Gabriel Melo de Oliveira

Médico Veterinário formado em 2001 pela Universidade Federal Fluminense. Iniciou sua carreira acadêmica como aluno de Iniciação Científica (IC/CNPq) no Laboratório de Biologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz em 1997 e obteve a titulação de Doutor em Ciências em 2007 no curso de Biologia Celular e Molecular do Instituto Oswaldo Cruz. Finalizou seu pós-doutorado na disciplina de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo em junho de 2010. Docente na pós graduação de Mestrado Profissional em Ciência em Animais de Laboratório ICTB/FIOCRUZ. Foi Pesquisador Produtividade do CNPq no período entre 2012 e 2017 e Editor Chefe da extinta Revista da Sociedade Brasileira em Ciência em Animais de Laboratório (RESBCAL). Atualmente, exerce a função de Tecnologista em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz sendo coordenador do Biotério de Experimentação Animal do Laboratório de Biologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz e Pesquisador na área de Ciência em Animais de Laboratório.

Informações coletadas do Lattes em 19/03/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Biologia Celular e Molecular

2004 - 2007

Instituto Oswaldo Cruz
Título: ?Participação da molécula Fas-L na miocardite aguda promovida pela infecção experimental pelo T. cruzi: regulação inflamatória celular e na insuficiência cardíaca?
Orientador: Dra. Andrea Henriques-Pons
Palavras-chave: doença de Chagas; camundongo; Fas-l; miocardite aguda.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Parasitologia. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia. Setores de atividade: Saúde Humana.

Mestrado em Biologia Celular e Molecular

2002 - 2003

Instituto Oswaldo Cruz
Título: IMPORTÂNCIA DA MOLÉCULA FAS-L NA REGULAÇÃO INFLAMATÓRIA DA MIOCARDITE AGUDA INDUZIDA PELO Trypanosoma cruzi E NA EVOLUÇÃO DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA., Ano de Obtenção: 2003
Dra. Andrea Henriques Pons.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: camundongo; doença de Chagas; Fas-l; miocardite aguda.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Imunologia.

Graduação em Medicina Veterinaria

1994 - 2001

Universidade Federal Fluminense
Título: USO DO CAMUNDONGO COMO MODELO ANIMAL PARA EXPERIMENTAÇÃO EM DOENÇA DE CHAGAS: ANÁLISE DA BIBLIOGRAFIA INDEXADA
Orientador: Dra. Tania C. de Araújo-Jorge

Pós-doutorado

2008 - 2010

Pós-Doutorado. , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biotecnologia / Subárea: Biotecnologia em Saúde Humana e Animal/Especialidade: Ciências de Animais de Laboratórios.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Parasitologia / Subárea: Protozoologia de Parasitos/Especialidade: Protozoologia Parasitária Humana.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Imunologia / Subárea: Imunologia Celular.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica/Especialidade: Nefrologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica/Especialidade: Neurologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia / Subárea: Fisiologia Comparada.

Organização de eventos

de Oliveira, G. M. . Disciplina Legislação, Ética e Bem Estar Animal. 2025. (Outro).

de Oliveira, G. M. . Disciplina Legislação, Ética e Bem Estar Animal. 2025. (Outro).

de Oliveira, G. M. . Disciplina Legislação, Ética e Bem Estar Animal. 2024. (Outro).

de Oliveira, G. M. . VII Seminário Avançado em Virologia Hermann Shatzmayer/ IOC. 2023. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Disciplina: Legislação, ética e bem-estar animal. 2023. (Outro).

de Oliveira, G. . I Simpósio do Grupo Whatsapp CAL: deTODOSparaTODOS. 2023. (Congresso).

de Oliveira, G. M. . VII Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos MPCAL/ICTB da Fundação Oswaldo Cruz. 2022. (Congresso).

de Oliveira, G. M. . Disciplina de Técnicas e Procedimentos Experimentais em Animais de Laboratório. 2022. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Pré-Lançamento da Biological Models Research and Technology Journal. 2021. (Outro).

DE OLIVEIRA, GM . VI Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos MPCAL/ICTB da Fundação Oswaldo Cruz. 2021. (Congresso).

OLIVEIRA, GABRIEL . Exposição BMRT: Animais de Laboratório. 2021. (Exposição).

de Oliveira, G. M. . Disciplina: Técnicas e Procedimentos Experimentais com Animais de Laboratório. 2020. (Outro).

ROSSI, M. I. D. ; ARGENTO, R. ; Oliveira, Gabriel M . V Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos MPCAL/ICTB da Fundação Oswaldo Cruz. 2020. (Congresso).

de Melo Oliveira G . Disciplina: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2019. (Outro).

de Oliveira, G. M. . CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL. 2019. (Outro).

Oliveira, Gabriel Melo . IV Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos. 2019. (Outro).

Oliveira, Gabriel Melo . Disciplina: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2018. (Outro).

de Oliveira, Gabriel . CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL. 2018. (Outro).

de Oliveira, G. M. . III Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos ICTB/FIOCRUZ. 2018. (Outro).

de Oliveira, G. M. . III Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos ICTB/FIOCRUZ. 2018. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL. 2017. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Disciplina: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2017. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . II Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos ICTB/FIOCRUZ. 2017. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Disciplina: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO. 2016. (Outro).

ANDRADE, M. ; NEVES, I. ; OLIVEIRA, G. M. . Curso de Extensão sobre Metodologia Científica. 2015. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Oficina para a Organização do Curso de Ensino a Distância (Especialização) para Responsáveis Técnicos de Biotérios. 2014. (Outro).

OLIVEIRA, G. M. . Workshop: ?Comportamento de Animais de Laboratório?. 2013. (Congresso).

de Oliveira, G.M. . Curso de Inverno da Sociedade Brasileira para Ciência de Animais de Laboratório. 2010. (Outro).

de Oliveira, G.M. . XI congresso Brasileiro de Ciência em Animais de Laboratório. 2009. (Congresso).

Participação em eventos

Aula: Biossegurança e Animais de Laboratório.Aula: Biossegurança e Animais de Laboratório. 2025. (Outra).

Curso Avançado em Ciência em Animais de Laboratório.Refinamento em Experimentação Animal. 2025. (Outra).

