Iris Munhoz Costa
Farmacêutica-bioquímica pela Universidade Paulista. Mestre e Doutora em Ciências pelo programa de pós-graduação em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica da Faculdade de Ciências Farmacêutica - USP (2022) e realizou estágio acadêmico na Cold Spring Harbor Labortaory (2019 - 2020). Possui experiência na área de bioquímica e biologia molecular, com foco em engenharia, produção heteróloga e caracterização de proteínas de interesse biotecnológico.
Informações coletadas do Lattes em 04/06/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica
2017 - 2022
Universidade de São Paulo
Título: Caracterização bioquímica e avaliação citotóxica de isoformas mutantes de L-Asparaginase II de Dickeya chrysanthemi (Erwinia chrysanthemi).
Orientador: em Cold Spring Harbor Laboratory ( Dra. Camila Oresco dos Santos)
com Dra. Gisele Monteiro. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: L-asparaginase; mutação; Erwinia chrysanthemi; Leucemia linfoblástica aguda.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica.
Mestrado em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica
2013 - 2015
Universidade de São Paulo
Título: Produção, caracterização cinética e engenharia da proteína Asparaginase 1 de Saccharomyces cerevisiae para avaliação de seu uso como biofármaco., Ano de Obtenção: 2015
Gisele Monteiro de Souza.Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: Asparaginase; Saccharomyces cerevisiae; engenharia da proteína; biofármaco.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Bioquímica dos Microorganismos.
Formação complementar
2018 - 2018
Capacitação no Uso e Manejo de Animais de Laboratório. , Instituto de Ciências Biomédicas, ICB - USP, Brasil.
2018 - 2018
Programa de Aperfeiçoamento do Ensino. (Carga horária: 120h). , Faculdade de Ciências Farmacêuticas, FCF - USP, Brasil.
2015 - 2015
Programa de Aperfeiçoamento do Ensino. (Carga horária: 120h). , Faculdade de Ciências Farmacêuticas, FCF - USP, Brasil.
2012 - 2012
ABC do Câncer. (Carga horária: 30h). , Instituto Nacional de Câncer, INCA, Brasil.
2012 - 2012
Aspectos Práticos da Pesquisa Clínica em Oncologia. (Carga horária: 34h). , Instituto do Câncer do Etado de São Paulo, ICESP, Brasil.
2011 - 2011
Cromatografia Líquida de Alta Eficiência. (Carga horária: 24h). , SENAI - Departamento Regional de São Paulo, SENAI/DR/SP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Lê Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Organização de eventos
COSTA, IRIS MUNHOZ . III Curso de Inverno da Comissão Pósgraduação em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica. 2017. (Outro).
Participação em eventos
22nd Global Congress on Biotechnology. Engineered Erwinase with possible fewer adverse effects for treatment of acute lymphoblastic leukemia. 2019. (Congresso).
47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology. MUTANT L-ASPARAGINASE OF DICKEYA CHRYSANTHEMI (ERWINIA CHRYSANTHEMI) WITH BETTER BIOCHEMICAL PARAMETERS. 2018. (Congresso).
47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology. MUTANT L-ASPARAGINASE OF DICKEYA CHRYSANTHEMI (ERWINIA CHRYSANTHEMI) WITH BETTER BIOCHEMICAL PARAMETERS. 2018. (Congresso).
IV Congress of the Brazilian Association of Pharmaceutical Science. DOUBLE MUTANT L-ASPARAGINASE OF Erwinia chrysanthem WHICH MAY HAVE MINOR ADVERSE EFFECTS. 2018. (Congresso).
III Curso de Inverno da Comissão Pós-graduação em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica.?Caracterização e engenharia da proteína L-aparaginase para avaliação como biofármaco. 2017. (Outra).
II Congress of the Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences. Characterization of the active site of L-asparaginase of Saccharomyces cerevisiae.. 2014. (Congresso).
