Poliana Silva Santana

Poliana Silva Santana é mestra em Antropologia Social, pela Universidade Federal de Santa Catarina, é museóloga (COREM 5 Região 0095-I) formada pela UFSC e iniciou graduação em Antropologia pela UFSC (2015, não concluída). Atualmente compõe a equipe de consultoria da empresa Viés Cultural como museóloga na área de gestão de acervos. É membro do Grupo de Pesquisa CNPq Coletivo de estudos em Ambientes, percepções e Práticas CANOA/UFSC, vinculado ao Instituto Brasil Plural, foi Conselheira -Tesoureira do Conselho Regional de Museologia 5 Região (2020-2022). Prestou serviço de Assessoria em Museologia ao Museu da Odontologia de Santa Catarina - MOSC entre os anos de 2019 e 2020 na elaboração do Estatuto Social e Regimento Interno da instituição. Tem como área de atuação em Museologia: gestão de acervos, legislação desenvolvimento de Regimentos de museus, expografia, desenvolvimento de Planos Museológicos. Tem como área de atuação em Antropologia: memória social e patrimônio cultural, antropologia dos objetos, antropologia da paisagem, documento etnográfico, percepção ambiental e antropologia da morte.

Informações coletadas do Lattes em 02/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Antropologia Social

2018 - 2021

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: A urna com ou de Cruz e Sousa no Museu Histórico de Santa Catarina? negritude, memória e poder, Ano de Obtenção: 2021
Rafael Victorino Devos.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia dos objetos. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Museologia.

Graduação em andamento em Antropologia

2015 - Atual

Universidade Federal de Santa Catarina

Graduação em Museologia

2011 - 2014

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: UNESCO e a problemática sobre o patrimônio da Humanidade: Machu Picchu e Ouro Preto sob o foco de discussão.
Orientador: Luciana Silveira Cardoso
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2019 - 2019

Coleções, acervos e patrimônios: interdisciplinaridade e desafios.... (Carga horária: 4h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2014 - 2014

Curso extracurricular de francês nível IV. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2013 - 2013

Curso extracurricular de francês nível III. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2013 - 2013

Curso extracurricular de francês nível II. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2012 - 2012

Capacitação de educadores para visitas em Museus. (Carga horária: 4h). , Fundação Cultural de Blumenau, FCBLU, Brasil.

2012 - 2012

Curso extracurricular de francês nível I. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Museologia / Subárea: Museologia.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Museologia / Subárea: Documentação Museológica.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Social.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Museologia / Subárea: Gestão Museológica.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia dos objetos.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Antropologia / Subárea: Percepção e ambiente.

Organização de eventos

DEVOS, Rafael Victorino ; VEDANA, Viviane ; COUTINHO, Gabriel Barbosa ; SANTANA, Poliana S. . VII REACT - reunião de Antropologia da CIência e Tecnologia. 2019. (Congresso).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . 5ª Fórum Catarinense de Museus. 2019. (Congresso).

SANTANA, Poliana S. . Jornadas Antropológicas UFSC 2019. 2019. (Outro).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . 3º Seminário Interno de Museologia e Interdisciplinaridade. 2015. (Outro).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; INACIO, J. F. ; SANTANA, Poliana S. . Cruz e Sousa: o poeta da Ilha. 2015. (Exposição).

LOPES, Thainá Castro. C. F. ; ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; CARDOSO, Luciana S. ; GHIZONI, Vanilde R. ; ESCORTEGANHA, Márcia R. ; SANTANA, Poliana S. . Curso de extensão Fronteiras do Patrimônio: diálogos ente Museologia e Conservação. 2014. (Outro).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . 8ª Primavera de Museus do Museu Histórico de Santa Catarina. 2014. (Outro).

FLORES, M. B. R. ; SANTANA, Poliana S. ; ZEN, D. D. ; MELO, S. F. . VI Colóquio de História e Arte: Herança, memória e patrimônio. 2013. (Congresso).

CASTRO, T. ; SANTANA, Poliana S. ; ZEN, D. D. ; GOMES, I. M. ; TESSARI, F. ; DELFINO, A. F. ; MISSIO, L. ; COSTA, N. G. ; VENTURA, C. A. ; ALVES, G. ; PICKSIUS, F. J. ; GODINHO, J. M. ; QUADE, T. M. ; PILAR, C. . Exposição curricular - Lendas urbanas: entre boatos e verdades. 2013. (Exposição).