Disciplina Legislação Ética e Bem Estar Animal.Disciplina Legislação, Ética e Bem Estar Animal. 2025. (Outra).

Aula: Biossegurança e animais de Laboratório.Aula: Biossegurança e Animais de Laboratório. 2024. (Outra).

Disciplina Legislação Ética e Bem Estar Animal.Disciplina Legislação, Ética e Bem Estar Animal. 2024. (Outra).

Curso Avançado de Bioterismo."Avaliação do Bem-Estar Animal". 2023. (Seminário).

Disciplina: Biossrgurança.Aula: Abiossegurança relacionada a experimentação animal. 2023. (Outra).

Pré-Lançamento da Biological Models Research and Technology Journal.Utilização e envio de manuscrito para a BMRT/SVCAL. 2021. (Outra).

Disciplina: Metodologia Científica.Aula: Desenho Experimental utilizando Animais. 2020. (Outra).

Disciplina de Legislação, Ética e Bem Estar do MPCAL.Ética e Bem Estar de Animais de Laboratório. 2020. (Oficina).

CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL.Camundongos: comportamento reprodutivo, social e nutricional. 2019. (Outra).

Curso avançado em ciência em animais de laboratório.Bioética no uso de animais em experimentação. 2019. (Outra).

Curso avançado em ciência em animais de laboratório.Bem-estar animal. 2019. (Outra).

Curso avançado em ciência em animais de laboratório.Enriquecimento ambiental em AL na criação e na experimentação. 2019. (Outra).

Disciplina de Procedimentos de Biossegurança em Laboratórios de Pesquisa Biomédica.Biossegurança no manejo de animais em experimentação. 2019. (Outra).

Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório.Disciplina: Legislação, ética e bem estar de animais de laboratório. 2019. (Outra).

Simpósio Brasileiro em Neurociências.Sinalização das Espécies Reativas de Oxigênio e da expressão da proteína c- Fos no córtex cerebral de camundongos Swiss Webster do modelo espontâneo de agressividade (MEA).. 2019. (Simpósio).

Simpósio Brasileiro em Neurociências.Mecanismo neuroendócrino envolvido no comportamento altamente agressivo induzido pelo estresse social em camundongos Swiss Webster do Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA).. 2019. (Simpósio).

Aula Inaugural do Curso de Mestrado Profissional em Ciência em Animais de Laboratório ICTB/FIOCRUZ.O papel do mestrado profissional em ciência em animais de laboratório no desenvolvimento de estudos sobre Enriquecimento ambiental e comportamento animal.. 2018. (Outra).

Centro de Estudos do Centro de Criação de Animais de Laboratório - FIOCRUZ.Bioética e bem estar animal. 2018. (Simpósio).

CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL.Camundongos: comportamento reprodutivo, social e nutricional. 2018. (Simpósio).

Disciplina de Procedimentos e Técnicas em Animais de Laboratório.Procedimentos e Técnicas em Roedores e Lagomorfos. 2018. (Outra).

Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório.Desenho Experimental com Modelos Animais. 2018. (Outra).

Procedimentos de Biossegurança em Laboratórios de Pesquisa Biomédica.Biossegurança e uso de animais de laboratório. 2018. (Outra).

CURSO: COMPORTAMENTO, NUTRIÇÃO E BEM-ESTAR ANIMAL.Camundongos: comportamento reprodutivo, social e nutricional. 2017. (Simpósio).

II SEMINÁRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM BIOMODELOS ICTB/FIOCRUZ.Igloo® e Papel Absorvente: Tipos de enriquecimento ambiental preferidos por camundongos Swiss Webster em biotério. 2017. (Seminário).

Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório.Desenho Experimental com Modelos Animais. 2017. (Outra).

Procedimentos de Biossegurança em Laboratórios de Pesquisa Biomédica.Biossegurança e uso de animais de laboratório. 2017. (Outra).

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM CRIAÇÃO DE ROEDORES E LAGOMORGOS E GESTÃO DE BIOTÉRIOS.Comportamento de camundongos e enriquecimento ambiental. 2016. (Outra).

Curso de bioética, biossegurança e boas práticas com animais em experimentação.Comportamento de camundongos e enriquecimento ambiental. 2016. (Outra).

Curso de Iniciação em Ciência de Animais de Laboratório.Ética e Legislação sobre animais de laboratório. 2016. (Outra).

Disciplina de Procedimentos e Técnicas em Animais de Laboratório.Procedimentos e Técnicas em Roedores e Lagomorfos. 2016. (Outra).

I Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos - ICTB/FIOCRUZ.AVALIAÇÃO DA PREFERÊNCIA PELO TIPO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL UTILIZADO POR CAMUNDONGOS EM BIOTÉRIO ATRAVÉS DO SISTEMA DE GAIOLAS INTERLIGADAS (SGI). 2016. (Seminário).

Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório.Desenho Experimental com Modelos Animais. 2016. (Outra).

Curso Avançado de Atualização na Ciência de Animais de Laborat´roio.Legislação Nacional e Bioética para o Uso de Animais de Laboratório. 2015. (Outra).

Curso de bioética, biossegurança e boas práticas com animais em experimentação.Comportamento e Bem-estar em Animais de Laboratório. 2015. (Outra).

Curso de Extensão em Metodologia Científica.Desenho Experimental com Modelos Animais. 2015. (Outra).

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM ANÁLISES CLÍNICAS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO.Conceitos Básicos em Fisiologia Cardíaca e Eletrocardiograma. 2015. (Outra).

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM ANÁLISES CLÍNICAS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO.Avaliação de Quadros Clínicos Durante a Pesquisa em Animais de Laboratório. 2015. (Outra).

I Curso de Introdução a Experimentação Animal do Instituto Oswaldo Cruz.Bem estar e saúde em animais de laboratório. 2015. (Simpósio).

Centro de Estudos do Centro de Criação de Animais de Laboratório - FIOCRUZ.Como o estudo do comportamento individual e social de camundongos em biotério pode influenciar o bem estar desses aniais durante sua manipulação. 2014. (Seminário).

II Simpósio de Bioterismo do Einstein - Manejo, Legislação, Ética e Segurança.Estresse e influências no resultado experimental. 2013. (Simpósio).