I Workshop do projeto temático L-asparaginase FAPESP.Characterization of the active site of L-asparaginase 1 of Saccharomyces cerevisiae. 2014. (Outra).
XI Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática.Produção, caracterização cinética da proteína asparaginase 1 de Saccharomyces cerevisiae para avaliação do seu uso como biofármaco. 2014. (Seminário).
III Seminário de Pesquisa Clínica - Plataforma Brasil. 2012. (Seminário).
International Clinical Trials Workshop. 2012. (Outra).
INCT-if Internacional Workshop on Pharmaceutical R&D - Módulo 1: Qhality & Documentation. 2011. (Outra).
XL Annual Meeting of SBBq.. Study of YDL118W - ORF of Unknown Function - in the Maintenance of Genomic Stability and its Relationship with Oxidative Stress in Saccharomyces cerevisiae. 2011. (Congresso).
Produções bibliográficas
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COSTA, IRIS MUNHOZ ; EFFER, BRIAN ; COSTA-SILVA, TALES ALEXANDRE ; CHEN, CHEN ; CICCONE, MICHAEL F. ; PESSOA, ADALBERTO ; DOS SANTOS, CAMILA O. ; Monteiro, Gisele . Cathepsin B Is Not an Intrinsic Factor Related to Asparaginase Resistance of the Acute Lymphoblastic Leukemia REH Cell Line. INTERNATIONAL JOURNAL OF MOLECULAR SCIENCES , v. 24, p. 11215, 2023.
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LIMA, GUILHERME M. ; MENEZES, MILENE C. ; Costa, Iris M. ; SERRANO, SOLANGE M. T. ; Monteiro, Gisele . Development Of A Cell-Free Protein Synthesis Protocol To Rapidly Screen L-Asparaginase Proteoforms By Enzymatic Activity. JOURNAL OF CHEMICAL TECHNOLOGY AND BIOTECHNOLOGY , v. 96, p. 1, 2021.
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MUNHOZ COSTA, IRIS ; CUSTÓDIO MOURA, DÉBORA ; MEIRA LIMA, GUILHERME ; PESSOA, ADALBERTO ; ORESCO DOS SANTOS, CAMILA ; OLIVEIRA, MARCOS ANTÔNIO ; Monteiro, Gisele . Engineered Asparaginase from Erwinia chrysanthemi enhances asparagine hydrolase activity and diminishes enzyme immunoreactivity. JOURNAL OF CHEMICAL TECHNOLOGY AND BIOTECHNOLOGY , v. 96, p. 1-12, 2021.
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COSTA-SILVA, T.A. ; COSTA, I.M. ; BIASOTO, H.P. ; LIMA, G.M. ; SILVA, C. ; PESSOA, A. ; MONTEIRO, G. . Critical overview of the main features and techniques used for the evaluation of the clinical applicability of L-asparaginase as a biopharmaceutical to treat blood cancer. BLOOD REVIEWS , v. 39, p. 100651, 2020.
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EFFER, BRIAN ; KLEINGESINDS, EDUARDO KREBS ; LIMA, GUILHERME MEIRA ; COSTA, IRIS MUNHOZ ; SÁNCHEZ-MOGUEL, IGNACIO ; PESSOA, ADALBERTO ; SANTIAGO, VERÔNICA FEIJOLI ; PALMISANO, GIUSEPPE ; FARÍAS, JORGE G. ; Monteiro, Gisele . Glycosylation of Erwinase results in active protein less recognized by antibodies. BIOCHEMICAL ENGINEERING JOURNAL , v. 163, p. 107750, 2020.