FLORES, M. B. R. ; SANTANA, Poliana S. ; PETERLE, P. ; PIAZZA, M. F. F. ; NEDEL, L. B ; GOMES, E. ; MACHADO, R. ; CZIZEWESKI, G. M. ; NETO, J. M. A. ; NORA, S. ; CAMPOS, D. Q. ; ZEN, D. D. ; HAAS JUNIOR, A. ; ARIENTI, D. P. ; ARRAES, M. A. ; SARTORI, C. ; MELO, S. F. ; BECK, L. O. ; TONIN, T. ; BRAGA, M. C. . V Colóquio de História e Arte: Utopia, Utopias. 2012. (Congresso).

FLORES, M. B. R. ; SANTANA, Poliana S. ; ZEN, D. D. ; MELO, S. F. ; SARTORI, C. . IV Colóquio de História a Arte: Imagem e Memória. 2011. (Congresso).

Participação em eventos

5ª Fórum Catarinense de Museus. 2019. (Encontro).

Jornadas Antropológicas UFSC 2019. 2019. (Encontro).

VII REACT - Reunião de Antropologia da Ciência e Tecnologia. 2019. (Encontro).

XIII RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul: Antropologias do Sul. Corpo-objeto: os restos mortais de Cruz e Sousa no Museu Histórico de Santa Catarina. 2019. (Congresso).

XIII RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul: Antropologias do Sul. 2019. (Congresso).

Museu em Curso: Museus e Resistência. 2018. (Seminário).

Aula Magna do curso de Museologia com Heloisa Helena G. da Costa. 2017. (Seminário).

3º Seminário de Políticas de Acervos.Política de Aquisição e Descartes de Acervos do Museu Histórico de Santa Catarina. 2016. (Seminário).

3º Seminário de Políticas de Acervos. 2016. (Seminário).

3º Seminário Interno de Museologia e Interdisciplinaridade. 2015. (Seminário).

4º Seminário Interno de Museologia e Interdisciplinaridade - SIMI. 2015. (Seminário).

8ª Primavera de Museus - Museus Criativos (IFSC). 2014. (Outra).

Encontro da Rede de Educadores em Museus de Santa Catarina - Documento Preliminar do PNEM: Discussão e sugestões de alterações.. 2014. (Encontro).

II Semana Acadêmica de Museologia:. 2014. (Seminário).

II Seminário de Patrimônio Cultural e Museologia da UFSC. 2013. (Seminário).

I Semana Acadêmica de Museologia - Museu, Museologia e Patrimônio em ação.. 2013. (Outra).

VI Colóquio de História e Arte: Herança, Memória e Patrimônio. 2013. (Congresso).

Museu em curso- Degradação de acervos: Parâmetros ambientais e métodos de controle. 2012. (Outra).

Museu em curso - Museus e Povos Indígenas: espaço para diálogo intercultural. 2012. (Outra).

Palestra de apresentação de estudos referentes ao Plano de Ordenamento Náutico de Florianópolis. 2012. (Outra).

V Colóquio de História e Arte: Utopia, Utopias. 2012. (Congresso).

3º Fórum Estadual de Museus. 2011. (Congresso).

4º Encontro de 2011 da Rede de Educadores em Museus de Santa Catarina - Mesa -redonda. 2011. (Encontro).

Análises EDXRF e Espectrocopia Raman X Aplicada e conservação de acervos museológicos. 2011. (Outra).

Ciclo de Cinema: Museu, memória e patrimônio. 2011. (Outra).

I Seminário de Patrimônio Cultural e Museologia. 2011. (Seminário).

IV Colóquio de História e Arte: imagem e Memória. 2011. (Congresso).

Museu em Curso: Mulheres, Memórias e Museus. 2011. (Outra).

Museu em Curso: Museu e Acessibilidade. 2011. (Outra).

Museu em Curso: Museu e exposições etnográicas. 2011. (Outra).