Seminario Comemorativo do CECAL 15 anos.Evolução e Perspectivas na Ciência de Animais de Laboratório. 2013. (Seminário).

XII Congresso da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório. Comportamento de Animais de Laboratório. 2012. (Congresso).

XII Congresso da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório. Minicurso: Manipulação de Animais de Laboratório. 2012. (Congresso).

II Simpósio de Pós Graduação em Ciência Animal.Manipulação de Animais de Laboratório. 2011. (Encontro).

XXVI Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental. Avaliador de Painéis. 2011. (Congresso).

XI Congresso da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório. Avaliador de Painéis. 2010. (Congresso).

XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia. Envolvimento do óxido nítrico e citocinas proinflamatorias na lra pelo T. cruzi. 2010. (Congresso).

XXV Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental. Mini Curso: Principais Cuidados com Animais de Laboratório. 2010. (Congresso).

XXIV Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental. ESTRUTURAÇÃO DE PROTOCOLOS ANESTESIOLÓGICOS PARA O MODELO EXPERIMENTAL CAMUNDONGO: AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO DIAZEPAM, QUETAMINA, XILAZINA E FENTANIL. 2009. (Congresso).

2o Taller sobre métodos alternativos a la experimentación animal em América Latina y el Caribe.Redução do número de camundongos utilizados para obtenção de forma infectante de Trypanosoma cruzi através da imunossupressão por ciclofosfamida. 2004. (Simpósio).

1o Congresso sobre o futuro da experimentação animal.. Evaluation of Tryapnosoma cruzi infection course by in mice employing non-invasive parameters. 2003. (Congresso).

Participação em bancas

Aluno: Mônica Souza Ferreira Pinto

de Oliveira, G. M.. Análise comparativa de dois métodos de eutanásia por overdose de anestésico inalatório em neonatos de camundongos Swiss Webster. 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

Aluno: Hugo Leonardo Melo Dias

de Oliveira, G. M.. PERCEPÇÃO DA IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE CIÊNCIA EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO EM CURSOS DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DA SAÚDE PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SÃO LUÍS ? MA. 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional de Ciência em Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

Aluno: André Secundino Abbagliato

de Oliveira, Gabriel Melo. Comparação da Legislação Brasileira e Europeia sobre a regulamentação do uso de animais para fins de ensino e pesquisa: avanços e desafios para alteração da Lei 11.794 de 08 de outubro de 2008. 2019. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

Aluno: Ademar Luiz Gomes Couto

de Oliveira, Gabriel. Desenvolvimento e Eficácia Terapêutica de Ração Suplementada com Ivermectina no Tratamento de Syphacia obvelata em camundongos. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação de Formação para a Pesquisa Biomédica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Caroline Lauritzen da Costa Ferreira

de Oliveira, G. M.. Determinação do melhor protoclo de processamento pré-criopreservação seminal na clínica de reprodução humana Vida. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação de Formação para a Pesquisa Biomédica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Aluno: Renata Machado Felippe

OLIVEIRA, G. M.. Influência dos receptores dopaminérgicos e da proteína c-Fos no comportamento dos camundongos altamente agressivos Swiss Webster.. 2019. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Fundação Oswaldo Cruz.

Aluno: Luanda Yanaam Hoppe

OLIVEIRA, G. M.. ATIVIDADE MITOCONDRIAL NO CÓRTEX DE CAMUNDONGOS SWISS WEBSTER MACHOS ALTAMENTE AGRESSIVOS: HÁ RELAÇÃO ENTRE O COMPORTAMENTO AGRESSIVO E A CAPACIDADE DE RESPIRAÇÃO CELULAR?. 2018. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Instituto Oswaldo Cruz.

Aluno: Robson Laroca Domingues Filho

de Oliveira, G.M.. Determinação da curva glicêmica e caracterização histológica de camundongos NOD produzidos no ICTB/Fiocruz. 2018. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

Aluno: Gustavo Santos Masson

de Oliveira, G.. Efeitos de diferentes metodologias de treinamento físico na função cardíaca e no controle barroreflexo cardíaco em modelo experimental de cardiopatia dilatada isquêmica. 2010. Dissertação (Mestrado em Biologia Celular e Molecular) - Instituto Oswaldo Cruz.

Aluno: Luciana Cintra

de Oliveira, G. M.. Triple Aim - Metodologia de gestão para instalações animais: Definição de indicadores de bem-estar e saúde em camundongos de laboratório. 2022. Tese (Doutorado em Programa de Pós- Graduação em Patologia Experimental) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.

Aluno: Jilma María Alemán Laporte

de Oliveira, G. M.. Avaliação comportamental e a eficácia de analgésicos. 2021. Tese (Doutorado em Patologia Experimental e Comparada) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Luciana Cintra

OLIVEIRA, G. M.. Aplicação de enriquecimento ambiental baseado em nidificação e sua influência do Bem-Estar de camundongos de várias linhagens, sexo e idade.. 2021. Exame de qualificação (Doutorando em PIPIGE/IEE/USP) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Hugo Leonardo Melo Dias

de Oliveira, Gabriel Melo. O ensino da ciência em animais de laboratório como ferramenta para aplicabilidade do conceito dos #Rs na criação e experimentação animal. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

Aluno: André Secundino Abbagliato

de Oliveira, Gabriel Melo. Comparação da Legislação Brasileira e Europeia sobre a regulamentação do uso de animais para fins de ensino e pesquisa: avanços e desafios para alteração da Lei 11.794 de 08 de outubro de 2008. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

de Oliveira, G. M.. Seleção de Alunos Stricto sensu (Modalidade: Profissional). 2025. Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

DE OLIVEIRA, GM. Seleção de alunos Stricto Sensu (modalidade: Profissional). 2023. Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

de Oliveira, G. M.. Seleção de alunos Stricto Sensu (modalidade: Profissional). 2022. Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos.

OLIVEIRA, G. M.. Jornada de Pós-Graduação da UFRJ. 2012. Instituto Oswaldo Cruz.