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RODRIGUES, MARIANE A.D. ; PIMENTA, MARCELA V. ; Costa, Iris M. ; ZENATTI, PRISCILA P. ; MIGITA, NATACHA A. ; YUNES, JOSÉ A. ; RANGEL-YAGUI, CARLOTA O. ; DE SÁ, MATHEUS M. ; PESSOA, ADALBERTO ; COSTA-SILVA, TALES A. ; TOYAMA, MARCOS H. ; BREYER, CARLOS A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS A. ; SANTIAGO, VERONICA F. ; PALMISANO, GIUSEPPE ; BARBOSA, CHRISTIANO M.V. ; HEBEDA, CRISTINA B. ; FARSKY, SANDRA H.P. ; Monteiro, Gisele . Influence of lysosomal protease sensitivity in the immunogenicity of the antitumor biopharmaceutical asparaginase. BIOCHEMICAL PHARMACOLOGY , v. 182, p. 114230, 2020.
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COSTA, IRIS MUNHOZ ; SCHULTZ, LEONARDO ; DE ARAUJO BIANCHI PEDRA, BEATRIZ ; LEITE, MARIANA SILVA MOREIRA ; FARSKY, SANDRA H. P. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; PESSOA, ADALBERTO ; Monteiro, Gisele . Recombinant L-asparaginase 1 from Saccharomyces cerevisiae: an allosteric enzyme with antineoplastic activity. Scientific Reports , v. 6, p. 36239, 2016.
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SANTOS, JOÃO H. P. M. ; Costa, Iris M. ; MOLINO, JOÃO V. D. ; LEITE, MARIANA S. M. ; PIMENTA, MARCELA V. ; COUTINHO, JOÃO A. P. ; PESSOA, ADALBERTO ; VENTURA, SÓNIA P. M. ; LOPES, ANDRÉ M. ; Monteiro, Gisele . Heterologous expression and purification of active -asparaginase I of in host. Biotechnology Progress (Print) , v. 1, p. 1, 2016.
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Costa, Iris M ; Nasser, Tallybia HT ; Demasi, Marilene ; Nascimento, Rafaella MP ; Netto, Luis ES ; Miyamoto, Sayuri ; Prado, Fernanda M ; Monteiro, Gisele . The promoter of filamentation (POF1) protein from Saccharomyces cerevisiae is an ATPase involved in the protein quality control process. BMC MICROBIOLOGY , v. 11, p. 268, 2011.
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Costa, Iris M. ; Monteiro, Gisele . Revealing a gene function in the cell: The characterization of an unverified ORF from Saccharomyces cerevisiae as a new ATPase that is involved in the protein quality control process.. In: Costa, Iris M, Monteiro, G. (Org.). Basic Methods in Protein Purification and Analysis. 1ed.Hong Kong: Iconcept Press, 2013, v. 1, p. 1-16.
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Costa, Iris M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Proteína isolada da levedura do pão mostra potencial contra células de leucemia. Agencia FAPESP, 16 dez. 2016.
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COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Enzima da levedura do pão e da cerveja pode ajudar no tratamento da leucemia. Jornal Extra, Rio de Janeiro, 14 dez. 2016.
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COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Levedura do pão e da cerveja pode ser alternativa para tratar leucemia infantil.. Estadão, São Paulo, 12 dez. 2016.
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COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Brasileiros estudam nova enzima que pode ajudar na cura do câncer infantil. Portal G1 - Globo, São Paulo, 08 dez. 2016.
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COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Enzima da levedura do pão pode ser alternativa para tratar leucemia infantil. Jornal da USP, São paulo, 11 nov. 2016.
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COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Pesquisa investiga novo biofármaco para o câncer infantil.. UNESP, São Paulo, 08 nov. 2016.
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COSTA-SILVA, T. A. ; COSTA, I. M. ; PESSOA, A. ; MONTEIRO, G. . Bioprospecting and rational engineering of new L-asparaginases to present a better biopharmaceutical for blood cancer treatment. In: 22nd Global Congress on Biotechnology, 2019, Berlin. 22nd Global Congress on Biotechnology, 2019. v. 16.