Museu em Curso: O Museu no Século XXI. 2011. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • SANTANA, Poliana S. . Corpo-objeto: Os restos mortais de Cruz e Sousa no museu Histórico de Santa Catarina. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTANA, Poliana S. . Museu Histórico de Santa Catarina: Uma experiência expográfica, a imersão entre conceitos e expectativas.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SANTANA, Poliana S. . UNESCO e a problemática sobre o Patrimônio da Humanidade: Machu Picchu e Ouro Preto sob o foco de discussão.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTANA, Poliana S. . Relato de Experiência de Estágio no Museu Histórico de Santa Catarina. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTANA, Poliana S. . A problemática do patrimônio cultural em Cusco - Peru. 2013. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTANA, Poliana S. . Corpo-objeto: os restos mortais de Cruz e Sousa no Museu Histórico de Santa Catarina 2019 (artigo).

  • ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; INACIO, J. F. ; SANTANA, Poliana S. . Cruz e Sousa: o poeta da Ilha. Florianópolis: FCC editora, 2015 (catálogo).

  • ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; INACIO, J. F. ; SANTANA, Poliana S. . Cruz e Sousa: o poeta da Ilha. Florianópolis: FCC editora, 2015 (catálogo).

  • ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . Relatório Geral de Atividades do Museu Histórico de Santa Catarina. Florianópolis: FCC, 2014 (Relatório).

Outras produções

SANTANA, Poliana S. ; ANDRADE, D. . Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina. 2016.

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . Relatório geral de atividades Museu Histórico de Santa Catarina - 2016. 2017.

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . Relatório geral de atividades Museu Histórico de Santa Catarina - 2015. 2016.

SANTANA, Poliana S. . Projeto Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina. 2015.

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; SANTANA, Poliana S. . Relatório Geral de Atividades do Museu Histórico de Santa Catarina. 2014.

SANTANA, Poliana S. . Interdisciplinaridade: museólogos, bibliotecários e arquivistas no museu. 2019. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

MATTOS, Rita de Cássia ; BONAS, Marília ; BALLESTER, Marco Antônio F. ; SANTANA, Poliana S. . Prática e Ética profissional. 2019. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

SANTANA, Poliana S. . Planta expositiva virtual para projeto de atualização da exposição de longa duração do Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes. 2017. (Maquete).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; BOROVSKY, V. ; SANTANA, Poliana S. ; NAU, Fernanda. ; TOMAZINI, T. C. S. ; ROSA, R. ; INACIO, J. F. ; ESCORTEGANHA, Márcia R. ; CARLSSON, M. L. ; CASTELLEN, C. ; UGOLINI, C. P. ; SILVA, E. S. ; BROERING, I. ; DEBIAZI, R. E. ; GODINHO, J. M. ; DELFINO, A. F. ; FREITAS, G. . Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina. 2015. (Planejamento institucional).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; BOROVSKY, V. ; SANTANA, Poliana S. ; NAU, Fernanda. ; TOMAZINI, T. C. S. ; ROSA, R. ; INACIO, J. F. ; ESCORTEGANHA, Márcia R. ; CARLSSON, M. L. ; CASTELLEN, C. ; UGOLINI, C. P. ; SILVA, E. S. ; BROERING, I. ; DEBIAZI, R. E. ; GODINHO, J. M. ; DELFINO, A. F. ; FREITAS, G. . Política de Aquisição e Descarte de acervos do Museu Histórico de Santa Catarina. 2015. (Planejamento institucional).

ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; BOROVSKY, V. ; SANTANA, Poliana S. ; NAU, Fernanda. ; TOMAZINI, T. C. S. ; ROSA, R. ; INACIO, J. F. ; ESCORTEGANHA, Márcia R. ; CARLSSON, M. L. ; CASTELLEN, C. ; UGOLINI, C. P. ; SILVA, E. S. ; BROERING, I. ; DEBIAZI, R. E. ; GODINHO, J. M. ; DELFINO, A. F. ; FREITAS, G. . Regimento Interno do Museu Histórico de Santa Catarina. 2015. (Planejamento institucional).

GONCALVES, J. ; ASSIS, Renilton Roberto S. M. ; LAVAGNOLI, M. ; SANTANA, Poliana S. . ( no prelo) Espirais do tempo: Santa Catarina através da história. 2015. (Catálogo).

SANTANA, Poliana S. . Planta expositiva virtual para projeto da exposição 'Arqueologia em Questão: Percorrendo o litoral catarinense'. 2014. (Maquete).

SANTANA, Poliana S. . Planta expositiva virtual para projeto da exposição 'Espirais do Tempo: Santa Catarina através da História. 2014. (Maquete).