Orientou

Miguel Angelo Brück Gonçalves

Avaliação comparativa clínico/comportamental/ambiental entre modalidades de frequência na atividade de manejo de camundongos entre gaiolas sujas para limpas; 2022; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional de Ciência em Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos, ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Rute Maria Julia

Aplicação de métodos alternativos para substituição do animal ou uso de procedimentos refinados para minimizar o desconforto de animais durante a manutenção de Aedes aegypti em laboratório; 2022; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional de Ciência em Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos, ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Maria Carolina da Silva Sousa

O USO DO ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL COMO DETECTOR PREDITIVO DO COMPROMETIMENTO DO BEM-ESTAR DE CAMUNDONGOS EM BIOTÉRIO; 2021; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional de Ciência em Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos, ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Ana Karina Furtado

A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO E SUA INFLUÊNCIA NOS RESULTADOS DE ENSAIOS CIENTÍFICOS; 2020; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos, ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Thais Veronez de Andrade Martins

Avaliação da preferência pelo tipo de enriquecimento ambiental utilizado por camundongos em biotério através do sistema de gaiolas interligadas (SGI); 2017; Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ciência de Animais de Laboratório) - Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos, ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Janaína Alves Rangel

Implantação de modelos clínico/comportamentais para ensaios pré-clínicos no estudo de doenças infecciosas e isquêmicas experimentais; ; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Programa de Estágio Curricular) - Instituto Oswaldo Cruz, Instituto Oswaldo Cruz; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Lucianne Cardoso Chumbinho

Avaliação da importância do eixo cardio/renal na infecção experimental pelo t; cruzi; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Programa de Estágio Curricular) - Instituto Oswaldo Cruz, Instituto Oswaldo Cruz; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Monique Castro da S

Alves; Aplicação de protocolos terapêuticos para o tratamento da síndrome cardio/renal em camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Grande Rio, Instituto Oswaldo Cruz; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Wanderson Silva Batista

A influência dom comportamento agressivo de camundongos em ambiente laboratorial no curso agudo da infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade São José; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Tshaca Mahatma Oara da Silva

Investigação da síndrome cardio-anêmica-renal durante o cruso agudo da infecção pela Trypanosoma cruzi em camundongos - Fisiopatologia cardio/renal; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Biomedicina) - UNIVERSIDADE DE VASSOURAS, Instituto Oswaldo Cruz; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Beatriz Phillot Pavão

?Avaliação da importância das vias de interconexão cardio/renal através da aplicação de protocolos terapêuticos durante a fase aguda em camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi?; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em iniciação cinetifica) - Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Frederico Villas Boas Rodrigues

Estudo das vias de interconexão cardio/renal através da aplicação de protocolos terapêuticos durante a fase aguda em camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi; 2013; Iniciação Científica - Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Caroline Corrêa Pizzini

?Avaliação da importância das vias de interconexão cardio/renal através da aplicação de protocolos terapêuticos durante a fase aguda em camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi?; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em iniciação cinetifica) - Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Diana Rodrigues da Silva

Desenvolvimento e implementação de metodologias para a avaliação clínica e comportamental de camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi e sua utilização para determinar a gravidade e prognóstico da doença experimental; 2010; Iniciação Científica - Fundação Oswaldo Cruz, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Fernanda da Silva Oliveira

Desenvolvimento e implantação de modelos clínico/comportamentais em camundongos para auxiliar os ensaios pré-clínicos na área de parasitologia; 2013; Orientação de outra natureza; (PIBITI) - Instituto Oswaldo Cruz, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gabriel Melo de Oliveira;

Produções bibliográficas

  • DUARTE, RAQUEL B. ; RAMOS, VICTOR F. S. ; BARBOSA, JULIANA M. C. ; Oliveira, Gabriel M. ; DIOGO, EMILAY B. T. ; ALMEIDA, RENATA G. ; LENNOX, ALASTAIR J. J. ; DA SILVA JÚNIOR, EUFRÂNIO N. ; PEDRA-REZENDE, YASMIN ; Menna-Barreto, Rubem F. S. . Trypanocidal Activity of Dual Redox-Active Quinones: Trypanosoma cruzi Mitochondrion as a Target Organelle In Vitro and Anti-Inflammatory Properties In Vivo. PATHOGENS , v. 15, p. 17, 2026.

  • JULIO, R. M. ; PESSANHA, V. S. ; DE OLIVEIRA, GM . The Efficiency of the Polytetrafluoroethylene Membrane in Hematophagy of Aedes Aegypti in the Laboratory. American Journal of Biomedical Science and Research , v. 25, p. 556, 2025.

  • GONCALVES, M. A. B. ; PESSANHA, V. S. ; PRESGRAVE, O. ; OLIVEIRA, G.M. . Avaliação do bem-estar animal quanto ao nível de amônia no microambiente para camundongos Swiss Webster em biotérioAssessment of animal welfare based on the level of ammonia in the microenvironment of Swiss Webster mice in a house facility. Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia , v. 13, p. 1-10, 2025.

  • de Oliveira, G.M. . Ethology of Swiss Webster Mice in House Facilities: A Narrative Review. American Journal of Biomedical Science & Research , v. 1, p. 93-96, 2025.

  • MÉLO, RENATA M. F. ; BARBOSA, RAFAELA S. ; OZÓRIO, VICTÓRIA L. ; Oliveira, Gabriel M. ; HORITA, SAMUEL I. M. ; HENRIQUES-PONS, ANDREA ; ARAÚJO-JORGE, TÂNIA C. ; FRAGOSO, VIVIANE M. S. . Influence of leptin and its receptors on individuals under chronic social stress behavior. Frontiers in Endocrinology , v. 15, p. 01, 2024.

  • NISIMURA, LINDICE MITIE ; FERREIRA, ROBERTO RODRIGUES ; COELHO, LAURA LACERDA ; de Oliveira, Gabriel Melo ; GONZAGA, BEATRIZ MATHEUS ; MEUSER-BATISTA, MARCELO ; Lannes-Vieira, Joseli ; ARAUJO-JORGE, TANIA ; GARZONI, LUCIANA RIBEIRO . Vascular Growth Factor Inhibition with Bevacizumab Improves Cardiac Electrical Alterations and Fibrosis in Experimental Acute Chagas Disease. BIOLOGY , v. 12, p. 1414, 2023.