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COSTA, I.M. ; MOURA, D. C. ; PESSOA, A. ; MONTEIRO, G. . Engineered Erwinase with possible fewer adverse effects for treatment of acute lymphoblastic leukemia. In: 22nd Global Congress on Biotechnology, 2019, Berlin. 22nd Global Congress on Biotechnology, 2019. v. 16.
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COSTA, I. M. ; MOURA, D. C. ; PESSOA JUNIOR, A. ; MONTEIRO, G. . MUTANT L-ASPARAGINASE OF DICKEYA CHRYSANTHEMI (ERWINIA CHRYSANTHEMI) WITH BETTER BIOCHEMICAL PARAMETERS. In: 47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology (SBBq), 2018, Joinville. 47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology (SBBq), 2018. p. 51-51.
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SILVA, C. ; COSTA, I. M. ; MONTEIRO, G. . Production and purification of L-asparaginase I small of Saccharomyces cerevisiae. In: 47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology (SBBq), 2018, Joinville. 47th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology (SBBq), 2018. p. 104-104.
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COSTA, I. M. ; MOURA, D. C. ; PESSOA JUNIOR, A. ; MONTEIRO, G. . DOUBLE MUTANT L-ASPARAGINASE OF Erwinia chrysanthem WHICH MAY HAVE MINOR ADVERSE EFFECTS. In: IV Congress Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences (ABCF), 2018, São Paulo. IV Congress Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences (ABCF), 2018. v. 54. p. 91-91.
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SCHULTZ, L. ; COSTA, I. M. ; OLIVEIRA, M. A. ; PESSOA JUNIOR, A. ; MONTEIRO, G. . STRUCTURAL AND FUNCTIONAL CHARACTERIZATION AND RATIONAL MODIFICATION OF L-ASNASE_M: A NEW BIOPHARMACEUTICALFOR THE ACUTE LYMPHOBLASTIC LEUKEMIA TREATMENT?. In: XLIII Reunião Anual da SBBq, 2015, Foz do Iguaçu. XLIII Reunião Anual da SBBq, 2015.
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MONTEIRO, G. ; COSTA, I. M. ; LEITE, M. M. S. ; PEDRA, B. B. A. ; SCHULTZ, L. ; Adalberto Pessoa Junior ; FARSKY, S. H. P. ; OLIVEIRA, M. A. . Characterization and protein engineering of L-asparaginase 1 from Saccharomyces cerevisiae to evaluate its use as biopharmaceutical. In: OMICS International Conferenc, 2015, Brisbane. Cancer Therapy, 2015. v. 7. p. 66-66.
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COSTA, I. M. ; SOUZA, G. M. . Characterization of the active site of L-asparaginase of Saccharomyces cerevisiae. In: II Congress of the Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences, 2014, Búzios - RJ. Cancer Pharmacology and Biomarkers, 2014.
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OLIVEIRA, M. A. ; SCHULTZ, L. ; QUINTEIRO, L. C. ; COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; MONTEIRO, G. . A novel low molecular weight fungal L-Asparaginase: An alternative biopharmaceutical to treatment of acute lymphoid leukemia?. In: XVIII Congress of the Portuguese Biochemical Society, 2014, Coimbra. XVIII Congress of the Portuguese Biochemical Society, 2014.
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COSTA, I. M. ; LEITE, M. M. S. ; SOUZA, G. M. ; Adalberto Pessoa Junior . Produção, caracterização cinética da proteína asparaginase 1 de Saccharomyces cerevisiae para avaliação do seu uso como biofármaco. In: XI Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática, 2014, Rio de Janeiro. XI Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática, 2014.
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COSTA, I. M. ; Monteiro, Gisele . YCL047C is a putative ATPase involved in Saccharomyces cerevisiae endoplasmic reticulum-associated degradation (ERAD) pathway.. In: XL Annual Meeting of SBBq, 2011, Foz do Iguaçu. XL Annual Meeting of SBBq Program and Index, 2011.