SANTANA, Poliana S. . Museu Histórico de Santa Catarina: Uma experiência expográfica, a imersão entre conceitos e práticas. 2014. (Relatório de pesquisa).

SANTANA, Poliana S. . UNESCO e a problemática sobre o patrimônio da Humanidade: Machu Picchu e Ouro Preto sob o foco de discussão.. 2014. (Trabalho de Conclusão de curso).

SANTANA, Poliana S. . Relatório Final de Bolsa de Iniciação Científica CNPq. 2012. (Relatório de pesquisa).

PETRY, Michelle ; SANTANA, Poliana S. . Bonson revisitado: percursos. 2017 (Exposição).

DEVOS, Rafael Victorino ; BARBOSA, Gabriel Coutinho ; VEDANA, Viviane ; PAULO, Victor Vieira ; RODRIGUES, Paulo O. R. ; LOPES, Thainá Castro. C. F. ; SANTANA, Poliana S. . Ver Peixe. 2014 (Exposição).

CASTRO, T. ; SANTANA, Poliana S. ; ZEN, D. D. ; GODINHO, J. M. ; COSTA, N. G. ; QUADE, T. M. ; TESSARI, F. ; DELFINO, A. F. ; PICKSIUS, F. J. ; PILAR, C. ; VENTURA, C. A. ; GOMES, I. M. ; ALVES, G. ; MISSIO, L. . Exposição Lendas Urbanas: entre boatos e verdades. 2013 (Exposição Curricular).

SANTANA, Poliana S. . Projeto Lembranças: Recordar e Compartilhar (exposição virtual). 2012 (Comissão de Elaboração de Projeto exposição virtual REC: recordar e compartilhar).

SANTANA, Poliana S. . Exposição Ticuna em dois Tempos. 2012 (montagem de exposição).

GHIZONI, Vanilde R. ; SANTANA, Poliana S. . Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense. 2012 (Exposição).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Corpos expostos no museu: A presença dos restos mortais de Cruz e Sousa no MHSC, Descrição: O projeto tem como problemática a presença de corpos expostos em museus, mais precisamente o corpo do poeta Cruz e Sousa no Museu histórico de Santa Catarina. Partindo de conflitos e embates acerca da tutela dos restos mortais do poeta, a pesquisa tem como objetivo compreender a transformação de um corpo/pessoa em um corpo/objeto. Pensar a ambiguidade do corpo que ora se apresenta como propriedade e outra, como quem agencia ação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Rafael Victorino Devos - Integrante.

  • 2014 - 2016

    Exposições como fonte de reflexão, Descrição: Cada vez mais os museus se apropriam e se envolvem com recursos diferentes afim de, manter contato entre o visitante e o acervo. Exposições fazem parte de uma das bases fundamentais da museologia (a comunicação), das mais importantes, através delas se comunica algo, cria-se um elo que pode e deve ser inesgotável, cria-se uma rua de mão dupla, onde o fluxo de informações e reflexões ativa um dinamismo que traz de volta discussões, significados, críticas e experiências. ?As exposições, se forem feitas com atenção e imaginação, podem inspirar, surpreender e educar.? (Roteiros práticos 2 , p. 17). Para tanto é importante pensar aonde se quer chegar, colocar as ideias no papel, criando uma plataforma para as decisões para um plano de ações. ?A exposição é encarada como um trabalho de elaboração interna do museu, independentemente de haver ou não curador ou especialista de fora particularmente convidado para o projeto.? (Roteiros Práticos 2, 2001, p. 12). Para Cury (2005a, p. 4) ?(...) cabe às exposições de museus a maior responsabilidade por mediar a relação entre o homem e a cultura material.? Nesse sentido, as exposições refletem o discurso subjetivo ao qual a instituição se baseia e as relações que essa instituição está disposta a manter com a sociedade. Ao longo de mais de trinta anos, o Museu Histórico de Santa Catarina vem promovendo diversas exposições, entre longa e curta duração com as mais variadas tipologias, desde exposições históricas, passando por arte contemporânea até a exposições com formato de feiras (exposições de orquídeas). A falta de um programa de exposições e regimento de uso de espaço podem ter contribuído por muito tempo para esse problema. Não está aqui em discussão a qualidade das exposições, mas sua coerência com a missão da instituição.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