  • FELIPPE, R. M. ; BARBOSA, R. ; ESTEVES, B. ; ARAUJ-JORGE, T. C. ; FRAGOSO, V. M. ; DE OLIVEIRA, GM . Analysis of the Mice Activity Profile in the Model of Spontaneous Aggression (MSA). American Journal of Biomedical Science & Research , v. 1, p. 1, 2022.

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de Oliveira, G.M. . Em prol da ciência e do bem-estar para animais de laboratório. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

DE OLIVEIRA, GM . A evolução do Camundongo de Laboratório - A Aventura de 'Dongo'. 2023; Tema: Através de um conteúdo científico utilizar uma linguagem informal para a conscientização do Bem-Estar de camundongos em laboratórios. (Rede social).

DE OLIVEIRA, GM . Conversas com o Wothan.... 2023; Tema: Uma série de entrevistas com o Prof. Wothan Tavares USP/SP sobre a percepção humana dos animais em laboratório.. (Rede social).

de Oliveira, Gabriel . Camundongo em 1 minuto. 2023; Tema: Video de curtametragem que explica aspectos da biologia e do comportamento de camundongos em biotério. (Rede social).

Oliveira, Gabriel Melo . Grupo Cal: deTODOSparaTODOS. 2023; Tema: Sítio Centralizador da atividade de extensão e educação continuada. (Site).

OLIVEIRA, G. M. . Grupo Watsapp CAL: deTODOS parTODOS. 2023; Tema: Ciência de Animais de Laboratório. (Fórum).

Oliveira, Gabriel M. . Grupo Watsapp CAL: deTODOS paraTODOS. 2023; Tema: Ciência de Animais de Laboratório. (Rede social).

de Oliveira, G. M. . Biological Models Research and Technology Journal. 2021; Tema: Ciência de Animais de Laboratório. (Rede social).

DE OLIVEIRA, GM . Biological Models Research and Technology Journal. 2021; Tema: Ciência de Animais de Laboratório. (Site).

de Oliveira, G.M. . Plataforma MPCAL de Ciência de Animais de Laboratório. 2020; Tema: Difusão de conhecimentos sobre a Ciência de Animais de Laboratório. (Site).

Oliveira, Gabriel M . Plataforma de Ciência de Animais de Laboratório MPCAL/ICTB. 2020; Tema: Ciência de Animais de Laboratório. (Site).

OLIVEIRA, GABRIEL . Plataforma do Biotério LBC/LITEB. 2020; Tema: Capacitação, informação e gerenciamento do Biotério LBC/LITEB em ambiente virtual. (Site).

OLIVEIRA, G. M. . Revista da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório. 2014; Tema: Gerenciamento do site da Revista da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (RESBCAL). (Site).

OLIVEIRA, G. M. . Sociedade Brasileira de Ciência de Animais de Laboratório. 2013; Tema: Gerenciamento do site da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL). (Site).

OLIVEIRA, G.M. . Curso de Atualização em Comportamento e Bem Estar Animal do ICTB/FIOCRUZ. 2025. .

de Oliveira, G. M. . XIX Curso de Treinamento e Capacitação ao Biotério de Experimentação Animal LBC. 2022. .

de Oliveira, Gabriel Melo . Difusão do programa de propostas para CAL na gestão 2021-2025 no IOC. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartaz/Banner/ Posts).

DE OLIVEIRA, GM . A produção e a Eficácia da vacina COVID-19. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Cartazes/Panfletos e Banner).

DE OLIVEIRA, GM . Biological Models Research and Technology Journal. 2021. (Editoração/Periódico).

OLIVEIRA, G. M. ; ROSSI, M. D. . A importância do Camundongo na Pesquisa. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Videos Informativos).

Oliveira, Gabriel Melo de ; ROSSI, M. D. . Camundongo: que bicho é esse?. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - vídeo educacional).

OLIVEIRA, GABRIEL ; ROSSI, M. D. . Animal em foco: O camundongo - Introdução. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VideosInformativos).

OLIVEIRA, G. M. ; ROSSI, M. D. . Animal em foco: Camundongo: que bicho é esse? - Evolução. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - vídeoeducacional).

OLIVEIRA, GABRIEL ; ROSSI, M. D. . Animal em foco: Camundongo: que bicho é esse? - Pesquisa Científica. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - vídeoeducacional).

de Melo Oliveira G ; ROSSI, M. D. . Comportamento de Camundongos em Biotério: estudo sobre as categorias comportamentais. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - vídeoeducacional).

OLIVEIRA, GABRIEL ; ROSSI, M. D. . Comportamento de Camundongos em Biotério: comportamento paternal. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - vídeoeducacional).

de Oliveira, G. . TV MPCAL. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Videos Informativos).

Oliveira, Gabriel M. . TV MPCAL parte II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VideosInformativos).

de Oliveira, G. . Programa e Guia do V Seminário em Ciência e Tecnologia em Biomodelos MPCAL/ICTB. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Programa de Evento).

OLIVEIRA, G. M. . Catálogo de Resumos do V Seminário em Ciência e Tecnologia em Biomodelos MPCAL/ICTB. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Catálogo de Resumos).

OLIVEIRA, GABRIEL . Sala de Exposição Virtual de Pôster do V Seminário MPCAL/ICTB. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Exposição Virtual de Pôster).

de Oliveira, G.M. . VIII Curso de Capacitação e Treinamento em Procedimentos Operacionais do Biotério de Experimentação Animal do LBC/IOC. 2018. .

OLIVEIRA, G. M. . VII Curso de Capacitação e Treinamento em Procedimentos Operacionais do Biotério de Experimentação Animal do LBC/IOC. 2017. .

OLIVEIRA, G. M. ; ANDRADE, M. . Procedimentos e Técnicas em Animais de LAboratório. 2016. (Disciplina Mestrado Profissional (MPCAL) ICTB/FIOCRUZ).

OLIVEIRA, G. M. . V Curso de Capacitação e Treinamento em Procedimentos Operacionais do Setor de Experimentação Animal do LBC/IOC. 2014. .

OLIVEIRA, G. M. . IV Curso de Capacitação e Treinamento em Procedimentos Operacionais do Setor de Experimentação Animal do LBC/IOC. 2013. .