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COSTA, I. M. ; Monteiro, Gisele . Study of YDL118W - ORF of Unknown Function - in the Maintenance of Genomic Stability and its Relationship with Oxidative Stress in Saccharomyces cerevisiae.. In: XL Annual Meeting of SBBq, 2011, Foz do Iguaçu. XL Annual Meeting of SBBq Program and Index, 2011.
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COSTA, I. M. ; Netto, Luis ES ; Nascimento, Rafaella MP ; Demasi, Marilene ; Monteiro, Gisele . Characterization of YCL047C, a Putative Adenylyltransferase Involved in the Saccharomyces cerevisiae Oxidative Stress Response. In: Yeast Genetics and Molecular Biology Meeting, 2010, Vancouver. Yeast Meeting Vancouver 2010 Program and Abstracts. Maryland: Bethesda, 2010. v. 1. p. 120-120.
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COSTA, I. M. ; MOURA, D. C. ; PESSOA JUNIOR, A. ; MONTEIRO, G. . MUTANT L-ASPARAGINASE OF DICKEYA CHRYSANTHEMI (ERWINIA CHRYSANTHEMI) WITH BETTER BIOCHEMICAL PARAMETERS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
COSTA, IRIS MUNHOZ ; Monteiro, Gisele . Novidade científica - Nova enzima reduz os efeitos colaterais do tratamento contra leucemia. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
COSTA, I. M. ; PESSOA JUNIOR, A. ; DE OLIVEIRA, MARCOS ANTONIO ; MONTEIRO, G. . Pesquisadores brasileiros avançam no tratamento da Leucemia Linfoide Aguda. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Projetos de pesquisa
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2019 - 2020
Uso de tecnologias leading-edge em biologia molecular para caracterização de resistência a asparaginase., Descrição: A L-asparaginase (ASNase) é uma L-asparagina amido-hidrolase usada como primeira linha do tratamento da leucemia linfoblástica aguda (LLA). A ASNase é capaz de catalisar a hidrólise da L-asparagina, esgotando esse aminoácido da corrente sanguínea. As células LLA dependem da obtenção da L-asparagina na corrente sanguínea para a síntese protéica e proliferação celular, uma vez que não são capazes de expressar ou expressam baixos níveis da enzima asparagina sintetase (ASNS). Atualmente, o biofármaco é obtido a partir de bactérias Escherichia coli e Erwinia chrysanthemi, e apesar de sua eficácia, muitos efeitos adversos são observados nos pacientes. A hipersensibilidade e a produção de anticorpos anti-ASNase podem ser observadas em até 60 dos pacientes, podendo resultar na resistência a ASNase ou do tratamenteto, o que resulta em níveis aumentados de recidiva da doença. Diferentes linhagens celulares de LLA respondem de forma diferente ao tratamento com ASNase. A linhagem de LLA Reh é caracterizada como resistente ao tratamento por expressar altos níveis de ASNS; além disso, expressa constitutivamente o gene da catepsina B (CTSB). No entanto, como a expressão gênica é modulada após a exposição ao ASNase nesta linhagem celular e a influência da CTSB nesta resposta não é conhecida. Portanto, avaliar as diferenças na expressão gênica da linhagem Reh com e sem expressão de CSTB pode contribuir para a elucidação de novos mecanismos de resistência e sensibilidade à ASNase, bem como para o desenvolvimento de enzimas mais eficientes. Para isso, será construído o knockout do gene CTSB na linhagem celular Reh através da técnica CRISPR / Cas9 e as células serão tratadas com diferentes proteoformas de ASNase. A comparação do perfil de RNA pode ajudar a elucidar como a linhagem de células Reh modula a expressão gênica durante a exposição à ASNase e se a atividade de CTSB interfere na resistência da linhagem Reh à ASNase.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iris Munhoz Costa - Integrante / Gisele Monteiro - Coordenador / Camila Oresco dos Santos - Integrante.