  • 2014 - 2015

    Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina, Descrição: Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (2015 - 2018) em cumprimento ao Estatuto de Museus (Lei Federal nº 11.904/09); ao Decreto Federal nº 8.124/13 e de acordo com a Lei Federal nº 7.287, de 18 de dezembro de 1984 entre outros documentos legais, foi desenvolvido entre abril de 2014 a dezembro de 2015, estabelece diretrizes para a organização integrada da instituição bem como ações a serem desenvolvidas no período entre 2015 a 2018 com previsão de acompanhamento durante o processo e revisão deste planejamento dentro dos prazos estabelecidos no Regimento Interno do Museu. Assim foram realizados os diagnósticos necessários para criação de documentos que estabelecem normas internas de funcionamento e atendimento a sociedade, destacando a criação do mencionado Regimento Interno e Política de Aquisição e Descartes de Acervos ambos publicados em Diário Oficial do Estado de Santa Catarina em 2015; a criação da Carta de Serviços ao Cidadão (2016) e a proposta de desenvolvimento de oito projetos para atender demandas prioritárias dentro dos programas deste planejamento. O documento apresenta todos os resultados e textos construídos durante a sua preparação assim como resumo de todas as discussões e decisões tomadas por uma equipe interdisciplinar que compôs o Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC), o qual ficou responsável pela elaboração e implementação das medidas necessárias para o desenvolvimento das ações previstas nas discussões. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / Júlia Moura Godinho - Integrante / Renilton Roberto da Silva Matos de Assis - Coordenador / Márcia Regina Escorteganha - Integrante / Julia Farias Inácio - Integrante / Márcia Lisboa Carlsson - Integrante / Christiane Castellen - Integrante / Fernanda Nau - Integrante / Rodrigo Rosa - Integrante / Tatiana Cristina da Silva Tomazini - Integrante / Esni Soares da Silva - Integrante / Gizelle Freitas - Integrante / Vanessa Borovsky - Integrante / Ingrid Broering - Integrante / Ana Flávia Delfino José - Integrante / Rose Elke Debiazi - Integrante / Cristiane Pedrini Ugolini - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 6

  • 2013 - 2016

    Modernidade, Arte e Pensamento, Descrição: O projeto levanta hipótese de que os eventos de dimensão estética são fundamentais na Modernidade, no seu sentido amplo, como um modo de vida em que o homem acredita poder desencadear processos históricos, como afirmou Kant. A estética desenvolve-se nos tempos modernos porque seu pressuposto ligado à noção de beleza, de bom e de verdadeiro imiscui-se nas dimensões espaciais e temporais, nas políticas de raça, classe e gênero, nas construções das cidades vinculadas ao urbanismo e à arquitetura, nos projetos de modernização no que tange à técnica, nos meios de comunicação no que tange aos aparatos e aos intelectuais, na criação de imagens e imaginários, identidades e representações, ou seja, nos investimentos na visualidade ou na aparência em todas as esferas e, por fim, em algo que perpassa a todos estes quesitos, as subjetividades ou as sensibilidades. Segundo Rancière, na base da política existe uma estética, que nada tem a ver com a estetização da política, própria da era das massas, ou com a banalização da arte nos dias de hoje. Se, por um lado, a política é estética, por outro, a arte pode ser considerada política, determinando relações espaço-temporais, formas de visibilidade, relações entre as formas sensíveis e seus modos de representação. O acontecimento artístico presta-se à chamada revolução documental, da qual nos fala Jacques Le Goff: o documento não é qualquer coisa que ficou do passado, é um produto da sociedade que fabricou, segundo as relações de força que aí detinham o poder. E ademais, como lembra Jorge Coli, um quadro, uma escultura, uma arquitetura, um ajardinamento, uma peça de teatro, desencadeiam pensamentos sobre o mundo, sobre as coisas, sobre os homens, sobre as sociedades. Neste sentido, queremos com este projeto, desenvolver/aprofundar/consolidar uma maneira metodológica de lidar com os acontecimentos artísticos, especialmente, na sua nova relação com a noção de imagem, nos apropriamos de uma lógica em que a ideia seria criar um campo de pensabilidade fora do que orienta o pensamento entendido como representação. Dentro desta perspectiva, articulam-se algumas contribuições de filósofos como Foucault, Deleuze, Agamben, da psicanálise como a de Guattari, da linguística como de Derrida, da teoria da imagem e da história da arte, como Benjamin, Warburg, Didi-Huberman, entre outras, que buscam, com seus construtos teóricos, atravessar os modelos redutores de apreensão do mundo, oferecendo-nos novos planos para pensarmos a experiência estética, como experiência da Modernidade. Projeto Edital Universal - Processo 472241/2013-3 Recurso liberado 33.000,00 + uma bolsa AT e uma Bolsa IC Bolsistas: Daniel Della Zen (Apoio Técnico) ? 066230749-61 Poliana Santana (Iniciação Científica) ? 314180248-30 Victor Wolfgang Kegel Amal (Iniciação Científica) ? 094004709-83 Carolina Bayer (História) ? 089311559-21 Pesquisadores de outras Universidades Maria de Fátima Fontes Piazza (UFSC) ? 15180719100 Hermetes Reis de Araújo (UFSC) - 34198121915 Patricia Peterle (UFSC) ? 02493576748 Luciene Lehmkuhl (UFF) ? 561307409-72 Ana Lucia Vilela (UFG) ? 015863797-63 Daniela Queiroz ? 055952119-70 Marcelo Téo (UDESC) 02514114942. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (10) .. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (10) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Hermetes Reis de Araújo - Integrante / Luciene Lehmkuhl - Integrante / Ricardo Machado - Integrante / Maria de Fátima Fontes Piazza - Integrante / Grégori Michel Czizeweski - Integrante / Daniela Queiroz Campos - Integrante / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Patricia Peterle - Integrante / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Carolina Bayer - Integrante / Francielly Dossin - Integrante / Alexandra Liz Alvim - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Ana Lucia Vilela - Integrante / Victor Wolfgang Kegel Amal - Integrante / Christiane Kalb - Integrante / Luana Loiria - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Marcelo Téo - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Clarice Caldini Lemos - Integrante / Cristiane Garcia Teixeira - Integrante / Cecília Reibnitz - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