OLIVEIRA, G. M. . III Curso de Capacitação e Cadastramento aos Procedimentos do Setor de Experimentação Animal do LBC. 2012. .

de Oliveira, G. . Curso de Inverno da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório. 2011. .

OLIVEIRA, G. M. . II Curso de Capacitação e Cadastramento aos Procedimentos do Setor de Experimentação Animal do LBC. 2011. .

de Oliveira, G. M. . I Curso de Capacitação e Cadastramento aos Procedimentos do Setor de Experimentação Animal do LBC. 2010. .

de Oliveira, G.M. . Foto Capa RESBCAL V5N1. 2017. Fotografia.

de Oliveira, G.M. . Corte histológico da epífise femural de camundongos submetidos a administração de sangue autólogo. 2016. Fotografia.

OLIVEIRA, G. M. . Fotografia de Capa da RESBCAL V4N1. 2016. Fotografia.

Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2020

    Investigação da diferença entre a atividade mitocondrial e a morte celular por autofagia em neurônios de camundongos machos da linhagem Swiss Webster comparando indivíduos altamente agressivos e não agressivos sob situação de estresse agudo, Descrição: Avaliação por respirometria da diferença do funcionamento mitocondrial cerebral de camundongos da linhagem Swiss Webster com fenótipo altamente agressivo e não agressivo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2012 - Atual

    Estudo de modelos clínico/comportamentais em camundongos para os ensaios pré-clínicos nas áreas de parasitologia, patologia, psiquiatria., Descrição: Este projeto foi elaborado a partir da busca por modelos clínico/comportamentais utilizando o camundongo em diversas abordagens. Este animal apresenta complexo e interessante comportamento individual e social. Desta maneira, desenvolveremos uma combinação de metodologias que nos possibilitará a interpretação dos sinais clínicos apresentados por este modelo experimental. Nossos objetivos, então, são de aplicar este modelo clínico-comportamental em relação a infecção por parasitas, Trypanosoma cruzi, Toxoplasma gondii e Leishmania sp. Também em modelos isquêmicos, como animais submetidos a lesão renal aguda e a distúrbios neurológicos e psiquiátricos. Através de um modelo de agrupamento de recém-desmamados e reagrupamentos (destes mesmos animais) na idade adulta também será possível identificar e rastrear indivíduos que apresentem transtornos psiquiátricos como ansiedade e depressão, desenvolvimento de agressividade e outros. Em todas estas abordagens objetivamos também a avaliação clinica da eficácia de quimioterápicos parasiticidas e fármacos psicomoduladores.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2012

    Estudo fisiopatológico da lesão renal aguda, a interconexão com a miocardite aguda e sua influência no curso da insuficiência cardíaca durante o curso da infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi., Descrição: Neste projeto, nossos objetivos principais são esclarecer qual é a causa do comprometimento renal promovido pelo parasita e qual (ais) seria (m) as interconexões fisiopatológicas com a evolução da insuficiência cardíaca aguda. Esperamos a partir dos resultados deste projeto sugerir novos protocolos diagnósticos e terapêuticos que minimizem a sintomatologia cardíaca durante a fase aguda e o surgimento da miocardiopatia dilatada durante a fase crônica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2010 - 2012

    Estruturação do uso de metodologias clínicas e comportamentais para a avaliação clinica e comportamental de camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi, Descrição: A doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, no ano de 2005 foi à causa de 4.916 óbitos, sendo considerada a mais grave doença crônica transmissível no Brasil. Os mecanismos fisiopatológicos do acometimento cardíaco (agudo e crônico) ainda não estão completamente esclarecidos. Além disso, nossos resultados demonstram que a infecção experimental acomete não somente o sistema cardiovascular. Em camundongos infectados pelo T. cruzi observou-se insuficiência renal aguda, caquexia, diminuição da motilidade intestinal. A utilização do modelo murino possibilita o estudo, em curto prazo, do caráter sistêmico da doença. O objetivo deste trabalho é desenvolver e implementar eficientes metodologias para a avaliação clínica e comportamental de camundongos infectados e possibilite analisar a gravidade e o prognóstico da doença durante a fase aguda experimental. Além disso, estes conhecimentos podem ser úteis para a avaliação de testes de quimioterápicos tripanocidas, onde podemos observar a eficácia do tratamento (mantendo o animal vivo ao longo do curso de todo o ensaio) revertendo os sintomas da doença ou promovendo toxicidade aguda aos animais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2011

    Avaliação da Síndrome Cardio/Anêmica/Renal em camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2011

    Desenvolvimento e implementação de metodologias para a avaliação clínica e comportamental de camundongos infectados pelo Trypanosoma cruzi e sua utilização para determinar a gravidade e prognóstico da doença experimental, Descrição: A doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, no ano de 2005 foi à causa de 4.916 óbitos, sendo considerada a mais grave doença crônica transmissível no Brasil. Os mecanismos fisiopatológicos do acometimento cardíaco (agudo e crônico) ainda não estão completamente esclarecidos. Além disso, nossos resultados demonstram que a infecção experimental acomete não somente o sistema cardiovascular. Em camundongos infectados pelo T. cruzi observou-se insuficiência renal aguda, caquexia, diminuição da motilidade intestinal. A utilização do modelo murino possibilita o estudo, em curto prazo, do caráter sistêmico da doença. O objetivo deste trabalho é desenvolver e implementar eficientes metodologias para a avaliação clínica e comportamental de camundongos infectados e possibilite analisar a gravidade e o prognóstico da doença durante a fase aguda experimental.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa.

