos (LAGESOLOS) no estudo da Bacia do rio Macaé (RJ), ambos do Instituto de Geografia (IGEO) da UFRJ.
2001 - Atual
Secretaria Municipal de Educação do Rio de JaneiroVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor I - Geografia, Carga horária: 20
Atividades
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04/2001
Ensino,,Disciplinas ministradas, Geografia
Criando um monitoramento
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