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2017 - 2022
Caracterização bioquímica e avaliação citotóxica de isoformas mutantes de L-Asparaginase II de Dickeya chrysanthemi (Erwinia chrysanthemi), Descrição: A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é caracterizada pela produção descontrolada de blastos linfóides e pelo bloqueio da produção da hematopoese normal, sendo a neoplasia mais frequente em crianças e adolescentes. O tratamento da doença é feito com a L-asparaginase (L-ASNase), enzima obtida a partir das bactérias Escherichia coli e Dickeya chrysanthemi (anteriormente denominada Erwinia chrysanthemi). A L-ASNase hidrolisa a L-asparagina (Asn) em ácido aspártico (Asp) e amônia e impede que as células tumorais obtenham Asn da circulação sanguínea para síntese de proteínas e proliferação, levando a morte celular por apoptose. Desde a década de 70 a enzima vem sendo o principal agente para remissão da LLA. No entanto, ambas as formulações estão associadas com um alto índice de efeitos adversos, principalmente resistência ao medicamento causada pela produção de anticorpos anti-asparaginase e hipersensibilidade acentuada, que comprometem a eficácia do tratamento. Além disso, os pacientes sofrem com os vários períodos de escassez do medicamento no mercado mundial; aqui no Brasil a falta de comercialização ocorre desde 2013. Desta forma se faz necessário a busca por novas alternativas para o tratamento de LLA. O desenvolvimento de isoformas mutantes a partir das enzimas bacterianas já comercializadas pode contribuir para diminuição dos efeitos adversos e ser uma alternativa para comercialização nacional. O nosso grupo de pesquisa utilizando a L-ASNase de D. chrysanthemi criou uma biblioteca de mutantes a partir de mutagênese aleatória. A partir dessa biblioteca, foram selecionados dez mutantes que apresentaram em ensaios preliminares uma melhora na atividade específica de até 285 em relação e enzima selvagem. Esse projeto tem o objetivo de caracterizar as dez isoformas de D. chrysanthemi e, selecionar as que apresentarem as melhores características bioquímicas para avaliação do potencial citotóxico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iris Munhoz Costa - Integrante / Gisele Monteiro - Coordenador.
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2013 - 2015
Produção, caracterização cinética e engenharia da proteína Asparaginase 1 de Saccharomyces cerevisiae para avaliação de seu uso como biofármaco., Descrição: A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é caracterizada pela produção descontrolada de blastos de características linfóides e pelo bloqueio da produção normal de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. É a neoplasia mais frequente em crianças e adolescentes, representando aproximadamente 30% dos casos de câncer nessa faixa etária. As células tumorais dependem da presença de asparagina na circulação sanguínea para síntese de proteínas e proliferação celular, uma vez que a síntese desse aminoácido está diminuída ou ausente nas células leucêmicas. A L-asparaginase (ASPase), uma enzima obtida a partir de Escherichia coli e Erwinia chrysanthemi, é considerada um importante antineoplásico no tratamento da doença desde a década de 70. A ASPase hidrolisa a asparagina resultando em ácido aspártico e amônia, impedindo que as células tumorais se alimentem ocasionando a morte celular. No entanto, ambas as formulações estão associadas com um alto índice de efeitos adversos, principalmente resistência ao medicamento causada pela produção de anticorpos anti-asparaginase e hipersensibilidade acentuada, que comprometem a evolução e eficácia do tratamento. Muitos microrganismos são capazes de produzir asparaginase, porém, as propriedades cinéticas das enzimas não bacterianas têm limitado seu uso. Saccharomyces cerevisiae é uma levedura de fácil manipulação genética e possui o gene ASP1 responsável pela produção de asparaginase I na levedura. Contudo, existem poucos estudos sobre a asparaginase produzida por S. cerevisiae. Esse projeto tem por objetivo avaliar as propriedades cinéticas e de estabilidade da enzima de levedura e realizar mutações racionais para melhorar esses parâmetros. Usaremos como padrão as enzimas produzidas por E. coli e E. chrysanthemi para produzirmos uma asparaginase com melhor atividade e menores efeitos adversos a partir de ASP1. Para isso faremos mutações na sequencia de aminoácidos da proteína e ensaios enzimáticos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iris Munhoz Costa - Integrante / Gisele Monteiro - Coordenador.