  • 2009 - 2010

    Avaliação de camundongos infectados pelo trypanosoma cruzi através de parâmetros ecocardiográficos e comportamentais no setor de experimentação animal do Laboratório de Biologia Celular /IOC, Descrição: Nosso objetivo é implantar a ecocardiografia (EcoDopller) para que possamos correlacionar as alterações bioquímicas, físicas e de condução elétrica com uma confiável metodologia por imagem que forneça importantes dados da função cardíaca. Além disso, temos a necessidade de avaliar por parâmetros clínicos (perda de peso, diminuição de atividade motora e exploratória e alterações no sistema nervoso central) a toxicidade de imunoterápicos e quimioterápicos testados contra a infecção pelo T. cruzi em camundongos. Desta maneira, também objetivamos implantar metodologia específica para a avaliação clínica e comportamental.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

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    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

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    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

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    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA): Efeito da administração aguda e crônica de antipsicóticos típicos e atípicos de uso clínico em humanos para validação de modelo experimental em camundongos, Descrição: Os antipsicóticos são classificados em dois grupos: típicos e atípicos. Os típicos formam o grupo que bloqueiam os receptores de dopamina e causam sintomas extrapiramidais que podem terminar em discinesia tardia. Os atípicos apresentam eficácia antipsicótica similar aos clássicos, mas produzem menos sintomas extrapiramidais e não causam discinesia tardia. Eles são utilizados no tratamento de muitos transtornos como a psicose e a agressividade. A principal dificuldade nas pesquisas sobre psicose é a ausência de um modelo animal similar aos sintomas comportamentais do ser humano. Neste estudo será utilizado antipsicóticos típicos e atípicos para reverter as alterações comportamentais observadas no modelo de agressividade não induzida em camundongos. Realizaremos um esquema de agrupamento e reagrupamento e aplicaremos metodologias comportamentais como etograma, teste do campo aberto e teste de suspensão da cauda (TSC), em animais tratados e não tratados com os antipsicóticos típicos e atípicos. O protocolo terapêutico será realizado em 3 fases: aguda, crônica e retirada. A fase aguda realizaremos na 16ª semana de vida, com a administração do veículo e 3 doses de haloperidol, risperidona e sulpirida por via intraperitoneal e observaremos até a 20ª semana de vida a dose que corresponde ao efeito máximo na reversão do comportamento agressivo. Na fase crônica, realizaremos a partir da 12ª semana de vida o tratamento com os antipsicóticos por 10 dias. No estudo de retirada a avaliação dos parâmetros comportamentais será realizada 21 dias após o fim do tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2013 - 2016

    Implantação de modelos comportamentais para ensaios pré-clinicos, Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2018 - Atual

    Estruturação do Setor de Ciência em Animais de Laboratório no Biotério de Experimentação Animal dos Laboratórios de Biologia Celular e Inovações em Terapias, Ensino e Pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz (Fundação Oswaldo Cruz/RJ), Descrição: A ciência de animais em laboratório e o Instituto Oswaldo Cruz sempre estiveram intimamente interligados em sua evolução. Entre os anos de 1998 e 2000 através do esforço de importantes pesquisadores, seguindo os princípios éticos do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (atualmente sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório) e o exemplo da legislação internacional foi implantada a Comissão de Ética para o Uso de Animais da Fiocruz. O Laboratório de Biologia Celular, anteriormente ligado ao Departamento de Ultraestrutura e Biologia Celular, sempre teve como objetivo principal o estudo da infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi em camundongos. A partir de 2001, com a minha graduação em Medicina Veterinária, finalizando o programa de Iniciação Científica/CNPq e prestando seleção ao mestrado no Programa de Biologia Celular e Molecular do Instituo Oswaldo Cruz, fui convidado pelas chefias do laboratório a implantar um Biotério de Experimentação que atendesse aos princípios éticos (principalmente dos 3Rs) e a estruturação física, de manejo e capacitação profissional que atendesse a alta demanda dos ensaios in vivo do laboratório. Após 10 anos da implantação do Biotério de Experimentação Animal dos Laboratórios de Biologia Celular e Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do Instituto Oswaldo Cruz, continuamos evoluindo, juntamente com a legislação nacional, os princípios éticos e com o uso de animais na experimentação. Nesse projeto estamos propondo a implantação renovadora e inédita na instituição de um Setor de Ciência de Animais em Laboratório. Esse Setor terá como objetivo principal desenvolver projetos que possibilitem aplicar diretamente os princípios dos 3Rs durante os ensaios biomédicos dos pesquisadores de ambos os laboratórios e suas colaborações (nacionais e internacionais), mas também focar na produção do conhecimento do modelo animal, em nosso caso o camundongo, elevando a qualidade do seu uso e do seu bem-estar, consequentemente a confiabilidade e a reprodutibilidade dos resultados dos ensaios.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador.

  • 2014 - Atual

    Implantação de modelos clínico/comportamentais em camundongos para ensaios pré-clínicos: Desenvolvimento de um modelo experimental para o estudo da agressividade exacerbada e violência, Descrição: O desenvolvimento de modelos experimentais para o apoio aos ensaios pré-clínicos em diversas áreas biomédicas é a base da minha carreira acadêmica. Desde a implantação do Biotério de Experimentação LBC/LITEB ? IOC, consegui elaborar, desenvolver e validar diversos modelos que foram utilizados em teses, artigos e projetos do nosso laboratório, mas também de outros colaboradores. Nesse projeto, nosso objetivo é desenvolver, esclarecer e implantar um eficiente modelo experimental para ensaios pré-clínicos no estudo da violência. A violência é um grave problema de saúde pública e apresenta uma grande diversidade de causas em sua gênese e inúmeras consequências deletérias aos indivíduos e a sociedade. Ressalto que apresenta um alto impacto social, emocional e financeiro em todas as sociedades. Em relação ao desenvolvimento de modelos experimentais relacionados ao estudo da violência, acreditamos que através da implantação do Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA) associado ao estudo comportamental, neurobiológico e neuroendócrino possamos esclarecer a principal questão, similar ao ser humano: porque alguns indivíduos sob estresse tornam-se altamente agressivos, enquanto que outros convivem harmonicamente. Concluindo, gostaria de investigar nos principais pontos da resposta fisiológica ao estresse, os possíveis alvos de tratamento para bloqueio ou minimização da agressividade exacerbada em camundongos machos Swiss Webster Outbred stock em biotérios. Espero que os resultados desse projeto, no futuro, possam servir de conhecimentos para novas abordagens, estudos e tratamentos do comportamento violento no ser humano.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Implantação de modelos clínico/comportamentais em camundongos para ensaios pré-clínicos: Desenvolvimento de um modelo experimental para o estudo da agressividade exacerbada e violência, Descrição: O desenvolvimento de modelos experimentais para o apoio aos ensaios pré-clínicos em diversas áreas biomédicas é a base da minha carreira acadêmica. Desde a implantação do Biotério de Experimentação LBC/LITEB ? IOC, consegui elaborar, desenvolver e validar diversos modelos que foram utilizados em teses, artigos e projetos do nosso laboratório, mas também de outros colaboradores. Nesse projeto, nosso objetivo é desenvolver, esclarecer e implantar um eficiente modelo experimental para ensaios pré-clínicos no estudo da violência. A violência é um grave problema de saúde pública e apresenta uma grande diversidade de causas em sua gênese e inúmeras consequências deletérias aos indivíduos e a sociedade. Ressalto que apresenta um alto impacto social, emocional e financeiro em todas as sociedades. Em relação ao desenvolvimento de modelos experimentais relacionados ao estudo da violência, acreditamos que através da implantação do Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA) associado ao estudo comportamental, neurobiológico e neuroendócrino possamos esclarecer a principal questão, similar ao ser humano: porque alguns indivíduos sob estresse tornam-se altamente agressivos, enquanto que outros convivem harmonicamente. Concluindo, gostaria de investigar nos principais pontos da resposta fisiológica ao estresse, os possíveis alvos de tratamento para bloqueio ou minimização da agressividade exacerbada em camundongos machos Swiss Webster Outbred stock em biotérios. Espero que os resultados desse projeto, no futuro, possam servir de conhecimentos para novas abordagens, estudos e tratamentos do comportamento violento no ser humano.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