Projetos de desenvolvimento

  • 2014 - Atual

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação / Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação / Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa / Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

  • 2014 - 2016

    Banco de dados (Piloto) de exposições do Museu HIstórico de Santa Catarina, Descrição: O presente projeto surge como desdobramento da problemática levantada em diagnóstico pelo Grupo de Trabalho para elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC) acerca da fragmentação de informações sobre a memória da instituição. O projeto tem como premissa o desenvolvimento de um Banco de Dados informatizado que possibilite a recuperação de informação acerca de todas as exposições que aconteceram no MHSC desde sua inauguração, tornando-se assim, uma ferramenta importante na sistematização da memória institucional e reflexão critica acerca da fragmentação documental, gestão da informação e acesso público aos bens culturais. Iniciado em 2014, o projeto possui três fases: 1ª Levantamento de exposições; 2ª desenvolvimento do Banco de dados de exposições; 3ª Desenvolvimento de dossiês de exposições. O projeto aprovado pela instituição consta no documento do Plano Museológico. 2015-2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Poliana Silva Santana - Coordenador / Daniel de Andrade - Integrante., Financiador(es): Fundação Catarinense de Cultura - Cooperação / Fundação Catarinense de Cultura - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Poliana Silva Santana - Integrante / FLORES. Maria Bernardete Ramos - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3

Histórico profissional

Experiência profissional

2020 - Atual

Viés Cultural

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Museóloga, Carga horária: 40

Atividades

  • 09/2020

    Serviços técnicos especializados , Viés Cultural.Serviço realizado, Documentação e conservação de acervos.

2019 - 2020

Academia Catarinense de Odontologia

Vínculo: Consultora, Enquadramento Funcional: Responsável Técnica em Museologia, Carga horária: 20

Atividades

  • 11/2019 - 07/2020

    Serviços técnicos especializados , ACO.Serviço realizado, Elaboração do Estatuto Social e do Regimento Interno do Museu da Odontologia de Santa Catarina.

2018 - 2020

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista CNPq, Regime: Dedicação exclusiva.

2013 - 2016

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista IC-CNPq, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuação no Laboratório de História e Arte (LabHArte/UFSC). Sob a coordenação da profª DRª Maria Bernardete Ramos Flores.

2012 - 2013

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista permanência - UFSC, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuação no Laboratório de História e Arte (LabHArte/UFSC). Sob a coordenação da profª DRª Maria Bernardete Ramos Flores.