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2010 - 2011
Estudo da função biológica de YDL118W - ORF de função desconhecida - na manutenção e estabilidade genômica e sua relação com estresse oxidativo em Saccharomyces cerevisiae, Descrição: Através do banco de dados da levedura Saccharomyces cerevisiae consultamos ORFs ("open reading frames") que possuem estrutura não determinada e função molecular desconhecida e escolhemos o gene YDL118W como alvo de estudo. De acordo com alguns estudos prévios, essa proteína possui envolvimento na manutenção do genoma e na resposta antioxidante. Esses estudos estabeleceram o seu relacionamento com a manutenção dos telômeros, com doença neurodegenerativa e com a sensibilidade das céulas à exposição ao peróxido de hidrogênio. As espécies reativas de oxigênio (ROS) possuem envolvimento em importantes processos biológicos de regulação e sinalização e quando produzidos em excesso submetem a célula ao estresse oxidativo, o que pode ser a causa de algumas patologias. As alterações genômicas também são causas de patologias, sendo a manutenção do genoma importante para proteção do DNA, impedindo que ocorram mutações excessivas no material genético. Para caracterizarmos essa ORF nós purificaremos a proteína expressa em bactéria para produzirmos anticorpo que será usado nos estudos de localização intracelular e de expressão protéica, além de estudos cristalográficos visando obter a estrutura terciária de YDL118Wp. Faremos testes de viabilidade para analisar a longevidade e a sensibilidade a agentes mutagênicos da linhagem mutante para esse gene, estabelecendo sua relação com a proteção do material genético. Esse estudo possibilitará uma melhor compreensão da função biológica e bioquímica dessa proteína.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iris Munhoz Costa - Integrante / Gisele Monteiro - Coordenador.
Prêmios
2014
Certificate of Honorable Mention, II Congress of the Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences.
2013
Prêmio Paulo Minami, Conselho Regional de Farmácia de São Paulo.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2018
Universidade de São PauloVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 6
Outras informações:
Programa de Aprimoramento Didático (PAE) da Faculdade de Ciências Farmacêuticas - FCF-USP. Monitor no curso de graduação em Farmácia-Bioquímica - disciplina Biotecnologia Farmacêutica.
2015 - 2015
Universidade de São PauloVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 6
Outras informações:
Programa de Aprimoramento Didático (PAE) da Faculdade de Ciências Farmacêuticas - FCF-USP. Monitor no curso de graduação em Farmácia-Bioquímica - disciplina Informação Científica.
2010 - 2011
Universidade de São PauloVínculo: iniciação científica, Enquadramento Funcional: aluna de iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio com a Prof. Dra Gisele Monteiro na caracterização de YCL047C: atividade e envolvimento na resposta antioxidante.
2010 - 2011
Universidade de São PauloVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: aluna de iniciação científica, Carga horária: 20
Outras informações:
"Estudo da função biológica de YDL118W ? ORF de função desconhecida ? na manutenção e estabilidade genômica e sua relação com estresse oxidativo em Saccharomyces cerevisiae." Orientado pela Profa. Dra. Gisele Monteiro, bolsa financiada pela FAPESP processo n° 2010/08592-6. Projeto vinculado ao auxílio Jovem Pesquisador: 2009/01303-1.
2015 - 2016
DrogasilVínculo: , Enquadramento Funcional: Farmacêutico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2011 - 2013
Instituto do Câncer do Etado de são PauloVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Assistente de Pesquisa Clínica, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2011 - 2011
Laboratório BiofastVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Técnico de laboratório, Carga horária: 48, Regime: Dedicação exclusiva.
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