  • 2014 - Atual

    Implantação de modelos clínico/comportamentais em camundongos para ensaios pré-clínicos: Desenvolvimento de um modelo experimental para o estudo da agressividade exacerbada e violência, Descrição: O desenvolvimento de modelos experimentais para o apoio aos ensaios pré-clínicos em diversas áreas biomédicas é a base da minha carreira acadêmica. Desde a implantação do Biotério de Experimentação LBC/LITEB ? IOC, consegui elaborar, desenvolver e validar diversos modelos que foram utilizados em teses, artigos e projetos do nosso laboratório, mas também de outros colaboradores. Nesse projeto, nosso objetivo é desenvolver, esclarecer e implantar um eficiente modelo experimental para ensaios pré-clínicos no estudo da violência. A violência é um grave problema de saúde pública e apresenta uma grande diversidade de causas em sua gênese e inúmeras consequências deletérias aos indivíduos e a sociedade. Ressalto que apresenta um alto impacto social, emocional e financeiro em todas as sociedades. Em relação ao desenvolvimento de modelos experimentais relacionados ao estudo da violência, acreditamos que através da implantação do Modelo Espontâneo de Agressividade (MEA) associado ao estudo comportamental, neurobiológico e neuroendócrino possamos esclarecer a principal questão, similar ao ser humano: porque alguns indivíduos sob estresse tornam-se altamente agressivos, enquanto que outros convivem harmonicamente. Concluindo, gostaria de investigar nos principais pontos da resposta fisiológica ao estresse, os possíveis alvos de tratamento para bloqueio ou minimização da agressividade exacerbada em camundongos machos Swiss Webster Outbred stock em biotérios. Espero que os resultados desse projeto, no futuro, possam servir de conhecimentos para novas abordagens, estudos e tratamentos do comportamento violento no ser humano.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador / Viviane Muniz da Silva Fragoso - Integrante.

  • 2009 - 2010

    Desenvolvimento de modelos experimentais em camundongos para o estudo da insuficiência renal e cardíaca promovida por diversas causas, Descrição: Nosso objetivo é implantar em nosso setor, além dos parâmetros não invasivos cardiológicos, estrutura experimental para desenvolver modelos animais relacionados ao estudo de patologias renais similares ao encontrado em pacientes humanos, como: insufiência renal aguda e crônica e entender a suas interconexões com a insuficiência cardíaca.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gabriel Melo de Oliveira - Coordenador., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro.

Prêmios

2020

PRÊMIO JUAREZ ARANHA RICARDO, Sociedade de Neurociências e Comportamento ? SBNeC.

2017

1o Prêmio FIOCRUZ de Práticas Inovadoras de Gestão da Qualidade na Pesquisa (9o lugar), Fundação Oswaldo Cruz.

2017

Menção Honrosa - Poster, International Symposium on Neuroinflammation.

2016

Prêmio de Melhor Trabalho (Formato Poster), I Seminário de Ciência e Tecnologia em Biomodelos - ICTB/FIOCRUZ.

2011

Prêmio Tereza Kipnis / Qualitécnica, Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL).

2004

Melhor trabalho na área animais de laboratório, IV Conferência Sul-Americana de Medicina Veterinária, Rio de Janeiro.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Oswaldo Cruz. , Av. Brasil, 4365, Manguinhos, 21045900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 2562-1366, Fax: (21) 25984469

Experiência profissional

2019 - Atual

Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2006 - Atual

Instituto Oswaldo Cruz

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Tecnologista em Saúde Pública, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 01/2018

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de Biologia Celular -IOC, Laboratório de Biologia Celular -IOC.Atividade realizada, Implantação e desenvolvimento do Setor de Ciência de Animais de Laboratório do Laboratório de Biologia Celular/IOC no Biotério de Experimentação Animal LBC/LITEB.

  • 01/2018

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Fundação Oswaldo Cruz.Cargo ou função, Consultoria em sensibilização, divulgação e conscientização da importância do modelo animal Camundongo através de diversas mídias entre diversas unidades e instituições.

  • 01/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto Oswaldo Cruz.Cargo ou função, Participação em diversas Comissões do Instituto Oswaldo Cruz.

  • 01/2010

    Pesquisa e desenvolvimento, Laboratório de Biologia Celular -IOC.Linhas de pesquisa

  • 01/2008

    Pesquisa e desenvolvimento, Laboratório de Biologia Celular -IOC.Linhas de pesquisa

  • 01/2007

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL).Cargo ou função, Participação no Conselho Fiscal, Comissão de Ensino e Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL/COBEA).

  • 01/2006

    Ensino, Mestrado Profissional de Ciência em Animais de Laboratório, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Coordenador e Docente em diversas Disciplinas no Programa de Mestrado Profissional em Ciência em Animais de Laboratório do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos da Fundação Oswaldo Cruz

2007 - 2012

Sociedade Brasileira de Ciencia de Animais de Laboratorio

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador Associado