2011 - 2012

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista IC-CNPq, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuação no Laboratório de História e Arte (LabHArte/UFSC). Sob a coordenação da profª DRª Maria Bernardete Ramos Flores.

Atividades

  • 03/2018

    Pesquisa e desenvolvimento, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social - PPGAS.Linhas de pesquisa

  • 11/2013 - 11/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Participa do Projeto Edital Universal - Processo 472241/2013-3, intitulado "Modernidade, Arte e Pensamento", sob coordenação da profª Drª Maria Bernardete Ramos Flores..

  • 02/2014 - 05/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, In: ISAÍA, Artur; PRIEGO, Natalia. (Org.). História, ciência e medicina no Brasil e América Latina: (séculos XIX e XX) Canoas/RS: Ed. Unilasalle, 2016, v. 1, p. 153-185..

  • 09/2011 - 05/2015

    Pesquisa e desenvolvimento, Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Linhas de pesquisa

  • 11/2013 - 02/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, FLORES, M. B. R.. O corpo das imagens de Jesus no Modernismo: a propósito do espiritual da arte. In: Paulo Knauss e Marize Malta. (Org.). Objetos do olhar: história e arte. 1ed.São Paulo: Rafael Copetti Editor, 2015, v. 1, p. 156-179..

  • 09/2013 - 12/2014

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Coordenação de Antropologia - Centro de Filosofia e Ciências Humanas.Cargo ou função, Representante discente do Colegiado do curso de Museologia (suplente).

  • 12/2012 - 12/2013

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Participação no projeto 'Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B", sob a coordenação da profª Drª Maria Bernardete Ramos Flores..

  • 12/2012 - 12/2013

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Participação no projeto "Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina".

  • 07/2013 - 08/2013

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Participação como bolsista para a pesquisa e publicação do capítulo:.

  • 03/2012 - 07/2012

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Comunicação e Expressão - UFSC - Design de Exposições.Cargo ou função, Membro da Comissão de elaboração de projeto para a "Exposição REC - Recordar e Compartilhar".

  • 09/2011 - 07/2012

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Participação no projeto "Os loucos anos vinte: imagina e utopia - estudos comparativos entre Brasil e Argentina", sob a coordenação da profª DRª Maria Bernardete Ramos Flores..

  • 09/2011 - 09/2011

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de História e Arte (LABHARTE), Laboratório de História e Arte (LABHARTE).Atividade realizada, Monitoria no IV Colóquio de História e Arte: Imagem e Memória.

2020 - Atual

Conselho Regional de Museologia - 5º Região

Vínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Conselheira Tesoureira

2015 - 2016

Museu Histórico de Santa Catarina

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estudante de Antropologia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio curricular não obrigatório no Setor Museológico - Núcleo de Museologia do Museu Histórico de Santa Catarina como acadêmica de Antropologia sob a coordenação do museólogo Renilton Assis e orientação do antropólogo e prof. Dr. Rafael Victorino Devos (UFSC).

2014 - 2015

Museu Histórico de Santa Catarina

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estudante de Museologia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio curricular não obrigatório no Setor Museológico - Núcleo de Museologia do Museu Histórico de Santa Catarina como acadêmica de Antropologia sob a coordenação do museólogo Renilton Assis e orientação do antropólogo e profª Mª Thainá Castro Costa Figueiredo Lopes (UFSC).

2014 - 2014

Museu Histórico de Santa Catarina

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estudante de Museologia, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio Curricular Obrigatório Supervisionado desenvolvido no Setor Museológico - Núcleo de Museologia do Museu Histórico de Santa Catarina, coordenado pelo museólogo Renilton Assis e orientação da museóloga e M. profª Thainá Castro Costa Figueiredo Lopes.

Atividades

  • 08/2014 - 12/2018

    Pesquisa e desenvolvimento, Museu Histórico de Santa Catarina.Linhas de pesquisa

  • 08/2014 - 08/2016

    Pesquisa e desenvolvimento, Museu Histórico de Santa Catarina.Linhas de pesquisa

  • 03/2014 - 08/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Acompanhamento de courier de acervos, auxiliou na elaboração e preenchimento de laudos de entrada e saída de objetos..

  • 12/2015 - 07/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Elaboração e desenvolvimento conjunto do Relatório geral de Atividades do MHSC - ano 2015.

  • 07/2015 - 07/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Elaboração e desenvolvimento de Banco de dados (piloto) de exposições do Museu Histórico de Santa Catarina. Co-autoria: Daniel Andrade (TI-FCC)..

  • 04/2014 - 07/2016

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Participação na elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina 2015-2018..

  • 08/2014 - 12/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Desenvolveu o levantamento de exposições que ocorreram no MHSC 1979-2015..

  • 04/2014 - 12/2015

    Pesquisa e desenvolvimento, Museu Histórico de Santa Catarina.Linhas de pesquisa

  • 04/2014 - 12/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Membro do Grupo de Trabalho para Elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM/MHSC)..

  • 05/2015 - 08/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Participação na elaboração da Política de Aquisição e Descartes de acervos museológicos, bibliográficos e arquivísticos.Aprovado pela Portaria nº 43 de 11 de novembro de 2015 (FCC). Publicado em Diário Oficial..

  • 01/2015 - 07/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Elaboração e desenvolvimento conjunto do Relatório geral de Atividades do MHSC - ano 2014.

  • 10/2014 - 04/2015

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Participação na elaboração do Regimento Interno do Museu Histórico de Santa Catarina (GTPM-MHSC). Aprovado em Portariia nº 28 de 21 de julho de 2015 (FCC) e publicado em Diário Oficial..

  • 03/2014 - 07/2014

    Outras atividades técnico-científicas , Museu Histórico de Santa Catarina, Museu Histórico de Santa Catarina.Atividade realizada, Elaboração da planta expositiva (virtual) para projeto expográfico da exposição de longa duraçao do MHSC coordenado pelo museólogo Renilton Assis..

2017 - 2018

Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estudante de Antropologia, Carga horária: 30

Outras informações:
Estágio curricular não obrigatório no Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes como acadêmica de Antropologia sob a supervisão de Sandra Buth Zanon e orientação da antropóloga e profª. Drª. Alicia Norma González Castell (UFSC).

Atividades

  • 07/2017 - 03/2018

    Outras atividades técnico-científicas , Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes, Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes.Atividade realizada, Elaboração de projeto (piloto) de atualização de exposição de longa duração do centro de Memória Desembargador Adão Bernardes.

  • 04/2017 - 07/2017

    Outras atividades técnico-científicas , Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes, Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes.Atividade realizada, Elaboração de Diagnóstico Institucional e de acervos do Centro de Memória Desembargador Adão Bernardes.

2016 - 2017

Associação de Amigos do Museu Histórico de Santa Catarina - AAMHSC

Vínculo: Diretoria Excutiva - Membro, Enquadramento Funcional: Diretora de Secretaria

Outras informações:
A AAMHSC (gestão 2016-2017) é uma associação civil, de fins culturais, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria. Tem como propósito fomentar cooperativa e financeiramente com as atividades culturais do Museu Histórico de Santa Catarina. Membros: Nêemias Gonçalves Costa (Diretor(a) Presidente); Vanessa Borowsky (DIretor(a) Vice-Presidente); Poliana Silva Santana (Diretor(a) - Secretaria); Flávio Tessari (Diretor Cultural) e Cristiane Pedrini Ugolini (Diretor(a) - Tesouraria).

Atividades

  • 09/2016 - 05/2017

    Direção e administração, Associação de Amigos do Museu Histórico de Santa Catarina - AAMHSC.Cargo ou função, Membro - Diretoria de Secretaria.

2014 - 2014

Museu de Arqueologia e Etnologia / UFSC - Oswaldo Rodrigues Cabral

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista voluntária, Carga horária: 20

Atividades

  • 05/2014 - 11/2014

    Estágios , Museu de Arqueologia e Etnologia / UFSC - Oswaldo Rodrigues Cabral.Estágio realizado, Trabalhou na montagem, apoio no desenvolvimento de ações educativas e na manutenção da exposição "Arquelogia em Questão: percorrendo o Litoral Catarinense".

  • 11/2012 - 11/2012

    Outras atividades técnico-científicas , Museu de Arqueologia e Etnologia / UFSC - Oswaldo Rodrigues Cabral, Museu de Arqueologia e Etnologia / UFSC - Oswaldo Rodrigues Cabral.Atividade realizada, Participação na montagem da exposição "Ticuna em dois Tempos".